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ABC
Editorial

Novo Método Melhora Avaliação da Disfunção Ventricular Esquerda Subclínica no Diabetes Mellitus Tipo 2

Lutfu Askin et al. Okan Tanrıverdi Hakan Tibilli Serdar Turkmen

Tei et al. foram os primeiros a descrever o índice de desempenho miocárdico (IPM), que mostra as funções sistólica e diastólica do ventrículo esquerdo (VE). Enquanto marcador prognóstico, o IPM tem se mostrado um preditor independente de mortalidade e morbidade em várias doenças, como infarto do miocárdio, hipertensão, diabetes e insuficiência cardíaca., skin et al. descreveram que as funções diastólica e sistólica do VE foram afetadas negativamente em pacientes pré-diabéticos. Além disso, o índice também pode ser usado para avaliar parâmetros anormais de função cardíaca em pacientes pré-diabéticos. A característica mais proeminente do nosso método é que ele pode ser obtido dentro de um curto período com equipamentos facilmente disponíveis. É importante identificar a disfunção diastólica ventricular esquerda subclínica (DDVE) para a prevenção clínica antes que seja significativa. Assim, o IPM é usado para identificar DVE subclínica no diabetes mellitus tipo 2 (DM2).

A medida da onda pressistólica (OPS) é obtida por meio de exame doppler da via de saída do VE (VSVE)., Kul et al. descobriram que a OPS está associada à DVE subclínica em pacientes com DM2. Ou seja, as OPS são um parâmetro ecocardiográfico facilmente mensurável, obtido na diástole tardia, que pode predizer DVE subclínica em pacientes com DM2. Possíveis causas da formação das OPS são a complacência prejudicada e aumento da rigidez do VE, que também são as principais causas de OPS em pacientes diabéticos, entre outros. Logo, a relação entre OPS e DDVE foi comprovada.

[…]

  • Antioxidantes/farmacologia
  • Apoptose/efeitos dos fármacos
  • Diabetes mellitus
  • Diástole
  • Espécies Reativas de Oxigênio
  • Insuficiência Cardíaca
  • Miocárdio
  • Sístole
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02/09/2019 DOI: 10.5935/abc.20190164 Visualizações 2
Métodos não-lineares para avaliar mudanças na variabilidade da frequência cardíaca em pacientes com diabetes tipo 2
ABC
Artigo Original

Métodos não-lineares para avaliar mudanças na variabilidade da frequência cardíaca em pacientes com diabetes tipo 2

Bhaskar Roy et al. Sobhendu Ghatak

FUNDAMENTO: A variabilidade da frequência cardíaca (VFC) é um importante indicador da modulação autonômica da função cardiovascular. A diabetes pode alterar a modulação autonômica danificando as entradas aferentes, dessa forma aumentando o risco de doenças cardiovasculares. Foram aplicados métodos analíticos não lineares para identificar os parâmetros associados com VFC indicativos de alterações na modulação autonômica da função cardíaca em pacientes diabéticos. OBJETIVO: Analisamos as diferenças nos padrões da VFC entre pacientes diabéticos e controles saudáveis pareados por idade, utilizando métodos não-lineares. MÉTODOS: Plot de Poincaré Lagged, autocorrelação e análise de flutuação destendenciada foram aplicados para analisar a VFC em registros de eletrocardiograma (ECG). RESULTADOS: A análise do gráfico de Poincaré lagged revelou alterações significativas em alguns parâmetros, sugestivas de diminuição da modulação parassimpática. O expoente de flutuação destendencionada derivado de um ajuste em longo prazo foi maior que o expoente em curto prazo na população diabética, o que também foi consistente com a diminuição do input parassimpático. A função de autocorrelação do desvio dos intervalos inter-batimento exibiu um padrão altamente correlacionado no grupo de diabéticos em comparação com o grupo controle. CONCLUSÃO: O padrão de VFC difere significativamente entre pacientes diabéticos e indivíduos saudáveis. Os três métodos estatísticos utilizados no estudo podem ser úteis para detectar o início e a extensão da neuropatia autonômica em pacientes diabéticos.

