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  2. Palavra-chave: Complexos Ventriculares Prematuros
Figura 1
ABC
Original Article

Há Alguma Relação entre os Parâmetros de Repolarização do Miocárdio e a Frequência de Contrações Ventriculares Prematuras?

Kayihan Karaman et al. Metin Karayakali Arif Arisoy Ilker Akar … Mustafa Ozturk Ahmet Yanik Samet Yilmaz Atac Celik

Resumo

Fundamento:

As contrações ventriculares prematuras (CVPs) podem provocar arritmias ventriculares letais em pacientes com doença cardíaca estrutural, no entanto o papel das CVPs em indivíduos saudáveis permanece controverso, já que não há muitos estudos clínicos disponíveis. Recentemente, alguns marcadores de repolarização do miocárdio, tais como o intervalo Tp-e e as relações Tp-e/QT e Tp-e/QTc, foram relatados como úteis para prognosticar arritmias ventriculares letais em diversos transtornos clínicos sem doença cardíaca estrutural.

Objetivo:

Neste estudo, o objetivo foi investigar a relação entre os marcadores de repolarização do miocárdio e as CVPs frequentes em indivíduos sem doença cardíaca estrutural.

Métodos:

Este estudo incluiu 100 pacientes com queixas de tonturas e palpitações. Eletrocardiografia de 12 derivações e registros de Holter ambulatorial de 24 horas foram obtidos de todos os pacientes. A carga de CVP foi calculada como o número total de CVPs dividido pelo número de todos os complexos de QRS no tempo de registro total. Foram considerados significativos valores p < 0,05.

Resultados:

O intervalo Tp-e e a relação Tp-e/QTc foram significativamente mais altos em pacientes com carga de CVP mais alta do que nos pacientes com carga de CVP inferior, e encontrou-se correlação positiva entre esses marcadores e a carga de CVP. Tp-e (β = 1,318, p = 0,043) e Tp-e/QTc (β = -405,136, p = 0,024) na derivação V5 foram identificados como preditores independentes da carga de CVP aumentada.

Conclusões:

O intervalo Tp-e e a razão Tp-e/QTc foram mais altos em pacientes com um valor mais alto de CVP. Nosso estudo mostrou que CVPs podem ter um efeito negativo na repolarização do miocárdio. Essa interação pode resultar em risco aumentado de arritmias malignas.

  • Arritmias Cardíacas
  • Complexos Ventriculares Prematuros
  • Disfunção Ventricular Esquerda
  • Doenças Cardiovasculares
  • Eletrocardiografia / métodos
  • Obesidade
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01/06/2018 DOI: 10.5935/abc.20180079
Figura 1
ABC
Original Article

Evolução Tardia de Estudo Randomizado com Uso de Magnésio Via Oral em Extrassístoles Sintomáticas

Cristina Nádja M. Lima De Falco et al. Francisco Carlos da Costa Darrieux Cesar Grupi Luciana Sacilotto … Cristiano F. Pisani Sissy Lara José A. F. Ramires Eduardo Sosa Tan Chen Wu Denise Hachul Mauricio Scanavacca

Fundamento:

Extrassístoles (ES) ventriculares e supraventriculares são frequentes e muitas vezes sintomáticas. Segundo estudo prévio, a administração de pidolato de magnésio (PMg) a pacientes sintomáticos pode resultar na melhora da densidade das ES e dos sintomas relacionados.

Objetivo:

Avaliar os resultados dessa intervenção clínica inicial no seguimento tardio de pacientes recebendo PMg ou placebo.

Métodos:

Noventa pacientes com ES, sintomáticos e consecutivos foram randomizados (duplo-cego) para receber PMg ou placebo por 30 dias. Visitas mensais de seguimento (15 meses) foram realizadas para avaliar a sintomatologia e controlar eletrólitos. O Holter de 24 horas foi realizado sempre que sintomáticos, ou duas vezes, independentemente dos sintomas. Na segunda fase do estudo, os pacientes cujos sintomas recidivassem, seja do grupo PMg ou placebo (crossing over), receberam PMg seguindo-se o mesmo protocolo.

