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  2. Palavra-chave: Inibidores da Agregação Plaquetária
Anticoagulantes Orais Diretos versus Aspirina para Prevenção Secundária de Acidente Vascular Cerebral em Pacientes com Acidente Vascular Cerebral Embólico de Fonte Indeterminada: Revisão Sistemática e Metanálise Atualizada de Ensaios Clínicos Randomizados
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Anticoagulantes Orais Diretos versus Aspirina para Prevenção Secundária de Acidente Vascular Cerebral em Pacientes com Acidente Vascular Cerebral Embólico de Fonte Indeterminada: Revisão Sistemática e Metanálise Atualizada de Ensaios Clínicos Randomizados

Juan Armando Talavera et al. Larissa Teixeira Thomaz Alexandre Costa Denilsa Navalha … Tathiane Brum Gibicoski Nicole Fernandez Jeffrey Healey Luciana Armaganijan Guilherme Dagostin de Carvalho

Resumo

O acidente vascular cerebral (AVC) Embólico de Fonte Indeterminada (ESUS, do inglês embolic stroke of undetermined source) corresponde a cerca de 20% dos AVCs isquêmicos. O tratamento ideal para a prevenção secundária do ESUS ainda não está claro. Realizar uma revisão sistemática e metanálise de ensaios clínicos randomizados (ECRs) comparando a segurança e a eficácia dos anticoagulantes orais diretos (DOACs) versus aspirina em pacientes com ESUS. Foi realizada uma busca sistemática nas bases de dados PubMed, Embase, Cochrane e Web of Science para identificar ECRs elegíveis até março de 2024. O desfecho primário foi a recorrência de AVC, e os desfechos de segurança incluíram sangramento maior e sangramento clinicamente relevante não maior (CRNMB, clinically relevant non-major bleeding). Foram calculadas razões de chance (HRs) e intervalos de confiança (ICs) de 95% para a análise. Foram incluídos quatro RCTs, envolvendo 13.970 pacientes, dos quais metade foi randomizada para o grupo de DOACs. Durante um acompanhamento médio de 16 meses, os DOACs não reduziram significativamente a recorrência de AVC (HR: 0,95; IC 95%: 0,81-1,09; p=0,44), AVC isquêmico (HR: 0,91; IC 95%: 0,79-1,06; p=0,23), mortalidade por todas as causas (HR: 1,11; IC 95%: 0,87-1,42; p=0,40) ou sangramento maior (HR: 1,56; IC 95%: 0,85%-2,86; p=0,15) em comparação à aspirina. No entanto, os DOACs foram associados a um risco significativamente maior de CRNMB (HR: 1,54; IC 95%: 1,23-1,92; p=0,0002). A análise de subgrupos não revelou diferenças significativas na recorrência de AVC entre pacientes com escores CHA2-DS2-VASc baixos ou altos. Os DOACs não demonstraram eficácia superior à aspirina na prevenção da recorrência de AVC em pacientes com ESUS e foram associados a um aumento do risco de CRNMB.

  • Anticoagulantes
  • AVC Embólico
  • Inibidores da Agregação Plaquetária
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Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
07/07/2025 DOI: 10.36660/abc.20240586
ABC
Editorial

Alta Atividade Plaquetária Residual em Resposta a Aspirina na Síndrome Coronária Aguda: Um Novo Desafio para o Tratamento Antiplaquetário?

Dário C. Sobral Filho et al. José Gildo de Moura Monteiro Júnior

As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no mundo, sendo a doença cardíaca coronariana a principal etiologia, e que em 2016 representou 31% das mortes globais. O infarto do miocárdio ocorre usualmente devido a alterações na parede arterial ou oclusão trombótica de um vaso coronariano causada pela ruptura de uma placa vulnerável., A instabilidade na placa aterosclerótica é consequência do estresse oxidativo local e sistêmico que, consequentemente, ocasiona a ativação plaquetária e formação de trombos na circulação. A função principal das plaquetas é a participação no mecanismo homeostático, parar a perda de sangue após um trauma tecidual, mas sob condições oxidativas estão associadas a várias doenças cardiovasculares como hipertensão, insuficiência cardíaca, acidente vascular cerebral, diabetes e aterosclerose.

