<!DOCTYPE article PUBLIC "-//NLM//DTD JATS (Z39.96) Journal Publishing DTD v1.1 20151215//EN" "https://jats.nlm.nih.gov/publishing/1.1/JATS-journalpublishing1.dtd">
<article xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" specific-use="sps-1.9" dtd-version="1.1" xml:lang="pt" article-type="letter">
  <front>
    <journal-meta>
      <journal-id journal-id-type="publisher-id">abc</journal-id>
      <journal-title-group>
        <journal-title>Arquivos Brasileiros de Cardiologia</journal-title>
        <abbrev-journal-title abbrev-type="publisher">Arq. Bras. Cardiol.</abbrev-journal-title>
      </journal-title-group>
      <issn pub-type="ppub">0066-782X</issn>
      <issn pub-type="epub">1678-4170</issn>
      <publisher>
        <publisher-name>Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC</publisher-name>
        <publisher-loc>S&#227;o Paulo, SP, Brazil</publisher-loc>
      </publisher>
    </journal-meta>
    <article-meta>
      <article-id pub-id-type="publisher-id" specific-use="scielo-v3">gKBV4nh4kBcKXkpKs5pNYhN</article-id>
      <article-id pub-id-type="other">00014</article-id>
      <article-id pub-id-type="publisher-id" specific-use="scielo-v2">S0066-782X2011001500014</article-id>
      <article-id pub-id-type="publisher-id" specific-use="scielo-v1">S0066-782X(11)09700614</article-id>
      <article-id pub-id-type="doi">10.1590/S0066-782X2011001500014</article-id>
      <article-categories>
        <subj-group subj-group-type="heading">
          <subject>Carta ao Editor</subject>
        </subj-group>
      </article-categories>
      <title-group>
        <article-title>Disfun&#231;&#227;o vascular e auton&#244;mica card&#237;aca em pacientes com diabete melito tipo 1</article-title>
      </title-group>
      <contrib-group>
        <contrib contrib-type="author">
          <name>
            <surname>Rosa</surname>
            <given-names>Eduardo Maffini da</given-names>
          </name>
        </contrib>
        <contrib contrib-type="author">
          <name>
            <surname>Restelatto</surname>
            <given-names>Bruno Garcia</given-names>
          </name>
          <xref ref-type="aff" rid="aff01"/>
        </contrib>
        <contrib contrib-type="author">
          <name>
            <surname>Poyer</surname>
            <given-names>Ver&#244;nica</given-names>
          </name>
          <xref ref-type="aff" rid="aff01"/>
        </contrib>
      </contrib-group>
      <aff id="aff01">
        <addr-line>
          <named-content content-type="state">Rio Grande do Sul</named-content>
        </addr-line>
        <institution content-type="orgname">Universidade de Caxias do Sul</institution>
        <country country="BR">Brazil</country>
      </aff>
      <aff id="aff02">
        <addr-line>
          <named-content content-type="state">Rio Grande do Sul</named-content>
        </addr-line>
        <institution content-type="orgname">Funda&#231;&#227;o Universit&#225;ria de Cardiologia</institution>
        <institution content-type="orgdiv1">Instituto de Cardiologia </institution>
        <country country="BR">Brazil</country>
      </aff>
      <pub-date date-type="collection" publication-format="electronic">
        <month>12</month>
        <year>2011</year>
      </pub-date>
      <volume>97</volume>
      <issue>6</issue>
      <fpage>541</fpage>
      <lpage>542</lpage>
      <permissions>
        <license license-type="open-access" xlink:href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/" xml:lang="en">
          <license-p>This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.</license-p>
        </license>
      </permissions>
      <pub-date publication-format="electronic" date-type="pub">
        <day>16</day>
        <month>01</month>
        <year>2012</year>
      </pub-date>
    </article-meta>
  </front>
  <body>
    <p>
      <bold>CARTA AO EDITOR</bold>
    </p>
    <p>
      <bold>Disfun&#231;&#227;o vascular e auton&#244;mica card&#237;aca em pacientes com diabete melito tipo 1</bold>
    </p>
    <p>
