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  2. Palavra-chave: Norepinefrina
Figura 1
ABC
Artigo Original

Relação entre Norepinefrina Urinária, Fibrose e Arritmias na Cardiopatia Chagásica Crônica com Fração de Ejeção Preservada ou Minimamente Reduzida

Eduardo Marinho Tassi et al. Emília Matos do Nascimento Marcelo Abramoff Continentino Basilio de Bragança Pereira Roberto Coury Pedrosa

Resumo

Fundamento:

Na cardiomiopatia chagásica crônica (CCC), impõem-se estudos com a proposta de identificar fatores de risco arritmogênicos em pacientes nos quais a disfunção ventricular de moderada a grave não está presente.

Objetivos:

Verificar a dependência entre arritmias ventriculares frequentes (ARV), fração de ejeção de ventrículo esquerdo (FEVE), extensão da fibrose pela ressonância magnética cardíaca (RMC) e dosagem de norepinefrina urinária (NOREPI) na CCC com FEVE preservada ou minimamente comprometida.

Métodos:

Foi analisada no Holter a presença de extrassístoles ventriculares >30/hora. Na RMC, avaliou-se a FEVE e a quantificação de massa fibrosada. Foi realizada a dosagem de NOREPI pelo método de Muskiet. A matriz de correlação foi calculada para aferir a capacidade de as variáveis preverem outra sendo considerado significante p<0,05.

Resultados:

Foram incluídos no estudo 59 pacientes, com idade média de 57,9±10,94 anos. Arritmia ventricular frequente (ARV) foi detectada em 28 pacientes. A variável fibrose mostrou-se inversamente proporcional à fração de ejeção de ventrículo esquerdo (FEVE) (R de −0,61) e à norepinefrina urinária (NOREPI) (R de −0,68), assim como a variável ARV mostrou-se inversamente proporcional à FEVE (R de −0,33) e à NOREPI (R de −0,27). Já a FEVE mostrou-se diretamente proporcional à NOREPI (R de 0,83).

Conclusão:

Nesta amostra, em pacientes com CCC com FEVE preservada ou discretamente reduzida, observa-se a integridade do sistema nervoso autonômico em corações com pouca fibrose e FEVE mais elevada, apesar da presença de tradicionais fatores de risco para morte súbita cardíaca. Há dependência entre os níveis de NOREPI, FEVE e fibrose miocárdica, mas não com ARV.

  • Arritmias Cardíacas
  • Cardiomiopatia Chagásica
  • Denervação Autonômica
  • Fibrose miocárdica
  • Norepinefrina
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11/07/2022 DOI: 10.36660/abc.20210400
Figura 1
ABC
Original Article

Efeitos do Exercício Acumulado e Contínuo sobre a Função Endotelial em Aorta de Ratos

Juliana Edwiges Martinez et al. Elane de Fátima Taipeiro Agnaldo Bruno Chies

Resumo

Fundamento:

A prática de exercícios em sessões curtas que se repetem ao longo do dia pode ser uma alternativa para tirar as pessoas da inatividade física.

Objetivo:

Verificar se o exercício acumulado, tal como ocorre com o treinamento com exercício contínuo, melhora a função endotelial na aorta de ratos.

Métodos:

Ratos Wistar machos foram divididos em 3 grupos: treinamento com exercício contínuo (ExC; 1 hora em esteira) ou com exercício acumulado (ExA; 4 sessões de 15 minutos ao longo do dia) por 5 dias/semana, durante 8 semanas, ou grupo sedentário (SED). Durante o treinamento, foram registrados o ganho de peso corporal e desempenho na esteira. No dia do sacrifício, anéis (3-5 mm) da aorta foram obtidos e montados em banho de órgãos.

Resultados:

Animais ExC e ExA mostraram aptidão física significativamente maior em comparação com os SED. Paralelamente, em comparação com SED, animais ExC tiveram menor ganho de massa corporal, e aortas retiradas desses animais mostraram respostas contrácteis à noradrenalina reduzidas e maior relaxamento induzido pela acetilcolina. Esses resultados não foram observados no grupo ExA.

