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  2. Palavra-chave: Endotélio/fisiopatologia
ABC
Original Article

Associação de Inflamação e Disfunção Endotelial com Resistência Microvascular Coronariana em Pacientes com Síndrome Cardíaca X

Ming Long et al. Zhibin Huang Xiaodong Zhuang Zena Huang … Yue Guo Xinxue Liao Chufan Luo

Resumo

Fundamentos:

Embora uma proporção de pacientes com SCX tenha dilatação mediada por fluxo da artéria braquial (DMF) prejudicada em resposta à hiperemia, sugerindo que a disfunção endotelial nestes pacientes pode ser sistémica e não limitar-se à circulação coronariana, os mecanismos subjacentes que desencadeiam a disfunção endotelial nestes pacientes ainda não são completamente compreendidos.

Objetivos:

Avaliar a associação do índice de resistência microcirculatória (IMR) com a disfunção endotelial e a inflamação em pacientes com SCX.

Métodos:

Estudaram-se 20 pacientes com SCX e 20 sujeitos de controle emparelhados em idade e género. A reserva de fluxo coronariano derivada da termodiluição (RFC) e a IMR forma medidas usando um fio guia com ponta de sensor de temperatura e pressão. A DMF da artéria braquial foi medida utilizando imagens ultrassónicas bidimensionais de alta resolução obtidas com um aparelho de ultrassom Doppler (HDI-ATL 5000, EE.UU.) com transdutor linear de 5 MHz a 12 MHz.

Resultados:

Em comparação com os sujeitos de controle, a RFC foi significativamente menor (2,42 ± 0,78 vs 3,59 ± 0,79, p < 0,001); o IMR foi maior (32,2 ± 8,0 frente a 19,5 ± 5,5, p < 0,001); a concentração de PCR-as e DMF foi maior (4,75 ± 1,62 frente a 2,75 ± 1,50, 5,24 ± 2,41 diante de 8,57 ± 2,46, p < 0,001) em pacientes com SCX. A escore de Duke (ED) se correlacionou positivamente com RFC e DMF (0,489 e 0,661, p < 0,001), foi negativa para IMR e PCR-as (-0,761 e -0,087, p < 0,001) em pacientes com SCX.

Conclusões:

O principal achado neste estudo é que o ED medido em pacientes com SCX esteve associado a PCR-as e DMF. Por outra parte, os efeitos independentes da tolerância ao exercício podem piorar significativamente a DMF e a PCR-as em pacientes com SCX especialmente, é particularmente importante que a DMF se associou negativamente com a RIM.

  • Arteria Braquial
  • Endotélio/fisiopatologia
  • Inflamação
  • Síndrome Coronariana Aguda
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19/10/2017 DOI: 10.5935/abc.20170149
Figura 1
ABC
Relato de Caso

Espasmo Coronariano Assintomático devido a Politraumatismo

Maria Cruz Aguilera et al. Jorge Restrepo Fernando Rivero Teresa Bastante … Rio Aguilar Fernando Alfonso

Introdução

A angina variante consiste em uma forma de angina pectoris causada pelo vasoespasmo de uma artéria coronária epicárdica que resulta em isquemia do miocárdio, podendo ser manifestada por elevação transitória do segmento ST no eletrocardiograma. Embora habitualmente se apresente com dor no peito, episódios assintomáticos não são raros., Relatamos um caso de diagnóstico incidental de vasoespasmo coronariano assintomático em um paciente com politraumatismo.

[…]

  • Angina Pectoris
  • Endotélio/fisiopatologia
  • Ferimentos e Lesões
  • Vasoespasmo Coronário
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01/08/2017 DOI: 10.5935/abc.20170093 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Original Article

Complexo de Rutênio Melhora a Função Endotelial em Anéis de Aorta de Ratos Hipertensos Renais

Izabela Pereira Vatanabe et al. Carla Nascimento dos Santos Rodrigues Tereza Cristina Buzinari Thiago Francisco de Moraes … Roberto Santana da Silva Gerson Jhonatan Rodrigues

Resumo

Fundamento:

O endotélio é uma monocamada de células que se estende sobre a superfície interna vascular, responsável pela modulação do tônus vascular. Por meio da liberação de óxido nítrico (NO), o endotélio tem uma função protetora importante contra doenças cardiovasculares.

