Família ABC Arquivos Brasileiros de Cardiologia International Journal of Cardiovascular Sciences ABC Heart Failure & Cardiomyopathy ABC Imagem Cardiovascular
Português English
Família ABC
Português English
  • Sobre
    • Sobre a Família ABC
    • Regimento Interno
    • Conselho Editorial
    • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)
  • Edições
  • Diretrizes da SBC
  • Conteúdos
    • Vídeos
    • Podcasts
    • Notícias
  • Sobre
    • Sobre a Família ABC
    • Regimento Interno
    • Conselho Editorial
    • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)
  • Edições
  • Diretrizes da SBC
  • Conteúdos
    • Vídeos
    • Podcasts
    • Notícias

Família ABC

  • Família ABC
  • Arquivos Brasileiros de Cardiologia
  • International Journal of Cardiovascular Sciences
  • ABC Heart Failure & Cardiomyopathy
  • ABC Imagem Cardiovascular
Buscar em

Nenhum conteúdo encontrado.

Revistas
Ordenação
Tipos de artigo
Outros

  1. Início
  2. Palavra-chave: Função diastólica
ABCIC
Original Article

Função de Reserva do Átrio Esquerdo na Avaliação da Função Diastólica Indeterminada

Silvio Henrique Barberato et al. Rafael Borsoi

Resumo

Fundamento

A elevação das pressões de enchimento secundária à disfunção diastólica do ventrículo esquerdo ocupa papel central na fisiopatologia da insuficiência cardíaca. Mesmo assim, as diretrizes internacionais falham em detectar a disfunção diastólica em uma parte dos casos.

Objetivo

Avaliar a função de reserva do átrio esquerdo, estimada pelo strain longitudinal de pico do átrio esquerdo, nos casos de função diastólica indeterminada.

Método

Estudo observacional com indivíduos em ritmo sinusal e fração de ejeção do ventrículo esquerdo preservada, submetidos ao ecocardiograma e divididos em três grupos conforme a análise conjunta da relação E/e´ e do volume de átrio esquerdo indexado: Grupo 1, se pressões de enchimento normais; Grupo 2, se pressões de enchimento elevadas e Grupo 3, se pressões de enchimento indeterminadas. Speckle tracking bidimensional foi empregado para medir o strain longitudinal de pico do átrio esquerdo. Análise de variância, teste t Student e curva receptor-operador (ROC) foram empregados na análise estatística.

Resultado

Foram incluídos 58 pacientes, com 61 ± 14 anos, sendo 57% mulheres, com fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 62 ± 7%. Os Grupos 2 e 3 tiveram strain longitudinal de pico do átrio esquerdo menor que o Grupo 1 (20 ± 5% versus 22 ± 6% versus 30 ± 8%, respectivamente, p=0,004), mas não diferiram entre si (p=0,93). O strain longitudinal de pico do átrio esquerdo foi preditor de pressões de enchimento elevadas (p=0,026, área sob a curva=0,80), obtendo-se sensibilidade de 60% e especificidade de 80% com valor de corte ≤ 20%.

Conclusão

A função de reserva do átrio esquerdo dos indivíduos com função diastólica indeterminada é similar à dos indivíduos com disfunção diastólica avançada, conferindo ao strain longitudinal de pico do átrio esquerdo o potencial de auxiliar na reclassificação da função diastólica indeterminada.

  • Átrios do Coração
  • ecocardiografia
  • Função diastólica
  • Insuficiência Cardíaca
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
21/06/2021 DOI: 10.47593/2675-312X/20213402eabc196
ABCIC
Original Article

Correlação Ecocardiográfica da Função Diastólica do Ventrículo Direito com Idade e Gênero em Indivíduos com Função Sistólica Preservada

Leonardo Lasari Melo et al. Ana Cristina Camarozano Daniela de Castro Carmo Jerônimo Antonio Fortunato … Rubens Zenóbio Darwich Cintia Rocha Fortes de Sá Liz Andréa Villela Baroncini

Resumo

Introdução:

As funções sistólica e diastólica do ventrículo direito influenciam no desfecho de doenças cardiovasculares. A avaliação sistemática das dimensões e da função das câmaras direitas, de acordo com sexo e idade, não é uniformemente realizada.

