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ABCHF
Relato de Caso

Infusão Intermitente de Inotrópico Associada à Diálise Peritoneal para Manejo de Insuficiência Cardíaca Avançada Secundária à Amiloidose Cardíaca

Ana Paula Otaviano et al. Breno Tadao de Paiva Eto Pedro Vellosa Schwartzmann

Introdução

A insuficiência cardíaca (IC) avançada representa um desafio terapêutico, caracterizada por piora na qualidade de vida e múltiplas internações. Quando a IC é secundária à amiloidose cardíaca, o tratamento recomendado para a IC pode cursar com evolução clínica desfavorável. Nos casos de IC avançada, o cenário é ainda mais desafiador.

[…]

  • Amiloidose
  • Cardiotônicos
  • Insuficiência Cardíaca
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29/06/2022 DOI: 10.36660/abchf.20220049 Visualizações 2
Inotrópicos Intravenosos Contínuos em Unidades de Enfermaria: Expandindo o Tratamento Além da Unidade de Terapia Intensiva Utilizando um Protocolo Orientado em Segurança
ABC
Brief Communication

Inotrópicos Intravenosos Contínuos em Unidades de Enfermaria: Expandindo o Tratamento Além da Unidade de Terapia Intensiva Utilizando um Protocolo Orientado em Segurança

Laura Caroline Tavares Hastenteufel et al. Nadine Clausell Jeruza Lavanholi Neyeloff Fernanda Bandeira Domingues … Larissa Gussatschenko Caballero Eneida Rejane Rabelo da Silva Lívia Adams Goldraich

Resumo

Pacientes selecionados com insuficiência cardíaca (IC), clinicamente estáveis que necessitam de terapia inotrópica intravenosa prolongada podem se beneficiar de sua continuidade fora da unidade de terapia intensiva (UTI). Nosso objetivo foi relatar a experiência inicial e a segurança de um protocolo estruturado para terapia inotrópica em unidades de terapia não-intensiva em 28 pacientes consecutivos hospitalizados com IC que receberam alta da UTI. A utilização de doses inotrópicas baixas a moderadas, orientadas por um processo de cuidado focado na segurança, pode reconfigurar seu papel como terapia de transição enquanto aguarda terapias avançadas definitivas e permite a alta precoce da UTI.

  • Cardiotônicos
  • Dobutamina
  • Inotrópicos
  • Insuficiência Cardíaca/fisiopatologia
  • Milrinone
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06/06/2019 DOI: 10.5935/abc.20190078 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Coadministração de Apelina e T4 tem Efeito Protetor nas Alterações Inotrópicas e Cronotrópicas que Ocorrem em Ratos Hipotireoideos

Zahra Akhondali et al. Mohammad Badavi Mahin Dianat Farzaneh Faraji

Resumo

Fundamento:

O sistema cardiovascular é um dos alvos mais importantes dos hormônios tireoidianos. As seguintes alterações hemodinâmicas foram observadas em pacientes com hipotireoidismo: redução da frequência cardíaca (FC) de repouso, da contratilidade miocárdica e do débito cardíaco; e aumento da pressão diastólica e da resistência vascular sistêmica. Além disso, tais pacientes apresentam alterações eletrocardiográficas, como bradicardia sinusal e baixa voltagem dos complexos (ondas P e complexos QRS).

Objetivo:

Avaliar o efeito profilático da apelina nas alterações de FC e voltagem de QRS que ocorrem em ratos com hipotireoidismo induzido por propiltiouracil (PTU).

Método:

Este estudo dividiu de maneira aleatória 48 ratos Wistar machos adultos, pesando 170-235g, em seis grupos: grupo controle (CO), injeção intraperitoneal (ip) de solução salina + água potável gavagem; grupo hipotireoideo (P), PTU 0,05% em água potável; grupo A, apelina ip (200 µg.kg-1.dia-1); grupo PA, coadministração de PTU e apelina; grupo PT, coadministração de PTU e T4, 0.2 mg/g por dia por gavagem; e grupo PAT, coadministração de PTU, apelina e T4. Todos os experimentos foram realizados durante 28 dias consecutivos, sendo então os animais anestesiados com injeção ip de cetamina (80 mg/kg) e xilazina (12 mg/kg). Utilizou-se o registro do ECG na derivação DII para calcular a FC e a voltagem do QRS.

