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  2. Palavra-chave: Síndrome Coronariana Aguda / mortalidade
Figura 1
ABC
Artigo Original

Frequência e Motivos para a não Administração e Suspensão de Medicamentos durante um Evento de Síndrome Coronariana Aguda. Estudo ERICO

Rafael C. O. Santos et al. Isabela M. Bensenor Alessandra C. Goulart Paulo A. Lotufo Itamar S. Santos

Resumo

Fundamentos:

Poucos estudos discutiram causas para o subtratamento medicamentoso na SCA.

Objetivos:

Avaliar a não-administração e suspensão de medicamentos durante o tratamento intra-hospitalar da SCA na Estratégia de Registro de Síndrome Coronariana Aguda (estudo ERICO).

Métodos:

Analisamos prontuários de 563 participantes ERICO para avaliar a frequência e motivos da não administração e/ou suspensão de medicamentos. Construímos modelos de regressão logística para avaliar se sexo, idade ≥65 anos, nível educacional ou subtipo de SCA estavam associados com (a) não administração de ≥1 medicamentos; e (b) não administração ou suspensão de ≥1 medicamentos. O nível de significância foi 5%.

Resultados:

A amostra é composta por 58,1% de homens e com idade mediana de 62 anos. Em 183 (32,5%) participantes ≥1 medicamentos não foram administrados e 288 (51,2%) apresentaram ≥1 medicamentos não administrados ou suspensos. As causas mais frequentes foram risco de sangramento (aspirina, clopidogrel e heparina), insuficiência cardíaca (betabloqueadores) e hipotensão (inibidores da enzima conversora da angiotensina e bloqueadores dos receptores da angiotensina). Indivíduos com idade ≥65 anos (razão de chances [RC]:1,51; intervalo de confiança de 95% [IC95%]:1,05-2,19) e com angina instável (RC:1,72; IC95%:1,07-2,75) tiveram maior chance de não-administração. Considerando apenas pacientes com infarto do miocárdio, idade ≥65 anos foi associada tanto à não administração quanto à não administração ou suspensão.

Conclusões:

A não administração ou suspensão de ≥1 medicamento não foi rara no estudo ERICO. Indivíduos com idade ≥65 anos ou com angina instável tiveram maior chance de não administração e podem ser subtratados nesse cenário.

  • Atenção à Saúde
  • Morbidade
  • Síndrome Coronariana Aguda / mortalidade
  • Suspensão do Tratamento/tratamento farmacológico
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07/12/2020 DOI: 10.36660/abc.20190317 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Acurácia Prognóstica do Escore GRACE em Octogenários e Nonagenários com Síndromes Coronarianas Agudas

Antonio Mauricio dos Santos Cerqueira Junior et al. Luisa Gondim dos Santos Pereira Thiago Menezes Barbosa de Souza Vitor Calixto de Almeida Correia … Felipe Kalil Beirão Alexandre Gabriella Sant’Ana Sodré Jessica Gonzalez Suerdieck Felipe Ferreira Marcia Maria Noya Rabelo Luis Cláudio Lemos Correia

Resumo

Fundamento:

O Escore GRACE foi derivado e validado por coorte de questionável representatividade de indivíduos octogenários e nonagenários.

Objetivo:

Testar a acurácia do Escore GRACE na predição de óbito hospitalar em indivíduos muito idosos com síndromes coronarianas agudas (SCAs).

Métodos:

Coleta prospectiva realizada em unidade coronariana de hospital terciário, durante o período de setembro de 2011 a agosto de 2016. Indivíduos consecutivamente internados com SCA foram selecionados e o grupo muito idoso definido por idade ≥ 80 anos. A acurácia do Escore GRACE foi testada quanto à predição de óbito hospitalar. A significância estatística foi definida por valor p < 0,05.

Resultados:

Foram estudados 994 indivíduos, sendo 57% do sexo masculino, 77% com SCA sem supradesnível do segmento ST e 173 pacientes muito idosos. A média geral de idade foi 65 ± 13 anos, e a média de idade dos pacientes muito idosos, 85 ± 3,7 anos. A estatística-C do Escore GRACE em indivíduos muito idosos foi de 0,86 (95% IC = 0,78 – 0,93), sem diferença em relação aos indivíduos mais jovens (0,83; 95% IC = 0,75 – 0,91), com p = 0,69. A calibração do escore em muito idosos foi descrita por Teste χ2 de Hosmer-Lemeshow = 2,2 (p = 0,98), enquanto os demais pacientes apresentaram χ2 = 9,0 (p = 0,35). A análise de regressão logística para predição de óbito não revelou interação entre Escore GRACE e a variável muito idoso (p = 0,25).

