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  2. Palavra-chave: hipertrofia miocárdica
O Treinamento físico por natação atenua o remodelamento miocárdico e congestão pulmonar em ratas wistar com insuficiência cardíaca secundária a infarto do miocárdio
ABC
Artigo Original

O Treinamento físico por natação atenua o remodelamento miocárdico e congestão pulmonar em ratas wistar com insuficiência cardíaca secundária a infarto do miocárdio

Leslie Andrews Portes et al. Paulo José Ferreira Tucci

OBJETIVO: Avaliar os efeitos da natação sobre teor de água pulmonar de ratas com insuficiência cardíaca (IC) após infarto do miocárdio (IM). MÉTODOS: Após oclusão coronária, animais com 20%<IM 40% do VE grandes. Os animais treinados (TR) nadaram durante 60 min/dia, 5 dias/semana, durante 8 semanas. Foram determinados os pesos úmidos do pulmão direito, lobo direito do fígado, átrios, VE e ventrículo direito (VD) e os pesos secos do fígado e pulmão. Utilizou-se ANOVA e teste de Tukey para as análises estatísticas. RESULTADOS: Verificou-se aumento da relação massa dos átrios/peso corpóreo nos animais sedentários com IM moderados (IMmod-SED: n=8) e grandes (IMgr-SED: n=10) em relação às ratas controles sedentárias (C-SED: n=14) e treinadas (C-TR: n=16). Aumento da relação VD/peso corpóreo e VE/peso corpóreo nos animais IMgr-SED em relação aos controles. A relação coração/peso corpóreo foi maior nos IMgr-SED do que nos demais. Os animais infartados treinados exibiram atenuação da hipertrofia. O teor de água pulmonar maior (p<0,05) nas ratas IMgr-SED (x±epm: 81±0,4%) do que nas C-SED (79±0,4%) indicou congestão pulmonar não verificada nas infartadas treinadas (IMmod-TR: 80±0,6%; IMgr-TR: 79±0,7%). CONCLUSÃO: Os aumentos da massa cardíaca e teor de água pulmonar em animais IMgr-SED foram atenuados em animais submetidos a treinamento físico por natação, sugerindo que a realização de exercício físico pode atenuar os indicadores de IC e contribuir para remodelamento cardíaco favorável.

  • hipertrofia miocárdica
  • Infarto Do Miocárdio
  • natação
  • Ratos
  • teor de água do pulmão
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28/07/2006 DOI: 10.1590/S0066-782X2006001400008 Visualizações 1
Estudo evolutivo da morfologia e função cardíaca em ratos submetidos a estenose aórtica supravalvar
ABC
Original Article

Estudo evolutivo da morfologia e função cardíaca em ratos submetidos a estenose aórtica supravalvar

Henrique Barbosa Ribeiro et al. Katashi Okoshi Antonio Carlos Cicogna Edson Antonio Bregagnollo … Maria Aparecida Marchesan Rodrigues Carlos Roberto Padovani Flávio Ferrari Aragon Elenize Jamas Marina Politi Okoshi

OBJETIVO: Caracterizar, evolutivamente, o modelo experimental de hipertrofia ventricular esquerda (HVE) por indução de estenose aórtica supravalvar em ratos jovens. MÉTODOS: Ratos Wistar foram submetidos a toracotomia para colocação de clipe ao redor da aorta torácica (grupo EAo, n=12). Animais controle foram submetidos à mesma cirurgia, porém sem a colocação do clipe (grupo C, n=12). A função cardíaca foi analisada por ecocardiogramas seriados após 6, 12 e 21 semanas. Outros grupos foram utilizados para avaliação histológica e quantificação da hidroxiprolina miocárdica (HOP: 2, 6, 12 e 21 semanas). RESULTADOS: A EAo promoveu precocemente HVE concêntrica e aumento progressivo da concentração de HOP. À microscopia óptica, observou-se hipertrofia dos miócitos e da camada média dos ramos intramurais das artérias coronárias. A função sistólica foi supranormal no período 6 semanas (porcentagem de encurtamento – EAo6:70,3±10,8; C6: 61,3±5,4; p<0,05), apresentando-se reduzida apenas no último período. A partir de 12 semanas, verificou-se disfunção diastólica (E/A – EAo12: 4,20± 3,25; C12: 1,61±0,16; p<0,05). CONCLUSÃO: A indução de EAo promove HVE concêntrica e fibrose miocárdica. A função cardíaca, dependendo do período de análise, encontra-se melhorada, normal ou deprimida. O modelo é adequado e potencialmente útil para estudos sobre a fisiopatologia e tratamento nas diferentes fases evolutivas da hipertrofia cardíaca.

