Família ABC Arquivos Brasileiros de Cardiologia International Journal of Cardiovascular Sciences ABC Heart Failure & Cardiomyopathy ABC Imagem Cardiovascular
Português English
Família ABC
Português English
  • Sobre
    • Sobre a Família ABC
    • Regimento Interno
    • Conselho Editorial
    • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)
  • Edições
  • Diretrizes da SBC
  • Conteúdos
    • Vídeos
    • Podcasts
    • Notícias
  • Sobre
    • Sobre a Família ABC
    • Regimento Interno
    • Conselho Editorial
    • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)
  • Edições
  • Diretrizes da SBC
  • Conteúdos
    • Vídeos
    • Podcasts
    • Notícias

Família ABC

  • Família ABC
  • Arquivos Brasileiros de Cardiologia
  • International Journal of Cardiovascular Sciences
  • ABC Heart Failure & Cardiomyopathy
  • ABC Imagem Cardiovascular
Buscar em

Nenhum conteúdo encontrado.

Revistas
Ordenação
Tipos de artigo
Outros

  1. Início
  2. Palavra-chave: Reestenose
Os stents farmacológicos são seguros e eficazes em longo prazo?
ABC
Revisão

Os stents farmacológicos são seguros e eficazes em longo prazo?

Sanjay Sastry et al. Marie-Claude Morice

A introdução de stents farmacológicos em 2002 revolucionou a cardiologia invasiva através da redução de reestenoses. No final de 2006 surgiram relatos de aumento da incidência de trombose tardia de stent com esses stents em comparação com os de metal sem revestimento, provavelmente em decorrência do atraso de endotelização. No entanto, esses estudos continham sérias falhas metodológicas. Meta-análises posteriores mostraram de forma clara um risco apenas discretamente aumentado de trombose tardia de stent entre todos os grupos de pacientes. Um achado importante foi o de que os stents farmacológicos proporcionaram benefício significativo e mantido devido à redução de reestenose e, portanto, de revascularização de repetição. Vários registros obtidos na prática clínica confirmaram esses resultados e sugeriram que o uso de stents farmacológicos em situações mais complexas não está associado a resultados desfavoráveis. A trombose de stent é um problema multifatorial no qual o stent é apenas um dos elementos. Novos estudos serão necessários para determinar a técnica para o procedimento e o esquema antiplaquetário ideais. Os stents farmacológicos são seguros e eficazes em longo prazo, embora estudos intensivos continuem sendo realizados com o propósito de reduzir o risco de trombose de stent na próxima geração.

  • intervenção coronariana percutânea
  • Reestenose
  • Stents Farmacológicos
  • Trombose
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
13/04/2011 DOI: 10.1590/S0066-782X2010001500016
Reestenose tardia associada à fratura de stent Cypher
ABC
Relato de Caso

Reestenose tardia associada à fratura de stent Cypher

Michel Pereira Cadore et al. Henrique Pereira Abelin Romualdo Bolzani dos Santos Paulo Ricardo Avancini Caramori

Os stents farmacológicos representam um importante avanço na terapêutica da doença aterosclerótica coronariana. Recentemente tem sido descrita a fratura de stents farmacológicos, associada à reestenose e trombose. Relataremos aqui um caso de fratura de um stent farmacológico 18 meses após o seu implante, associada com reestenose.

  • Fratura de stent
  • Reestenose
  • Stents eluidores de sirolimus
  • Stents Farmacológicos
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
06/01/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2009001100021 Visualizações 1
Efeito da L-arginina na neoproliferação intimal e no remodelamento arterial após lesão por balão, em ilíacas de coelhos hipercolesterolêmicos
ABC
Artigo Original

Efeito da L-arginina na neoproliferação intimal e no remodelamento arterial após lesão por balão, em ilíacas de coelhos hipercolesterolêmicos

José Knopfholz et al. Dalton B. Précoma Paulo Roberto S. Brofman Gabriela Elisete Bier … Ruy Fernando Kuenzer C. da Silva Anna Paula Kuchnir Silva Ana Carolina Lemos Priscila de Oliveira Silva Jacqueline Dompsin de Moraes