Conclusão:

O Escore GRACE em indivíduos muito idosos é acurado para predição de mortalidade hospitalar em SCA, semelhante para indivíduos mais jovens.

  • Confiabilidade dos Dados
  • Idoso de 80 anos ou mais
  • Medição de Risco
  • Prognóstico
  • Síndrome Coronariana Aguda / mortalidade
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01/02/2018 DOI: 10.5935/abc.20170175 Visualizações 1
ABC
Original Article

Tempo para Tratamento durante Síndrome Coronariana Aguda e Unidade de Primeiro Contato no Estudo ERICO

Rafael Caire de Oliveira dos Santos et al. Alessandra Carvalho Goulart Alan Loureiro Xavier Kisukuri Rodrigo Martins Brandão … Debora Sitnik Henrique Lane Staniak Marcio Sommer Bittencourt Paulo Andrade Lotufo Isabela Martins Bensenor Itamar de Souza Santos

Resumo

Fundamento:

Em nosso conhecimento, não há estudos que avaliam a influência da unidade de primeiro contato na frequência e tempo para o tratamento farmacológico durante um evento de síndrome coronariana aguda (SCA).

Objetivos:

O principal objetivo foi investigar se a unidade de primeiro contato influencia a frequência e o tempo para tratamento com aspirina no estudo “Estratégia de Registro de Insuficiência Coronariana” (ERICO).

Métodos:

Analisamos o tempo para o tratamento farmacológico em 830 participantes do estudo ERICO – 700 indivíduos cuja primeira unidade de contato foi o hospital, e 130 que procuraram, num primeiro momento, unidades de atenção primária. Construímos modelos de regressão logística para estudar se a unidade de primeiro contato estava associada a um tempo de tratamento de menos de três horas.

Resultados:

Indivíduos que buscaram unidades de atenção primária receberam a primeira dose de aspirina nestas unidades em 75,6% dos casos. Os outros 24,4% receberam a aspirina no hospital. Apesar deste achado, indivíduos de unidades de atenção primária receberam aspirina em três horas mais frequentemente do que aqueles que foram ao hospital (76,8% vs 52,6%; p<0,001 e 100% vs, 70,7%; p=0,001 para SCA sem elevação do segmento ST e infarto agudo do miocárdio com elevação do ST, respectivamente). Em modelos ajustados, indivíduos vindos de unidades de atenção primária tinham mais probabilidade de receber aspirina mais rapidamente (razão de chances: 3,66; 95% intervalo de confiança: 2,06-6,51).

Conclusões:

Neste contexto, indivíduos provenientes de unidades de atenção primária tinham maior chance de receber aspirina mais rapidamente. O aprimoramento da capacidade das unidades de atenção primária para proporcionar tratamento precoce e transporte seguro pode ser benéfico em contextos similares.

  • Anticoagulantes
  • Aspirina / administração & dosagem
  • Atenção Primária à Saúde
  • Estudo de Coortes
  • Síndrome Coronariana Aguda / mortalidade
  • Tempo para o Tratamento
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01/10/2016 DOI: 10.5935/abc.20160138
Figura 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Nível de Atividade Física e Evolução Intra-Hospitalar de Pacientes com Síndrome Coronariana Aguda

Juliana de Goes Jorge et al. Marcos Antonio Almeida Santos José Augusto Soares Barreto Filho Joselina Luzia Menezes Oliveira … Enaldo Vieira de Melo Norma Alves de Oliveira Gustavo Baptista de Almeida Faro Antônio Carlos Sobral Sousa

Resumo

Fundamento:

A síndrome coronariana aguda (SCA) constitui uma das principais causas de morbimortalidade no mundo moderno. O sedentarismo, presente em 85% da população brasileira, é considerado fator de risco para o surgimento de doença arterial coronariana. Porém, não está bem estabelecida a correlação do sedentarismo com a ocorrência de eventos cardiovasculares (ECV) durante o internamento de portadores da SCA.

Objetivo:

Determinar o grau de atividade física de portadores de SCA, mediante a utilização do Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ), associando com o prognóstico intra-hospitalar.

Métodos:

Estudo observacional, transversal e analítico com 215 sujeitos admitidos consecutivamente com diagnóstico de SCA em um hospital de referência cardiológica no período de julho de 2009 a fevereiro de 2011. Todos os voluntários responderam à versão curta do IPAQ e foram seguidos quanto ao aparecimento de ECV durante o internamento, a partir de avaliação padronizada administrada pelo pesquisador, corroborada com dados do prontuário médico.

