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  2. Palavra-chave: letalidade hospitalar
ABC
Artigo Original

Preditores de letalidade hospitalar em pacientes com insuficiência cardíaca avançada

Adriana Lopes Latado et al. Luiz Carlos Santana Passos Julio C. V. Braga Alessandra Santos … Rodrigo Guedes Simone S. Moura Daniela Almeida

OBJETIVO: Descrever as características clínicas e identificar potenciais fatores de risco para letalidade hospitalar em pacientes com insuficiência cardíaca descompensada, admitidos em unidade de terapia intensiva. MÉTODOS: Pacientes consecutivamente admitidos por insuficiência cardíaca descompensada numa unidade de terapia intensiva, de junho/2001 a dezembro/2003, foram selecionados e seguidos durante a internação. Características clínicas na admissão foram coletadas e avaliadas por meio de modelos de regressão logística múltipla como preditores de risco para letalidade hospitalar. RESULTADOS: Foram avaliados 299 pacientes, 54% do sexo masculino, com média de idade de 69±13 anos. Doença arterial coronariana foi a causa principal da falência cardíaca em 49% dos casos. Diabetes mellitus e hipertensão arterial sistêmica ocorreram em 37,5% e 78% dos pacientes, respectivamente. Na admissão, 22% dos pacientes apresentavam fibrilação atrial; 21,5%, disfunção renal e 48% dos casos, anemia (16,5% com anemia importante). Encontrou-se disfunção sistólica grave (fração de ejeção do ventrículo esquerdo 70 anos e hiponatremia foram independentemente associados com letalidade hospitalar. CONCLUSÃO: Pacientes internados por insuficiência cardíaca descompensada em unidade intensiva apresentam letalidade hospitalar elevada. Neste estudo, variáveis da admissão puderam predizer letalidade hospitalar, como AVE prévio, fibrilação atrial, hiponatremia, insuficiência renal e idade >70 anos.

  • Epidemiologia
  • Insuficiência Cardíaca
  • letalidade hospitalar
  • preditores
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28/09/2006 DOI: 10.1590/S0066-782X2006001500018 Visualizações 2
Letalidade por doenças isquêmicas do coração no Estado do Rio de Janeiro no período de 1999 a 2003
ABC
Artigo Original

Letalidade por doenças isquêmicas do coração no Estado do Rio de Janeiro no período de 1999 a 2003

Gláucia Maria Moraes de Oliveira et al. Carlos Henrique Klein Nelson Albuquerque de Souza e Silva Paulo Henrique Godoy Tânia Maria Peixoto Fonseca

OBJETIVO: Estimar a letalidade nos procedimentos de doenças isquêmicas do coração (DIC) aguda e crônica e por revascularização miocárdica (RVM) e angioplastia coronariana (AC) nos hospitais cadastrados no SIH/SUS (Sistema de Informações Hospitalares/Sistema Único de Saúde) no Estado do Rio de Janeiro (ERJ), de 1999 a 2003. MÉTODOS: Os procedimentos considerados de RVM e de AC provieram do Datasus. As taxas foram padronizadas por sexo, idade e gravidade de doença, tendo como padrão todos os procedimentos de alta complexidade cardiovascular, realizados no ERJ em 2000. Os grupos de DIC são: angina, infarto agudo do miocárdio, outras DIC agudas e DIC crônicas. RESULTADOS: As letalidades por angina, IAM, outras DIC agudas e DIC crônicas foram de 2,8%, 16,2%, 2,9% e 3,9%, respectivamente, no ERJ. As taxas de letalidade, ajustadas por idade, sexo e grupo diagnóstico, nas RVM e AC foram elevadas, variando entre 1,9% e 12,8% nas RVM, e atingindo 3,2% nas AC, e de 2,3% e 11,1%, quando o tratamento clínico era realizado. CONCLUSÃO: As RVM e AC no tratamento das DIC no ERJ vêm aumentando progressivamente. A letalidade esteve acima do desejável, principalmente nas internações por DIC crônicas (5,4% e 1,7%, respectivamente). O tratamento clínico otimizado parece boa opção terapêutica, reservando-se as RVM e AC para os casos de pior prognóstico. A letalidade no IAM com tratamento clínico foi semelhante à existente quando não se utilizam trombolíticos (16,7%).

