<!DOCTYPE article PUBLIC "-//NLM//DTD JATS (Z39.96) Journal Publishing DTD v1.1 20151215//EN" "https://jats.nlm.nih.gov/publishing/1.1/JATS-journalpublishing1.dtd">
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        <journal-title>Arquivos Brasileiros de Cardiologia</journal-title>
        <abbrev-journal-title abbrev-type="publisher">Arq. Bras. Cardiol.</abbrev-journal-title>
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      <issn pub-type="ppub">0066-782X</issn>
      <issn pub-type="epub">1678-4170</issn>
      <publisher>
        <publisher-name>Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC</publisher-name>
        <publisher-loc>S&#227;o Paulo, SP, Brazil</publisher-loc>
      </publisher>
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      <article-id pub-id-type="publisher-id" specific-use="scielo-v3">CM88FC8FM4xRpC8TgNfz58p</article-id>
      <article-id pub-id-type="other">00002</article-id>
      <article-id pub-id-type="publisher-id" specific-use="scielo-v2">S0066-782X2011001100002</article-id>
      <article-id pub-id-type="publisher-id" specific-use="scielo-v1">S0066-782X(11)09700202</article-id>
      <article-id pub-id-type="doi">10.1590/S0066-782X2011005000064</article-id>
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        <subj-group subj-group-type="heading">
          <subject>Artigo Especial</subject>
        </subj-group>
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      <title-group>
        <article-title>Racionalidade e m&#233;todos do registro ACCEPT - Registro Brasileiro da Pr&#225;tica Cl&#237;nica nas S&#237;ndromes Coronarianas Agudas da Sociedade Brasileira de Cardiologia</article-title>
      </title-group>
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        <contrib contrib-type="author">
          <name>
            <surname>Mattos</surname>
            <given-names>Luiz Alberto Piva e</given-names>
          </name>
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          <named-content content-type="city">Rio de Janeiro</named-content>
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        <institution content-type="orgname">Sociedade Brasileira de Cardiologia</institution>
        <country country="BR">Brazil</country>
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      <pub-date date-type="collection" publication-format="electronic">
        <month>08</month>
        <year>2011</year>
      </pub-date>
      <volume>97</volume>
      <issue>2</issue>
      <fpage>94</fpage>
      <lpage>99</lpage>
      <history>
        <date date-type="received">
          <day>27</day>
          <month>12</month>
          <year>2010</year>
        </date>
        <date date-type="rev-recd">
          <day>27</day>
          <month>12</month>
          <year>2010</year>
        </date>
        <date date-type="accepted">
          <day>21</day>
          <month>03</month>
          <year>2011</year>
        </date>
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          <license-p>This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.</license-p>
        </license>
      </permissions>
      <abstract>
        <p>FUNDAMENTO: Aferi&#231;&#227;o da pr&#225;tica cl&#237;nica brasileira em pacientes com s&#237;ndrome coronariana aguda, em hospitais p&#250;blicos e privados, permitir&#225; identificar os hiatos na incorpora&#231;&#227;o de interven&#231;&#245;es cl&#237;nicas com benef&#237;cio comprovado. OBJETIVO: Elaborar um registro de pacientes portadores do diagn&#243;stico de s&#237;ndrome coronariana aguda para aferir dados demogr&#225;ficos, morbidade, mortalidade e pr&#225;tica padr&#227;o no atendimento desta afec&#231;&#227;o. Ademais, avaliar a prescri&#231;&#227;o de interven&#231;&#245;es baseadas em evid&#234;ncias, como a aspirina, estatinas, betabloqueadores e reperfus&#227;o, dentre outras. M&#201;TODOS: Estudo observacional do tipo registro, prospectivo, visando documentar a pr&#225;tica cl&#237;nica hospitalar da s&#237;ndrome coron&#225;ria aguda, efetivada em hospitais p&#250;blicos e privados brasileiros. Adicionalmente, ser&#227;o realizados seguimento longitudinal at&#233; a alta hospitalar e aferi&#231;&#227;o da mortalidade e ocorr&#234;ncia de eventos graves aos 30 dias, 6 e 12 meses. RESULTADOS: Os resultados ser&#227;o apresentados um ano ap&#243;s o in&#237;cio da coleta (setembro de 2011) e consolidados ap&#243;s a reuni&#227;o da popula&#231;&#227;o e dos objetivos posteriormente almejados. CONCLUS&#195;O: A an&#225;lise desse registro multic&#234;ntrico permitir&#225; projetar uma perspectiva horizontal do tratamento dos pacientes acometidos da s&#237;ndrome coronariana aguda no Brasil.</p>
      </abstract>
      <kwd-group xml:lang="pt" kwd-group-type="author-generated">
        <kwd>S&#237;ndrome coronariana aguda</kwd>
        <kwd>pr&#225;tica cl&#237;nica baseada em evid&#234;ncias</kwd>
        <kwd>estudos multic&#234;ntricos</kwd>
      </kwd-group>
      <pub-date publication-format="electronic" date-type="pub">
        <day>20</day>
        <month>05</month>
        <year>2011</year>
      </pub-date>
    </article-meta>
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  <body>
    <p>
      <bold>Racionalidade e m&#233;todos do registro ACCEPT - Registro Brasileiro da Pr&#225;tica Cl&#237;nica nas S&#237;ndromes Coronarianas Agudas da Sociedade Brasileira de Cardiologia</bold>
    </p>
    <p>
      <bold>Luiz Alberto Piva e Mattos</bold>
    </p>
    <p>Sociedade Brasileira de Cardiologia, Rio de Janeiro, RJ - Brasil</p>
    <p>
      <xref ref-type="corresp" rid="correspondencia">Correspond&#234;ncia</xref>
    </p>
    <p>
      <bold>RESUMO</bold>
    </p>
    <p><bold>FUNDAMENTO: </bold>Aferi&#231;&#227;o da pr&#225;tica cl&#237;nica brasileira em pacientes com s&#237;ndrome coronariana aguda, em hospitais p&#250;blicos e privados, permitir&#225; identificar os hiatos na incorpora&#231;&#227;o de interven&#231;&#245;es cl&#237;nicas com benef&#237;cio comprovado.</p>
    <p><bold>OBJETIVO:</bold> Elaborar um registro de pacientes portadores do diagn&#243;stico de s&#237;ndrome coronariana aguda para aferir dados demogr&#225;ficos, morbidade, mortalidade e pr&#225;tica padr&#227;o no atendimento desta afec&#231;&#227;o. Ademais, avaliar a prescri&#231;&#227;o de interven&#231;&#245;es baseadas em evid&#234;ncias, como a aspirina, estatinas, betabloqueadores e reperfus&#227;o, dentre outras.</p>
    <p><bold>M&#201;TODOS:</bold> Estudo observacional do tipo registro, prospectivo, visando documentar a pr&#225;tica cl&#237;nica hospitalar da s&#237;ndrome coron&#225;ria aguda, efetivada em hospitais p&#250;blicos e privados brasileiros. Adicionalmente, ser&#227;o realizados seguimento longitudinal at&#233; a alta hospitalar e aferi&#231;&#227;o da mortalidade e ocorr&#234;ncia de eventos graves aos 30 dias, 6 e 12 meses.</p>
    <p><bold>RESULTADOS: </bold>Os resultados ser&#227;o apresentados um ano ap&#243;s o in&#237;cio da coleta (setembro de 2011) e consolidados ap&#243;s a reuni&#227;o da popula&#231;&#227;o e dos objetivos posteriormente almejados.</p>
    <p><bold>CONCLUS&#195;O:</bold> A an&#225;lise desse registro multic&#234;ntrico permitir&#225; projetar uma perspectiva horizontal do tratamento dos pacientes acometidos da s&#237;ndrome coronariana aguda no Brasil. (Arq Bras Cardiol. 2011; [online].ahead print, PP.0-0)</p>
    <p><bold>Palavras-chave: </bold>S&#237;ndrome coronariana aguda/epidemiologia, pr&#225;tica cl&#237;nica baseada em evid&#234;ncias, estudos multic&#234;ntricos.</p>
    <p>
      <bold>Introdu&#231;&#227;o</bold>
    </p>
    <p>Dados recentes da Organiza&#231;&#227;o Mundial de Sa&#250;de demonstram que as doen&#231;as cardiovasculares, particularmente o infarto agudo do mioc&#225;rdio (IAM), representam a principal causa de incapacidade e morbimortalidade em ambos os sexos, tanto no Brasil e quanto no mundo<sup>1-3</sup>.</p>
    <p>Uma vez que representa um dos principais problemas de sa&#250;de p&#250;blica, a busca por interven&#231;&#245;es que apresentem benef&#237;cio comprovado na redu&#231;&#227;o da incid&#234;ncia dessa doen&#231;a e de suas complica&#231;&#245;es passa a ser prioridade. Dentre as interven&#231;&#245;es com beneficio comprovado na redu&#231;&#227;o de eventos cardiovasculares maiores, destacam-se as farmacol&#243;gicas, como aspirina, trombol&#237;ticos e antiplaquet&#225;rios, na admiss&#227;o hospitalar, inibidores da enzima de convers&#227;o, estatinas e betabloqueadores na alta, que demonstraram redu&#231;&#227;o de risco relativo variando de 6,5 at&#233; 25% em estudos pr&#233;vios<sup>4-8</sup>.</p>
    <p>Registros pr&#233;vios demonstraram que o uso dessas interven&#231;&#245;es no cen&#225;rio das s&#237;ndromes coronarianas agudas (SCA) ainda &#233; sub-&#243;timo, sugerindo, na admiss&#227;o, taxas de utiliza&#231;&#227;o de aspirina variando entre 91-92%, e, na alta, variando entre 90-95%, uso de estatina, na alta, variando entre 26 e 57%, bem como uso de betabloqueadores na alta em menos de 63-77% dos pacientes<sup>9-14</sup>.</p>
    <p>A aferi&#231;&#227;o da sua ocorr&#234;ncia, por meio de um registro nacional de coleta controlada e de in&#237;cio recente, poder&#225; assim documentar a pr&#225;tica cl&#237;nica no tratamento de pacientes portadores de uma SCA, sejam estes internados em hospitais brasileiros p&#250;blicos e/ou privados.</p>
    <p>
      <bold>M&#233;todos</bold>
    </p>
    <p>O registro representa um projeto de documenta&#231;&#227;o da pr&#225;tica cl&#237;nica atual do atendimento &#224; SCA no Brasil com o objetivo de identificar a incorpora&#231;&#227;o de evid&#234;ncias na pr&#225;tica cl&#237;nica do tratamento desta afec&#231;&#227;o, envolvendo hospitais p&#250;blicos e privados. Adicionalmente, ser&#225; realizado seguimento longitudinal dos pacientes at&#233; sua alta hospitalar, al&#233;m da verifica&#231;&#227;o da mortalidade em at&#233; 30 dias, 6 e 12 meses.</p>
    <p>
      <bold>A. Delineamento</bold>
    </p>
    <p>Ser&#227;o compilados os pacientes com SCA atendidos em hospitais da rede p&#250;blica e privada para definir dados relacionados &#224;s caracter&#237;sticas demogr&#225;ficas, morbidade, mortalidade e &#224; pr&#225;tica di&#225;ria, no tratamento das SCA, bem como aferir padr&#245;es de prescri&#231;&#227;o de interven&#231;&#245;es baseadas em evid&#234;ncias (aspirina, estatinas, betabloqueadores, inibidores da enzima conversora da angiotensina e reperfus&#227;o) no atendimento dos mesmos.</p>
    <p>
      <bold>B. Caracteriza&#231;&#227;o da amostra</bold>
    </p>