      <bold>Eduardo Maffini da Rosa<sup>I,II</sup>; Bruno Garcia Restelatto<sup>I</sup>; Ver&#244;nica Poyer<sup>I</sup></bold>
    </p>
    <p><sup>I</sup>Universidade de Caxias do Sul, RS, Brasil </p>
    <p><sup>II</sup>Instituto de Cardiologia do RS - Funda&#231;&#227;o Universit&#225;ria de Cardiologia, IC-FUC, Brasil. Instituto de Pesquisa Cl&#237;nica para Estudos Multic&#234;ntricos (IPCEM) do CECS-UCS, RS, Brasil. Liga Acad&#234;mica de Estudos e A&#231;&#245;es em Cardiologia da Universidade de Caxias do Sul. Caxias do Sul, RS, Brasil</p>
    <p>
      <xref ref-type="corresp" rid="end">Correspond&#234;ncia</xref>
    </p>
    <p><bold>Palavras-chave:</bold> Disautonomias prim&#225;rias/complica&#231;&#245;es, diabete melito tipo 1.</p>
    <p>
      <bold>Prezado Editor,</bold>
    </p>
    <p>Nosso grupo de estudos em Cardiopatia Isqu&#234;mica gostaria de parabenizar os autores do artigo "Complica&#231;&#245;es Microvasculares e Disfun&#231;&#227;o Auton&#244;mica Card&#237;aca em Pacientes com Diabete Melito Tipo 1"<sup>1</sup>, que trata sobre diagn&#243;stico de disautonomia subcl&#237;nica. No nosso entender, pacientes diab&#233;ticos no est&#225;gio de nefropatia e/ou retinopatia tamb&#233;m t&#234;m uma grande chance de apresentar les&#245;es na micro e na macrovasculatura. A doen&#231;a do n&#243; sinusal tem sua origem frequentemente em isquemias origin&#225;rias de les&#245;es na coron&#225;ria direita<sup>2-4</sup>. Tal acometimento tem como uma de suas manifesta&#231;&#245;es o comprometimento no ganho de frequ&#234;ncia card&#237;aca m&#225;xima no esfor&#231;o<sup>5,6</sup>. No presente estudo, observamos que a Frequ&#234;ncia Card&#237;aca (FC) subm&#225;xima no grupo de pacientes com nefropatia e retinopatia (considerando a idade m&#233;dia dos grupos apresentados nas tabelas 1 e 2, menos 195) foi de 154 bcm. Entretanto, esses pacientes atingiram a FC subm&#225;xima de 148 bcm. Ent&#227;o gostar&#237;amos de saber se o teste ergom&#233;trico usado na sele&#231;&#227;o dos pacientes tamb&#233;m deu origem aos dados de FC subm&#225;xima que foram utilizados na an&#225;lise dos dados, ou se foram feitos dois testes ergom&#233;tricos. A documenta&#231;&#227;o de aus&#234;ncia de coronariopatia foi feita apenas com o teste ergom&#233;trico da sele&#231;&#227;o como apresentada nas tabelas 1 e 2? Caso tenha sido, os resultados obtidos seriam os mesmos ao excluir os pacientes com coronariopatia?</p>
    <p>
      <bold>Carta-resposta</bold>
    </p>
    <p>
      <bold>Prezado Editor,</bold>
    </p>
    <p>Agradecemos os coment&#225;rios realizados em rela&#231;&#227;o ao nosso estudo publicado recentemente nos <italic>Arquivos Brasileiros de Cardiologia</italic><sup>1</sup>. De fato, pacientes com diabetes e doen&#231;a microvascular t&#234;m maior risco de doen&#231;a macrovasculardo que aqueles sem essas complica&#231;&#245;es. Durante a realiza&#231;&#227;o do estudo, pacientes reconhecidamente com diagn&#243;stico de cardiopatia isqu&#234;mica foram exclu&#237;dos, e aqueles que foram submetidos ao teste ergom&#233;trico eram clinicamente assintom&#225;ticos para a presen&#231;a de doen&#231;a arterial coronariana. Tr&#234;s pacientes, contudo, apresentaram crit&#233;rios eletrocardiogr&#225;ficos durante o exame e foram exclu&#237;dos do estudo. Assim, foram avaliados 81 indiv&#237;duos assintom&#225;ticos e com teste de esfor&#231;o sem altera&#231;&#245;es sugestivas de isquemia, conforme descrito no artigo. Realizamos apenas um teste de esfor&#231;o e esse exame foi utilizado para as an&#225;lises do estudo. Para os pacientes com retinopatia (n=44) a m&#233;dia da frequ&#234;ncia card&#237;aca m&#225;xima foi de 153 bpm, e para os pacientes com nefropatia (n=23) a m&#233;dia da frequ&#234;ncia card&#237;aca m&#225;xima foi de 149 bpm. Pacientes com nefropatiaapresentaram mais frequentemente fatores de risco como hipertens&#227;o e tabagismo que os pacientes com retinopatia. Portanto, podem ter mais Neuropatia Auton&#244;mica Card&#237;aca (NAC), uma complica&#231;&#227;o frequente da neuropatia em pacientes com diabetes tipo 1<sup>1</sup>. A etiologia da doen&#231;a card&#237;aca em pacientes com diabetes pode envolver muitos fatores, incluindo NAC, Cardiopatia Isqu&#234;mica (CI) e cardiomiopatia diab&#233;tica<sup>1-3</sup>. Apesar disso, acreditamos que, nesse caso, a prov&#225;vel causa para o n&#227;o alcance da frequ&#234;ncia card&#237;aca m&#225;xima prevista no grupo com nefropatia foi a presen&#231;a de NAC, e n&#227;o CI.</p>
