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  2. Palavra-chave: fístula esofágica
Complicações Esofágicas Graves após Ablação de Fibrilação Atrial: Ainda Devemos Nos Preocupar?
ABC
Revisão

Complicações Esofágicas Graves após Ablação de Fibrilação Atrial: Ainda Devemos Nos Preocupar?

Anibal Pires Borges et al. Carlos Kalil Josep Brugada José Plutarco Gutiérrez Yanez … Pablo da Costa Soliz Marco Aurelio Lumertz Saffi Anderson Donelli da Silveira Maurício Pimentel

Resumo

A ablação da fibrilação atrial (FA) tem sido cada vez mais utilizada como uma estratégia eficaz para o controle do ritmo, resultando na redução da carga arrítmica, melhora da qualidade de vida e, em casos selecionados, diminuição da mortalidade. No entanto, por se tratar de um procedimento invasivo, envolve riscos inerentes. Complicações esofágicas graves, como perfuração esofágica ou fístula átrio-esofágica, embora raras (com incidência variando de 0,025% a 0,113%), estão associadas a significativa morbidade e mortalidade. Diversos fatores de risco para lesão esofágica foram identificados, incluindo características relacionadas tanto ao paciente quanto ao procedimento. Para mitigar esses riscos durante a ablação por radiofrequência (RF), várias medidas preventivas foram adotadas, como o uso de cateteres com controle de força de contato, aplicações de energia de alta potência e curta duração, além de estratégias de proteção como monitoramento da temperatura esofágica, dispositivos de deslocamento e técnicas de resfriamento. Lesões esofágicas profundas detectadas por endoscopia de vigilância são consideradas precursoras de complicações mais graves e, portanto, merecem atenção especial. O monitoramento intensivo de pacientes com essas lesões pode ser crucial para permitir o diagnóstico precoce e a intervenção oportuna, prevenindo a progressão para complicações mais graves. Embora a terapia por ablação com campo pulsado – que apresenta menor risco para o esôfago e outras estruturas adjacentes – ainda não esteja amplamente disponível, a implementação de estratégias eficazes de monitoramento pode melhorar significativamente os desfechos clínicos e aumentar a segurança dos pacientes no contexto da ablação por RF da FA.

  • Complicações Pós-Operatórias
  • Fibrilação Atrial
  • fístula esofágica
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16/01/2026 DOI: 10.36660/abc.20250290
Monitoramento da Temperatura Esofágica durante a Ablação de Fibrilação Atrial: Um Estudo Randomizado
ABC
Artigo Original

Monitoramento da Temperatura Esofágica durante a Ablação de Fibrilação Atrial: Um Estudo Randomizado

Daniel Moreira Costa Moura et al. Renner Augusto Raposo Pereira Cristiano Faria Pisani Tan Chen Wu … Muhieddine Omar Chokr Carina Abigail Hardy Sissy Lara de Melo Francisco Carlos da Costa Darrieux Denise Tessariol Hachul Mauricio Ibrahim Scanavacca

Resumo

Fundamento

O isolamento das veias pulmonares (IVP) para a ablação da fibrilação atrial (FA) apresenta risco de lesão térmica esofágica (LTE), que pode levar a complicações graves.

Objetivo

Avaliar três estratégias de monitoramento da temperatura esofágica luminal (TEL) e analisar sua eficácia na redução da incidência de LTE.

Métodos

Pacientes com FA foram randomizados em três grupos de IVP, conforme a estratégia de monitoramento da temperatura: sem monitoramento de TEL (Grupo 1), monitoramento de TEL com termômetro unipolar (Grupo 2) e monitoramento de TEL com termômetro multipolar (Grupo 3). No Grupo 1, a ablação da FA foi realizada com potência fixa de 20 W na parede posterior do átrio esquerdo. Nos Grupos 2 e 3, a potência da ablação foi ajustada com base nas medições da TEL, utilizando como limite a temperatura de 37,5 °C. Cada grupo incluiu 20 pacientes. Considerou-se estatisticamente significativo um valor de p bilateral <0,05. O estudo foi registrado no ClinicalTrials.gov (#NCT03645070) e na International Clinical Trials Registry Platform (#RBR-2yvgyf).

