Nuno Bettencourt et al. Eduardo Vilela António Miguel Ferreira
Do teste ergométrico clássico às modalidades modernas
O teste ergométrico, introduzido várias décadas atrás e cuja face mais visível evoluiu ao que se tornou o protocolo de Bruce, foi uma mudança de paradigma na avaliação da DAC. Ele possibilitou um meio não invasivo para avaliar a resposta do coração ao estresse físico, oferecendo insights valiosos para aspectos como alterações isquêmicas e arritmias. , A simplicidade do método, combinada com o fornecimento de dados sobre diferentes componentes da resposta cardiovascular, levou à ampla utilização do teste ergométrico. No entanto, o cenário evolutivo da tecnologia médica introduziu métodos alternativos, tais como a ecocardiografia de estresse e imagem nuclear e, mais recentemente, técnicas de imagens avançadas de suporte, tais como ressonância magnética cardíaca e angiotomografia computadorizada (AC). , , De maneira lenta, mas constante, essas técnicas têm prevalecido em vários cenários, e diretrizes atuais atribuem um papel relativamente secundário para o teste ergométrico no diagnóstico de DAC, ao mesmo tempo em que destacam seu valor em inúmeros outros contextos, como na avaliação da capacidade funcional, de sintomas, do ritmo cardíaco e de distúrbios da condução, na prescrição de exercício e na cardiologia do esporte. , , ,
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