Objetivo:

Avaliar, ao ecocardiograma transtorácico, a correlação da função diastólica do ventrículo direito com idade e sexo, em uma população ambulatorial variada, com função sistólica dos ventrículos esquerdo e direito preservada.

Métodos:

Estudo observacional, transversal. Foram selecionados 97 pacientes, 61,5 ± 12,5 anos, sendo 56 mulheres. Foram avaliadas as seguintes medidas da função diastólica do ventrículo direito: velocidade de pico das ondas E e A, relação E/A, tempos de aceleração e desaceleração de onda E, integral velocidade-tempo da onda E, integral velocidade-tempo da onda A, além da pressão sistólica de artéria pulmonar, velocidade do refluxo tricúspide, diâmetro da veia cava inferior e volume do átrio direito.

Resultados:

Ocorreu redução da onda E com o aumento da idade (coeficiente de correlação de Pearson de −0,30; p=0,003) e da relação E/A (coeficiente de correlação de Pearson de −0,21; p=0,035). Houve associação positiva e significativa entre idade e os resultados das variáveis pressão sistólica de artéria pulmonar (coeficiente de correlação de Pearson de 0,40; p=0,004) e velocidade do refluxo tricúspide (coeficiente de correlação de Pearson de 0,36; p=0,008). Não houve diferença significativa na comparação entre os sexos em relação a variáveis ecocardiográficas.

Conclusão:

O presente estudo mostrou impacto da idade nos índices de função diastólica do ventrículo direito, embora ainda com valores dentro da normalidade, em indivíduos com função sistólica dos ventrículos direito e esquerdo preservada, mas sem diferença significativa entre os sexos.

  • ecocardiografia
  • Função diastólica
  • Ventrículo direito
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
15/06/2021 DOI: 10.47593/2675-312X/20213402eabc126 Visualizações 2
ABC
Editorial

Novos Paradigmas na Avaliação da Função Diastólica pela Ressonância Magnética Cardíaca na Valvopatia Aórtica

Vera Maria Cury Salemi et al. Marcelo Dantas Tavares de Melo José de Arimatéia Batista Araujo Filho

A análise não invasiva da função diastólica do ventrículo esquerdo é um desafio na prática clínica. A estimativa da constante de tempo do relaxamento isovolumétrico – ou constante de Tau -é o melhor e mais bem estabelecido parâmetro para análise da função diastólica ventricular. Porém, tal medida é realizada de forma invasiva e de aquisição bastante laboriosa. Na prática clínica, dentre todos os exames complementares que podem ser utilizados para avaliação da função diastólica, o ecocardiograma é considerado a ferramenta-chave, validado em relação às curvas de pressão-volume pelo cateterismo, restringindo a avaliação invasiva para casos excepcionais. Assim, o ecocardiograma permanece como método não invasivo de primeira linha, fornecendo dados de disfunção diastólica precoce por meio de índices que refletem o relaxamento, a complacência e, ainda, medidas indiretas das pressões de enchimento ventricular.

As últimas recomendações da avaliação da disfunção diastólica pela ecocardiografia basicamente incluem a análise do ventrículo esquerdo sem alterações estruturais e com fração de ejeção preservada, assim como um fluxograma para os casos de redução da fração de ejeção/alteração estrutural do ventrículo esquerdo. Porém, a classificação do grau de disfunção diastólica e sua aplicação no manejo terapêutico nas valvopatias continua controversa., Além disso, a estenose aórtica pode estar associada à calcificação do anel mitral, que pode levar à redução da área do orifício mitral, com aumento da velocidade diastólica transmitral precoce (E). A velocidade do anel mitral lateral tecidual (e’), por sua vez, pode estar reduzida por limitação da excursão da cúspide posterior, o que se traduz em aumento artificial da relação E/e’. Já na insuficiência aórtica, o jato do refluxo aórtico pode interferir no fluxo mitral; quando importante, tal interferência pode levar ao padrão de enchimento ventricular do tipo restritivo. Sendo assim, a acurácia da E/e’ torna-se questionável.

