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  2. Palavra-chave: pós-menopausa
Figura 1
ABC
Artigo Original

Terapia Hormonal e Hipertensão em Mulheres na Pós-Menopausa: Resultados do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (ELSA-Brasil)

Luana Ferreira-Campos et al. Ligia Gabrielli Maria da Conceição Chagas Almeida Estela Maria Leão Aquino … Sheila Maria Alvim Matos Rosane Harter Griep Roque Aras

Resumo

Fundamento

A hipertensão arterial é considerada um importante fator de risco de morbidade e mortalidade cardiovascular em mulheres na pós-menopausa. Embora a terapia hormonal da menopausa (THM) seja um tratamento muito eficiente para sintomas vasomotores nesse período, a influência dessa terapia na pressão arterial ainda não está clara.

Objetivo

Avaliar a relação entre o uso de THM e a hipertensão em participantes do ELSA-Brasil.

Métodos

Um estudo transversal usando dados da linha de base da coorte ELSA-Brasil, com 2.138 mulheres que passaram por menopausa natural. Neste estudo, foi analisado a hipertensão, definida como pressão arterial ≥140/90 mmHg ou uso anterior de anti-hipertensivo, e o uso da THM, com participantes sendo classificadas em grupos daquelas que nunca usaram, que já usaram e que estavam em uso atual. As associações foram avaliadas usando-se um modelo de regressão logística multivariada com uma significância estatística definida em p<0,05.

Resultados

No total, 1.492 mulheres (69,8%) nunca tinham usado a THM, 457 (21,4%) tinham usado no passado, e 189 (8,8%) estavam em uso atual. O uso de THM foi mais comum em mulheres que tinham índice de massa corporal <25 kg/m2 e níveis de triglicérides <150 mg/dl, que eram fisicamente menos inativas, não fumantes e não diabéticas. As mulheres em uso atual da THM apresentaram menores chances de ter hipertensão (OR=0,59; IC 95%: 0,41-0,85), em comparação com as que nunca a usaram. Na maioria dos casos, a THM foi iniciada com idade até 59 anos, com menos de 10 anos de menopausa e o uso durou até cinco anos.

Conclusão

O uso atual da THM não esteve relacionado à hipertensão, especialmente em mulheres saudáveis e que tinham menos de 60 anos de idade.

  • Hipertensão
  • pós-menopausa
  • terapia de reposição hormonal
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13/05/2022 DOI: 10.36660/abc.20210218 Visualizações 3
IJCS
Artigo Original

Aterosclerose de Carótidas em Mulheres na Pré e Pós-Menopausa com Antecedentes de Hipertensão na Gestação: Estudo de Caso-Controle

Rafael Alessandro Ferreira Gomes et al. Isly Maria Lucena de Barros Moacir de Novaes Lima Ferreira Laura Olinda Bregieiro Fernandes Costa

Resumo

Fundamento:

A mortalidade por doença cardiovascular entre as mulheres permanece elevada. Estudos observacionais são controversos sobre a participação dos antecedentes de distúrbio hipertensivo gestacional no risco cardiovascular.

Objetivo:

Verificar a associação entre aterosclerose de carótidas em mulheres no climatério que tiveram hipertensão na gestação.

Métodos:

Estudo de caso-controle, sendo os casos compostos por mulheres com aterosclerose de carótida, definida como espessura íntima-média carotídea > 1 mm e/ou presença de placas de carótidas; os controles não apresentavam estas alterações. Adotou-se nível de significância de 95%.

Resultados:

Foram avaliadas 504 mulheres sem doença cardiovascular prévia, sendo 126 casos e 378 controles. Eram hipertensas 67% delas; 76% eram dislipidêmicas; e 16%, diabéticas. Cerca de 10% referiram antecedentes de hipertensão na gestação. As mulheres com aterosclerose de carótidas apresentaram valores maiores dos níveis de pressão arterial sistólica (134,18 mmHg vs. 128,59 mmHg; p = 0,008) e de LDL-colesterol (156,52 mg% vs. 139,97 mg%; p = 0,0005). Não foi encontrada diferença estatística em relação à presença de aterosclerose de carótidas e ao antecedente de hipertensão na gestação (OR 1,672; IC 95% 0,893-3,131).

