Ana Isabel Azevedo et al. Ricardo Ladeiras-Lopes Alberto Rodrigues Pedro Braga Vasco Gama Ribeiro
Um homem de 41 anos de idade, com antecedentes de cirurgia de substituição valvular aórtica por uma bioprótese Mitroflow de 21milímetros (1A), apresentou-se no nosso Centro com insuficiência cardíaca em classe funcional IV. O ecocardiograma transesofágico confirmou obstrução grave da bioprótese (1 B). Implantamos uma CoreValve® Evolut™ R (Medtronic, Minneapolis, EUA) de 23 milímetros na bioprótese aórtica por via transfemoral. A válvula foi recapturada e reposicionada durante a implantação (1C-E). O ecocardiograma transtorácico efetuado imediatamente (1F), um mês (1G) e três meses (1H) após a intervenção confirmou redução significativa dos gradientes transaórticos. O paciente permaneceu em classe funcional I.
A nossa experiência no reposicionamento da válvula durante um procedimento valve-in-valve demonstra que esta característica pode ser útil em intervenções deste grau de complexidade.
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