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      <journal-id journal-id-type="publisher-id">abc</journal-id>
      <journal-title-group>
        <journal-title>Arquivos Brasileiros de Cardiologia</journal-title>
        <abbrev-journal-title abbrev-type="publisher">Arq. Bras. Cardiol.</abbrev-journal-title>
      </journal-title-group>
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      <publisher>
        <publisher-name>Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC</publisher-name>
        <publisher-loc>S&#227;o Paulo, SP, Brazil</publisher-loc>
      </publisher>
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      <article-id pub-id-type="publisher-id" specific-use="scielo-v3">V9vR4hbB8YM3PNDxngHT8Tk</article-id>
      <article-id pub-id-type="other">00016</article-id>
      <article-id pub-id-type="publisher-id" specific-use="scielo-v2">S0066-782X2011001300016</article-id>
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      <article-id pub-id-type="doi">10.1590/S0066-782X2011001300016</article-id>
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          <subject>Relato de Caso</subject>
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        <article-title>Aorta ap&#243;s endopr&#243;tese para aneurisma mic&#243;tico</article-title>
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          <named-content content-type="city">Istanbul</named-content>
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        <institution content-type="orgname">Istanbul University</institution>
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      <pub-date date-type="collection" publication-format="electronic">
        <month>10</month>
        <year>2011</year>
      </pub-date>
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          <year>2010</year>
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          <month>07</month>
          <year>2010</year>
        </date>
        <date date-type="accepted">
          <day>15</day>
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          <license-p>This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.</license-p>
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      </permissions>
      <abstract>
        <p>Endopr&#243;teses vasculares s&#227;o atualmente utilizadas no tratamento de diferentes patologias da aorta. Podem salvar a vida de pacientes com comorbidades e virtualmente inoper&#225;veis quando da utiliza&#231;&#227;o de t&#233;cnicas convencionais. Esse manuscrito relata o caso de um paciente de 40 anos, que havia sido previamente tratado de um aneurisma mic&#243;tico sacular no arco a&#243;rtico e que apresentou ruptura da aorta descendente no seguimento de m&#233;dio prazo. O tratamento da ruptura da aorta descendente tamb&#233;m foi realizado atrav&#233;s de medidas endovasculares, com sucesso.</p>
      </abstract>
      <kwd-group xml:lang="pt" kwd-group-type="author-generated">
        <kwd>Aorta tor&#225;cica</kwd>
        <kwd>pr&#243;tese vascular</kwd>
        <kwd>aneurisma da aorta tor&#225;cica</kwd>
        <kwd>aneurisma infectado</kwd>
      </kwd-group>
      <pub-date publication-format="electronic" date-type="pub">
        <day>30</day>
        <month>11</month>
        <year>2011</year>
      </pub-date>
    </article-meta>
  </front>
  <body>
    <p>
      <bold>RELATO DE CASO</bold>
    </p>
    <p>
      <bold>Aorta ap&#243;s endopr&#243;tese para aneurisma mic&#243;tico</bold>
    </p>
    <p>
      <bold>Ufuk Alpagut; Murat Ugurlucan; Emin Tireli; Izzet Rozanes; Enver Dayioglu</bold>
    </p>
    <p>Istanbul University Istanbul Medical Faculty, Department of Cardiovascular Surgery, Istanbul, Turkey</p>
    <p>
      <xref ref-type="corresp" rid="endb">Correspond&#234;ncia</xref>
    </p>
    <p>
      <bold>RESUMO</bold>
    </p>
    <p>Endopr&#243;teses vasculares s&#227;o atualmente utilizadas no tratamento de diferentes patologias da aorta. Podem salvar a vida de pacientes com comorbidades e virtualmente inoper&#225;veis quando da utiliza&#231;&#227;o de t&#233;cnicas convencionais. Esse manuscrito relata o caso de um paciente de 40 anos, que havia sido previamente tratado de um aneurisma mic&#243;tico sacular no arco a&#243;rtico e que apresentou ruptura da aorta descendente no seguimento de m&#233;dio prazo. O tratamento da ruptura da aorta descendente tamb&#233;m foi realizado atrav&#233;s de medidas endovasculares, com sucesso.</p>
    <p><bold>Palavras-chave:</bold> Aorta tor&#225;cica/anormalidades, pr&#243;tese vascular, aneurisma da aorta tor&#225;cica, aneurisma infectado.</p>
    <p>
      <bold>Introdu&#231;&#227;o</bold>
    </p>
    <p>Aneurismas a n&#237;vel do arco a&#243;rtico e da aorta tor&#225;cica s&#227;o mais frequentemente encontrados atualmente. A despeito de avan&#231;os nas t&#233;cnicas cir&#250;rgicas e nas instala&#231;&#245;es de cuidados de reanima&#231;&#227;o p&#243;s-operat&#243;ria e anestesiol&#243;gicos, o tratamento cir&#250;rgico dos aneurismas de segmentos cr&#237;ticos, isto &#233;, o arco a&#243;rtico e suas ramifica&#231;&#245;es ainda s&#227;o respons&#225;veis por consider&#225;veis taxas de mortalidade e morbidade<sup>1</sup>.</p>
