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  2. Palavra-chave: Hipertireoidismo
Figura 1
ABC
Revisão

Tireotoxicose Induzida pela Amiodarona – Revisão de Literatura e Atualização Clínica

Luciana Vergara Ferraz de Souza et al. Maria Thereza Campagnolo Luiz Claudio Behrmann Martins Maurício Ibrahim Scanavacca

Resumo

A amiodarona é amplamente utilizada no tratamento de arritmias atriais e ventriculares, porém devido sua alta concentração de iodo, o uso crônico da droga pode induzir distúrbios tireoidianos. A tireotoxicose induzida pela amiodarona (TIA) pode descompensar e exacerbar anormalidades cardíacas subjacentes, provocando aumento da morbidade e mortalidade, principalmente em pacientes com fração de ejeção do ventrículo esquerdo <30%.

Os casos de TIA são classificados em dois subtipos que direcionam a conduta terapêutica. Os riscos e benefícios de manter a amiodarona devem ser avaliados de maneira individualizada, e a decisão de continuar ou suspender a droga deve ser tomada conjuntamente por cardiologistas e endocrinologistas.

O tratamento de TIA tipo 1 é semelhante ao do hipertireoidismo espontâneo, sendo indicado o uso de drogas antitireoidianas (metimazol e propiltiouracil) em doses elevadas. A TIA tipo 1 mostra-se mais complicada, pois apresenta proporcionalmente maiores números de recorrências ou até mesmo a não remissão do quadro, sendo recomendado o tratamento definitivo (tireoidectomia total ou radioiodo).

TIA tipo 2 é geralmente autolimitada, mas devido a elevada mortalidade associada a tireotoxicose em pacientes cardiopatas, o tratamento deve ser instituído para que o eutireoidismo seja atingido mais rapidamente. Em casos bem definidos de TIA tipo 2, o tratamento com corticosteroides é mais efetivo do que o tratamento com drogas antitireoidianas.

Em casos graves, independentemente do subtipo, a restauração imediata do eutiroidismo por meio da tireoidectomia total deve ser considerada antes que o paciente evolua com piora clínica excessiva, pois a demora na indicação da cirurgia está associada ao aumento da mortalidade.

  • Amiodarona/uso terapêutico
  • Arritmias Cardíacas
  • Hipertireoidismo
  • hipotireoidismo
  • Iodo
  • tireoidite
  • tireotoxicose
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22/11/2021 DOI: 10.36660/abc.20190757 Visualizações 1
Figura 1
IJCS
Case Report

Insuficiência Mitral Grave por Hipertireoidismo na Ausência de Dilatação Ventricular Esquerda

Antonio José Lagoeiro Jorge et al. Wolney de Andrade Martins Eliza de Almeida Gripp Breno Macêdo de Almeida … Camila Cezário Rocha Paz Figueroa Cíntia Lobo Sabino

Introdução

A doença de Graves (DG) é uma doença autoimune, causa mais comum de tireotoxicose,, com envolvimento multissistêmico, que acomete principalmente mulheres entre os 40 e 60 anos de idade. É a causa mais prevalente de hipertireoidismo autoimune na gravidez, e pode ser distinguida da tireotoxicose gestacional pela presença de bócio difuso e história de hipertireoidismo prévio. O hipertireoidismo clínico ocorre em 0,2 % das mulheres grávidas.

A insuficiência cardíaca (IC) é uma rara manifestação da DG descompensada e representa um desafio diagnóstico devido à baixa suspeição clínica desta etiologia.

[…]

  • Doença de Graves
  • Gestantes
  • Hipertireoidismo
  • Insuficiência da Valva Mitral
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01/01/2018 DOI: 10.5935/2359-4802.20170089
Figura 1
ABC
Original Article

Preditores de Recorrência de Fibrilação Atrial em Pacientes com Eutireoidismo e Hipertireoidismo

Muhammet Gürdoğan et al. Hasan Ari Erhan Tenekecioğlu Selma Ari … Tahsin Bozat Vedat Koca Mehmet Melek

Fundamento:

A fibrilação atrial (FA) é a arritmia mais comum em adultos e é encontrada em 10-15% dos pacientes com hipertireoidismo. A menos que haja retorno ao eutireoidismo, a cardioversão farmacológica ou elétrica é controversa em pacientes com FA que permanecem com hipertireoidismo.