  • Diabetes Mellitus Tipo 1
  • Estatística como Assunto
  • Frequência Cardíaca
  • Medidas, Métodos e Teorias
  • Sístole
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06/09/2013 DOI: 10.5935/abc.20130181 Visualizações 2
Insuficiência cardíaca com fração de ejeção normal: novos critérios diagnósticos e avanços fisiopatológicos
ABC
Revisão

Insuficiência cardíaca com fração de ejeção normal: novos critérios diagnósticos e avanços fisiopatológicos

Evandro Tinoco Mesquita et al. Antonio José Lagoeiro Jorge

A insuficiência cardíaca (IC) é uma complexa síndrome cardiovascular com elevada prevalência, sendo que seu quadro clínico frequentemente é associado à dilatação do ventrículo, à diminuição da contratilidade e à reduzida fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FE). Porém, nas últimas duas décadas, estudos têm mostrado que muitos pacientes com sintomas e sinais de IC apresentam FE normal (maior que 50%). A grande dificuldade dos médicos estaria na identificação desses pacientes que apresentam insuficiência cardíaca com fração de ejeção normal (ICFEN). Esta dificuldade parece estar relacionada principalmente a alta complexidade da síndrome e a falta de um método padrão para confirmar ou excluir o diagnóstico, que pudesse ser utilizado rotineiramente na prática clínica. Diferentemente da insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (ICFER), em que um único parâmetro – a FE menor que 50% – confirma o diagnóstico da síndrome, na ICFEN diferentes índices diastólicos têm sido empregados para caracterizar a presença ou não da disfunção diastólica (DD). Esta revisão tem o propósito de mostrar novos conceitos relacionados à função diastólica que irão auxiliar no entendimento da fisiopatologia cardiovascular presente na ICFEN. O presente trabalho tem também o objetivo de discutir a nova diretriz da Sociedade Européia de Cardiologia para o diagnóstico e exclusão da ICFEN, baseada nos índices de função cardíaca obtidos pelo ecocardiograma com Doppler tecidual (EDT) e na dosagem do peptídeo natriurético.

  • Diástole
  • ecodoppler tecidual
  • Fração de Ejeção
  • Insuficiência Cardíaca
  • Sístole
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13/10/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2009000800018
Índice de dissincronia ventricular: comparação com a fração de ejeção bidimensional e tridimensional
ABC
Artigo Original

Índice de dissincronia ventricular: comparação com a fração de ejeção bidimensional e tridimensional

Marcelo L. C. Vieira et al. Alexandre F. Cury Naccarato Gustavo Wercules A. Oliveira … Cláudia G. Monaco Adriana Cordovil Ana C. T. Rodrigues Edgar B. Lira Filho Cláudio H. Fischer Samira S. Morhy

FUNDAMENTO: O acoplamento eletromecânico (sincronia) do ventrículo esquerdo (VE) tem importância na análise da performance sistólica, especialmente para a indicação da terapia de ressincronização cardíaca em pacientes com ICC avançada. OBJETIVO: Comparar a sincronia do VE analisada com ecocardiograma (eco) tridimensional (3D) em tempo real com medidas de FEVE obtidas com ECO 2D e 3D. MÉTODOS: Estudo prospectivo de 92 indivíduos (56 homens, 47±10 anos), 60 com anatomia cardíaca (eco) e ECG normais (Grupo N), 32 com cardiomiopatia dilatada (Grupo CMD). Com o emprego do ECO 3D foram aferidos FEVE, volumes e índice de dissincronia (ID)% para 16 segmentos do VE; com o ECO 2D foram medidos FEVE (método de Simpson) e volumes sistólico e diastólico do VE. Análise estatística: coeficiente de correlação (Pearson), 95% IC, teste de regressão linear, teste de Bland & Altman, p<0,05. RESULTADOS: O ID% variou de 0,2900 a 28,1000 (5,2014±6,3281), a FEVE 3D variou de 0,17 a 0,81 (0,52±0,17); a FEVE 2D variou de 0,3 a 0,69 (0,49±0,11). A correlação entre ID e FEVE 3D foi (r): -0,7432, p<0,0001, IC: -0,8227 a -0,6350, a relação linear entre ID (x) e FEVE 3D (y) foi y = 19,8124 + (-27,9578) x , p<0,0001. A correlação entre ID e FEVE 2D foi (r): -0,7012, p<0,0001, IC: -0,7923 a -0,5797. CONCLUSÃO: Nesta casuística foi observada boa correlação negativa entre o acoplamento sistólico tridimensional eletromecânico do VE e a FEVE medida ao ecocardiograma (3D e 2D).

