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  2. Palavra-chave: Débito Cardíaca
Bioimpedância transtorácica comparada à ressonância magnética na avaliação do débito cardíaco
ABC
Artigo Original

Bioimpedância transtorácica comparada à ressonância magnética na avaliação do débito cardíaco

Humberto Villacorta Junior et al. Aline Sterque Villacorta Fernanda Amador Marcelo Hadlich … Denilson Campos de Albuquerque Clerio Francisco Azevedo

FUNDAMENTO: A ressonância magnética cardíaca é considerada o método padrão-ouro para o cálculo de volumes cardíacos. A bioimpedância transtorácica cardíaca avalia o débito cardíaco. Não há trabalhos que validem essa medida comparada à ressonância. OBJETIVO: Avaliar o desempenho da bioimpedância transtorácica cardíaca no cálculo do débito cardíaco, índice cardíaco e volume sistólico, utilizando a ressonância como padrão-ouro. MÉTODOS: Avaliados 31 pacientes, com média de idade de 56,7 ± 18 anos, sendo 18 (58%) do sexo masculino. Foram excluídos os pacientes cuja indicação para a ressonância magnética cardíaca incluía avaliação sob estresse farmacológico. A correlação entre os métodos foi avaliada pelo coeficiente de Pearson, e a dispersão das diferenças absolutas em relação à média foi demonstrada pelo método de Bland-Altman. A concordância entre os métodos foi realizada pelo coeficiente de correlação intraclasses. RESULTADOS: A média do débito cardíaco pela bioimpedância transtorácica cardíaca e pela ressonância foi, respectivamente, 5,16 ± 0,9 e 5,13 ± 0,9 L/min. Observou-se boa correlação entre os métodos para o débito cardíaco (r = 0,79; p = 0,0001), índice cardíaco (r = 0,74; p = 0,0001) e volume sistólico (r = 0,88; p = 0,0001). A avaliação pelo gráfico de Bland-Altman mostrou pequena dispersão das diferenças em relação à média, com baixa amplitude dos intervalos de concordância. Houve boa concordância entre os dois métodos quando avaliados pelo coeficiente de correlação intraclasses, com coeficientes para débito cardíaco, índice cardíaco e volume sistólico de 0,78, 0,73 e 0,88, respectivamente (p < 0,0001 para todas as comparações). CONCLUSÃO: A bioimpedância transtorácica cardíaca mostrou-se acurada no cálculo do débito cardíaco quando comparada à ressonância magnética cardíaca.

  • Débito Cardíaca
  • Débito Cardíaco
  • Espectroscopia de Ressonância Magnética
  • Impedância Elétrica
  • Insuficiência Cardíaca
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Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
16/11/2012 DOI: 10.1590/S0066-782X2012005000104 Visualizações 1

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Villacorta Junior H, Villacorta AS, Amador F, Hadlich M, Albuquerque DC, Azevedo CF. Bioimpedância transtorácica comparada à ressonância magnética na avaliação do débito cardíaco. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2012;99(6):1149-55.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Villacorta Junior, Humberto; Villacorta, Aline Sterque; Amador, Fernanda; Hadlich, Marcelo; Albuquerque, Denilson Campos de; Azevedo, Clerio Francisco. Bioimpedância transtorácica comparada à ressonância magnética na avaliação do débito cardíaco. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 99, n. 6, p. 1149-1155, nov. 2012.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Villacorta Junior, H., Villacorta, A. S., Amador, F., Hadlich, M., Albuquerque, D. C. , & Azevedo, C. F. (2012). Bioimpedância transtorácica comparada à ressonância magnética na avaliação do débito cardíaco. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 99(6), 1149-1155.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Villacorta Junior, Humberto and Villacorta, Aline Sterque and Amador, Fernanda and Hadlich, Marcelo and Albuquerque, Denilson Campos de and Azevedo, Clerio Francisco. Bioimpedância transtorácica comparada à ressonância magnética na avaliação do débito cardíaco. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2012, vol. 99, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 1149-1155. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/bioimpedancia-transtoracica-comparada-a-ressonancia-magnetica-na-avaliacao-do-debito-cardiaco/>. ISSN 0066-782X

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