Resultados

Todos os pacientes foram submetidos a IVP e à esofagogastroduodenoscopia. Nenhum caso de LTE foi observado em pacientes monitorados com o termômetro multipolar. Em contraste, cinco pacientes sem monitoramento de TEL e seis pacientes monitorados com o termômetro unipolar desenvolveram LTE (p=0,006). Temperaturas mais elevadas foram registradas com o termômetro multipolar (37,9 vs 38,45 °C, p=0,018). Não houve diferenças significativas na duração do IVP ou no tempo total de aplicação da radiofrequência (p=0,250 e p=0,253, respectivamente).

Conclusões

O monitoramento da TEL com termômetro multipolar durante o IVP reduz significativamente a incidência de LTE em comparação com a ausência de monitoramento ou o monitoramento com termômetro unipolar. A implementação de estratégias avançadas de monitoramento da TEL pode aumentar a segurança do paciente sem comprometer a eficiência do procedimento.

  • Ablação por Radiofrequência
  • Ensaio Clínico
  • Fibrilação Atrial
  • fístula esofágica
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01/08/2025 DOI: 10.36660/abc.20250056 Visualizações 1
ABC
Editorial

Fístula Átrio-Esofágica após Ablação por Cateter de Fibrilação Atrial: Podemos Realmente Preveni-la?

Luiz Eduardo Montenegro Camanho

A ablação por cateter de fibrilação atrial (FA) é um procedimento amplamente utilizado e estabelecido na prática clínica. Diversos estudos randomizados já demonstraram a superioridade deste método em pacientes com FA paroxística/ persistente, sintomáticos e refratários a terapia antiarrítmica, com forte impacto positivo na qualidade de vida e na redução da recorrência clínica desta arritmia, independentemente do tipo de energia utilizada.– O objetivo primário do procedimento é o isolamento elétrico das veias pulmonares, associada ou não a lesões mais extensas, em particular, da parede posterior.

As principais complicações relacionadas ao procedimento, tais como, morte, evento tromboembólico per-procedimento, fístula átrio-esofágica (FAE), tamponamento cardíaco, estenose grave de veia pulmonar e paralisia permanente de nervo frênico são, na realidade, complicações infrequentes (0,02 a 1,3%). Uma recente publicação demonstrou um decréscimo destas complicações nos últimos anos (2018-2022) quando comparado aos cinco anos antecedentes (3,8 versus 5,3%).

[…]

  • Ablação por Cateter
  • Fibrilação Atrial
  • fístula esofágica
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30/05/2025 DOI: 10.36660/abc.20250148 Visualizações 1
Estratégias de Proteção Esofágica para Ablação de Fibrilação Atrial: Resultados Comparativos de Avaliações Endoscópicas Consecutivas
ABC
Artigo Original

Estratégias de Proteção Esofágica para Ablação de Fibrilação Atrial: Resultados Comparativos de Avaliações Endoscópicas Consecutivas

Alberto Pereira Ferraz et al. Cristiano Faria Pisani Esteban Wisnivesky Rocca Rivarola Tan Chen Wu … Francisco Carlos da Costa Darrieux Rafael Alvarenga Scanavacca Muhieddine Omar Chokr Carina Abigail Hardy Sissy Lara de Melo Denise Tessariol Hachul Beatriz Hachul de Campos Mauricio Ibrahim Scanavacca

Resumo

Fundamento

A ocorrência de fístula atrioesofágica após o procedimento ode ablação de fibrilação atrial (FA) continua uma preocupação. Não existe uma abordagem padronizada para minimizar seus riscos e mortalidade.

