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  2. Palavra-chave: Celulas Endoteliais
Figura 1
ABC
Revisão

Os LncRNAs Estão Envolvidos no Processo de Aterosclerose em Diversos Níveis

Shiyi Liang et al. Weicheng Xv Chijian Li Yuxiang Huang … Ge Qian Yuxiang Yan Hequn Zou Yongqiang Li

Resumo

A aterosclerose é a causa mais comum de doença cardiovascular em todo o mundo, ela está associada a uma alta incidência de eventos clínicos. O acúmulo de evidências elucidou que os RNAs longos não codificantes (LncRNAs) são uma nova classe de transcritos com papéis críticos nos processos fisiopatológicos da aterosclerose. Nesta revisão, resumimos o progresso recente dos LncRNAs no desenvolvimento da aterosclerose. Descrevemos principalmente os diversos mecanismos regulatórios dos LncRNAs nos níveis transcricionais e pós-transcricionais. Este estudo pode fornecer informações úteis sobre os LncRNAs como alvos terapêuticos ou biomarcadores para o tratamento da aterosclerose.

  • Aterosclerose
  • Celulas Endoteliais
  • Doenças Cardiovasculares
  • enzimas
  • Inibidores
  • inibidores enzimáticos
  • Interferência de RNA
  • Lipoproteínas VLDL
  • LncRNAs
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10/06/2022 DOI: 10.36660/abc.20201383 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Editorial

Agonistas de Proteínas G e Bloqueadores da via NO/cGMP: Duas Fronteiras não Exploradas pelas Indústrias Farmacêuticas

Paulo Roberto B. Evora

Proteínas G: potencial papel terapêutico

A liberação de óxido nítrico (NO) pode ocorrer por diferentes vias envolvendo proteínas G. A proteína Gi é responsável pela mediação dos efeitos inibitórios dos receptores nas vias adenilato ciclase e guanilato ciclase. Um estágio inicial da maioria das respostas mediadas por receptores é a ativação das proteínas G na membrana celular, alvo da modulação de uma variedade de eventos intracelulares. O papel das proteínas G na fisiopatologia do vasoespasmo após isquemia global e reperfusão ainda é questão de investigações. Sua participação foi documentada em um estudo comparativo do relaxamento vascular causado por estímulo com fluoreto de sódio, que produz respostas bifásicas nas artérias coronárias, humanas, bovinas e suínas, relaxamento dependente do endotélio e contração independente do endotélio. A disfunção das proteínas G no endotélio também foi indicada como responsável pela disfunção endotelial em condições de regeneração de células endoteliais após lesão, aterosclerose e vasoespasmo coronariano. A isquemia miocárdica e a reperfusão prejudicam seletivamente a liberação de NO mediada por receptor. No entanto, a capacidade de as células endoteliais produzirem NO ou gerarem relaxamento em resposta a agonistas dependentes de óxido não nítrico permanece intacta.,

Em resumo: 1. As células endoteliais mantêm a capacidade de liberar NO com base na sua capacidade de receber o sinal de transdução através da sua membrana; 2. As proteínas G têm um papel fundamental na transdução do sinal; 3. Este paradigma é estendido a todas as doenças cardiovasculares vasotônicas que coexistem com a disfunção plaquetária. Esses dados seriam altamente relevantes ao sugerir a pesquisa de drogas moduladoras de proteínas – G.

[…]

  • Celulas Endoteliais
  • Medicamentos de Referência
  • Proteinas de Ligação ao GTP
  • Tecnologia Farmacêutica
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01/10/2017 DOI: 10.5935/abc.20170139 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Papel dos microRNAs 221/222 na Liberação de Óxido Nítrico Induzida por Estatinas em Células Endoteliais Humanas

Alvaro Cerda et al. Cristina Moreno Fajardo Rodrigo Gouveia Basso Mario Hiroyuki Hirata Rosario Dominguez Crespo Hirata

Fundamento:

O óxido nítrico (NO) tem sido amplamente associado com proteção cardiovascular através de melhoria da função endotelial. Recentemente, novas evidências sobre a modulação do NO na liberação de microRNAs (miRs) têm sido relatadas, o que poderia estar envolvido com efeitos pleiotrópicos dependentes de estatinas, incluindo propriedades anti-inflamatórias relacionadas com a função do endotélio vascular.

Objetivo:

Avaliar os efeitos dos medicamentos redutores de colesterol, incluindo os inibidores da síntese de colesterol, atorvastatina e sinvastatina, e o inibidor da absorção de colesterol, ezetimiba, na liberação de NO, expressão do mRNA do NOS3 e miRs potencialmente envolvidos na biodisponibilidade do NO.