Objetivo:

Verificar se o cis– [Ru (BPY)2 (NO2) (NO)] (PF6) 2 (BPY) melhora a função endotelial e a sensibilidade da condutância (aorta) e da resistência (coronária) ao relaxamento vascular induzido por BPY.

Métodos:

Foram utilizados ratos Wistar normotensos (2K) e hipertensos (2K-1C). Para o estudo de reatividade vascular, as aortas torácicas foram isoladas, os anéis com endotélio intacto foram incubados com: BPY (0,01 a 10 µM) e se realizaram curvas de efeito de concentração para acetilcolina. Adicionalmente, foram feitas curvas de concentração cumulativas para BPY (1,0 nM a 0,1 µM) nos anéis aórticos e coronários, com endotélio intacto e nu.

Resultados:

Na aorta de animais 2K-1C, o tratamento com BPY 0,1 µM aumentou a potência do relaxamento induzido pela acetilcolina e foi capaz de reverter a disfunção endotelial. A presença do endotélio não modificou o efeito da BPY na indução do relaxamento em aortas de ratos 2K e 2K-1C. Na coronária, o endotélio potencializou o efeito vasodilatador do BPY em vasos de ratos 2K e 2K-1C.

Conclusão:

Nossos resultados sugerem que 0,1 µM de BPY é capaz de normalizar o relaxamento dependente do endotélio em ratos hipertensos, e o composto BPY induz relaxamento na aorta de ratos normotensos e hipertensos com a mesma potência. O endotélio potencializa o efeito de relaxamento induzido pela BPY em coronárias de ratos normotensos e hipertensos, com menor efeito em coronárias de ratos hipertensos.

  • Endotélio/fisiopatologia
  • Hipertensão Renal
  • Óxido Nítrico
  • Ratos
  • Rutênio
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29/06/2017 DOI: 10.5935/abc.20170090
Figura 1
IJCS
Ponto de Vista

Função Endotelial e Insuficiência Cardíaca. Começo ou Fim de Uma Disfunção Prestes a Surgir

Aline Cristina Tavares et al. Edimar Alcides Bocchi Guilherme Veiga Guimarães

Introdução

O endotélio regula a função cardíaca e o tônus vasomotor, ajusta a permeabilidade vascular, preserva a fluidez sanguínea, desempenhando um papel importante na homeostase cardiovascular., Em adultos com insuficiência cardíaca (IC), a severidade da disfunção endotelial está relacionada à disfunção diastólica,, aumento do risco cardiovascular,– insuficiência cardíaca,, incapacidade de praticar exercícios, gravidade dos sintomas cardiovasculares,,,,, eventos cardiovasculares, transplante cardíaco e óbito.,

Embora o endotélio encontre-se na interface entre os fatores cardiovasculares circundantes e os tecidos dos órgãos subjacentes, as disfunções cardiovasculares e endoteliais periféricas não se encontram totalmente relacionadas até o momento.– A avaliação da função endotelial aparece como um fator coadjuvante tentador para a estratificação do risco cardiovascular e a compreensão desse assunto pode ajudar a promover uma abordagem mais ágil e melhorar a triagem no campo das cardiomiopatias na prática clínica diária, o que justifica a importância deste artigo.

[…]

  • Endotélio/fisiopatologia
  • Insuficiência Cardíaca
  • Óxido Nítrico
  • Volume sistólico
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01/01/2017 DOI: 10.5935/2359-4802.20170051 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Bloqueio do Sistema Renina-Angiotensina Associado a Estatina Melhora a Função Endotelial em Diabéticos

Ronaldo Altenburg Gismondi et al. Ricardo Bedirian Cesar Romaro Pozzobon Márcia Cristina Ladeira … Wille Oigman Mário Fritsch Neves

Resumo

Fundamentos:

Estudos sugerem que as estatinas possuem efeitos pleotrópicos, como melhora da função endotelial, da rigidez vascular e redução da pressão arterial.