    <p>Ser&#227;o eleg&#237;veis os pacientes cujo m&#233;dico da unidade de atendimento suspeite do diagn&#243;stico de SCA e planeje iniciar tratamento para esta condi&#231;&#227;o. Desta forma, os crit&#233;rios de inclus&#227;o e exclus&#227;o de pacientes ser&#227;o determinados n&#227;o pelo protocolo, mas pelo julgamento cl&#237;nico do m&#233;dico assistente. De qualquer forma, sugere-se fortemente que sejam inclu&#237;dos pacientes que apresentem o quadro cl&#237;nico conforme descrito na <xref ref-type="fig" rid="qua01">Quadro 1</xref>. Pacientes admitidos com o diagn&#243;stico de dor tor&#225;cica a esclarecer, com suspeita de origem coronariana, alocados neste registro, por&#233;m n&#227;o confirmados, ap&#243;s a elucida&#231;&#227;o diagn&#243;stica, ser&#227;o exclu&#237;dos do mesmo.</p>
    <fig id="qua01">
      <graphic xlink:href="1678-4170-abc-97-02-0094-00064-gf01.jpg"/></fig>
    <p>
      <bold>C. Hospitais</bold>
    </p>
    <p>Os centros foram selecionados por meio de convite enviado pelo comit&#234; diretivo deste registro, assim como, de maneira volunt&#225;ria, ap&#243;s exposi&#231;&#227;o da oportunidade de participa&#231;&#227;o nesta pesquisa, exibida no portal eletr&#244;nica da SBC, oportunidade esta ofertada durante um per&#237;odo de 30 dias consecutivos. Todos os centros foram convidados a preencher um questionamento pr&#233;vio a fim de verificar a viabilidade da operacionaliza&#231;&#227;o da participa&#231;&#227;o do centro m&#233;dico. Os centros participantes encontram-se listados no final do artigo.</p>
    <p>
      <bold>D. C&#225;lculo do tamanho da amostra</bold>
    </p>
    <p>A fim de detectar uma propor&#231;&#227;o de 50% (por exemplo, taxa de utiliza&#231;&#227;o de estatinas na alta ou de pacientes que recebem reperfus&#227;o), considerando-se um erro amostral de 2%, um alfa de 5% e um poder estat&#237;stico de 90%, ser&#225; necess&#225;rio incluir 2.401 pacientes. Esse tamanho de amostra ser&#225; suficiente para responder os objetivos prim&#225;rios do estudo, o qual &#233; fact&#237;vel dentro do primeiro ano de recrutamento. Existe o planejamento para que o ACCEPT seja continuado ap&#243;s 12 meses, arrolando um n&#250;mero maior de pacientes, o que permitir&#225; an&#225;lises futuras e infer&#234;ncias sobre preditores independentes de eventos cl&#237;nicos maiores.</p>
    <p>
      <bold>E. Desfechos de interesse e defini&#231;&#245;es</bold>
    </p>
    <p>Como desfecho prim&#225;rio, ser&#225; verificada a propor&#231;&#227;o de pacientes que recebem interven&#231;&#245;es com benef&#237;cio comprovado, demonstrado pelos indicadores (como, por exemplo, aspirina na admiss&#227;o e na alta, percentual de pacientes que recebem reperfus&#227;o, ou estatinas e betabloqueadores na alta).</p>
    <p>Desfechos secund&#225;rios: mortalidade total e eventos cardiovasculares maiores (reinfarto, acidente vascular cerebral, parada card&#237;aca fatal e n&#227;o fatal e mortalidade por causa cardiovascular) durante a interna&#231;&#227;o, em at&#233; 30 dias, 6 e 12 meses.</p>
    <p>
      <bold>Mortalidade cardiovascular</bold>
    </p>
    <p>Mortalidade por causa cardiovascular &#233; definida como qualquer &#243;bito de causa vascular e inclui os &#243;bitos que ocorrem ap&#243;s um infarto do mioc&#225;rdio, parada card&#237;aca, acidente vascular cerebral, procedimento de revasculariza&#231;&#227;o card&#237;aca (ou seja, interven&#231;&#227;o coronariana percut&#226;nea [ICP] ou cirurgia de revasculariza&#231;&#227;o do mioc&#225;rdio [RM]), embolia pulmonar, ou &#243;bitos por causa desconhecida.</p>
    <p>
      <bold>Reinfarto</bold>
    </p>
    <p>Definido como novo evento (al&#233;m do que motivou a entrada do paciente no estudo), inclui <underline>pelo menos dois</underline> dos crit&#233;rios a seguir:</p>
    <disp-quote>
      <p>&#149; Sintomas isqu&#234;micos suspeitos de SCA sem supradesn&#237;vel do ST definidos como: hist&#243;ria m&#233;dica compat&#237;vel com a nova manifesta&#231;&#227;o ou um padr&#227;o de piora de dor tor&#225;cica caracter&#237;stica de isquemia (dura&#231;&#227;o de pelo menos 10 minutos).</p>
      <p>&#149; Altera&#231;&#245;es no eletrocardiograma (ECG) compat&#237;veis com uma nova isquemia [depress&#227;o ST de pelo menos 1 mm, ou eleva&#231;&#227;o ST transit&#243;ria, ou eleva&#231;&#227;o ST de 1 mm ou menos, ou invers&#227;o da onda T superior a 3 mm em pelo menos duas deriva&#231;&#245;es cont&#237;guas ou enzimas card&#237;acas (ex., CKMB), ou biomarcadores (Troponina I ou T) elevados acima do limite superior da faixa normal*.</p>
    </disp-quote>
    <p>* <italic>Se, no in&#237;cio do evento suspeito, o biomarcador isqu&#234;mico estava ainda elevado como resultado do evento &#237;ndice, dever&#225; haver demonstra&#231;&#227;o de um n&#237;vel de marcador em queda antes do in&#237;cio do evento suspeito. Al&#233;m disso, o pico subsequente do biomarcador isqu&#234;mico dever&#225; ser 1,5 vez o valor anterior ao in&#237;cio do evento suspeitado. Esses crit&#233;rios n&#227;o precisar&#227;o ser atendidos se o biomarcador isqu&#234;mico n&#227;o estiver elevado antes do in&#237;cio do evento suspeitado.</italic></p>
    <p>Novas ondas Q, maiores ou iguais a 0,04 segundos, ou patologia distinta daquela do evento que motivou a entrada do paciente (ou seja, considerada como nova desde a inclus&#227;o do paciente no estudo).</p>
    <p>
      <bold>Parada card&#237;aca n&#227;o fatal</bold>
    </p>
    <p>Parada card&#237;aca n&#227;o fatal &#233; definida como a ressuscita&#231;&#227;o bem sucedida de uma fibrila&#231;&#227;o ventricular documentada ou presumida, taquicardia ventricular mantida, assistolia ou atividade el&#233;trica sem pulso requerendo ressuscita&#231;&#227;o cardiopulmonar, terapia farmacol&#243;gica ou desfibrila&#231;&#227;o card&#237;aca.</p>
    <p>
      <bold>Acidente vascular cerebral</bold>
    </p>
    <p>Acidente vascular cerebral &#233; o in&#237;cio r&#225;pido de um novo d&#233;ficit neurol&#243;gico persistente com dura&#231;&#227;o superior a 24 horas. No caso de diagn&#243;stico cl&#237;nico de AVC, a tomografia computadorizada (TC) ou imagem por resson&#226;ncia magn&#233;tica (RM) &#233; altamente recomendada, mas n&#227;o obrigat&#243;ria, ficando a crit&#233;rio da equipe assistente. Adicionalmente, os AVCs ser&#227;o classificados como "isqu&#234;micos" ou "hemorr&#225;gicos", com base nos dados da imagem, ou de "causa incerta" se os dados de imagem n&#227;o estiverem dispon&#237;veis.</p>
    <p>O fluxograma operacional deste registro est&#225; demonstrado na <xref ref-type="fig" rid="aop05411fig01">Figura 1</xref>.</p>
    <p content-type="asset">
      <fig id="aop05411fig01">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-97-02-0094-00064-gf02.jpg"/></fig>
    </p>
    <p>
      <bold>F. Detalhamento das visitas cl&#237;nicas</bold>
    </p>
    <p><italic>Visita &#237;ndice - </italic>aferi&#231;&#227;o dos crit&#233;rios de inclus&#227;o/exclus&#227;o, dados demogr&#225;ficos, hist&#243;ria m&#233;dica/cir&#250;rgica, eletrocardiograma, marcadores de necrose mioc&#225;rdica e o tratamento realizado.</p>
    <p><italic>Visita de alta hospitalar ou dia 7 (o que ocorrer primeiro) - </italic>aferi&#231;&#227;o das complica&#231;&#245;es hospitalares e medica&#231;&#245;es.</p>
    <p><italic>Visita de seguimento dia 30 -</italic> aferi&#231;&#227;o dos eventos cardiovasculares maiores e medica&#231;&#245;es.</p>
    <p><italic>Visita de seguimento 6 meses -</italic> aferi&#231;&#227;o dos eventos cardiovasculares maiores e medica&#231;&#245;es.</p>
    <p><italic>Visita de seguimento 12 meses - </italic>aferi&#231;&#227;o dos eventos cardiovasculares maiores e medica&#231;&#245;es.</p>
    <p>
      <bold>G. An&#225;lise estat&#237;stica</bold>
    </p>
    <p>Vari&#225;veis quantitativas ser&#227;o descritas por m&#233;dia e desvio-padr&#227;o na presen&#231;a de distribui&#231;&#227;o normal ou mediana e amplitude interquartil na presen&#231;a de distribui&#231;&#227;o assim&#233;trica. As vari&#225;veis qualitativas ser&#227;o apresentadas por frequ&#234;ncias absolutas (n&#250;mero de pacientes) e relativas (percentuais).</p>
    <p>Considerando todos os centros, os desfechos ser&#227;o descritos por percentual global e pelo percentual prescrito em cada centro e ser&#227;o expressos por meio de propor&#231;&#245;es e seus respectivos intervalos de confian&#231;a de 95%. Caso haja grande variabilidade na prescri&#231;&#227;o, ser&#225; gerada uma m&#233;dia ponderada pela vari&#226;ncia em cada centro.</p>
    <p>Para os modelos de regress&#227;o, vamos relatar os <italic>Odds Ratios</italic> probabilidade ou a rela&#231;&#227;o de risco, o erro padr&#227;o correspondente, os intervalos de confian&#231;a de 95% e os valores-p associados. Vamos relatar os valores-p at&#233; tr&#234;s casas decimais com valores-p inferiores a 0,001 relatados como p &lt; 0,001. Em todos os testes, usaremos o n&#237;vel de signific&#226;ncia alfa bicaudal = 0,05. O exame de res&#237;duos fornecer&#225; uma avalia&#231;&#227;o das suposi&#231;&#245;es de modelo para as an&#225;lises de regress&#227;o. O teste <italic>Goodness-of-fit</italic> dos modelos ser&#225; realizado utilizando testes apropriados. As an&#225;lises ser&#227;o realizadas usando Stata vers&#227;o 10.0.</p>
    <p>
      <bold>H. Financiamento</bold>
    </p>
    <p>Este registro &#233; de propriedade da SBC, utilizando recursos financeiros dedicados a esta finalidade para a sua execu&#231;&#227;o. O Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital do Cora&#231;&#227;o de S&#227;o Paulo (HCor/ASS) foi contratado para operacionalizar a execu&#231;&#227;o deste registro, sob a coordena&#231;&#227;o da SBC. O comit&#234; diretivo do registro est&#225; descrito ao final deste artigo.</p>
    <p>
      <bold>I. Controle de qualidade dos dados</bold>
    </p>
    <p>Todos os centros receber&#227;o treinamento do protocolo e do sistema eletr&#244;nico presencial ou por telefone, estando a equipe de coordena&#231;&#227;o dispon&#237;vel para solucionar d&#250;vidas.</p>
    <p>O controle de qualidade dos dados do estudo se dar&#225; por variadas estrat&#233;gias, como CRF eletr&#244;nico, checagem central de dados, monitoria presencial dos 05 centros com maior n&#250;mero de pacientes recrutados e sorteio aleat&#243;rio de 20% dos centros para monitoria presencial.</p>
    <p>
      <bold>J. Aspectos &#233;ticos</bold>
    </p>
    <p>O protocolo foi aprovado pelo Comit&#234; de &#201;tica em Pesquisa (CEP) do Hospital do Cora&#231;&#227;o de S&#227;o Paulo-SP (HCor/ASS), em 22/06/2010, sob o n&#250;mero de registro 117/2010 e na sequ&#234;ncia, cada centro participante tamb&#233;m teve sua aprova&#231;&#227;o no seu CEP local.</p>