Métodos:

Células endoteliais da veia umbilical humana (HUVEC) foram expostas à atorvastatina, sinvastatina ou ezetimiba (0 a 5,0 μM). As células foram submetidas à extração do RNA total e quantificação relativa de mRNA do NOS3 e dos miRs-221,-222 e -1303 por qPCR. A liberação de NO foi medida em sobrenadantes por ozônio-quimioluminescência.

Resultados:

Ambas as estatinas aumentaram os níveis de NO e a expressão do mRNA do NOS3, mas nenhum efeito foi observado em relação ao tratamento com ezetimiba. A atorvastatina, sinvastatina e ezetimiba regularam negativamente a expressão do miR-221, enquanto que o miR-222 reduziu somente após o tratamento com atorvastatina. A magnitude da redução de miR-221 e miR-222 após tratamento com estatinas correlacionou com o incremento nos níveis de mRNA do NOS3. Nenhuma influência foi observada sobre a expressão do miR-1303 após os tratamentos.

Conclusão:

A liberação de NO pelas células endoteliais é aumentada por estatinas, mas não pelo inibidor da absorção de colesterol ezetimiba. Nossos resultados fornecem novas evidências sobre a participação dos miRs regulatórios 221/222 na liberação de NO mediada por estatinas. Embora a ezetimiba não tenha modulado os níveis de NO, a regulação negativa do miR-221 poderia envolver efeitos potenciais sobre a função endotelial.

  • Celulas Endoteliais
  • Colesterol
  • Inibidores de Hidroximetilglutaril-CoA Redutases
  • MicroRNAs
  • Óxido Nítrico
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16/12/2014 DOI: 10.5935/abc.20140192
Terapia gênica com fator de crescimento endotelial vascular 165 para pacientes com angina refratária: mobilização de células progenitoras endoteliais
ABC
Artigo Original

Terapia gênica com fator de crescimento endotelial vascular 165 para pacientes com angina refratária: mobilização de células progenitoras endoteliais

Clarissa G. Rodrigues et al. Rodrigo D.M. Plentz Thiago Dipp Felipe B. Salles … Imarilde I. Giusti Roberto T. Sant'Anna Bruna Eibel Ivo A. Nesralla Melissa Markoski Nance N. Beyer Renato A. K. Kalil

FUNDAMENTO: O fator de crescimento endotelial vascular (VEGF – vascular endothelial growth factor) induz a mobilização de células progenitoras endoteliais (CPEs) com capacidade de proliferação e diferenciação em células endoteliais, contribuindo, dessa forma, para o processo angiogênico. OBJETIVO: Buscamos avaliar o comportamento de CPEs em pacientes com doença cardíaca isquêmica e angina refratária que receberam injeções intramiocardicas de 2000 µg de VEGF165 como terapia única. MÉTODOS: O estudo foi uma subanálise de um ensaio clínico. Pacientes com doença cardíaca isquêmica avançada e angina refratária foram avaliados para inclusão no estudo. Os critérios de inclusão foram: sinais e sintomas de angina e/ou insuficiência cardíaca apesar de tratamento medicamentoso máximo e área de isquemia miocárdica de, no mínimo, 5% conforme avaliado por uma tomografia computadorizada por emissão de fóton único (TCEFU). Os critérios de exclusão foram: idade > 65 anos, fração de ejeção do ventrículo esquerdo < 25% e cancer diagnosticado. Os pacientes cujos níveis de CPE foram avaliados foram incluídos. A intervenção consistiu na administração de 2000 µg de VEGF 165 de plasmídeo injetado no miocárdio isquêmico. A frequência de células CD34+/KDR+ foi analisada por citometria de fluxo antes e 3, 9, e 27 dias após a intervenção. RESULTADOS: Um total de 9 pacientes foram incluídos, 8 homens, média de idade de 59,4 anos, fração de ejeção ventricular esquerda de 59,3%, e classe de angina predominante III. Observou-se um aumento significativo dos níveis de CPEs no terceiro dia após a intervenção. Todavia, 9 e 27 dias após a intervenção, os níveis de CPEs foram similares aos basais. CONCLUSÃO: Identificamos uma mobilização transitória de CPE, com pico no terceiro dia após a intervenção com VEGF 165 em pacientes com angina refratária. Todavia, os níveis de CPEs apresentaram-se semelhantes aos basais 9 e 27 dias após a intervenção.