Objetivo:

Analisar se o uso prévio de estatina influenciou o efeito sobre a pressão arterial, a função endotelial e a rigidez vascular de drogas inibidoras do sistema renina-angiotensina-aldosterona.

Métodos:

Pacientes hipertensos e diabéticos com pressão arterial de consultório sistólica ≥ 130 mmHg e/ou diastólica ≥ 80 mmHg tiveram suas medicações anti-hipertensivas substituídas por anlodipino durante 6 semanas. Em seguida, foram randomizados para associação de benazepril ou losartana por mais 12 semanas. Pressão arterial (através da monitorização ambulatorial da pressão arterial), função endotelial (dilatação mediada por fluxo da artéria braquial) e rigidez vascular (velocidade da onda de pulso) foram avaliados antes e após o tratamento combinado. Neste trabalho, uma análise post-hoc foi realizada para comparar pacientes que vinham (grupo CE) ou não (grupo SE) em uso de estatina.

Resultados:

O grupo CE apresentou maior redução na pressão arterial sistólica nas 24 horas (134 para 122 mmHg, p = 0,007) e na dilatação mediada por fluxo da artéria braquial (6,5 para 10,9%, p = 0,003) quando comparado com o grupo SE (137 para 128 mmHg, p = 0,362, e 7,5 para 8,3%, p = 0,820). Não houve diferença estatisticamente significante na velocidade de onda de pulso (grupo CE 9,95 para 9,90 m/s, p = 0,650 e grupo SE 10,65 para 11,05 m/s, p = 0,586).

Conclusão:

O uso combinado de estatinas, anlodipino e inibidores do sistema renina-angiotensina-aldosterona melhora a resposta anti-hipertensiva e a função endotelial em pacientes hipertensos e diabéticos.

  • Diabetes mellitus
  • Endotélio/fisiopatologia
  • Hipertensão
  • Sistema Renina-Angiotensina/efeitos de drogas
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02/10/2015 DOI: 10.5935/abc.20150123
Figura 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Estudo Vascular Funcional em Hipertensos com Diabetes Tipo 2 em uso de Losartana ou Anlodipina

Cesar Romaro Pozzobon et al. Ronaldo A. O. C. Gismondi Ricardo Bedirian Marcia Cristina Ladeira … Mario Fritsch Neves Wille Oigman

Fundamento:

A escolha dos fármacos anti-hipertensivos no tratamento de hipertensos diabéticos tem como objetivos o controle da pressão arterial (PA) e a redução das complicações macro/microvasculares.

Objetivos:

O objetivo deste estudo foi comparar as alterações vasculares funcionais em pacientes hipertensos e diabéticos tipo 2 após seis semanas de anlodipina ou losartana.

Métodos:

Pacientes com diagnóstico prévio de hipertensão arterial e diabetes melito tipo 2 foram randomizados e divididos em dois grupos, sendo avaliados na sexta semana de uso de losartana 100 mg/dia ou anlodipina 5 mg/dia, com medida da PA, realização de monitoração ambulatorial da pressão arterial e testes para avaliação de parâmetros vasculares, como tonometria de aplanação, velocidade de onda de pulso (VOP) e dilatação mediada por fluxo (DMF) da artéria braquial.

Resultados:

Foram incluídos 42 pacientes, 21 em cada grupo, com predominância do sexo feminino (71%) nos dois grupos. Os grupos anlodipina e losartana apresentaram média de idade semelhante (54,9 ± 4,5 e 54,0 ± 6,9 anos, respectivamente) e sem diferença estatística na média da PA (145 ± 14/84 ± 8 e 153 ± 19/90 ± 9 mmHg). O augmentation index (30 ± 9% × 36 ± 8%, p = 0,025), assim como a augmentation pressure (16 ± 6 mmHg × 20 ± 8 mmHg, p = 0,045) foram menores no grupo anlodipina que no grupo losartana. Os valores obtidos para VOP e DMF foram semelhantes nos dois grupos.