    <p>Todos os pacientes assinar&#227;o termo de consentimento livre e esclarecido e o estudo cl&#237;nico ser&#225; conduzido de acordo com os princ&#237;pios da revis&#227;o atual da Declara&#231;&#227;o de Helsinque e das Diretrizes de Boas Pr&#225;ticas Cl&#237;nicas, em sua vers&#227;o mais recente, e da Resolu&#231;&#227;o 196/96. Adicionalmente, obedecer&#225; &#224;s exig&#234;ncias legais locais e regulat&#243;rias do Brasil.</p>
    <p>
      <bold>Pol&#237;tica de publica&#231;&#227;o</bold>
    </p>
    <p>Todas as apresenta&#231;&#245;es do estudo e/ou publica&#231;&#245;es de resultados ter&#227;o como base dados objetivos, verificados e validados previamente, visando garantir a precis&#227;o dos resultados. Os detalhes sobre a responsabilidade e a sequ&#234;ncia dessas apresenta&#231;&#245;es, e/ou publica&#231;&#245;es, ser&#227;o definidas com a SBC.</p>
    <p>A publica&#231;&#227;o das principais conclus&#245;es da presente pesquisa ter&#225; sua autoria com base nas contribui&#231;&#245;es dos centros participantes. Todos os participantes do registro (investigadores e membros dos comit&#234;s) fizeram uma delega&#231;&#227;o de autoridade antecipada para apresenta&#231;&#227;o e/ou publica&#231;&#227;o dos principais resultados &#224; SBC e ao IEP-HCor. Qualquer apresenta&#231;&#227;o ou publica&#231;&#227;o por qualquer participante do ensaio dever&#225; mencionar o estudo e ter a aprova&#231;&#227;o da SBC.</p>
    <p>
      <bold>Coleta de dados</bold>
    </p>
    <p>At&#233; o dia 15 de fevereiro de 2011, contabilizamos 51 centros participantes, sendo 38 j&#225; ativos, com um total de 850 pacientes inclu&#237;dos, desde agosto de 2010 (35,4% do total desejado). O t&#233;rmino da inclus&#227;o est&#225; estimado para o final do primeiro semestre de 2011.</p>
    <p>
      <bold>Organiza&#231;&#227;o</bold>
    </p>
    <p><italic>Investigadores principais -</italic> Luiz Alberto Piva e Mattos e Ot&#225;vio Berwanger.</p>
    <p><italic>Comit&#234; diretivo -</italic> Luiz Alberto Piva e Mattos, Ot&#225;vio Berwanger, Jorge Ilha Guimar&#227;es, F&#225;bio S&#226;ndoli de Brito, Renato A. Kalil, &#194;ngelo V. de Paola, H&#233;lio Penna Guimar&#227;es e Alexandre Biasi Cavalcanti.</p>
    <p><italic>Coordena&#231;&#227;o no Instituto de Ensino e Pesquisa do HCor -</italic> H&#233;lio Penna Guimar&#227;es, Eliana Vieira Santucci, Luis Paulo Duprat, Karina Normilio da Silva, Alessandra Akiko Kodama, Marcos Thadeu de Tenuta Junior e Ana Denise Zazula.</p>
    <p><italic>Propriedade intelectual -</italic> Sociedade Brasileira de Cardiologia.</p>
    <p><italic>Coordena&#231;&#227;o e supervis&#227;o -</italic> Sociedade Brasileira de Cardiologia e IEP-HCor.</p>
    <p>
      <bold>Centros investigadores participantes</bold>
    </p>
    <p>IMV M&#227;e de Deus, Porto Alegre/RS: Euler Roberto Fernandes Manenti; Hospital Moinhos de Vento, Porto Alegre/RS: Eduardo Costa Duarte Barbosa; Instituto de Cardiologia-Funda&#231;&#227;o Universit&#225;ria de Cardiologia, Porto Alegre/RS: Oscar Pereira Dutra; Irmandade Santa Casa de Miseric&#243;rdia de Porto Alegre/Hospital S&#227;o Francisco, Porto Alegre/RS: Paulo Ernesto Le&#227;es; Hospital de Cl&#237;nicas de Porto Alegre, Porto Alegre/RS: Carisi Anne Polanckzyk; Instituto de Cardiologia Uruguaiana, Uruguaiana/RS: Sidney Campodonico Filho; Hospital S&#227;o Vicente, Passo Fundo/RS: Hugo Vargas Filho; Hospital Santa Izabel, Blumenau/SC: S&#233;rgio Luiz Zimmermann; Instituto de Cardiologia S&#227;o Jos&#233;, S&#227;o Jos&#233;/SC: Ilnei Pereira Filho; Centro Hospitalar UNIMED, Joinville/ SC: Rog&#233;rio Carregoza Dantas; Sociedade Hospitalar Angelina Caron, Campina Grande do Sul/PR: Dalton Bertolim Pr&#233;coma; Irmandade Santa Casa de Miseric&#243;rdia de Curitiba, Curitiba/PR: Jos&#233; Augusto Ribas Fortes; Associa&#231;&#227;o Bom Samaritano-Hospital e Maternidade Santa Rita, Maring&#225;/PR: Raul D'Aurea Mora Junior; Hospital de Caridade S&#227;o Vicente de Paulo, Guarapuava/PR: Stefan Wolanski Negr&#227;o; Hospital S&#227;o Paulo, S&#227;o Paulo/SP: Ant&#244;nio Carlos de Camargo Carvalho; Hospital do Cora&#231;&#227;o, S&#227;o Paulo/SP: Edson Renato Romano; Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, S&#227;o Paulo/SP: Elizabete Silva dos Santos; Hospital Santa Paula, S&#227;o Paulo/SP: Otavio Celso Eluf Gebara; Hospital Bandeirantes, S&#227;o Paulo/SP: H&#233;lio Castello; Hospital S&#237;rio Liban&#234;s, S&#227;o Paulo/SP: Roberto Kalil Filho; Hospital Maternidade Celso Pierro-PUCCAMP, Campinas/SP: Jos&#233; Francisco Kerr Saraiva; Hospital Vera Cruz, Campinas/SP: S&#237;lvio Giopatto; Santa Casa de Votuporanga, Votuporanga/SP: Mauro Esteves Hernandes; Instituto de Mol&#233;stias Cardiovasculares, S&#227;o Jos&#233; do Rio Preto/SP: Gilmar Valdir Greque; Santa Casa de Mar&#237;lia, Mar&#237;lia/SP: Pedro Beraldo de Andrade; Hospital Regional de Presidente Prudente, Presidente Prudente/SP: Margaret Assad Cavalcante; Instituto Nacional de Cardiologia Laranjeiras, Rio de Janeiro/RJ: Marco Antonio de Mattos; Hospital Barra D'Or, Rio de Janeiro/RJ: Jo&#227;o Luiz Fernandes Petriz; Instituto Estadual de Cardiologia Aloysio de Castro, Rio de Janeiro/RJ: Roberto Bassan; Hospital Pr&#243;-Card&#237;aco, Rio de Janeiro/RJ: Luiz Ant&#244;nio de Almeida Campos; Hospital Prontocor, Rio de Janeiro/RJ: Paulo Henrique Godoy; Hospital Souza Aguiar, Rio de Janeiro/RJ: Marco Antonio da Costa Ara&#250;jo; Hospital Madre Tereza, Belo Horizonte/MG: Roberto Luiz Marino; Hospital Lifecenter, Belo Horizonte/MG: Estev&#227;o Lanna Figueiredo; Hospital Maternidade e Pronto-Socorro Santa L&#250;cia, Po&#231;os de Caldas/MG: Frederico Toledo Campo Dall'Orto; Funda&#231;&#227;o Hospitalar de Montes Claros, Montes Claro/MG: Antonio Jos&#233; Marinho Cedrim Filho; Instituto do Cora&#231;&#227;o do Triangulo Mineiro, Uberl&#226;ndia/MG: Roberto Vieira Botelho; S&#227;o Bernardo Apart Hospital, Colatina/ES: Jo&#227;o Miguel Malta Dantas; Hospital do Cora&#231;&#227;o do Brasil, Bras&#237;lia/DF: Alberto Gomes Faaues Fonseca; Instituto de Cardiologia do Distrito Federal, Bras&#237;lia/DF: N&#250;bia Welerson Vieira; Hospital Santa Isabel, Salvador/BA: Gilson Soares Feitosa Filho; Instituto Cardiopulmonar, Salvador/BA: Luiz Eduardo Fonteles Ritt; S&#227;o Lucas M&#233;dico Hospitalar, Aracaju/SE: Antonio Carlos Sobral Sousa; Hospital de Terapia Intensiva, Teresina/PI: Paulo M&#225;rcio Sousa Nunes; Hospital Portugu&#234;s, Recife/PE: S&#233;rgio Montenegro; Procape, Recife/PE: Isly Lucena de Barros; Hospital Dom H&#233;lder C&#226;mara, Cabo de Santo Agostinho/PE: Audes Feitosa; Hospital do Cora&#231;&#227;o do Cariri, Barbalha/CE: Francisco Carleial Feij&#243; de S&#225;; Hospital Universit&#225;rio da Universidade Federal do Maranh&#227;o, S&#227;o Luis/MA: Jos&#233; Albuquerque de Figueiredo Neto; Hospital de Cl&#237;nicas Gaspar Viana, Bel&#233;m/PA: H&#233;lder Jos&#233; Lima Reis; Hospital Universit&#225;rio Francisca Mendes, Manaus/AM: Mariano Brasil Terrazas.</p>
    <p>
      <bold>Potencial Conflito de Interesses</bold>
    </p>
    <p>Declaro n&#227;o haver conflito de interesses pertinentes.</p>
    <p>
      <bold>Fontes de Financiamento</bold>
    </p>
    <p>O presente estudo foi financiado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia.</p>
    <p>
      <bold>Vincula&#231;&#227;o Acad&#234;mica</bold>
    </p>
    <p>N&#227;o h&#225; vincula&#231;&#227;o deste estudo a programas de p&#243;s-gradua&#231;&#227;o.</p>
    <p>
      <bold>Refer&#234;ncias</bold>
    </p>
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    <p>
      <fn id="correspondencia" fn-type="corresp">
        <label>
          <bold>Correspond&#234;ncia: </bold>
        </label>
        <p> Luiz Alberto Piva e Mattos</p>
        <p> Av. Jandira, 550/121 - Moema</p>
        <p> 04080-003 - S&#227;o Paulo, SP - Brasil </p>
        <p> E-mail: </p>
        <p><email xlink:href="lmattos@cardiol.br">lmattos@cardiol.br</email>, </p>
        <p>
          <email xlink:href="pivmattos@uol.com.br">pivmattos@uol.com.br</email>
        </p>
      </fn>
    </p>
    <p>Artigo recebido em 27/12/10; revisado e recebido em 27/12/10; aceito em 21/03/11.</p>
    <p>Full texts in English - <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="http://www.arquivosonline.com.br"><bold><italic>http://www.arquivosonline.com.br</italic></bold></ext-link></p>
  </body>
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        <article-title xml:lang="es">Racionalidad y m&#233;todos del registro ACCEPT - registro brasile&#241;o de la pr&#225;ctica cl&#237;nica en los s&#237;ndromes coronarios agudos de la Sociedad Brasile&#241;a de Cardiolog&#237;a</article-title>
      </title-group>
      <abstract xml:lang="es">
        <p>FUNDAMENTO: Comprobaci&#243;n de la pr&#225;ctica cl&#237;nica brasile&#241;a en pacientes con el s&#237;ndrome coronario agudo en los hospitales p&#250;blicos y privados, que permitir&#225; identificar el vac&#237;o en la incorporaci&#243;n de intervenciones cl&#237;nicas con el comprobado beneficio. OBJETIVO: Elaborar un registro de pacientes portadores del diagn&#243;stico del s&#237;ndrome coronario agudo para comprobar los datos demogr&#225;ficos, morbilidad, mortalidad y la pr&#225;ctica est&#225;ndar en la atenci&#243;n de esa enfermedad. Adem&#225;s, evaluar la prescripci&#243;n de intervenciones basadas en evidencias, como la aspirina, estatinas, betabloqueantes y reperfusi&#243;n, entre otras. M&#201;TODOS: Estudio observacional de tipo registro prospectivo, con el fin de documentar la pr&#225;ctica cl&#237;nica hospitalaria del s&#237;ndrome coronario agudo, que se ha llevado a cabo en hospitales p&#250;blicos y privados brasile&#241;os. Por a&#241;adidura, ser&#225;n realizados el seguimiento longitudinal hasta el alta, la comprobaci&#243;n de la mortalidad y la aparici&#243;n de eventos graves a los 30 d&#237;as, 6 y 12 meses. RESULTADOS: Los resultados se presentar&#225;n un a&#241;o despu&#233;s del inicio de la recopilaci&#243;n (setiembre de 2011), y consolidados despu&#233;s de la reuni&#243;n de la poblaci&#243;n y de los objetivos posteriormente deseados. CONCLUSI&#211;N: El an&#225;lisis de ese registro multic&#233;ntrico permitir&#225; proyectar una perspectiva horizontal del tratamiento de los pacientes afectados con el s&#237;ndrome coronario agudo en Brasil.</p>
      </abstract>
      <kwd-group xml:lang="es">
        <kwd>S&#237;ndrome coronario agudo</kwd>
        <kwd>pr&#225;ctica cl&#237;nica basada en evidencias</kwd>
        <kwd>estudios multic&#233;ntricos</kwd>
      </kwd-group>
    </front-stub>
    <body>
      <p>
        <bold>ART&#205;CULO ESPECIAL</bold>
      </p>
      <p>
