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  2. Palavra-chave: Parada Cardíaca Extra Hospitalar
ABC
Editorial

Reconhecimento pelo Médico Regulador das Expressões Usadas por Leigos ao Pedirem Ajuda em Suposta Parada Cardiorrespiratória

Ronaldo C. O. Vinagre

A parada cardíaca fora do hospital (PCFH) é uma emergência com risco de vida e com tempo limitado que ocorre milhões de vezes por ano. Dados de países ao redor do mundo com serviços médicos de emergência (SME) em vigor sugerem uma média global de 82,1 PCFHs atendidos por SME por 100.000 pessoas por ano. A sobrevivência após a PCFH permanece modesta, apesar dos protocolos de despacho padronizados em sistemas de SME, do aumento do treinamento comunitário e da introdução de cuidados pós-ressuscitação. Dez por cento (variação, 6%–22%) das pessoas que sofrem PCFHs podem esperar sobreviver com um resultado neurológico favorável. No entanto, as intervenções pré-hospitalares precoces têm um impacto substancial na sobrevivência das vítimas de PCFH.

A reanimação cardiopulmonar (RCP) iniciada por um observador aumenta as chances de sobrevivência em 30 dias em duas vezes e está associada a melhores resultados neurológicos em longo prazo. Portanto, o reconhecimento precoce da parada cardíaca é a pedra angular da cadeia de sobrevivência. Sinais clínicos bem conhecidos de parada cardíaca são falta de resposta e respiração ausente ou anormal. No entanto, não está claro como esses sinais e sintomas, especialmente respirações agonísticas, são interpretados e descritos por leigos. Além disso, a RCP assistida por despachante aumenta a sobrevivência neurologicamente intacta em PCFH, de acordo com vários estudos.,

[…]

  • Assistência Pré-hospitalar
  • Operador de Emergência Médica
  • Parada Cardíaca Extra Hospitalar
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Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
10/01/2025 DOI: 10.36660/abc.20240669
Estudo Observacional de Expressões Ditas por Solicitantes de Atendimento Emergencial para uma Parada Cardiorrespiratória e o Impacto no Reconhecimento pelo Médico Regulador
ABC
Artigo Original

Estudo Observacional de Expressões Ditas por Solicitantes de Atendimento Emergencial para uma Parada Cardiorrespiratória e o Impacto no Reconhecimento pelo Médico Regulador

Matheus Henrique Ramos Voos et al. Caroline Manami Okamoto Artur Boeck Trommer Amanda Berlinck da Silva … Eduardo Franke da Cruz Gustavo Andreazza Laporte Antônio Rogério Proença Tavares Crespo Andrea Regner Karin Viegas

Resumo

Fundamento

A sobrevivência de uma vítima de parada cardiorrespiratória (PCR) extra-hospitalar tem relação com o fornecimento precoce de reanimação cardiopulmonar (RCP), sendo que a agilidade no reconhecimento desse evento por um médico regulador (MR) pode contribuir para a cadeia de reanimação. Atualmente, existe escassa literatura sobre o tema.

Objetivos

Analisar categorias e subcategorias de palavras/expressões utilizadas espontaneamente por leigos nos chamados por PCR e sua relação com o reconhecimento desse evento pelos MR.

Métodos

Estudo transversal, com análise de chamadas de socorro feitas por leigos, devido à PCR, em um serviço de atendimento móvel de urgência do Brasil. As expressões utilizadas foram classificadas em seis categorias e 31 subcategorias. A análise estatística empregou testes com modelos uni e multivariados para avaliação da força da associação das categorias e subcategorias das palavras/expressões com a presunção de PCR. O nível de significância estatística adotado foi de 5%.

Resultados

Foram incluídos 284 chamados no estudo e, após aplicados os critérios de exclusão, 101 foram analisados. As categorias de expressões “estado cardiovascular/perfusional” (p=0,019) e “estado geral” (p=0,011) foram identificadas como fatores de confusão no reconhecimento de uma PCR. Ainda, as subcategorias: “dificuldade respiratória” (p=0,023), “irresponsividade verbal” (p=0,034), “cor facial” (p=0,068) e “passando mal” (p=0,013) também foram identificadas como fatores de confusão. Por outro lado, as subcategorias de expressões: “ausência de respiração” (p=0,010); “posição espacial” (p=0,016); e “emergências cardiovasculares” (p=0,045) foram identificadas como fatores facilitadores para o reconhecimento de PCR.

Conclusão

Categorias e subcategorias de expressões empregadas pelos solicitantes durante o chamado por PCR podem influenciar no ágil reconhecimento dessa condição pelo médico regulador.

