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  2. Palavra-chave: crise hipertensiva
Prevalência de verdadeiras crises hipertensivas e adequação da conduta médica em pacientes atendidos em um pronto-socorro geral com pressão arterial elevada
ABC
Artigo Original

Prevalência de verdadeiras crises hipertensivas e adequação da conduta médica em pacientes atendidos em um pronto-socorro geral com pressão arterial elevada

Francisco das Chagas Monteiro Júnior et al. Fernando Antônio Costa Anunciação Natalino Salgado Filho Genise Mayara Alves da Silva … José Bonifácio Barbosa Pedro Antônio Muniz Ferreira Joyce Lages Natália Ribeiro Mandarino Wellington Santana da Silva Júnior Carolina Cipriano Monteiro

FUNDAMENTO: Pressão arterial elevada é motivo freqüente de procura por pronto-socorro, sendo possível que muitos pacientes recebam erroneamente um diagnóstico de crise hipertensiva e, conseqüentemente, um tratamento inapropriado. OBJETIVO: Analisar os casos de pacientes com pressão arterial elevada atendidos em um pronto-socorro geral, quanto ao preenchimento de critérios para o diagnóstico de crise hipertensiva e a adequação da conduta médica. MÉTODOS: Dos 1.012 pacientes atendidos consecutivamente em um pronto-socorro geral privado de referência, em São Luís, Maranhão, entre agosto e novembro de 2003, 198 (19,56%) tiveram como diagnóstico principal do atendimento pressão arterial elevada. Destes, de apenas 169 pacientes foi possível obter informação adequada nos boletins de atendimento, sendo 54,4% do sexo feminino, com média de idade de 53,3 ± 15,2 anos. Coletaram-se dados referentes aos pacientes e aos médicos atendentes, a fim de classificar cada caso como urgência, emergência ou pseudocrise hipertensiva, e a conduta médica como adequada ou inadequada. Procurou-se ainda identificar os fatores associados à conduta e ao uso de medicação anti-hipertensiva. RESULTADOS: Em apenas 27 pacientes (16%) houve critérios para caracterização de uma crise hipertensiva, sendo todos estes classificados como urgências. A conduta médica foi considerada adequada em 72 casos (42,6%), não sofrendo influência da especialidade (p = 0,5) nem da experiência do médico (p = 0,9). Níveis tensionais, e não a presença ou ausência de sintomas, foram preditivos do uso de medicação anti-hipertensiva (p < 0,001). CONCLUSÃO: Na população analisada, menos de 1/5 dos pacientes atendidos em um pronto-socorro com suposta crise hipertensiva apresentou critérios definidos para tal diagnóstico. A conduta médica foi considerada adequada em menos da metade dos atendimentos.

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  • crise hipertensiva
  • diagnóstico
  • Prevalência
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29/05/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2008000400006
Ocorrência e preditores clínicos de pseudocrise hipertensiva no atendimento de emergência
ABC
Artigo Original

Ocorrência e preditores clínicos de pseudocrise hipertensiva no atendimento de emergência

Silvestre Sobrinho et al. Luís C. L. Correia Constança Cruz Mila Santiago … Ana Catarina Paim Bruno Meireles Mariana Andrade Mariana Kerner Paula Amoedo Carlos Marcílio de Souza