        <bold>Racionalidad y m&#233;todos del registro ACCEPT - registro brasile&#241;o de la pr&#225;ctica cl&#237;nica en los s&#237;ndromes coronarios agudos de la Sociedad Brasile&#241;a de Cardiolog&#237;a</bold>
      </p>
      <p>
        <bold>Investigadores del Registro ACCEPT-SBC</bold>
      </p>
      <p>Sociedade Brasileira de Cardiologia, Rio de Janeiro, RJ - Brasil</p>
      <p>
        <xref ref-type="corresp" rid="nota1-body2">Correspondencia</xref>
      </p>
      <p>
        <bold>RESUMEN</bold>
      </p>
      <p><bold>FUNDAMENTO:</bold> Comprobaci&#243;n de la pr&#225;ctica cl&#237;nica brasile&#241;a en pacientes con el s&#237;ndrome coronario agudo en los hospitales p&#250;blicos y privados, que permitir&#225; identificar el vac&#237;o en la incorporaci&#243;n de intervenciones cl&#237;nicas con el comprobado beneficio.</p>
      <p><bold>OBJETIVO:</bold> Elaborar un registro de pacientes portadores del diagn&#243;stico del s&#237;ndrome coronario agudo para comprobar los datos demogr&#225;ficos, morbilidad, mortalidad y la pr&#225;ctica est&#225;ndar en la atenci&#243;n de esa enfermedad. Adem&#225;s, evaluar la prescripci&#243;n de intervenciones basadas en evidencias, como la aspirina, estatinas, betabloqueantes y reperfusi&#243;n, entre otras.</p>
      <p><bold>M&#201;TODOS:</bold> Estudio observacional de tipo registro prospectivo, con el fin de documentar la pr&#225;ctica cl&#237;nica hospitalaria del s&#237;ndrome coronario agudo, que se ha llevado a cabo en hospitales p&#250;blicos y privados brasile&#241;os. Por a&#241;adidura, ser&#225;n realizados el seguimiento longitudinal hasta el alta, la comprobaci&#243;n de la mortalidad y la aparici&#243;n de eventos graves a los 30 d&#237;as, 6 y 12 meses.</p>
      <p><bold>RESULTADOS:</bold> Los resultados se presentar&#225;n un a&#241;o despu&#233;s del inicio de la recopilaci&#243;n (setiembre de 2011), y consolidados despu&#233;s de la reuni&#243;n de la poblaci&#243;n y de los objetivos posteriormente deseados.</p>
      <p><bold>CONCLUSI&#211;N:</bold> El an&#225;lisis de ese registro multic&#233;ntrico permitir&#225; proyectar una perspectiva horizontal del tratamiento de los pacientes afectados con el s&#237;ndrome coronario agudo en Brasil.</p>
      <p><bold>Palabras clave:</bold> S&#237;ndrome coronario agudo/epidemiolog&#237;a, pr&#225;ctica cl&#237;nica basada en evidencias, estudios multic&#233;ntricos.</p>
      <p>
        <bold>Introducci&#243;n</bold>
      </p>
      <p>Los recientes datos de la Organizaci&#243;n Mundial de la Salud, han demostrado que las enfermedades cardiovasculares, particularmente el infarto agudo del miocardio (IAM), representan la principal causa de la incapacidad y morbimortalidad en ambos sexos, tanto en Brasil como en todo el mundo<sup>1-3</sup>.</p>
      <p>Una vez que representa uno de los principales problemas de salud p&#250;blica, la b&#250;squeda por intervenciones que representen un beneficio comprobado en la reducci&#243;n de la incidencia de esa enfermedad y de sus complicaciones pasa a ser una prioridad. Entre las intervenciones con el beneficio comprobado en la reducci&#243;n de eventos cardiovasculares mayores, desatacamos las farmacol&#243;gicas, como aspirina, trombol&#237;ticos y antiplaquetarios, en la llegada del paciente al hospital, los inhibidores de la enzima de conversi&#243;n, las estatinas y los betabloqueantes en el alta, que demostraron la reducci&#243;n de riesgo relativo variando de 6,5 hasta un 25% en estudios previos<sup>4-8</sup>.</p>
      <p>Registros anteriores ya han demostrado que el uso de esas intervenciones en el escenario de los s&#237;ndromes coronarios agudos (SCA), todav&#237;a es algo no muy efectivo, y sugieren, en la llegada del paciente al hospital, tasas de utilizaci&#243;n de aspirina variando entre 91 y 92%, y en el alta, variando entre 90 y 95%, uso de estatina, en el alta, variando entre 26 y 57%, y el uso de betabloqueantes en el alta en menos de 63 a 77% de los pacientes<sup>9-14</sup>.</p>
      <p>La evaluaci&#243;n sobre su aparici&#243;n, por medio de un registro nacional de recolecci&#243;n controlada y de inicio reciente, podr&#225; documentar la pr&#225;ctica cl&#237;nica en el tratamiento de pacientes portadores de una SCA, sean ellos ingresados en hospitales brasile&#241;os p&#250;blicos y/o privados.</p>
      <p>
        <bold>M&#233;todos</bold>
      </p>
      <p>El registro representa un proyecto de documentaci&#243;n de la pr&#225;ctica cl&#237;nica actual de la atenci&#243;n a la SCA en Brasil, con el objetivo de identificar la incorporaci&#243;n de evidencias en la pr&#225;ctica cl&#237;nica del tratamiento de esa afecci&#243;n, involucrando a hospitales p&#250;blicos y privados. Tambi&#233;n ser&#225; realizado un seguimiento longitudinal de los pacientes hasta su alta, adem&#225;s de la verificaci&#243;n de la mortalidad en 30 d&#237;as, 6 y 12 meses.</p>
      <p>
        <bold>A. Delineamiento</bold>
      </p>
      <p>Se compilar&#225;n los pacientes con SCA atendidos en hospitales de la red p&#250;blica y privada para definir los datos relacionados con las caracter&#237;sticas demogr&#225;ficas, morbilidad, mortalidad y con la pr&#225;ctica diaria en el tratamiento de las SCA, como tambi&#233;n evaluar los est&#225;ndares de prescripci&#243;n de intervenciones con base en las evidencias (aspirina, estatinas, betabloqueantes, inhibidores de la enzima conversora de la angiotensina y reperfusi&#243;n) en la atenci&#243;n de esos pacientes.</p>
      <p>
        <bold>B. Caracterizaci&#243;n de la muestra</bold>
      </p>
      <p>Ser&#225;n seleccionados los pacientes cuyo m&#233;dico de la unidad de atenci&#243;n sospeche del diagn&#243;stico de SCA y planifique iniciar el tratamiento para esa condici&#243;n. As&#237;, los criterios de inclusi&#243;n y exclusi&#243;n de los pacientes ser&#225;n determinados no por el protocolo, sino por el juicio cl&#237;nico del m&#233;dico asistente. De cualquier forma, sugerimos con vehemencia que se incluyan los pacientes que tengan el cuadro cl&#237;nico conforme a lo descrito en la Cuadro 1. Pacientes admitidos con el diagn&#243;stico de dolor tor&#225;cico a ser definido, o con sospecha de origen coronario, ubicado en este registro, aunque no est&#233;n confirmados despu&#233;s de la aclaraci&#243;n diagn&#243;stica, ser&#225;n excluidos del mismo.</p>
      <p>
        <bold>C. Hospitales</bold>
      </p>
      <p>Los centros fueron seleccionados por medio de una invitaci&#243;n enviada por el comit&#233; directivo de este registro, como tambi&#233;n, de manera voluntaria, despu&#233;s de la exposici&#243;n de la oportunidad de participaci&#243;n en esta investigaci&#243;n, exhibida en el portal electr&#243;nico de la SBC, oportunidad ofrecida durante un per&#237;odo de 30 d&#237;as consecutivos. Todos los centros fueron invitados a rellenar un cuestionario previo para verificar la viabilidad de la operacionalizaci&#243;n de la participaci&#243;n del centro m&#233;dico. Los centros participantes est&#225;n desglosados al final del art&#237;culo.</p>
      <p>
        <bold>D. C&#225;lculo del tama&#241;o de la muestra</bold>
      </p>
      <p>Para detectar una proporci&#243;n de un 50% (por ejemplo, tasa de utilizaci&#243;n de estatinas en el alta o de pacientes que reciben reperfusi&#243;n), considerando un error de muestreo de un 2%, un alfa de 5% y un poder estad&#237;stico de un 90%, ser&#225; necesario incluir a 2.401 pacientes. Ese tama&#241;o de muestreo ser&#225; suficiente para responder a los objetivos primarios del estudio, lo que es factible dentro del primer a&#241;o de reclutamiento. Existe la planificaci&#243;n para que el ACCEPT contin&#250;e despu&#233;s de 12 meses, convocando un n&#250;mero mayor de pacientes, lo que permitir&#225; el an&#225;lisis futuro e inferencias sobre los predictores independientes de eventos cl&#237;nicos mayores.</p>
      <p>
        <bold>E. Desenlaces de inter&#233;s y definiciones</bold>
      </p>
      <p>Como desenlace primario, ser&#225; verificada la proporci&#243;n de pacientes que reciben intervenciones con un beneficio comprobado, demostrado por los indicadores (como, por ejemplo, aspirina a la entrada y en el alta, porcentaje de pacientes que reciben reperfusi&#243;n, o estatinas y betabloqueantes en el alta).</p>
      <p>Desenlaces secundarios: mortalidad total y eventos cardiovasculares mayores (reinfarto, accidente cerebrovascular, parada card&#237;aca fatal y no fatal, y mortalidad de causa cardiovascular) durante el ingreso, en hasta 30 d&#237;as, 6 y 12 meses.</p>
      <p>
        <bold>Mortalidad cardiovascular</bold>
      </p>
      <p>La mortalidad por causa cardiovascular se define como cualquier muerte de causa vascular e incluye las muertes que ocurren despu&#233;s de un infarto del miocardio, parada card&#237;aca, accidente cerebrovascular, procedimiento de revascularizaci&#243;n card&#237;aca (o sea, intervenci&#243;n coronario percut&#225;nea [ICP] o cirug&#237;a de revascularizaci&#243;n del miocardio [RM]), embolia pulmonar, o muertes por causa desconocida.</p>
      <p>
        <bold>Reinfarto</bold>
      </p>
      <p>Definido como un nuevo evento (adem&#225;s del que gener&#243; la inclusi&#243;n del paciente en el estudio), incluye <underline>por lo menos dos</underline> de los siguientes criterios:</p>
      <disp-quote>
        <p>&#149; S&#237;ntomas isqu&#233;micos con sospecha de SCA sin supradesnivelamiento del ST definidos como: historia m&#233;dica compatible con la nueva manifestaci&#243;n o un est&#225;ndar de empeoramiento de dolor tor&#225;cico caracter&#237;stico de isquemia (duraci&#243;n de por lo menos 10 minutos).</p>
        <p>&#149; Alteraciones en el electrocardiograma (ECG) compatible con una nueva isquemia [depresi&#243;n ST de por lo menos 1,0 mm, o elevaci&#243;n ST transitoria, o elevaci&#243;n ST de 1,0 mm o menos, o inversi&#243;n de la onda T superior a 3,0 mm en por lo menos dos derivaciones contiguas o enzimas card&#237;acas (Ej., CKMB), o biomarcadores (Troponina I o T), elevados por encima del l&#237;mite superior del rango normal*.</p>
      </disp-quote>
      <p>
        <italic>* Si al inicio del evento sospechoso, el biomarcador isqu&#233;mico estaba todav&#237;a elevado como resultado del evento &#237;ndice, deber&#225; haber una demostraci&#243;n de un nivel de marcador en ca&#237;da antes del inicio del evento sospechoso. Adem&#225;s, el pico siguiente del biomarcador isqu&#233;mico deber&#225; ser 1,5 veces el valor anterior al inicio del evento sospechoso. Esos criterios no necesitar&#225;n ser respetados si el biomarcador isqu&#233;mico no est&#225; elevado antes del inicio del evento sospechoso.</italic>
      </p>
