Eugene Braunwald: Lições e Histórias do Pai da Cardiologia Moderna
Em 22 de abril de 2026, recebemos a notícia da morte de Eugene Braunwald, em Boston, aos 96 anos, deixando órfãos milhares de cardiologistas em todo o mundo que, como eu, o consideram consensualmente o pai da cardiologia moderna. Ao receber o honroso convite da Editora dos Arquivos Brasileiros de Cardiologia , Glaucia Maria Moraes de Oliveira, para escrever este editorial, deparei-me com o difícil desafio de resumir, em poucas palavras, sua trajetória, seus ensinamentos e sua importância para a nossa especialidade — tarefa que assumo sob a perspectiva pessoal de um cardiologista.
Conheci Braunwald por meio dos livros. Na residência de clínica médica, devorava o tratado de Medicina Interna de Harrison , em que Braunwald era o editor principal. Depois, já na residência de cardiologia, nossa bíblia era o seu Tratado de Doenças Cardiovasculares de Braunwald .
[…]
Os comentários são moderados pela equipe editorial antes da publicação. As discussões devem ser baseadas em evidências e utilizar linguagem científica. Conflitos de interesse devem ser declarados.