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  2. Palavra-chave: strain longitudinal
ABC
Editorial

Precisamos de Novos Parâmetros Ecocardiográficos para Transplantados sem Rejeição?

Alberto Rodolpho Hüning et al. Vitor Emer Egypto Rosa

Introdução

O transplante cardíaco representa a principal modalidade terapêutica para pacientes com insuficiência cardíaca terminal que não respondem ao manejo médico e cirúrgico maximizado. O Brasil possui um dos mais extensos sistemas de saúde pública para transplante de órgãos do mundo, com quase todos os procedimentos realizados no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Contudo, ainda faltam estudos que validem parâmetros ecocardiográficos normais nesta população, e este foi o tema do estudo realizado por Dall’Orto et al.

[…]

  • Ecocardiograma
  • strain longitudinal
  • Transplante Cardíaco
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23/09/2024 DOI: 10.36660/abc.20240452 Visualizações 1
ABCIC
Original Article

Avaliação Ecocardiográfica das Alterações Cardíacas Tardias Provocadas pela Febre Chikungunya

José Maria Del Castillo et al. Gabriela Marques Pereira de Alencar Marcus Vinicius Dantas da Nóbrega Carlos Mazzarollo … Jonny Vitor Diniz Eugenio Soares de Albuquerque Antônia Dulcineide Medeiros Sena Carlos Antônio da Mota Silveira Oscar Francisco Sanchez Osella

Resumo

Fundamento

A febre Chicungunya (CHIKV) provoca dores articulares altamente debilitantes. As complicações são raras, podendo afetar o sistema cardiovascular.

Objetivo

Avaliar, com ecocardiografia e strain bidimensional, as alterações cardiovasculares na fase crônica da infecção por CHIKV.

Métodos

Foram estudados 32 pacientes, média etária de 56 ± 14 anos, divididos em Grupo A, com evolução < 12 meses (12 pacientes) e Grupo B, com evolução ≥12 meses (20 pacientes). Foram determinadas as dimensões cardíacas, o volume diastólico final do ventrículo esquerdo indexado para superfície corporal; a fração de ejeção do ventrículo esquerdo, o strain longitudinal global do ventrículo esquerdo e o strain longitudinal do átrio esquerdo. Os grupos foram comparados pela análise não pareada. A significância de p foi < 0,05.

Resultados

A maioria dos pacientes do Grupo A apresentou hipocontratilidade difusa e diminuição da fração de ejeção do ventrículo esquerdo (45,5 ± 10,4%) com com volume diastólico do ventrículo esquerdo indexado normal (58,7 ± 24,9 mL/m²). A maioria dos pacientes do Grupo B apresentou hipocontratilidade difusa (fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 38,2 ± 6,4%) e volume diastólico do ventrículo esquerdo indexado aumentado (88,3 ± 26,4 mL/m²). Foram observadas alterações segmentares em 22% dos pacientes e hipertrofia ou remodelamento em 7 casos de cada Grupo.O strain longitudinal global estava diminuído (-11,9 ± 4,4% no Grupo A e -10,3 ± 3,8% no Grupo B). O strain longitudinal do átrio esquerdo foi de 37,9 ± 17,3% no Grupo A e de 27,5 ± 15,2% no Grupo B. Os pacientes com pericardite apresentavam dimensões e função do VE normais.

Conclusão

Entre as complicações cardíacas da febre Chicungunya, a hipocontratilidade difusa com ventrículo esquerdo de dimensões normais foi observada no primeiro ano da evolução crônica e a hipocontratilidade difusa com dilatação do ventrículo esquerdo na evolução mais tardia. Pacientes com espessamento pericárdico não evidenciaram alterações miocárdicas.A ecocardiografia é uma importante ferramenta diagnóstica para os pacientes com infecção por vírus Chicungunya, pois detecta e quantifica as alterações do sistema cardiovascular. (Arq Bras Cardiol: Imagem cardiovasc. 2018;31(3):183-190)