Conclusões:

Em hipertensos e diabéticos tipo 2, o uso de anlodipina demonstrou um padrão de reflexão da onda de pulso mais favorável nesse grupo, mas o uso de losartana pode estar associado com ações vasculares independentes do efeito pressórico.

  • Anlodipina / uso terapêutico
  • Aterosclerose
  • Diabetes Melito tipo 2 / complicações
  • Endotélio/fisiopatologia
  • Hipertensão/complicações
  • Losartana / uso terapêutico
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09/07/2014 DOI: 10.5935/abc.20140089 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Artigo Original

O Índice de Perfusão da Oximetria de Pulso na Avaliação da Função Endotelial na Aterosclerose

Igor Alexandre Côrtes de Menezes et al. Márcio Roberto Viana Santos Cláudio Leinig Pereira da Cunha

Fundamento:

A disfunção endotelial se caracteriza por um fenômeno vascular, com importância evidente em todos os processos da aterogênese. Interessa, assim, a busca por métodos de avaliação da disfunção endotelial mais acurados, práticos e menos dispendiosos, objetivando melhoria na prevenção e tratamento das doenças ateroscleróticas.

Objetivo:

Verificar o potencial do índice de perfusão derivado da oximetria de pulso (IPP) como método de avaliação da disfunção endotelial em pacientes portadores de aterosclerose

Métodos:

Foram selecionados 18 pacientes controles e 24 pacientes portadores de doenças ateroscleróticas, em tratamento otimizado, selecionados em Unidades Básicas de Saúde. Foram avaliados os valores do IPP antes a após a aplicação de um estímulo vasodilatador dependente do endotélio – a hiperemia reativa. Também foram analisados os valores do IPP especificamente no período que possui a maior contribuição do óxido nítrico para a vasodilatação (IPP90-120). Os resultados do IPP foram discutidos, por meio da literatura, estimando o seu potencial diagnóstico e prognóstico.

Resultados:

A resposta vasodilatadora dependente do endotélio mensurada pelo IPP foi significantemente menor em indivíduos com aterosclerose em comparação aos controles a partir de 45 segundos após a hiperemia reativa. Foram observados, do mesmo modo, valores menores do IPP90-120 em pacientes com aterosclerose [35% (4% – 53%) vs. 73% (55% – 169%); p < 0,001]. Tais valores se mantiveram menores tanto em indivíduos masculinos quanto femininos.

Conclusões:

Os resultados do IPP, demonstrados na avaliação de pacientes ateroscleróticos, associados ao baixo custo da aparelhagem, tornam esse método atraente para futuros ensaios e possível contribuição na prevenção e tratamento das doenças ateroscleróticas.

  • Aterosclerose
  • Endotélio/fisiopatologia
  • Fluxo Pulsátil
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10/02/2014 DOI: 10.5935/abc.20140010 Visualizações 1

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Long M, Huang Z, Zhuang X, Huang Z, Guo Y, Liao X, Luo C, et al. Associação de Inflamação e Disfunção Endotelial com Resistência Microvascular Coronariana em Pacientes com Síndrome Cardíaca X. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2017;109(5):397-403.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Long, Ming; Huang, Zhibin; Zhuang, Xiaodong; Huang, Zena; Guo, Yue; Liao, Xinxue; Luo, Chufan. Associação de Inflamação e Disfunção Endotelial com Resistência Microvascular Coronariana em Pacientes com Síndrome Cardíaca X. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 109, n. 5, p. 397-403, out. 2017.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Long, M., Huang, Z., Zhuang, X., Huang, Z., Guo, Y., Liao, X., & Luo, C. (2017). Associação de Inflamação e Disfunção Endotelial com Resistência Microvascular Coronariana em Pacientes com Síndrome Cardíaca X. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 109(5), 397-403.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Long, Ming and Huang, Zhibin and Zhuang, Xiaodong and Huang, Zena and Guo, Yue and Liao, Xinxue and Luo, Chufan. Associação de Inflamação e Disfunção Endotelial com Resistência Microvascular Coronariana em Pacientes com Síndrome Cardíaca X. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2017, vol. 109, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 397-403. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/associacao-de-inflamacao-e-disfuncao-endotelial-com-resistencia-microvascular-coronariana-em-pacientes-com-sindrome-cardiaca-x/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Aguilera MC, Restrepo J, Rivero F, Bastante T, Aguilar R, Alfonso F. Espasmo Coronariano Assintomático devido a Politraumatismo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2017;109(2):175-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Aguilera, Maria Cruz; Restrepo, Jorge; Rivero, Fernando; Bastante, Teresa; Aguilar, Rio; Alfonso, Fernando. Espasmo Coronariano Assintomático devido a Politraumatismo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 109, n. 2, p. 175-177, jul. 2017.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Aguilera, M. C., Restrepo, J., Rivero, F., Bastante, T., Aguilar, R., & Alfonso, F. (2017). Espasmo Coronariano Assintomático devido a Politraumatismo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 109(2), 175-177.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Aguilera, Maria Cruz and Restrepo, Jorge and Rivero, Fernando and Bastante, Teresa and Aguilar, Rio and Alfonso, Fernando. Espasmo Coronariano Assintomático devido a Politraumatismo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2017, vol. 109, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 175-177. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/espasmo-coronariano-assintomatico-devido-a-politraumatismo/>. ISSN 0066-782X