    <p>Os resultados promissores do reparo por endopr&#243;tese vascular de aneurismas da aorta abdominal tem se mostrado atraente para os m&#233;dicos e ent&#227;o, especial interesse tem sido direcionado ao uso da t&#233;cnica para o tratamento de aneurismas em diferentes segmentos da &#225;rvore arterial. No presente, o procedimento &#233; aplicado no tratamento de diferentes tipos de aneurismas em quase todas as regi&#245;es da rede arteriovenosa<sup>2</sup>. </p>
    <p>Embora, a princ&#237;pio, a t&#233;cnica proposta tenha sido direcionada para pacientes de alto rico cir&#250;rgico, o sucesso de m&#233;dio prazo da modalidade desafiou os limites de indica&#231;&#227;o do tratamento endovascular. Apesar da natureza contradit&#243;ria do tratamento de aneurismas infectados, o uso de pr&#243;teses endoluminais tamb&#233;m &#233; aplicado para o tratamento de aneurismas mic&#243;ticos<sup>2-8</sup>. Resultados de longo prazo n&#227;o est&#227;o dispon&#237;veis atualmente; entretanto, resultados de curto e m&#233;dio prazo do tratamento tem se mostrado promissores<sup>2-8</sup>, quando comparados com o extenso desbridamento convencional e substitui&#231;&#227;o de enxerto artificial ou procedimentos de revasculariza&#231;&#227;o extra-anat&#244;micos<sup>1,2</sup>. </p>
    <p>Esse Relato de Caso apresenta os resultados de um paciente de 40 anos ap&#243;s um per&#237;odo de seguimento de m&#233;dio prazo, que foi previamente tratado com pr&#243;tese endovascular para aneurisma mic&#243;tico sacular no arco a&#243;rtico. </p>
    <p>
      <bold>Relato de Caso</bold>
    </p>
    <p>O paciente era um homem de 40 anos com hist&#243;rico de leucemia linfobl&#225;stica aguda (LLA), espondilite anquilosante e infec&#231;&#227;o cr&#244;nica pelo v&#237;rus da hepatite B. Na sua primeira hospitaliza&#231;&#227;o, ele havia sido diagnosticado com S&#237;ndrome de Ortner, secund&#225;ria ao aneurisma mic&#243;tico sacular no arco a&#243;rtico distal (<xref ref-type="fig" rid="a16fig01m">Figura 1</xref>) h&#225; um ano e meio. Ele precedeu pneumonia ap&#243;s a primeira dose de quimioterapia para o tratamento da leucemia. Ele havia sido submetido &#224; tratamento com pr&#243;tese endoluminal cobrindo o arco a&#243;rtico distal e a por&#231;&#227;o proximal da aorta descendente a fim de excluir o aneurisma. M&#250;ltiplas hemoculturas realizadas antes e depois do tratamento, naquela &#233;poca, n&#227;o revelaram qualquer resultado positivo para poss&#237;veis microorganismos. Entretanto, a decis&#227;o foi tomada para iniciar terapia vital&#237;cia com antibi&#243;ticos utilizando cotrimoxazol<sup>2</sup>. Desde ent&#227;o, o paciente permaneceu livre de sintomas e foi acompanhado de forma regular tratado pelos servi&#231;os de cirurgia cardiovascular e hematologia. Devido ao seu estado de comorbidade, em sua maior parte causado pela leucemia, o uso preliminar da endopr&#243;tese vascular utilizada no tratamento de aneurisma mic&#243;tico sacular no arco a&#243;rtico n&#227;o foi considerado uma ponte para o tratamento definitivo. </p>
    <p content-type="asset">
      <fig id="a16fig01m">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-97-04-0e78-00016-gf01.jpg"/></fig>
    </p>
    <p>Entretanto, inesperadamente, o paciente foi admitido com dor no flanco de inicio agudo e foi submetido &#224; angiografia toracoabdominal por tomografia computadorizada. O diagn&#243;stico foi ruptura da aorta descendente, da regi&#227;o imediatamente no t&#233;rmino da pr&#243;tese endovascular (<xref ref-type="fig" rid="a16fig02m">Figura 2A-B</xref>). A decis&#227;o foi trat&#225;-lo com pr&#243;tese endovascular. </p>
    <p content-type="asset">
      <fig id="a16fig02m">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-97-04-0e78-00016-gf02.jpg"/></fig>
    </p>
    <p>A interven&#231;&#227;o foi realizada sob anestesia geral. O sistema de pr&#243;tese endovascular (Talent Thoracic Stent Graft, Medtronic AVE, Coil Track TDS) foi posicionado a partir da art&#233;ria femoral direita, ancorado na pr&#243;tese endovascular anterior na aorta descendente e a regi&#227;o de ruptura foi exclu&#237;da com sucesso (Figura 3A-B). M&#250;ltiplas hemoculturas foram obtidas assim que o diagn&#243;stico foi feito, antes e depois do reparo com a pr&#243;tese endovascular. Entretanto, um poss&#237;vel agente causador n&#227;o foi identificado nas culturas. O curso p&#243;s-operat&#243;rio n&#227;o apresentou intercorr&#234;ncias e o paciente recebeu alta com recomenda&#231;&#227;o de terapia vital&#237;cia com antibi&#243;ticos utilizando cotrimoxazol.</p>
    <p>O paciente permaneceu assintom&#225;tico por um per&#237;odo de um ano ap&#243;s o tratamento, mas infelizmente morreu devido &#224; complica&#231;&#245;es da LLA. </p>
    <p>
      <bold>Discuss&#227;o</bold>
    </p>