  • Ecocardiograma
  • Estenose Aórtica
  • Função ventricular
  • hipertrofia miocárdica
  • Ratos
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29/01/2004 DOI: 10.1590/S0066-782X2003001400003 Visualizações 1
Caracterização funcional da hipertrofia miocárdica induzida pelo isoproterenol e de sua regressão
ABC
Artigo Original

Caracterização funcional da hipertrofia miocárdica induzida pelo isoproterenol e de sua regressão

Neif Murad et al. Marcelo Fabiano de Franco Paulo J. F. Tucci

OBJETIVO: Analisar as disfunções da hipertrofia miocárdica induzida pelo isoproterenol e de sua regressão. Corações isolados hipertrofiados por isoproterenol (ISO) (8 dias) e após 22 dias de sua suspensão (regressão) foram distendidos. MÉTODOS: Até pressão de repouso (Pr) de 60mmHg, analisaram-se: pressão desenvolvida máxima (PDmáx.); estresse sistólico (sigmamáx); inclinação da reta estresses/deformações; constante de relaxamento; rigidez da câmara e rigidez miocárdica. RESULTADOS: Nos corações hipertrofiados (H) as variações de volume (deltaV) necessárias para Pr=60mmHg foram heterogêneas. Em alguns (H1; n=10) deltaV equivaleu à dos controle (C) enquanto em outros (H2; n=10) foi inferior, e também diferiram quanto ao peso seco, complacência ventricular, rigidez miocárdica, constante de relaxamento,e sigmamáx. PDmáx dos grupos H1 e H2 foram superiores às de C (n=8) e Regressão (R) (n=8). Contudo, sigmamáx de H2 foi menor que C, H1 e R. O mecanismo de Frank-Starling foi deprimido nos corações hipertrofiados. A constante de relaxamento de H2 indicou retardo no decaimento da pressão associado a menor complacência ventricular e rigidez miocárdica acentuada. CONCLUSÃO: Hipertrofia miocárdica induzida pelo ISO não é homogênea. Alguns corações têm alterações pouco expressivas; outros têm comprometimento das funções sistólica e diastólica. A hipertrofia miocárdica reduz a capacidade de gerar força e aprimora a capacidade em variar pressão por aumento da relação massa/volume. Há, também, comprometimento da complacência ventricular e da rigidez muscular.

  • Função diastólica
  • função sistólica
  • hipertrofia miocárdica
  • isoproterenol
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30/07/2001 DOI: 10.1590/S0066-782X2001000700005 Visualizações 1
Estudo da história natural da hipertrofia miocárdica e sua associação com hiperinsulinismo em filhos de mães diabéticas
ABC
Artigo Original

Estudo da história natural da hipertrofia miocárdica e sua associação com hiperinsulinismo em filhos de mães diabéticas

Paulo Zielinsky et al. Martha H. Leal da Costa Leandro Turra Oliveira Fernanda Paiva Bonow … Nilza Iracema Telles da Silva Lauro Luís Hagemann

OBJETIVO: Testar a hipótese de associação entre hipertrofia miocárdica e níveis aumentados de insulina no soro de filhos de mães diabéticas, além de determinar a freqüência de regressão espontânea e o momento de sua ocorrência. MÉTODOS: Foram estudados 72 pacientes (54 filhos de mães diabéticas e 18 controles). O diagnóstico de hipertrofia miocárdica foi realizado por ecocardiografia pré-natal, uni e bidimensional. Os registros da insulina amniótica foram obtidos de um estudo pré-natal prévio sobre hipertrofia miocárdica, pois a participação das gestantes era comum aos dois projetos. RESULTADOS: Houve 10 (18,52%) casos de hipertrofia miocárdica entre os filhos de mães diabéticas. As medidas do septo foram significantemente diferentes entre os grupos (filhos de mães diabéticas e controles) na avaliação com 1 mês (p=0,04). A insulina manteve-se elevada nos filhos de diabéticas até 3 meses de idade, período em que era significativamente diferente em relação aos controles (p=0,003 e p=0,001, com 1 mês e 3 meses, respectivamente). A associação entre a regressão do septo interventricular e a regressão dos níveis de insulina ocorreu até 1 mês de idade. CONCLUSÃO: Houve regressão espontânea das medidas do septo interventricular até 6 meses de idade e a associação entre hiperinsulinismo e hipertrofia miocárdica esteve presente até 1 mês de idade.

  • Diabetes mellitus
  • Feto
  • hiperinsulinismo
  • hipertrofia miocárdica
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23/01/2001 DOI: 10.1590/S0066-782X1997001200005

