Família ABC Arquivos Brasileiros de Cardiologia International Journal of Cardiovascular Sciences ABC Heart Failure & Cardiomyopathy ABC Imagem Cardiovascular
Português English
Família ABC
Português English
  • Sobre
    • Sobre a Família ABC
    • Regimento Interno
    • Conselho Editorial
    • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)
  • Edições
  • Diretrizes da SBC
  • Conteúdos
    • Vídeos
    • Podcasts
    • Notícias
  • Sobre
    • Sobre a Família ABC
    • Regimento Interno
    • Conselho Editorial
    • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)
  • Edições
  • Diretrizes da SBC
  • Conteúdos
    • Vídeos
    • Podcasts
    • Notícias

Família ABC

  • Família ABC
  • Arquivos Brasileiros de Cardiologia
  • International Journal of Cardiovascular Sciences
  • ABC Heart Failure & Cardiomyopathy
  • ABC Imagem Cardiovascular
Buscar em

Nenhum conteúdo encontrado.

Revistas
Ordenação
Tipos de artigo
Outros

  1. Início
  2. Palavra-chave: Medicamentos de Referência
Figura 1
ABC
Original Article

Valor Prognóstico Incremental do Ecocardiograma Convencional em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Agudamente Descompensada

Fabio Luis de Jesus Soares et al. Janine Magalhães Garcia de Oliveira Gabriel Neimann da Cunha Freire Lucas Carvalho Andrade … Marcia Maria Noya-Rabelo Luis Claudio Lemos Correia

Resumo

Fundamento:

A insuficiência cardíaca agudamente descompensada (ICAD) apresenta elevada morbimortalidade a despeito do avanço terapêutico. Identificar fatores de pior prognóstico é importante para melhorar a assistência durante a fase hospitalar e acompanhamento após a alta. A utilização da ecocardiografia para diagnóstico e guia terapêutico tem sido de grande utilidade na prática clínica, contudo não está claro se também pode ser útil para determinação e classificação de risco desses pacientes e se é capaz de incrementar valor prognóstico a um escore clínico (OPTIMIZE-HF).

Objetivo:

Identificar as variáveis ecocardiográficas com valor prognóstico independente e testar seu valor incremental a um escore clínico.

Métodos:

Coorte prospectiva de pacientes consecutivamente admitidos entre janeiro de 2013 a janeiro de 2015, com diagnóstico de insuficiência cardíaca agudamente descompensada, acompanhados até 60 dias após a alta hospitalar. Os critérios de inclusão foram o aumento da dosagem plasmática do NT-proBNP (> 450 pg/ml para pacientes abaixo de 50 anos ou NT-proBNP > 900 pg/ml para pacientes acima de 50 anos) e pelo menos um dos sinais e sintomas: dispnéia em repouso, baixo débito cardíaco ou sinais de IC direita. O desfecho primário foi a combinação de óbito e reinternamento por insuficiência cardíaca descompensada em até 60 dias.

Resultados:

Foram estudados 110 indivíduos com média de idade 68 ± 16 anos, 55% do sexo masculino, sendo a transgressão da dieta/uso irregular de medicações a causa mais frequente de descompensação (51%). Fração de ejeção reduzida (< 40%) estava presente em 47% os casos, e a mediana do NT-proBNP era 3947 (IIQ = 2370 a 7000). Na análise multivariada, das 16 variáveis ecocardiográficas estudadas, somente a pressão sistólica de artéria pulmonar permaneceu como preditora independente, no entanto, não incrementou significativamente a estatística-C do escore OPTIMIZE-HF.

Conclusão:

A adição de variáveis ecocardiográficas, que não a fração de ejeção do ventrículo esquerdo, ao escore OPTIMIZE-HF, não melhorou a acurácia prognóstica do mesmo no que diz respeito a eventos cardiovasculares (morte ou re-hospitalização) em até 60 dias. (Arq Bras Cardiol. 2017; [online].ahead print, PP.0-0)

  • Ecocardiografia/ métodos
  • Hipergravidade
  • Indicadores de Morbimortalidade
  • Insuficiência Cardíaca
  • Medicamentos de Referência
  • Prognóstico
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
27/11/2017 DOI: 10.5935/abc.20170173
Figura 1
ABC
Editorial

Agonistas de Proteínas G e Bloqueadores da via NO/cGMP: Duas Fronteiras não Exploradas pelas Indústrias Farmacêuticas

