Cardioproteção para Disfunção Cardíaca Relacionada ao Tratamento do Câncer: Quem é o Paciente de Risco?
As taxas de sobrevivência em longo prazo do câncer estão melhorando, e as sequelas do tratamento podem ser mais evidentes à medida que os pacientes com câncer vivem mais. As taxas de mortalidade por câncer padronizadas pela idade estão caindo globalmente, com declínio de 17% de 1990 a 2019.
A prevenção da disfunção ventricular esquerda predominantemente induzida pelo tratamento do câncer ainda representa um desafio na medicina. A cardiotoxicidade relacionada ao fármaco é o principal fator limitante na administração de doses mais altas de antraciclinas. Abordar a cardiotoxicidade associada à antraciclina tem particular importância para os sobreviventes de câncer pediátrico, pois continua uma das principais causas de morbidade e mortalidade nessa população.
[…]
Os comentários são moderados pela equipe editorial antes da publicação. As discussões devem ser baseadas em evidências e utilizar linguagem científica. Conflitos de interesse devem ser declarados.