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  2. Palavra-chave: Epinefrina
Figura 1
ABC
Artigo Original

Impacto do Tabagismo Passivo na Resposta Pressórica à Epinefrina e Felipressina em Ratos Hipertensos 1K1C Tratados ou não com Atenolol

Camila A. Fleury et al. Elizandra P. M. Almeida Thiago J. Dionisio Adriana M. Calvo … Gabriela M. Oliveira Sandra L. Amaral Carlos F. Santos Flávio A. C. Faria

Resumo

Fundamento:

O tabagismo geralmente está associado à hipertensão e pode modificar a resposta vasoconstritora.

Objetivo:

O presente estudo teve como objetivo analisar e comparar a interação do tabagismo passivo e hipertensão sobre os efeitos da epinefrina e felipressina na pressão arterial após injeção intravascular.

Métodos:

Ratos Wistar machos de 45 dias tiveram a artéria renal principal esquerda parcialmente obstruída e o rim direito removido (modelo 1K1C). Os ratos foram colocados na câmara para exposição ao tabagismo passivo (10 cigarros) durante 10 minutos (6 dias por semana). Ratos hipertensos receberam atenolol (90 mg/kg/dia) por gavagem durante duas semanas. A resposta hipotensora e hipertensiva, a duração da resposta e a frequência cardíaca foram registradas a partir da medida dos valores diretos da pressão arterial. O nível de significância foi de 5%.

Resultados:

O tabagismo passivo aumentou a resposta hipertensiva máxima à epinefrina em ratos normotensos e ratos 1K1C tratados com atenolol e à felipressina apenas em ratos 1K1C tratados com atenolol; também reduziu a resposta hipotensiva à epinefrina. A epinefrina aumentou a frequência cardíaca em ratos fumantes passivos ou não-fumantes, normotensos e hipertensos. Comparando os dois vasoconstritores, a epinefrina apresentou maior resposta hipertensiva em fumantes normotensos, ratos 1K1C fumantes e não fumantes tratados com atenolol. No entanto, em ratos normotensos e não fumantes, a felipressina apresentou um efeito hipertensivo maior e mais prolongado.

Conclusões:

Nossos resultados sugerem que o tabagismo passivo pode reduzir a vasodilatação da epinefrina e aumentar a resposta hipertensiva quando comparado à felipressina. Portanto, a felipressina pode ser segura para pacientes hipertensos, com o objetivo de evitar a interação entre taquicardia e atenolol, mas para pacientes normotensos e não-fumantes, a epinefrina pode ser mais segura que a felipressina.

  • Atenolol
  • Epinefrina
  • Felipressina
  • Hipertensão
  • Nicotina/efeitos adversos
  • Poluição por Fumaça de Tabaco
  • Ratos
  • Tabagismo
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20/03/2020 DOI: 10.36660/abc.20180433 Visualizações 1
ABC
Editorial

Minieditorial – Impacto do Tabagismo Passivo na Resposta Pressórica à Epinefrina e Felipressina em Ratos Hipertensos 1K1C Tratados ou não com Atenolol

Paulo J. F. Tucci

Inicio destacando a importância da multidisciplinaridade na evolução do saber.

Em 1842, estudando a frequência das vibrações da luz de estrelas que se deslocavam, um físico austríaco, de nome Johann Christian Doppler, definiu que a frequência da luz das estrelas era modificada conforme ela se aproximasse ou se distanciasse. Um século e meio depois, essa “curiosidade fútil” passou a ser aplicada para fazer diagnósticos de cardiopatias congênitas. E, desde muito, sabemos entender se o trem está se aproximando ou se afastando.

[…]

  • Anestesia Dentária
  • Atenolol
  • Epinefrina
  • Felipressina
  • Hipertensão
  • Ratos
  • Tabaco/efeitos adversos
  • Tabagismo
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20/03/2020 DOI: 10.36660/abc.20200032 Visualizações 1
Tratamento da parada cardíaca experimental com adrenalina, vasopressina ou placebo
ABC
Artigo Original

Tratamento da parada cardíaca experimental com adrenalina, vasopressina ou placebo

Manoel Ângelo Gomes Palácio et al. Edison Ferreira de Paiva Luciano Cesar Pontes de Azevedo Ari Timerman

FUNDAMENTO: Na ressuscitação cardiopulmonar (RCP) prolongada, o efeito dos vasoconstritores não foi plenamente esclarecido. OBJETIVOS: Avaliar o efeito pressórico da adrenalina e da vasopressina, e observar o retorno da circulação espontânea (RCE). MÉTODOS: Estudo prospectivo, randomizado, cego e placebo-controlado. Após sete minutos em fibrilação ventricular, porcos receberam ciclos de dois minutos de RCP. Tentou-se a desfibrilação (4 J/kg) uma vez aos 9 minutos e após cada ciclo, conforme o ritmo verificado, reiniciando-se a RCP imediatamente. Aos 9 minutos e depois de cada cinco minutos, aplicou-se adrenalina 0,02 mg/kg (n = 12 porcos), ou vasopressina 0,4 U/kg (n = 12), ou solução salina 0,9% 0,2 mL/kg (n = 8). A RCP continuou por 30 minutos ou até o RCE. RESULTADOS: A pressão de perfusão coronária aumentou para aproximadamente 20 mmHg nos três grupos. Com os vasoconstritores, a pressão alcançou 35 mmHg versus 15 mmHg com placebo (p < 0,001). Com vasopressina, manteve-se efeito de 15-20 mmHg após três doses versus zero com adrenalina ou placebo. Observou-se o RCE com frequência diferente (p = 0,031) entre adrenalina (10/12), vasopressina (6/12) e placebo (2/8). O tempo médio até o RCE não diferiu (16 minutos), nem o número de doses recebidas até então (uma ou duas). Entre os vasoconstritores não houve diferença significante, mas, frente ao placebo, apenas a adrenalina aumentou significantemente o RCE (p = 0,019). CONCLUSÃO: O efeito pressórico inicial dos vasoconstritores foi equivalente, e a vasopressina manteve um efeito tardio na ressuscitação prolongada. Apesar disso, comparando-se ao placebo, apenas a adrenalina aumentou significantemente a frequência do retorno da circulação espontânea.