Objetivo:

O objetivo deste estudo foi avaliar a eficácia da cardioversão elétrica e os preditores de recorrência de FA em pacientes com hipertireoidismo e eutireoidismo.

Métodos:

O estudo incluiu pacientes com FA persistente, dos quais 33 (21 homens) apresentavam hipertireoidismo e 48 (17 homens) eutireoidismo. Os pacientes foram sedados com midazolam endovenoso antes de serem submetidos à cardioversão elétrica com choques sincronizados bifásicos. As taxas de recorrência da FA foram registradas.

Resultados:

O tempo médio de seguimento foi de 23,63 ± 3,74 meses no grupo com hipertireoidismo e 22,78 ± 3,15 meses no grupo com eutireoidismo (p = 0,51). A FA recorreu em 14 (43,8%) e 21 (44,7%) pacientes em cada grupo, respectivamente (p = 0,93). Uma análise de regressão multivariada em cada grupo mostrou que a duração da FA foi o único preditor de recorrência de FA com odds ratios de 1,38 (intervalo de confiança [IC] 95% = 1,05 – 1,82, p = 0,02) no grupo com hipertireoidismo e 1,42 (IC 95% = 1,05 – 1,91, p = 0,02) no grupo com eutireoidismo.

Conclusão:

As taxas de recorrência da FA a longo prazo foram semelhantes em pacientes com hipertireoidismo e eutireoidismo submetidos com sucesso à cardioversão. A duração da FA foi o único preditor de recorrência da FA em ambos os grupos.

  • Arritmias Cardíacas
  • cardioversão elétrica
  • Fibrilação Atrial
  • Hipertireoidismo
  • Recidiva
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26/01/2016 DOI: 10.5935/abc.20160013
ABC
Artigo Original

Resposta Hipertrófica da Associação de Hormônio Tireoidiano e de Exercício Físico no Coração de Ratos

Fernanda Rodrigues de Souza et al. Elmiro Santos Resende Leandro Lopes Alexandre Gonçalves … Rafaella Chagas Thiago Fidale Poliana Rodrigues

Fundamento:

A hipertrofia cardíaca constitui um dos componentes do remodelamento cardíaco e ocorre em resposta a aumento da atividade ou da sobrecarga funcional do coração.

Objetivo:

Avaliar a resposta hipertrófica da associação do hormônio tireoidiano e do exercício físico no coração de ratos.

Método:

Foram utilizados 37 ratos da linhagem Wistar, machos, adultos, distribuídos aleatoriamente em quatro grupos: controle, hormônio (HT), exercício (E), hormônio tireoidiano e exercício (H + E). O grupo hormônio recebeu diariamente levotiroxina sódica por gavagem, na dose de 20 μg de hormônio tireoidiano/100 g de peso corporal; o grupo exercício realizou natação cinco vezes por semana, com peso adicional correspondente a 20% do peso corporal, durante seis semanas; no grupo H + E foram aplicados simultaneamente os tratamentos dos grupos HT e E. A estatísica utilizada foi a análise de variância complementada, quando necessário, pelo teste de Tukey e o teste de correlação de Pearson.

Resultados:

O T4 foi mais elevado nos grupos HT e H + E. O peso total do coração foi maior nos grupos que receberam hormônio tireoidiano, e o peso ventricular esquerdo foi maior no grupo HT. O diâmetro transversal dos cardiomiócitos aumentou nos grupos HT, E e H + E. A porcentagem de colágeno foi maior nos grupos E e H + E. A análise da correlação entre as variáveis apresentou distintas respostas.

Conclusão:

A associação do hormônio tireoidiano com exercício físico de elevada intensidade produziu hipertrofia cardíaca e gerou um padrão hipertrófico não correlacionado diretamente ao grau de fibrose.