    <p>Aneurismas mic&#243;ticos a&#243;rticos constituem aproximadamente 1% de todos os aneurismas<sup>2</sup>. O tratamento cl&#225;ssico da doen&#231;a inclui procedimentos cir&#250;rgicos abertos com extenso desbridamento dos tecidos na vizinhan&#231;a do aneurisma e ressec&#231;&#227;o do segmento a&#243;rtico afetado. A revasculariza&#231;&#227;o do leito vascular distal pode ser mediada com enxertos <italic>in situ</italic> ou procedimentos de revasculariza&#231;&#227;o extra-anat&#244;micos. Entretanto, esse procedimento traz o risco de aumento na mortalidade e morbidade<sup>1-3</sup>. </p>
    <p>Com os avan&#231;os nas modalidades de tratamento utilizando endopr&#243;teses vasculares e a despeito das controv&#233;rsias, o tratamento endovascular &#233; atualmente utilizado para tratar aneurismas mic&#243;ticos<sup>2-7</sup>. Embora os resultados a curto prazo possam preservar a vida, os resultados de longo prazo ainda n&#227;o est&#227;o dispon&#237;veis, a fim de se estabelecer o m&#233;todo como a terapia-padr&#227;o para reparo de aneurisma mic&#243;tico. </p>
    <p>A literatura mostra resultados de m&#233;dio prazo bem sucedidos do reparo endovascular de aneurisma mic&#243;tico em at&#233; 33 meses<sup>3</sup>. Entretanto, casos similares tamb&#233;m tem se apresentado com propaga&#231;&#227;o perif&#233;rica<sup>6</sup> ou ruptura do pseudo-aneurisma pr&#243;xima &#224; pr&#243;tese endovascular<sup>7</sup>. Nosso paciente tinha sido submetido &#224; tratamento com pr&#243;tese endovascular para aneurisma mic&#243;tico sacular do arco a&#243;rtico<sup>2</sup> e tinha estado assintom&#225;tico por 18 meses, at&#233; apresentar ruptura da aorta descendente a partir da margem distal da pr&#243;tese endovascular. </p>
    <p>Outra quest&#227;o referente ao reparo endovascular de aneurisma mic&#243;tico &#233; o tratamento p&#243;s-operat&#243;rio dos pacientes. Considerando que a etiologia ainda permanece ap&#243;s a exclus&#227;o com a pr&#243;tese endovascular, a antibioticoterapia &#233; uma quest&#227;o preocupante. &#201; dif&#237;cil detectar um agente causador em um caso onde a hemocultura &#233; negativa<sup>2</sup> e assim, decidir sobre o tipo apropriado de antibi&#243;tico a ser utilizado &#233; complicado. Dessa forma, n&#227;o h&#225; consenso na literatura sobre o tipo e dura&#231;&#227;o do tratamento com antibi&#243;ticos. Muitos autores recomendam o uso p&#243;s-operat&#243;rio de antibioticoterapia<sup>2-7</sup>, que pode ser vital&#237;cio<sup>2-6</sup>. </p>
    <p>O uso de pr&#243;teses endovasculares tamb&#233;m pode ser preferido como uma ponte para o reparo cir&#250;rgico. Quando usadas no tratamento de aneurismas mic&#243;ticos, f&#237;stulas aorto-ent&#233;ricas, aorto-esof&#225;gicas ou aorto-br&#244;nquicas, h&#225; uma alta probabilidade de que o mais recente implante endovascular possa se tornar infectado e isso possa levar a um problema maior. Sendo assim, alguns autores preferem o uso de pr&#243;teses endovasculares como o procedimento inicial para preservar a vida e realizar o tratamento definitivo quando os pacientes estiverem em condi&#231;&#245;es est&#225;veis<sup>8</sup>. Em nosso caso, o paciente apresentava m&#250;ltiplos fatores de comorbidade, o mais importante deles sendo a leucemia ativa. </p>
    <p>Interven&#231;&#245;es invasivas adicionais, tais como reparo cir&#250;rgico, n&#227;o eram planejadas e ent&#227;o a estrat&#233;gia foi prescrever antibioticoterapia vital&#237;cia e acompanhar o paciente de perto com controle clinico ambulatorial regular. </p>
    <p>Em conclus&#227;o, o tratamento endovascular pode preservar a vida em pacientes com comorbidades que sejam virtualmente inoper&#225;veis quando t&#233;cnicas convencionais s&#227;o adotadas. Um seguimento cuidadoso &#233; obrigat&#243;rio ap&#243;s o reparo endovascular de aneurisma mic&#243;tico. A cria&#231;&#227;o de um banco de dados multic&#234;ntrico compreendendo dados sobre a referida patologia com a modalidade de tratamento proposto ajudar&#225; a estabelecer diretrizes para o m&#233;todo. </p>
    <p>
      <bold>Agradecimentos</bold>
    </p>
    <p>Os autores gostariam de agradecer a Toni Spring pela revis&#227;o lingu&#237;stica do manuscrito. </p>
    <p>
      <bold>Potencial Conflito de Interesses</bold>
    </p>
    <p>Declaro n&#227;o haver conflito de interesses pertinentes.</p>
    <p>
      <bold>Fontes de Financiamento</bold>
    </p>
    <p>O presente estudo n&#227;o teve fontes de financiamento externas.</p>
    <p>
      <bold>Vincula&#231;&#227;o Acad&#234;mica</bold>
    </p>
    <p>N&#227;o h&#225; vincula&#231;&#227;o deste estudo a programas de p&#243;s-gradua&#231;&#227;o.</p>
    <p>
      <fn id="endb" fn-type="corresp">
        <label>
          <bold>Correspond&#234;ncia: </bold>
        </label>
        <p> Murat Ugurlucan </p>
        <p> Bozkurt Caddesi, No: 110-112, Benli Apt. Daire: 6 </p>
        <p> 80250 Kurtulus/Istanbul - Turkey </p>
        <p> E-mail: </p>
        <p>
          <email xlink:href="muratugurlucan@yahoo.com">muratugurlucan@yahoo.com</email>
        </p>
      </fn>
    </p>
    <p> Artigo recebido em 11/02/10; revisado recebido em 04/07/10; aceito em 15/07/10.</p>
  </body>
  <back>