    <p>Atenciosamente,</p>
    <p>Ticiana C. Rodrigues </p>
    <p> Fernando K. Almeida </p>
    <p> Jorge L. Gross</p>
    <p>
      <bold>Refer&#234;ncias (Resposta)</bold>
    </p>
    <p>
      <fn id="end" fn-type="corresp">
        <label>
          <bold>Correspond&#234;ncia:</bold>
        </label>
        <p> Marcelo Nicola Branchi </p>
        <p> Rua Alfredo Chaves, 547, ap 52, Centro </p>
        <p> 95020-460 - Caxias do Sul, RS, Brasil </p>
        <p> E-mail: </p>
        <p>
          <email xlink:href="marcelonicolabranchi@hotmail.com">marcelonicolabranchi@hotmail.com</email>
        </p>
      </fn>
    </p>
    <p>Artigo recebido em 18/07/11; revisado recebido em 03/10/11; aceito em 03/10/11.</p>
  </body>
  <back>
    <ref-list>
      <ref id="B1">
        <mixed-citation>1. Almeida FK, Gross JL, Rodrigues TC. Microvascular complications and cardiac autonomic dysfunction in patients with diabetes mellitus type 1. Arq Bras Cardiol. 2011;96(6):484-9.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Microvascular complications and cardiac autonomic dysfunction in patients with diabetes mellitus type 1</article-title>
          <source>Arq Bras Cardiol</source>
          <date>
            <year>2011</year>
          </date>
          <fpage>484</fpage>
          <lpage>9</lpage>
          <issue>6</issue>
          <volume>96</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Almeida</surname>
              <given-names>FK</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Gross</surname>
              <given-names>JL</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Rodrigues</surname>
              <given-names>TC</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B2">
        <mixed-citation>2. Antman EM, Rutherford JD. Coronary care medicine: a practical approach. Boston: Nijhoff; 1986.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="book">
          <source>Coronary care medicine: a practical approach</source>
          <date>
            <year>1986</year>
          </date>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Antman</surname>
              <given-names>EM</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Rutherford</surname>
              <given-names>JD</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B3">
        <mixed-citation>3. Dreifus LS, Fisch C, Griffin JC, Gillette PC, Mason JW, Parsonnet V. Guidelines for implantation of cardiac pacemakers and antiarrhythmia devices. A report of the American College of Cardiology/American Heart Association Task Force on Assessment of Diagnostic and Therapeutic Cardiovascular Procedures (Committee on Pacemaker Implantation). J Am Coll Cardiol.1991;18(1):1-13.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Guidelines for implantation of cardiac pacemakers and antiarrhythmia devices: A report of the American College of Cardiology/American Heart Association Task Force on Assessment of Diagnostic and Therapeutic Cardiovascular Procedures (Committee on Pacemaker Implantation)</article-title>
          <source>J Am Coll Cardiol</source>
          <date>
            <year>1991</year>
          </date>
          <fpage>1</fpage>
          <lpage>13</lpage>
          <issue>1</issue>
          <volume>18</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Dreifus</surname>
              <given-names>LS</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Fisch</surname>
              <given-names>C</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Griffin</surname>