[…]

  • ecocardiografia
  • Estenose Aórtica
  • Função diastólica
  • Ressonância magnética cardíaca
  • Valvopatia Aórtica
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
20/03/2020 DOI: 10.36660/abc.20190903
Influência da aterosclerose subclínica na função diastólica em indivíduos sem doença cardiovascular
ABC
Artigo Original

Influência da aterosclerose subclínica na função diastólica em indivíduos sem doença cardiovascular

Maristela Magnavita Oliveira Garcia et al. Marília Galeffi Rodrigues Joaquim Antônio dos Reis Neto Luis Claudio Correia

FUNDAMENTO: É plausível que a aterosclerose subclínica altere a reserva coronariana e comprometa a função diastólica do ventrículo esquerdo. Entretanto, a associação entre os estágios subclínicos da aterosclerose e a função diastólica não foi estabelecida em indivíduos livres de doença cardiovascular. OBJETIVO: Testar a hipótese de que a aterosclerose subclínica tenha uma associação negativa com a função diastólica. MÉTODOS: Indivíduos > 35 anos de idade, sem doença cardiovascular, com pressão arterial normal e teste de esforço na esteira negativo, foram selecionados para avaliação da espessura da camada íntima-média (EIM) carotídea através de ultrassonografia e dos parâmetros de função diastólica através de ecocardiografia, primariamente a razão E’/A’ através do Doppler tecidual. RESULTADOS: Quarenta e oito indivíduos, com idade de 56 ± 10 anos, 67% do sexo feminino foram estudados. A EIM carotídea apresentou uma correlação negativa significante com a razão E’/A’ no Doppler tecidual (r = – 0,437, p = 0,002). Indivíduos no quarto quartil da EIM apresentavam uma razão E’/A’ significantemente mais baixa no Doppler tecidual (0,76 ± 0,25), quando comparados a indivíduos no primeiro (1,2 ± 0,29), segundo (1,2 ± 0,36) e terceiro quartis (1,1 ± 0,25) – p = 0,002. A EIM carotídea no quarto quartil (> 0,8 mm) foi preditor independente da razão E’/A’ (p = 0,02), após ajustes para variáveis potencialmente confundidoras, tais como idade, sexo feminino, circunferência da cintura, pressão arterial diastólica, HDL-colesterol e Risco de Framingham. CONCLUSÃO: O estágio inicial da doença arterial aterosclerótica está negativamente associado com os parâmetros de função diastólica em indivíduos saudáveis, independente da idade e características clínicas.

  • Aterosclerose subclínica
  • Função diastólica
  • íntima-media carotídea
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
27/08/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000114 Visualizações 1
A depressão miocárdica pós-isquemia/reperfusão não altera a resposta cardíaca à elevação da freqüência de contrações
ABC
Artigo Original

A depressão miocárdica pós-isquemia/reperfusão não altera a resposta cardíaca à elevação da freqüência de contrações

Orlando Sant'Ana Jr et al. Roberto J. Nogueira Neif Murad Antonio Carlos Lopes Paulo J. F. Tucci