OBJETIVO: A neoproliferação intimal e o remodelamento têm sido implicados como os maiores fatores causadores de reestenose. O objetivo deste trabalho é estudar a ação da L-arginina por via oral, nesses dois fatores, após lesão por balão, em artérias ilíacas de coelhos hipercolesterolêmicos. MÉTODOS: Foram utilizados dezenove coelhos, que foram divididos em dois grupos: controle (GC) e arginina (GA), respectivamente com dezenove e dezessete artérias estudadas. Os animais foram submetidos a lesão por balão de angioplastia, em suas artérias ilíacas, quinze dias após início de dieta hipercolesterolêmica a 2%. A seguir, os animais do GA passaram a receber uma solução de L-arginina, por via oral, na dose de 1 g/kg/dia. Após o sacrifício, no 15º dia após a lesão por balão, procedeu-se a cortes histológicos das artérias, as quais foram coradas e fixadas. Utilizou-se como representativa do desenvolvimento da lesão a razão da área da neoíntima (em mm²) pela camada média (em mm²). Por sua vez, a razão da área total do vaso em sua porção medial (de maior contato com o balão) pela área total do vaso no segmento referencial (de menor contato com o balão) foi a definidora do remodelamento. RESULTADOS: A média do espessamento neointimal (NI/M) foi de 0,8151±0,2201 no GC e de 0,3296±0,1133 no GA. Não houve diferença entre os tipos de remodelamento entre os dois grupos estudados. CONCLUSÃO: No modelo experimental utilizado, a L-arginina foi capaz de reduzir o espessamento intimal em coelhos hipercolesterolêmicos e não teve ação sobre o remodelamento arterial.

  • neoproliferação intimal
  • Óxido Nítrico
  • Reestenose
  • remodelamento
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
21/11/2006 DOI: 10.1590/S0066-782X2006001700018
Consenso de especialistas (SBC/SBHCI) sobre o uso de stents farmacológicos: recomendações da sociedade brasileira de cardiologia/sociedade brasileira de hemodinâmica e cardiologia intervencionista ao sistema único de saúde
ABC
Consenso

Consenso de especialistas (SBC/SBHCI) sobre o uso de stents farmacológicos: recomendações da sociedade brasileira de cardiologia/sociedade brasileira de hemodinâmica e cardiologia intervencionista ao sistema único de saúde

Valter C. Lima et al. Luiz Alberto P. Mattos Paulo R. A. Caramori Marco A. Perin … José A. Mangione Bruno M. Machado Wilson M. C. Coelho Ronaldo R. L. Bueno

Os autores revisam a evolução da intervenção coronariana percutânea, a sua crescente aplicação na revascularização miocárdica de pacientes portadores de doença arterial coronariana, seja no Brasil, seja no âmbito mundial. Desde a introdução do método, em 1977, com a utilização isolada do cateter-balão, a constatação de que o mesmo tinha limitações (oclusão aguda e reestenose), a adoção dos stents coronarianos e, mais recentemente, o advento dos stents farmacológicos, idealizados para reduzir ainda mais as taxas de reestenose, possibilitaram o crescimento exponencial da aplicação da intervenção coronariana percutânea (ICP) no Brasil, superando a cirurgia de revascularização e tornando-se o tratamento majoritário para enfermos sintomáticos, acometidos de aterosclerose obstrutiva coronariana. Esta preferência se salienta, a partir do ano 2000, após o início do reembolso dos stents pelo Sistema de Único de Saúde Brasileiro. Este fato demonstra a importância do Sistema Público de Saúde, quando este incorpora os avanços médicos, e passa a oferecer bons padrões de tratamento cardiovascular a grande número de brasileiros. Destaca-se a complexidade da profilaxia da reestenose intra-stent, por sua ocorrência imprevisível e ubíqua. O controle deste fenômeno melhora a qualidade de vida, reduzindo o retorno da angina do peito, a realização de novos procedimentos de revascularização e a re-internação hospitalar. Os stents farmacológicos lograram êxito sólido e consistente na conquista deste objetivo de forma abrangente, beneficiando todas as apresentações clínicas e angiográficas, em maior ou menor grau. Sua adoção e critérios para sua utilização em outros países são discutidos, assim como a formalização das indicações preconizadas pela Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista, para o seu reembolso pelo SUS. A incorporação de novas tecnologias em saúde é um processo que compreende duas etapas distintas: na primeira, o registro do produto é efetivado na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Nesta etapa, a empresa interessada submete ao nosso órgão regulatório os resultados dos estudos clínicos que demonstram a eficácia e segurança do novo produto, seja ele um fármaco ou um novo dispositivo. Freqüentemente, além dos estudos clínicos, também são apresentados os registros de aprovação para uso clínico obtido nas agências regulatórias de outros países, principalmente dos Estados Unidos da América e da Comunidade Européia. O cumprimento bem sucedido desta etapa significa que o medicamento ou o dispositivo pode ser prescrito ou utilizado pelos médicos no Brasil. A segunda etapa da incorporação de novas tecnologias em saúde envolve o reembolso ou o financiamento do tratamento aprovado na etapa anterior, com base na sua eficácia e segurança. Esta etapa pode ser mais complexa do que a primeira, pois as novas tecnologias, sejam elas de substituição ou de introdução de novas modalidades de tratamento, são habitualmente de custo mais elevado. Incorporar novas tecnologias exige a avaliação de custo efetividade, para permitir que os gestores dos recursos possam tomar decisões que atendam ao cenário universal de recursos limitados, para financiar a saúde com tratamentos cada vez mais onerosos. As dificuldades de gestão dos recursos são agravadas pelas implicações de ética médica e social, que ocorrem quando um tratamento aprovado com base na sua eficácia e segurança não é disponibilizado para pacientes com grande potencial de benefício. No Brasil, a avaliação da incorporação de novas tecnologias, visando a seu reembolso ou financiamento, ainda não está devidamente amadurecida, seja no Sistema Único de Saúde (SUS) ou no privado. A adoção destas tecnologias, nos dois sistemas, ainda ocorre lentamente e, freqüentemente, como reação à exigência dos pacientes ou de organizações que os representam, às vezes com ações judiciais, ou por pressão política dos médicos e de suas respectivas sociedades científicas. Nosso objetivo é revisar a evolução da intervenção coronariana percutânea (ICP) no Brasil, sua situação atual com o advento dos stents farmacológicos, e a crescente participação destes como modalidade de revascularização miocárdica de pacientes portadores de doença arterial coronariana, assim como comparar as normas regulatórias brasileiras e de outros paises, em relação à incorporação desta nova tecnologia, e as recomendações para sua utilização.