              <given-names>JC</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Gillette</surname>
              <given-names>PC</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Mason</surname>
              <given-names>JW</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Parsonnet</surname>
              <given-names>V</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B4">
        <mixed-citation>4. Di Chiara A. Right bundle branch block during the acute phase of myocardial infarction: modern redefinitions of old concepts. Eur Heart J. 2006;27(1):1-2.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Right bundle branch block during the acute phase of myocardial infarction: modern redefinitions of old concepts</article-title>
          <source>Eur Heart J</source>
          <date>
            <year>2006</year>
          </date>
          <fpage>1</fpage>
          <lpage>2</lpage>
          <issue>1</issue>
          <volume>27</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Di Chiara</surname>
              <given-names>A</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B5">
        <mixed-citation>5. Gallagher KP, Matsuzaki M, Osakada G, Kemper WS, Ross J Jr. Effect of exercise on the relationship between myocardial blood flow and systolic wall thickening in dogs with acute coronary stenosis. Circ Res. 1983;52(6):716-29.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Effect of exercise on the relationship between myocardial blood flow and systolic wall thickening in dogs with acute coronary stenosis</article-title>
          <source>Circ Res</source>
          <date>
            <year>1983</year>
          </date>
          <fpage>716</fpage>
          <lpage>29</lpage>
          <issue>6</issue>
          <volume>52</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Gallagher</surname>
              <given-names>KP</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Matsuzaki</surname>
              <given-names>M</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Osakada</surname>
              <given-names>G</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Kemper</surname>
              <given-names>WS</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Ross Jr</surname>
              <given-names>J</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B6">
        <mixed-citation>6. Matsuzaki M, Guth B, Tajimi T, Kemper W, Ross J Jr. Effect of the combination of diltiazem and atenolol on exercise-induced regional myocardial ischemia in conscious dogs. Circulation. 1985;72(1):233-43.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Effect of the combination of diltiazem and atenolol on exercise-induced regional myocardial ischemia in conscious dogs</article-title>
          <source>Circulation</source>
          <date>
            <year>1985</year>
          </date>
          <fpage>233</fpage>
          <lpage>43</lpage>
          <issue>1</issue>
          <volume>72</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Matsuzaki</surname>
              <given-names>M</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Guth</surname>
              <given-names>B</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Tajimi</surname>
              <given-names>T</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Kemper</surname>
              <given-names>W</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Ross Jr</surname>
              <given-names>J</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B7">
        <mixed-citation>1.  Almeida FK, Gross JL, Rodrigues TC. Microvascular complications and cardiac autonomic dysfunction in patients with diabetes mellitus type 1. Arq Bras Cardiol. 2011;96(6):484-9.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Microvascular complications and cardiac autonomic dysfunction in patients with diabetes mellitus type 1</article-title>
          <source>Arq Bras Cardiol</source>
          <date>
            <year>2011</year>
          </date>
          <fpage>484</fpage>
          <lpage>9</lpage>
          <issue>6</issue>
