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  2. Palavra-chave: transplante de rim
ABC
Editorial

Reabilitação Baseada em Exercícios para Pacientes Pré e Pós Transplante de Órgãos Sólidos

Rosane Maria Nery

Nas últimas décadas, inúmeros avanços na área do transplante de órgãos sólidos (TOS) culminaram em uma maior sobrevida dos pacientes, repercutindo em um aumento considerável no número de transplantes realizados no mundo., O TOS é uma intervenção que salva vidas em portadores de doença cardíaca, pulmonar, renal ou hepática. Apesar de os receptores obterem uma melhora, tanto na capacidade funcional quanto na qualidade de vida (QV), estas ainda não equivalem aos mesmos níveis dos indivíduos saudáveis.

O longo período de espera, causado pela falta de doadores de órgãos, muitas vezes faz com que os pacientes não estejam preparados para o transplante, não apenas fisicamente, mas também mentalmente. Além dos fatores de risco cardiovasculares clássicos, ainda temos a falta de adesão do paciente aos programas, déficits de conhecimento sobre as regras de conduta após transplante, não aceitação do novo órgão, medo da rejeição, falta de uma rotina de exercícios físicos, estratégias de enfrentamento e questões de saúde ocupacional e direito social.,

[…]

  • Atividade Física
  • Imunologia de Transplantes
  • Transplante de Fígado
  • transplante de rim
  • Transplantes de Orgãos/reabilitação
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05/08/2022 DOI: 10.36660/abc.20220373 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Preditores de Eventos Arrítmicos Detectados por Loop Recorders Implantáveis em Candidatos a Transplante Renal

Rodrigo Tavares Silva et al. Martino Martinelli Filho Giselle de Lima Peixoto José Jayme Galvão de Lima … Sérgio Freitas de Siqueira Roberto Costa Luís Henrique Wolff Gowdak Flávio Jota de Paula Roberto Kalil Filho José Antônio Franchini Ramires

Resumo

Fundamento:

A documentação de eventos arrítmicos (EA) em candidatos a transplante renal (CTR) submetidos à diálise é limitada pelo registro de eletrocardiograma convencional. Um monitoramento contínuo do ritmo cardíaco parece ser o procedimento mais adequado para a detecção automática de arritmia, contudo esse método não foi explorado anteriormente.

Objetivo:

O objetivo deste estudo foi investigar a incidência e os preditores de EA em CTR usando um gravador de eventos implantável, do inglês, “loop recorder implantável” (ILR).

Métodos:

Um estudo prospectivo observacional foi conduzido entre Junho/2009 a Janeiro/2011. Cem CTR ambulatoriais consecutivos foram submetidos ao ILR e acompanhados pelo menos por um ano. Uma regressão logística multivariada foi aplicada para definir os preditores de EA.

Resultados:

Durante o tempo médio de acompanhamento de 424 ± 127 dias, EA foram detectados em 98% dos pacientes, sendo que 92% deles tinham mais de um tipo de arritmia, a maioria não considerada potencialmente séria. Taquicardia atrial sustentada e fibrilação atrial ocorreram respectivamente em 7% e 13% dos pacientes; bradiarritmia em 25% e taquicardia ventricular (TV) não-sustentada ou sustentada em 57%. Ocorreram 18 óbitos, 7 por morte cardíaca súbita, 3 por bradiarritmias, 1 por fibrilação ventricular, 1 por infarto do miocárdio e 2 óbitos devido à causas desconhecidas. A presença de QTc longo (Razão de Probabilidade [RP] = 7,28; intervalo de confiança de 95% [IC] 2,01-26,35; p = 0,002) e duração do intervalo PR (RP = 1,05; IC 95%: 1,02-1,08; p < 0,001) foram associados independentemente a bradiarritmias. A dilatação ventricular esquerda (DVE) foi independentemente associada à TV não-sustentada (RP = 2,83; IC 95%: 1,01-7,96; p = 0,041).

Conclusões:

Em acompanhamento de médio prazo de CTR, o ILR detectou uma alta incidência de EA, a maioria sem relevância clínica. O intervalo PR e a presença de QTc longo foram preditivos de bradiarritmias e DVE de TV não‑sustentada.