Resultados:

Dos 45 pacientes que receberam inicialmente o PMg, 17 (37,8%) apresentaram recidiva dos sintomas em tempo variável nos 15 meses. Os pacientes com recidiva e tratados uma segunda vez apresentaram redução estatisticamente significante na densidade de ES de 138,25/hora (p < 0,001). Os pacientes de crossing reduziram em 247/hora (p < 0,001). Nos pacientes que não apresentaram recidiva, a frequência de ES foi baixa (3 ES/hora). A melhora dos sintomas foi de 76,5% nos retratados e de 71,4% nos de crossing.

Conclusão:

Houve recorrência de sintomas e das ES em alguns pacientes que usaram PMg, deixando claro não ser essa uma forma de tratamento definitivo ou curativo no seguimento tardio. Contudo, houve também melhora na frequência de ES e de sintomas em uma segunda etapa de tratamento, semelhante à resposta na primeira etapa.

  • Arritmias Cardíacas
  • Complexos Ventriculares Prematuros
  • Magnésio
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11/11/2014 DOI: 10.5935/abc.20140171 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Relato de Caso

Acoplamento Ultracurto e Taquicardia Ventricular Polimórfica

Muhieddine Omar Chokr et al. Francisco Carlos da Costa Darrieux Carina Abigail Hardy Denise Tessariol Hachul … Allisson Valadão de Oliveira Britto Sissy Lara de Melo Cristiano Pisani Eduardo Argentino Sosa Martino Martinelli Filho Mauricio Ibrahim Scanavacca

Introdução

As taquicardias ventriculares tipo “torsades de pointes” (TDP) representam uma condição de alto risco de morte súbita, mesmo quando ocorrem em indivíduos com o coração estruturalmente normal, na ausência de isquemia miocárdica ou intervalo QT prolongado. Leenhardt e cols.descreveram uma nova síndrome, com essas caraterísticas, em 1994, que apresentava a diferença de que as TDP eram deflagradas por extrassístoles ventriculares (EV) com intervalo de acoplamento ultracurto (< 300 ms).

Embora tal condição seja facilmente diagnosticada pelas características descritas, existe carência de dados para o manejo clínico dos pacientes na fase da tormenta elétrica e durante a evolução clínica em longo prazo. Nos últimos 20 anos, foram identificados, em nossa Instituição, três pacientes com tal condição clínica e um familiar portador de EV com intervalo de acoplamento curto, assintomático e sem taquicardias ventriculares (TV) polimórficas documentadas.

[…]

  • Acoplamento excitação-contração
  • Arritmias Cardíacas
  • Complexos Ventriculares Prematuros
  • Taquicardia ventricular / terapia
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01/06/2014 DOI: 10.5935/abc.20140075 Visualizações 1
Redução da densidade de extrassístoles e dos sintomas relacionados após administração de magnésio por via oral
ABC
Artigo Original

Redução da densidade de extrassístoles e dos sintomas relacionados após administração de magnésio por via oral

Cristina Nádja Muniz Lima De Falco et al. Cesar Grupi Eduardo Sosa Maurício Scanavacca … Denise Hachul Sissy Lara Luciana Sacilotto Cristiano F. Pisani José A. F. Ramires Francisco Darrieux