          <volume>96</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Almeida</surname>
              <given-names>FK</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Gross</surname>
              <given-names>JL</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Rodrigues</surname>
              <given-names>TC</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B8">
        <mixed-citation>2. Retnakaran R, Zinman B. Type 1 diabetes, hyperglycaemia, and the heart. Lancet. 2008;371(9626):1790-9.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Type 1 diabetes, hyperglycaemia, and the heart</article-title>
          <source>Lancet</source>
          <date>
            <year>2008</year>
          </date>
          <fpage>1790</fpage>
          <lpage>9</lpage>
          <issue>9626</issue>
          <volume>371</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Retnakaran</surname>
              <given-names>R</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Zinman</surname>
              <given-names>B</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B9">
        <mixed-citation>3. Airaksinem KJ. Silent coronary artery disease in diabetes - a feature of autonomic neuropathy or accelerated atherosclerosis? Diabetologia. 2001;44(2):259-66.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Silent coronary artery disease in diabetes - a feature of autonomic neuropathy or accelerated atherosclerosis</article-title>
          <source>Diabetologia</source>
          <date>
            <year>2001</year>
          </date>
          <fpage>259</fpage>
          <lpage>66</lpage>
          <issue>2</issue>
          <volume>44</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Airaksinem</surname>
              <given-names>KJ</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
    </ref-list>
  </back>
  <sub-article article-type="translation" id="TRen" xml:lang="en">
    <front-stub>
      <article-categories>
        <subj-group subj-group-type="heading">
          <subject>Letter to the Editor</subject>
        </subj-group>
      </article-categories>
      <title-group>
        <article-title xml:lang="en">Cardiovascular autonomic dysfunction in patients with diabetes mellitus type 1</article-title>
      </title-group>
    </front-stub>
    <body>
      <p>
        <bold>LETTER TO THE EDITOR</bold>
      </p>
      <p>
        <fn id="enda-body2">
          <label>
            <bold>Cardiovascular autonomic dysfunction in patients with diabetes mellitus type 1</bold>
          </label>
          <p>
            <bold>Eduardo Maffini da Rosa<sup>I,II</sup>; Bruno Garcia Restelatto<sup>I</sup>; Ver&#244;nica Poyer<sup>I</sup></bold>
          </p>
        </fn>
      </p>
      <p><sup>I</sup>Universidade de Caxias do Sul, RS, Brasil</p>
      <p><sup>II</sup>Instituto de Cardiologia do RS - Funda&#231;&#227;o Universit&#225;ria de Cardiologia, IC-FUC, Brasil. Instituto de Pesquisa Cl&#237;nica para Estudos Multic&#234;ntricos (IPCEM) do CECS-UCS, RS, Brasil. Liga Acad&#234;mica de Estudos e A&#231;&#245;es em Cardiologia da Universidade de Caxias do Sul. Caxias do Sul, RS, Brasil</p>
      <p>Mailing adress</p>
      <p><bold>Keywords: </bold>Primary dysautonomias/complications; diabetes mellittus, type 1.</p>
      <p>
        <bold>Dear Editor,</bold>
      </p>
      <p>Our study group in Ischemic Heart Disease would like to congratulate the authors of the article " Microvascular complications and cardiac autonomic dysfunction in patients with diabetes mellitus type 1"<sup>1</sup>, which deals with the diagnosis of subclinical dysautonomia. In our view, diabetic patients with nephropathy and/or retinopathy also have a great chance to have micro- and macrovascular injuries. The sick sinus syndrome often originates from ischemic lesions arising from right coronary lesions<sup>2-4</sup>. One of its manifestations is gaining the impairment in reaching maximum heart rate at exertion<sup>5,6</sup>. </p>