      <p>Nuevas ondas Q, mayores o iguales que 0,04 segundos, o patolog&#237;a distinta de la del evento que motiv&#243; la inclusi&#243;n del paciente (o sea, considerada como una nueva desde la inclusi&#243;n del paciente en el estudio).</p>
      <p>
        <bold>Parada card&#237;aca no fatal</bold>
      </p>
      <p>Parada card&#237;aca no fatal se define como la resucitaci&#243;n exitosa de una fibrilaci&#243;n ventricular documentada o presumida, taquicardia ventricular mantenida, asistolia o actividad el&#233;ctrica sin pulso que requiere resucitaci&#243;n cardiopulmonar, terapia</p>
      <p> farmacol&#243;gica o desfibrilaci&#243;n card&#237;aca.</p>
      <p>
        <bold>Accidente cerebrovascular</bold>
      </p>
      <p>El accidente cerebrovascular es el inicio r&#225;pido de un nuevo d&#233;ficit neurol&#243;gico persistente con duraci&#243;n superior a 24 horas. En el caso de diagn&#243;stico cl&#237;nico de ACV, la tomograf&#237;a computadorizada (TC) o imagen por resonancia nuclear magn&#233;tica (RNM), es altamente recomendada, pero no es obligatoria, y queda a juicio del equipo asistente su instalaci&#243;n. Tambi&#233;n los ACVs se clasificar&#225;n como "isqu&#233;micos" o "hemorr&#225;gicos", con base en los datos de la imagen, o de "causa incierta" si los datos de imagen no est&#225;n a disposici&#243;n.</p>
      <p>El diagrama de flujo operacional de este registro aparece en la Figura 1.</p>
      <p>
        <bold>F. Desglose de las visitas cl&#237;nicas</bold>
      </p>
      <p><italic>Visita &#237;ndice</italic> - evaluaci&#243;n de los criterios de inclusi&#243;n/ exclusi&#243;n, datos demogr&#225;ficos, historia m&#233;dica/quir&#250;rgica, electrocardiograma, marcadores de necrosis mioc&#225;rdica y el tratamiento realizado.</p>
      <p><italic>Visita de alta hospitalaria o d&#237;a 7 (o lo que ocurra primero) - </italic>evaluaci&#243;n de las complicaciones hospitalarias y medicaciones.</p>
      <p><italic>Visita de seguimiento d&#237;a 30 -</italic>evaluaci&#243;n de los eventos cardiovasculares mayores y medicaciones.</p>
      <p><italic>Visita de seguimiento 6 meses -</italic>evaluaci&#243;n de los eventos cardiovasculares mayores y medicaciones.</p>
      <p><italic>Visita de seguimiento 12 meses - </italic>evaluaci&#243;n de los eventos cardiovasculares mayores y medicaciones.</p>
      <p>
        <bold>G. An&#225;lisis estad&#237;stico</bold>
      </p>
      <p>Las variables cuantitativas ser&#225;n descritas por un promedio y por una desviaci&#243;n est&#225;ndar en presencia de una distribuci&#243;n normal o mediana y amplitud intercuartil en presencia de una distribuci&#243;n asim&#233;trica. Las variables cualitativas ser&#225;n presentadas por frecuencias absolutas (n&#250;mero de pacientes) y relativas (porcentajes).</p>
      <p>Considerando todos los centros, los desenlaces ser&#225;n descritos por porcentaje global y por el porcentaje prescrito en cada centro, siendo expresados por medio de proporciones y sus respectivos intervalos de confianza de un 95%. En el caso de que haya una gran variabilidad en la prescripci&#243;n, se generar&#225; un promedio ponderado por la variancia en cada centro.</p>
      <p>Para los modelos de regresi&#243;n, vamos a relatar los <italic>Odds Ratios </italic>probabilidad o la relaci&#243;n de riesgo, el error est&#225;ndar correspondiente, los intervalos de confianza de un 95% y los valores-p asociados. Vamos a relatar los valores-p hasta tres puntos decimales con valores-p inferiores a 0,001 relatados como p &lt; 0,001. En todos los test, usaremos el nivel de significancia alfa bicaudal = 0,05. El examen de residuos nos suministrar&#225; una evaluaci&#243;n de las suposiciones de modelo para los an&#225;lisis de regresi&#243;n. El test <italic>Goodness-of-fit </italic>de los modelos ser&#225; realizado utilizando los test apropiados. Los an&#225;lisis se har&#225;n usando Stata versi&#243;n 10.0.</p>
      <p>
        <bold>H. Financiaci&#243;n </bold>
      </p>
      <p>Este Registro pertenece a la Sociedad Brasile&#241;a de Cardiolog&#237;a que utiliza recursos financieros dedicados a ese objetivo para su ejecuci&#243;n. El Instituto de Ense&#241;anza e Investigaci&#243;n del <italic>Hospital do Cora&#231;&#227;o de S&#227;o Paulo </italic>(HCor/ ASS), fue contratado para operacionalizar la ejecuci&#243;n de este registro, bajo la coordinaci&#243;n de la Sociedad Brasile&#241;a de Cardiolog&#237;a. Los integrantes del Comit&#233; Directivo del registro aparecen al final de este art&#237;culo.</p>
      <p>
        <bold>I. Controle de calidad de los datos</bold>
      </p>
      <p>Todos los centros recibir&#225;n un entrenamiento del protocolo y del sistema electr&#243;nico presencial o ser&#225;n contactados por tel&#233;fono, estando el equipo de coordinaci&#243;n disponible para solucionar cualquier duda.</p>
      <p>El control de casualidad de los datos del estudio ser&#225; efectuado por varias estrategias, como ficha electr&#243;nica dedicada a la recolecci&#243;n de las variables clinicas, chequeo central de datos, monitorizaci&#243;n presencial de los 5 centros con mayor n&#250;mero de pacientes reclutados, y por sorteo aleatorio de un 20% de los centros para monitorizaci&#243;n presencial.</p>
      <p>
        <bold>J. Aspectos &#233;ticos</bold>
      </p>
      <p>El protocolo fue aprobado por el Comit&#233; de &#201;tica en Investigaci&#243;n (CEI) del <italic>Hospital do Cora&#231;&#227;o de S&#227;o Paulo </italic>-SP (HCor/ASS), el 22/06/2010, bajo el n&#250;mero de registro 117/2010 y consecuentemente cada centro participante tambi&#233;n obtuvo su aprobaci&#243;n en su CEI local.</p>
      <p>Todos los pacientes firmar&#225;n el T&#233;rmino de Consentimiento Informado y el estudio cl&#237;nico ser&#225; llevado a cabo a tono con los principios de la revisi&#243;n actual de la Declaraci&#243;n de Helsinki y de las Directrices de Buenas Pr&#225;cticas Cl&#237;nicas en su versi&#243;n m&#225;s reciente, y de la Resoluci&#243;n 196/96. Tambi&#233;n se respetar&#225;n las exigencias legales locales y de reglamentaci&#243;n de Brasil.</p>
      <p>
        <bold>Pol&#237;tica de publicaci&#243;n</bold>
      </p>
      <p>Todas las presentaciones del estudio y/o publicaci&#243;n de resultados tendr&#225;n como base los datos claros, verificados y validados, para garantizar la precisi&#243;n de los resultados. Los detalles sobre la responsabilidad y la consecuci&#243;n de esas presentaciones y/o publicaciones, quedar&#225;n definidos en conjunto con la Sociedad Brasile&#241;a de Cardiolog&#237;a.</p>
      <p>La publicaci&#243;n de las principales conclusiones del presente estudio tendr&#225; su autor&#237;a con base en los aportes de los centros al estudio en general. Todos los participantes en el registro (investigadores y miembros de los comit&#233;s), deber&#225;n delegar su autoridad por antelaci&#243;n a la Sociedad Brasile&#241;a de Cardiolog&#237;a y al Instituto de Ense&#241;anza y Investigaci&#243;n del <italic>Hospital do Cora&#231;&#227;o </italic>-IEP -Hcor para la presentaci&#243;n y/o publicaci&#243;n de los principales resultados. Cualquier presentaci&#243;n o publicaci&#243;n por parte de alg&#250;n participante en el ensayo deber&#225; mencionar el estudio y tener la aprobaci&#243;n de la Sociedad Brasile&#241;a de Cardiolog&#237;a.</p>
      <p>
        <bold>Recolecci&#243;n de los datos</bold>
      </p>
      <p>Hasta el d&#237;a 15 de febrero de 2011, contabilizamos 51 centros participantes, siendo 38 ya activos y con un total de 850 pacientes incluidos, desde agosto de 2010 (35,4% del total deseado). El t&#233;rmino de la inclusi&#243;n est&#225; previsto para el final del primer semestre de 2011.</p>
      <p>
        <bold>Organizaci&#243;n</bold>
      </p>
      <p><italic>Investigadores principales - </italic>Luiz Alberto Piva e Mattos y Ot&#225;vio Berwanger.</p>
      <p><italic>Comit&#233; directivo -</italic> Luiz Alberto Piva e Mattos, Ot&#225;vio Berwanger, Jorge Ilha Guimar&#227;es, F&#225;bio S&#226;ndoli de Brito, Renato A. Kalil, &#194;ngelo V. de Paola, H&#233;lio Penna Guimar&#227;es y Alexandre Biasi Cavalcanti.</p>
      <p><italic>Coordinaci&#243;n en el Instituto de Ense&#241;anza e Investigaci&#243;n del HCor -</italic> H&#233;lio Penna Guimar&#227;es, Eliana Vieira Santucci, Luis Paulo Duprat, Karina Normilio da Silva, Alessandra Akiko Kodama, Marcos Thadeu de Tenuta Junior y Ana Denise Zazula.</p>
      <p><italic>Propiedad intelectual - </italic>Sociedad Brasile&#241;a de Cardiolog&#237;a.</p>
      <p><italic>Coordinaci&#243;n y supervisi&#243;n - </italic>Sociedad Brasile&#241;a de Cardiolog&#237;a y IEP-HCor.</p>
      <p>
        <bold>Centros investigadores participantes</bold>
      </p>
      <p>IMV M&#227;e de Deus, Porto Alegre/RS: Euler Roberto Fernandes Manenti; Hospital Moinhos de Vento, Porto Alegre/RS: Eduardo Costa Duarte Barbosa; Instituto de Cardiologia-Funda&#231;&#227;o Universit&#225;ria de Cardiologia, Porto Alegre/RS: Oscar Pereira Dutra; Irmandade Santa Casa de Miseric&#243;rdia de Porto Alegre/Hospital S&#227;o Francisco, Porto Alegre/RS: Paulo Ernesto Le&#227;es; Hospital de Cl&#237;nicas de Porto Alegre, Porto Alegre/RS: Carisi Anne Polanckzyk; Instituto de Cardiologia Uruguaiana, Uruguaiana/RS: Sidney Campodonico Filho; Hospital S&#227;o Vicente, Passo Fundo/RS: Hugo Vargas Filho; Hospital Santa Izabel, Blumenau/SC: S&#233;rgio Luiz Zimmermann; Instituto de Cardiologia S&#227;o Jos&#233;, S&#227;o Jos&#233;/SC: Ilnei Pereira Filho; Centro Hospitalar UNIMED, Joinville/ SC: Rog&#233;rio Carregoza Dantas; Sociedade Hospitalar Angelina Caron, Campina Grande do Sul/PR: Dalton Bertolim Pr&#233;coma; Irmandade Santa Casa de Miseric&#243;rdia de Curitiba, Curitiba/PR: Jos&#233; Augusto Ribas Fortes; Associa&#231;&#227;o Bom Samaritano-Hospital e Maternidade Santa Rita, Maring&#225;/PR: Raul D'Aurea Mora Junior; Hospital de Caridade S&#227;o Vicente de Paulo, Guarapuava/PR: Stefan Wolanski Negr&#227;o; Hospital S&#227;o Paulo, S&#227;o Paulo/SP: Ant&#244;nio Carlos de Camargo Carvalho; Hospital do Cora&#231;&#227;o, S&#227;o Paulo/SP: Edson Renato Romano; Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, S&#227;o Paulo/SP: Elizabete Silva dos Santos; Hospital Santa Paula, S&#227;o Paulo/SP: Otavio Celso Eluf Gebara; Hospital Bandeirantes, S&#227;o Paulo/SP: H&#233;lio Castello; Hospital S&#237;rio Liban&#234;s, S&#227;o Paulo/SP: Roberto Kalil Filho; Hospital Maternidade Celso Pierro-PUCCAMP, Campinas/SP: Jos&#233; Francisco Kerr Saraiva; Hospital Vera Cruz, Campinas/SP: S&#237;lvio Giopatto; Santa Casa de Votuporanga, Votuporanga/SP: Mauro Esteves Hernandes; Instituto de Mol&#233;stias Cardiovasculares, S&#227;o Jos&#233; do Rio Preto/SP: Gilmar Valdir Greque; Santa Casa de Mar&#237;lia, Mar&#237;lia/SP: Pedro Beraldo de