Daniely Iadocico Sobreiro et al. Roney Orismar Sampaio Rinaldo Focaccia Siciliano Calila Vieira Andrade Brazil … Carlos Eduardo de Barros Branco Antônio Sergio de Santis Andrade Lopes Flávio Tarasoutchi Tânia Mara Varejão Strabelli
A endocardite infecciosa (EI), infecção microbiana do endotélio cardíaco ou vascular adjacente, continua sendo uma temida doença, apesar de sistematizações para o diagnóstico moderno datarem de 1885, por Osler. Ainda que relativamente infrequente com cerca de 3-10 casos por 100.000 pacientes/ano, a mortalidade persiste alta: mais de um terço dos pacientes falecem no primeiro ano após o diagnóstico., Somente o diagnóstico e terapêutica precoces, seja exclusivamente clínico ou associado à cirurgia cardíaca, podem interferir para reduzir essa elevada mortalidade.
A EI era mais frequente em jovens e adultos de meia idade com doença cardíaca reumática ou cardiopatias congênitas. Todavia, estudos recentes, demonstram significativa redução na incidência da EI nestes grupos, sobretudo em nações mais desenvolvidas.
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