  • Angioplastia
  • cirurgia de revascularização
  • Reestenose
  • Stents
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
21/11/2006 DOI: 10.1590/S0066-782X2006001700037 Visualizações 1
Análise comparativa da hiperplasia intimal após o implante de stents com e sem sirolimus em artérias coronárias de pequeno calibre
ABC
Artigo Original

Análise comparativa da hiperplasia intimal após o implante de stents com e sem sirolimus em artérias coronárias de pequeno calibre

Fernando Stuchi Devito et al. Amanda G. M. R. Sousa Fausto Feres Alexandre Antonio Cunha Abizaid … Rodolfo Staico Luis Alberto Piva Mattos Luis Fernando Leite Tanajura Andréa C. L. S. Abizaid Áurea Jacob Chaves J. Eduardo M. R. Sousa

OBJETIVO: Avaliar a redução do volume de hiperplasia intimal após angioplastia com stents com sirolimus (Cypher®) comparados com os stents não-recobertos de estrutura metálica fina (Pixel®) em pacientes com vasos pequenos. MÉTODOS: Oitenta pacientes com doença arterial coronariana foram prospectivamente incluídos em duas séries consecutivas de tratamento, sendo a primeira empregando stents com sirolimus (50) e a segunda stents não-recobertos de estrutura metálica fina (30). RESULTADOS: Os resultados foram: menor porcentual de obstrução da prótese através do ultra-som intracoronário [5,0% (EP = 0,77) x 39,0% (EP = 4,72), p < 0,001], menor perda tardia intra-stent [0,25 mm (EP = 0,03) x 1,11 mm (EP = 0,13), p < 0,001] e no segmento do vaso [0,30 mm (EP = 0,04) x 0,83 mm (EP = 0,11), p < 0,001], e também menor reestenose intra-stent (0% x 33,3%, p < 0,001) e no segmento do vaso (4% x 36,7%, p < 0,001) com os stents com sirolimus. A sobrevivência livre de eventos foi de 96% com os stents com sirolimus x 86,7% com os stents não-recobertos (p = 0,190). CONCLUSÃO: Os pacientes com vasos de pequeno calibre após o implante de stents com sirolimus evoluem com menor hiperplasia intimal (menor porcentual de obstrução intra-stent e menor perda tardia) do que quando são utilizados stents não-recobertos de estrutura metálica fina. Isto resultou em redução significativa da reestenose angiográfica aos oito meses de evolução.