Estudos prévios demonstraram a relevância na redução de eventos cardiovasculares em pacientes com doença arterial coronariana com o uso de aspirina.– Portanto, está bem demonstrada a importância da antiagregação plaquetária nas síndromes coronarianas agudas e crônicas.

[…]

  • Aspirina/uso terapêutico
  • Estresse Oxidativo
  • Inibidores da Agregação Plaquetária
  • Placa Aterosclerótica
  • Síndrome Coronariana Aguda
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Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
10/10/2019 DOI: 10.5935/abc.20190199

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Talavera JA, Teixeira L, Costa TA, Navalha D, Gibicoski TB, Fernandez N, Healey J, et al. Anticoagulantes Orais Diretos versus Aspirina para Prevenção Secundária de Acidente Vascular Cerebral em Pacientes com Acidente Vascular Cerebral Embólico de Fonte Indeterminada: Revisão Sistemática e Metanálise Atualizada de Ensaios Clínicos Randomizados. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;122(6):e20240586.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Talavera, Juan Armando; Teixeira, Larissa; Costa, Thomaz Alexandre; Navalha, Denilsa; Gibicoski, Tathiane Brum; Fernandez, Nicole; Healey, Jeffrey; Armaganijan, Luciana; Carvalho, Guilherme Dagostin de. Anticoagulantes Orais Diretos versus Aspirina para Prevenção Secundária de Acidente Vascular Cerebral em Pacientes com Acidente Vascular Cerebral Embólico de Fonte Indeterminada: Revisão Sistemática e Metanálise Atualizada de Ensaios Clínicos Randomizados. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 6, e20240586, jul. 2025.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Talavera, J. A., Teixeira, L., Costa, T. A., Navalha, D., Gibicoski, T. B., Fernandez, N., Healey, J., Armaganijan, L., & Carvalho, G. D. (2025). Anticoagulantes Orais Diretos versus Aspirina para Prevenção Secundária de Acidente Vascular Cerebral em Pacientes com Acidente Vascular Cerebral Embólico de Fonte Indeterminada: Revisão Sistemática e Metanálise Atualizada de Ensaios Clínicos Randomizados. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(6), e20240586.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Talavera, Juan Armando and Teixeira, Larissa and Costa, Thomaz Alexandre and Navalha, Denilsa and Gibicoski, Tathiane Brum and Fernandez, Nicole and Healey, Jeffrey and Armaganijan, Luciana and Carvalho, Guilherme Dagostin de. Anticoagulantes Orais Diretos versus Aspirina para Prevenção Secundária de Acidente Vascular Cerebral em Pacientes com Acidente Vascular Cerebral Embólico de Fonte Indeterminada: Revisão Sistemática e Metanálise Atualizada de Ensaios Clínicos Randomizados. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 122, n. 6, [citado 2026-10-14], e20240586. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/anticoagulantes-orais-diretos-versus-aspirina-para-prevencao-secundaria-de-acidente-vascular-cerebral-em-pacientes-com-acidente-vascular-cerebral-embolico-de-fonte-indeterminada-revisao-sistematica-e/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Sobral Filho DC, Monteiro Júnior JGM. Alta Atividade Plaquetária Residual em Resposta a Aspirina na Síndrome Coronária Aguda: Um Novo Desafio para o Tratamento Antiplaquetário?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;113(3):364-6.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Sobral Filho, Dário C.; Monteiro Júnior, José Gildo de Moura. Alta Atividade Plaquetária Residual em Resposta a Aspirina na Síndrome Coronária Aguda: Um Novo Desafio para o Tratamento Antiplaquetário?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 113, n. 3, p. 364-366, out. 2019.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Sobral Filho, D. C., & Monteiro Júnior, J. G. M. (2019). Alta Atividade Plaquetária Residual em Resposta a Aspirina na Síndrome Coronária Aguda: Um Novo Desafio para o Tratamento Antiplaquetário?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 113(3), 364-366.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Sobral Filho, Dário C. and Monteiro Júnior, José Gildo de Moura. Alta Atividade Plaquetária Residual em Resposta a Aspirina na Síndrome Coronária Aguda: Um Novo Desafio para o Tratamento Antiplaquetário?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 113, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 364-366. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/alta-atividade-plaquetaria-residual-em-resposta-a-aspirina-na-sindrome-coronaria-aguda-um-novo-desafio-para-o-tratamento-antiplaquetario/>. ISSN 0066-782X

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