Resultados:

Houve aumento mais significativo da FC e da voltagem do QRS no grupo hipotireoideo que recebeu apelina e T4 (201±4 bpm, 0,71±0,02mV) do que no hipotireoideo (145±9 bpm, 0,563±0,015 mV), respectivamente.

Conclusão:

A coadministração de apelina e T4 mostrou efeito protetor na voltagem do QRS e FC em ratos com hipotireoidismo induzido por PTU.

  • Cardiotônicos
  • Hipotireoidismo / sangue
  • Hormônios Tireóideos / sangue
  • Ratos
  • Tiroxina / uso terapêutico
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31/07/2015 DOI: 10.5935/abc.20150086 Visualizações 2
Efeito do levosimendan em pacientes com insuficiência cardíaca sistólica severa e agravamento da função renal
ABC
Artigo Original

Efeito do levosimendan em pacientes com insuficiência cardíaca sistólica severa e agravamento da função renal

Ali Zorlu et al. Hasan Yücel Osman Can Yontar Oguz Karahan … Izzet Tandogan Nurkay Katrancioglu Mehmet Birhan Yilmaz

FUNDAMENTO: O levosimendan, um sensibilizador de cálcio, aumenta a sensibilidade do coração para o cálcio, aumentando assim a contratilidade miocárdica, sem aumento do cálcio intracelular. Recentemente foi demonstrado que o levosimendan era benéfico na melhoria da função renal. No entanto, fica por determinar que o efeito benéfico esteja relacionado em forma diferencial ao status renal durante o evento-índice. OBJETIVO: O objetivo do presente estudo foi determinar se o levosimendan pode melhorar o resultado renal em pacientes com insuficiência cardíaca aguda descompensada com e sem agravamento da função renal. MÉTODOS: Quarenta e cinco pacientes consecutivos que tiveram uma taxa de filtração glomerular reduzida e pelo menos dois dados consecutivos quanto à função renal, antes da administração de levosimendan, foram incluídos no estudo. Os pacientes foram classificados em dois grupos, com e sem agravamento da função renal com base no aumento da creatinina sérica > 0,3 mg/dL. RESULTADOS: Uma melhoria significativa foi observada na função renal em pacientes com agravamento da função renal (creatinina sérica de 1,4 ± 0,16 a 1,21 ± 0,23 mg/dL, p = 0,001 e taxa de filtração glomerular de 48,9 ± 15 a 59,3 ± 21,8 mL/min/m², p = 0,011), apesar de que não houve melhoria significativa em aqueles sem agravamento da função renal (creatinina sérica de 1,29 ± 0,33 a 1,37 ± 0,66 mg/dL, p = 0,240 e taxa de filtração glomerular de 53,7 ± 17,6 a 52,9 ± 21,4 mL/min/m², p = 0,850). CONCLUSÃO: O levosimendan parece proporcionar um efeito de realce renal em pacientes com severa insuficiência cardíaca sistólica descompensada aguda e agravamento da função renal. Considerar esse efeito diferencial poderia contribuir a obter resultados renais benéficos. (Arq Bras Cardiol. 2012; [online].ahead print, PP.0-0)

  • Cardiotônicos
  • Creatinina
  • Insuficiência Cardíaca
  • Taxa de Filtração Glomerular
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29/05/2012 DOI: 10.1590/S0066-782X2012005000048 Visualizações 1
ABC
Atualização