Objetivos

Apresentar a experiência de sete anos de um monitoramento endoscópico sistemático de lesão esofágica após a ablação de FA por cateter.

Métodos

Estudo unicêntrico retrospectivo de avaliação endoscópica sistemática após ablação e FA em procedimentos consecutivos realizados entre 2016 e 2022. Um valor de p < 0.05 foi considerado estatisticamente significativo.

Resultados

Foram analisados 823 procedimentos de ablação de FA com Esofagogastroduodenoscopia (EGD) de controle. A maioria (n=588; 71,4%) dos pacientes submetidos ao procedimento era do sexo masculino, 575 (69,9%) apresentaram FA paroxística. Monitoramento da temperatura esofágica foi realizada usando um sensor único em 310 pacientes (40,3%) e uma sonda multissensor em 306 (39,8%) pacientes. As lesões estavam presentes em 217 EGD (26,5%): hematoma-equimose em 27 (3,3%), eritema em 14 (1,7%), erosão em 78 (9,5%) e úlcera em 67 (8,2%) pacientes. Nenhuma estratégia de proteção do esôfago foi associada à maior ocorrência de úlceras, com exceção do uso de cateter de ponta de 8mm (14,7% de úlceras com cateter de ponta de 8mm vs. 6,7% com outros cateteres, p = 0,001). Lesões térmicas foram detectadas precocemente e tratadas. A maioria das lesões foi considerada curada na endoscopia, mas um paciente que foi submetido ao isolamento da veia pulmonar com um cateter de ponta de 8mm apresentou fístula esofágica, que foi tratada com sucesso com clipe metálico endoscópico e técnica endoloop.

Conclusão

A incidência de lesões esofágicas é alta na EGD de rotina realizada após a ablação de FA, embora, na maioria dos casos, sua cura ocorra espontaneamente. Pacientes que se submeteram à ablação com o cateter de ponta de 8mm apresentaram lesões térmicas mais graves. Endoscopia esofágica precoce pode ajudar no diagnóstico de lesões em fases iniciais e a prevenção de fístulas após a ablação de FA.

  • Ablação por Cateter
  • Endoscopia
  • Fibrilação Atrial
  • fístula esofágica
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24/03/2025 DOI: 10.36660/abc.20230913 Visualizações 2
Aneurisma de aorta com ruptura para esôfago
ABC
Relato de Caso

Aneurisma de aorta com ruptura para esôfago

Christiano da Silveira de Barcellos et al. Paulo Ceratti de Azambuja Marcelo Kunh Momolli Clóvis Manfredini Rigoni … Marcelo Lopes Henrique Biavatti Wagnes Franceschi Claudio Borges Fortes

Apresentamos o caso de uma paciente portadora de aneurisma de aorta descendente com ruptura para o esôfago que, após aortoplastia com interposição de tubo de dacron e rafia da laceração esofágica, evoluiu com fístula esôfago pleural no terceiro dia pós-operatório. A paciente necessitou de reintervenção e cuidados intensivos, reabilitando-se adequadamente. A propósito deste caso incomum e do aprendizado adquirido no seu manejo, revisamos a literatura a fim de discutir a melhor alternativa de correção desta rara e, freqüentemente, fatal forma de apresentação das doenças da aorta.

  • Aneurisma Aórtico
  • fístula esofágica
  • Ruptura Aórtica
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05/01/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2008001800012 Visualizações 1