  • Reestenose
  • stent
  • vaso pequeno
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
25/04/2006 DOI: 10.1590/S0066-782X2006000400006
ABC
Artigo Original

Implante de stent eluído com batimastat para o tratamento da doença arterial coronariana: resultados do estudo piloto brasileiro

Cristiana Marques de Araujo et al. Gustavo Adolfo B. Rando Maria Fernanda Z. Mauro Salvador A. B. Cristóvão … Isaac S. Moscoso Sanchez Adnan Ali Salman João B. de Oliveira Neto José Armando Mangione

OBJETIVO: Os excelentes resultados obtidos com os stents eluídos com sirolimus (rapamicina) na prevenção da reestenose motivaram a avaliação de outras substâncias que também apresentassem esta propriedade. O batimastat é um bloqueador de alta eficácia da enzima metaloproteinase, com potencial para reduzir a degradação da matriz extracelular e inibir a migração das células musculares lisas, com conseqüente capacidade de controlar a reestenose coronariana. MÉTODOS: De outubro/2001 a abril/2002, foram selecionados prospectivamente, 34 pacientes com lesões “de novo”, em artéria coronária nativa, >50% e < 100%, passíveis de tratamento com stents de 3 a 4 mm de diâmetro e de 18 mm de comprimento. O desfecho primário do estudo foi verificar a ocorrência de eventos cardiovasculares maiores (morte de origem cardíaca, infarto agudo do miocárdio e necessidade de revascularização do vaso alvo) aos 30 dias e aos 4 meses e o secundário avaliar a taxa de reestenose coronariana após 4 meses do implante e de trombose subaguda aos 30 dias. RESULTADOS: A taxa de sucesso do procedimento foi de 97,1%. O desfecho primário ocorreu em 2,9% e 27,2% dos pacientes aos 30 dias e aos 4 meses respectivamente. A taxa de reestenose binária ao estudo angiográfico foi de 39,3%. Não houve episódio de trombose subaguda. A análise comparativa entre os grupos que apresentaram ou não reestenose não mostrou diferenças significativas entre ambos, exceto na perda luminal tardia, maior no G-I. CONCLUSÃO: Os stents eluídos com batimastat apresentaram bom perfil de segurança, entretanto, não se mostraram efetivos no controle da reestenose coronariana.

  • angioplastia coronariana
  • Reestenose
  • stent coronariano
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
19/08/2005 DOI: 10.1590/S0066-782X2005000300012 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Estudo prospectivo e randomizado de pacientes tratados com e sem stents revestidos com carbeto de silício amorfo para a prevenção da reestenose coronariana. Avaliação ultra-sonográfica

Luiz Fernando Leite Tanajura et al. J. Eduardo M. R. Sousa Amanda G. M. R. Sousa Alexandre Abizaid … João Eduardo T. Paula Mariano Albertal Fausto Feres Luiz Alberto P. Mattos Rodolfo Staico Ibraim M.F. Pinto

OBJETIVO: A reestenose intra-stent é a maior limitação das intervenções coronárias percutâneas. O carbeto de silício amorfo (SiC-a), substância antitrombótica e antiinflamatória capaz de reduzir a deposição de fibrina, plaquetas e leucócitos sobre o stent, apresenta potencial de prevenir a hiperplasia neo-intimal e a reestenose. MÉTODOS: Estudo prospectivo, randomizado e tipo rótulo aberto comparando pacientes com doença coronariana tratados com e sem stents revestidos com o SiC-a, utilizando a angiografia quantitativa e o ultra-som intracoronário. Foram incluídos 100 pacientes (50 em cada grupo) a fim de mensurar o volume de hiperplasia neo-intimal intra-stent/extremidades. Como os stents comparados apresentavam extensões diferentes, o volume de hiperplasia foi analisado em valores absolutos (por paciente) e relativos (por milímetro de extensão do stent). Avaliaram-se ainda os eventos cardíacos maiores e os resultados da angiografia quantitativa. RESULTADOS: Os grupos apresentaram características de base semelhantes. Todos os pacientes foram tratados com sucesso. No 6° mês de evolução foram reestudados 94% dos casos dos dois grupos, obtendo-se ultra-som em 92%. O volume de hiperplasia neo-intimal absoluto foi significativamente maior nos tratados com os stents revestidos (51.2 DP 18.8 mm³ vs 41.9 DP 16.4 mm³; p=0.014), porém o relativo foi semelhante (2.9 DP 1.0 mm³/mm stent vs 2.5 DP 0.9 mm³/mm stent; p=0.108). A obstrução volumétrica da luz também foi similar (36.4 DP 11.1% vs 37.9 DP 10.9%; p=0.505). O diâmetro mínimo da luz (1.9 DP 0.7 mm vs 1.8 DO 0.6 mm; p=0.552), a reestenose (19.1% vs 17%; p>0.999) e a revascularização do vaso-alvo (16% vs 14%; p>0.999) não diferiram. CONCLUSÃO: Os stents revestidos apresentaram resultados clínicos, angiográficos e ultra-sonográficos similares aos controles.