  • ecocardiografia
  • febre Chicungunya
  • strain longitudinal
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20/01/2022 DOI: 10.5935/2318-8219.20180027 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Strain Longitudinal Global é Preditor de Baixa Capacidade Funcional em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Sistólica

Rafael José Coelho Maia et al. Simone Cristina Soares Brandão Jéssica Leite Giordano Bruno Parente … Filipe Pinheiro Bruna Thays Santana Araújo Maria Inês Remígio Aguiar Sílvia Marinho Martins Daniella Cunha Brandão Armele Dornelas de Andrade

Resumo

Fundamento:

O strain longitudinal global (SLG) é capaz de predizer a capacidade funcional dos pacientes com insuficiência cardíaca (IC) e fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) preservada, e avaliar o prognóstico na IC com FEVE reduzida.

Objetivo:

Correlacionar o SLG com parâmetros do teste de exercício cardiopulmonar (TECP), e avaliar se o SLG seria capaz de predizer quais pacientes com IC sistólica deveriam ser encaminhados ao transplante cardíaco de acordo com os critérios do TECP.

Métodos:

Os pacientes com IC sistólica com FEVE <45%, classe funcional NYHA II e III, submeteram-se prospectivamente ao TECP e à ecocardiografia com análise do strain. A FEVE e o SLG foram correlacionados com as seguintes variáveis do TECP: maxVO2, inclinação de VE/VCO2, redução da frequência cardíaca durante o primeiro minuto de recuperação (RFC), e tempo necessário para a redução do maxVO2 em 50% após o exercício físico (T1/2VO2). Foi realizada análise da curva ROC do SLG em predizer um VO2 < 14 mL/kg/min e uma inclinação de VE/VCO2 > 35 (critérios para transplante cardíaco). O nível de significância adotado na análise estatística foi de p < 0,05.

Resultados:

Vinte e seis pacientes foram selecionados para o estudo (idade, 47±12 anos, 58% homens, FEVE média LVEF = 28 ± 8%). A FEVE correlacionou-se somente com o maxVO2 e o T1/2VO2. O SLG correlacionou-se com todas as variáveis do TECP (maxVO2: r = 0,671; p = 0,001; inclinação de VE/VCO2: r = -0,513; p = 0,007; RFC: r = 0,466; p = 0,016; e T1/2VO2: r = -0,696, p = 0,001). A área sob a curva ROC para o SLG para predizer os critérios para transplante cardíaco foi de 0,88 (sensibilidade 75%, especificidade 83%) para um ponto de corte de -5,7%, p = 0,03.

Conclusão:

O SLG apresentou associação significativa com todos os parâmetros funcionais do TECP. O SLG foi capaz de classificar os pacientes com IC segundo capacidade funcional e possivelmente pode identificar quais pacientes têm um prognóstico ruim e, portanto, se beneficiariam de um tratamento diferenciado, tal como o transplante cardíaco.

  • Anormalidade Torcional
  • Disfunção Ventricular Esquerda
  • Ecocardiografia Doppler/métodos
  • Insuficiência Cardíaca
  • strain longitudinal
  • Torção Mecânica
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18/07/2019 DOI: 10.5935/abc.20190119

