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  2. Palavra-chave: Fibrose miocárdica
Figura 1
ABC
Artigo Original

Relação entre Norepinefrina Urinária, Fibrose e Arritmias na Cardiopatia Chagásica Crônica com Fração de Ejeção Preservada ou Minimamente Reduzida

Eduardo Marinho Tassi et al. Emília Matos do Nascimento Marcelo Abramoff Continentino Basilio de Bragança Pereira Roberto Coury Pedrosa

Resumo

Fundamento:

Na cardiomiopatia chagásica crônica (CCC), impõem-se estudos com a proposta de identificar fatores de risco arritmogênicos em pacientes nos quais a disfunção ventricular de moderada a grave não está presente.

Objetivos:

Verificar a dependência entre arritmias ventriculares frequentes (ARV), fração de ejeção de ventrículo esquerdo (FEVE), extensão da fibrose pela ressonância magnética cardíaca (RMC) e dosagem de norepinefrina urinária (NOREPI) na CCC com FEVE preservada ou minimamente comprometida.

Métodos:

Foi analisada no Holter a presença de extrassístoles ventriculares >30/hora. Na RMC, avaliou-se a FEVE e a quantificação de massa fibrosada. Foi realizada a dosagem de NOREPI pelo método de Muskiet. A matriz de correlação foi calculada para aferir a capacidade de as variáveis preverem outra sendo considerado significante p<0,05.

Resultados:

Foram incluídos no estudo 59 pacientes, com idade média de 57,9±10,94 anos. Arritmia ventricular frequente (ARV) foi detectada em 28 pacientes. A variável fibrose mostrou-se inversamente proporcional à fração de ejeção de ventrículo esquerdo (FEVE) (R de −0,61) e à norepinefrina urinária (NOREPI) (R de −0,68), assim como a variável ARV mostrou-se inversamente proporcional à FEVE (R de −0,33) e à NOREPI (R de −0,27). Já a FEVE mostrou-se diretamente proporcional à NOREPI (R de 0,83).

Conclusão:

Nesta amostra, em pacientes com CCC com FEVE preservada ou discretamente reduzida, observa-se a integridade do sistema nervoso autonômico em corações com pouca fibrose e FEVE mais elevada, apesar da presença de tradicionais fatores de risco para morte súbita cardíaca. Há dependência entre os níveis de NOREPI, FEVE e fibrose miocárdica, mas não com ARV.

  • Arritmias Cardíacas
  • Cardiomiopatia Chagásica
  • Denervação Autonômica
  • Fibrose miocárdica
  • Norepinefrina
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Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
11/07/2022 DOI: 10.36660/abc.20210400
ABCIC
Original Article

Deformação Miocárdica (Strain) e Fibrose Miocárdica na Forma Cardíaca Leve da Doença de Chagas

Polyana Evangelista Lima et al. Rafael de Castro da Silva André Maurício Souza Fernandes Marta Silva Menezes Edmundo José Nassri Camara

Resumo

Fundamento:

A identificação precoce do dano miocárdico parece ser importante na abordagem do paciente com doença de Chagas. A ecocardiografia com strain obtida por speckle tracking e a avaliação da fibrose miocárdica por meio da ressonância magnética cardíaca podem ser métodos diagnósticos promissores nesse sentido.

Objetivo:

Avaliar o acometimento miocárdico especificamente na forma crônica cardíaca leve da doença de Chagas por meio do strain por speckle tracking e da fibrose miocárdica pela ressonância magnética cardíaca, além de suas correlações.

Método:

Estudo de corte transversal que analisou portadores da forma cardíaca crônica leve da doença de Chagas (fração de ejeção preservada) submetidos à ecocardiografia com strain por speckle tracking e à ressonância magnética cardíaca.

Resultados:

Foram incluídos 21 participantes (mulheres: 62%; idade: 54 ± 5 anos). A prevalência de fibrose miocárdica por meio do realce tardio miocárdico foi de 50%. O strain longitudinal global encontrava-se diminuído em 17 pacientes (81%), com mediana de 14,1% (intervalo interquartil de 12,1 a 16,3). Os valores do mapa T1 encontravam-se, em média, elevados nos portadores de doença de Chagas (993 ± 163 ms). O mapa T1 foi significativamente correlacionado com o strain longitudinal global (r= 0,634; p = 0,015). Além disso, o índice de dispersão mecânica, obtido por strain, estava aumentado (> 55 ms) em 84%, com a maior área sob a curva Característica de Operação do Receptor (área sob a curva de 0,696; intervalo de confiança de 95% de 0,412-0,981) para discriminação de fibrose pelo realce tardio miocárdico.

