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Relação entre a persistência da condução pela via lenta nodal após ablação de taquicardia por reentrada nodal e a recorrência clínica
ABC
Artigo Original

Relação entre a persistência da condução pela via lenta nodal após ablação de taquicardia por reentrada nodal e a recorrência clínica

Márcio A. Silva et al. Maurício I. Scanavacca André D'Avila Ricardo Kuniyoshi Eduardo A. Sosa

OBJETIVO: Verificar se a persistência de salto nodal relaciona-se à taxa de recorrência de taquicardia por reentrada nodal (TRN) após ablação com radiofreqüência (RF) da via lenta do nó atrioventricular. MÉTODOS: Num seguimento de 20±12 meses, foi analisada a recorrência de TRN em 126 pacientes consecutivos submetidos a ablação com RF da via lenta nodal. O critério de interrupção do procedimento foi a não reindução da TRN, após estimulação atrial programada, com e sem isoproterenol intravenoso. Ao final do procedimento, 98 pacientes não apresentavam salto nodal, e em 28 persistia o salto nodal e/ou o eco atrial. RESULTADOS: Houve recorrência clínica de TRN em 15 (11%) pacientes: 9 no grupo sem salto nodal e/ou eco atrial e em 6 do grupo que persistiu com salto e/ou eco atrial. A recorrência tendeu a ser maior no 2º grupo (9% vs 21%), mas não houve significância estatística entre os resultados (p=0,09). CONCLUSÃO: Desde que a TRN não possa ser induzida após a infusão de isoproterenol, a recorrência espontânea da arritmia após a ablação por RF da via lenta nodal não é diferente entre pacientes que persistem ou não com salto nodal e/ou eco atrial.

  • Ablação por Cateter
  • taquicardia por reentrada nodal
  • via lenta
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Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
08/01/2002 DOI: 10.1590/S0066-782X1998000800004

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Silva MA, Scanavacca MI, D’Avila A, Kuniyoshi R, Sosa EA. Relação entre a persistência da condução pela via lenta nodal após ablação de taquicardia por reentrada nodal e a recorrência clínica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2002;71(2):117-20.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Silva, Márcio A.; Scanavacca, Maurício I.; D’Avila, André; Kuniyoshi, Ricardo; Sosa, Eduardo A.. Relação entre a persistência da condução pela via lenta nodal após ablação de taquicardia por reentrada nodal e a recorrência clínica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 71, n. 2, p. 117-120, jan. 2002.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Silva, M. A., Scanavacca, M. I., D’Avila, A., Kuniyoshi, R., & Sosa, E. A. (2002). Relação entre a persistência da condução pela via lenta nodal após ablação de taquicardia por reentrada nodal e a recorrência clínica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 71(2), 117-120.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Silva, Márcio A. and Scanavacca, Maurício I. and D’Avila, André and Kuniyoshi, Ricardo and Sosa, Eduardo A.. Relação entre a persistência da condução pela via lenta nodal após ablação de taquicardia por reentrada nodal e a recorrência clínica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2002, vol. 71, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 117-120. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/relacao-entre-a-persistencia-da-conducao-pela-via-lenta-nodal-apos-ablacao-de-taquicardia-por-reentrada-nodal-e-a-recorrencia-clinica/>. ISSN 0066-782X

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