Paulo Roberto B. Evora

Proteínas G: potencial papel terapêutico

A liberação de óxido nítrico (NO) pode ocorrer por diferentes vias envolvendo proteínas G. A proteína Gi é responsável pela mediação dos efeitos inibitórios dos receptores nas vias adenilato ciclase e guanilato ciclase. Um estágio inicial da maioria das respostas mediadas por receptores é a ativação das proteínas G na membrana celular, alvo da modulação de uma variedade de eventos intracelulares. O papel das proteínas G na fisiopatologia do vasoespasmo após isquemia global e reperfusão ainda é questão de investigações. Sua participação foi documentada em um estudo comparativo do relaxamento vascular causado por estímulo com fluoreto de sódio, que produz respostas bifásicas nas artérias coronárias, humanas, bovinas e suínas, relaxamento dependente do endotélio e contração independente do endotélio. A disfunção das proteínas G no endotélio também foi indicada como responsável pela disfunção endotelial em condições de regeneração de células endoteliais após lesão, aterosclerose e vasoespasmo coronariano. A isquemia miocárdica e a reperfusão prejudicam seletivamente a liberação de NO mediada por receptor. No entanto, a capacidade de as células endoteliais produzirem NO ou gerarem relaxamento em resposta a agonistas dependentes de óxido não nítrico permanece intacta.,

Em resumo: 1. As células endoteliais mantêm a capacidade de liberar NO com base na sua capacidade de receber o sinal de transdução através da sua membrana; 2. As proteínas G têm um papel fundamental na transdução do sinal; 3. Este paradigma é estendido a todas as doenças cardiovasculares vasotônicas que coexistem com a disfunção plaquetária. Esses dados seriam altamente relevantes ao sugerir a pesquisa de drogas moduladoras de proteínas – G.

[…]

  • Celulas Endoteliais
  • Medicamentos de Referência
  • Proteinas de Ligação ao GTP
  • Tecnologia Farmacêutica
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
01/10/2017 DOI: 10.5935/abc.20170139 Visualizações 1

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Soares FLJ, Oliveira JMG, Freire GNC, Andrade LC, Noya-Rabelo MM, Correia LCL. Valor Prognóstico Incremental do Ecocardiograma Convencional em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Agudamente Descompensada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2017;109(6):560-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Soares, Fabio Luis de Jesus; Oliveira, Janine Magalhães Garcia de; Freire, Gabriel Neimann da Cunha; Andrade, Lucas Carvalho; Noya-Rabelo, Marcia Maria; Correia, Luis Claudio Lemos. Valor Prognóstico Incremental do Ecocardiograma Convencional em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Agudamente Descompensada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 109, n. 6, p. 560-568, nov. 2017.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Soares, F. L. J., Oliveira, J. M. G. , Freire, G. N. C., Andrade, L. C., Noya-Rabelo, M. M., & Correia, L. C. L. (2017). Valor Prognóstico Incremental do Ecocardiograma Convencional em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Agudamente Descompensada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 109(6), 560-568.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Soares, Fabio Luis de Jesus and Oliveira, Janine Magalhães Garcia de and Freire, Gabriel Neimann da Cunha and Andrade, Lucas Carvalho and Noya-Rabelo, Marcia Maria and Correia, Luis Claudio Lemos. Valor Prognóstico Incremental do Ecocardiograma Convencional em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Agudamente Descompensada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2017, vol. 109, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 560-568. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/valor-prognostico-incremental-do-ecocardiograma-convencional-em-pacientes-com-insuficiencia-cardiaca-agudamente-descompensada/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Evora PRB. Agonistas de Proteínas G e Bloqueadores da via NO/cGMP: Duas Fronteiras não Exploradas pelas Indústrias Farmacêuticas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2017;109(4):275-6.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Evora, Paulo Roberto B.. Agonistas de Proteínas G e Bloqueadores da via NO/cGMP: Duas Fronteiras não Exploradas pelas Indústrias Farmacêuticas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 109, n. 4, p. 275-276, set. 2017.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Evora, P. R. B. (2017). Agonistas de Proteínas G e Bloqueadores da via NO/cGMP: Duas Fronteiras não Exploradas pelas Indústrias Farmacêuticas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 109(4), 275-276.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Evora, Paulo Roberto B.. Agonistas de Proteínas G e Bloqueadores da via NO/cGMP: Duas Fronteiras não Exploradas pelas Indústrias Farmacêuticas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2017, vol. 109, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 275-276. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/agonistas-de-proteinas-g-e-bloqueadores-da-via-no-cgmp-duas-fronteiras-nao-exploradas-pelas-industrias-farmaceuticas/>. ISSN 0066-782X

  • Sobre a Família ABC
  • Regimento Interno
  • Conselho Editorial
  • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)

Edições

Diretrizes da SBC

  • Vídeos
  • Podcasts
  • Notícias