Resultados:

Os pacientes foram internados com diagnósticos de angina instável (34,4%), infarto agudo do miocárdio (IAM) sem supradesnivelamento de ST (41,4%) e IAM com supradesnivelamento de ST (24,2%). De acordo com o nível de atividade física, foram classificados em não ativos (56,3%) e ativos (43,7%). Constatou-se a presença de ECV em 35,3% da amostra. A ocorrência de complicação intra-hospitalar esteve associada ao tempo de internamento (odds ratio [OR] = 1,15) e inatividade física (OR = 2,54) e foi independente da idade, pressão arterial sistólica e insuficiência cardíaca congestiva prévia.

Conclusão:

Estilo de vida fisicamente ativo reduz o risco de ECV durante o internamento em pacientes com SCA.

  • Atividade Motora / fisiologia
  • Estilo de Vida Sedentário
  • Exercício
  • Fatores de risco
  • Questionário
  • Síndrome Coronariana Aguda / mortalidade
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22/12/2015 DOI: 10.5935/abc.20160006 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Mortalidade em um Ano após Evento Coronário Agudo e seus Preditores Clínicos: O estudo ERICO

Itamar Souza Santos et al. Alessandra Carvalho Goulart Rodrigo Martins Brandão Rafael Caire de Oliveira Santos … Márcio Sommer Bittencourt Débora Sitnik Alexandre Costa Pereira Carlos Alberto Pastore Nelson Samesima Paulo Andrade Lotufo Isabela Martins Bensenor

Fundamento:

Dados sobre sobrevida após uma síndrome coronariana aguda (SCA) são geralmente de curto prazo ou baseados em centros cardiológicos.

Objetivo:

Descrever a frequência de ocorrência de óbito em um ano no Estudo de Registro de Insuficiência Coronariana (ERICO), e seus preditores.

Métodos:

Foram analisados 964 participantes ERICO incluídos de fevereiro/2009 a dezembro/2012. O estado vital dos participantes foi obtido por telefone e fontes oficiais de óbito. A causa de morte foi determinada pelos certificados de óbito. Foi utilizado o teste log-rank para comparar probabilidades de sobrevivência. Construímos modelos de regressão de Cox, brutos e ajustados (para idade, sexo e subtipo de SCA), para estudar se o subtipo de SCA ou características de entrada no estudo foram preditores independentes de mortalidade.

Resultados:

Identificamos 110 óbitos (frequência de ocorrência de óbito, 12,0%). A idade (risco relativo [RR] em 10 anos = 2,04; intervalo de confiança de 95% [IC95%]=1,75-2,38), infarto do miocárdio sem elevação do segmento ST (RR = 3,82; IC95% = 2,21-6,60) ou infarto do miocárdio com elevação do segmento ST (RR = 2,59; IC95% = 1,38‑4,89) e diabetes (RR = 1,78; IC95% = 1,20-2,63) foram fatores de risco significativos para mortalidade geral em modelos ajustados. Encontramos resultados semelhantes para mortalidade cardiovascular. Diagnóstico prévio de doença arterial coronariana também foi um preditor independente de mortalidade geral (RR = 1,61; IC95% = 1,04-2,50), mas não de mortalidade cardiovascular.

Conclusão:

Encontramos uma frequência de ocorrência de óbito em um ano de 12,0% nesta amostra de pacientes pós-SCA de um hospital comunitário em São Paulo. Idade, subtipo de SCA e diabetes foram preditores independentes de pior sobrevida em um ano.

  • Estudos de Coortes
  • Fatores de risco
  • letalidade
  • Prognóstico
  • Síndrome Coronariana Aguda / mortalidade
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08/05/2015 DOI: 10.5935/abc.20150044