Conclusão:

O antecedente de hipertensão na gestação não foi associado à aterosclerose subclínica de carótidas em mulheres na pré e pós-menopausa. No entanto, verificou-se a associação entre a aterosclerose de carótida e os fatores de risco clássicos, como pressão arterial sistólica elevada e altos níveis de LDL-colesterol.

  • Doenças das Artérias Carótidas / fisiopatologia
  • Estudos de Casos e Controles
  • Hipertensão Induzida pela Gravidez
  • Mulheres
  • pós-menopausa
  • Pré-Menopausa
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14/06/2018 DOI: 10.5935/2359-4802.20180033
Prevalência de isquemia miocárdica na cintilografia em mulheres nos períodos pré/pós-menopausa
ABC
Artigo Original

Prevalência de isquemia miocárdica na cintilografia em mulheres nos períodos pré/pós-menopausa

Daniel Augusto Message dos Santos et al. Wendy Yasdin Sierraalta Navarro Leonardo Machado Alexandre Priscila Feitosa Cestari Paola Emanuela Poggio Smanio

FUNDAMENTO: No período pós-menopausa, a presença dos fatores de risco para doença arterial coronária (DAC) aumentam. Entretanto, não é bem estabelecida a diferença de prevalência de isquemia miocárdica em mulheres pré/pós-menopausa com múltiplos fatores de risco para DAC. OBJETIVO: Comparar a prevalência de isquemia na cintilografia de perfusão miocárdica com sestamibi-99mTc (CPM) em mulheres nos períodos pré/pós-menopausa e avaliar se a menopausa pode ser considerada fator preditor de risco independente para isquemia em mulheres com múltiplos fatores de risco para DAC. MÉTODOS: Analisamos, retrospectivamente, 500 CPM de mulheres pré/pós-menopausa, com múltiplos fatores de risco cardiovascular. A análise estatística foi realizada por teste exato de Fisher e pelas análises univariada e multivariada, sendo considerado significativo o valor de p < 0,05. RESULTADOS: Do total, 55,9% das mulheres estavam no período pós-menopausa, 83,3% eram hipertensas, 28,9% diabéticas, 61,2% dislipidêmicas, 32,1% tabagistas, 25% obesas e 34,3% já apresentavam DAC conhecida. No grupo pós-menopausa, as mulheres eram mais hipertensas, diabéticas e dislipidêmicas, e tiveram menor capacidade funcional no teste ergométrico (p = < 0,005). Não houve diferença estatística significativa na presença de isquemia na CPM entre os grupos pré/pósmenopausa (p = 0,395). A única variável associada à isquemia na CPM foi a presença de DAC prévia (p = 0,004). CONCLUSÃO: Os resultados obtidos sugerem que, em mulheres com múltiplos fatores de risco para DAC, a menopausa não foi fator preditor independente de isquemia na CPM. Essas informações reforçam a ideia de que a investigação de isquemia pela CPM em mulheres com múltiplos fatores de risco para DAC talvez deva iniciar antes da menopausa.