OBJETIVO: Analisar a influência da depressão miocárdica pós-isquemia/reperfusão (DMPIR) sobre os efeitos inotrópico e lusitrópico promovidos pela freqüência cardíaca (FC). MÉTODOS: Nove preparações de coração isolado de cães nutrido pelo sangue arterial de um outro cão e contraindo isovolumetricamente tiveram a freqüência cardíaca elevada de 60 bpm a 200 bpm, em etapas de 20 bpm. Foram avaliadas as variáveis antes (C) e depois (D) da isquemia (15 min) e reperfusão (30 min): a pressão desenvolvida durante a contração (PD), sua 1ª derivada positiva (+dP/dt) e negativa (-dP/dt), o tempo de pressão máxima (TPM), a pressão de repouso (Pr) e o tempo para a pressão desenvolvida regredir em 90% de seu valor máximo (TR90%). RESULTADOS: Os efeitos estimulantes da elevação da FC sobre o inotropismo e o relaxamento foram semelhantes em C e em D: houve aumento dos valores da +dP/dt, redução do TPM, acentuação da -dP/dt e diminuição do TR90%. A PD não sofreu alteração e a Pr se elevou. CONCLUSÃO: Os resultados confirmaram o efeito inotrópico positivo da elevação da FC (efeito Bowditch) e a ação depressora da isquemia/reperfusão. Evidenciaram ainda que a DMPIR não altera a ação estimulante do efeito Bowditch. Os resultados se adequam ao conceito vigente de que a DMPIR não compromete a cinética miocárdica do cálcio, favorecendo, a hipótese prevalente de que o decaimento da capacidade contrátil pós-isquemia/reperfusão depende de redução da responsividade dos miofilamentos ao cálcio.

  • depressão miocárdica pós-isquemia/reperfusão
  • efeito Bowditch
  • Frequência Cardíaca
  • Função diastólica
  • função sistólica
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
14/02/2005 DOI: 10.1590/S0066-782X2005000100009 Visualizações 1
Fluxo no ducto venoso e hipertrofia miocárdica em fetos de mães diabéticas
ABC
Artigo Original

Fluxo no ducto venoso e hipertrofia miocárdica em fetos de mães diabéticas

Paulo Zielinsky et al. Silvana Marcantonio Luiz Henrique Nicoloso Stelamaris Luchese … Domingos Hatem Marlui Scheid João Luiz Mânica Eduardo Ioschpe Gus Fabíola Satler Antônio L. Piccoli Jr.

OBJETIVO: Testar a hipótese de que o índice de pulsatilidade do ducto venoso (IPDV) é maior nos fetos de mães diabéticas (FMD) com hipertrofia miocárdica (HM) do que em FMD sem HM e em fetos controles de mães não diabéticas (FMND) comparando os resultados com os picos de velocidade dos fluxos diastólicos nas valvas mitral e tricúspide. MÉTODOS: Estudo transversal incluindo fetos com idade gestacional entre 20 semanas até o termo, divididos em 3 grupos: 56 FMD com HM (grupo I), 36 FMD sem HM (grupo II) e 53 FMND (grupo III, controle). O Doppler-ecocardiograma avaliou o IPDV através da razão (velocidade sistólica – velocidade pré-sistólica)/velocidade média. As ondas E e A dos fluxos mitral e tricúspide foram também avaliadas. RESULTADOS: A média do IPDV no grupo I foi de 1,13 ± 0,64, no grupo II, de 0,84 ± 0,38 e no grupo III de 0,61±0,17. Aplicando-se a ANOVA e o teste de Tukey, houve diferença estatisticamente significativa entre os 3 grupos (p= 0,015 entre os grupos I e II, p < 0,001 entre os grupos I e III e p = 0,017 entre os grupos II e III). A média da onda E mitral foi significativamente maior no grupo I (0,39 ± 0,12 m/s) do que nos grupos II (0,32 ± 0,08 m/s) (p=0,024) e III (0,32 ± 0,08 m/s) (p=0,023). A média da onda E tricúspide foi também maior no grupo I (0,43 ± 0,1 m/s) do que no grupo III (0,35 ± 0,10 m/s) (p= 0,031). CONCLUSÃO: O IPDV é significativamente maior em FMD com HM do que em FMD sem HM e do que em FMND. Como o IPDV pode representar modificações na complacência ventricular, este índice pode ser um parâmetro mais sensível para a avaliação da função diastólica fetal.

