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  2. Palavra-chave: Síndrome Coronariana Aguda/genética
ABC
Editorial

Estratificação de Risco Cardiovascular: Do Fenótipo para o Genótipo?

Marcio Sommer Bittencourt

Os escores de risco cardiovascular, como o escore de risco de Framingham, são amplamente recomendados pelas diretrizes clínicas de avaliação de risco cardiovascular. No entanto, diversos estudos demonstram limitações para o seu uso,, particularmente em pacientes de risco intermediário, jovens com história familiar francamente positiva e mulheres. Dentre as diversas ferramentas adicionais estudadas para refinar a estratificação de risco com métodos complementares, o uso de informações genéticas tem sido proposto como uma forma de melhorar a predição de risco.

Diversos polimorfismos genéticos estão associados com um maior risco cardiovascular, todavia, o valor adicional do seu uso na prática clínica ainda não está definido. Um dos principais motivos para esta limitação é que a doença aterosclerótica é multifatorial, e o papel individual de cada polimorfismo é restrito. Como diversos polimorfismos associados à doença aterosclerótica já foram identificados, muitos autores têm combinado diversos polimorfismos na tentativa de desenvolver escores genéticos mais robustos para a predição de risco cardiovascular. Apesar do grande entusiasmo com a importância da carga genética individual no desenvolvimento do risco cardiovascular, dados prévios sugerem que mesmo com a inclusão de mais de 50 polimorfismos diferentes a melhor da estratificação de risco é bastante limitada, e de pouco valor para uso clínico em sua forma atual.

[…]

  • Fatores de risco
  • Medição de Risco
  • Polimorfismo Genético
  • Síndrome Coronariana Aguda/genética
  • Síndrome Metabólica
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Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
01/01/2018 DOI: 10.5935/abc.20180010 Visualizações 2

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Bittencourt MS. Estratificação de Risco Cardiovascular: Do Fenótipo para o Genótipo?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;110(1):4.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Bittencourt, Marcio Sommer. Estratificação de Risco Cardiovascular: Do Fenótipo para o Genótipo?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 110, n. 1, p. 4-4, dez. 2017.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Bittencourt, M. S. (2018). Estratificação de Risco Cardiovascular: Do Fenótipo para o Genótipo?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 110(1), 4-4.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Bittencourt, Marcio Sommer. Estratificação de Risco Cardiovascular: Do Fenótipo para o Genótipo?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 110, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 4-4. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/estratificacao-de-risco-cardiovascular-do-fenotipo-para-o-genotipo/>. ISSN 0066-782X

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