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Vatanabe IP, Rodrigues CNS, Buzinari TC, Moraes TF, Silva RS, Rodrigues GJ. Complexo de Rutênio Melhora a Função Endotelial em Anéis de Aorta de Ratos Hipertensos Renais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2017;109(2):124-31.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Vatanabe, Izabela Pereira; Rodrigues, Carla Nascimento dos Santos; Buzinari, Tereza Cristina; Moraes, Thiago Francisco de; Silva, Roberto Santana da; Rodrigues, Gerson Jhonatan. Complexo de Rutênio Melhora a Função Endotelial em Anéis de Aorta de Ratos Hipertensos Renais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 109, n. 2, p. 124-131, jun. 2017.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Vatanabe, I. P., Rodrigues, C. N. S., Buzinari, T. C., Moraes, T. F. , Silva, R. S. , & Rodrigues, G. J. (2017). Complexo de Rutênio Melhora a Função Endotelial em Anéis de Aorta de Ratos Hipertensos Renais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 109(2), 124-131.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Vatanabe, Izabela Pereira and Rodrigues, Carla Nascimento dos Santos and Buzinari, Tereza Cristina and Moraes, Thiago Francisco de and Silva, Roberto Santana da and Rodrigues, Gerson Jhonatan. Complexo de Rutênio Melhora a Função Endotelial em Anéis de Aorta de Ratos Hipertensos Renais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2017, vol. 109, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 124-131. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/complexo-de-rutenio-melhora-a-funcao-endotelial-em-aneis-de-aorta-de-ratos-hipertensos-renais/>. ISSN 0066-782X

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Tavares AC, Bocchi EA, Guimarães GV. Função Endotelial e Insuficiência Cardíaca. Começo ou Fim de Uma Disfunção Prestes a Surgir. International Journal of Cardiovascular Sciences 2017;30(4):354-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Tavares, Aline Cristina; Bocchi, Edimar Alcides; Guimarães, Guilherme Veiga. Função Endotelial e Insuficiência Cardíaca. Começo ou Fim de Uma Disfunção Prestes a Surgir. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 30, n. 4, p. 354-358, dez. 2016.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Tavares, A. C., Bocchi, E. A., & Guimarães, G. V. (2017). Função Endotelial e Insuficiência Cardíaca. Começo ou Fim de Uma Disfunção Prestes a Surgir. International Journal of Cardiovascular Sciences, 30(4), 354-358.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Tavares, Aline Cristina and Bocchi, Edimar Alcides and Guimarães, Guilherme Veiga. Função Endotelial e Insuficiência Cardíaca. Começo ou Fim de Uma Disfunção Prestes a Surgir. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2017, vol. 30, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 354-358. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/funcao-endotelial-e-insuficiencia-cardiaca-comeco-ou-fim-de-uma-disfuncao-prestes-a-surgir/>. ISSN 2359-4802