Andrade; Hospital Regional de Presidente Prudente, Presidente Prudente/SP: Margaret Assad Cavalcante; Instituto Nacional de Cardiologia Laranjeiras, Rio de Janeiro/RJ: Marco Antonio de Mattos; Hospital Barra D'Or, Rio de Janeiro/RJ: Jo&#227;o Luiz Fernandes Petriz; Instituto Estadual de Cardiologia Aloysio de Castro, Rio de Janeiro/RJ: Roberto Bassan; Hospital Pr&#243;-Card&#237;aco, Rio de Janeiro/RJ: Luiz Ant&#244;nio de Almeida Campos; Hospital Prontocor, Rio de Janeiro/RJ: Paulo Henrique Godoy; Hospital Souza Aguiar, Rio de Janeiro/RJ: Marco Antonio da Costa Ara&#250;jo; Hospital Madre Tereza, Belo Horizonte/MG: Roberto Luiz Marino; Hospital Lifecenter, Belo Horizonte/MG: Estev&#227;o Lanna Figueiredo; Hospital Maternidade e Pronto-Socorro Santa L&#250;cia, Po&#231;os de Caldas/MG: Frederico Toledo Campo Dall'Orto; Funda&#231;&#227;o Hospitalar de Montes Claros, Montes Claro/MG: Antonio Jos&#233; Marinho Cedrim Filho; Instituto do Cora&#231;&#227;o do Triangulo Mineiro, Uberl&#226;ndia/MG: Roberto Vieira Botelho; S&#227;o Bernardo Apart Hospital, Colatina/ES: Jo&#227;o Miguel Malta Dantas; Hospital do Cora&#231;&#227;o do Brasil, Bras&#237;lia/ DF: Alberto Gomes Faaues Fonseca; Instituto de Cardiologia do Distrito Federal, Bras&#237;lia/DF: N&#250;bia Welerson Vieira; Hospital Santa Isabel, Salvador/BA: Gilson Soares Feitosa Filho; Instituto Cardiopulmonar, Salvador/BA: Luiz Eduardo Fonteles Ritt; S&#227;o Lucas M&#233;dico Hospitalar, Aracaju/SE: Antonio Carlos Sobral Sousa; Hospital de Terapia Intensiva, Teresina/PI: Paulo M&#225;rcio Sousa Nunes; Hospital Portugu&#234;s, Recife/PE: S&#233;rgio Montenegro; Procape, Recife/PE: Isly Lucena de Barros; Hospital Dom H&#233;lder C&#226;mara, Cabo de Santo Agostinho/ PE: Audes Feitosa; Hospital do Cora&#231;&#227;o do Cariri, Barbalha/ CE: Francisco Carleial Feij&#243; de S&#225;; Hospital Universit&#225;rio da Universidade Federal do Maranh&#227;o, S&#227;o Luis/MA: Jos&#233; Albuquerque de Figueiredo Neto; Hospital de Cl&#237;nicas Gaspar Viana, Bel&#233;m/PA: H&#233;lder Jos&#233; Lima Reis; Hospital Universit&#225;rio Francisca Mendes, Manaus/AM: Mariano Brasil Terrazas.</p>
      <p>
        <bold>Potencial Conflicto de Intereses</bold>
      </p>
      <p>Declaro no haber conflicto de intereses pertinentes.</p>
      <p>
        <bold>Fuentes de Financiaci&#243;n</bold>
      </p>
      <p>Sociedade Brasileira de Caiologia financi&#243; el presente estudio.</p>
      <p>
        <bold>Vinculaci&#243;n Acad&#233;mica</bold>
      </p>
      <p>No hay vinculaci&#243;n de este estudio a programas de postgrado.</p>
      <p>
        <bold>Referencias</bold>
      </p>
      <p content-type="ref-to-delete">1. World Health Organization. The World Health Report 2005: health systems: improving performance. Geneva: WHO; 2005. </p>
      <p content-type="ref-to-delete">2. Minist&#233;rio da Sa&#250;de. Indicadores de sa&#250;de. [Citado em 2010 mar 09]. Dispon&#237;vel em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="http://www.datasus.gov.br">http://www.datasus.gov.br</ext-link>. </p>
      <p content-type="ref-to-delete">3. Heart Disease and Stroke Statistics - 2009 Update: a report from the America Subcommittee; Lloyd-Jones D, Adams R, Carnethon M, De Simone G, Ferguson TB, Flegal K, et al. Circulation. 2009;119(3):e21-e181. </p>
      <p content-type="ref-to-delete">4. Zipes DP, Camm AJ, Borggrefe M, Buxton AE, Chaitman B, Fromer M, et al. ACC/AHA/ESC 2006 guidelines for management of patients with ventricular arrhythmias and the prevention of sudden cardiac death: a report of the American College of Cardiology/American Heart Association Task Force and the European Society of Cardiology Committee for Practice Guidelines (Writing Committee to Develop Guidelines for Management of Patients With Ventricular Arrhythmias and the Prevention of Sudden Cardiac Death). J Am Coll Cardiol. 2006;48(5):e247-e346. </p>
      <p content-type="ref-to-delete">5. Antman EM, Hand M, Armstrong PW, Bates ER, Green LA, Halasyamani LK, et al. 2007 Focused Update of the ACC/AHA 2004 Guidelines for the Management of Patients With ST-Elevation Myocardial Infarction: a report of the American College of Cardiology/American Heart Association Task Force on Practice Guidelines: developed in collaboration With the Canadian Cardiovascular Society endorsed by the American Academy of Family Physicians: 2007 Writing Group to Review New Evidence and Update the ACC/AHA 2004 Guidelines for the Management of Patients With ST-Elevation Myocardial Infarction, Writing on Behalf of the 2004 Writing Committee. Circulation. 2008;117(2):296-329. </p>
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      <p content-type="ref-to-delete">7. King SB 3rd, Smith SC Jr, Hirshfeld JW Jr, Jacobs AK, Morrison DA, Williams DO, et al. 2007 Focused Update of the ACC/AHA/SCAI 2005 Guideline Update for Percutaneous Coronary Intervention: a report of the American College of Cardiology/American Heart Association Task Force on Practice Guidelines: 2007 Writing Group to Review New Evidence and Update the ACC/AHA/SCAI 2005 Guideline Update for Percutaneous Coronary Intervention, Writing on Behalf of the 2005 Writing Committee. Circulation. 2008;117(2):261-95. </p>
      <p content-type="ref-to-delete">8. Anderson JL, Adams CD, Antman EM, Bridges CR, Califf RM, Casey DE Jr, et al. ACC/AHA 2007 guidelines for the management of patients with unstable angina/non ST-elevation myocardial infarction: a report of the American College of Cardiology/American Heart Association Task Force on Practice Guidelines (Writing Committee to Revise the 2002 Guidelines for the Management of Patients With Unstable Angina/Non ST-Elevation Myocardial Infarction): developed in collaboration with the American College of Emergency Physicians, the Society for Cardiovascular Angiography and Interventions, and the Society of Thoracic Surgeons: endorsed by the American Association of Cardiovascular and Pulmonary Rehabilitation and the Society for Academic Emergency Medicine. Circulation. 2007;116(7):e148-e304. </p>
      <p content-type="ref-to-delete">9. Piegas LS, Feitosa G, Mattos LA, Nicolau JC, Rossi Neto JM; Sociedade Brasileira de Cardiologia. Diretriz sobre tratamento do infarto agudo do mioc&#225;rdio com supradesn&#237;vel do segmento ST. Arq Bras Cardiol. 2009;93(6 supl.2):e179-e264. </p>
      <p content-type="ref-to-delete">10. Piegas LS, Guimar&#227;es HP, Avezum A, Smith P, Berwanger O, Rossi Neto JM, et al. Registro brasileiro de s&#237;ndromes coron&#225;rias agudas: resultados iniciais. 60&#186; Congresso da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Porto Alegre, 2005 set 17-20.  Arq Bras Cardiol. 2005;85(supl. 4):11. </p>
      <p content-type="ref-to-delete">11. The GRACE Registry. [Citado em 2010 maio 3]. Dispon&#237;vel em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="http://www.outcomes-umassmed.org/grace/">http://www.outcomes-umassmed.org/grace/</ext-link>. </p>
      <p content-type="ref-to-delete">12. Farkouh ME, Smars PA, Reeder GS, Zinsmeister AR, Evans RW, Meloy TD, et al. A clinical trial of a chest-pain observation unit for patients with unstable angina. Chest Pain Evaluation in the Emergency Room (CHEER) Investigators. N Engl J Med.1998;339(26):1882-8. </p>
      <p content-type="ref-to-delete">13. Avezum A, Guimar&#227;es HP, Berwanger O, Piegas LS. Aspectos epidemiol&#243;gicos do infarto agudo do mioc&#225;rdio no Brasil. Rev Bras Clin Terap. 2005;31(2):93-6. </p>
      <p>14. Grimshaw J, Eccles M, Thomas R, MacLennan G, Ramsay C, Fraser C et al. Toward evidence-based quality improvement: evidence (and its limitations) of the effectiveness of guideline dissemination and implementation strategies 1966-1998. J Gen Intern Med. 2006;21(Suppl 2):S14-S20.      </p>
      <p>
        <fn id="nota1-body2" fn-type="corresp">
          <label>
            <bold>Correspondencia:</bold>
          </label>
          <p> Luiz Alberto Piva e Mattos</p>
          <p> Av. Jandira, 550/121 - Moema</p>
          <p> 04080-003 - S&#227;o Paulo, SP - Brasil</p>
          <p> E-mail: </p>
          <p><email xlink:href="lmattos@cardiol.br">lmattos@cardiol.br</email>, </p>
          <p>
            <email xlink:href="pivmattos@uol.com.br">pivmattos@uol.com.br</email>
          </p>
        </fn>
      </p>
      <p>Art&#237;culo recibido el 27/12/10; revisado recibido el 18/03/11; aceptado el 21/03/11.</p>
    </body>
  </sub-article>
  <sub-article article-type="translation" id="TRen" xml:lang="en">
    <front-stub>
      <article-categories>
        <subj-group subj-group-type="heading">
          <subject>Special Article</subject>
        </subj-group>
      </article-categories>
      <title-group>
        <article-title xml:lang="en">Rationality and methods of ACCEPT registry - Brazilian Registry of Clinical Practice in Acute Coronary Syndromes of the Brazilian Society of Cardiology</article-title>
      </title-group>
      <abstract xml:lang="en">
        <p>BACKGROUND: Assessing the Brazilian clinical practice in patients with acute coronary syndrome, in public and private hospitals to identify gaps in the incorporation of clinical interventions with proven benefit. OBJECTIVE:To develop a registry of patients diagnosed with acute coronary syndrome to assess demographics, morbidity, mortality, and standard practice in the care of this condition. Besides, to assess the prescription of evidence-based interventions such as aspirin, statins, beta blockers and reperfusion, among others. METHODS: Registry-type prospective observational study intended to document hospital clinical practices of acute coronary syndrome in public and private hospitals in Brazil. In addition, longitudinal follow-up will be held until discharge and measurement of mortality and occurrence of serious events at 30 days, 6 and 12 months. RESULTS: The findings will be presented one year after the start of collection (September 2011), and consolidated after a meeting with the population to discuss the objectives sought. CONCLUSION: The analysis of this multicenter registry will design a horizontal perspective for the treatment of patients suffering from cardiovascular disease in Brazil.</p>
      </abstract>
      <kwd-group xml:lang="en">
        <kwd>Acute coronary syndrome</kwd>
        <kwd>evidence-based practice</kwd>
        <kwd>multicenter studies</kwd>
      </kwd-group>
    </front-stub>
    <body>
      <p>
        <bold>Rationality and methods of ACCEPT registry - Brazilian Registry of Clinical Practice in Acute Coronary Syndromes of the Brazilian Society of Cardiology</bold>
      </p>
      <p>
        <bold>Luiz Alberto Piva e Mattos</bold>
      </p>
      <p>Sociedade Brasileira de Cardiologia, Rio de Janeiro, RJ - Brazil</p>