      <p>In the present study, we observed that the submaximal heart rate (HR) in patients with nephropathy and retinopathy (considering the mean age of the groups shown in Tables 1 and 2, minus 195) was 154 bpm. However, these patients reached submaximal HR of 148 bpm. Thus, we would like to know if the stress test used in patient selection also gave rise to the submaximal HR data that were used in data analysis, or if two exercise tests were performed. Was the documentation of absence of coronary artery disease made only based on the selection stress test as shown in Tables 1 and 2? If so, were the results the same when excluding patients with coronary artery disease? </p>
      <p>
        <bold>Reply</bold>
      </p>
      <p>
        <bold>Dear Editor,</bold>
      </p>
      <p>We thank the comments regarding our recently published study in the Brazilian Archives of Cardiology<sup>1</sup>. In fact, patients with diabetes and microvascular disease are at increased risk of macrovascular disease than those without these complications. During the study, patients with known diagnosis of ischemic heart disease were excluded, and those who underwent the stress test were clinically asymptomatic for the presence of coronary artery disease. Three patients, however, exhibited electrocardiographic criteria during the test and were excluded from the study. Thus, we evaluated 81 asymptomatic individuals whose exercise tests showed no alterations suggestive of ischemia, as described in the article. We performed only one stress test, which was used for the study analysis. </p>
      <p>For patients with retinopathy (n = 44) the mean maximum HR was 153 bpm, and for patients with nephropathy (n = 23) the mean maximum HR was 149 bpm. Patients with nephropathy most frequently had risk factors, such as hypertension and smoking, than patients with retinopathy. Therefore, they may have more cardiovascular autonomic neuropathy (CAN), a common complication of neuropathy in patients with type 1 diabetes mellitus<sup>1</sup>. The etiology of heart disease in patients with diabetes may involve many factors, including CAN, Ischemic Heart Disease (IHD) and diabetic cardiomyopathy<sup>1-3</sup>. Nevertheless, we believe that in this case, the probable cause for the non-achievement of the predicted maximum heart rate in the group with nephropathy was the presence of CAN, and not IHD. </p>
      <p>Sincerely,</p>
      <p>Ticiana C. Rodrigues</p>
      <p> Fernando K. Almeida</p>
      <p> Jorge L. Gross</p>
      <p>
        <bold>References</bold>
      </p>
      <p>
        <bold>Refer&#234;ncias (Resposta)</bold>
      </p>
    </body>
  </sub-article>
  <sub-article article-type="translation" id="TRes" xml:lang="es">
    <front-stub>
      <article-categories/>
      <title-group>
        <article-title xml:lang="es">Disfunci&#243;n vascular y auton&#243;mica card&#237;aca en pacientes con diabetes mellitus tipo 1</article-title>
      </title-group>
    </front-stub>
    <body>
      <p>
        <bold>CARTA Al EDITOR</bold>
      </p>
      <p>
        <fn id="enda-body3">
          <label>
            <bold>Disfunci&#243;n vascular y auton&#243;mica card&#237;aca en pacientes con diabetes mellitus tipo 1</bold>
          </label>
          <p>
            <bold>Eduardo Maffini da Rosa<sup>I,II</sup>; Bruno Garcia Restelatto<sup>I</sup>; Ver&#244;nica Poyer<sup>I</sup></bold>
          </p>
        </fn>
      </p>
      <p><sup>I</sup>Universidade de Caxias do Sul, RS, Brasil</p>
      <p><sup>II</sup>Instituto de Cardiologia do RS - Funda&#231;&#227;o Universit&#225;ria de Cardiologia, IC-FUC, Brasil. Instituto de Pesquisa Cl&#237;nica para Estudos Multic&#234;ntricos (IPCEM) do CECS-UCS, RS, Brasil. Liga Acad&#234;mica de Estudos e A&#231;&#245;es em Cardiologia da Universidade de Caxias do Sul. Caxias do Sul, RS, Brasil</p>
      <p>Correspondencia</p>
      <p><bold>Palabras clave:</bold> Disautonom&#237;as primarias/complicaciones, diabetes mellitus tipo 1.</p>
      <p>
        <bold>Estimado Editor,</bold>
      </p>