  • Celulas Endoteliais
  • Fator A de Crescimento Endotelial Vascular
  • Permeabilidade Capilar
  • Terapia Genética
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09/07/2013 DOI: 10.5935/abc.20130128 Visualizações 1
Angiogênese coronariana como resposta endógena da isquemia miocárdica no adulto
ABC
Atualização

Angiogênese coronariana como resposta endógena da isquemia miocárdica no adulto

Gabriel Lorier et al. Cristina Touriño Renato A. K Kalil

O processo de angiogênese envolve uma sequência complexa de estímulos e respostas integradas, como estimulação das células endoteliais (CE) para sua proliferação e migração, estimulação da matriz extracelular, para atração de pericitos e macrófagos, estimulação das células musculares lisas, para sua proliferação e migração, e formação de novas estruturas vasculares. Angiogênese é principalmente uma resposta adaptativa à hipóxia tecidual e depende do acúmulo do fator de crescimento induzido pela hipóxia (FIH-1 α) na zona do miocárdio isquêmico, que serve para aumentar a transcrição do fator de crescimento endotelial vascular (VEGF) e seus receptores VEGF-R, pelas CE em sofrimento isquêmico. Esses passos envolvem mecanismos enzimáticos e proteases ativadoras do plasminogênio, metaloproteinases (MMP) da matriz extracelular (MEC) e cinases que provocam a degradação molecular proteolítica da MEC, bem como pela ativação e a liberação de fatores de crescimento, tais como: fator básico de crescimento dos fibroblastos (FCFb), VEGF e fator de crescimento insulínico-1 (FCI-1). Posteriormente, vem a fase intermediária de estabilização do novo broto neovascular imaturo e a fase final de maturação vascular da angiogênese fisiológica. Como conclusões generalizáveis, é possível afirmar que a angiogênese coronária em adultos é, fundamentalmente, uma resposta parácrina da rede capilar preexistente em condições fisiopatológicas de isquemia e inflamação.

  • Adulto
  • Celulas Endoteliais
  • Isquemia Miocárdica
  • Neovascularização Fisiológica
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16/01/2012 DOI: 10.1590/S0066-782X2011001500019 Visualizações 1

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Liang S, Xv W, Li C, Huang Y, Qian G, Yan Y, Zou H, et al. Os LncRNAs Estão Envolvidos no Processo de Aterosclerose em Diversos Níveis. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;118(6):1134-40.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Liang, Shiyi; Xv, Weicheng; Li, Chijian; Huang, Yuxiang; Qian, Ge; Yan, Yuxiang; Zou, Hequn; Li, Yongqiang. Os LncRNAs Estão Envolvidos no Processo de Aterosclerose em Diversos Níveis. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 118, n. 6, p. 1134-1140, jun. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Liang, S., Xv, W., Li, C., Huang, Y., Qian, G., Yan, Y., Zou, H., & Li, Y. (2022). Os LncRNAs Estão Envolvidos no Processo de Aterosclerose em Diversos Níveis. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 118(6), 1134-1140.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Liang, Shiyi and Xv, Weicheng and Li, Chijian and Huang, Yuxiang and Qian, Ge and Yan, Yuxiang and Zou, Hequn and Li, Yongqiang. Os LncRNAs Estão Envolvidos no Processo de Aterosclerose em Diversos Níveis. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 118, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 1134-1140. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/os-lncrnas-estao-envolvidos-no-processo-de-aterosclerose-em-diversos-niveis/>. ISSN 0066-782X

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Evora PRB. Agonistas de Proteínas G e Bloqueadores da via NO/cGMP: Duas Fronteiras não Exploradas pelas Indústrias Farmacêuticas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2017;109(4):275-6.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Evora, Paulo Roberto B.. Agonistas de Proteínas G e Bloqueadores da via NO/cGMP: Duas Fronteiras não Exploradas pelas Indústrias Farmacêuticas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 109, n. 4, p. 275-276, set. 2017.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Evora, P. R. B. (2017). Agonistas de Proteínas G e Bloqueadores da via NO/cGMP: Duas Fronteiras não Exploradas pelas Indústrias Farmacêuticas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 109(4), 275-276.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Evora, Paulo Roberto B.. Agonistas de Proteínas G e Bloqueadores da via NO/cGMP: Duas Fronteiras não Exploradas pelas Indústrias Farmacêuticas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2017, vol. 109, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 275-276. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/agonistas-de-proteinas-g-e-bloqueadores-da-via-no-cgmp-duas-fronteiras-nao-exploradas-pelas-industrias-farmaceuticas/>. ISSN 0066-782X