OBJETIVOS: Descrever a prevalência de pseudocrise hipertensiva em pacientes atendidos em unidade de emergência com níveis de pressão arterial substancialmente elevados, comparando-a entre serviços privado e público; descrever a freqüência de tratamento indevido para essa condição; identificar, no momento da triagem, preditores independentes de pseudocrise; e avaliar o prognóstico dos pacientes com pseudocrise. MÉTODOS: Durante seis meses, foram incluídos pacientes com idade > 18 anos, atendidos nas Emergências de dois hospitais (privado e público), com pressão arterial diastólica > 120 mmHg. Pseudocrise hipertensiva foi definida na ausência de critérios para crise hipertensiva, segundo as Diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia. RESULTADOS: Em 110 pacientes estudados, a prevalência de pseudocrise hipertensiva foi de 48% (intervalo de confiança de 95% [IC 95%] = 39%-58%), predominando no serviço privado (59% vs 37%; p = 0,02). A freqüência de tratamento indevido foi semelhante nos dois serviços (94% vs 95%; p = 0,87). Após análise multivariada, a presença de cefaléia na admissão (odds ratio = 5,4; IC 95% = 5,1-13; p < 0,001) e o nível da pressão arterial diastólica (odds ratio = 0,93; IC 95% = 0,89-0,97; p = 0,002) foram preditores independentes de pseudocrise. A mortalidade em cinco meses foi menor no grupo pseudocrise em relação à crise hipertensiva (0% vs 21%; p = 0,0004). CONCLUSÕES: A prevalência de pseudocrise hipertensiva é elevada em pacientes com suspeita de crise hipertensiva, especialmente em serviço privado. A freqüência de tratamento indevido é semelhante nos serviços privado e público. A presença de cefaléia e o nível da PA diastólica são preditores independentes dessa condição clínica. A pseudocrise hipertensiva é uma situação clínica de baixa letalidade.

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  • Prevalência
  • pseudocrise hipertensiva
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15/06/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007000500013
Hipertensão arterial sistêmica no setor de emergência: o uso de medicamentos sintomáticos como alternativa de tratamento
ABC
Artigo Original

Hipertensão arterial sistêmica no setor de emergência: o uso de medicamentos sintomáticos como alternativa de tratamento

Sandro Gonçalves de Lima et al. Luciana Simões do Nascimento Cândido Nobre dos Santos Filho Maria de Fátima P. Militão de Albuquerque Edgar Guimarães Victor

OBJETIVO: Comparar a resposta terapêutica dos pacientes atendidos no Setor de Emergência com sintomas e pressão arterial (PA) elevada, ao tratamento com medicação sintomática ou anti-hipertensiva. MÉTODOS: Ensaio clínico randomizado, cego, envolvendo 100 pacientes atendidos na Emergência Cardiológica do Hospital Universitário Oswaldo Cruz com sintomas associados à pressão arterial sistólica (PAS) entre 180 e 200 mmHg e/ou pressão arterial diastólica (PAD) entre 110 e 120 mmHg. Os pacientes foram randomizados para tratamento com medicação sintomática (dipirona ou diazepam) ou anti-hipertensiva (captopril). Aqueles portadores de qualquer condição clínica associada, que necessitassem de tratamento imediato na Unidade de Emergência, foram excluídos do estudo. Atingiram o critério de alta os pacientes que, ao final do período de observação de noventa minutos, tornaram-se assintomáticos e tiveram seus níveis tensionais sistólicos reduzidos para abaixo de 180 mmHg e diastólicos para aquém de 110 mmHg. RESULTADOS: A idade média da população estudada foi 54,4 anos. A maioria dos pacientes era do sexo feminino, hipertensos crônicos em tratamento farmacológico irregular, com baixa taxa de aderência às medidas não farmacológicas e classificados quanto ao índice de massa corpórea (IMC), em sobrepeso e obesos grau I. Cefaléia, dor torácica tipo D (não anginosa) e dispnéia foram as queixas mais freqüentes. A proporção de pacientes tratados com medicação sintomática que atingiu o critério de alta foi semelhante àquela de pacientes medicados com anti-hipertensivo (p=0,165). Não foi encontrada associação entre o diagnóstico prévio de hipertensão arterial sistêmica (HAS) (p=0,192), tratamento farmacológico (p=0,687) e não-farmacológico e o critério de alta. CONCLUSÃO: Uma maior proporção (não significativa) de pacientes tratados com medicação sintomática obtiveram redução da PA aquém dos níveis estabelecidos no critério de alta e tornaram-se assintomáticos após o período de observação.