  • angioplastia coronária
  • Doença arterial coronária
  • Reestenose
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
13/12/2004 DOI: 10.1590/S0066-782X2004001900011 Visualizações 1

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Sastry S, Morice M. Os stents farmacológicos são seguros e eficazes em longo prazo?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2011;95(5):663-70.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Sastry, Sanjay; Morice, Marie-Claude. Os stents farmacológicos são seguros e eficazes em longo prazo?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 95, n. 5, p. 663-670, abr. 2011.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Sastry, S., & Morice, M. (2011). Os stents farmacológicos são seguros e eficazes em longo prazo?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 95(5), 663-670.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Sastry, Sanjay and Morice, Marie-Claude. Os stents farmacológicos são seguros e eficazes em longo prazo?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2011, vol. 95, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 663-670. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/os-stents-farmacologicos-sao-seguros-e-eficazes-em-longo-prazo/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Cadore MP, Abelin HP, Santos RB, Caramori PRA. Reestenose tardia associada à fratura de stent Cypher. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;93(5):e72-4.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Cadore, Michel Pereira; Abelin, Henrique Pereira; Santos, Romualdo Bolzani dos; Caramori, Paulo Ricardo Avancini. Reestenose tardia associada à fratura de stent Cypher. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 93, n. 5, p. e72-e74, jan. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Cadore, M. P., Abelin, H. P., Santos, R. B. , & Caramori, P. R. A. (2010). Reestenose tardia associada à fratura de stent Cypher. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 93(5), e72-e74.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Cadore, Michel Pereira and Abelin, Henrique Pereira and Santos, Romualdo Bolzani dos and Caramori, Paulo Ricardo Avancini. Reestenose tardia associada à fratura de stent Cypher. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 93, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. e72-e74. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/reestenose-tardia-associada-a-fratura-de-stent-cypher/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Knopfholz J, Précoma DB, Brofman PRS, Bier GE, Silva RFKC, Silva APK, Lemos AC, et al. Efeito da L-arginina na neoproliferação intimal e no remodelamento arterial após lesão por balão, em ilíacas de coelhos hipercolesterolêmicos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2006;87(4):520-4.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Knopfholz, José; Précoma, Dalton B.; Brofman, Paulo Roberto S.; Bier, Gabriela Elisete; Silva, Ruy Fernando Kuenzer C. da; Silva, Anna Paula Kuchnir; Lemos, Ana Carolina; Silva, Priscila de Oliveira; Moraes, Jacqueline Dompsin de. Efeito da L-arginina na neoproliferação intimal e no remodelamento arterial após lesão por balão, em ilíacas de coelhos hipercolesterolêmicos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 87, n. 4, p. 520-524, nov. 2006.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Knopfholz, J., Précoma, D. B., Brofman, P. R. S., Bier, G. E., Silva, R. F. K. C. , Silva, A. P. K., Lemos, A. C., Silva, P. O., & Moraes, J. D. (2006). Efeito da L-arginina na neoproliferação intimal e no remodelamento arterial após lesão por balão, em ilíacas de coelhos hipercolesterolêmicos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 87(4), 520-524.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Knopfholz, José and Précoma, Dalton B. and Brofman, Paulo Roberto S. and Bier, Gabriela Elisete and Silva, Ruy Fernando Kuenzer C. da and Silva, Anna Paula Kuchnir and Lemos, Ana Carolina and Silva, Priscila de Oliveira and Moraes, Jacqueline Dompsin de. Efeito da L-arginina na neoproliferação intimal e no remodelamento arterial após lesão por balão, em ilíacas de coelhos hipercolesterolêmicos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2006, vol. 87, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 520-524. