Família ABC Arquivos Brasileiros de Cardiologia International Journal of Cardiovascular Sciences ABC Heart Failure & Cardiomyopathy ABC Imagem Cardiovascular
Português English
Família ABC
Português English
  • Sobre
    • Sobre a Família ABC
    • Regimento Interno
    • Conselho Editorial
    • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)
  • Edições
  • Diretrizes da SBC
  • Conteúdos
    • Vídeos
    • Podcasts
    • Notícias
  • Sobre
    • Sobre a Família ABC
    • Regimento Interno
    • Conselho Editorial
    • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)
  • Edições
  • Diretrizes da SBC
  • Conteúdos
    • Vídeos
    • Podcasts
    • Notícias

Família ABC

  • Família ABC
  • Arquivos Brasileiros de Cardiologia
  • International Journal of Cardiovascular Sciences
  • ABC Heart Failure & Cardiomyopathy
  • ABC Imagem Cardiovascular
Buscar em

Nenhum conteúdo encontrado.

Revistas
Ordenação
Tipos de artigo
Outros

  1. Início
  2. Palavra-chave: estenose subaórtica fixa
ABC
Editorial

Qual Escore de Risco Melhor Avalia os Objetivos Clínicos para meu Paciente com Miocardiopatia Hipertrófica?

Eduardo Alberto de Castro Roque

A cardiomiopatia hipertrófica (CMH) é um distúrbio genético caracterizada pela hipertrofia inexplicada do ventrículo esquerdo, comumente assimétrico com maiores espessamentos do septo interventricular basal. A obstrução da via de saída do ventrículo esquerdo está presente em repouso em cerca de um terço dos pacientes e pode ser provocada em outro terço. As características histológicas da CMH incluem hipertrofia e desordem dos miócitos, além de fibrose intersticial. A hipertrofia também é frequentemente associada à disfunção diastólica do ventrículo esquerdo.

O primeiro caso de CMH foi descrito por Henri Liouville em 1869 no Gazette Medecine Paris. Em 1907, o Dr. A. Schmincke, patologista alemão, descreveu dois corações com hipertrofia ventricular esquerda; ambos vieram de mulheres na casa dos cinquenta anos. Levy e von Glahn, em 1944, da Universidade da Colômbia, em Nova York, publicaram uma série de casos que se assemelham a CMH. Em 1949, William Evans, um cardiologista de Londres, descreveu a ocorrência familiar de hipertrofia cardíaca em uma série de pacientes semelhantes aos descritos no artigo de Levy e von Glahn. Dr. Eugene Braunwald e Dr. Andrew Glenn Morrow publicaram uma série de trabalhos onde detalharam aspectos clínicos e hemodinâmicos desta doença permitindo estabelecer objetivos terapêuticos. –

[…]

  • Cardiomiopatia Hipertrófica Familiar
  • Desfibriladores Implantáveis
  • estenose subaórtica fixa
  • Hipertrofia Ventricular Esquerda
  • Programa de Vigilância de Riscos
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
28/08/2020 DOI: 10.36660/abc.20200543 Visualizações 1
Tratamento de estenose subaórtica em membrana por cateter balão
ABC
Artigo Original

Tratamento de estenose subaórtica em membrana por cateter balão

José Luiz B. Jacob et al. Nilton Carlos S. Machado Wilson Miguel C. Coelho Sérgio Aloisio C. Garzon

OBJETIVO: Avaliar os resultados imediatos e a médio prazo do tratamento da estenose subaórtica em membrana através da dilatação percutânea por cateter balão. MÉTODOS: Os 14 pacientes, com idade média de 11,4+5,2 anos, foram selecionados pelo estudo ecodopplercardiográfico, mediante evidência de membrana subaórtica de fina espessura e distante das válvulas aórticas, ausência de componente muscular associado ou insuficiência aórtica (IAo) importante. Após a medida do gradiente e comprovação dos achados pela cineangiocardiografia, as dilatações eram feitas por insuflação manual e rápida até o desaparecimento da constricção do balão. O diâmetro do balão era no máximo igual ao da via de saída de ventrículo esquerdo, medida logo abaixo da valva aórtica. Manometria, ventriculografia esquerda e aortograma eram repetidos. Ecodopplercardiograma era realizado no dia seguinte, após 3 meses e a cada 6 meses após o procedimento. RESULTADOS: Os 17 procedimentos foram realizados com sucesso. O gradiente médio da amostra foi 76,1± 21,2mmHg (41-115) pré dilatação e 29,8±8,8mmHg (13-45) pós dilatação (p<0,01). Não houve aumento da IAo pós procedimento. Doze pacientes receberam alta em 24h e 2 apresentaram oclusão de artéria femoral, tratados cirurgicamente. Não houve óbito imediato ou tardio. No acompanhamento de 33,3+23,6 meses (1-75) ocorreu reestenose em quatro pacientes, sendo três deles redilatados com sucesso. CONCLUSÃO: Em casos selecionados, o procedimento é seguro e eficaz e a ocorrência de reestenose pode ser tratada com nova dilatação percutânea.

  • dilatação percutânea
  • estenose subaórtica fixa
  • tratamento percutâneo
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
08/01/2002 DOI: 10.1590/S0066-782X1998000100006 Visualizações 1

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Roque EAC. Qual Escore de Risco Melhor Avalia os Objetivos Clínicos para meu Paciente com Miocardiopatia Hipertrófica?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(2):205-6.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Roque, Eduardo Alberto de Castro. Qual Escore de Risco Melhor Avalia os Objetivos Clínicos para meu Paciente com Miocardiopatia Hipertrófica?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 2, p. 205-206, ago. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Roque, E. A. C. (2020). Qual Escore de Risco Melhor Avalia os Objetivos Clínicos para meu Paciente com Miocardiopatia Hipertrófica?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(2), 205-206.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Roque, Eduardo Alberto de Castro. Qual Escore de Risco Melhor Avalia os Objetivos Clínicos para meu Paciente com Miocardiopatia Hipertrófica?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 205-206. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/qual-escore-de-risco-melhor-avalia-os-objetivos-clinicos-para-meu-paciente-com-miocardiopatia-hipertrofica/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Jacob JLB, Machado NCS, Coelho WMC, Garzon SAC. Tratamento de estenose subaórtica em membrana por cateter balão. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2002;70(1):25-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Jacob, José Luiz B.; Machado, Nilton Carlos S.; Coelho, Wilson Miguel C.; Garzon, Sérgio Aloisio C.. Tratamento de estenose subaórtica em membrana por cateter balão. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 70, n. 1, p. 25-28, jan. 2002.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Jacob, J. L. B., Machado, N. C. S., Coelho, W. M. C., & Garzon, S. A. C. (2002). Tratamento de estenose subaórtica em membrana por cateter balão. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 70(1), 25-28.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Jacob, José Luiz B. and Machado, Nilton Carlos S. and Coelho, Wilson Miguel C. and Garzon, Sérgio Aloisio C.. Tratamento de estenose subaórtica em membrana por cateter balão. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2002, vol. 70, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 25-28. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/tratamento-de-estenose-subaortica-em-membrana-por-cateter-balao/>. ISSN 0066-782X

  • Sobre a Família ABC
  • Regimento Interno
  • Conselho Editorial
  • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)

Edições

Diretrizes da SBC

  • Vídeos
  • Podcasts
  • Notícias