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Gismondi RA, Bedirian R, Pozzobon CR, Ladeira MC, Oigman W, Neves MF. Bloqueio do Sistema Renina-Angiotensina Associado a Estatina Melhora a Função Endotelial em Diabéticos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;105(6):597-605.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Gismondi, Ronaldo Altenburg; Bedirian, Ricardo; Pozzobon, Cesar Romaro; Ladeira, Márcia Cristina; Oigman, Wille; Neves, Mário Fritsch. Bloqueio do Sistema Renina-Angiotensina Associado a Estatina Melhora a Função Endotelial em Diabéticos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 105, n. 6, p. 597-605, out. 2015.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Gismondi, R. A., Bedirian, R., Pozzobon, C. R., Ladeira, M. C., Oigman, W., & Neves, M. F. (2015). Bloqueio do Sistema Renina-Angiotensina Associado a Estatina Melhora a Função Endotelial em Diabéticos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 105(6), 597-605.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Gismondi, Ronaldo Altenburg and Bedirian, Ricardo and Pozzobon, Cesar Romaro and Ladeira, Márcia Cristina and Oigman, Wille and Neves, Mário Fritsch. Bloqueio do Sistema Renina-Angiotensina Associado a Estatina Melhora a Função Endotelial em Diabéticos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 105, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 597-605. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/bloqueio-do-sistema-renina-angiotensina-associado-a-estatina-melhora-a-funcao-endotelial-em-diabeticos/>. ISSN 0066-782X

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Pozzobon CR, Gismondi RAOC, Bedirian R, Ladeira MC, Neves MF, Oigman W. Estudo Vascular Funcional em Hipertensos com Diabetes Tipo 2 em uso de Losartana ou Anlodipina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2014;103(1):51-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Pozzobon, Cesar Romaro; Gismondi, Ronaldo A. O. C.; Bedirian, Ricardo; Ladeira, Marcia Cristina; Neves, Mario Fritsch; Oigman, Wille. Estudo Vascular Funcional em Hipertensos com Diabetes Tipo 2 em uso de Losartana ou Anlodipina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 103, n. 1, p. 51-59, jul. 2014.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Pozzobon, C. R., Gismondi, R. A. O. C., Bedirian, R., Ladeira, M. C., Neves, M. F., & Oigman, W. (2014). Estudo Vascular Funcional em Hipertensos com Diabetes Tipo 2 em uso de Losartana ou Anlodipina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 103(1), 51-59.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Pozzobon, Cesar Romaro and Gismondi, Ronaldo A. O. C. and Bedirian, Ricardo and Ladeira, Marcia Cristina and Neves, Mario Fritsch and Oigman, Wille. Estudo Vascular Funcional em Hipertensos com Diabetes Tipo 2 em uso de Losartana ou Anlodipina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2014, vol. 103, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 51-59. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/estudo-vascular-funcional-em-hipertensos-com-diabetes-tipo-2-em-uso-de-losartana-ou-anlodipina/>. ISSN 0066-782X

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Menezes IAC, Santos MRV, Cunha CLP. O Índice de Perfusão da Oximetria de Pulso na Avaliação da Função Endotelial na Aterosclerose. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2014;102(3):237-44.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Menezes, Igor Alexandre Côrtes de; Santos, Márcio Roberto Viana; Cunha, Cláudio Leinig Pereira da. O Índice de Perfusão da Oximetria de Pulso na Avaliação da Função Endotelial na Aterosclerose. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 102, n. 3, p. 237-244, fev. 2014.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Menezes, I. A. C. , Santos, M. R. V., & Cunha, C. L. P. (2014). O Índice de Perfusão da Oximetria de Pulso na Avaliação da Função Endotelial na Aterosclerose. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 102(3), 237-244.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Menezes, Igor Alexandre Côrtes de and Santos, Márcio Roberto Viana and Cunha, Cláudio Leinig Pereira da. O Índice de Perfusão da Oximetria de Pulso na Avaliação da Função Endotelial na Aterosclerose. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2014, vol. 102, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 237-244. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-indice-de-perfusao-da-oximetria-de-pulso-na-avaliacao-da-funcao-endotelial-na-aterosclerose/>. ISSN 0066-782X

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