Digitálicos: os resultados do DIG no século XXI

Izo Helber et al. Paulo J. F. Tucci

Depois da divulgação de que não houve significância estatística na mortalidade geral do estudo DIG, a indicação dos digitálicos nos esquemas de tratamento da insuficiência cardíaca congestiva (ICC) reduziu drasticamente. Estudos post hoc, que reavaliaram os dados do DIG, indicaram que um aspecto não considerado neste ensaio multicêntrico exerce influência decisiva no prognóstico dos pacientes: a concentração sérica da digoxina. Em relação àqueles que receberam placebo, a mortalidade geral e a hospitalização foram reduzidas em pacientes com concentração de digoxina inferior a 0,9 ng/ml. No primeiro trabalho que avaliou a influência dos digitálicos em modelo experimental de ICC, verificamos em nosso laboratório que ratas com síndrome congestiva secundária a infarto do miocárdio têm a sobrevida prolongada sob tratamento com digitoxina. As informações atuais recomendam que os méritos dos digitálicos continuem a ser analisados para estabelecer adequadamente sua importância no tratamento da ICC.

  • Cardiotônicos
  • Digoxina
  • Glicosídeos cardíacos
  • Insuficiência Cardíaca
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26/01/2011 DOI: 10.1590/S0066-782X2010001400028 Visualizações 1
Efeitos agudos de levosimendana e dobutamina na duração do QRS em Pacientes com insuficiência cardíaca
ABC
Artigo Original

Efeitos agudos de levosimendana e dobutamina na duração do QRS em Pacientes com insuficiência cardíaca

Osman Can Yontar et al. Mehmet Birhan Yilmaz Kenan Yalta Alim Erdem Izzet Tandogan

FUNDAMENTO: A levosimendana é um novo agente inotrópico que aumenta a contratilidade cardíaca sem aumentar a captação celular de cálcio, de forma a não causar sobrecarga de cálcio e arritmias relacionadas. Em pacientes com insuficiência cardíaca (IC), a duração prolongada do QRS está associada com um aumento no risco de mortalidade e morte súbita cardíaca. Mudanças estruturais no ventrículo esquerdo podem levar à contração assíncrona, causando atraso de condução e um QRS prolongado no ECG de superfície. OBJETIVO: O objetivo do presente estudo foi comparar os efeitos agudos de levosimendana e dobutamina na duração do QRS em pacientes com IC grave e ritmo sinusal. MÉTODOS: 60 pacientes consecutivos com IC isquêmica foram incluídos no estudo e randomizados em dois grupos para infusão de levosimendana (n=37) ou dobutamina (n=23). 67,2 % eram homens; a média da idade era 66,4 ± 9,2 anos para todos os pacientes. A duração basal do QRS nos grupos levosimendana e dobutamina foi 120,44 ± 23,82 ms vs 116,59 ± 13,80 ms respectivamente. A fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) estava diminuída em ambos os grupos (23,15 ± 8,3 vs 24,56 ± 7,5%). RESULTADOS: No grupo levosimendana, a duração do QRS diminuiu do valor basal para 116,47 ± 24,56 ms (p=0,006), enquanto não houve diferença significante no grupo dobutamina (p=0,605). Ambos os medicamentos causaram um aumento na FEVE, mas este foi significante apenas no grupo levosimendana (27,95 ± 8,9% p=0,003 vs 26,67 ± 7,6%, p=0,315). CONCLUSÃO: O estudo sugere que a administração de levosimendana, mas não de dobutamina, encurta a duração do QRS no ECG de superfície, possivelmente por causar uma contração coletiva nas fibras do músculo do ventrículo esquerdo. A base molecular desse efeito ainda precisa ser esclarecida.

  • Cardiotônicos
  • Dobutamina
  • Insuficiência Cardíaca
  • levosimendana
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12/11/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000143 Visualizações 2

Como citar este artigo

EndNote RIS

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Otaviano AP, Eto BTP, Schwartzmann PV. Infusão Intermitente de Inotrópico Associada à Diálise Peritoneal para Manejo de Insuficiência Cardíaca Avançada Secundária à Amiloidose Cardíaca. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy 2022;2(2):237-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Otaviano, Ana Paula; Eto, Breno Tadao de Paiva; Schwartzmann, Pedro Vellosa. Infusão Intermitente de Inotrópico Associada à Diálise Peritoneal para Manejo de Insuficiência Cardíaca Avançada Secundária à Amiloidose Cardíaca. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy, v. 2, n. 2, p. 237-238, jun. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Otaviano, A. P., Eto, B. T. P., & Schwartzmann, P. V. (2022). Infusão Intermitente de Inotrópico Associada à Diálise Peritoneal para Manejo de Insuficiência Cardíaca Avançada Secundária à Amiloidose Cardíaca. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy, 2(2), 237-238.