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Hüning AR, Rosa VEE. Precisamos de Novos Parâmetros Ecocardiográficos para Transplantados sem Rejeição?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(8):e20240452.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Hüning, Alberto Rodolpho; Rosa, Vitor Emer Egypto. Precisamos de Novos Parâmetros Ecocardiográficos para Transplantados sem Rejeição?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 8, e20240452, set. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Hüning, A. R., & Rosa, V. E. E. (2024). Precisamos de Novos Parâmetros Ecocardiográficos para Transplantados sem Rejeição?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(8), e20240452.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Hüning, Alberto Rodolpho and Rosa, Vitor Emer Egypto. Precisamos de Novos Parâmetros Ecocardiográficos para Transplantados sem Rejeição?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 8, [citado 2026-10-14], e20240452. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/precisamos-de-novos-parametros-ecocardiograficos-para-transplantados-sem-rejeicao/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Castillo JMD, Alencar GMP, Nóbrega MVD, Mazzarollo C, Diniz JV, Albuquerque ES, Sena ADM, et al. Avaliação Ecocardiográfica das Alterações Cardíacas Tardias Provocadas pela Febre Chikungunya. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular 2022;31(3):183-90.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Castillo, José Maria Del; Alencar, Gabriela Marques Pereira de; Nóbrega, Marcus Vinicius Dantas da; Mazzarollo, Carlos; Diniz, Jonny Vitor; Albuquerque, Eugenio Soares de; Sena, Antônia Dulcineide Medeiros; Silveira, Carlos Antônio da Mota; Osella, Oscar Francisco Sanchez. Avaliação Ecocardiográfica das Alterações Cardíacas Tardias Provocadas pela Febre Chikungunya. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular, v. 31, n. 3, p. 183-190, jan. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Castillo, J. M. D., Alencar, G. M. P. , Nóbrega, M. V. D. , Mazzarollo, C., Diniz, J. V., Albuquerque, E. S. , Sena, A. D. M., Silveira, C. A. M., & Osella, O. F. S. (2022). Avaliação Ecocardiográfica das Alterações Cardíacas Tardias Provocadas pela Febre Chikungunya. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular, 31(3), 183-190.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Castillo, José Maria Del and Alencar, Gabriela Marques Pereira de and Nóbrega, Marcus Vinicius Dantas da and Mazzarollo, Carlos and Diniz, Jonny Vitor and Albuquerque, Eugenio Soares de and Sena, Antônia Dulcineide Medeiros and Silveira, Carlos Antônio da Mota and Osella, Oscar Francisco Sanchez. Avaliação Ecocardiográfica das Alterações Cardíacas Tardias Provocadas pela Febre Chikungunya. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular [online]. 2022, vol. 31, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 183-190. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/avaliacao-ecocardiografica-das-alteracoes-cardiacas-tardias-provocadas-pela-febre-chikungunya/>. ISSN 2318-8219

EndNote RIS

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Maia RJC, Brandão SCS, Leite J, Parente GB, Pinheiro F, Araújo BTS, Aguiar MIR, et al. Strain Longitudinal Global é Preditor de Baixa Capacidade Funcional em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Sistólica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;113(2):188-94.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Maia, Rafael José Coelho; Brandão, Simone Cristina Soares; Leite, Jéssica; Parente, Giordano Bruno; Pinheiro, Filipe; Araújo, Bruna Thays Santana; Aguiar, Maria Inês Remígio; Martins, Sílvia Marinho; Brandão, Daniella Cunha; Andrade, Armele Dornelas de. Strain Longitudinal Global é Preditor de Baixa Capacidade Funcional em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Sistólica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 113, n. 2, p. 188-194, jul. 2019.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Maia, R. J. C., Brandão, S. C. S., Leite, J., Parente, G. B., Pinheiro, F., Araújo, B. T. S., Aguiar, M. I. R., Martins, S. M., Brandão, D. C., & Andrade, A. D. (2019). Strain Longitudinal Global é Preditor de Baixa Capacidade Funcional em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Sistólica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 113(2), 188-194.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Maia, Rafael José Coelho and Brandão, Simone Cristina Soares and Leite, Jéssica and Parente, Giordano Bruno and Pinheiro, Filipe and Araújo, Bruna Thays Santana and Aguiar, Maria Inês Remígio and Martins, Sílvia Marinho and Brandão, Daniella Cunha and Andrade, Armele Dornelas de. Strain Longitudinal Global é Preditor de Baixa Capacidade Funcional em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Sistólica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 113, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 188-194. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/strain-longitudinal-global-e-preditor-de-baixa-capacidade-funcional-em-pacientes-com-insuficiencia-cardiaca-sistolica/>. ISSN 0066-782X

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