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Borges AP, Kalil C, Brugada J, Yanez JPG, Soliz PC, Saffi MAL, Silveira AD, et al. Complicações Esofágicas Graves após Ablação de Fibrilação Atrial: Ainda Devemos Nos Preocupar?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2026;122(11):e20250290.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Borges, Anibal Pires; Kalil, Carlos; Brugada, Josep; Yanez, José Plutarco Gutiérrez; Soliz, Pablo da Costa; Saffi, Marco Aurelio Lumertz; Silveira, Anderson Donelli da; Pimentel, Maurício. Complicações Esofágicas Graves após Ablação de Fibrilação Atrial: Ainda Devemos Nos Preocupar?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 11, e20250290, jan. 2026.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Borges, A. P., Kalil, C., Brugada, J., Yanez, J. P. G., Soliz, P. C., Saffi, M. A. L., Silveira, A. D. , & Pimentel, M. (2026). Complicações Esofágicas Graves após Ablação de Fibrilação Atrial: Ainda Devemos Nos Preocupar?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(11), e20250290.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Borges, Anibal Pires and Kalil, Carlos and Brugada, Josep and Yanez, José Plutarco Gutiérrez and Soliz, Pablo da Costa and Saffi, Marco Aurelio Lumertz and Silveira, Anderson Donelli da and Pimentel, Maurício. Complicações Esofágicas Graves após Ablação de Fibrilação Atrial: Ainda Devemos Nos Preocupar?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2026, vol. 122, n. 11, [citado 2026-10-14], e20250290. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/complicacoes-esofagicas-graves-apos-ablacao-de-fibrilacao-atrial-ainda-devemos-nos-preocupar/>. ISSN 0066-782X

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Moura DMC, Pereira RAR, Pisani CF, Wu TC, Chokr MO, Hardy CA, Melo SL, et al. Monitoramento da Temperatura Esofágica durante a Ablação de Fibrilação Atrial: Um Estudo Randomizado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;122(7):e20250056.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Moura, Daniel Moreira Costa; Pereira, Renner Augusto Raposo; Pisani, Cristiano Faria; Wu, Tan Chen; Chokr, Muhieddine Omar; Hardy, Carina Abigail; Melo, Sissy Lara de; Darrieux, Francisco Carlos da Costa; Hachul, Denise Tessariol; Scanavacca, Mauricio Ibrahim. Monitoramento da Temperatura Esofágica durante a Ablação de Fibrilação Atrial: Um Estudo Randomizado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 7, e20250056, jul. 2025.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Moura, D. M. C., Pereira, R. A. R., Pisani, C. F., Wu, T. C., Chokr, M. O., Hardy, C. A., Melo, S. L. , Darrieux, F. C. C., Hachul, D. T., & Scanavacca, M. I. (2025). Monitoramento da Temperatura Esofágica durante a Ablação de Fibrilação Atrial: Um Estudo Randomizado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(7), e20250056.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Moura, Daniel Moreira Costa and Pereira, Renner Augusto Raposo and Pisani, Cristiano Faria and Wu, Tan Chen and Chokr, Muhieddine Omar and Hardy, Carina Abigail and Melo, Sissy Lara de and Darrieux, Francisco Carlos da Costa and Hachul, Denise Tessariol and Scanavacca, Mauricio Ibrahim. Monitoramento da Temperatura Esofágica durante a Ablação de Fibrilação Atrial: Um Estudo Randomizado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 122, n. 7, [citado 2026-10-14], e20250056. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/monitoramento-da-temperatura-esofagica-durante-a-ablacao-de-fibrilacao-atrial-um-estudo-randomizado/>. ISSN 0066-782X

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Camanho LEM. Fístula Átrio-Esofágica após Ablação por Cateter de Fibrilação Atrial: Podemos Realmente Preveni-la?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;122(3):e20250148.

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Camanho, Luiz Eduardo Montenegro. Fístula Átrio-Esofágica após Ablação por Cateter de Fibrilação Atrial: Podemos Realmente Preveni-la?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 3, e20250148, maio. 2025.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Camanho, L. E. M. (2025). Fístula Átrio-Esofágica após Ablação por Cateter de Fibrilação Atrial: Podemos Realmente Preveni-la?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(3), e20250148.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Camanho, Luiz Eduardo Montenegro. Fístula Átrio-Esofágica após Ablação por Cateter de Fibrilação Atrial: Podemos Realmente Preveni-la?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 122, n. 3, [citado 2026-10-14], e20250148. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/fistula-atrio-esofagica-apos-ablacao-por-cateter-de-fibrilacao-atrial-podemos-realmente-preveni-la/>. ISSN 0066-782X

