Família ABC Arquivos Brasileiros de Cardiologia International Journal of Cardiovascular Sciences ABC Heart Failure & Cardiomyopathy ABC Imagem Cardiovascular
Português English
Família ABC
Português English
  • Sobre
    • Sobre a Família ABC
    • Regimento Interno
    • Conselho Editorial
    • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)
  • Edições
  • Diretrizes da SBC
  • Conteúdos
    • Vídeos
    • Podcasts
    • Notícias
  • Sobre
    • Sobre a Família ABC
    • Regimento Interno
    • Conselho Editorial
    • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)
  • Edições
  • Diretrizes da SBC
  • Conteúdos
    • Vídeos
    • Podcasts
    • Notícias

Família ABC

  • Família ABC
  • Arquivos Brasileiros de Cardiologia
  • International Journal of Cardiovascular Sciences
  • ABC Heart Failure & Cardiomyopathy
  • ABC Imagem Cardiovascular
Buscar em

Nenhum conteúdo encontrado.

Revistas
Ordenação
Tipos de artigo
Outros

  1. Início
  2. Palavra-chave: Acidente Vascular Cerebral (AVC)
Figura 1
ABC
Review Article

Avaliação do Risco-Benefício da Revascularização Carotídea

Pedro Piccaro de Oliveira et al. José Luiz da Costa Vieira Raphael Boesche Guimarães Eduardo Dytz Almeida … Simone Louise Savaris Vera Lucia Portal

Resumo

A doença aterosclerótica carotídea grave é responsável por 14% de todos os acidentes vasculares cerebrais (AVC), que refletem em uma alta taxa de morbimortalidade. Nos últimos anos, os avanços no tratamento clínico das doenças cardiovasculares geraram um decréscimo importante na mortalidade por estas causas.

Revisar principais estudos que dizem respeito à revascularização carotídea avaliando a relação entre risco e beneficio deste procedimento.

Os dados encontrados indicam que o procedimento só deve ser realizado se houver um risco periprocedimento menor que 6% em pacientes sintomáticos para que haja beneficio líquido na intervenção carotídea. O tratamento clínico reduziu significativamente o benefício líquido da revascularização na prevenção de AVC em pacientes assintomáticos. Registros que refletem a prática diária demonstram que a angioplastia carotídea esta associada a um risco periprocedimento mais elevado. O volume anual de procedimentos por operador e a idade dos pacientes têm uma importante influência nas taxas de AVC e morte pós angioplastia. Pacientes sintomáticos têm uma maior incidência de AVC e morte após procedimento. A revascularização tem o maior benefício nas primeiras semanas do evento.

Existem discrepâncias na literatura científica com relação à revascularização carotídea e/ou tratamento clínico, tanto na prevenção primária quanto secundária de pacientes com lesão carotídea. A identificação do paciente que realmente será beneficiado é um processo dinâmico sujeito a constante revisão.

  • Acidente Vascular Cerebral (AVC)
  • Aterosclerose
  • Doenças das Artérias Carótidas
  • Endarterectomia das Carótidas
  • Indicadores de Morbimortalidade
  • Medição de Risco
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
01/10/2018 DOI: 10.5935/abc.20180208 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Artigo Original

AVC Isquêmico Agudo Criptogênico: Avaliação do Desempenho de um Novo Sistema de Monitorização Contínua e Prolongada, via Telefonia Celular, na Detecção de Fibrilação Atrial

Rogerio Ferreira Sampaio et al. Isabel Cristina Gomes Eduardo Back Sternick

Resumo

Fundamentos:

Monitorização prolongada permite maior detecção de fibrilação atrial (FA) em pacientes com acidente vascular cerebral (AVC) isquêmico criptogênico. Não há consenso sobre a duração ideal da monitorização ou o valor prognóstico da FA de curta duração.

Objetivos:

Avaliar o desempenho de um novo sistema de monitorização ambulatorial (PoIP) com transmissão por telefonia celular, comparado ao Holter 24 horas, e a ocorrência de arritmias comparando pacientes com e sem AVC ou ataque isquêmico transitório (AIT).