  • crise hipertensiva
  • hipertensão arterial sistêmica
  • medicamentos sintomáticos
  • tratamento emergência
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29/09/2005 DOI: 10.1590/S0066-782X2005001500008
Perfil de crise hipertensiva: prevalência e apresentação clínica
ABC
Artigo Original

Perfil de crise hipertensiva: prevalência e apresentação clínica

José Fernando Vilela Martin et al. Érika Higashiama Evandro Garcia Murilo Rizzatti Luizon José Paulo Cipullo

OBJETIVO: Avaliar a prevalência, o quadro clínico e as lesões orgânicas envolvidas em uma crise hipertensiva. MÉTODO: Estudo retrospectivo de análise de prontuários médicos de pacientes com elevação dos níveis de pressão arterial diastólica > 120 mmHg e sintomáticos, atendidos em setor de emergência de hospital universitário durante 12 meses. Urgência foi caracterizada como elevação sintomática da pressão arterial sem evidências de lesão em órgão-alvo e, emergência hipertensiva, como elevação sintomática da pressão arterial com evidências de lesão aguda ou em evolução de órgão-alvo. RESULTADOS: Incluídos 452 pacientes com crise hipertensiva, representando 0,5% de todas as emergências clínico-cirúrgicas, sendo 273 (60,4%) de urgência e 179 (39,6%) de emergência hipertensiva. Não conheciam ser hipertensos 18%. Tabagismo e diabetes foram fatores de risco associados ao desenvolvimento de crise hipertensiva em 1/4 e 1/5 dos pacientes, respectivamente. Pacientes com emergência apresentaram maior idade (59,6 ± 14,8 vs 49,9 ± 18,6 anos, p < 0,001) e maior pressão arterial diastólica (129,1 ± 12 vs 126,6 ± 14,4 mmHg, p < 0,05) do que aqueles com urgência hipertensiva. Acidente vascular encefálico isquêmico e edema agudo de pulmão foram as emergências hipertensivas mais comuns, compatíveis com as manifestações clínicas mais freqüentemente encontradas de déficit neurológico e dispnéia. CONCLUSÃO: Crise hipertensiva respondeu por 0,5% de todos os atendimentos de emergência do estudo e a 1,7% das emergências clínicas, sendo a urgência mais comum que a emergência hipertensiva. Acidente vascular encefálico isquêmico e edema agudo de pulmão foram as lesões em órgãos-alvo mais freqüentes nas emergências hipertensivas.

  • crise hipertensiva
  • emergência hipertensiva
  • Prevalência
  • urgência hipertensiva
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17/08/2004 DOI: 10.1590/S0066-782X2004001400004 Visualizações 2