FUNDAMENTO: As extrassístoles ventriculares e supraventriculares (EV e ESSV) são frequentes e muitas vezes sintomáticas. O íon magnésio (Mg) desempenha um papel importante na fisiologia do potencial de ação transmembrana celular e do ritmo cardíaco. OBJETIVO: Avaliar se a administração do pidolato de magnésio (PMg) em pacientes com EV e ESSV tem desempenho superior ao uso do placebo (P) na melhora dos sintomas e densidade das extrassístoles (DES). MÉTODOS: Estudo duplo-cego, randomizado, com 60 pacientes sintomáticos consecutivos, com mais de 240/EV ou ESSV ao Holter de 24 horas e selecionados para receber P ou PMg. Para avaliar a melhora da sintomatologia, foi feito um questionário categórico e específico de sintomas relacionados às extrassístoles. Após o tratamento, foi considerada significante uma redução de mais de 70% na DES por hora. A dose do PMg foi de 3,0 g/dia por 30 dias, equivalente a 260 mg do elemento Mg. Nenhum paciente tinha cardiopatia estrutural ou insuficiência renal. RESULTADOS: Dos 60 pacientes estudados, 33 eram do sexo feminino (55%). A faixa etária variou de 16 a 70 anos. No grupo PMg, 76,6% dos pacientes tiveram redução maior que 70%, 10% deles maior que 50% e somente 13,4% tiveram redução menor que 50% na DES. No grupo P, 40% dos pacientes tiveram melhora de apenas 30% na frequência de extrassístoles (p < 0,001). A melhora dos sintomas foi alcançada em 93,3% dos pacientes do grupo PMg, comparada com somente 16,7% do grupo P (p < 0,001). CONCLUSÃO: A suplementação de Mg via oral reduziu a DES, resultando em melhora dos sintomas.

  • Arritmias Cardíacas
  • canais iônicos
  • Complexos Ventriculares Prematuros
  • Magnésio
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15/05/2012 DOI: 10.1590/S0066-782X2012005000043
Ablação com radiofreqüência de extra-sístoles da via de saída do ventrículo direito
ABC
Artigo Original

Ablação com radiofreqüência de extra-sístoles da via de saída do ventrículo direito

Francisco C. C. Darrieux et al. Maurício I. Scanavacca Denise T. Hachul Sissy L. Melo … André B. D'Ávilla César J. Gruppi Paulo J. Moffa Eduardo A. Sosa

OBJETIVOS: Avaliar se a ablação com radiofreqüência é um procedimento eficiente para o tratamento das extra-sístoles da via de saída do ventrículo direito (EVSVD), e se resulta em melhora dos sintomas. MÉTODOS: Estudo prospectivo, com 30 pacientes consecutivos (idade média de 40±13 anos, 25 do sexo feminino), sem cardiopatia estrutural aparente, com EVSVD, muito freqüentes (densidade média de 1.263±593/h), sintomáticos por mais de 1 ano (média =74 meses) e refratários aos fármacos antiarrítmicos (3±1,7, incluindo os beta-bloqueadores), que foram submetidos à ablação com radiofreqüência. RESULTADOS: Após o primeiro procedimento, houve 23 sucessos iniciais (76,6%) e 7 iniciais insucessos (23,4%). Quatro pacientes tiveram recorrências, sendo que dois desses não se submeteram ao segundo procedimento. O segundo procedimento foi realizado em 9 pacientes (7 insucessos iniciais e 2 recorrências), e o sucesso ocorreu em 5 pacientes adicionais, sendo 1 caso por acesso epicárdico. A taxa de sucesso final foi de 80% (24/30), e nenhuma complicação maior ocorreu. Após um seguimento médio de 14±6 meses, no grupo de sucesso final houve uma redução de mais de 90% na densidade das extra-sístoles(24/24; p<0,0001) e resultante ausência de sintomas na maioria dos pacientes (23/24; p<0,001). CONCLUSÃO: A ablação com radiofreqüência é um tratamento seguro e eficaz para os pacientes com extra-sístoles persistentes e sintomáticas com morfologia do trato de saída do ventrículo direito.