  • Arginina vasopressina
  • Epinefrina
  • Modelos Animais
  • ressuscitação cardiopulmonar
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01/11/2013 DOI: 10.5935/abc.20130213 Visualizações 1

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Fleury CA, Almeida EPM, Dionisio TJ, Calvo AM, Oliveira GM, Amaral SL, Santos CF, et al. Impacto do Tabagismo Passivo na Resposta Pressórica à Epinefrina e Felipressina em Ratos Hipertensos 1K1C Tratados ou não com Atenolol. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(2):295-303.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Fleury, Camila A.; Almeida, Elizandra P. M.; Dionisio, Thiago J.; Calvo, Adriana M.; Oliveira, Gabriela M.; Amaral, Sandra L.; Santos, Carlos F.; Faria, Flávio A. C.. Impacto do Tabagismo Passivo na Resposta Pressórica à Epinefrina e Felipressina em Ratos Hipertensos 1K1C Tratados ou não com Atenolol. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 2, p. 295-303, mar. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Fleury, C. A., Almeida, E. P. M., Dionisio, T. J., Calvo, A. M., Oliveira, G. M., Amaral, S. L., Santos, C. F., & Faria, F. A. C. (2020). Impacto do Tabagismo Passivo na Resposta Pressórica à Epinefrina e Felipressina em Ratos Hipertensos 1K1C Tratados ou não com Atenolol. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(2), 295-303.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Fleury, Camila A. and Almeida, Elizandra P. M. and Dionisio, Thiago J. and Calvo, Adriana M. and Oliveira, Gabriela M. and Amaral, Sandra L. and Santos, Carlos F. and Faria, Flávio A. C.. Impacto do Tabagismo Passivo na Resposta Pressórica à Epinefrina e Felipressina em Ratos Hipertensos 1K1C Tratados ou não com Atenolol. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 295-303. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/impacto-do-tabagismo-passivo-na-resposta-pressorica-a-epinefrina-e-felipressina-em-ratos-hipertensos-1k1c-tratados-ou-nao-com-atenolol/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Tucci PJF. Minieditorial – Impacto do Tabagismo Passivo na Resposta Pressórica à Epinefrina e Felipressina em Ratos Hipertensos 1K1C Tratados ou não com Atenolol. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(2):304.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Tucci, Paulo J. F.. Minieditorial – Impacto do Tabagismo Passivo na Resposta Pressórica à Epinefrina e Felipressina em Ratos Hipertensos 1K1C Tratados ou não com Atenolol. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 2, p. 304-304, mar. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Tucci, P. J. F. (2020). Minieditorial – Impacto do Tabagismo Passivo na Resposta Pressórica à Epinefrina e Felipressina em Ratos Hipertensos 1K1C Tratados ou não com Atenolol. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(2), 304-304.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Tucci, Paulo J. F.. Minieditorial – Impacto do Tabagismo Passivo na Resposta Pressórica à Epinefrina e Felipressina em Ratos Hipertensos 1K1C Tratados ou não com Atenolol. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 304-304. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/minieditorial-impacto-do-tabagismo-passivo-na-resposta-pressorica-a-epinefrina-e-felipressina-em-ratos-hipertensos-1k1c-tratados-ou-nao-com-atenolol/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Palácio MG, Paiva EF, Azevedo LCP, Timerman A. Tratamento da parada cardíaca experimental com adrenalina, vasopressina ou placebo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2013;101(6):536-44.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Palácio, Manoel Ângelo Gomes; Paiva, Edison Ferreira de; Azevedo, Luciano Cesar Pontes de; Timerman, Ari. Tratamento da parada cardíaca experimental com adrenalina, vasopressina ou placebo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 101, n. 6, p. 536-544, out. 2013.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Palácio, M. G., Paiva, E. F. , Azevedo, L. C. P. , & Timerman, A. (2013). Tratamento da parada cardíaca experimental com adrenalina, vasopressina ou placebo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 101(6), 536-544.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Palácio, Manoel Ângelo Gomes and Paiva, Edison Ferreira de and Azevedo, Luciano Cesar Pontes de and Timerman, Ari. Tratamento da parada cardíaca experimental com adrenalina, vasopressina ou placebo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2013, vol. 101, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 536-544. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/tratamento-da-parada-cardiaca-experimental-com-adrenalina-vasopressina-ou-placebo/>. ISSN 0066-782X

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