Conclusões:

Tanto o ExC quanto o ExA melhoraram a aptidão física, mas somente o ExC foi capaz de reduzir o ganho de peso corporal dos animais e melhorar a função endotelial.

  • Acetilcolina
  • Aptidão Física
  • Endotélio
  • Exercício
  • Norepinefrina
  • Perda de Peso
  • Ratos
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01/04/2017 DOI: 10.5935/abc.20170036
Figura 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Resposta Vascular de Tetra-Aminas de Rutênio em Anéis de Aorta de Ratos Normotensos

Ana Gabriela Conceição-Vertamatti et al. Luiz Alberto Ferreira Ramos Ivy Calandreli Aline Nunes Chiba … Douglas Wagner Franco Elia Tfouni Dora Maria Grassi-Kassisse

Fundamento:

As tetra-aminas de rutênio cada vez mais se destacam como carreadoras da molécula de óxido nítrico. Desse modo, estudos farmacológicos tornam-se altamente relevantes, afim de melhor compreender o mecanismo de ação envolvido.

Objetivo:

Avaliar a resposta vascular das tetra-aminas trans-[RuII(NH3)4(Py)(NO)]3+, trans-[RuII(Cl)(NO)(Cyclan)](PF6)2 e trans-[RuII(NH3)4(4-acPy)(NO)]3+.

Métodos:

Anéis de aorta foram pré-contraídos com noradrenalina (10-6M). Após estabilização da tensão, concentração única (10-6M) dos compostos foi adicionada ao banho de incubação. As respostas foram registradas ao longo de 120 minutos. A integridade vascular foi avaliada funcionalmente (acetilcolina 10-6M; nitroprussiato de sódio 10-6M) e histologicamente

Resultados:

A análise histológica confirmou a presença ou não de células endoteliais nos tecidos analisados. Todos os complexos alteraram a resposta contrátil induzida pela noradrenalina, resultando em aumento de tônus seguido de efeito relaxante. Em anéis com endotélio, a inibição do óxido nítrico endotelial causou redução do efeito contrátil da piridina óxido nítrico. Não foram observadas respostas significativas em anéis com endotélio referente ao composto cyclan óxido nítrico. Por outro lado, em anéis sem endotélio, a inibição da guanilato ciclase reduziu significativamente a resposta contrátil dos complexos piridina óxido nítrico e cyclan óxido nítrico, levando ambos os compostos a um efeito relaxante.

Conclusão:

Os resultados obtidos demonstram que o efeito vascular dos complexos avaliados apresentaram diminuição no tônus vascular induzido pela noradrenalina (10-6M) ao final do tempo de incubação, em anéis com e sem endotélio, indicando liberação lenta da molécula de óxido nítrico do composto estudado e sugerindo que os ligantes causaram estabilidade química à molécula. Demonstramos que a ligação rutênio óxido nítrico é mais estável quando utilizamos os ligantes piridina e cyclan para a formulação do composto.

  • Aorta
  • Cyclan
  • Norepinefrina
  • Óxido Nítrico
  • Piridina
  • Ratos
  • Rutênio
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09/12/2014 DOI: 10.5935/abc.20140189
Figura 1
ABC
Artigo Original

Estresse Isolado ou Associado ao Etanol Libera Prostanóides em Aorta de Ratos via α2-Adrenoceptores

Rafaela de Fátima Ferreira Baptista et al. Elane de Fátima Taipeiro Regina Helena Costa Queiroz Agnaldo Bruno Chies Sandra Cordellini

Fundamento:

Estresse e etanol são ambos, independentemente, importantes fatores de risco cardiovascular.

Objetivo:

avaliar o risco cardiovascular do consumo de etanol e exposição ao estresse, isolados e em associação, em ratos machos adultos.