  • Ablação elétrica por cateter
  • Arritmia
  • Complexos Ventriculares Prematuros
  • ventrículos cardíacos
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21/05/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007000300003 Visualizações 2

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Karaman K, Karayakali M, Arisoy A, Akar I, Ozturk M, Yanik A, Yilmaz S, et al. Há Alguma Relação entre os Parâmetros de Repolarização do Miocárdio e a Frequência de Contrações Ventriculares Prematuras?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;110(6):534-41.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Karaman, Kayihan; Karayakali, Metin; Arisoy, Arif; Akar, Ilker; Ozturk, Mustafa; Yanik, Ahmet; Yilmaz, Samet; Celik, Atac. Há Alguma Relação entre os Parâmetros de Repolarização do Miocárdio e a Frequência de Contrações Ventriculares Prematuras?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 110, n. 6, p. 534-541, maio. 2018.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Karaman, K., Karayakali, M., Arisoy, A., Akar, I., Ozturk, M., Yanik, A., Yilmaz, S., & Celik, A. (2018). Há Alguma Relação entre os Parâmetros de Repolarização do Miocárdio e a Frequência de Contrações Ventriculares Prematuras?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 110(6), 534-541.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Karaman, Kayihan and Karayakali, Metin and Arisoy, Arif and Akar, Ilker and Ozturk, Mustafa and Yanik, Ahmet and Yilmaz, Samet and Celik, Atac. Há Alguma Relação entre os Parâmetros de Repolarização do Miocárdio e a Frequência de Contrações Ventriculares Prematuras?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 110, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 534-541. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/ha-alguma-relacao-entre-os-parametros-de-repolarizacao-do-miocardio-e-a-frequencia-de-contracoes-ventriculares-prematuras/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Falco CNMLD, Darrieux FCC, Grupi C, Sacilotto L, Pisani CF, Lara S, Ramires JAF, et al. Evolução Tardia de Estudo Randomizado com Uso de Magnésio Via Oral em Extrassístoles Sintomáticas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2014;103(6):468-75.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Falco, Cristina Nádja M. Lima De; Darrieux, Francisco Carlos da Costa; Grupi, Cesar; Sacilotto, Luciana; Pisani, Cristiano F.; Lara, Sissy; Ramires, José A. F.; Sosa, Eduardo; Wu, Tan Chen; Hachul, Denise; Scanavacca, Mauricio. Evolução Tardia de Estudo Randomizado com Uso de Magnésio Via Oral em Extrassístoles Sintomáticas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 103, n. 6, p. 468-475, nov. 2014.

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Falco, C. N. M. L. D., Darrieux, F. C. C., Grupi, C., Sacilotto, L., Pisani, C. F., Lara, S., Ramires, J. A. F., Sosa, E., Wu, T. C., Hachul, D., & Scanavacca, M. (2014). Evolução Tardia de Estudo Randomizado com Uso de Magnésio Via Oral em Extrassístoles Sintomáticas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 103(6), 468-475.