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          <article-title>Surgery for infected aneurysm of the aortic arch</article-title>
          <source>J Thorac Cardiovasc Surg</source>
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          <article-title>Endovascular management of a descending thoracic mycotic aneurysm: mid-term follow-up</article-title>
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          <article-title>Stent-graft treatment of mycotic aneurysms: a review of the current literature</article-title>
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          <article-title>Endovascular treatment of mycotic aortic pseudoaneurysms with stent-grafts</article-title>
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          <article-title>Peripheral seeding of mycotic aneurysms from an infected aortic stent graft</article-title>
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          <article-title>Late aortic rupture due to stent margin pseudoaneurysm formation complicating endovascular stent graft repair of a thoracic aortic mycotic aneurysm</article-title>
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          <article-title>Tracheoinnominate artery fistula: combined endovascular and surgical management by emergency stent-graft placement followed by cryopreserved arterial allograft repair</article-title>
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      <title-group>
        <article-title xml:lang="es">Aorta despu&#233;s de endopr&#243;tesis para aneurisma mic&#243;tico</article-title>
      </title-group>
      <abstract xml:lang="es">
        <p>Endopr&#243;tesis vasculares son actualmente utilizadas en el tratamiento de diferentes patolog&#237;as de la aorta. Pueden salvar la vida de pacientes con comorbilidades y virtualmente inoperables con la utilizaci&#243;n de t&#233;cnicas convencionales. Este manuscrito relata el caso de un paciente de 40 a&#241;os, que hab&#237;a sido previamente tratado de un aneurisma mic&#243;tico sacular en el arco a&#243;rtico y que present&#243; ruptura de la aorta descendente en el seguimiento de medio plazo. El tratamiento de la ruptura de la aorta descendente tambi&#233;n fue realizado a trav&#233;s de medidas endovasculares, con &#233;xito.</p>
      </abstract>
      <kwd-group xml:lang="es">
        <kwd>Aorta tor&#225;cica</kwd>
        <kwd>pr&#243;tesis vascular</kwd>
        <kwd>aneurisma de la aorta tor&#225;cica</kwd>
        <kwd>aneurisma infectado</kwd>
      </kwd-group>
    </front-stub>
    <body>
      <p>
        <bold>CASO CL&#205;NICO</bold>
      </p>
      <p>
        <fn id="enda-body2">
          <label>
            <bold>Aorta despu&#233;s de endopr&#243;tesis para aneurisma mic&#243;tico</bold>
          </label>
          <p>
            <bold>Ufuk Alpagut; Murat Ugurlucan; Emin Tireli; Izzet Rozanes; Enver Dayioglu</bold>
          </p>
        </fn>
      </p>
      <p>Istanbul University Istanbul Medical Faculty, Department of Cardiovascular Surgery, Istanbul, Turkey</p>
      <p>Correspondencia</p>
      <p>
        <bold>RESUMEN</bold>
      </p>
      <p>Endopr&#243;tesis vasculares son actualmente utilizadas en el tratamiento de diferentes patolog&#237;as de la aorta. Pueden salvar la vida de pacientes con comorbilidades y virtualmente inoperables con la utilizaci&#243;n de t&#233;cnicas convencionales. Este manuscrito relata el caso de un paciente de 40 a&#241;os, que hab&#237;a sido previamente tratado de un aneurisma mic&#243;tico sacular en el arco a&#243;rtico y que present&#243; ruptura de la aorta descendente en el seguimiento de medio plazo. El tratamiento de la ruptura de la aorta descendente tambi&#233;n fue realizado a trav&#233;s de medidas endovasculares, con &#233;xito.</p>
      <p><bold>Palabras clave: </bold>Aorta tor&#225;cica/anormalidades, pr&#243;tesis vascular, aneurisma de la aorta tor&#225;cica, aneurisma infectado. </p>
      <p>
        <bold>Introducci&#243;n</bold>
      </p>
      <p>Aneurismas a nivel del arco a&#243;rtico y de la aorta tor&#225;cica son m&#225;s frecuentemente encontrados actualmente. A despecho de avances en las t&#233;cnicas quir&#250;rgicas y en las instalaciones de cuidados de reanimaci&#243;n post operatoria y anestesiol&#243;gicos, el tratamiento quir&#250;rgico de los aneurismas de segmentos cr&#237;ticos, o sea, el arco a&#243;rtico y sus ramificaciones tambi&#233;n son responsables por considerables tasas de mortalidad y morbilidad<sup>1</sup>.</p>
      <p>Los resultados promisorios de la reparaci&#243;n por endopr&#243;tesis vascular de aneurismas de la aorta abdominal se han mostrado atrayentes para los m&#233;dicos y por lo tanto, se ha dirigido especial inter&#233;s al uso de la t&#233;cnica para el tratamiento de aneurismas en diferentes segmentos del &#225;rbol arterial. En el presente, el procedimiento es aplicado en el tratamiento de diferentes tipos de aneurismas en casi todas las regiones de la red arteriovenosa<sup>2</sup>. </p>