Métodos:

Os ratos foram separados em quatro grupos: controle, etanol (20% na água de beber durante seis semanas), estresse (imobilização 1h dia/5 dias por semana/ 6 semanas) e estresse/etanol. As curvas de concentração-resposta à noradrenalina – na ausência e na presença de ioimbina, L-NAME ou indometacina – ou fenilefrina foram determinadas em aortas torácicas com e sem endotélio. EC50 e resposta máxima (n = 8-12) foram comparadas através de ANOVA de dois fatores (two-way) / método de Bonferroni.

Resultados:

Estresse ou estresse em associação com o consumo de etanol aumentaram as respostas máximas de noradrenalina em aortas intactas. Essa hiper-reatividade foi eliminada pela remoção do endotélio, ou pela presença da indometacina ou ioimbina, mas não foi alterada pela presença de L-NAME. Enquanto isso, o consumo de etanol não alterou a reatividade à noradrenalina. As respostas da fenilefrina em aortas com e sem endotélio também permaneceram inalteradas independentemente do protocolo.

Conclusão:

O estresse crônico aumentou as respostas aórticas dos ratos à noradrenalina. Esse efeito é dependente do endotélio vascular e envolve a liberação de prostanóides vasoconstritores através da estimulação de α-2 adrenoceptores endoteliais. Além disso, o consumo crônico de etanol pareceu não influenciar as respostas de noradrenalina em aorta de rato, nem modificar o aumento de tais respostas observadas em consequência da exposição ao estresse.

  • Agonistas de receptores adrenérgicos alfa 2
  • Consumo de Bebidas Alcoolicas
  • estresse
  • Norepinefrina
  • Ratos
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10/02/2014 DOI: 10.5935/abc.20140015
Ativação adrenérgica intramiocárdica na cardiomiopatia chagásica e doença arterial coronariana
ABC
Artigo Original

Ativação adrenérgica intramiocárdica na cardiomiopatia chagásica e doença arterial coronariana

Luciano Nastari et al. Felix Jose Alvarez Ramires Vera Maria Cury Salemi Barbara Maria Ianni … Fábio Fernandes Célia Maria Strunz Edmundo Arteaga Charles Mady

FUNDAMENTO: A norepinefrina miocárdica está alterada na disfunção ventricular esquerda. Em pacientes com cardiomiopatia chagásica (CC), essa questão ainda não foi discutida. OBJETIVO: Determinar o nível de norepinefrina (NE) miocárdica em pacientes com CC e compará-la em pacientes com doença arterial coronariana (DAC) e relacionar NE miocárdica com a fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE). MÉTODOS: Estudamos 39 pacientes com CC, divididos em grupo 1: 21 indivíduos com FEVE normal e grupo 2: 18 com FEVE diminuída. Dezessete pacientes com DAC foram divididos em grupo 3: 12 indivíduos com FEVE normal e grupo 4: 5 indivíduos com FEVE diminuída. Ecocardiografia bidimensional foi usada para medir a FEVE. A NE miocárdica foi determinada através de Cromatografia Líquida de Alta Eficiência (HPLC). RESULTADOS: A NE miocárdica na CC com e sem disfunção ventricular foi 1,3±1,3 e 6,1±4,2 pg/μg de proteína não-colagenosa, respectivamente (p<0,0001); na DAC com e sem disfunção ventricular, foi 3,3±3,0 e 9,8±4,2 pg/μg de proteína não-colagenosa, respectivamente (p<0,0001). Uma correlação positive foi observada entre a FEVE e a concentração de NE miocárdica em pacientes com CC (p<0,01; r = 0,57) e também naqueles com DAC (p<0,01; r=0,69). Uma diferença significante foi demonstrada entre as concentrações de NE em pacientes com FEVE normal (grupos 1 e 3; p = 0,0182), mas nenhuma diferença foi observada em pacientes com FEVE diminuída (grupos 2 e 4; p = 0,1467). CONCLUSÃO: Pacientes com CC e fração de ejeção global normal apresentam uma denervação cardíaca precoce, quando comparados à pacientes com doença arterial coronariana.