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/efeito-da-l-arginina-na-neoproliferacao-intimal-e-no-remodelamento-arterial-apos-lesao-por-balao-em-iliacas-de-coelhos-hipercolesterolemicos/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Lima VC, Mattos LAP, Caramori PRA, Perin MA, Mangione JA, Machado BM, Coelho WMC, et al. Consenso de especialistas (SBC/SBHCI) sobre o uso de stents farmacológicos: recomendações da sociedade brasileira de cardiologia/sociedade brasileira de hemodinâmica e cardiologia intervencionista ao sistema único de saúde. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2006;87(4):e162-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Lima, Valter C.; Mattos, Luiz Alberto P.; Caramori, Paulo R. A.; Perin, Marco A.; Mangione, José A.; Machado, Bruno M.; Coelho, Wilson M. C.; Bueno, Ronaldo R. L.. Consenso de especialistas (SBC/SBHCI) sobre o uso de stents farmacológicos: recomendações da sociedade brasileira de cardiologia/sociedade brasileira de hemodinâmica e cardiologia intervencionista ao sistema único de saúde. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 87, n. 4, p. e162-e167, nov. 2006.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Lima, V. C., Mattos, L. A. P., Caramori, P. R. A., Perin, M. A., Mangione, J. A., Machado, B. M., Coelho, W. M. C., & Bueno, R. R. L. (2006). Consenso de especialistas (SBC/SBHCI) sobre o uso de stents farmacológicos: recomendações da sociedade brasileira de cardiologia/sociedade brasileira de hemodinâmica e cardiologia intervencionista ao sistema único de saúde. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 87(4), e162-e167.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Lima, Valter C. and Mattos, Luiz Alberto P. and Caramori, Paulo R. A. and Perin, Marco A. and Mangione, José A. and Machado, Bruno M. and Coelho, Wilson M. C. and Bueno, Ronaldo R. L.. Consenso de especialistas (SBC/SBHCI) sobre o uso de stents farmacológicos: recomendações da sociedade brasileira de cardiologia/sociedade brasileira de hemodinâmica e cardiologia intervencionista ao sistema único de saúde. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2006, vol. 87, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. e162-e167. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/consenso-de-especialistas-sbc-sbhci-sobre-o-uso-de-stents-farmacologicos-recomendacoes-da-sociedade-brasileira-de-cardiologia-sociedade-brasileira-de-hemodinamica-e-cardiologia-intervencionista-ao/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Devito FS, Sousa AGMR, Feres F, Abizaid AAC, Staico R, Mattos LAP, Tanajura LFL, et al. Análise comparativa da hiperplasia intimal após o implante de stents com e sem sirolimus em artérias coronárias de pequeno calibre. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2006;86(4):268-75.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Devito, Fernando Stuchi; Sousa, Amanda G. M. R.; Feres, Fausto; Abizaid, Alexandre Antonio Cunha; Staico, Rodolfo; Mattos, Luis Alberto Piva; Tanajura, Luis Fernando Leite; Abizaid, Andréa C. L. S.; Chaves, Áurea Jacob; Sousa, J. Eduardo M. R.. Análise comparativa da hiperplasia intimal após o implante de stents com e sem sirolimus em artérias coronárias de pequeno calibre. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 86, n. 4, p. 268-275, abr. 2006.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Devito, F. S., Sousa, A. G. M. R., Feres, F., Abizaid, A. A. C., Staico, R., Mattos, L. A. P., Tanajura, L. F. L., Abizaid, A. C. L. S., Chaves, J., & Sousa, J. E. M. R. (2006). Análise comparativa da hiperplasia intimal após o implante de stents com e sem sirolimus em artérias coronárias de pequeno calibre. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 86(4), 268-275.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Devito, Fernando Stuchi and Sousa, Amanda G. M. R. and Feres, Fausto and Abizaid, Alexandre Antonio Cunha and Staico, Rodolfo and Mattos, Luis Alberto Piva and Tanajura, Luis Fernando Leite and Abizaid, Andréa C. L. S. and Chaves, Áurea Jacob and Sousa, J. Eduardo M. R.. Análise comparativa da hiperplasia intimal após o implante de stents com e sem sirolimus em artérias coronárias de pequeno calibre. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2006, vol. 86, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 268-275. