Alexandre de Matos Soeiro et al. Antonio de Pádua Mansur Beatriz D. Schaan Bruno Caramelli … Carlos Eduardo Rochitte Carlos Vicente Serrano Jr. Cibele Larrosa Garzillo Daniela Calderaro Danielle M. Gualandro Eduardo Gomes Lima Fabiana G. Marcondes-Braga Felipe Gallego Lima Felipe Martins de Oliveira Fernanda Reis Azevedo Hiteshi Chauhan João Eduardo Nunes Salles José Soares Junior Juliano Novaes Cardoso Lucia Campos Pellanda Luciana Sacilotto Luciano Baracioli Luiz A. Bortolotto Luiz Antonio Machado César Marcelo Eidi Ochiai Marcio H. Minami Martina Battistini Pinheiro Miguel Antonio Moretti Mucio Tavares de Oliveira Paulo Cury Rezende Pedro Alves Lemos Neto Sharon Nina Admoni Simão Augusto Lottenberg Viviane Z. Rocha Whady Hueb Wilson Mathias Jr.
1. Apresentação e objetivos
Aproximadamente dois terços dos indivíduos com o diagnóstico de diabetes mellitus (DM) acabam por falecer devido a doença arterial coronariana (DAC) ou doença cerebrovascular (DCV).
O declínio de mortalidade por DAC que tem sido observado na população geral nos EUA também acontece entre os indivíduos com DM. De acordo com Gregg et al., a mortalidade por DAC entre os indivíduos adultos com DM diminuiu 40% e a mortalidade por todas as causas, 23% entre 1997 e 2006. Estes dados indicam que a taxa de incremento de mortalidade por DAC e relacionada ao DM (quando em comparação com os adultos sem DM) diminuiu de 5,8 para 2,3 mortes por DAC em cada 1.000 indivíduos, enquanto a taxa de incremento de mortalidade por todas as causas e relacionada ao DM diminuiu de 10,8 para 6,1 mortes por DAC em cada 1.000 indivíduos. Os autores concluem, entretanto, que estes resultados encorajadores podem provocar um aumento na prevalência do DM no futuro próximo, se não houver uma redução importante na incidência desta doença.
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