  • angioplastia coronariana
  • doenças isquêmicas do coração
  • letalidade hospitalar
  • Revascularização do Miocárdio
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20/02/2006 DOI: 10.1590/S0066-782X2006000200009 Visualizações 1
Tendência temporal de letalidade hospitalar por infarto agudo do miocárdio: 1994-2003
ABC
Artigo Original

Tendência temporal de letalidade hospitalar por infarto agudo do miocárdio: 1994-2003

Marco Antonio de Mattos et al. Daniele Gusmão Toledo Carlos Eduardo de Mattos Bernardo Rangel Tura … Diego Neri Benevides Gadelha Aristarco Gonçalves de Siqueira Filho

OBJETIVO: Analisar a tendência temporal de letalidade atribuída ao infarto agudo do miocárdio (IAM) e se a mudança de conduta interferiu diretamente nesta letalidade. MÉTODOS: Avaliaram-se 1055 pacientes não selecionados internados em unidade coronariana de 1994-2003. Foram analisadas variáveis relacionadas ao perfil clínico e terapêutico. A análise estatística utilizou o amortecimento exponencial de séries temporais e outras técnicas como a regressão linear logística. RESULTADOS: A letalidade média foi de 10,8%, sendo 12% em 1994 e 7% em 2002 (p=0,000), uma redução relativa de 58%. Não houve variação significativa do perfil de risco dos pacientes. Eram 67,4% homens e 32,4% mulheres, com idade média de 60,93 e 64,84 anos, respectivamente e observou-se aumento significativo no percentual de cateterismos cardíacos (de 14% para 51%), na angioplastia realizada após 24 horas do infarto (de 2% para 33%), na cirurgia de revascularização miocárdica (de 4% para 7%) e na angioplastia primária (de 4% para 11%) com p=0,000, p=0,021, p=0,000 e p=0,000, respectivamente, para tendência linear. Nas primeiras 24 horas houve aumento do uso de aspirina e betabloqueadores, de 78% para 100% e, de 33% para 76% (p=0,003 e p=0,004, respectivamente) ao longo dos anos. Após a análise, persistiram como determinantes de letalidade a terapia de reperfusão miocárdica, a utilização de aspirina e de betabloqueador nas primeiras 24 horas do IAM (p=0,010, p=0,024 e p=0,035, respectivamente). CONCLUSÃO: Houve queda da letalidade e a mudança de conduta no tratamento do IAM ao longo dos anos foi responsável pela redução da letalidade nesta série temporal.

  • Infarto Agudo do Miocárdio
  • letalidade hospitalar
  • tendência temporal
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24/05/2005 DOI: 10.1590/S0066-782X2005000500012 Visualizações 1
Por que a letalidade hospitalar do infarto agudo do miocárdio é maior nas mulheres?
ABC
Artigo Original

Por que a letalidade hospitalar do infarto agudo do miocárdio é maior nas mulheres?

Luiz Carlos Santana Passos et al. Antonio Alberto Lopes Amine Amorim Barbosa Rogério Santos Jesus

OBJETIVO: Avaliar a influência da idade, da gravidade da doença e das intervenções terapêuticas na maior letalidade hospitalar do infarto agudo do miocárdio (IAM) em mulheres. MÉTODOS: Estudo de coorte retrospectivo, envolvendo 388 pacientes com IAM (50 óbitos). Foram avaliadas, como possíveis explicações para a associação entre sexo e letalidade hospitalar do IAM, as variáveis: idade ( ou = 60 anos), duração de sintomas, classe de Killip, tipo de IAM (com ou sem ondas Q), comorbidades, história de acidente vascular cerebral e intervenções terapêuticas para o IAM (ácido acetil-salicílico, betabloqueadores e agentes trombolíticos). Modelos de regressão logística foram usados para avaliar a influência de potenciais variáveis confundidoras na associação entre sexo e letalidade hospitalar do IAM. RESULTADOS: A letalidade hospitalar do IAM foi mais alta em mulheres (19,5% vs 9,4%) do que em homens (odds ratio (OR)= 2,34; IC 95%= 1,12-4,47). Embora as mulheres fossem significantemente (p<0,01) mais idosas, a associação entre sexo e morte reduziu-se em apenas 15% após ajuste para idade (OR= 1,99; IC 95 %= 1,07-3,67). Esta associação tornou-se mais fraca ao se considerar a gravidade da doença na admissão (OR= 1,84; IC 95%= 0,90-3,74) e intervenções terapêuticas para o IAM (OR= 1,50; IC= 0,67-3,38). CONCLUSÃO: Diferenças de idade não podem explicar completamente a maior letalidade do IAM em mulheres. A gravidade da doença na admissão e diferenças de abordagem terapêutica devem desempenhar importante papel na maior letalidade hospitalar do IAM em mulheres.