Conclusão:

O strain miocárdico e o mapa T1 se comportam como marcadores precoces do dano miocárdico na cardiopatia chagásica crônica leve. O índice de dispersão mecânica estava elevado e foi o parâmetro que melhor se correlacionou com o realce tardio miocárdico.

  • Doença de Chagas
  • Ecocardiografia speckle tracking
  • Fibrose miocárdica
  • Ressonância magnética cardíaca
  • Strain miocárdico
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26/11/2021 DOI: 10.47593/2675-312X/20213403eabc173
Figura 1
ABC
Artigo Original

Relação entre Fibrose e Arritmias Ventriculares na Cardiopatia Chagásica sem Disfunção Ventricular

Eduardo Marinho Tassi et al. Marcelo Abramoff Continentino Emília Matos do Nascimento Basílio de Bragança Pereira Roberto Coury Pedrosa

Fundamento:

Pacientes com doença de Chagas com alteração segmentar apresentam pior prognóstico independentemente da fração de ejeção ventricular esquerda. A ressonância magnética cardíaca é atualmente o melhor método para detecção de alteração segmentar e para avaliação de fibrose miocárdica.

Objetivo:

Quantificar a fibrose, por meio do realce tardio, pela ressonância magnética cardíaca, em pacientes com doença de Chagas com fração de ejeção ventricular esquerda preservada ou minimamente comprometida (> 45%) e detectar padrões de dependência entre fibrose, alteração segmentar e fração de ejeção ventricular esquerda na presença de arritmia ventricular.

Métodos:

Foram realizados eletrocardiograma, teste ergométrico, Holter e ressonância magnética cardíaca em 61 pacientes, separados em três grupos: (1) eletrocardiograma normal e ressonância magnética cardíaca sem alteração segmentar; (2) eletrocardiograma alterado e ressonância magnética cardíaca sem alteração segmentar; e (3) ressonância magnética cardíaca com alteração segmentar independentemente de alteração no eletrocardiograma.

Resultados:

O número de pacientes com arritmia ventricular em relação ao número total de pacientes em cada grupo, a porcentagem de fibrose e a fração de ejeção ventricular esquerda foram, respectivamente: no primeiro grupo, 4/26, 0,74% e 74,34%; no segundo grupo, 4/16, 3,96% e 68,5%; e no terceiro grupo, 11/19, 14,07% e 55,59%. Arritmia ventricular foi encontrada em 31,1% dos pacientes. Aqueles com e sem arritmia ventricular apresentaram fração de ejeção ventricular esquerda média de 59,87% e 70,18%, respectivamente, e fibrose de 11,03% e 3,01%, respectivamente. Das variáveis alteração segmentar, grupos, idade, fração de ejeção ventricular esquerda e fibrose, a última foi a única significativa para a presença de arritmia ventricular, com ponto de corte de 11,78% para massa fibrosada (p < 0,001).

Conclusão:

Mesmo em pacientes com doença de Chagas com fração de ejeção ventricular esquerda preservada ou minimamente comprometida, a instabilidade elétrica pode estar presente. Fibrose é a variável mais importante para a presença de arritmia ventricular, sendo sua quantidade proporcional à complexidade dos grupos.