      <p>Aunque, en principio, la t&#233;cnica propuesta haya sido direccionada para pacientes de alto riesgo quir&#250;rgico, el &#233;xito de medio plazo de la modalidad desafi&#243; los l&#237;mites de indicaci&#243;n del tratamiento endovascular. A pesar de la naturaleza contradictoria del tratamiento de aneurismas infectados, el uso de pr&#243;tesis endoluminales tambi&#233;n es aplicado para el tratamiento de aneurismas mic&#243;ticos<sup>2-8</sup>. Resultados de largo plazo no est&#225;n disponibles actualmente; entre tanto, resultados de corto y medio plazo del tratamiento se han mostrado promisorios<sup>2-8</sup>, cuando fueron comparados con el extenso desbridamiento convencional y substituci&#243;n de injerto artificial o procedimientos de revascularizaci&#243;n extra anat&#243;micos<sup>1,2</sup>. </p>
      <p>Este Relato de Caso presenta los resultados de un paciente de 40 a&#241;os despu&#233;s de un per&#237;odo de seguimiento de medio plazo, que fue previamente tratado con pr&#243;tesis endovascular para aneurisma mic&#243;tico sacular en el arco a&#243;rtico.</p>
      <p>
        <bold>Relato de Caso</bold>
      </p>
      <p>El paciente era un hombre de 40 a&#241;os con historia de leucemia linfobl&#225;stica aguda (LLA), espondilitis anquilosante e infecci&#243;n cr&#243;nica por virus de hepatitis B. En su primera hospitalizaci&#243;n, hab&#237;a sido diagnosticado con S&#237;ndrome de Ortner, secundario al aneurisma mic&#243;tico sacular en el arco a&#243;rtico distal (<xref ref-type="fig" rid="es_a16fig01m-body2">Figura 1</xref>) hac&#237;a un a&#241;o y medio. Precedi&#243; neumon&#237;a despu&#233;s de la primera dosis de quimioterapia para el tratamiento de la leucemia. Hab&#237;a sido sometido a tratamiento con pr&#243;tesis endoluminal cubriendo el arco a&#243;rtico distal y la porci&#243;n proximal de la aorta descendente a fin de excluir el aneurisma. M&#250;ltiples hemocultivos realizados antes y despu&#233;s del tratamiento, en aquella &#233;poca, no revelaron ning&#250;n resultado positivo para posibles microorganismos. Entre tanto, la decisi&#243;n fue tomada para iniciar terapia vitalicia con antibi&#243;ticos utilizando cotrimoxazol<sup>2</sup>. Desde entonces, el paciente permaneci&#243; libre de s&#237;ntomas y fue controlado de forma regular tratado por los servicios de cirug&#237;a cardiovascular y hematolog&#237;a. Debido a su estado de comorbilidad, en su mayor parte causado por la leucemia, el uso preliminar de la endopr&#243;tesis vascular utilizada en el tratamiento de aneurisma mic&#243;tico sacular en el arco a&#243;rtico no fue considerado un puente para el tratamiento definitivo. </p>
      <p content-type="asset">
        <fig id="es_a16fig01m-body2">
          <graphic xlink:href="1678-4170-abc-97-04-0e78-00016-gf01-es.jpg"/></fig>
      </p>
      <p>Entre tanto, inesperadamente, el paciente fue admitido con dolor en el flanco de inicio agudo y fue sometido a angiograf&#237;a toracoabdominal por tomograf&#237;a computada. El diagn&#243;stico fue ruptura de la aorta descendente, de la regi&#243;n inmediatamente en el t&#233;rmino de la pr&#243;tesis endovascular (<xref ref-type="fig" rid="es_a16fig02m-body2">Figura 2A-B</xref>). La decisi&#243;n fue tratarlo con pr&#243;tesis endovascular. </p>
      <p content-type="asset">
        <fig id="es_a16fig02m-body2">
          <graphic xlink:href="1678-4170-abc-97-04-0e78-00016-gf02-es.jpg"/></fig>
      </p>
      <p>La intervenci&#243;n fue realizada bajo anestesia geral. El sistema de pr&#243;tesis endovascular (Talent Thoracic Stent Graft, Medtronic AVE, Coil Track TDS) fue posicionado a partir de la arteria femoral derecha, anclado en lapr&#243;tesis endovascular anterior en la aorta descendente y la regi&#243;n de ruptura fue excluida con &#233;xito (Figura 3A-B). M&#250;ltiples hemocultivos fueron obtenidos luego que el diagn&#243;stico fue hecho, antes y despu&#233;s de la reparaci&#243;n con la pr&#243;tesis endovascular. Entre tanto, un posible agente causador no fue identificado en los cultivos. El curso post-operatorio no present&#243; intercurrencias y el paciente recibi&#243; alta con recomendaci&#243;n de terapia vitalicia con antibi&#243;ticos utilizando cotrimoxazol.</p>
      <p>El paciente permaneci&#243; asintom&#225;tico por un per&#237;odo de un a&#241;o despu&#233;s del tratamiento, mas infelizmente muri&#243; debido a complicaciones de la LLA.</p>
      <p>
        <bold>Discusi&#243;n</bold>
      </p>
      <p>Aneurismas mic&#243;ticos a&#243;rticos constituyen aproximadamente 1% de todos los aneurismas<sup>2</sup>. El tratamiento cl&#225;sico de la enfermedad incluye procedimientos quir&#250;rgicos abiertos con extenso desbridamiento de los tejidos en la proximidad del aneurisma y resecci&#243;n del segmento a&#243;rtico afectado. La revascularizaci&#243;n del lecho vascular distal puede ser mediada con injertos <italic>in situ</italic> o procedimientos de revascularizaci&#243;n extra anat&#243;micos. Entre tanto, ese procedimiento tiene el riesgo de aumento en la mortalidad y morbilidad<sup>1-3</sup>. </p>