  • Coração
  • Exercício
  • Hipertireoidismo
  • hormônios tireóideos
  • Ratos
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21/12/2013 DOI: 10.5935/abc.20130243 Visualizações 2
Angina pectoris em paciente com hipertireoidismo e coronárias angiograficamente normais
ABC
Relato de Caso

Angina pectoris em paciente com hipertireoidismo e coronárias angiograficamente normais

Alessandra Ferri Casini et al. Ilan Gottieb Leonardo V. Neto Carla A. Almeida … Regina H. A. Fonseca Mario Vaisman

A presença de angina pectoris em mulher pré-menopausa sem outros fatores de risco para doença arterial coronariana, obriga-nos a descartar outras causas de lesão coronariana não aterosclerótica. A relação entre o hipertireoidismo e as alterações no sistema cardiovascular está bem estabelecida, contudo o hipertireoidismo responde por menos de 5% dos casos de dor torácica. Apresenta-se um caso de uma mulher, 47 anos, com sintomas de precordialgia típica e eletrocardiograma (ECG) sugestivo de isquemia coronariana, mas sem alteração laboratorial sugestiva de lesão miocárdica. Anamnese, exame físico e resultados laboratoriais permitiram firmar o diagnóstico de hipertireoidismo. Investigação subseqüente com o cateterismo cardíaco não demonstrou lesões obstrutivas. Após tratamento com iodo radioativo e retorno ao eutireoidismo, a paciente manteve-se assintomática e o ECG e a cintilografia miocárdica foram negativos para isquemia. Esses resultados sugerem uma interação entre hiperatividade tireoidiana e isquemia miocárdica, tendo o hipertireoidismo como provável etiologia dos achados clínicos e eletrocardiográficos.

  • Angina Pectoris
  • Artérias coronárias
  • Eletrocardiograma
  • Hipertireoidismo
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06/03/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2006001800022 Visualizações 2

Como citar este artigo

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Souza LVF, Campagnolo MT, Martins LCB, Scanavacca MI. Tireotoxicose Induzida pela Amiodarona – Revisão de Literatura e Atualização Clínica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(5):1038-44.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Souza, Luciana Vergara Ferraz de; Campagnolo, Maria Thereza; Martins, Luiz Claudio Behrmann; Scanavacca, Maurício Ibrahim. Tireotoxicose Induzida pela Amiodarona – Revisão de Literatura e Atualização Clínica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 5, p. 1038-1044, nov. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Souza, L. V. F. , Campagnolo, M. T., Martins, L. C. B., & Scanavacca, M. I. (2021). Tireotoxicose Induzida pela Amiodarona – Revisão de Literatura e Atualização Clínica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(5), 1038-1044.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Souza, Luciana Vergara Ferraz de and Campagnolo, Maria Thereza and Martins, Luiz Claudio Behrmann and Scanavacca, Maurício Ibrahim. Tireotoxicose Induzida pela Amiodarona – Revisão de Literatura e Atualização Clínica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 1038-1044. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/tireotoxicose-induzida-pela-amiodarona-revisao-de-literatura-e-atualizacao-clinica/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Jorge AJL, Martins WA, Gripp EA, Almeida BM, Figueroa CCRP, Sabino CL. Insuficiência Mitral Grave por Hipertireoidismo na Ausência de Dilatação Ventricular Esquerda. International Journal of Cardiovascular Sciences 2018;31(2):190-2.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Jorge, Antonio José Lagoeiro; Martins, Wolney de Andrade; Gripp, Eliza de Almeida; Almeida, Breno Macêdo de; Figueroa, Camila Cezário Rocha Paz; Sabino, Cíntia Lobo. Insuficiência Mitral Grave por Hipertireoidismo na Ausência de Dilatação Ventricular Esquerda. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 31, n. 2, p. 190-192, dez. 2017.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Jorge, A. J. L., Martins, W. A., Gripp, E. A., Almeida, B. M. , Figueroa, C. C. R. P., & Sabino, C. L. (2018). Insuficiência Mitral Grave por Hipertireoidismo na Ausência de Dilatação Ventricular Esquerda. International Journal of Cardiovascular Sciences, 31(2), 190-192.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Jorge, Antonio José Lagoeiro and Martins, Wolney de Andrade and Gripp, Eliza de Almeida and Almeida, Breno Macêdo de and Figueroa, Camila Cezário Rocha Paz and Sabino, Cíntia Lobo. Insuficiência Mitral Grave por Hipertireoidismo na Ausência de Dilatação Ventricular Esquerda. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2018, vol. 31, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 190-192. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/insuficiencia-mitral-grave-por-hipertireoidismo-na-ausencia-de-dilatacao-ventricular-esquerda/>. ISSN 2359-4802

