Análise do Artigo Correlação da Espessura Médio-intimal das Carótidas Primitivas Proximal e Distal
Prezado Editor,
Concordamos inteiramente com os autores quanto à necessidade de rastrear toda a extensão das carótidas (comum, interna e externa). Porém, acrescentaríamos a importância de rastreá-la lentamente e no plano coronal, e de medir o local em que, visualmente, a espessura IMT é maior. A visão coronal do vaso permite incluir, durante a avaliação, as paredes laterais da carótida, o que agrega veracidade ao exame.
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