      <p>
        <xref ref-type="corresp" rid="correspondence-body3">Mailing address</xref>
      </p>
      <p>
        <bold>ABSTRACT</bold>
      </p>
      <p><bold>BACKGROUND: </bold>Assessing the Brazilian clinical practice in patients with acute coronary syndrome, in public and private hospitals to identify gaps in the incorporation of clinical interventions with proven benefit.</p>
      <p><bold>OBJECTIVE: </bold>To develop a registry of patients diagnosed with acute coronary syndrome to assess demographics, morbidity, mortality, and standard practice in the care of this condition. Besides, to assess the prescription of evidence-based interventions such as aspirin, statins, beta blockers and reperfusion, among others.</p>
      <p><bold>METHODS: </bold>Registry-type prospective observational study intended to document hospital clinical practices of acute coronary syndrome in public and private hospitals in Brazil. In addition, longitudinal follow-up will be held until discharge and measurement of mortality and occurrence of serious events at 30 days, 6 and 12 months.</p>
      <p><bold>RESULTS: </bold>The findings will be presented one year after the start of collection (September 2011), and consolidated after a meeting with the population to discuss the objectives sought.</p>
      <p><bold>CONCLUSION: </bold>The analysis of this multicenter registry will design a horizontal perspective for the treatment of patients suffering from cardiovascular disease in Brazil. (Arq Bras Cardiol. 2011; [online].ahead print, PP.0-0)</p>
      <p><bold>Keywords: </bold>Acute coronary syndrome/epidemiology; evidence-based practice; multicenter studies.</p>
      <p>
        <bold>Introduction</bold>
      </p>
      <p>Recent data from the World Health Organization reveal that cardiovascular diseases, particularly acute myocardial infarction (AMI), are the main cause of disability and morbidity and mortality in both sexes, both in Brazil and in the world<sup>1-3</sup>.</p>
      <p>Since it is a major public health problem, the search for interventions that have proven benefits in reducing the incidence of this disease and its complications is a priority. Interventions with proven benefit in reducing major cardiovascular events include drugs such as aspirin, thrombolytics and antiplatelet agents at hospital admission, converting enzyme inhibitors, statins and beta blockers at discharge. These have reduced the relative risk ranging from 6.5 to 25% in previous studies<sup>4-8</sup>.</p>
      <p>Previous records showed that use of these interventions in the setting of acute coronary syndromes (ACS) is still sub-optimal, suggesting, upon admission, aspirin usage rates ranging from 91 to 92%, and upon discharge, ranging between 90-95%, statin usage upon discharge ranging between 26 and 57%, and beta-blocker usage upon discharge in less than 63 to 77% of patients<sup>9-14</sup>.</p>
      <p>The assessment of its occurrence, through a national registry for controlled collection recently implemented, can thus document the clinical practice in the treatment of patients with ACS, whether hospitalized in public and/or private hospitals in Brazil.</p>
      <p>
        <bold>Methods</bold>
      </p>
      <p>The registry represents a documentation project of the current clinical practice of service to ACS in Brazil aiming to identify the incorporation of evidence into the clinical practice of treatment of this disease, involving public and private hospitals. Additionally, there will be longitudinal follow-up of patients until their discharge from hospital, besides checking mortality within 30 days, 6 and 12 months.</p>
      <p>
        <bold>A. Design</bold>
      </p>
      <p>ACS patients treated in public and private hospitals will be compiled to define data related to demographic characteristics, morbidity, mortality and daily practice in the treatment of ACS, and assess patterns of prescription of evidence-based interventions (aspirin, statins, beta blockers, angiotensin-converting enzyme inhibitors and reperfusion).</p>
      <p>
        <bold>B. Sample characteristics</bold>
      </p>
      <p>Patients whose physician from the medical care suspects of diagnosis of ACS and plan to start treating this condition will be eligible. Thus, the criteria for inclusion and exclusion of patients will be determined not by the protocol but by clinical trial of the assisting doctor. Anyway, it is strongly suggested to include patients presenting the clinical picture as described in <xref ref-type="fig" rid="box01-body3">Box 1</xref>. Patients admitted with the diagnosis of chest pain to be clarified, with suspected coronary origin, allocated in this registry, but not confirmed, after the final diagnosis, will be excluded from it.</p>
      <fig id="box01-body3">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-97-02-0094-00064-gf01-en.jpg"/></fig>
      <p>
        <bold>C. Hospitals</bold>
      </p>
      <p>The centers were selected by invitation sent by the steering committee of this registry and voluntarily after communication about the opportunity to participate in this research on SBC's website for a period of 30 consecutive days. All centers were asked to complete a preliminary inquiry to check the feasibility of having the the participation of the medical center. The participating centers are listed at the end of this article.</p>
      <p>
        <bold>D. Calculation of sample size</bold>
      </p>
      <p>In order to detect a proportion of 50% (e.g., rate of usage of statins upon discharge or patients who receive reperfusion), considering a sampling error of 2%, an alpha of 5% and a statistical power of 90%, it will be necessary to include 2,401 patients. This sample size is sufficient to meet the primary objectives of the study, which is feasible within the first year of recruitment. ACCEPT is expected to continue after 12 months, enlisting a larger number of patients, enabling further analysis and inferences about independent predictors of major clinical events.</p>
      <p>
        <bold>E. Outcomes of interest and definitions</bold>
      </p>
      <p>As a primary outcome, the proportion of patients receiving interventions with proven benefits demonstrated by the indicators (e.g., aspirin upon admission and upon discharge, percentage of patients receiving reperfusion, or statins and beta blockers upon discharge).</p>
      <p>Secondary outcomes: total mortality and major cardiovascular events (reinfarction, stroke, fatal and nonfatal cardiac arrest, and cardiovascular mortality) during hospitalization, within 30 days, 6 and 12 months.</p>
      <p>
        <bold>Cardiovascular mortality</bold>
      </p>
      <p>Cardiovascular mortality is defined as any death due to vascular causes and includes deaths that occur after a myocardial infarction, heart failure, stroke, cardiac revascularization procedure (i.e., percutaneous coronary intervention [PCI] or coronary artery bypass grafting [CABG]), pulmonary embolism, or death from unknown causes.</p>
      <p>
        <bold>Reinfarction</bold>
      </p>
      <p>Set as a new event (beyond what encouraged the patient's inclusion in the study), includes <underline>at least two</underline> of the following criteria:</p>
      <disp-quote>
        <p>&#149; Ischemic symptoms suspected as ACS without ST elevation defined as: medical history compatible with the new event or a pattern of worsening chest pain characteristic of ischemia (lasting at least 10 minutes).</p>
        <p>&#149; Abnormalities in the electrocardiogram (ECG) compatible with new ischemia [ST depression of at least 1.0 mm or transient ST elevation or ST elevation of 1.0 mm or less, or T-wave inversion of more than 3.0 mm in at least two contiguous leads or cardiac enzymes (e.g., CK), or biomarkers (Troponin I or T) elevated above the upper limit of normal range*.</p>
      </disp-quote>
      <p>* <italic>If at the beginning of the suspicious event the ischemic biomarker was still high as a result of the index event, there should be demonstration of a falling marker level before the suspicious event. Moreover, the subsequent peak of the ischemic biomarker should be 1.5 times the level prior to the start of the event suspected. These criteria do not need to be met if the ischemic biomarker is not high before the event suspected.</italic></p>
      <p>New Q waves, greater than or equal to 0.04 seconds, or pathology distinct from that event that prompted the patient's inclusion (i.e., considered as new since the patient's inclusion in the study).</p>
      <p>
        <bold>Nonfatal cardiac arrest</bold>
      </p>
      <p>Nonfatal cardiac arrest is defined as the successful resuscitation of a ventricular fibrillation documented or suspected, sustained ventricular tachycardia, asystole or pulseless electrical activity requiring cardiopulmonary resuscitation, drug therapy or cardiac defibrillation.</p>
      <p>
        <bold>Cerebrovascular accident</bold>
      </p>
      <p>Stroke is the rapid onset of a new neurologic deficit persisting longer than 24 hours. In the case of clinical diagnosis of stroke, computed tomography (CT) or magnetic resonance imaging (MRI) is highly recommended but not mandatory, at the discretion of the assisting team. Additionally, strokes are classified as "ischemic" or "hemorrhagic", based on image data, or of "unknown cause" if the image data are not available.</p>
      <p>The operational flowchart of this record is shown in <xref ref-type="fig" rid="en_aop05411fig01-body3">Figure 1</xref>.</p>
      <p content-type="asset">
        <fig id="en_aop05411fig01-body3">
          <graphic xlink:href="1678-4170-abc-97-02-0094-00064-gf02-en.jpg"/></fig>
      </p>
      <p>
        <bold>F. Details of clinical visits</bold>
      </p>
      <p><italic>Index visit -</italic> assessment of inclusion/exclusion criteria, demographic data, medical/surgical history, electrocardiogram, myocardial necrosis markers and treatment.</p>
      <p><italic>Hospital discharge or day 7 visit (whichever comes first) -</italic> assessment of hospital complications and medications.</p>
      <p><italic>Day 30 follow-up visit -</italic> assessment of cardiovascular events and drugs.</p>
      <p><italic>Month 6 follow-up visit -</italic> assessment of cardiovascular events and drugs.</p>
      <p><italic>Month 12 follow-up visit -</italic> assessment of cardiovascular events and drugs.</p>
      <p>
        <bold>G. Statistical analysis</bold>
      </p>
      <p>Quantitative variables are expressed as mean and standard deviation in the presence of normal or median distribution and interquartile range in the presence of asymmetric distribution. Qualitative variables are presented in absolute frequencies (number of patients) and relative frequencies (percentage).</p>