  • ecocardiografia
  • Função Ventricular Esquerda
  • Sístole
  • Volume sistólico
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01/10/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2008001500004 Visualizações 1

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Askin L, Tanrıverdi O, Tibilli H, Turkmen S. Novo Método Melhora Avaliação da Disfunção Ventricular Esquerda Subclínica no Diabetes Mellitus Tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;113(2):216-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Askin, Lutfu; Tanrıverdi, Okan; Tibilli, Hakan; Turkmen, Serdar. Novo Método Melhora Avaliação da Disfunção Ventricular Esquerda Subclínica no Diabetes Mellitus Tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 113, n. 2, p. 216-217, set. 2019.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Askin, L., Tanrıverdi, O., Tibilli, H., & Turkmen, S. (2019). Novo Método Melhora Avaliação da Disfunção Ventricular Esquerda Subclínica no Diabetes Mellitus Tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 113(2), 216-217.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Askin, Lutfu and Tanrıverdi, Okan and Tibilli, Hakan and Turkmen, Serdar. Novo Método Melhora Avaliação da Disfunção Ventricular Esquerda Subclínica no Diabetes Mellitus Tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 113, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 216-217. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/novo-metodo-melhora-avaliacao-da-disfuncao-ventricular-esquerda-subclinica-no-diabetes-mellitus-tipo-2/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Roy B, Ghatak S. Métodos não-lineares para avaliar mudanças na variabilidade da frequência cardíaca em pacientes com diabetes tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2013;101(4):317-2.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Roy, Bhaskar; Ghatak, Sobhendu. Métodos não-lineares para avaliar mudanças na variabilidade da frequência cardíaca em pacientes com diabetes tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 101, n. 4, p. 317-327, set. 2013.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Roy, B., & Ghatak, S. (2013). Métodos não-lineares para avaliar mudanças na variabilidade da frequência cardíaca em pacientes com diabetes tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 101(4), 317-327.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Roy, Bhaskar and Ghatak, Sobhendu. Métodos não-lineares para avaliar mudanças na variabilidade da frequência cardíaca em pacientes com diabetes tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2013, vol. 101, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 317-327. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/metodos-nao-lineares-para-avaliar-mudancas-na-variabilidade-da-frequencia-cardiaca-em-pacientes-com-diabetes-tipo-2/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Mesquita ET, Jorge AJL. Insuficiência cardíaca com fração de ejeção normal: novos critérios diagnósticos e avanços fisiopatológicos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2009;93(2):180-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Mesquita, Evandro Tinoco; Jorge, Antonio José Lagoeiro. Insuficiência cardíaca com fração de ejeção normal: novos critérios diagnósticos e avanços fisiopatológicos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 93, n. 2, p. 180-187, out. 2009.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Mesquita, E. T., & Jorge, A. J. L. (2009). Insuficiência cardíaca com fração de ejeção normal: novos critérios diagnósticos e avanços fisiopatológicos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 93(2), 180-187.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Mesquita, Evandro Tinoco and Jorge, Antonio José Lagoeiro. Insuficiência cardíaca com fração de ejeção normal: novos critérios diagnósticos e avanços fisiopatológicos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2009, vol. 93, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 180-187. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/insuficiencia-cardiaca-com-fracao-de-ejecao-normal-novos-criterios-diagnosticos-e-avancos-fisiopatologicos/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Vieira MLC, Cury AF, Gustavo N, Oliveira WA, Monaco CG, Cordovil A, Rodrigues ACT, et al. Índice de dissincronia ventricular: comparação com a fração de ejeção bidimensional e tridimensional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2008;91(3):156-62.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Vieira, Marcelo L. C.; Cury, Alexandre F.; Gustavo, Naccarato; Oliveira, Wercules A.; Monaco, Cláudia G.; Cordovil, Adriana; Rodrigues, Ana C. T.; Lira Filho, Edgar B.; Fischer, Cláudio H.; Morhy, Samira S.. Índice de dissincronia ventricular: comparação com a fração de ejeção bidimensional e tridimensional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 91, n. 3, p. 156-162, set. 2008.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Vieira, M. L. C., Cury, A. F., Gustavo, N., Oliveira, W. A., Monaco, C. G., Cordovil, A., Rodrigues, A. C. T., Lira Filho, E. B., Fischer, C. H., & Morhy, S. S. (2008). Índice de dissincronia ventricular: comparação com a fração de ejeção bidimensional e tridimensional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 91(3), 156-162.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Vieira, Marcelo L. C. and Cury, Alexandre F. and Gustavo, Naccarato and Oliveira, Wercules A. and Monaco, Cláudia G. and Cordovil, Adriana and Rodrigues, Ana C. T. and Lira Filho, Edgar B. and Fischer, Cláudio H. and Morhy, Samira S.. Índice de dissincronia ventricular: comparação com a fração de ejeção bidimensional e tridimensional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 91, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 156-162. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/indice-de-dissincronia-ventricular-comparacao-com-a-fracao-de-ejecao-bidimensional-e-tridimensional/>. ISSN 0066-782X

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