      <p>Nuestro grupo de estudios en Cardiopat&#237;a Isqu&#233;mica desea felicitar a los autores del art&#237;culo "Complicaciones Microvasculares y Disfunci&#243;n Auton&#243;mica Card&#237;aca en Pacientes con Diabetes Mellitus Tipo 1"<sup>1</sup>, que trata sobre diagn&#243;stico de disautonom&#237;a subcl&#237;nica. A nuestro entender, pacientes diab&#233;ticos en el nivel de nefropat&#237;a y/o retinopat&#237;a tambi&#233;n tienen una gran posibilidad de presentar lesiones en la micro y en la macrovasculatura. La enfermedad del n&#243;dulo sinusal tiene su origen frecuentemente en isquemias originadas en lesiones de la coronaria derecha<sup>2-4</sup>. Tal afectaci&#243;n tiene como una de sus manifestaciones el compromiso en el aumento de frecuencia card&#237;aca m&#225;xima en el esfuerzo<sup>5,6</sup>. En el presente estudio, observamos que la Frecuencia Card&#237;aca (FC) subm&#225;xima en el grupo de pacientes con nefropat&#237;a y retinopat&#237;a (considerando la edad media de los grupos presentados en las tablas 1 y 2, menos 195) fue de 154 lpm. Entre tanto, esos pacientes alcanzaron la FC subm&#225;xima de 148 lpm. Entonces nos gustar&#237;a saber si el test ergom&#233;trico usado en la selecci&#243;n de los pacientes tambi&#233;n dio origen a los datos de FC subm&#225;xima que fueron utilizados en el an&#225;lisis de los datos, o si fueron hechos dos tests ergom&#233;tricos. &#191;La documentaci&#243;n de ausencia de coronariopat&#237;a fue hecha apenas con el test ergom&#233;trico de la selecci&#243;n como es presentada en las tablas 1 y 2? En el caso de que haya sido, &#191;Los resultados obtenidos ser&#237;an los mismos al excluir los pacientes con coronariopat&#237;a?</p>
      <p>
        <bold>Carta respuesta</bold>
      </p>
      <p>
        <bold>Estimado Editor,</bold>
      </p>
      <p>Agradecemos los comentarios realizados en relaci&#243;n a nuestro estudio publicado recientemente en los <italic>Arquivos Brasileiros de Cardiologia</italic><sup>1</sup>. De hecho, pacientes con diabetes y enfermedad microvascular tienen mayor riesgo de enfermedad macrovascular que aquellos sin esas complicaciones. Durante la realizaci&#243;n del estudio, pacientes reconocidamente con diagn&#243;stico de cardiopat&#237;a isqu&#233;mica fueron excluidos, y aquellos que fueron sometidos al test ergom&#233;trico eran cl&#237;nicamente asintom&#225;ticos para la presencia de enfermedad arterial coronaria. Tres pacientes, con todo, presentaron criterios electrocardiogr&#225;ficos durante el examen y fueron excluidos del estudio. As&#237;, fueron evaluados 81 individuos asintom&#225;ticos y con test de esfuerzo sin alteraciones sugestivas de isquemia, seg&#250;n es descripto en el art&#237;culo. Realizamos apenas un test de esfuerzo y ese examen fue utilizado para los an&#225;lisis del estudio. Para los pacientes con retinopat&#237;a (n=44) la media de la frecuencia card&#237;aca m&#225;xima fue de 153 lpm, y para los pacientes con nefropat&#237;a (n=23) la media de la frecuencia card&#237;aca m&#225;xima fue de 149 lpm. Pacientes con nefropat&#237;a presentaron m&#225;s frecuentemente factores de riesgo como hipertensi&#243;n y tabaquismo que los pacientes con retinopat&#237;a. Por tanto, pueden tener m&#225;s Neuropat&#237;a Auton&#243;mica Card&#237;aca (NAC), una complicaci&#243;n frecuente de la neuropat&#237;a en pacientes con diabetes tipo 1<sup>1</sup>. La etiolog&#237;a de la enfermedad card&#237;aca en pacientes con diabetes puede envolver muchos factores, incluyendo NAC, Cardiopat&#237;a Isqu&#233;mica (CI) y cardiomiopat&#237;a diab&#233;tica<sup>1-3</sup>. A pesar de eso, creemos que, en este caso, la probable causa para el no alcance de la frecuencia card&#237;aca m&#225;xima prevista en el grupo con nefropat&#237;a fue la presencia de NAC, y no CI.</p>
      <p>Atentamente,</p>
      <p>Ticiana C. Rodrigues</p>
      <p> Fernando K. Almeida</p>
      <p> Jorge L. Gross</p>
      <p>
        <bold>Referencias</bold>
      </p>
      <p>
        <bold>Refer&#234;ncias (Resposta)</bold>
      </p>
    </body>
  </sub-article>
</article>