  • Arritmias Cardíacas
  • Cardiomiopatia Chagásica
  • Disfunção Ventricular
  • Fibrose miocárdica
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09/05/2014 DOI: 10.5935/abc.20140052
Fibrose miocárdica em pacientes com cardiomiopatia hipertrófica com alto risco para morte súbita cardíaca
ABC
Artigo Original

Fibrose miocárdica em pacientes com cardiomiopatia hipertrófica com alto risco para morte súbita cardíaca

Afonso Akio Shiozaki et al. Tiago Senra Edmundo Arteaga Cristiane Guedes Pita … Martino Martinelli Filho Luis Francisco R. Ávila José Rodrigues Parga Filho Charles Mady Carlos Eduardo Rochitte

FUNDAMENTO: A estratificação de risco para morte súbita na cardiomiopatia hipertrófica (CMH), continua a ser um verdadeiro desafio devido à grande heterogeneidade da sua apresentação, em que a maioria dos indivíduos permanecem assintomáticos por toda sua vida e outros apresentam a morte súbita como primeiro sintoma. Recentes trabalhos vêm sugerindo que a fibrose miocárdica pode constituir-se em um importante substrato para as arritmias ventriculares malignas, responsáveis pela morte súbita nesta doença. OBJETIVO: Avaliação da prevalência e quantificação da fibrose miocárdica (FM), em pacientes com CMH com alto risco ou recuperados de morte súbita, portadores de cardiodesfibrilador implantável (CDI). MÉTODOS: Vinte e oito pacientes com CMH portadores de CDI foram submetidos à tomografia computadorizada com múltiplos detectores, para realização da técnica de realce tardio, e avaliação da fibrose miocárdica. RESULTADOS: 96% dos pacientes apresentavam fibrose miocárdica (20,38 ± 15,55 gramas) correspondendo a 15,96 ± 10,20% da massa miocárdica total. A FM foi significativamente mais prevalente que os demais fatores de risco clássicos para morte súbita. CONCLUSÃO: Concluímos que existe uma alta prevalência de fibrose miocárdica em pacientes com cardiomiopatia hipertrófica de alto risco ou recuperados de morte súbita, como neste grupo – portadores de cardiodesfibrilador implantável. A maior prevalência da fibrose miocárdica comparada aos fatores de risco de pior prognóstico levantam a hipótese de que a fibrose miocárdica possa ser um importante substrato potencialmente necessário na gênese das arritmias desencadeadoras da morte súbita.

  • cardiodesfibrilador implantável
  • Cardiomiopatia Hipertrófica
  • Fibrose miocárdica
  • realce tardio
  • tomografia computadorizada com múltiplos destectores
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26/03/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000017

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Tassi EM, Nascimento EM, Continentino MA, Pereira BB, Pedrosa RC. Relação entre Norepinefrina Urinária, Fibrose e Arritmias na Cardiopatia Chagásica Crônica com Fração de Ejeção Preservada ou Minimamente Reduzida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;119(1):3-11.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Tassi, Eduardo Marinho; Nascimento, Emília Matos do; Continentino, Marcelo Abramoff; Pereira, Basilio de Bragança; Pedrosa, Roberto Coury. Relação entre Norepinefrina Urinária, Fibrose e Arritmias na Cardiopatia Chagásica Crônica com Fração de Ejeção Preservada ou Minimamente Reduzida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 119, n. 1, p. 3-11, jul. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Tassi, E. M., Nascimento, E. M. , Continentino, M. A., Pereira, B. B., & Pedrosa, R. C. (2022). Relação entre Norepinefrina Urinária, Fibrose e Arritmias na Cardiopatia Chagásica Crônica com Fração de Ejeção Preservada ou Minimamente Reduzida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 119(1), 3-11.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Tassi, Eduardo Marinho and Nascimento, Emília Matos do and Continentino, Marcelo Abramoff and Pereira, Basilio de Bragança and Pedrosa, Roberto Coury. Relação entre Norepinefrina Urinária, Fibrose e Arritmias na Cardiopatia Chagásica Crônica com Fração de Ejeção Preservada ou Minimamente Reduzida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 119, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 3-11. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/relacao-entre-norepinefrina-urinaria-fibrose-e-arritmias-na-cardiopatia-chagasica-cronica-com-fracao-de-ejecao-preservada-ou-minimamente-reduzida/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Lima PE, Silva RC, Fernandes AMS, Menezes MS, Camara EJN. Deformação Miocárdica (Strain) e Fibrose Miocárdica na Forma Cardíaca Leve da Doença de Chagas. ABC Imagem Cardiovascular 2021;34(3):eabc173.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Lima, Polyana Evangelista; Silva, Rafael de Castro da; Fernandes, André Maurício Souza; Menezes, Marta Silva; Camara, Edmundo José Nassri. Deformação Miocárdica (Strain) e Fibrose Miocárdica na Forma Cardíaca Leve da Doença de Chagas. ABC Imagem Cardiovascular, v. 34, n. 3, eabc173, nov. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Lima, P. E., Silva, R. C. , Fernandes, A. M. S., Menezes, M. S., & Camara, E. J. N. (2021). Deformação Miocárdica (Strain) e Fibrose Miocárdica na Forma Cardíaca Leve da Doença de Chagas. ABC Imagem Cardiovascular, 34(3), eabc173.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Lima, Polyana Evangelista and Silva, Rafael de Castro da and Fernandes, André Maurício Souza and Menezes, Marta Silva and Camara, Edmundo José Nassri. Deformação Miocárdica (Strain) e Fibrose Miocárdica na Forma Cardíaca Leve da Doença de Chagas. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2021, vol. 34, n. 3, [citado 2026-10-14], eabc173. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/deformacao-miocardica-strain-e-fibrose-miocardica-na-forma-cardiaca-leve-da-doenca-de-chagas/>. ISSN 2318-8219