      <p>Con los avances en las modalidades de tratamiento utilizando endopr&#243;tesis vasculares y a despecho de las controversias, el tratamiento endovascular es actualmente utilizado para tratar aneurismas mic&#243;ticos<sup>2-7</sup>. Aunque los resultados a corto plazo puedan preservar la vida, los resultados de largo plazo aun no est&#225;n disponibles, a fin de establecer el m&#233;todo como la terapia est&#225;ndar para reparaci&#243;n de aneurisma mic&#243;tico. </p>
      <p>La literatura muestra resultados de medio plazo exitosos de la reparaci&#243;n endovascular de aneurisma mic&#243;tico en hasta 33 meses<sup>3</sup>. Entre tanto, casos similares tambi&#233;n se han presentado con propagaci&#243;n perif&#233;rica<sup>6</sup> o ruptura del pseudo-aneurisma pr&#243;xima a la pr&#243;tesis endovascular<sup>7</sup>. Nuestro paciente hab&#237;a sido sometido a tratamiento con pr&#243;tesis endovascular para aneurisma mic&#243;tico sacular del arco a&#243;rtico<sup>2</sup> y hab&#237;a estado asintom&#225;tico por 18 meses, hasta presentar ruptura de la aorta descendente a partir del margen distal de la pr&#243;tesis endovascular. </p>
      <p>Otra cuesti&#243;n referente a la reparaci&#243;n endovascular de aneurisma mic&#243;tico es el tratamiento post operatorio de los pacientes. Considerando que la etiolog&#237;a aun permanece despu&#233;s de la exclusi&#243;n con la pr&#243;tesis endovascular, la antibioticoterapia es una cuesti&#243;n preocupante. Es dif&#237;cil detectar un agente causador en un caso donde el hemocultivo es negativo<sup>2</sup> y as&#237;, decidir sobre el tipo apropiado de antibi&#243;tico a ser utilizado es complicado. De esa forma, no hay consenso en la literatura sobre el tipo y duraci&#243;n del tratamiento con antibi&#243;ticos. Muchos autores recomiendan el uso post operatorio de antibioticoterapia<sup>2-7</sup>, que puede ser vitalicio<sup>2-6</sup>. </p>
      <p>El uso de pr&#243;tesis endovasculares tambi&#233;n puede ser preferido como un puente para la reparaci&#243;n quir&#250;rgica. Cuando son usadas en el tratamiento de aneurismas mic&#243;ticos, f&#237;stulas aorto-ent&#233;ricas, aorto-esof&#225;gicas o aorto-br&#243;nquicas, hay una alta probabilidad de que el m&#225;s reciente implante endovascular pueda infectarse y eso pueda llevar a un problema mayor. Siendo as&#237;, algunos autores prefieren el uso de pr&#243;tesis endovasculares como el procedimiento inicial para preservar la vida y realizar el tratamiento definitivo cuando los pacientes est&#233;n en condiciones estables<sup>8</sup>. En nuestro caso, el paciente presentaba m&#250;ltiples factores de comorbilidad, siendo el m&#225;s importante la leucemia activa. </p>
      <p>Intervenciones invasivas adicionales, tales como reparaci&#243;n quir&#250;rgica, no eran planeadas y entonces la estrategia fue prescribir antibioticoterapia vitalicia y controlar al paciente de cerca con control cl&#237;nico ambulatorio regular. </p>
      <p>En conclusi&#243;n, el tratamiento endovascular puede preservar la vida en pacientes con comorbilidades que sean virtualmente inoperables cuando t&#233;cnicas convencionales son adoptadas. Un seguimiento cuidadoso es obligatorio despu&#233;s de la reparaci&#243;n endovascular de aneurisma mic&#243;tico. La creaci&#243;n de un banco de datos multic&#233;ntrico comprendiendo datos sobre la referida patolog&#237;a con la modalidad de tratamiento propuesta ayudar&#225; a establecer directrices para el m&#233;todo.</p>
      <p>
        <bold>Agradecimiento</bold>
      </p>
      <p>A los autores les gustar&#237;a agradecer a Toni Spring por la revisi&#243;n ling&#252;&#237;stica del manuscrito. </p>
      <p>
        <bold>Potencial Conflicto de Intereses</bold>
      </p>
      <p>Declaro no haber conflicto de intereses pertinentes.</p>
      <p>
        <bold>Fuentes de Financiamiento</bold>
      </p>
      <p>El presente estudio no tuvo fuentes de financiamiento externas.</p>
      <p>
        <bold>Vinculaci&#243;n Acad&#233;mica</bold>
      </p>
      <p>No hay vinculaci&#243;n de este estudio a programas de post grado.</p>
      <p>
        <bold>Referencias</bold>
      </p>
    </body>
  </sub-article>
  <sub-article article-type="translation" id="TRen" xml:lang="en">
    <front-stub>
      <article-categories>
        <subj-group subj-group-type="heading">
          <subject>Case Report</subject>
        </subj-group>
      </article-categories>
      <title-group>
        <article-title xml:lang="en">Aorta after stent grafting for mycotic aneurysm</article-title>
      </title-group>
      <abstract xml:lang="en">
        <p>Endovascular stent grafting is applied for the treatment of different aortic pathologies in the current medical era. It may be lifesaving in patients with comorbidities and virtually inoperable when adopting conventional techniques. This manuscript reports on a 40-year-old patient, who was previously treated for a mycotic saccular aneurysm at the aortic arch and who presented with a descending aortic rupture at the mid-term follow-up. The descending aortic rupture was also managed successfully by endovascular measures.</p>