  • Cardiomiopatia Chagásica
  • Disfunção Ventricular Esquerda
  • Doença da Artéria Coronariana
  • Insuficiência Cardíaca
  • Norepinefrina
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22/12/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000163
Terapia de resgate com amiodarona em crianças com grave disfunção ventricular esquerda causada por veneno de escorpião
ABC
Artigo Original

Terapia de resgate com amiodarona em crianças com grave disfunção ventricular esquerda causada por veneno de escorpião

Justo J. Santiago et al. Carmen A. Mazzei de Dávila Diego F. Davila Jose H. Donis Vanesa Villaroel

FUNDAMENTO: As crianças picadas por escorpião, pressintam ativação maciça do sistema nervoso simpática com vários graus de disfunção sistólica ventricular esquerda. OBJETIVO: Testar um protocolo de resgate em crianças com grave disfunção ventricular esquerda causada por picada de escorpião. Métodos: Quatro crianças após serem picadas por escorpião foram submetidas a: Encubação endotraqueal e suporte respiratório, eletrocardiograma, radiografia de tórax, ecocardiograma e determinação sérica da norepinefrina e troponina I. As análises foram repetidas após 12, 24 e 48 horas. As seguintes medicações intravenosas foram administradas: dobutamina 4-6 μg/kg/min; amiodarona 3 mg/kg durante duas horas, com dose de manutenção de 5 mg/kg/dia; e furosemida 0,5 mg/kg. Amiodarona, dobutamina e furosemida foram administradas durante as primeiras 48 horas. Bloqueadores beta-adrenérgicos e inibidores da enzima conversora da angiotensina foram administrados até 48 após a internação, uma vez que o estado clínico havia melhorado e a fração de ejeção ventricular esquerda encontrava-se acima de 0,35%. RESULTADOS: Na admissão, a dosagem da norepinefrina foi 1.727,50± 794,96 pg/ml, a de troponina I 24,53 ± 14,09 ng/ml e a fração de ejeção do ventrículo esquerdo foi 0,20 ± 0,056. Após 12 horas, os níveis séricos de norepinefrina e de troponina I diminuíram para a metade dos valores iniciais e a fração de ejeção aumentou para 0,32 ± 0,059. Durante as 24 e 48 horas subseqüentes, a fração de ejeção elevou-se para 0,46 ± 0,045 (p<0,01) e a norepinefrina e de troponina I diminuíram para 526,75 ± 273,73 (p< 0,02) e 2,20 ± 2,36 (p<0,02) respectivamente. CONCLUSÃO: É bem provável que a amiodarona, ao agir como neuromodulador, seja responsável pela redução rápida e progressiva dos níveis séricos de norepinefrina.

  • Amiodarona
  • betaagonistas
  • Norepinefrina
  • Venenos de escorpião
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22/09/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010000100005
Quimiossensibilidade durante exercício na insuficiência cardíaca: respostas ventilatórias, cronotrópicas e neurohormonais
ABC
Artigo Original

Quimiossensibilidade durante exercício na insuficiência cardíaca: respostas ventilatórias, cronotrópicas e neurohormonais

Lídia Zytynski Moura et al. Guilherme Veiga Guimarães Philippe Vieira Pires Fátima Cruz … Gabriela Stopa Edimar Alcides Bocchi