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Tassi EM, Continentino MA, Nascimento EM, Pereira BB, Pedrosa RC. Relação entre Fibrose e Arritmias Ventriculares na Cardiopatia Chagásica sem Disfunção Ventricular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2014;102(5):456-64.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Tassi, Eduardo Marinho; Continentino, Marcelo Abramoff; Nascimento, Emília Matos do; Pereira, Basílio de Bragança; Pedrosa, Roberto Coury. Relação entre Fibrose e Arritmias Ventriculares na Cardiopatia Chagásica sem Disfunção Ventricular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 102, n. 5, p. 456-464, maio. 2014.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Tassi, E. M., Continentino, M. A., Nascimento, E. M. , Pereira, B. B., & Pedrosa, R. C. (2014). Relação entre Fibrose e Arritmias Ventriculares na Cardiopatia Chagásica sem Disfunção Ventricular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 102(5), 456-464.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Tassi, Eduardo Marinho and Continentino, Marcelo Abramoff and Nascimento, Emília Matos do and Pereira, Basílio de Bragança and Pedrosa, Roberto Coury. Relação entre Fibrose e Arritmias Ventriculares na Cardiopatia Chagásica sem Disfunção Ventricular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2014, vol. 102, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 456-464. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/relacao-entre-fibrose-e-arritmias-ventriculares-na-cardiopatia-chagasica-sem-disfuncao-ventricular/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Shiozaki AA, Senra T, Arteaga E, Pita CG, Martinelli Filho M, Ávila LFR, Parga Filho JR, et al. Fibrose miocárdica em pacientes com cardiomiopatia hipertrófica com alto risco para morte súbita cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;94(4):535-40.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Shiozaki, Afonso Akio; Senra, Tiago; Arteaga, Edmundo; Pita, Cristiane Guedes; Martinelli Filho, Martino; Ávila, Luis Francisco R.; Parga Filho, José Rodrigues; Mady, Charles; Rochitte, Carlos Eduardo. Fibrose miocárdica em pacientes com cardiomiopatia hipertrófica com alto risco para morte súbita cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 94, n. 4, p. 535-540, mar. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Shiozaki, A. A., Senra, T., Arteaga, E., Pita, C. G., Martinelli Filho, M., Ávila, L. F. R., Parga Filho, J. R., Mady, C., & Rochitte, C. E. (2010). Fibrose miocárdica em pacientes com cardiomiopatia hipertrófica com alto risco para morte súbita cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 94(4), 535-540.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Shiozaki, Afonso Akio and Senra, Tiago and Arteaga, Edmundo and Pita, Cristiane Guedes and Martinelli Filho, Martino and Ávila, Luis Francisco R. and Parga Filho, José Rodrigues and Mady, Charles and Rochitte, Carlos Eduardo. Fibrose miocárdica em pacientes com cardiomiopatia hipertrófica com alto risco para morte súbita cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 94, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 535-540. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/fibrose-miocardica-em-pacientes-com-cardiomiopatia-hipertrofica-com-alto-risco-para-morte-subita-cardiaca/>. ISSN 0066-782X

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