      </abstract>
      <kwd-group xml:lang="en">
        <kwd>Aorta, thoracic</kwd>
        <kwd>blood vessel prosthesis</kwd>
        <kwd>aortic aneurysm, thoracic</kwd>
        <kwd>aneurism, infected</kwd>
      </kwd-group>
    </front-stub>
    <body>
      <p>
        <bold>CASE REPORT</bold>
      </p>
      <p>
        <fn id="enda-body3">
          <label>
            <bold>Aorta after stent grafting for mycotic aneurysm </bold>
          </label>
          <p>
            <bold>Ufuk Alpagut; Murat Ugurlucan; Emin Tireli; Izzet Rozanes; Enver Dayioglu</bold>
          </p>
        </fn>
      </p>
      <p>Istanbul University Istanbul Medical Faculty, Department of Cardiovascular Surgery, Istanbul, Turkey</p>
      <p>Mailing Address</p>
      <p>
        <bold>ABSTRACT</bold>
      </p>
      <p>Endovascular stent grafting is applied for the treatment of different aortic pathologies in the current medical era. It may be lifesaving in patients with comorbidities and virtually inoperable when adopting conventional techniques. This manuscript reports on a 40-year-old patient, who was previously treated for a mycotic saccular aneurysm at the aortic arch and who presented with a descending aortic rupture at the mid-term follow-up. The descending aortic rupture was also managed successfully by endovascular measures.</p>
      <p><bold>Keywords:</bold> Aorta, thoracic/abnormalities; blood vessel prosthesis; aortic aneurysm, thoracic; aneurism, infected. </p>
      <p>
        <bold>Introduction</bold>
      </p>
      <p>Aneurysms at the arch and thoracic levels of the aorta are more frequently encountered in the current era. Despite advances in surgical techniques and in perioperative anesthesiological and postoperative reanimation care facilities, the surgical treatment of the aneurysms of the critical segments, i.e., the aortic arch and branching regions, still account for considerable mortality and morbidity rates<sup>1</sup>. </p>
      <p>The promising results of endovascular stent graft repair of abdominal aortic aneurysms has attracted physicians and so special interest was directed to the use of this technique for the treatment of aneurysms at different segments of the arterial tree. At present, the procedure is applied when treating different kinds of aneurysms at nearly all regions of the whole arteriovenous network<sup>2</sup>.</p>
      <p>Although, at first, the proposed technique was meant for surgically high-risk candidates, successful mid-term results of the surgical modality challenged the boundaries of indications of endovascular treatment. Despite the contradictory nature of the treatment of infected aneurysms, endoluminal stent grafting is also applied for the treatment of mycotic aneurysms<sup>2-8</sup>. Currently, long-term results are not available; however, short and mid-term results of the treatment have been promising<sup>2-8</sup>, when compared to conventional extensive debridement and artificial graft replacement or extra-anatomic bypass procedures<sup>1,2</sup>. </p>
      <p>In this report, we present the results of a 40-year-old patient in the mid-term follow up who was previously treated with endovascular stent grafting for mycotic saccular aneurysm at the aortic arch.</p>
      <p>
        <bold>Case Report</bold>
      </p>
      <p>The patient was a 40-year-old male with a history of acute lymphoblastic leukemia, ankylosing spondylitis and chronic hepatitis B infection. On his first admission, he had been diagnosed with Ortner's syndrome secondary to mycotic saccular aneurysm at the distal aortic arch (<xref ref-type="fig" rid="en_a16fig01m-body3">Figure 1</xref>), 1.5 years ago. It <bold>(What does "it" refer to?)</bold> preceded pneumonia following his first dose of chemotherapy for leukemia. He had undergone endoluminal stent graft treatment covering the distal aortic arch and the proximal portion of the descending aorta in order to exclude the aneurysm. Multiple blood cultures obtained before and after the treatment at that time did not reveal any positive results for possible microorganisms. However, the decision was made to initiate lifelong antibiotic therapy with co-trimoxazole<sup>2</sup>. Since then, the patient has been symptom-free and has been regularly followed and treated by the cardiovascular surgery and hematology institutions. Because of his comorbidity status, mostly due to leukemia, the preliminary stent grafting used for the treatment of the mycotic saccular aneurysm at the aortic arch was not considered as a bridge to definitive treatment.</p>
      <p content-type="asset">
        <fig id="en_a16fig01m-body3">
          <graphic xlink:href="1678-4170-abc-97-04-0e78-00016-gf01-en.jpg"/></fig>
      </p>