  • Arritmias Cardíacas
  • cardioversão elétrica
  • Contração Miocárdica
  • Desfibriladores
  • transplante de rim
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04/09/2015 DOI: 10.5935/abc.20150106 Visualizações 2
Estudo das alterações ecocardiográficas nos primeiros seis meses após o transplante renal
ABC
Artigo Original

Estudo das alterações ecocardiográficas nos primeiros seis meses após o transplante renal

Francival Leite de Souza et al. Karenn Barros Bezerra Andréa Rodrigues Sousa Teresa Cristina Alves Ferreira … Maria Inês Gomes Oliveira Giovanna Parada Martins Fernando Alberto Costa Cardoso Silva Alcione Miranda Santos Natalino Salgado Filho

FUNDAMENTO: Alterações cardíacas são muito frequentes nos indivíduos portadores de doença renal crônica terminal e estão associadas com a morbimortalidade. OBJETIVOS: Avaliar as alterações evolutivas cardíacas após o transplante renal. MÉTODOS: Foram avaliados prospectivamente 40 pacientes com doença renal crônica terminal, imediatamente antes e com um mês, três meses e seis meses após o transplante renal, por meio de estudo ecocardiográfico com Doppler tecidual. Os parâmetros de massa ventricular, função sistólica e diastólica foram analisados. RESULTADOS: A média da idade foi 31,6 anos e 40% eram do sexo feminino. Observamos redução do diâmetro diastólico do VE (52,23 para 49,95 mm, p = 0,021) e do índice de massa do VE (131,48 para 113,039 g/m², p = 0,002) após o transplante renal. A razão E/e’ média reduziu no terceiro e no sexto meses após o transplante renal em relação ao exame basal (8,13 e 7,85 vs 9,79, p < 0,05). A fração de ejeção aumentou a partir do primeiro mês do transplante renal em relação a exame basal (69,72% vs 65,68%, p < 0,05). A prevalência de disfunção diastólica reduziu 43% no período avaliado. A fração de ejeção e a razão E/e' média basais estiveram associadas com redução do índice de massa do VE após o transplante renal. O índice de massa do VE basal, o sexo feminino e a redução do fósforo sérico apresentaram associação com a redução da razão E/e' média após o transplante renal. CONCLUSÃO: O transplante renal promoveu alterações significativas nos parâmetros ecodopplercardiográficos de massa do VE, função sistólica e função diastólica nos pacientes com doença renal crônica terminal.

  • Ecocardiografia Doppler
  • Falência Renal Crônica
  • Nefropatias
  • transplante de rim
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26/04/2012 DOI: 10.1590/S0066-782X2012005000040
Uma estratégia para redução de risco cardiovascular em pacientes transplantados renais
ABC
Artigo Original

Uma estratégia para redução de risco cardiovascular em pacientes transplantados renais

Denise Leite et al. Alexandre Holthausen Campos

FUNDAMENTO: A doença cardiovascular representa a principal causa de morbidade, mortalidade e perda de função do enxerto em receptores de transplante renal (RTR). O tratamento agressivo dos fatores de risco é fortemente recomendado. Entretanto, há um gap entre a terapia baseada em evidência recomendada e o manejo cardiovascular eficaz nesta população. OBJETIVO: Estabelecer uma estratégia de controle de fatores de risco cardiovascular para RTR. MÉTODOS: O risco cardiovascular de 300 RTR de uma Unidade de Transplante Renal foi avaliado através dos critérios de Framingham. Intervenções nos fatores de risco modificáveis foram sugeridas aos médicos assistentes através de cartas anexadas aos prontuários dos pacientes, incluindo modificações no estilo de vida, controle de pressão arterial e uso de tratamento anti-plaquetário e hipolipemiante. Os perfis dos fatores de risco foram re-avaliados depois de 6 e 12 meses. RESULTADOS: A maioria dos pacientes apresentava alto risco cardiovascular (58%). Após 12 meses, a proporção de pacientes recebendo tratamento anti-plaquetário, anti-hipertensivo ou hipolipemiante tinha aumentado de forma significante (29 para 51%, 83 para 92% e 3 para 46%, p < 0,001, respectivamente). Os níveis de colesterol total e triglicérides diminuíram (de 237 para 215 mg/dl, p = 0,001 e 244 para 221 mg/dl, p = 0,03). Embora uma redução não-significante nos níveis de LDL-colesterol tenha sido observada (136 para 116 mg/dl, p = 0,12), os pacientes que iniciaram terapia com estatinas nos primeiros 6 meses do estudo apresentaram uma redução significante de 25% no LDL-colesterol (159 para 119 mg/dl, p < 0,001). A proporção de pacientes com avaliação completa de lipídios no plasma também aumentou (27% para 49%, p < 0,001). CONCLUSÃO: Nossos resultados sugerem que uma estratégia simples e de baixo custo melhora de forma significante o perfil de risco cardiovascular de RTR, potencialmente traduzindo-se em benefícios definidos sobre a função do enxerto a longo prazo e expectativa de vida.