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Ferraz AP, Pisani CF, Rivarola EWR, Wu TC, Darrieux FCC, Scanavacca RA, Chokr MO, et al. Estratégias de Proteção Esofágica para Ablação de Fibrilação Atrial: Resultados Comparativos de Avaliações Endoscópicas Consecutivas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;122(3):e20230913.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Ferraz, Alberto Pereira; Pisani, Cristiano Faria; Rivarola, Esteban Wisnivesky Rocca; Wu, Tan Chen; Darrieux, Francisco Carlos da Costa; Scanavacca, Rafael Alvarenga; Chokr, Muhieddine Omar; Hardy, Carina Abigail; Melo, Sissy Lara de; Hachul, Denise Tessariol; Campos, Beatriz Hachul de; Scanavacca, Mauricio Ibrahim. Estratégias de Proteção Esofágica para Ablação de Fibrilação Atrial: Resultados Comparativos de Avaliações Endoscópicas Consecutivas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 3, e20230913, mar. 2025.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Ferraz, A. P., Pisani, C. F., Rivarola, E. W. R., Wu, T. C., Darrieux, F. C. C., Scanavacca, R. A., Chokr, M. O., Hardy, C. A., Melo, S. L. , Hachul, D. T., Campos, B. H. , & Scanavacca, M. I. (2025). Estratégias de Proteção Esofágica para Ablação de Fibrilação Atrial: Resultados Comparativos de Avaliações Endoscópicas Consecutivas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(3), e20230913.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Ferraz, Alberto Pereira and Pisani, Cristiano Faria and Rivarola, Esteban Wisnivesky Rocca and Wu, Tan Chen and Darrieux, Francisco Carlos da Costa and Scanavacca, Rafael Alvarenga and Chokr, Muhieddine Omar and Hardy, Carina Abigail and Melo, Sissy Lara de and Hachul, Denise Tessariol and Campos, Beatriz Hachul de and Scanavacca, Mauricio Ibrahim. Estratégias de Proteção Esofágica para Ablação de Fibrilação Atrial: Resultados Comparativos de Avaliações Endoscópicas Consecutivas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 122, n. 3, [citado 2026-10-14], e20230913. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/estrategias-de-protecao-esofagica-para-ablacao-de-fibrilacao-atrial-resultados-comparativos-de-avaliacoes-endoscopicas-consecutivas/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

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Barcellos CS, Azambuja PC, Momolli MK, Rigoni CM, Lopes M, Biavatti H, Franceschi W, et al. Aneurisma de aorta com ruptura para esôfago. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2009;91(6):e53-5.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Barcellos, Christiano da Silveira de; Azambuja, Paulo Ceratti de; Momolli, Marcelo Kunh; Rigoni, Clóvis Manfredini; Lopes, Marcelo; Biavatti, Henrique; Franceschi, Wagnes; Fortes, Claudio Borges. Aneurisma de aorta com ruptura para esôfago. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 91, n. 6, p. e53-e55, jan. 2009.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Barcellos, C. S. , Azambuja, P. C. , Momolli, M. K., Rigoni, C. M., Lopes, M., Biavatti, H., Franceschi, W., & Fortes, C. B. (2009). Aneurisma de aorta com ruptura para esôfago. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 91(6), e53-e55.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Barcellos, Christiano da Silveira de and Azambuja, Paulo Ceratti de and Momolli, Marcelo Kunh and Rigoni, Clóvis Manfredini and Lopes, Marcelo and Biavatti, Henrique and Franceschi, Wagnes and Fortes, Claudio Borges. Aneurisma de aorta com ruptura para esôfago. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2009, vol. 91, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. e53-e55. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/aneurisma-de-aorta-com-ruptura-para-esofago/>. ISSN 0066-782X

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