Júlio César de Oliveira et al. Alexsandro Alves Fagundes Ricardo Alkmim-Teixeira José Mário Baggio Junior … Luciana Armaganijan Andre d’Avila Eduardo B. Saad Veridiana Silva de Andrade Luis Gustavo Belo de Moraes Ricardo Kuniyoshi André Gustavo da Silva Rezende Mauricio Pimentel Thiago da Rocha Rodrigues Helio Lima de Brito Junior Elenir Nadalin Cristiano Faria Pisani Elerson Arfelli Fatima Dumas Cintra Carlos Antonio Abunader Kalil Sissy Lara de Melo Priscila Moreno Sperling Cannavan
Resumo
O manejo de dispositivos cardíacos eletrônicos implantáveis de pacientes que evoluem a óbito tem sido motivo de controvérsia. Em nosso meio, não há recomendações uniformes, estando baseadas exclusivamente em protocolos institucionais e em costumes regionais. Quando o cadáver é submetido para cremação, além de outros cuidados, recomenda-se a retirada do dispositivo devido ao risco de explosão e dano do equipamento crematório. Principalmente no contexto da pandemia causada pelo SARS-Cov-2, a orientação e organização de unidades hospitalares e serviços funerários é imprescindível para minimizar o fluxo de pessoas em contato com fluidos corporais de indivíduos falecidos por COVID-19. Nesse sentido, a Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas elaborou este documento com orientações práticas, tendo como base publicações internacionais e recomendação emitida pelo Conselho Federal de Medicina do Brasil.