  • Doenças Cardiovasculares
  • Fatores de risco
  • Pacientes
  • transplante de rim
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28/05/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000055
Avaliação dos níveis séricos de homocisteína em transplantados renais com e sem hipercolesterolemia
ABC
Artigo Original

Avaliação dos níveis séricos de homocisteína em transplantados renais com e sem hipercolesterolemia

Fabiana Piovesan et al. Francisco José Veríssimo Veronese Auri Ferreira Santos Roberta Pozza … Péricles Serafim Sarturi Alexandre Tognon Valter Duro Garcia Elizete Keitel David Saitovitch

FUNDAMENTO: A ocorrência de hiper-homocisteinemia parece ser freqüente após o transplante renal. Nenhum estudo até o momento avaliou o papel da homocisteína (Hcy) associada à dislipidemia no Brasil. OBJETIVO: Determinar a prevalência de hiper-homocisteinemia (Hcy sérica >15 mmol/l) em pacientes estáveis submetidos a transplante renal e avaliar o papel dos lipídios séricos e da função do enxerto nos níveis de Hcy sérica. MÉTODOS: Cento e cinco pacientes estáveis submetidos a transplante renal foram avaliados, levando-se em consideração idade, tempo pós-transplante, níveis séricos de colesterol, função do enxerto, proteinúria e uso de ciclosporina (analisados por regressão linear múltipla). A prevalência de hiper-homocisteinemia foi de 74,3%. Os pacientes foram divididos em dois grupos: hipercolesterolêmicos (colesterol total > 200 mg/dl, colesterol LDL > 130 mg/dl) e normocolesterolêmicos. RESULTADOS: Os pacientes hipercolesterolêmicos eram mais velhos, tinham menor tempo pós-transplante, menor depuração de creatinina endógena, maior proteinúria e níveis séricos mais elevados de Hcy. Os pacientes com hiper-homocisteinemia tinham níveis séricos de triglicérides significativamente mais elevados e função do enxerto significativamente pior; além disso, seus níveis de colesterol LDL apresentaram tendência a ser mais elevados. Houve uma correlação positiva entre os níveis séricos de creatinina e de Hcy (r = 0,32; p = 0,01). A análise de regressão linear múltipla revelou que tanto a dislipidemia quanto a função renal afetam de forma independente os valores de Hcy. CONCLUSÃO: Observamos uma alta prevalência de hiper-homocisteinemia em pacientes submetidos a transplante renal, especialmente em hipercolesterolêmicos, sugerindo que uma pior função do enxerto pode influenciar negativamente os níveis séricos de Hcy e colesterol. Estudos futuros deverão investigar se esse perfil metabólico adverso está associado com maior mortalidade cardiovascular no longo prazo.

  • Dislipidemia
  • hiper-homocisteinemia
  • transplante de rim
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25/09/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007001500005

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Nery RM. Reabilitação Baseada em Exercícios para Pacientes Pré e Pós Transplante de Órgãos Sólidos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;119(2):255-6.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Nery, Rosane Maria. Reabilitação Baseada em Exercícios para Pacientes Pré e Pós Transplante de Órgãos Sólidos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 119, n. 2, p. 255-256, ago. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Nery, R. M. (2022). Reabilitação Baseada em Exercícios para Pacientes Pré e Pós Transplante de Órgãos Sólidos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 119(2), 255-256.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Nery, Rosane Maria. Reabilitação Baseada em Exercícios para Pacientes Pré e Pós Transplante de Órgãos Sólidos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 119, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 255-256. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/reabilitacao-baseada-em-exercicios-para-pacientes-pre-e-pos-transplante-de-orgaos-solidos/>. ISSN 0066-782X

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Silva RT, Martinelli Filho M, Peixoto GL, Lima JJG, Siqueira SF, Costa R, Gowdak LHW, et al. Preditores de Eventos Arrítmicos Detectados por Loop Recorders Implantáveis em Candidatos a Transplante Renal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;105(5):493-502.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Silva, Rodrigo Tavares; Martinelli Filho, Martino; Peixoto, Giselle de Lima; Lima, José Jayme Galvão de; Siqueira, Sérgio Freitas de; Costa, Roberto; Gowdak, Luís Henrique Wolff; Paula, Flávio Jota de; Kalil Filho, Roberto; Ramires, José Antônio Franchini. Preditores de Eventos Arrítmicos Detectados por Loop Recorders Implantáveis em Candidatos a Transplante Renal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 105, n. 5, p. 493-502, set. 2015.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Silva, R. T., Martinelli Filho, M., Peixoto, G. L., Lima, J. J. G. , Siqueira, S. F. , Costa, R., Gowdak, L. H. W., Paula, F. J. , Kalil Filho, R., & Ramires, J. A. F. (2015). Preditores de Eventos Arrítmicos Detectados por Loop Recorders Implantáveis em Candidatos a Transplante Renal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 105(5), 493-502.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Silva, Rodrigo Tavares and Martinelli Filho, Martino and Peixoto, Giselle de Lima and Lima, José Jayme Galvão de and Siqueira, Sérgio Freitas de and Costa, Roberto and Gowdak, Luís Henrique Wolff and Paula, Flávio Jota de and Kalil Filho, Roberto and Ramires, José Antônio Franchini. Preditores de Eventos Arrítmicos Detectados por Loop Recorders Implantáveis em Candidatos a Transplante Renal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 105, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 493-502. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/preditores-de-eventos-arritmicos-detectados-por-loop-recorders-implantaveis-em-candidatos-a-transplante-renal/>. ISSN 0066-782X