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Gürdoğan M, Ari H, Tenekecioğlu E, Ari S, Bozat T, Koca V, Melek M, et al. Preditores de Recorrência de Fibrilação Atrial em Pacientes com Eutireoidismo e Hipertireoidismo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2016;106(2):84-91.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Gürdoğan, Muhammet; Ari, Hasan; Tenekecioğlu, Erhan; Ari, Selma; Bozat, Tahsin; Koca, Vedat; Melek, Mehmet. Preditores de Recorrência de Fibrilação Atrial em Pacientes com Eutireoidismo e Hipertireoidismo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 106, n. 2, p. 84-91, jan. 2016.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Gürdoğan, M., Ari, H., Tenekecioğlu, E., Ari, S., Bozat, T., Koca, V., & Melek, M. (2016). Preditores de Recorrência de Fibrilação Atrial em Pacientes com Eutireoidismo e Hipertireoidismo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 106(2), 84-91.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Gürdoğan, Muhammet and Ari, Hasan and Tenekecioğlu, Erhan and Ari, Selma and Bozat, Tahsin and Koca, Vedat and Melek, Mehmet. Preditores de Recorrência de Fibrilação Atrial em Pacientes com Eutireoidismo e Hipertireoidismo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2016, vol. 106, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 84-91. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/preditores-de-recorrencia-de-fibrilacao-atrial-em-pacientes-com-eutireoidismo-e-hipertireoidismo/>. ISSN 0066-782X

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Souza FR, Resende ES, Lopes L, Gonçalves A, Chagas R, Fidale T, Rodrigues P, et al. Resposta Hipertrófica da Associação de Hormônio Tireoidiano e de Exercício Físico no Coração de Ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2013;102(2):187-91.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Souza, Fernanda Rodrigues de; Resende, Elmiro Santos; Lopes, Leandro; Gonçalves, Alexandre; Chagas, Rafaella; Fidale, Thiago; Rodrigues, Poliana. Resposta Hipertrófica da Associação de Hormônio Tireoidiano e de Exercício Físico no Coração de Ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 102, n. 2, p. 187-191, dez. 2013.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Souza, F. R. , Resende, E. S., Lopes, L., Gonçalves, A., Chagas, R., Fidale, T., & Rodrigues, P. (2013). Resposta Hipertrófica da Associação de Hormônio Tireoidiano e de Exercício Físico no Coração de Ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 102(2), 187-191.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Souza, Fernanda Rodrigues de and Resende, Elmiro Santos and Lopes, Leandro and Gonçalves, Alexandre and Chagas, Rafaella and Fidale, Thiago and Rodrigues, Poliana. Resposta Hipertrófica da Associação de Hormônio Tireoidiano e de Exercício Físico no Coração de Ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2013, vol. 102, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 187-191. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/resposta-hipertrofica-da-associacao-de-hormonio-tireoidiano-e-de-exercicio-fisico-no-coracao-de-ratos/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Casini AF, Gottieb I, V. Neto L, Almeida CA, Fonseca RHA, Vaisman M. Angina pectoris em paciente com hipertireoidismo e coronárias angiograficamente normais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;87(5):e176-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Casini, Alessandra Ferri; Gottieb, Ilan; V. Neto, Leonardo; Almeida, Carla A.; Fonseca, Regina H. A.; Vaisman, Mario. Angina pectoris em paciente com hipertireoidismo e coronárias angiograficamente normais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 87, n. 5, p. e176-e178, mar. 2007.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Casini, A. F., Gottieb, I., V. Neto, L., Almeida, C. A., Fonseca, R. H. A., & Vaisman, M. (2007). Angina pectoris em paciente com hipertireoidismo e coronárias angiograficamente normais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 87(5), e176-e178.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Casini, Alessandra Ferri and Gottieb, Ilan and V. Neto, Leonardo and Almeida, Carla A. and Fonseca, Regina H. A. and Vaisman, Mario. Angina pectoris em paciente com hipertireoidismo e coronárias angiograficamente normais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 87, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. e176-e178. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/angina-pectoris-em-paciente-com-hipertireoidismo-e-coronarias-angiograficamente-normais/>. ISSN 0066-782X

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