      <p>However, unexpectedly, the patient was admitted with acute onset back-flank pain and underwent thoracoabdominal computed tomography angiography. The diagnosis was rupture of the descending aorta, from the region immediately at the end of the stent graft (<xref ref-type="fig" rid="en_a16fig02m-body3">Figure 2A-B</xref>). The decision was to treat him with endovascular stent grafting. Intervention was performed under general anesthesia. The Stent graft system (Talent Thoracic Stent Graft, Medtronic AVE, Coil Track TDS) was deployed from the right femoral artery, anchored to the previous stent graft in the descending aorta and the region of rupture was excluded successfully (Figure 3A-B). Multiple blood cultures were obtained as soon as the diagnosis was made, before and after the stent graft repair. However, a possible causative agent could not be cultivated. Postoperative course was uneventful and the patient was discharged with lifelong antibiotic recommendation with co-trimoxazole. </p>
      <p content-type="asset">
        <fig id="en_a16fig02m-body3">
          <graphic xlink:href="1678-4170-abc-97-04-0e78-00016-gf02-en.jpg"/></fig>
      </p>
      <p>The patient was followed and remained asymptomatic for a one-year period after the treatment, but unfortunately died due to the complications of acute lymphoblastic leukemia.</p>
      <p>
        <bold>Discussion</bold>
      </p>
      <p>The mycotic aortic aneurysms constitute approximately 1% of all aneurysms<sup>2</sup>. The classical treatment of the disease includes open surgical procedures with extensive debridement of the tissues at the vicinity of the aneurysm and resection of the diseased aortic segment. Revascularization of the distal vascular bed can be mediated with <italic>in situ</italic> grafts or extra-anatomic bypass procedures. However, this procedure carries the risk of increased mortality and morbidity<sup>1-3</sup>. </p>
      <p>With the advances in endovascular stent graft treatment modalities and despite the controversies, endovascular treatment is also currently used for the treatment of mycotic aneurysms<sup>2-7</sup>. Although, in the early term it may be life saving, long term results are still lacking in order to establish the method as a standard therapy for mycotic aneurysm repair. </p>
      <p>The literature contains successful mid-term results of endovascular mycotic aneurysm repair in up to 33 months<sup>3</sup>. However, similar cases have also been presented with peripheral seeding<sup>6</sup> or rupture of the pseudo aneurysm proximal to the stent graft<sup>7</sup>. Our patient had undergone endovascular stent graft treatment of mycotic saccular aneurysm at the aortic arch<sup>2</sup> and had been asymptomatic for 18 months until he presented with the rupture of descending aorta from the distal margin of the stent graft. </p>
      <p>Another issue with the endovascular mycotic aneurysm repair is the postoperative treatment of the patients. Since the etiology still remains after the exclusion with endovascular stent graft, the antibiotic therapy is a matter of concern. It is difficult to detect a causative agent in a case as the blood cultures may be negative<sup>2</sup> and so deciding on the appropriate antibiotic type is complicated. Hence, there is no consensus in the literature on the type and duration of antibiotic therapy. Many authors recommend postoperative antibiotic use<sup>2-7</sup>, and even sometimes lifelong therapy<sup>2-6</sup>. </p>
      <p>The endovascular stent grafting may also be preferred as a bridge to surgical repair. When used for the treatment of mycotic aneurysms, aorto-enteric, aorto-esophageal or aortobronchial fistula, there is a high probability that the most recent stent-graft implant may become infected and may lead to a greater problem. Therefore, some authors prefer endovascular stent grafting as the initial life saving procedure and to perform the definitive treatment when the patients are in stable conditions<sup>8</sup>. In our case, the patient had multiple comorbidity factors, the most important being the active leukemia. Further additional invasive interventions, such as surgical repairs, were not planned and so the strategy was to prescribe lifelong oral antibiotic therapy and follow the patient closely with regular outpatient clinic controls. </p>
      <p>In conclusion, endovascular treatment may be lifesaving in patients with comorbidities and virtually inoperable when adopting conventional techniques. A careful follow-up is mandatory after endovascular mycotic aneurysm repair. The creation of a multicentric database consisting of data on the pathology with the proposed treatment modality will help to provide guidelines for the method.</p>
      <p>
        <bold>Acknowledgement</bold>
      </p>
      <p>The authors would like to thank Ms. Toni Spring for the linguistic revision of the manuscript.</p>
      <p>
        <bold>Potential Conflict of Interest</bold>
      </p>
      <p>No potential conflict of interest relevant to this article was reported.</p>
      <p>
        <bold>Sources of Funding</bold>
      </p>
      <p>There were no external funding sources for this study.</p>
      <p>
        <bold>Study Association</bold>
      </p>
      <p>This study is not associated with any post-graduation program.</p>
      <p>
        <bold>References</bold>
      </p>
    </body>
  </sub-article>
</article>