  • Assistência Pré-hospitalar
  • Operador de Emergência Médica
  • Parada Cardíaca Extra Hospitalar
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25/11/2024 DOI: 10.36660/abc.20230343
ABC
Editorial

Análise de Desfechos após Parada Cardiorrespiratória Extra-Hospitalar

Thais Rocha Salim et al. Gabriel Porto Soares

A parada cardiorrespiratória (PCR) é definida como a cessação da atividade mecânica do coração, confirmada pela ausência de sinais de circulação, clinicamente apresentados por irresponsividade, ausência de pulso e respiração ou gasping. A PCR é a via final e mecanismo de morte de diversas situações clínicas ou traumáticas que variam com a idade do paciente e local de ocorrência. A reversão da PCR e o prognóstico após o evento dependem da identificação e instituição de medidas de reanimação de alta eficácia. As taxas de Retorno à Circulação Espontânea (RCE), sobrevida até a alta hospitalar e a condição neurológica a curto e médio prazos são imprecisas e variam na literatura. Em uma metanálise que incluiu 141 estudos da América do Norte, Europa, Asia e Oceania, o RCE ocorreu em 29,7% dos pacientes adultos reanimados no ambiente extra-hospitalar e menos de 10% sobreviveram até a alta hospitalar. As maiores taxas de sobrevida ocorreram na PCR presenciada e com início das manobras de reanimação de forma precoce. Em outra metanálise, que incluiu 44 estudos realizados na Europa, Asia e América do Norte a utilização de circulação extracorpórea na reanimação extra-hospitalar apresentou taxas de sobrevida até a alta de 24%, e 18% dos pacientes apresentaram condições neurológicas favoráveis. Porém, nos estudos avaliados, o tempo para chegada do serviço médico móvel foi inferior a 5 minutos o que pode ter influenciado nos desfechos.

No Brasil, no ambiente extra-hospitalar, a taxa de sobrevida está relacionada ao ritmo da PCR. Os ritmos chocáveis, taquicardia ventricular ou fibrilação ventricular, correspondem a quase 80% dos eventos e quando a desfibrilação é realizada entre 3-5 minutos do início da PCR a taxa de sobrevida fica em torno de 50% a 70%. Enquanto os ritmos não chocáveis, como atividade elétrica sem pulso e assistolia, a sobrevida é inferior a 17%. Segundo a Diretriz de Ressuscitação Cardiopulmonar e Cuidados Cardiovasculares de Emergência da Sociedade Brasileira de Cardiologia, a taxa de sobrevida nas PCRs de etiologia traumática é inferior a 3%. O artigo publicado nos Arquivos Brasileiros de Cardiologia, traz informações importantes sobre as taxas de sobrevida e condições neurológicas nas PCRs extra-hospitalares em uma capital brasileira, o que permite traçar estratégias de prevenção desse evento e aperfeiçoamento das equipes de atendimento à PCR. Trata-se de um estudo de coorte em Campo Grande, Mato Grosso do Sul (MS), Brasil. Foi realizada a coleta retrospectiva das informações das fichas de Atendimento Pré-hospitalar do serviço de atendimento móvel de urgência, de 852 vítimas maiores de 18 anos de PCR extra-hospitalar, ocorrida no período de janeiro de 2016 a dezembro de 2018. O segmento da coorte foi feito através da coleta de informações dos prontuários das unidades hospitalares em que os sobreviventes foram internados ou por entrevista com os pacientes e seus familiares.

[…]

  • Parada Cardíaca Extra Hospitalar
  • Parada Cardiorrespiratória
  • Reanimação Cardiopulmonar
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07/08/2023 DOI: 10.36660/abc.20230406
Figura Central
ABC
Artigo Original

Desfechos após Parada Cardiorrespiratória Extra-Hospitalar de Natureza Clínica e Traumática

Daiana Terra Nacer et al. Regina Márcia Cardoso de Sousa Anna Leticia Miranda

Resumo

Fundamento

Dados sobre Parada Cardiorrespiratória extra-hospitalar ainda são escassos, muito variados e indicam mau prognóstico para eventos traumáticos.

Objetivos

Descrever a sobrevivência extra/intra-hospitalar, o tempo de sobrevivência e as condições neurológicas dos atendidos por unidades de suporte avançado à vida e submetidos a ressuscitação cardiopulmonar e comparar os resultados das paradas cardiorrespiratórias de natureza clínica e traumática.