FUNDAMENTO: Insuficiência cardíaca (IC) está associada com aumento da quimio-sensibilidade periférica e central em repouso, que pode estar correlacionada com um aumento na resposta ventilatória durante exercício. Entretanto, SUS sensibilidade na IC durante o exercício ainda não foi reportada. OBJETIVO: Testar se o estímulo dos quimiorreceptores centrais e periféricos em pacientes com IC pode modular respostas ventilatórias, cronotrópicas e neurohormonais durante exercício submáximo. MÉTODOS: Investigamos a quimio-sensibilidade central e periférica em 15 pacientes com insuficiência cardíaca (IC) e 7 controles normais (C), comparando a resposta durante 3 testes de caminhada de 6 minutos (TC6M), realizado em esteira ergométrica com: ar ambiente, em hipóxia e em hipercapnia (em ordem randômica). RESULTADOS: FR em ar ambiente nos grupos C e IC foi 17±2 e 22±2 (p<,0001); em hipóxia, foi 17±1 e 23±2 (p<,02); com CO25% foi 20±2 e 22±5 (p<,02). Volume tidal (VT) ou corrente em ar ambiente foi 1,25±0,17 e 1,08±0,19 (p<,01); em hipóxia 1,65±0,34 e 1,2±0,2(p<,0001); com CO25% 1,55±0,46 e 1,29±0,39 (p<,0001). Em repouso, o aumento na IC foi maior para VE (C 33±40%, IC 62±94%, p<,01), FC(C 7±10%, IC 10±10%, p<0,05) em repouso. Durante a hipóxia, o aumento durante o exercício na IC foi maior para FR (C 1±4, IC 11±6,p<,05), FC (C 12±2, IC 14±3, p<,05), VE/VO2 (C -4±18%, IC 24±21%, p<,01), FC/VO2 (C -26±11%, IC 11±5%, p<,01), VE/DC (C 36±10%, 46±14, p<,05% ) and FC/DC (C 18±8%, HF 29±11, p<,01). Durante exercício em hipóxia no grupo IC, o NO diminuiu e os níveis de IL-6 e aldosterona aumentaram. Os níveis neurohormonais permaneceram inalterados no grupo C. CONCLUSÃO: A quimio-sensibilidade central e a periférica durante o exercício estão aumentadas na IC e podem modular padrões respiratórios, cronotrópicos cardíacos e atividade neurohormonal durante exercício.

  • Cardiomiopatias
  • Exercício
  • Insuficiência Cardíaca
  • Norepinefrina
  • Óxido Nítrico
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13/08/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000110

Como citar este artigo

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Tassi EM, Nascimento EM, Continentino MA, Pereira BB, Pedrosa RC. Relação entre Norepinefrina Urinária, Fibrose e Arritmias na Cardiopatia Chagásica Crônica com Fração de Ejeção Preservada ou Minimamente Reduzida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;119(1):3-11.

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Tassi, Eduardo Marinho; Nascimento, Emília Matos do; Continentino, Marcelo Abramoff; Pereira, Basilio de Bragança; Pedrosa, Roberto Coury. Relação entre Norepinefrina Urinária, Fibrose e Arritmias na Cardiopatia Chagásica Crônica com Fração de Ejeção Preservada ou Minimamente Reduzida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 119, n. 1, p. 3-11, jul. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Tassi, E. M., Nascimento, E. M. , Continentino, M. A., Pereira, B. B., & Pedrosa, R. C. (2022). Relação entre Norepinefrina Urinária, Fibrose e Arritmias na Cardiopatia Chagásica Crônica com Fração de Ejeção Preservada ou Minimamente Reduzida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 119(1), 3-11.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Tassi, Eduardo Marinho and Nascimento, Emília Matos do and Continentino, Marcelo Abramoff and Pereira, Basilio de Bragança and Pedrosa, Roberto Coury. Relação entre Norepinefrina Urinária, Fibrose e Arritmias na Cardiopatia Chagásica Crônica com Fração de Ejeção Preservada ou Minimamente Reduzida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 119, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 3-11. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/relacao-entre-norepinefrina-urinaria-fibrose-e-arritmias-na-cardiopatia-chagasica-cronica-com-fracao-de-ejecao-preservada-ou-minimamente-reduzida/>. ISSN 0066-782X