  • Fatores de risco
  • Isquemia Miocárdica
  • Mulheres
  • pós-menopausa
  • Pré-Menopausa
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12/11/2013 DOI: 10.5935/abc.20130221
ABC
Artigo Original

Tratamento pós-menopausa reduz a atividade da catalase e atenua o risco cardiovascular

Vera S. Castanho et al. Rui Tsutomu Nakamura Aarão M. Pinto-Neto Eliana Cotta De Faria

FUNDAMENTO: A menopausa pode levar a alterações na saúde feminina, com mudanças no estado oxidativo de mulheres pós-menopausadas, para as quais são limitadas as informações relativas à influência da hormonioterapia (HT) sobre as atividades das enzimas antioxidantes. OBJETIVO: Avaliar a influência da HT sobre a atividade da catalase, concentrações de lipídeos e lipoproteínas, proteína de transferência de colesteril éster, substâncias reativas ao ácido tiobarbitúrico, nitratos, proteína C-reativa ultrassensível e espessura da carótida em mulheres pós-menopausadas. MÉTODOS: Foram alocadas 94 mulheres para um de quatro grupos com ou sem HT. O último grupo foi subdividido em mulheres sendo tratadas com estrógeno e outras com estrógeno mais progestágeno. Foram realizadas medidas de parâmetros bioquímicos plasmáticos e da espessura da íntima-média da carótida. RESULTADOS: A HT antagonizou a redução na atividade da catalase após a menopausa, mas não teve efeito sobre os níveis da proteína de transferência de colesteril éster, substâncias reativas ao ácido tiobarbitúrico, peróxido lipídico, nitrato e proteína C reativa ultrassensível, nem sobre a espessura da íntima-média da carótida. A análise multivariada mostrou que a HT baseada em estrógeno atenuou a relação entre os fatores de risco cardiovasculares e a espessura da íntima-média da carótida comum. CONCLUSÃO: Este estudo mostra que a HT em mulheres pós-menopausadas produz efeitos antioxidantes e antiateroscleróticos benéficos por melhorar as concentrações séricas de lipídios e lipoproteínas, aumentar a atividade da catalase sérica e atenuar a associação entre os fatores de risco cardiovasculares e a aterosclerose precoce.

  • catalase
  • Doenças Cardiovasculares
  • Fatores de risco
  • pós-menopausa
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30/10/2012 DOI: 10.1590/S0066-782X2012005000097 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Estradiol transdérmico e perfil lipídico: efeitos em um grupo específico de mulheres brasileiras pós-menopausadas

Daniel R. Callejon et al. Danyelle Romana. A. Rios Sílvio A. Franceschini Maria Regina T. Toloi

FUNDAMENTO: Em mulheres pós-menopausadas, mudanças significantes ocorrem, que podem induzir doenças cardiovasculares, tais como o perfil lipídico aterogênico devido a um aumento nos níveis de colesterol total e LDL, e uma diminuição nos níveis de HDL. A terapia de reposição hormonal (TRH) pode evitar essas mudanças no perfil lipídico. OBJETIVO: Determinar os efeitos da TRH constituída por estradiol transdérmico e acetato de medroxiprogesterona nos parâmetros bioquímicos e lipídicos de mulheres brasileiras pós-menopausadas. MÉTODOS: Este é um estudo prospectivo, longitudinal, aberto, no qual trinta mulheres pós-menopausadas receberam estradiol em gel transdérmico (1 mg/dia) de forma contínua, combinado com acetato de medroxiprogesterona (MPA) (5 mg/dia) por 12 dias/mês. Os seguintes parâmetros foram determinados: colesterol total, triglicérides, lipoproteína de alta densidade (HDL-colesterol), lipoproteína de baixa densidade (LDL-colesterol), lipoproteína de muito baixa densidade (VLDL-colesterol), glicose, aspartato aminotransferase (AST), alanina aminotransferase (ALT), gama-glutamil transferase (GGT) e hormônio folículo estimulante (FSH). RESULTADOS: Os parâmetros do perfil lipídico mostraram uma diminuição não-significante, enquanto os níveis de GGT e FSH apresentaram uma diminuição estatisticamente significante. CONCLUSÕES: O tratamento com estradiol em gel transdérmico não mostrou um impacto significante no perfil lipídico, de forma que não resultou em um efeito benéfico nos marcadores de doenças cardiovasculares, sugerindo que a dose, modo de administração e o tempo de tratamento foram importantes para esses resultados. Além disso, o tratamento com dose baixa e modo de administração transdérmico também demonstrou um significante efeito hepático nessa população. Dessa forma, esse tratamento pode fornecer efeitos interessantes sobre o perfil lipídico em mulheres brasileiras pós-menopausadas.