  • diabetes materno
  • ducto venoso
  • Função diastólica
  • hipertrofia miocárdica fetal
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
17/08/2004 DOI: 10.1590/S0066-782X2004001300005 Visualizações 1
Caracterização funcional da hipertrofia miocárdica induzida pelo isoproterenol e de sua regressão
ABC
Artigo Original

Caracterização funcional da hipertrofia miocárdica induzida pelo isoproterenol e de sua regressão

Neif Murad et al. Marcelo Fabiano de Franco Paulo J. F. Tucci

OBJETIVO: Analisar as disfunções da hipertrofia miocárdica induzida pelo isoproterenol e de sua regressão. Corações isolados hipertrofiados por isoproterenol (ISO) (8 dias) e após 22 dias de sua suspensão (regressão) foram distendidos. MÉTODOS: Até pressão de repouso (Pr) de 60mmHg, analisaram-se: pressão desenvolvida máxima (PDmáx.); estresse sistólico (sigmamáx); inclinação da reta estresses/deformações; constante de relaxamento; rigidez da câmara e rigidez miocárdica. RESULTADOS: Nos corações hipertrofiados (H) as variações de volume (deltaV) necessárias para Pr=60mmHg foram heterogêneas. Em alguns (H1; n=10) deltaV equivaleu à dos controle (C) enquanto em outros (H2; n=10) foi inferior, e também diferiram quanto ao peso seco, complacência ventricular, rigidez miocárdica, constante de relaxamento,e sigmamáx. PDmáx dos grupos H1 e H2 foram superiores às de C (n=8) e Regressão (R) (n=8). Contudo, sigmamáx de H2 foi menor que C, H1 e R. O mecanismo de Frank-Starling foi deprimido nos corações hipertrofiados. A constante de relaxamento de H2 indicou retardo no decaimento da pressão associado a menor complacência ventricular e rigidez miocárdica acentuada. CONCLUSÃO: Hipertrofia miocárdica induzida pelo ISO não é homogênea. Alguns corações têm alterações pouco expressivas; outros têm comprometimento das funções sistólica e diastólica. A hipertrofia miocárdica reduz a capacidade de gerar força e aprimora a capacidade em variar pressão por aumento da relação massa/volume. Há, também, comprometimento da complacência ventricular e da rigidez muscular.

  • Função diastólica
  • função sistólica
  • hipertrofia miocárdica
  • isoproterenol
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
30/07/2001 DOI: 10.1590/S0066-782X2001000700005 Visualizações 1
Capacidade funcional máxima e função diastólica em portadores de cardiomiopatia chagásica sem insuficiência cardíaca congestiva
ABC
Artigo Original

Capacidade funcional máxima e função diastólica em portadores de cardiomiopatia chagásica sem insuficiência cardíaca congestiva

Charles Mady et al. Barbara M. Ianni Edmundo Arteaga Vera Maria Cury Salemi … Paulo R. Santos Silva Rita Helena A. Cardoso Dalia Ballas

OBJETIVO: Identificar disfunções cardíacas precoces em pacientes assintomáticos com cardiomiopatia chagásica. MÉTODOS: Foram estudados 38 indivíduos masculinos, sendo o grupo controle constituído de 20 indivíduos sedentários normais e o grupo Chagas de 18 pacientes assintomáticos, portadores da doença de Chagas, com eletrocardiograma alterado e fração de encurtamento (DD) normal ao ecocardiograma. Ambos os grupos foram submetidos à avaliação da capacidade funcional máxima, com medidas do consumo máximo de oxigênio (VO2max), índice de pulso de oxigênio (PO2max), ventilação máxima (VE max), freqüência cardíaca máxima (FC max), e limiar anaeróbio do VO2max (LA-VO2). A função diastólica do ventrículo esquerdo foi avaliada pelo ecocardiograma convencional (ondas E e A além da relação E/A). RESULTADOS: Não ocorreram diferenças significativas entre os dois grupos em relação ao DD (p=0,212) e a idade média (p=0,060). Houve diferença significativa (p<0,001) em relação aos parâmetros VO2max, PO2max, VE max, FC max, LA-VO2, onda E e relação E/A. Não houve significância (p=0,520) em relação a onda A. CONCLUSÃO: O comprometimento na função ventricular pode contribuir para as diferenças acima mencionadas, como conseqüência de disfunção sistólica e diastólica.

