Viviane Tiemi Hotta et al. Vera Demarchi Aiello
Comentários finais
O intuito deste texto não é, de nenhuma maneira, esgotar o assunto e nem recomendar uma mudança imediata da nomenclatura vigente, mas apenas alertar e conscientizar o leitor para a utilização frequente de termos não completamente adequados na descrição da morfologia cardíaca em diferentes métodos de imagem. A nomenclatura baseada na orientação anatômica correta facilita sobremaneira a localização espacial das estruturas cardíacas e da relação do coração com os demais órgãos. Permite, ainda, o intercâmbio e a comparação de informações entre diferentes exames de imagem, além de orientar procedimentos diagnósticos e terapêuticos, por exemplo, em eletrofisiologia, ou nas modernas salas híbridas que integram exames multimodalidades.
A adoção de modificações em nomenclatura já consagrada pelo uso irá, todavia, requerer uma ampla conscientização dos usuários, além de reflexões no sentido de reconhecer a necessidade de mudanças e a realização de esforços para a implementação e aceitação dessas.
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