      <p>Considering all centers, the outcomes will be described by an overall percentage and the percentage prescribed in each center and will be expressed by means of proportions and their confidence intervals of 95%. Where there is great variability in prescription, a weighted average variance at each center will be generated.</p>
      <p>For regression models, we will report the odds ratio or hazard ratio, the corresponding standard error, confidence intervals of 95,0% and p-values. We will report the p-values up to three decimal places with p-values below 0.001 reported as p &lt; 0.001. In all tests, we will use the two-tailed alpha significance level = 0.05. An examination of residues will provide an assessment of model assumptions for the regression analyses. The Goodness-of-fit test for the models will be performed using appropriate Hosmer-Lemeshov tests. The analyses will be performed using Stata version 10.0.</p>
      <p>
        <bold>H. Financing</bold>
      </p>
      <p>This registry is owned by the Brazilian Society of Cardiology using funds dedicated to this purpose for its implementation. The <italic>Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital do Cora&#231;&#227;o de S&#227;o Paulo</italic> (HCor/ASS) was contracted to implement this registry, under the coordination of the Brazilian Society of Cardiology. The steering committee of the registry is described later in this article.</p>
      <p>
        <bold>I. Data quality control</bold>
      </p>
      <p>All centers will receive training on the protocol and on the electronic system in person or by telephone, with the coordination team available to clear doubts.</p>
      <p>The quality control of study data will be made by various strategies, such as electronic CRF, central data checking, in-person monitoring of the 05 centers with larger numbers of patients recruited and random selection of 20% of the centers for in-person monitoring.</p>
      <p>
        <bold>J. Ethical aspects</bold>
      </p>
      <p>The protocol was approved by the Research Ethics Committee (CEP) of <italic>Hospital do Cora&#231;&#227;o de S&#227;o Paulo </italic>- SP (HCor/ASS) on June 22, 2010 under registration number 117/2010 and each participating center had it approved in their local CEP.</p>
      <p>All patients will sign an informed consent and the clinical trial will be conducted in accordance with the principles of the current revision of the Declaration of Helsinki and the latest version of the Guidelines for Good Clinical Practice (ICH-GCP), as well as Resolution 196/96. The study will be performed according to the local and regulatory legal requirements enforceable in Brazil.</p>
      <p>
        <bold>Publishing policy</bold>
      </p>
      <p>All presentations of the study and/or publication of findings will be based on clear evidence verified and validated in order to ensure accurate results. Details about the responsibility and sequence of these presentations and/or publications will be defined with the Brazilian Society of Cardiology.</p>
      <p>The authorship of the main conclusions of this study will be based on the contributions from the study centers in general. All participants in the registry (investigators and committee members) have make an advance delegation of authority to the Brazilian Society of Cardiology and the <italic>Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital do Cora&#231;&#227;o </italic>- IEP - Hcor for the submission and/or publication of the main findings. Any submission or publication by any participant in the trial should indicate the study and have the approval of the Brazilian Society of Cardiology.</p>
      <p>
        <bold>Data collection</bold>
      </p>
      <p>Until February 15, 2011, we recorded 51 participating centers, of which 38 are already active, with a total of 850 patients included, since August 2010 (35.4% of the total desired). The end of the inclusion is estimated for the end of the first half of 2011.</p>
      <p>
        <bold>Organization</bold>
      </p>
      <p><italic>Main investigators -</italic> Luiz Alberto Piva e Mattos and Ot&#225;vio Berwanger.</p>
      <p><italic>Steering committee -</italic> Luiz Alberto Piva e Mattos, Ot&#225;vio Berwanger, Jorge Ilha Guimar&#227;es, F&#225;bio S&#226;ndoli de Brito, Renato A. Kalil, &#194;ngelo V. de Paola, H&#233;lio Penna Guimar&#227;es and Alexandre Biasi Cavalcanti.</p>
      <p><italic>Coordinators of HCor Institute for Teaching and Research -</italic> H&#233;lio Penna Guimar&#227;es, Eliana Vieira Santucci, Luis Paulo Duprat, Karina Normilio da Silva, Alessandra Akiko Kodama, Marcos Thadeu de Tenuta Junior e Ana Denise Zazula.</p>
      <p><italic>Intellectual property -</italic> Brazilian Society of Cardiology.</p>
      <p><italic>Coordination and supervision -</italic> Brazilian Society of Cardiology and IEP-HCor.</p>
      <p>
        <bold>Research centers</bold>
      </p>
      <p>IMV M&#227;e de Deus, Porto Alegre/RS: Euler Roberto Fernandes Manenti; Hospital Moinhos de Vento, Porto Alegre/RS: Eduardo Costa Duarte Barbosa; Instituto de Cardiologia-Funda&#231;&#227;o Universit&#225;ria de Cardiologia, Porto Alegre/RS: Oscar Pereira Dutra; Irmandade Santa Casa de Miseric&#243;rdia de Porto Alegre/Hospital S&#227;o Francisco, Porto Alegre/RS: Paulo Ernesto Le&#227;es; Hospital de Cl&#237;nicas de Porto Alegre, Porto Alegre/RS: Carisi Anne Polanckzyk; Instituto de Cardiologia Uruguaiana, Uruguaiana/RS: Sidney Campodonico Filho; Hospital S&#227;o Vicente, Passo Fundo/RS: Hugo Vargas Filho; Hospital Santa Izabel, Blumenau/SC: S&#233;rgio Luiz Zimmermann; Instituto de Cardiologia S&#227;o Jos&#233;, S&#227;o Jos&#233;/SC: Ilnei Pereira Filho; Centro Hospitalar UNIMED, Joinville/SC: Rog&#233;rio Carregoza Dantas; Sociedade Hospitalar Angelina Caron, Campina Grande do Sul/PR: Dalton Bertolim Pr&#233;coma; Irmandade Santa Casa de Miseric&#243;rdia de Curitiba, Curitiba/PR: Jos&#233; Augusto Ribas Fortes; Associa&#231;&#227;o Bom Samaritano-Hospital e Maternidade Santa Rita, Maring&#225;/PR: Raul D'Aurea Mora Junior; Hospital de Caridade S&#227;o Vicente de Paulo, Guarapuava/PR: Stefan Wolanski Negr&#227;o; Hospital S&#227;o Paulo, S&#227;o Paulo/SP: Ant&#244;nio Carlos de Camargo Carvalho; Hospital do Cora&#231;&#227;o, S&#227;o Paulo/SP: Edson Renato Romano; Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, S&#227;o Paulo/SP: Elizabete Silva dos Santos; Hospital Santa Paula, S&#227;o Paulo/SP: Otavio Celso Eluf Gebara; Hospital Bandeirantes, S&#227;o Paulo/SP: H&#233;lio Castello; Hospital S&#237;rio Liban&#234;s, S&#227;o Paulo/SP: Roberto Kalil Filho; Hospital Maternidade Celso Pierro-PUCCAMP, Campinas/SP: Jos&#233; Francisco Kerr Saraiva; Hospital Vera Cruz, Campinas/SP: S&#237;lvio Giopatto; Santa Casa de Votuporanga, Votuporanga/SP: Mauro Esteves Hernandes; Instituto de Mol&#233;stias Cardiovasculares, S&#227;o Jos&#233; do Rio Preto/SP: Gilmar Valdir Greque; Santa Casa de Mar&#237;lia, Mar&#237;lia/SP: Pedro Beraldo de Andrade; Hospital Regional de Presidente Prudente, Presidente Prudente/SP: Margaret Assad Cavalcante; Instituto Nacional de Cardiologia Laranjeiras, Rio de Janeiro/RJ: Marco Antonio de Mattos; Hospital Barra D'Or, Rio de Janeiro/RJ: Jo&#227;o Luiz Fernandes Petriz; Instituto Estadual de Cardiologia Aloysio de Castro, Rio de Janeiro/RJ: Roberto Bassan; Hospital Pr&#243;-Card&#237;aco, Rio de Janeiro/RJ: Luiz Ant&#244;nio de Almeida Campos; Hospital Prontocor, Rio de Janeiro/RJ: Paulo Henrique Godoy; Hospital Souza Aguiar, Rio de Janeiro/RJ: Marco Antonio da Costa Ara&#250;jo; Hospital Madre Tereza, Belo Horizonte/MG: Roberto Luiz Marino; Hospital Lifecenter, Belo Horizonte/MG: Estev&#227;o Lanna Figueiredo; Hospital Maternidade e Pronto-Socorro Santa L&#250;cia, Po&#231;os de Caldas/MG: Frederico Toledo Campo Dall'Orto; Funda&#231;&#227;o Hospitalar de Montes Claros, Montes Claro/MG: Antonio Jos&#233; Marinho Cedrim Filho; Instituto do Cora&#231;&#227;o do Triangulo Mineiro, Uberl&#226;ndia/MG: Roberto Vieira Botelho; S&#227;o Bernardo Apart Hospital, Colatina/ES: Jo&#227;o Miguel Malta Dantas; Hospital do Cora&#231;&#227;o do Brasil, Bras&#237;lia/DF: Alberto Gomes Faaues Fonseca; Instituto de Cardiologia do Distrito Federal, Bras&#237;lia/DF: N&#250;bia Welerson Vieira; Hospital Santa Isabel, Salvador/BA: Gilson Soares Feitosa Filho; Instituto Cardiopulmonar, Salvador/BA: Luiz Eduardo Fonteles Ritt; S&#227;o Lucas M&#233;dico Hospitalar, Aracaju/SE: Antonio Carlos Sobral Sousa; Hospital de Terapia Intensiva, Teresina/PI: Paulo M&#225;rcio Sousa Nunes; Hospital Portugu&#234;s, Recife/PE: S&#233;rgio Montenegro; Procape, Recife/PE: Isly Lucena de Barros; Hospital Dom H&#233;lder C&#226;mara, Cabo de Santo Agostinho/PE: Audes Feitosa; Hospital do Cora&#231;&#227;o do Cariri, Barbalha/CE: Francisco Carleial Feij&#243; de S&#225;; Hospital Universit&#225;rio da Universidade Federal do Maranh&#227;o, S&#227;o Luis/MA: Jos&#233; Albuquerque de Figueiredo Neto; Hospital de Cl&#237;nicas Gaspar Viana, Bel&#233;m/PA: H&#233;lder Jos&#233; Lima Reis; Hospital Universit&#225;rio Francisca Mendes, Manaus/AM: Mariano Brasil Terrazas.</p>
      <p>
        <bold>Potential Conflict of Interest</bold>
      </p>
      <p>No potential conflict of interest relevant to this article was reported.</p>
      <p>
        <bold>Sources of Funding</bold>
      </p>
      <p>This study was funded by <italic>Sociedade Brasileira de Cardiologia</italic>.</p>
      <p>
        <bold>Study Association</bold>
      </p>
      <p>This study is not associated with any post-graduation program.</p>
      <p>
        <bold>References</bold>
      </p>
      <p content-type="ref-to-delete">1. World Health Organization. The World Health Report 2005: health systems: improving performance. Geneva: WHO; 2005. </p>
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      <p>
        <fn id="correspondence-body3" fn-type="corresp">
          <label>
            <bold>Mailing address: </bold>
          </label>
          <p> Luiz Alberto Piva e Mattos </p>
          <p> Av. Jandira, 550/121 - Moema</p>
          <p> 04080-003 - S&#227;o Paulo, SP - Brazil </p>
          <p> E-mail: </p>
          <p><email xlink:href="lmattos@cardiol.br">lmattos@cardiol.br</email>, </p>
          <p>
            <email xlink:href="pivmattos@uol.com.br">pivmattos@uol.com.br</email>
          </p>
        </fn>
      </p>
      <p>Manuscript received December 27, 2010; revised manuscript received March 18, 2011; accepted March 21, 2011.</p>
    </body>
  </sub-article>
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