  • capacidade funcional máxima
  • Doença de Chagas
  • Função diastólica
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
02/02/2001 DOI: 10.1590/S0066-782X1997001000003 Visualizações 2

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Barberato SH, Borsoi R. Função de Reserva do Átrio Esquerdo na Avaliação da Função Diastólica Indeterminada. ABC Imagem Cardiovascular 2021;34(2):eabc196.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Barberato, Silvio Henrique; Borsoi, Rafael. Função de Reserva do Átrio Esquerdo na Avaliação da Função Diastólica Indeterminada. ABC Imagem Cardiovascular, v. 34, n. 2, eabc196, jun. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Barberato, S. H., & Borsoi, R. (2021). Função de Reserva do Átrio Esquerdo na Avaliação da Função Diastólica Indeterminada. ABC Imagem Cardiovascular, 34(2), eabc196.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Barberato, Silvio Henrique and Borsoi, Rafael. Função de Reserva do Átrio Esquerdo na Avaliação da Função Diastólica Indeterminada. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2021, vol. 34, n. 2, [citado 2026-10-14], eabc196. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/funcao-de-reserva-do-atrio-esquerdo-na-avaliacao-da-funcao-diastolica-indeterminada/>. ISSN 2318-8219

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Melo LL, Camarozano AC, Carmo DC, Fortunato JA, Darwich RZ, Sá CRF, Baroncini LAV, et al. Correlação Ecocardiográfica da Função Diastólica do Ventrículo Direito com Idade e Gênero em Indivíduos com Função Sistólica Preservada. ABC Imagem Cardiovascular 2021;34(2):eabc126.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Melo, Leonardo Lasari; Camarozano, Ana Cristina; Carmo, Daniela de Castro; Fortunato, Jerônimo Antonio; Darwich, Rubens Zenóbio; Sá, Cintia Rocha Fortes de; Baroncini, Liz Andréa Villela. Correlação Ecocardiográfica da Função Diastólica do Ventrículo Direito com Idade e Gênero em Indivíduos com Função Sistólica Preservada. ABC Imagem Cardiovascular, v. 34, n. 2, eabc126, jun. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Melo, L. L., Camarozano, A. C., Carmo, D. C., Fortunato, J. A., Darwich, R. Z., Sá, C. R. F. , & Baroncini, L. A. V. (2021). Correlação Ecocardiográfica da Função Diastólica do Ventrículo Direito com Idade e Gênero em Indivíduos com Função Sistólica Preservada. ABC Imagem Cardiovascular, 34(2), eabc126.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Melo, Leonardo Lasari and Camarozano, Ana Cristina and Carmo, Daniela de Castro and Fortunato, Jerônimo Antonio and Darwich, Rubens Zenóbio and Sá, Cintia Rocha Fortes de and Baroncini, Liz Andréa Villela. Correlação Ecocardiográfica da Função Diastólica do Ventrículo Direito com Idade e Gênero em Indivíduos com Função Sistólica Preservada. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2021, vol. 34, n. 2, [citado 2026-10-14], eabc126. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/correlacao-ecocardiografica-da-funcao-diastolica-do-ventriculo-direito-com-idade-e-genero-em-individuos-com-funcao-sistolica-preservada/>. ISSN 2318-8219