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Portes LA, Tucci PJF. O Treinamento físico por natação atenua o remodelamento miocárdico e congestão pulmonar em ratas wistar com insuficiência cardíaca secundária a infarto do miocárdio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2006;87(1):54-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Portes, Leslie Andrews; Tucci, Paulo José Ferreira. O Treinamento físico por natação atenua o remodelamento miocárdico e congestão pulmonar em ratas wistar com insuficiência cardíaca secundária a infarto do miocárdio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 87, n. 1, p. 54-59, jul. 2006.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Portes, L. A., & Tucci, P. J. F. (2006). O Treinamento físico por natação atenua o remodelamento miocárdico e congestão pulmonar em ratas wistar com insuficiência cardíaca secundária a infarto do miocárdio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 87(1), 54-59.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Portes, Leslie Andrews and Tucci, Paulo José Ferreira. O Treinamento físico por natação atenua o remodelamento miocárdico e congestão pulmonar em ratas wistar com insuficiência cardíaca secundária a infarto do miocárdio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2006, vol. 87, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 54-59. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-treinamento-fisico-por-natacao-atenua-o-remodelamento-miocardico-e-congestao-pulmonar-em-ratas-wistar-com-insuficiencia-cardiaca-secundaria-a-infarto-do-miocardio/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Ribeiro HB, Okoshi K, Cicogna AC, Bregagnollo EA, Rodrigues MAM, Padovani CR, Aragon FF, et al. Estudo evolutivo da morfologia e função cardíaca em ratos submetidos a estenose aórtica supravalvar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2004;81(6):569-75.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Ribeiro, Henrique Barbosa; Okoshi, Katashi; Cicogna, Antonio Carlos; Bregagnollo, Edson Antonio; Rodrigues, Maria Aparecida Marchesan; Padovani, Carlos Roberto; Aragon, Flávio Ferrari; Jamas, Elenize; Okoshi, Marina Politi. Estudo evolutivo da morfologia e função cardíaca em ratos submetidos a estenose aórtica supravalvar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 81, n. 6, p. 569-575, jan. 2004.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Ribeiro, H. B., Okoshi, K., Cicogna, A. C., Bregagnollo, E. A., Rodrigues, M. A. M., Padovani, C. R., Aragon, F. F., Jamas, E., & Okoshi, M. P. (2004). Estudo evolutivo da morfologia e função cardíaca em ratos submetidos a estenose aórtica supravalvar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 81(6), 569-575.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Ribeiro, Henrique Barbosa and Okoshi, Katashi and Cicogna, Antonio Carlos and Bregagnollo, Edson Antonio and Rodrigues, Maria Aparecida Marchesan and Padovani, Carlos Roberto and Aragon, Flávio Ferrari and Jamas, Elenize and Okoshi, Marina Politi. Estudo evolutivo da morfologia e função cardíaca em ratos submetidos a estenose aórtica supravalvar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2004, vol. 81, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 569-575. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/estudo-evolutivo-da-morfologia-e-funcao-cardiaca-em-ratos-submetidos-a-estenose-aortica-supravalvar/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

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Murad N, Franco MF, Tucci PJF. Caracterização funcional da hipertrofia miocárdica induzida pelo isoproterenol e de sua regressão. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2001;77(1):51-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Murad, Neif; Franco, Marcelo Fabiano de; Tucci, Paulo J. F.. Caracterização funcional da hipertrofia miocárdica induzida pelo isoproterenol e de sua regressão. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 77, n. 1, p. 51-58, jul. 2001.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Murad, N., Franco, M. F. , & Tucci, P. J. F. (2001). Caracterização funcional da hipertrofia miocárdica induzida pelo isoproterenol e de sua regressão. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 77(1), 51-58.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Murad, Neif and Franco, Marcelo Fabiano de and Tucci, Paulo J. F.. Caracterização funcional da hipertrofia miocárdica induzida pelo isoproterenol e de sua regressão. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2001, vol. 77, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 51-58. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/caracterizacao-funcional-da-hipertrofia-miocardica-induzida-pelo-isoproterenol-e-de-sua-regressao/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Zielinsky P, Costa MHL, Oliveira LT, Bonow FP, Silva NIT, Hagemann LL. Estudo da história natural da hipertrofia miocárdica e sua associação com hiperinsulinismo em filhos de mães diabéticas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2001;69(6):389-94.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Zielinsky, Paulo; Costa, Martha H. Leal da; Oliveira, Leandro Turra; Bonow, Fernanda Paiva; Silva, Nilza Iracema Telles da; Hagemann, Lauro Luís. Estudo da história natural da hipertrofia miocárdica e sua associação com hiperinsulinismo em filhos de mães diabéticas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 69, n. 6, p. 389-394, jan. 2001.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Zielinsky, P., Costa, M. H. L. , Oliveira, L. T., Bonow, F. P., Silva, N. I. T. , & Hagemann, L. L. (2001). Estudo da história natural da hipertrofia miocárdica e sua associação com hiperinsulinismo em filhos de mães diabéticas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 69(6), 389-394.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Zielinsky, Paulo and Costa, Martha H. Leal da and Oliveira, Leandro Turra and Bonow, Fernanda Paiva and Silva, Nilza Iracema Telles da and Hagemann, Lauro Luís. Estudo da história natural da hipertrofia miocárdica e sua associação com hiperinsulinismo em filhos de mães diabéticas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2001, vol. 69, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 389-394. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/estudo-da-historia-natural-da-hipertrofia-miocardica-e-sua-associacao-com-hiperinsulinismo-em-filhos-de-maes-diabeticas/>. ISSN 0066-782X

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