  • Doenças Cardiovasculares
  • Estradiol
  • lipídeos, hormônios
  • pós-menopausa
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05/05/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2009001200010
Efeito do estradiol sobre as respostas cardiopulmonar e metabólica em mulheres normotensas após a menopausa submetidas à cicloergoespirometria
ABC
Artigo Original

Efeito do estradiol sobre as respostas cardiopulmonar e metabólica em mulheres normotensas após a menopausa submetidas à cicloergoespirometria

Roberto Calvoso Júnior et al. José Mendes Aldrighi Carlos Eduardo Negrão Ivani Credidio Trombetta José Antonio F. Ramires

OBJETIVO: Avaliar pela cicloergoespirometria as respostas cardiopulmonar e metabólica, em 30 usuárias de estrogênio após a menopausa, durante exercício físico máximo, sendo que 25 completaram o estudo. MÉTODOS: Em estudo prospectivo, duplo-cego, randomizado, controlado por placebo foram avaliados dois grupos de mulheres: um, constituído por 14 mulheres (57,6±4,8 anos) após a menopausa, usuárias de estradiol na dose de 2 mg/dia por via oral durante 90 dias, e, outro, por 11 mulheres (55,8±6,7 anos) usuárias de placebo no mesmo período. Ambos os grupos foram submetidos a testes cicloergoespirométricos e analisadas as variáveis: volume de oxigênio consumido por kg/min no pico do exercício (VO2 pico), limiar anaeróbio (LA), volume de oxigênio consumido por Kg/min no limiar anaeróbio (VO2 no LA), ponto de descompensação respiratória (PDR), tempo de exercício (TE), carga máxima atingida (CM), freqüência cardíaca máxima (FC), pressão arterial sistólica (PAS), pressão arterial diastólica (PAD), antes e após administração dos medicamentos. RESULTADOS: Constataram-se reduções estatisticamente significantes em VO2 pico (p=0,002), LA (p=0,01), VO2 no LA (p=0,001) e TE (p=0,05) somente no grupo de usuárias de estradiol. As outras variáveis não sofreram alterações. CONCLUSÃO: O estradiol não promoveu melhora nas respostas cardiopulmonar e metabólica, quando comparado ao placebo.

  • Exercício
  • placebo
  • pós-menopausa
  • terapia de reposição de estrógenos estradiol
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14/02/2005 DOI: 10.1590/S0066-782X2005000100004

Como citar este artigo

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Ferreira-Campos L, Gabrielli L, Almeida MCC, Aquino EML, Matos SMA, Griep RH, Aras R, et al. Terapia Hormonal e Hipertensão em Mulheres na Pós-Menopausa: Resultados do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (ELSA-Brasil). Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;118(5):905-13.

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Ferreira-Campos, Luana; Gabrielli, Ligia; Almeida, Maria da Conceição Chagas; Aquino, Estela Maria Leão; Matos, Sheila Maria Alvim; Griep, Rosane Harter; Aras, Roque. Terapia Hormonal e Hipertensão em Mulheres na Pós-Menopausa: Resultados do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (ELSA-Brasil). Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 118, n. 5, p. 905-913, maio. 2022.

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Ferreira-Campos, L., Gabrielli, L., Almeida, M. C. C., Aquino, E. M. L., Matos, S. M. A., Griep, R. H., & Aras, R. (2022). Terapia Hormonal e Hipertensão em Mulheres na Pós-Menopausa: Resultados do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (ELSA-Brasil). Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 118(5), 905-913.