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Salemi VMC, Melo MDT, Araujo Filho JAB. Novos Paradigmas na Avaliação da Função Diastólica pela Ressonância Magnética Cardíaca na Valvopatia Aórtica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(2):293-4.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Salemi, Vera Maria Cury; Melo, Marcelo Dantas Tavares de; Araujo Filho, José de Arimatéia Batista. Novos Paradigmas na Avaliação da Função Diastólica pela Ressonância Magnética Cardíaca na Valvopatia Aórtica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 2, p. 293-294, mar. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Salemi, V. M. C., Melo, M. D. T. , & Araujo Filho, J. A. B. (2020). Novos Paradigmas na Avaliação da Função Diastólica pela Ressonância Magnética Cardíaca na Valvopatia Aórtica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(2), 293-294.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Salemi, Vera Maria Cury and Melo, Marcelo Dantas Tavares de and Araujo Filho, José de Arimatéia Batista. Novos Paradigmas na Avaliação da Função Diastólica pela Ressonância Magnética Cardíaca na Valvopatia Aórtica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 293-294. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/novos-paradigmas-na-avaliacao-da-funcao-diastolica-pela-ressonancia-magnetica-cardiaca-na-valvopatia-aortica/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Garcia MMO, Rodrigues MG, Reis Neto JA, Correia LC. Influência da aterosclerose subclínica na função diastólica em indivíduos sem doença cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;95(4):473-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Garcia, Maristela Magnavita Oliveira; Rodrigues, Marília Galeffi; Reis Neto, Joaquim Antônio dos; Correia, Luis Claudio. Influência da aterosclerose subclínica na função diastólica em indivíduos sem doença cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 95, n. 4, p. 473-479, ago. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Garcia, M. M. O., Rodrigues, M. G., Reis Neto, J. A. , & Correia, L. C. (2010). Influência da aterosclerose subclínica na função diastólica em indivíduos sem doença cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 95(4), 473-479.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Garcia, Maristela Magnavita Oliveira and Rodrigues, Marília Galeffi and Reis Neto, Joaquim Antônio dos and Correia, Luis Claudio. Influência da aterosclerose subclínica na função diastólica em indivíduos sem doença cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 95, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 473-479. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/influencia-da-aterosclerose-subclinica-na-funcao-diastolica-em-individuos-sem-doenca-cardiovascular/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Sant’Ana Jr O, Nogueira RJ, Murad N, Lopes AC, Tucci PJF. A depressão miocárdica pós-isquemia/reperfusão não altera a resposta cardíaca à elevação da freqüência de contrações. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2005;84(1):38-43.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Sant’Ana Jr, Orlando; Nogueira, Roberto J.; Murad, Neif; Lopes, Antonio Carlos; Tucci, Paulo J. F.. A depressão miocárdica pós-isquemia/reperfusão não altera a resposta cardíaca à elevação da freqüência de contrações. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 84, n. 1, p. 38-43, fev. 2005.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Sant’Ana Jr, O., Nogueira, R. J., Murad, N., Lopes, A. C., & Tucci, P. J. F. (2005). A depressão miocárdica pós-isquemia/reperfusão não altera a resposta cardíaca à elevação da freqüência de contrações. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 84(1), 38-43.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Sant’Ana Jr, Orlando and Nogueira, Roberto J. and Murad, Neif and Lopes, Antonio Carlos and Tucci, Paulo J. F.. A depressão miocárdica pós-isquemia/reperfusão não altera a resposta cardíaca à elevação da freqüência de contrações. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2005, vol. 84, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 38-43. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/a-depressao-miocardica-pos-isquemia-reperfusao-nao-altera-a-resposta-cardiaca-a-elevacao-da-frequencia-de-contracoes/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Zielinsky P, Marcantonio S, Nicoloso LH, Luchese S, Hatem D, Scheid M, Mânica JL, et al. Fluxo no ducto venoso e hipertrofia miocárdica em fetos de mães diabéticas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2004;83(1):45-50.