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Falco, Cristina Nádja M. Lima De and Darrieux, Francisco Carlos da Costa and Grupi, Cesar and Sacilotto, Luciana and Pisani, Cristiano F. and Lara, Sissy and Ramires, José A. F. and Sosa, Eduardo and Wu, Tan Chen and Hachul, Denise and Scanavacca, Mauricio. Evolução Tardia de Estudo Randomizado com Uso de Magnésio Via Oral em Extrassístoles Sintomáticas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2014, vol. 103, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 468-475. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/evolucao-tardia-de-estudo-randomizado-com-uso-de-magnesio-via-oral-em-extrassistoles-sintomaticas/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Chokr MO, Darrieux FCC, Hardy CA, Hachul DT, Britto AVO, Melo SL, Pisani C, et al. Acoplamento Ultracurto e Taquicardia Ventricular Polimórfica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2014;102(6):e60.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Chokr, Muhieddine Omar; Darrieux, Francisco Carlos da Costa; Hardy, Carina Abigail; Hachul, Denise Tessariol; Britto, Allisson Valadão de Oliveira; Melo, Sissy Lara de; Pisani, Cristiano; Sosa, Eduardo Argentino; Martinelli Filho, Martino; Scanavacca, Mauricio Ibrahim. Acoplamento Ultracurto e Taquicardia Ventricular Polimórfica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 102, n. 6, e60, maio. 2014.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Chokr, M. O., Darrieux, F. C. C., Hardy, C. A., Hachul, D. T., Britto, A. V. O., Melo, S. L. , Pisani, C., Sosa, E. A., Martinelli Filho, M., & Scanavacca, M. I. (2014). Acoplamento Ultracurto e Taquicardia Ventricular Polimórfica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 102(6), e60.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Chokr, Muhieddine Omar and Darrieux, Francisco Carlos da Costa and Hardy, Carina Abigail and Hachul, Denise Tessariol and Britto, Allisson Valadão de Oliveira and Melo, Sissy Lara de and Pisani, Cristiano and Sosa, Eduardo Argentino and Martinelli Filho, Martino and Scanavacca, Mauricio Ibrahim. Acoplamento Ultracurto e Taquicardia Ventricular Polimórfica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2014, vol. 102, n. 6, [citado 2026-10-14], e60. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/acoplamento-ultracurto-e-taquicardia-ventricular-polimorfica/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Falco CNMLD, Grupi C, Sosa E, Scanavacca M, Hachul D, Lara S, Sacilotto L, et al. Redução da densidade de extrassístoles e dos sintomas relacionados após administração de magnésio por via oral. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2012;98(6):480-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Falco, Cristina Nádja Muniz Lima De; Grupi, Cesar; Sosa, Eduardo; Scanavacca, Maurício; Hachul, Denise; Lara, Sissy; Sacilotto, Luciana; Pisani, Cristiano F.; Ramires, José A. F.; Darrieux, Francisco. Redução da densidade de extrassístoles e dos sintomas relacionados após administração de magnésio por via oral. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 98, n. 6, p. 480-487, maio. 2012.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Falco, C. N. M. L. D., Grupi, C., Sosa, E., Scanavacca, M., Hachul, D., Lara, S., Sacilotto, L., Pisani, C. F., Ramires, J. A. F., & Darrieux, F. (2012). Redução da densidade de extrassístoles e dos sintomas relacionados após administração de magnésio por via oral. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 98(6), 480-487.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Falco, Cristina Nádja Muniz Lima De and Grupi, Cesar and Sosa, Eduardo and Scanavacca, Maurício and Hachul, Denise and Lara, Sissy and Sacilotto, Luciana and Pisani, Cristiano F. and Ramires, José A. F. and Darrieux, Francisco. Redução da densidade de extrassístoles e dos sintomas relacionados após administração de magnésio por via oral. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2012, vol. 98, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 480-487. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/reducao-da-densidade-de-extrassistoles-e-dos-sintomas-relacionados-apos-administracao-de-magnesio-por-via-oral/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Darrieux FCC, Scanavacca MI, Hachul DT, Melo SL, D’Ávilla AB, Gruppi CJ, Moffa PJ, et al. Ablação com radiofreqüência de extra-sístoles da via de saída do ventrículo direito. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;88(3):265-72.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Darrieux, Francisco C. C.; Scanavacca, Maurício I.; Hachul, Denise T.; Melo, Sissy L.; D’Ávilla, André B.; Gruppi, César J.; Moffa, Paulo J.; Sosa, Eduardo A.. Ablação com radiofreqüência de extra-sístoles da via de saída do ventrículo direito. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 88, n. 3, p. 265-272, maio. 2007.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Darrieux, F. C. C., Scanavacca, M. I., Hachul, D. T., Melo, S. L., D’Ávilla, A. B., Gruppi, C. J., Moffa, P. J., & Sosa, E. A. (2007). Ablação com radiofreqüência de extra-sístoles da via de saída do ventrículo direito. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 88(3), 265-272.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Darrieux, Francisco C. C. and Scanavacca, Maurício I. and Hachul, Denise T. and Melo, Sissy L. and D’Ávilla, André B. and Gruppi, César J. and Moffa, Paulo J. and Sosa, Eduardo A.. Ablação com radiofreqüência de extra-sístoles da via de saída do ventrículo direito. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 88, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 265-272. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/ablacao-com-radiofrequencia-de-extra-sistoles-da-via-de-saida-do-ventriculo-direito/>. ISSN 0066-782X

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