Métodos

Estudo de coorte, realizado em três etapas, nas duas primeiras, os dados foram coletados em fichas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgências e prontuários, na terceira, foi aplicada a Escala de Categoria de Performance Cerebral. A casuística foi de vítimas reanimadas com idade ≥18 anos. Os testes de Fisher e log-rank foram empregados na comparação das causas, considerando nível de significância de 5%.

Resultados

Foram analisados 852 pacientes, 20,66% foram hospitalizados, 4,23% sobreviveram até transferência ou alta, 58,33% apresentaram desfecho favorável um ano após parada. Houve associação entre sobrevivência pré/intra-hospitalar e natureza da ocorrência (p=0,026), porém não houve diferença entre as curvas de sobrevivência, p=0,6.

Conclusões

A sobrevivência à hospitalização após parada cardiorrespiratória extra-hospitalar foi baixa, porém, a maioria dos sobreviventes à alta alcançaram desfecho favorável após um ano. O tempo de sobrevivência dos hospitalizados após eventos de natureza clínica e traumática foram similares, porém a sobrevida pré-hospitalar foi maior entre os traumatizados.

  • Parada cardíaca
  • Parada Cardíaca Extra Hospitalar
  • Reanimação Cardiopulmonar
  • Serviços Médicos de Emergência
  • Sobrevivência
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24/07/2023 DOI: 10.36660/abc.20220551 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Relato de Caso

Parada Cardiorrespiratória Prolongada Tratada com Sucesso no Metrô de São Paulo

Renan Gianotto-Oliveira et al. Maria Helena Favarato Maria Margarita Gonzalez Thiago Liguori … Sergio Timerman Roberto Kalil Filho

Introdução

No Brasil, as doenças do aparelho circulatório, incluindo as Paradas Cardiorrespiratórias (PCR), foram a principal causa de morte em 2010. Estima-se que, no país, ocorram em torno de 220 mil PCR por ano, incluindo a fibrilação ventricular, sendo 180 mil em ambiente pré-hospitalar e 40 mil em ambiente hospitalar.

Recentes estudos observacionais de vítimas com PCR em ambiente extra-hospitalar têm revelado que apenas Compressões Torácicas Contínuas (CTC) – hands-only CPR – foram equivalentes ou superiores à Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP) convencional (utilizando a relação 30:2 de compressões/ventilações) em pacientes adultos, sobretudo em relação aos benefícios neurológicos – .

[…]

  • cardioversão elétrica
  • Fibrilação Ventricular
  • Massagem Cardíaca
  • Parada Cardíaca Extra Hospitalar
  • ressuscitação cardiopulmonar
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01/05/2014 DOI: 10.5935/abc.20140058

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Vinagre RCO. Reconhecimento pelo Médico Regulador das Expressões Usadas por Leigos ao Pedirem Ajuda em Suposta Parada Cardiorrespiratória. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;121(11):e20240669.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Vinagre, Ronaldo C. O.. Reconhecimento pelo Médico Regulador das Expressões Usadas por Leigos ao Pedirem Ajuda em Suposta Parada Cardiorrespiratória. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 11, e20240669, jan. 2025.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Vinagre, R. C. O. (2025). Reconhecimento pelo Médico Regulador das Expressões Usadas por Leigos ao Pedirem Ajuda em Suposta Parada Cardiorrespiratória. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(11), e20240669.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Vinagre, Ronaldo C. O.. Reconhecimento pelo Médico Regulador das Expressões Usadas por Leigos ao Pedirem Ajuda em Suposta Parada Cardiorrespiratória. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 121, n. 11, [citado 2026-10-14], e20240669. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/reconhecimento-pelo-medico-regulador-das-expressoes-usadas-por-leigos-ao-pedirem-ajuda-em-suposta-parada-cardiorrespiratoria/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Voos MHR, Okamoto CM, Trommer AB, Silva AB, Cruz EF, Laporte GA, Crespo ARPT, et al. Estudo Observacional de Expressões Ditas por Solicitantes de Atendimento Emergencial para uma Parada Cardiorrespiratória e o Impacto no Reconhecimento pelo Médico Regulador. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(11):e20230343.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Voos, Matheus Henrique Ramos; Okamoto, Caroline Manami; Trommer, Artur Boeck; Silva, Amanda Berlinck da; Cruz, Eduardo Franke da; Laporte, Gustavo Andreazza; Crespo, Antônio Rogério Proença Tavares; Regner, Andrea; Viegas, Karin. Estudo Observacional de Expressões Ditas por Solicitantes de Atendimento Emergencial para uma Parada Cardiorrespiratória e o Impacto no Reconhecimento pelo Médico Regulador. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 11, e20230343, nov. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Voos, M. H. R., Okamoto, C. M., Trommer, A. B., Silva, A. B. , Cruz, E. F. , Laporte, G. A., Crespo, A. R. P. T., Regner, A., & Viegas, K. (2024). Estudo Observacional de Expressões Ditas por Solicitantes de Atendimento Emergencial para uma Parada Cardiorrespiratória e o Impacto no Reconhecimento pelo Médico Regulador. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(11), e20230343.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Voos, Matheus Henrique Ramos and Okamoto, Caroline Manami and Trommer, Artur Boeck and Silva, Amanda Berlinck da and Cruz, Eduardo Franke da and Laporte, Gustavo Andreazza and Crespo, Antônio Rogério Proença Tavares and Regner, Andrea and Viegas, Karin. Estudo Observacional de Expressões Ditas por Solicitantes de Atendimento Emergencial para uma Parada Cardiorrespiratória e o Impacto no Reconhecimento pelo Médico Regulador. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 11, [citado 2026-10-14], e20230343. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/estudo-observacional-de-expressoes-ditas-por-solicitantes-de-atendimento-emergencial-para-uma-parada-cardiorrespiratoria-e-o-impacto-no-reconhecimento-pelo-medico-regulador/>. ISSN 0066-782X

