Ablação da Fibrilação Atrial na Atualidade: Alerta para Prevenção e Tratamento das Lesões Esofágicas
A fibrilação atrial (FA) é reconhecidamente a arritmia cardíaca mais frequente na prática clínica e responsável pelo maior número de internações hospitalares. Na população geral, sua prevalência é menor de 0,1% em indivíduos com menos de 50 anos, mas aumenta exponencialmente com o envelhecimento, atingindo cerca de 8% dos idosos com mais de 80 anos. Portanto, com o aumento da expectativa de vida da população, um número crescente de pacientes está ou ficará exposto aos riscos da FA nos próximos anos.,
A introdução recente de novos anticoagulantes trouxe um avanço considerável na prevenção da embolia cerebral, a complicação mais grave da FA., Entretanto, o desenvolvimento de fármacos antiarrítmicos mais eficazes não apresentou progresso no mesmo período. Assim, um grande número de pacientes ainda convive com as limitações inerentes à FA, devido ao comprometimento da qualidade de vida por sintomas como palpitações, diminuição da capacidade funcional ou manifestações de insuficiência cardíaca, acrescidos de problemas psicológicos inerentes a essas condições.,
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