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Ferreira-Campos, Luana and Gabrielli, Ligia and Almeida, Maria da Conceição Chagas and Aquino, Estela Maria Leão and Matos, Sheila Maria Alvim and Griep, Rosane Harter and Aras, Roque. Terapia Hormonal e Hipertensão em Mulheres na Pós-Menopausa: Resultados do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (ELSA-Brasil). Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 118, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 905-913. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/terapia-hormonal-e-hipertensao-em-mulheres-na-pos-menopausa-resultados-do-estudo-longitudinal-de-saude-do-adulto-elsa-brasil/>. ISSN 0066-782X

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Gomes RAF, Barros IML, Ferreira MNL, Costa LOBF. Aterosclerose de Carótidas em Mulheres na Pré e Pós-Menopausa com Antecedentes de Hipertensão na Gestação: Estudo de Caso-Controle. International Journal of Cardiovascular Sciences 2018;31(4):359-66.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Gomes, Rafael Alessandro Ferreira; Barros, Isly Maria Lucena de; Ferreira, Moacir de Novaes Lima; Costa, Laura Olinda Bregieiro Fernandes. Aterosclerose de Carótidas em Mulheres na Pré e Pós-Menopausa com Antecedentes de Hipertensão na Gestação: Estudo de Caso-Controle. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 31, n. 4, p. 359-366, jun. 2018.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Gomes, R. A. F., Barros, I. M. L. , Ferreira, M. N. L., & Costa, L. O. B. F. (2018). Aterosclerose de Carótidas em Mulheres na Pré e Pós-Menopausa com Antecedentes de Hipertensão na Gestação: Estudo de Caso-Controle. International Journal of Cardiovascular Sciences, 31(4), 359-366.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Gomes, Rafael Alessandro Ferreira and Barros, Isly Maria Lucena de and Ferreira, Moacir de Novaes Lima and Costa, Laura Olinda Bregieiro Fernandes. Aterosclerose de Carótidas em Mulheres na Pré e Pós-Menopausa com Antecedentes de Hipertensão na Gestação: Estudo de Caso-Controle. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2018, vol. 31, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 359-366. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/aterosclerose-de-carotidas-em-mulheres-na-pre-e-pos-menopausa-com-antecedentes-de-hipertensao-na-gestacao-estudo-de-caso-controle/>. ISSN 2359-4802

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Santos DAM, Navarro WYS, Alexandre LM, Cestari PF, Smanio PEP. Prevalência de isquemia miocárdica na cintilografia em mulheres nos períodos pré/pós-menopausa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2013;101(6):487-94.

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Santos, Daniel Augusto Message dos; Navarro, Wendy Yasdin Sierraalta; Alexandre, Leonardo Machado; Cestari, Priscila Feitosa; Smanio, Paola Emanuela Poggio. Prevalência de isquemia miocárdica na cintilografia em mulheres nos períodos pré/pós-menopausa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 101, n. 6, p. 487-494, nov. 2013.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Santos, D. A. M. , Navarro, W. Y. S., Alexandre, L. M., Cestari, P. F., & Smanio, P. E. P. (2013). Prevalência de isquemia miocárdica na cintilografia em mulheres nos períodos pré/pós-menopausa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 101(6), 487-494.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Santos, Daniel Augusto Message dos and Navarro, Wendy Yasdin Sierraalta and Alexandre, Leonardo Machado and Cestari, Priscila Feitosa and Smanio, Paola Emanuela Poggio. Prevalência de isquemia miocárdica na cintilografia em mulheres nos períodos pré/pós-menopausa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2013, vol. 101, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 487-494. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/prevalencia-de-isquemia-miocardica-na-cintilografia-em-mulheres-nos-periodos-pre-pos-menopausa/>. ISSN 0066-782X