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Salim TR, Soares GP. Análise de Desfechos após Parada Cardiorrespiratória Extra-Hospitalar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(7):e20230406.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Salim, Thais Rocha; Soares, Gabriel Porto. Análise de Desfechos após Parada Cardiorrespiratória Extra-Hospitalar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 7, e20230406, ago. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Salim, T. R., & Soares, G. P. (2023). Análise de Desfechos após Parada Cardiorrespiratória Extra-Hospitalar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(7), e20230406.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Salim, Thais Rocha and Soares, Gabriel Porto. Análise de Desfechos após Parada Cardiorrespiratória Extra-Hospitalar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 7, [citado 2026-10-14], e20230406. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/analise-de-desfechos-apos-parada-cardiorrespiratoria-extra-hospitalar/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Nacer DT, Sousa RMC, Miranda AL. Desfechos após Parada Cardiorrespiratória Extra-Hospitalar de Natureza Clínica e Traumática. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(7):e20220551.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Nacer, Daiana Terra; Sousa, Regina Márcia Cardoso de; Miranda, Anna Leticia. Desfechos após Parada Cardiorrespiratória Extra-Hospitalar de Natureza Clínica e Traumática. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 7, e20220551, jul. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Nacer, D. T., Sousa, R. M. C. , & Miranda, A. L. (2023). Desfechos após Parada Cardiorrespiratória Extra-Hospitalar de Natureza Clínica e Traumática. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(7), e20220551.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Nacer, Daiana Terra and Sousa, Regina Márcia Cardoso de and Miranda, Anna Leticia. Desfechos após Parada Cardiorrespiratória Extra-Hospitalar de Natureza Clínica e Traumática. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 7, [citado 2026-10-14], e20220551. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/desfechos-apos-parada-cardiorrespiratoria-extra-hospitalar-de-natureza-clinica-e-traumatica/>. ISSN 0066-782X

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Gianotto-Oliveira R, Favarato MH, Gonzalez MM, Liguori T, Timerman S, Kalil Filho R. Parada Cardiorrespiratória Prolongada Tratada com Sucesso no Metrô de São Paulo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2014;102(5):e52-4.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Gianotto-Oliveira, Renan; Favarato, Maria Helena; Gonzalez, Maria Margarita; Liguori, Thiago; Timerman, Sergio; Kalil Filho, Roberto. Parada Cardiorrespiratória Prolongada Tratada com Sucesso no Metrô de São Paulo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 102, n. 5, p. e52-e54, abr. 2014.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Gianotto-Oliveira, R., Favarato, M. H., Gonzalez, M. M., Liguori, T., Timerman, S., & Kalil Filho, R. (2014). Parada Cardiorrespiratória Prolongada Tratada com Sucesso no Metrô de São Paulo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 102(5), e52-e54.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Gianotto-Oliveira, Renan and Favarato, Maria Helena and Gonzalez, Maria Margarita and Liguori, Thiago and Timerman, Sergio and Kalil Filho, Roberto. Parada Cardiorrespiratória Prolongada Tratada com Sucesso no Metrô de São Paulo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2014, vol. 102, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. e52-e54. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/parada-cardiorrespiratoria-prolongada-tratada-com-sucesso-no-metro-de-sao-paulo/>. ISSN 0066-782X

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