Métodos:

Pacientes consecutivos com e sem AVC/AIT, sem FA, foram pareados pelo escore de propensão. Foi utilizado Holter 24 horas e o PoIP por 7 dias.

Resultados:

Selecionamos 52 de 84 pacientes (26 com AVC/AIT agudo e 26 controles). O tempo de conexão foi de 156,5 ± 22,5 horas e o de gravação no servidor foi de 148,8 ± 20,8 horas, com perdas de 6,8 e 11,4%, respectivamente. Houve maior tempo de conexão nos pacientes ambulatoriais (164,3 ± 15,8 h) que nos hospitalizados (148,8 ± 25,6h) (p = 0,02) com tempo de gravação semelhante (153,7 ± 16,9 e 143 ± 23,3 h). Detectamos FA pelo Holter em 1 paciente com AVC e pela monitorização prolongada em 7 (1 controle e 6 AVC). Não houve diferença na incidência de outras arritmias entre os grupos.

Conclusões:

Holter e PoIP tiveram desempenho equivalente nas primeiras 24 horas. O menor tempo de monitorização nos pacientes hospitalizados ocorreu por sinal de baixa intensidade. Perda de dados (4,5%) ocorreu por discrepância entre protocolos de transmissão (2,5G) e recepção pelas antenas (3G). A incidência de arritmias não diferiu entre os grupos AVC/AIT e controle.

  • Acidente Vascular Cerebral (AVC)
  • Ataque Isquêmico Transitório
  • Eletrocardiografia Ambulatorial
  • Fibrilação Atrial
  • Telefone Celular
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
02/07/2018 DOI: 10.5935/abc.20180112 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Mortalidade por Doenças Cardiovasculares em Mulheres e Homens nas cinco Regiões do Brasil, 1980-2012

Antonio de Padua Mansur et al. Desidério Favarato

Resumo

Fundamento:

Estudos mostraram diferentes mortalidades por doenças cardiovasculares (DCV), doença isquêmica do coração (DIC) e doenças cerebrovasculares (DCbV) nas cinco regiões do Brasil. Particularidades socioeconômicas entre as cinco regiões são frequentemente usadas para justificar diferenças na mortalidade por essas doenças. Estudos também mostraram redução das diferenças entre as taxas de mortalidade das cinco regiões do Brasil.

Objetivo:

Atualizar os dados de mortalidade por DCV em mulheres e homens nas cinco regiões do país.

Métodos:

Os dados populacionais e de mortalidade foram obtidos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e do Ministério da Saúde. O risco de morte foi ajustado pelo método da padronização direta, tendo como referência a população mundial em 2000. Foram analisadas as tendências da mortalidade por DCV, DIC e DCbV em mulheres e homens com ≥ 30 anos de idade nas cinco regiões do Brasil no período de 1980-2012.

Resultados:

Observou-se na mortalidade: 1) por DCV: redução nas regiões Norte, Centro-Oeste, Sul e Sudeste; aumento na região Nordeste; 2) por DIC: redução nas regiões Sudeste e Sul; aumento na região Nordeste; e inalterada nas regiões Norte e Centro-Oeste; 3) por DCbV: redução nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste; aumento na região Nordeste; e inalterada na região Norte. Observou-se também convergência das tendências da mortalidade por DCV, DIC e DCbV nas cinco regiões.