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Cerda A, Fajardo CM, Basso RG, Hirata MH, Hirata RDC. Papel dos microRNAs 221/222 na Liberação de Óxido Nítrico Induzida por Estatinas em Células Endoteliais Humanas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2014;104(3):195-201.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Cerda, Alvaro; Fajardo, Cristina Moreno; Basso, Rodrigo Gouveia; Hirata, Mario Hiroyuki; Hirata, Rosario Dominguez Crespo. Papel dos microRNAs 221/222 na Liberação de Óxido Nítrico Induzida por Estatinas em Células Endoteliais Humanas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 104, n. 3, p. 195-201, dez. 2014.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Cerda, A., Fajardo, C. M., Basso, R. G., Hirata, M. H., & Hirata, R. D. C. (2014). Papel dos microRNAs 221/222 na Liberação de Óxido Nítrico Induzida por Estatinas em Células Endoteliais Humanas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 104(3), 195-201.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Cerda, Alvaro and Fajardo, Cristina Moreno and Basso, Rodrigo Gouveia and Hirata, Mario Hiroyuki and Hirata, Rosario Dominguez Crespo. Papel dos microRNAs 221/222 na Liberação de Óxido Nítrico Induzida por Estatinas em Células Endoteliais Humanas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2014, vol. 104, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 195-201. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/papel-dos-micrornas-221-222-na-liberacao-de-oxido-nitrico-induzida-por-estatinas-em-celulas-endoteliais-humanas/>. ISSN 0066-782X

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Rodrigues CG, Plentz RD, Dipp T, Salles FB, Giusti II, Sant’Anna RT, Eibel B, et al. Terapia gênica com fator de crescimento endotelial vascular 165 para pacientes com angina refratária: mobilização de células progenitoras endoteliais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2013;101(2):149-53.

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Rodrigues, Clarissa G.; Plentz, Rodrigo D.M.; Dipp, Thiago; Salles, Felipe B.; Giusti, Imarilde I.; Sant’Anna, Roberto T.; Eibel, Bruna; Nesralla, Ivo A.; Markoski, Melissa; Beyer, Nance N.; Kalil, Renato A. K.. Terapia gênica com fator de crescimento endotelial vascular 165 para pacientes com angina refratária: mobilização de células progenitoras endoteliais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 101, n. 2, p. 149-153, jul. 2013.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Rodrigues, C. G., Plentz, R. D., Dipp, T., Salles, F. B., Giusti, I. I., Sant’Anna, R. T., Eibel, B., Nesralla, I. A., Markoski, M., Beyer, N. N., & Kalil, R. A. K. (2013). Terapia gênica com fator de crescimento endotelial vascular 165 para pacientes com angina refratária: mobilização de células progenitoras endoteliais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 101(2), 149-153.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Rodrigues, Clarissa G. and Plentz, Rodrigo D.M. and Dipp, Thiago and Salles, Felipe B. and Giusti, Imarilde I. and Sant’Anna, Roberto T. and Eibel, Bruna and Nesralla, Ivo A. and Markoski, Melissa and Beyer, Nance N. and Kalil, Renato A. K.. Terapia gênica com fator de crescimento endotelial vascular 165 para pacientes com angina refratária: mobilização de células progenitoras endoteliais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2013, vol. 101, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 149-153. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/terapia-genica-com-fator-de-crescimento-endotelial-vascular-165-para-pacientes-com-angina-refrataria-mobilizacao-de-celulas-progenitoras-endoteliais/>. ISSN 0066-782X

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Lorier G, Touriño C, Kalil RAK. Angiogênese coronariana como resposta endógena da isquemia miocárdica no adulto. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2012;97(6):e140-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Lorier, Gabriel; Touriño, Cristina; Kalil, Renato A. K. Angiogênese coronariana como resposta endógena da isquemia miocárdica no adulto. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 97, n. 6, p. e140-e148, jan. 2012.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Lorier, G., Touriño, C., & Kalil, R. A. K. (2012). Angiogênese coronariana como resposta endógena da isquemia miocárdica no adulto. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 97(6), e140-e148.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Lorier, Gabriel and Touriño, Cristina and Kalil, Renato A. K. Angiogênese coronariana como resposta endógena da isquemia miocárdica no adulto. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2012, vol. 97, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. e140-e148. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/angiogenese-coronariana-como-resposta-endogena-da-isquemia-miocardica-no-adulto/>. ISSN 0066-782X

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