  • Infarto Agudo do Miocárdio
  • letalidade hospitalar
  • Mulheres
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08/01/2002 DOI: 10.1590/S0066-782X1998000500004 Visualizações 1

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Latado AL, Passos LCS, Braga JCV, Santos A, Guedes R, Moura SS, Almeida D, et al. Preditores de letalidade hospitalar em pacientes com insuficiência cardíaca avançada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2006;87(2):185-92.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Latado, Adriana Lopes; Passos, Luiz Carlos Santana; Braga, Julio C. V.; Santos, Alessandra; Guedes, Rodrigo; Moura, Simone S.; Almeida, Daniela. Preditores de letalidade hospitalar em pacientes com insuficiência cardíaca avançada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 87, n. 2, p. 185-192, set. 2006.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Latado, A. L., Passos, L. C. S., Braga, J. C. V., Santos, A., Guedes, R., Moura, S. S., & Almeida, D. (2006). Preditores de letalidade hospitalar em pacientes com insuficiência cardíaca avançada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 87(2), 185-192.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Latado, Adriana Lopes and Passos, Luiz Carlos Santana and Braga, Julio C. V. and Santos, Alessandra and Guedes, Rodrigo and Moura, Simone S. and Almeida, Daniela. Preditores de letalidade hospitalar em pacientes com insuficiência cardíaca avançada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2006, vol. 87, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 185-192. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/preditores-de-letalidade-hospitalar-em-pacientes-com-insuficiencia-cardiaca-avancada/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Oliveira GMM, Klein CH, Silva NAS, Godoy PH, Fonseca TMP. Letalidade por doenças isquêmicas do coração no Estado do Rio de Janeiro no período de 1999 a 2003. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2006;86(2):131-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Oliveira, Gláucia Maria Moraes de; Klein, Carlos Henrique; Silva, Nelson Albuquerque de Souza e; Godoy, Paulo Henrique; Fonseca, Tânia Maria Peixoto. Letalidade por doenças isquêmicas do coração no Estado do Rio de Janeiro no período de 1999 a 2003. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 86, n. 2, p. 131-137, fev. 2006.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Oliveira, G. M. M. , Klein, C. H., Silva, N. A. S. , Godoy, P. H., & Fonseca, T. M. P. (2006). Letalidade por doenças isquêmicas do coração no Estado do Rio de Janeiro no período de 1999 a 2003. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 86(2), 131-137.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Oliveira, Gláucia Maria Moraes de and Klein, Carlos Henrique and Silva, Nelson Albuquerque de Souza e and Godoy, Paulo Henrique and Fonseca, Tânia Maria Peixoto. Letalidade por doenças isquêmicas do coração no Estado do Rio de Janeiro no período de 1999 a 2003. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2006, vol. 86, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 131-137. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/letalidade-por-doencas-isquemicas-do-coracao-no-estado-do-rio-de-janeiro-no-periodo-de-1999-a-2003/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Mattos MA, Toledo DG, Mattos CE, Tura BR, Gadelha DNB, Siqueira Filho AG. Tendência temporal de letalidade hospitalar por infarto agudo do miocárdio: 1994-2003. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2005;84(5):416-21.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Mattos, Marco Antonio de; Toledo, Daniele Gusmão; Mattos, Carlos Eduardo de; Tura, Bernardo Rangel; Gadelha, Diego Neri Benevides; Siqueira Filho, Aristarco Gonçalves de. Tendência temporal de letalidade hospitalar por infarto agudo do miocárdio: 1994-2003. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 84, n. 5, p. 416-421, maio. 2005.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Mattos, M. A. , Toledo, D. G., Mattos, C. E. , Tura, B. R., Gadelha, D. N. B., & Siqueira Filho, A. G. (2005). Tendência temporal de letalidade hospitalar por infarto agudo do miocárdio: 1994-2003. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 84(5), 416-421.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Mattos, Marco Antonio de and Toledo, Daniele Gusmão and Mattos, Carlos Eduardo de and Tura, Bernardo Rangel and Gadelha, Diego Neri Benevides and Siqueira Filho, Aristarco Gonçalves de. Tendência temporal de letalidade hospitalar por infarto agudo do miocárdio: 1994-2003. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2005, vol. 84, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 416-421. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/tendencia-temporal-de-letalidade-hospitalar-por-infarto-agudo-do-miocardio-1994-2003/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Passos LCS, Lopes AA, Barbosa AA, Jesus RS. Por que a letalidade hospitalar do infarto agudo do miocárdio é maior nas mulheres?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2002;70(5):327-30.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Passos, Luiz Carlos Santana; Lopes, Antonio Alberto; Barbosa, Amine Amorim; Jesus, Rogério Santos. Por que a letalidade hospitalar do infarto agudo do miocárdio é maior nas mulheres?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 70, n. 5, p. 327-330, jan. 2002.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Passos, L. C. S., Lopes, A. A., Barbosa, A. A., & Jesus, R. S. (2002). Por que a letalidade hospitalar do infarto agudo do miocárdio é maior nas mulheres?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 70(5), 327-330.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Passos, Luiz Carlos Santana and Lopes, Antonio Alberto and Barbosa, Amine Amorim and Jesus, Rogério Santos. Por que a letalidade hospitalar do infarto agudo do miocárdio é maior nas mulheres?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2002, vol. 70, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 327-330. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/por-que-a-letalidade-hospitalar-do-infarto-agudo-do-miocardio-e-maior-nas-mulheres/>. ISSN 0066-782X

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