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Santos RCO, Bensenor IM, Goulart AC, Lotufo PA, Santos IS. Frequência e Motivos para a não Administração e Suspensão de Medicamentos durante um Evento de Síndrome Coronariana Aguda. Estudo ERICO. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(5):830-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Santos, Rafael C. O.; Bensenor, Isabela M.; Goulart, Alessandra C.; Lotufo, Paulo A.; Santos, Itamar S.. Frequência e Motivos para a não Administração e Suspensão de Medicamentos durante um Evento de Síndrome Coronariana Aguda. Estudo ERICO. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 5, p. 830-839, dez. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Santos, R. C. O., Bensenor, I. M., Goulart, A. C., Lotufo, P. A., & Santos, I. S. (2020). Frequência e Motivos para a não Administração e Suspensão de Medicamentos durante um Evento de Síndrome Coronariana Aguda. Estudo ERICO. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(5), 830-839.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Santos, Rafael C. O. and Bensenor, Isabela M. and Goulart, Alessandra C. and Lotufo, Paulo A. and Santos, Itamar S.. Frequência e Motivos para a não Administração e Suspensão de Medicamentos durante um Evento de Síndrome Coronariana Aguda. Estudo ERICO. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 5, [citado 2026-10-15], pp. 830-839. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/frequencia-e-motivos-para-a-nao-administracao-e-suspensao-de-medicamentos-durante-um-evento-de-sindrome-coronariana-aguda-estudo-erico/>. ISSN 0066-782X

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Cerqueira Junior AMS, Pereira LGS, Souza TMB, Correia VCA, Alexandre FKB, Sodré GS, Suerdieck JG, et al. Acurácia Prognóstica do Escore GRACE em Octogenários e Nonagenários com Síndromes Coronarianas Agudas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;110(1):24-9.

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Cerqueira Junior, Antonio Mauricio dos Santos; Pereira, Luisa Gondim dos Santos; Souza, Thiago Menezes Barbosa de; Correia, Vitor Calixto de Almeida; Alexandre, Felipe Kalil Beirão; Sodré, Gabriella Sant’Ana; Suerdieck, Jessica Gonzalez; Ferreira, Felipe; Rabelo, Marcia Maria Noya; Correia, Luis Cláudio Lemos. Acurácia Prognóstica do Escore GRACE em Octogenários e Nonagenários com Síndromes Coronarianas Agudas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 110, n. 1, p. 24-29, jan. 2018.

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Cerqueira Junior, A. M. S., Pereira, L. G. S., Souza, T. M. B. , Correia, V. C. A., Alexandre, F. K. B., Sodré, G. S., Suerdieck, J. G., Ferreira, F., Rabelo, M. M. N., & Correia, L. C. L. (2018). Acurácia Prognóstica do Escore GRACE em Octogenários e Nonagenários com Síndromes Coronarianas Agudas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 110(1), 24-29.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Cerqueira Junior, Antonio Mauricio dos Santos and Pereira, Luisa Gondim dos Santos and Souza, Thiago Menezes Barbosa de and Correia, Vitor Calixto de Almeida and Alexandre, Felipe Kalil Beirão and Sodré, Gabriella Sant’Ana and Suerdieck, Jessica Gonzalez and Ferreira, Felipe and Rabelo, Marcia Maria Noya and Correia, Luis Cláudio Lemos. Acurácia Prognóstica do Escore GRACE em Octogenários e Nonagenários com Síndromes Coronarianas Agudas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 110, n. 1, [citado 2026-10-15], pp. 24-29. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/acuracia-prognostica-do-escore-grace-em-octogenarios-e-nonagenarios-com-sindromes-coronarianas-agudas/>. ISSN 0066-782X

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Santos RCO, Goulart AC, Kisukuri ALX, Brandão RM, Sitnik D, Staniak HL, Bittencourt MS, et al. Tempo para Tratamento durante Síndrome Coronariana Aguda e Unidade de Primeiro Contato no Estudo ERICO. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2016;107(4):323-30.

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Santos, Rafael Caire de Oliveira dos; Goulart, Alessandra Carvalho; Kisukuri, Alan Loureiro Xavier; Brandão, Rodrigo Martins; Sitnik, Debora; Staniak, Henrique Lane; Bittencourt, Marcio Sommer; Lotufo, Paulo Andrade; Bensenor, Isabela Martins; Santos, Itamar de Souza. Tempo para Tratamento durante Síndrome Coronariana Aguda e Unidade de Primeiro Contato no Estudo ERICO. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 107, n. 4, p. 323-330, set. 2016.

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Santos, R. C. O. , Goulart, A. C., Kisukuri, A. L. X., Brandão, R. M., Sitnik, D., Staniak, H. L., Bittencourt, M. S., Lotufo, P. A., Bensenor, I. M., & Santos, I. S. (2016). Tempo para Tratamento durante Síndrome Coronariana Aguda e Unidade de Primeiro Contato no Estudo ERICO. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 107(4), 323-330.