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Otaviano, Ana Paula and Eto, Breno Tadao de Paiva and Schwartzmann, Pedro Vellosa. Infusão Intermitente de Inotrópico Associada à Diálise Peritoneal para Manejo de Insuficiência Cardíaca Avançada Secundária à Amiloidose Cardíaca. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy [online]. 2022, vol. 2, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 237-238. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/infusao-intermitente-de-inotropico-associada-a-dialise-peritoneal-para-manejo-de-insuficiencia-cardiaca-avancada-secundaria-a-amiloidose-cardiaca/>

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Hastenteufel LCT, Clausell N, Neyeloff JL, Domingues FB, Caballero LG, Silva ERR, Goldraich LA, et al. Inotrópicos Intravenosos Contínuos em Unidades de Enfermaria: Expandindo o Tratamento Além da Unidade de Terapia Intensiva Utilizando um Protocolo Orientado em Segurança. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;112(5):573-6.

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Hastenteufel, Laura Caroline Tavares; Clausell, Nadine; Neyeloff, Jeruza Lavanholi; Domingues, Fernanda Bandeira; Caballero, Larissa Gussatschenko; Silva, Eneida Rejane Rabelo da; Goldraich, Lívia Adams. Inotrópicos Intravenosos Contínuos em Unidades de Enfermaria: Expandindo o Tratamento Além da Unidade de Terapia Intensiva Utilizando um Protocolo Orientado em Segurança. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 112, n. 5, p. 573-576, jun. 2019.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Hastenteufel, L. C. T., Clausell, N., Neyeloff, J. L., Domingues, F. B., Caballero, L. G., Silva, E. R. R. , & Goldraich, L. A. (2019). Inotrópicos Intravenosos Contínuos em Unidades de Enfermaria: Expandindo o Tratamento Além da Unidade de Terapia Intensiva Utilizando um Protocolo Orientado em Segurança. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 112(5), 573-576.

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Hastenteufel, Laura Caroline Tavares and Clausell, Nadine and Neyeloff, Jeruza Lavanholi and Domingues, Fernanda Bandeira and Caballero, Larissa Gussatschenko and Silva, Eneida Rejane Rabelo da and Goldraich, Lívia Adams. Inotrópicos Intravenosos Contínuos em Unidades de Enfermaria: Expandindo o Tratamento Além da Unidade de Terapia Intensiva Utilizando um Protocolo Orientado em Segurança. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 112, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 573-576. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/inotropicos-intravenosos-continuos-em-unidades-de-enfermaria-expandindo-o-tratamento-alem-da-unidade-de-terapia-intensiva-utilizando-um-protocolo-orientado-em-seguranca/>. ISSN 0066-782X

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Akhondali Z, Badavi M, Dianat M, Faraji F. Coadministração de Apelina e T4 tem Efeito Protetor nas Alterações Inotrópicas e Cronotrópicas que Ocorrem em Ratos Hipotireoideos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;105(3):235-40.

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Akhondali, Zahra; Badavi, Mohammad; Dianat, Mahin; Faraji, Farzaneh. Coadministração de Apelina e T4 tem Efeito Protetor nas Alterações Inotrópicas e Cronotrópicas que Ocorrem em Ratos Hipotireoideos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 105, n. 3, p. 235-240, jul. 2015.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Akhondali, Z., Badavi, M., Dianat, M., & Faraji, F. (2015). Coadministração de Apelina e T4 tem Efeito Protetor nas Alterações Inotrópicas e Cronotrópicas que Ocorrem em Ratos Hipotireoideos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 105(3), 235-240.