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Martinez JE, Taipeiro EF, Chies AB. Efeitos do Exercício Acumulado e Contínuo sobre a Função Endotelial em Aorta de Ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2017;108(4):315-22.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Martinez, Juliana Edwiges; Taipeiro, Elane de Fátima; Chies, Agnaldo Bruno. Efeitos do Exercício Acumulado e Contínuo sobre a Função Endotelial em Aorta de Ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 108, n. 4, p. 315-322, mar. 2017.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Martinez, J. E., Taipeiro, E. F., & Chies, A. B. (2017). Efeitos do Exercício Acumulado e Contínuo sobre a Função Endotelial em Aorta de Ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 108(4), 315-322.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Martinez, Juliana Edwiges and Taipeiro, Elane de Fátima and Chies, Agnaldo Bruno. Efeitos do Exercício Acumulado e Contínuo sobre a Função Endotelial em Aorta de Ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2017, vol. 108, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 315-322. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/efeitos-do-exercicio-acumulado-e-continuo-sobre-a-funcao-endotelial-em-aorta-de-ratos/>. ISSN 0066-782X

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Conceição-Vertamatti AG, Ramos LAF, Calandreli I, Chiba AN, Franco DW, Tfouni E, Grassi-Kassisse DM, et al. Resposta Vascular de Tetra-Aminas de Rutênio em Anéis de Aorta de Ratos Normotensos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2014;104(3):185-94.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Conceição-Vertamatti, Ana Gabriela; Ramos, Luiz Alberto Ferreira; Calandreli, Ivy; Chiba, Aline Nunes; Franco, Douglas Wagner; Tfouni, Elia; Grassi-Kassisse, Dora Maria. Resposta Vascular de Tetra-Aminas de Rutênio em Anéis de Aorta de Ratos Normotensos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 104, n. 3, p. 185-194, dez. 2014.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Conceição-Vertamatti, A. G., Ramos, L. A. F., Calandreli, I., Chiba, A. N., Franco, D. W., Tfouni, E., & Grassi-Kassisse, D. M. (2014). Resposta Vascular de Tetra-Aminas de Rutênio em Anéis de Aorta de Ratos Normotensos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 104(3), 185-194.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Conceição-Vertamatti, Ana Gabriela and Ramos, Luiz Alberto Ferreira and Calandreli, Ivy and Chiba, Aline Nunes and Franco, Douglas Wagner and Tfouni, Elia and Grassi-Kassisse, Dora Maria. Resposta Vascular de Tetra-Aminas de Rutênio em Anéis de Aorta de Ratos Normotensos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2014, vol. 104, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 185-194. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/resposta-vascular-de-tetra-aminas-de-rutenio-em-aneis-de-aorta-de-ratos-normotensos/>. ISSN 0066-782X

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Baptista RFF, Taipeiro EF, Queiroz RHC, Chies AB, Cordellini S. Estresse Isolado ou Associado ao Etanol Libera Prostanóides em Aorta de Ratos via α2-Adrenoceptores. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2014;102(3):211-8.

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Baptista, Rafaela de Fátima Ferreira; Taipeiro, Elane de Fátima; Queiroz, Regina Helena Costa; Chies, Agnaldo Bruno; Cordellini, Sandra. Estresse Isolado ou Associado ao Etanol Libera Prostanóides em Aorta de Ratos via α2-Adrenoceptores. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 102, n. 3, p. 211-218, fev. 2014.

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Baptista, R. F. F., Taipeiro, E. F., Queiroz, R. H. C., Chies, A. B., & Cordellini, S. (2014). Estresse Isolado ou Associado ao Etanol Libera Prostanóides em Aorta de Ratos via α2-Adrenoceptores. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 102(3), 211-218.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Baptista, Rafaela de Fátima Ferreira and Taipeiro, Elane de Fátima and Queiroz, Regina Helena Costa and Chies, Agnaldo Bruno and Cordellini, Sandra. Estresse Isolado ou Associado ao Etanol Libera Prostanóides em Aorta de Ratos via α2-Adrenoceptores. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2014, vol. 102, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 211-218. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/estresse-isolado-ou-associado-ao-etanol-libera-prostanoides-em-aorta-de-ratos-via-%ce%b12-adrenoceptores/>. ISSN 0066-782X

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Nastari L, Ramires FJA, Salemi VMC, Ianni BM, Fernandes F, Strunz CM, Arteaga E, et al. Ativação adrenérgica intramiocárdica na cardiomiopatia chagásica e doença arterial coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;96(2):99-106.