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Santos, Rafael Caire de Oliveira dos and Goulart, Alessandra Carvalho and Kisukuri, Alan Loureiro Xavier and Brandão, Rodrigo Martins and Sitnik, Debora and Staniak, Henrique Lane and Bittencourt, Marcio Sommer and Lotufo, Paulo Andrade and Bensenor, Isabela Martins and Santos, Itamar de Souza. Tempo para Tratamento durante Síndrome Coronariana Aguda e Unidade de Primeiro Contato no Estudo ERICO. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2016, vol. 107, n. 4, [citado 2026-10-15], pp. 323-330. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/tempo-para-tratamento-durante-sindrome-coronariana-aguda-e-unidade-de-primeiro-contato-no-estudo-erico/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Jorge JG, Santos MAA, Barreto Filho JAS, Oliveira JLM, Melo EV, Oliveira NA, Faro GBA, et al. Nível de Atividade Física e Evolução Intra-Hospitalar de Pacientes com Síndrome Coronariana Aguda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;106(1):33-40.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Jorge, Juliana de Goes; Santos, Marcos Antonio Almeida; Barreto Filho, José Augusto Soares; Oliveira, Joselina Luzia Menezes; Melo, Enaldo Vieira de; Oliveira, Norma Alves de; Faro, Gustavo Baptista de Almeida; Sousa, Antônio Carlos Sobral. Nível de Atividade Física e Evolução Intra-Hospitalar de Pacientes com Síndrome Coronariana Aguda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 106, n. 1, p. 33-40, dez. 2015.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Jorge, J. G., Santos, M. A. A., Barreto Filho, J. A. S., Oliveira, J. L. M., Melo, E. V. , Oliveira, N. A. , Faro, G. B. A., & Sousa, A. C. S. (2015). Nível de Atividade Física e Evolução Intra-Hospitalar de Pacientes com Síndrome Coronariana Aguda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 106(1), 33-40.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Jorge, Juliana de Goes and Santos, Marcos Antonio Almeida and Barreto Filho, José Augusto Soares and Oliveira, Joselina Luzia Menezes and Melo, Enaldo Vieira de and Oliveira, Norma Alves de and Faro, Gustavo Baptista de Almeida and Sousa, Antônio Carlos Sobral. Nível de Atividade Física e Evolução Intra-Hospitalar de Pacientes com Síndrome Coronariana Aguda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 106, n. 1, [citado 2026-10-15], pp. 33-40. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/nivel-de-atividade-fisica-e-evolucao-intra-hospitalar-de-pacientes-com-sindrome-coronariana-aguda/>. ISSN 0066-782X

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Santos IS, Goulart AC, Brandão RM, Santos RCO, Bittencourt MS, Sitnik D, Pereira AC, et al. Mortalidade em um Ano após Evento Coronário Agudo e seus Preditores Clínicos: O estudo ERICO. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;105(1):53-64.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Santos, Itamar Souza; Goulart, Alessandra Carvalho; Brandão, Rodrigo Martins; Santos, Rafael Caire de Oliveira; Bittencourt, Márcio Sommer; Sitnik, Débora; Pereira, Alexandre Costa; Pastore, Carlos Alberto; Samesima, Nelson; Lotufo, Paulo Andrade; Bensenor, Isabela Martins. Mortalidade em um Ano após Evento Coronário Agudo e seus Preditores Clínicos: O estudo ERICO. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 105, n. 1, p. 53-64, maio. 2015.

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Santos, I. S., Goulart, A. C., Brandão, R. M., Santos, R. C. O., Bittencourt, M. S., Sitnik, D., Pereira, A. C., Pastore, C. A., Samesima, N., Lotufo, P. A., & Bensenor, I. M. (2015). Mortalidade em um Ano após Evento Coronário Agudo e seus Preditores Clínicos: O estudo ERICO. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 105(1), 53-64.

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Santos, Itamar Souza and Goulart, Alessandra Carvalho and Brandão, Rodrigo Martins and Santos, Rafael Caire de Oliveira and Bittencourt, Márcio Sommer and Sitnik, Débora and Pereira, Alexandre Costa and Pastore, Carlos Alberto and Samesima, Nelson and Lotufo, Paulo Andrade and Bensenor, Isabela Martins. Mortalidade em um Ano após Evento Coronário Agudo e seus Preditores Clínicos: O estudo ERICO. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 105, n. 1, [citado 2026-10-15], pp. 53-64. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/mortalidade-em-um-ano-apos-evento-coronario-agudo-e-seus-preditores-clinicos-o-estudo-erico/>. ISSN 0066-782X

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