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Monteiro Júnior FC, Anunciação FAC, Salgado Filho N, Silva GMA, Barbosa JB, Ferreira PAM, Lages J, et al. Prevalência de verdadeiras crises hipertensivas e adequação da conduta médica em pacientes atendidos em um pronto-socorro geral com pressão arterial elevada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2008;90(4):269-73.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Monteiro Júnior, Francisco das Chagas; Anunciação, Fernando Antônio Costa; Salgado Filho, Natalino; Silva, Genise Mayara Alves da; Barbosa, José Bonifácio; Ferreira, Pedro Antônio Muniz; Lages, Joyce; Mandarino, Natália Ribeiro; Silva Júnior, Wellington Santana da; Monteiro, Carolina Cipriano. Prevalência de verdadeiras crises hipertensivas e adequação da conduta médica em pacientes atendidos em um pronto-socorro geral com pressão arterial elevada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 90, n. 4, p. 269-273, maio. 2008.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Monteiro Júnior, F. C., Anunciação, F. A. C., Salgado Filho, N., Silva, G. M. A. , Barbosa, J. B., Ferreira, P. A. M., Lages, J., Mandarino, N. R., Silva Júnior, W. S. , & Monteiro, C. C. (2008). Prevalência de verdadeiras crises hipertensivas e adequação da conduta médica em pacientes atendidos em um pronto-socorro geral com pressão arterial elevada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 90(4), 269-273.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Monteiro Júnior, Francisco das Chagas and Anunciação, Fernando Antônio Costa and Salgado Filho, Natalino and Silva, Genise Mayara Alves da and Barbosa, José Bonifácio and Ferreira, Pedro Antônio Muniz and Lages, Joyce and Mandarino, Natália Ribeiro and Silva Júnior, Wellington Santana da and Monteiro, Carolina Cipriano. Prevalência de verdadeiras crises hipertensivas e adequação da conduta médica em pacientes atendidos em um pronto-socorro geral com pressão arterial elevada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 90, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 269-273. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/prevalencia-de-verdadeiras-crises-hipertensivas-e-adequacao-da-conduta-medica-em-pacientes-atendidos-em-um-pronto-socorro-geral-com-pressao-arterial-elevada/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Sobrinho S, Correia LCL, Cruz C, Santiago M, Paim AC, Meireles B, Andrade M, et al. Ocorrência e preditores clínicos de pseudocrise hipertensiva no atendimento de emergência. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;88(5):579-84.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Sobrinho, Silvestre; Correia, Luís C. L.; Cruz, Constança; Santiago, Mila; Paim, Ana Catarina; Meireles, Bruno; Andrade, Mariana; Kerner, Mariana; Amoedo, Paula; Souza, Carlos Marcílio de. Ocorrência e preditores clínicos de pseudocrise hipertensiva no atendimento de emergência. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 88, n. 5, p. 579-584, jun. 2007.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Sobrinho, S., Correia, L. C. L., Cruz, C., Santiago, M., Paim, A. C., Meireles, B., Andrade, M., Kerner, M., Amoedo, P., & Souza, C. M. (2007). Ocorrência e preditores clínicos de pseudocrise hipertensiva no atendimento de emergência. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 88(5), 579-584.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Sobrinho, Silvestre and Correia, Luís C. L. and Cruz, Constança and Santiago, Mila and Paim, Ana Catarina and Meireles, Bruno and Andrade, Mariana and Kerner, Mariana and Amoedo, Paula and Souza, Carlos Marcílio de. Ocorrência e preditores clínicos de pseudocrise hipertensiva no atendimento de emergência. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 88, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 579-584. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/ocorrencia-e-preditores-clinicos-de-pseudocrise-hipertensiva-no-atendimento-de-emergencia/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Lima SG, Nascimento LS, Santos Filho CN, Albuquerque MFPM, Victor EG. Hipertensão arterial sistêmica no setor de emergência: o uso de medicamentos sintomáticos como alternativa de tratamento. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2005;85(2):115-23.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Lima, Sandro Gonçalves de; Nascimento, Luciana Simões do; Santos Filho, Cândido Nobre dos; Albuquerque, Maria de Fátima P. Militão de; Victor, Edgar Guimarães. Hipertensão arterial sistêmica no setor de emergência: o uso de medicamentos sintomáticos como alternativa de tratamento. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 85, n. 2, p. 115-123, set. 2005.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Lima, S. G. , Nascimento, L. S. , Santos Filho, C. N. , Albuquerque, M. F. P. M. , & Victor, E. G. (2005). Hipertensão arterial sistêmica no setor de emergência: o uso de medicamentos sintomáticos como alternativa de tratamento. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 85(2), 115-123.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Lima, Sandro Gonçalves de and Nascimento, Luciana Simões do and Santos Filho, Cândido Nobre dos and Albuquerque, Maria de Fátima P. Militão de and Victor, Edgar Guimarães. Hipertensão arterial sistêmica no setor de emergência: o uso de medicamentos sintomáticos como alternativa de tratamento. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2005, vol. 85, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 115-123. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/hipertensao-arterial-sistemica-no-setor-de-emergencia-o-uso-de-medicamentos-sintomaticos-como-alternativa-de-tratamento/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Martin JFV, Higashiama , Garcia E, Luizon MR, Cipullo JP. Perfil de crise hipertensiva: prevalência e apresentação clínica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2004;83(2):125-30.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Martin, José Fernando Vilela; Higashiama, Érika; Garcia, Evandro; Luizon, Murilo Rizzatti; Cipullo, José Paulo. Perfil de crise hipertensiva: prevalência e apresentação clínica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 83, n. 2, p. 125-130, ago. 2004.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Martin, J. F. V., Higashiama, , Garcia, E., Luizon, M. R., & Cipullo, J. P. (2004). Perfil de crise hipertensiva: prevalência e apresentação clínica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 83(2), 125-130.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Martin, José Fernando Vilela and Higashiama, Érika and Garcia, Evandro and Luizon, Murilo Rizzatti and Cipullo, José Paulo. Perfil de crise hipertensiva: prevalência e apresentação clínica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2004, vol. 83, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 125-130. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/perfil-de-crise-hipertensiva-prevalencia-e-apresentacao-clinica/>. ISSN 0066-782X

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