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Nastari, Luciano; Ramires, Felix Jose Alvarez; Salemi, Vera Maria Cury; Ianni, Barbara Maria; Fernandes, Fábio; Strunz, Célia Maria; Arteaga, Edmundo; Mady, Charles. Ativação adrenérgica intramiocárdica na cardiomiopatia chagásica e doença arterial coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 96, n. 2, p. 99-106, dez. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Nastari, L., Ramires, F. J. A., Salemi, V. M. C., Ianni, B. M., Fernandes, F., Strunz, C. M., Arteaga, E., & Mady, C. (2010). Ativação adrenérgica intramiocárdica na cardiomiopatia chagásica e doença arterial coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 96(2), 99-106.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Nastari, Luciano and Ramires, Felix Jose Alvarez and Salemi, Vera Maria Cury and Ianni, Barbara Maria and Fernandes, Fábio and Strunz, Célia Maria and Arteaga, Edmundo and Mady, Charles. Ativação adrenérgica intramiocárdica na cardiomiopatia chagásica e doença arterial coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 96, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 99-106. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/ativacao-adrenergica-intramiocardica-na-cardiomiopatia-chagasica-e-doenca-arterial-coronariana/>. ISSN 0066-782X

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Santiago JJ, Dávila CAM, Davila DF, Donis JH, Villaroel V. Terapia de resgate com amiodarona em crianças com grave disfunção ventricular esquerda causada por veneno de escorpião. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;94(1):18-24.

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Santiago, Justo J.; Dávila, Carmen A. Mazzei de; Davila, Diego F.; Donis, Jose H.; Villaroel, Vanesa. Terapia de resgate com amiodarona em crianças com grave disfunção ventricular esquerda causada por veneno de escorpião. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 94, n. 1, p. 18-24, set. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Santiago, J. J., Dávila, C. A. M. , Davila, D. F., Donis, J. H., & Villaroel, V. (2010). Terapia de resgate com amiodarona em crianças com grave disfunção ventricular esquerda causada por veneno de escorpião. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 94(1), 18-24.

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Santiago, Justo J. and Dávila, Carmen A. Mazzei de and Davila, Diego F. and Donis, Jose H. and Villaroel, Vanesa. Terapia de resgate com amiodarona em crianças com grave disfunção ventricular esquerda causada por veneno de escorpião. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 94, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 18-24. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/terapia-de-resgate-com-amiodarona-em-criancas-com-grave-disfuncao-ventricular-esquerda-causada-por-veneno-de-escorpiao/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

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Moura LZ, Guimarães GV, Pires PV, Cruz F, Stopa G, Bocchi EA. Quimiossensibilidade durante exercício na insuficiência cardíaca: respostas ventilatórias, cronotrópicas e neurohormonais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;95(3):381-9.

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Moura, Lídia Zytynski; Guimarães, Guilherme Veiga; Pires, Philippe Vieira; Cruz, Fátima; Stopa, Gabriela; Bocchi, Edimar Alcides. Quimiossensibilidade durante exercício na insuficiência cardíaca: respostas ventilatórias, cronotrópicas e neurohormonais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 95, n. 3, p. 381-391, ago. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Moura, L. Z., Guimarães, G. V., Pires, P. V., Cruz, F., Stopa, G., & Bocchi, E. A. (2010). Quimiossensibilidade durante exercício na insuficiência cardíaca: respostas ventilatórias, cronotrópicas e neurohormonais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 95(3), 381-391.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Moura, Lídia Zytynski and Guimarães, Guilherme Veiga and Pires, Philippe Vieira and Cruz, Fátima and Stopa, Gabriela and Bocchi, Edimar Alcides. Quimiossensibilidade durante exercício na insuficiência cardíaca: respostas ventilatórias, cronotrópicas e neurohormonais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 95, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 381-391. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/quimiossensibilidade-durante-exercicio-na-insuficiencia-cardiaca-respostas-ventilatorias-cronotropicas-e-neurohormonais/>. ISSN 0066-782X

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