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Castanho VS, Nakamura RT, Pinto-Neto AM, Faria ECD. Tratamento pós-menopausa reduz a atividade da catalase e atenua o risco cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2012;99(5):1008-14.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Castanho, Vera S.; Nakamura, Rui Tsutomu; Pinto-Neto, Aarão M.; Faria, Eliana Cotta De. Tratamento pós-menopausa reduz a atividade da catalase e atenua o risco cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 99, n. 5, p. 1008-1014, out. 2012.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Castanho, V. S., Nakamura, R. T., Pinto-Neto, A. M., & Faria, E. C. D. (2012). Tratamento pós-menopausa reduz a atividade da catalase e atenua o risco cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 99(5), 1008-1014.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Castanho, Vera S. and Nakamura, Rui Tsutomu and Pinto-Neto, Aarão M. and Faria, Eliana Cotta De. Tratamento pós-menopausa reduz a atividade da catalase e atenua o risco cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2012, vol. 99, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 1008-1014. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/tratamento-pos-menopausa-reduz-a-atividade-da-catalase-e-atenua-o-risco-cardiovascular/>. ISSN 0066-782X

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Callejon DR, Rios DRA, Franceschini SA, Toloi MRT. Estradiol transdérmico e perfil lipídico: efeitos em um grupo específico de mulheres brasileiras pós-menopausadas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;93(6):617-22.

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Callejon, Daniel R.; Rios, Danyelle Romana. A.; Franceschini, Sílvio A.; Toloi, Maria Regina T.. Estradiol transdérmico e perfil lipídico: efeitos em um grupo específico de mulheres brasileiras pós-menopausadas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 93, n. 6, p. 617-622, maio. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Callejon, D. R., Rios, D. R. A., Franceschini, S. A., & Toloi, M. R. T. (2010). Estradiol transdérmico e perfil lipídico: efeitos em um grupo específico de mulheres brasileiras pós-menopausadas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 93(6), 617-622.

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Callejon, Daniel R. and Rios, Danyelle Romana. A. and Franceschini, Sílvio A. and Toloi, Maria Regina T.. Estradiol transdérmico e perfil lipídico: efeitos em um grupo específico de mulheres brasileiras pós-menopausadas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 93, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 617-622. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/estradiol-transdermico-e-perfil-lipidico-efeitos-em-um-grupo-especifico-de-mulheres-brasileiras-pos-menopausadas/>. ISSN 0066-782X

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Calvoso Júnior R, Aldrighi JM, Negrão CE, Trombetta IC, Ramires JAF. Efeito do estradiol sobre as respostas cardiopulmonar e metabólica em mulheres normotensas após a menopausa submetidas à cicloergoespirometria. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2005;84(1):15-9.

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Calvoso Júnior, Roberto; Aldrighi, José Mendes; Negrão, Carlos Eduardo; Trombetta, Ivani Credidio; Ramires, José Antonio F.. Efeito do estradiol sobre as respostas cardiopulmonar e metabólica em mulheres normotensas após a menopausa submetidas à cicloergoespirometria. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 84, n. 1, p. 15-19, fev. 2005.

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Calvoso Júnior, R., Aldrighi, J. M., Negrão, C. E., Trombetta, I. C., & Ramires, J. A. F. (2005). Efeito do estradiol sobre as respostas cardiopulmonar e metabólica em mulheres normotensas após a menopausa submetidas à cicloergoespirometria. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 84(1), 15-19.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Calvoso Júnior, Roberto and Aldrighi, José Mendes and Negrão, Carlos Eduardo and Trombetta, Ivani Credidio and Ramires, José Antonio F.. Efeito do estradiol sobre as respostas cardiopulmonar e metabólica em mulheres normotensas após a menopausa submetidas à cicloergoespirometria. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2005, vol. 84, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 15-19. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/efeito-do-estradiol-sobre-as-respostas-cardiopulmonar-e-metabolica-em-mulheres-normotensas-apos-a-menopausa-submetidas-a-cicloergoespirometria/>. ISSN 0066-782X

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