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Souza FL, Bezerra KB, Sousa AR, Ferreira TCA, Oliveira MIG, Martins GP, Silva FACC, et al. Estudo das alterações ecocardiográficas nos primeiros seis meses após o transplante renal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2012;98(6):505-13.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Souza, Francival Leite de; Bezerra, Karenn Barros; Sousa, Andréa Rodrigues; Ferreira, Teresa Cristina Alves; Oliveira, Maria Inês Gomes; Martins, Giovanna Parada; Silva, Fernando Alberto Costa Cardoso; Santos, Alcione Miranda; Salgado Filho, Natalino. Estudo das alterações ecocardiográficas nos primeiros seis meses após o transplante renal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 98, n. 6, p. 505-513, abr. 2012.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Souza, F. L. , Bezerra, K. B., Sousa, A. R., Ferreira, T. C. A., Oliveira, M. I. G., Martins, G. P., Silva, F. A. C. C., Santos, A. M., & Salgado Filho, N. (2012). Estudo das alterações ecocardiográficas nos primeiros seis meses após o transplante renal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 98(6), 505-513.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Souza, Francival Leite de and Bezerra, Karenn Barros and Sousa, Andréa Rodrigues and Ferreira, Teresa Cristina Alves and Oliveira, Maria Inês Gomes and Martins, Giovanna Parada and Silva, Fernando Alberto Costa Cardoso and Santos, Alcione Miranda and Salgado Filho, Natalino. Estudo das alterações ecocardiográficas nos primeiros seis meses após o transplante renal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2012, vol. 98, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 505-513. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/estudo-das-alteracoes-ecocardiograficas-nos-primeiros-seis-meses-apos-o-transplante-renal/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Leite D, Campos AH. Uma estratégia para redução de risco cardiovascular em pacientes transplantados renais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;94(6):738-46.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Leite, Denise; Campos, Alexandre Holthausen. Uma estratégia para redução de risco cardiovascular em pacientes transplantados renais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 94, n. 6, p. 738-746, maio. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Leite, D., & Campos, A. H. (2010). Uma estratégia para redução de risco cardiovascular em pacientes transplantados renais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 94(6), 738-746.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Leite, Denise and Campos, Alexandre Holthausen. Uma estratégia para redução de risco cardiovascular em pacientes transplantados renais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 94, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 738-746. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/uma-estrategia-para-reducao-de-risco-cardiovascular-em-pacientes-transplantados-renais/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Piovesan F, Veronese FJV, Santos AF, Pozza R, Sarturi PS, Tognon A, Garcia VD, et al. Avaliação dos níveis séricos de homocisteína em transplantados renais com e sem hipercolesterolemia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;89(3):170-5.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Piovesan, Fabiana; Veronese, Francisco José Veríssimo; Santos, Auri Ferreira; Pozza, Roberta; Sarturi, Péricles Serafim; Tognon, Alexandre; Garcia, Valter Duro; Keitel, Elizete; Saitovitch, David. Avaliação dos níveis séricos de homocisteína em transplantados renais com e sem hipercolesterolemia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 89, n. 3, p. 170-175, set. 2007.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Piovesan, F., Veronese, F. J. V., Santos, A. F., Pozza, R., Sarturi, P. S., Tognon, A., Garcia, V. D., Keitel, E., & Saitovitch, D. (2007). Avaliação dos níveis séricos de homocisteína em transplantados renais com e sem hipercolesterolemia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 89(3), 170-175.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Piovesan, Fabiana and Veronese, Francisco José Veríssimo and Santos, Auri Ferreira and Pozza, Roberta and Sarturi, Péricles Serafim and Tognon, Alexandre and Garcia, Valter Duro and Keitel, Elizete and Saitovitch, David. Avaliação dos níveis séricos de homocisteína em transplantados renais com e sem hipercolesterolemia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 89, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 170-175. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/avaliacao-dos-niveis-sericos-de-homocisteina-em-transplantados-renais-com-e-sem-hipercolesterolemia/>. ISSN 0066-782X

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