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Akhondali, Zahra and Badavi, Mohammad and Dianat, Mahin and Faraji, Farzaneh. Coadministração de Apelina e T4 tem Efeito Protetor nas Alterações Inotrópicas e Cronotrópicas que Ocorrem em Ratos Hipotireoideos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 105, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 235-240. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/coadministracao-de-apelina-e-t4-tem-efeito-protetor-nas-alteracoes-inotropicas-e-cronotropicas-que-ocorrem-em-ratos-hipotireoideos/>. ISSN 0066-782X

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Zorlu A, Yücel H, Yontar OC, Karahan O, Tandogan I, Katrancioglu N, Yilmaz MB, et al. Efeito do levosimendan em pacientes com insuficiência cardíaca sistólica severa e agravamento da função renal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2012;98(6):537-43.

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Zorlu, Ali; Yücel, Hasan; Yontar, Osman Can; Karahan, Oguz; Tandogan, Izzet; Katrancioglu, Nurkay; Yilmaz, Mehmet Birhan. Efeito do levosimendan em pacientes com insuficiência cardíaca sistólica severa e agravamento da função renal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 98, n. 6, p. 537-543, maio. 2012.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Zorlu, A., Yücel, H., Yontar, O. C., Karahan, O., Tandogan, I., Katrancioglu, N., & Yilmaz, M. B. (2012). Efeito do levosimendan em pacientes com insuficiência cardíaca sistólica severa e agravamento da função renal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 98(6), 537-543.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Zorlu, Ali and Yücel, Hasan and Yontar, Osman Can and Karahan, Oguz and Tandogan, Izzet and Katrancioglu, Nurkay and Yilmaz, Mehmet Birhan. Efeito do levosimendan em pacientes com insuficiência cardíaca sistólica severa e agravamento da função renal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2012, vol. 98, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 537-543. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/efeito-do-levosimendan-em-pacientes-com-insuficiencia-cardiaca-sistolica-severa-e-agravamento-da-funcao-renal/>. ISSN 0066-782X

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Helber I, Tucci PJF. Digitálicos: os resultados do DIG no século XXI. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2011;95(4):e108-11.

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Helber, Izo; Tucci, Paulo J. F.. Digitálicos: os resultados do DIG no século XXI. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 95, n. 4, p. e108-e111, jan. 2011.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Helber, I., & Tucci, P. J. F. (2011). Digitálicos: os resultados do DIG no século XXI. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 95(4), e108-e111.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Helber, Izo and Tucci, Paulo J. F.. Digitálicos: os resultados do DIG no século XXI. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2011, vol. 95, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. e108-e111. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/digitalicos-os-resultados-do-dig-no-seculo-xxi/>. ISSN 0066-782X

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Yontar OC, Yilmaz MB, Yalta K, Erdem A, Tandogan I. Efeitos agudos de levosimendana e dobutamina na duração do QRS em Pacientes com insuficiência cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;95(6):738-42.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Yontar, Osman Can; Yilmaz, Mehmet Birhan; Yalta, Kenan; Erdem, Alim; Tandogan, Izzet. Efeitos agudos de levosimendana e dobutamina na duração do QRS em Pacientes com insuficiência cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 95, n. 6, p. 738-742, nov. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Yontar, O. C., Yilmaz, M. B., Yalta, K., Erdem, A., & Tandogan, I. (2010). Efeitos agudos de levosimendana e dobutamina na duração do QRS em Pacientes com insuficiência cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 95(6), 738-742.

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Yontar, Osman Can and Yilmaz, Mehmet Birhan and Yalta, Kenan and Erdem, Alim and Tandogan, Izzet. Efeitos agudos de levosimendana e dobutamina na duração do QRS em Pacientes com insuficiência cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 95, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 738-742. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/efeitos-agudos-de-levosimendana-e-dobutamina-na-duracao-do-qrs-em-pacientes-com-insuficiencia-cardiaca/>. ISSN 0066-782X

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