Conclusão:

As regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste tiveram as maiores taxas de mortalidade por DCV comparadas às regiões Sudeste e Sul. (Arq Bras Cardiol. 2016; [online].ahead print, PP.0-0)

  • Acidente Vascular Cerebral (AVC)
  • Brasil
  • doença isquêmica do coração
  • Doenças Cardiovasculares
  • Epidemiologia
  • Mortalidade
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
18/07/2016 DOI: 10.5935/abc.20160102 Visualizações 1

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Oliveira PP, Vieira JLC, Guimarães RB, Almeida ED, Savaris SL, Portal VL. Avaliação do Risco-Benefício da Revascularização Carotídea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;111(4):618-25.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Oliveira, Pedro Piccaro de; Vieira, José Luiz da Costa; Guimarães, Raphael Boesche; Almeida, Eduardo Dytz; Savaris, Simone Louise; Portal, Vera Lucia. Avaliação do Risco-Benefício da Revascularização Carotídea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 111, n. 4, p. 618-625, set. 2018.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Oliveira, P. P. , Vieira, J. L. C., Guimarães, R. B., Almeida, E. D., Savaris, S. L., & Portal, V. L. (2018). Avaliação do Risco-Benefício da Revascularização Carotídea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 111(4), 618-625.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Oliveira, Pedro Piccaro de and Vieira, José Luiz da Costa and Guimarães, Raphael Boesche and Almeida, Eduardo Dytz and Savaris, Simone Louise and Portal, Vera Lucia. Avaliação do Risco-Benefício da Revascularização Carotídea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 111, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 618-625. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/avaliacao-do-risco-beneficio-da-revascularizacao-carotidea/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Sampaio RF, Gomes IC, Sternick EB. AVC Isquêmico Agudo Criptogênico: Avaliação do Desempenho de um Novo Sistema de Monitorização Contínua e Prolongada, via Telefonia Celular, na Detecção de Fibrilação Atrial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;111(2):122-31.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Sampaio, Rogerio Ferreira; Gomes, Isabel Cristina; Sternick, Eduardo Back. AVC Isquêmico Agudo Criptogênico: Avaliação do Desempenho de um Novo Sistema de Monitorização Contínua e Prolongada, via Telefonia Celular, na Detecção de Fibrilação Atrial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 111, n. 2, p. 122-131, jul. 2018.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Sampaio, R. F., Gomes, I. C., & Sternick, E. B. (2018). AVC Isquêmico Agudo Criptogênico: Avaliação do Desempenho de um Novo Sistema de Monitorização Contínua e Prolongada, via Telefonia Celular, na Detecção de Fibrilação Atrial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 111(2), 122-131.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Sampaio, Rogerio Ferreira and Gomes, Isabel Cristina and Sternick, Eduardo Back. AVC Isquêmico Agudo Criptogênico: Avaliação do Desempenho de um Novo Sistema de Monitorização Contínua e Prolongada, via Telefonia Celular, na Detecção de Fibrilação Atrial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 111, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 122-131. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/avc-isquemico-agudo-criptogenico-avaliacao-do-desempenho-de-um-novo-sistema-de-monitorizacao-continua-e-prolongada-via-telefonia-celular-na-deteccao-de-fibrilacao-atrial/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Mansur AP, Favarato D. Mortalidade por Doenças Cardiovasculares em Mulheres e Homens nas cinco Regiões do Brasil, 1980-2012. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2016;107(2):137-46.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Mansur, Antonio de Padua; Favarato, Desidério. Mortalidade por Doenças Cardiovasculares em Mulheres e Homens nas cinco Regiões do Brasil, 1980-2012. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 107, n. 2, p. 137-146, jul. 2016.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Mansur, A. P., & Favarato, D. (2016). Mortalidade por Doenças Cardiovasculares em Mulheres e Homens nas cinco Regiões do Brasil, 1980-2012. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 107(2), 137-146.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Mansur, Antonio de Padua and Favarato, Desidério. Mortalidade por Doenças Cardiovasculares em Mulheres e Homens nas cinco Regiões do Brasil, 1980-2012. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2016, vol. 107, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 137-146. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/mortalidade-por-doencas-cardiovasculares-em-mulheres-e-homens-nas-cinco-regioes-do-brasil-1980-2012/>. ISSN 0066-782X

  • Sobre a Família ABC
  • Regimento Interno
  • Conselho Editorial
  • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)

Edições

Diretrizes da SBC

  • Vídeos
  • Podcasts
  • Notícias