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/analise-comparativa-da-hiperplasia-intimal-apos-o-implante-de-stents-com-e-sem-sirolimus-em-arterias-coronarias-de-pequeno-calibre/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Araujo CM, Rando GAB, Mauro MFZ, Cristóvão SAB, Sanchez ISM, Salman AA, Oliveira Neto JB, et al. Implante de stent eluído com batimastat para o tratamento da doença arterial coronariana: resultados do estudo piloto brasileiro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2005;84(3):256-60.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Araujo, Cristiana Marques de; Rando, Gustavo Adolfo B.; Mauro, Maria Fernanda Z.; Cristóvão, Salvador A. B.; Sanchez, Isaac S. Moscoso; Salman, Adnan Ali; Oliveira Neto, João B. de; Mangione, José Armando. Implante de stent eluído com batimastat para o tratamento da doença arterial coronariana: resultados do estudo piloto brasileiro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 84, n. 3, p. 256-260, ago. 2005.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Araujo, C. M. , Rando, G. A. B., Mauro, M. F. Z., Cristóvão, S. A. B., Sanchez, I. S. M., Salman, A. A., Oliveira Neto, J. B. , & Mangione, J. A. (2005). Implante de stent eluído com batimastat para o tratamento da doença arterial coronariana: resultados do estudo piloto brasileiro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 84(3), 256-260.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Araujo, Cristiana Marques de and Rando, Gustavo Adolfo B. and Mauro, Maria Fernanda Z. and Cristóvão, Salvador A. B. and Sanchez, Isaac S. Moscoso and Salman, Adnan Ali and Oliveira Neto, João B. de and Mangione, José Armando. Implante de stent eluído com batimastat para o tratamento da doença arterial coronariana: resultados do estudo piloto brasileiro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2005, vol. 84, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 256-260. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/implante-de-stent-eluido-com-batimastat-para-o-tratamento-da-doenca-arterial-coronariana-resultados-do-estudo-piloto-brasileiro/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Tanajura LFL, Sousa JEMR, Sousa AGMR, Abizaid A, Paula JET, Albertal M, Feres F, et al. Estudo prospectivo e randomizado de pacientes tratados com e sem stents revestidos com carbeto de silício amorfo para a prevenção da reestenose coronariana. Avaliação ultra-sonográfica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2004;83(spe):59-63.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Tanajura, Luiz Fernando Leite; Sousa, J. Eduardo M. R.; Sousa, Amanda G. M. R.; Abizaid, Alexandre; Paula, João Eduardo T.; Albertal, Mariano; Feres, Fausto; Mattos, Luiz Alberto P.; Staico, Rodolfo; Pinto, Ibraim M.F.. Estudo prospectivo e randomizado de pacientes tratados com e sem stents revestidos com carbeto de silício amorfo para a prevenção da reestenose coronariana. Avaliação ultra-sonográfica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 83, n. spe, p. 59-63, dez. 2004.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Tanajura, L. F. L., Sousa, J. E. M. R., Sousa, A. G. M. R., Abizaid, A., Paula, J. E. T., Albertal, M., Feres, F., Mattos, L. A. P., Staico, R., & Pinto, I. M. (2004). Estudo prospectivo e randomizado de pacientes tratados com e sem stents revestidos com carbeto de silício amorfo para a prevenção da reestenose coronariana. Avaliação ultra-sonográfica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 83(spe), 59-63.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Tanajura, Luiz Fernando Leite and Sousa, J. Eduardo M. R. and Sousa, Amanda G. M. R. and Abizaid, Alexandre and Paula, João Eduardo T. and Albertal, Mariano and Feres, Fausto and Mattos, Luiz Alberto P. and Staico, Rodolfo and Pinto, Ibraim M.F.. Estudo prospectivo e randomizado de pacientes tratados com e sem stents revestidos com carbeto de silício amorfo para a prevenção da reestenose coronariana. Avaliação ultra-sonográfica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2004, vol. 83, n. spe, [citado 2026-10-14], pp. 59-63. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/estudo-prospectivo-e-randomizado-de-pacientes-tratados-com-e-sem-stents-revestidos-com-carbeto-de-silicio-amorfo-para-a-prevencao-da-reestenose-coronariana-avaliacao-ultra-sonografica/>. ISSN 0066-782X

  • Sobre a Família ABC
  • Regimento Interno
  • Conselho Editorial
  • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)

Edições

Diretrizes da SBC

  • Vídeos
  • Podcasts
  • Notícias