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Zielinsky, Paulo; Marcantonio, Silvana; Nicoloso, Luiz Henrique; Luchese, Stelamaris; Hatem, Domingos; Scheid, Marlui; Mânica, João Luiz; Gus, Eduardo Ioschpe; Satler, Fabíola; Piccoli Jr., Antônio L.. Fluxo no ducto venoso e hipertrofia miocárdica em fetos de mães diabéticas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 83, n. 1, p. 45-50, ago. 2004.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Zielinsky, P., Marcantonio, S., Nicoloso, L. H., Luchese, S., Hatem, D., Scheid, M., Mânica, J. L., Gus, E. I., Satler, F., & Piccoli Jr., A. L. (2004). Fluxo no ducto venoso e hipertrofia miocárdica em fetos de mães diabéticas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 83(1), 45-50.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Zielinsky, Paulo and Marcantonio, Silvana and Nicoloso, Luiz Henrique and Luchese, Stelamaris and Hatem, Domingos and Scheid, Marlui and Mânica, João Luiz and Gus, Eduardo Ioschpe and Satler, Fabíola and Piccoli Jr., Antônio L.. Fluxo no ducto venoso e hipertrofia miocárdica em fetos de mães diabéticas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2004, vol. 83, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 45-50. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/fluxo-no-ducto-venoso-e-hipertrofia-miocardica-em-fetos-de-maes-diabeticas/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Murad N, Franco MF, Tucci PJF. Caracterização funcional da hipertrofia miocárdica induzida pelo isoproterenol e de sua regressão. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2001;77(1):51-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Murad, Neif; Franco, Marcelo Fabiano de; Tucci, Paulo J. F.. Caracterização funcional da hipertrofia miocárdica induzida pelo isoproterenol e de sua regressão. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 77, n. 1, p. 51-58, jul. 2001.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Murad, N., Franco, M. F. , & Tucci, P. J. F. (2001). Caracterização funcional da hipertrofia miocárdica induzida pelo isoproterenol e de sua regressão. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 77(1), 51-58.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Murad, Neif and Franco, Marcelo Fabiano de and Tucci, Paulo J. F.. Caracterização funcional da hipertrofia miocárdica induzida pelo isoproterenol e de sua regressão. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2001, vol. 77, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 51-58. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/caracterizacao-funcional-da-hipertrofia-miocardica-induzida-pelo-isoproterenol-e-de-sua-regressao/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Mady C, Ianni BM, Arteaga E, Salemi VMC, Silva PRS, Cardoso RHA, Ballas D, et al. Capacidade funcional máxima e função diastólica em portadores de cardiomiopatia chagásica sem insuficiência cardíaca congestiva. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2001;69(4):237-41.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Mady, Charles; Ianni, Barbara M.; Arteaga, Edmundo; Salemi, Vera Maria Cury; Silva, Paulo R. Santos; Cardoso, Rita Helena A.; Ballas, Dalia. Capacidade funcional máxima e função diastólica em portadores de cardiomiopatia chagásica sem insuficiência cardíaca congestiva. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 69, n. 4, p. 237-241, fev. 2001.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Mady, C., Ianni, B. M., Arteaga, E., Salemi, V. M. C., Silva, P. R. S., Cardoso, R. H. A., & Ballas, D. (2001). Capacidade funcional máxima e função diastólica em portadores de cardiomiopatia chagásica sem insuficiência cardíaca congestiva. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 69(4), 237-241.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Mady, Charles and Ianni, Barbara M. and Arteaga, Edmundo and Salemi, Vera Maria Cury and Silva, Paulo R. Santos and Cardoso, Rita Helena A. and Ballas, Dalia. Capacidade funcional máxima e função diastólica em portadores de cardiomiopatia chagásica sem insuficiência cardíaca congestiva. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2001, vol. 69, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 237-241. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/capacidade-funcional-maxima-e-funcao-diastolica-em-portadores-de-cardiomiopatia-chagasica-sem-insuficiencia-cardiaca-congestiva/>. ISSN 0066-782X

  • Sobre a Família ABC
  • Regimento Interno
  • Conselho Editorial
  • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)

Edições

Diretrizes da SBC

  • Vídeos
  • Podcasts
  • Notícias