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        <journal-title>Arquivos Brasileiros de Cardiologia</journal-title>
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      <article-id pub-id-type="publisher-id" specific-use="scielo-v2">S0066-782X2011000900019</article-id>
      <article-id pub-id-type="publisher-id" specific-use="scielo-v1">S0066-782X(11)09700119</article-id>
      <article-id pub-id-type="doi">10.1590/S0066-782X2011000900019</article-id>
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          <subject>Relato de Caso</subject>
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        <article-title>Hipertens&#227;o arterial pulmonar heredit&#225;ria apresentando-se como venopatia oclusiva</article-title>
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        <institution content-type="orgdiv2">Instituto do Cora&#231;&#227;o</institution>
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        <year>2011</year>
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          <year>2009</year>
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          <year>2010</year>
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          <license-p>This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.</license-p>
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      </permissions>
      <abstract>
        <p>Um homem de 33 anos com hipertens&#227;o arterial pulmonar heredit&#225;ria teve um diagn&#243;stico confirmado de venopatia oclusiva e microvasculopatia. O paciente permaneceu est&#225;vel por 3 anos e meio recebendo sildenafila via oral, 75 mg 3x/dia (teste de caminhada de seis minutos de 375 m vs 105 m basal), mas necessitou da adi&#231;&#227;o de bosentana (125 mg 2x/dia) posteriormente. A despeito do desfecho fatal ap&#243;s 5 anos, as observa&#231;&#245;es sugerem um utilidade potencial dos vasodilatadores como uma ponte para o transplante de pulm&#227;o em casos selecionados com envolvimento venocapilar significante. A ocorr&#234;ncia de les&#245;es veno-oclusivas e capilares na forma familiar da hipertens&#227;o arterial pulmonar enfatiza as dificuldades com a atual classifica&#231;&#227;o da doen&#231;a.</p>
      </abstract>
      <kwd-group xml:lang="pt" kwd-group-type="author-generated">
        <kwd>Hipertens&#227;o pulmonar</kwd>
        <kwd>venopatia oclusiva pulmonar</kwd>
        <kwd>microvasculopatia</kwd>
        <kwd>hipertens&#227;o arterial pulmonar heredit&#225;ria</kwd>
        <kwd>sildenafila</kwd>
      </kwd-group>
      <pub-date publication-format="electronic" date-type="pub">
        <day>30</day>
        <month>08</month>
        <year>2011</year>
      </pub-date>
    </article-meta>
  </front>
  <body>
    <p>
      <bold>RELATO DE CASO</bold>
    </p>
    <p>
      <bold>Hipertens&#227;o arterial pulmonar heredit&#225;ria apresentando-se como venopatia oclusiva</bold>
    </p>
    <p>
      <bold>Sonia Meiken Franchi; Vera D. Aiello; Antonio Augusto Lopes</bold>
    </p>
    <p>Instituto do Cora&#231;&#227;o (InCor), Faculdade de Medicina, Universidade de S&#227;o Paulo, S&#227;o Paulo, SP - Brasil</p>
    <p>
      <xref ref-type="corresp" rid="end">Correspond&#234;ncia</xref>
    </p>
    <p>
      <bold>RESUMO</bold>
    </p>
    <p>Um homem de 33 anos com hipertens&#227;o arterial pulmonar heredit&#225;ria teve um diagn&#243;stico confirmado de venopatia oclusiva e microvasculopatia. O paciente permaneceu est&#225;vel por 3 anos e meio recebendo sildenafila via oral, 75 mg 3x/dia (teste de caminhada de seis minutos de 375 m <italic>vs</italic> 105 m basal), mas necessitou da adi&#231;&#227;o de bosentana (125 mg 2x/dia) posteriormente. A despeito do desfecho fatal ap&#243;s 5 anos, as observa&#231;&#245;es sugerem um utilidade potencial dos vasodilatadores como uma ponte para o transplante de pulm&#227;o em casos selecionados com envolvimento venocapilar significante. A ocorr&#234;ncia de les&#245;es veno-oclusivas e capilares na forma familiar da hipertens&#227;o arterial pulmonar enfatiza as dificuldades com a atual classifica&#231;&#227;o da doen&#231;a.</p>
    <p><bold>Palavras-chave:</bold> Hipertens&#227;o pulmonar; venopatia oclusiva pulmonar; microvasculopatia; hipertens&#227;o arterial pulmonar heredit&#225;ria; sildenafila.</p>
    <p>
      <bold>Introdu&#231;&#227;o</bold>
    </p>
    <p>A transmiss&#227;o heredit&#225;ria da hipertens&#227;o arterial pulmonar (HAP) tem sido identificada em 6% a 10% dos indiv&#237;duos com HAP. Muta&#231;&#245;es gen&#233;ticas no BMPR2 (<italic>bone morphogenetic protein type-2 receptor</italic>) tem sido relatadas em 50% a 90% das fam&#237;lias com HAP<sup>1</sup>. A venopatia pulmonar oclusiva (VPO, anteriormente chamada doen&#231;a veno-oclusiva pulmonar) &#233; uma forma rara de apresenta&#231;&#227;o histol&#243;gica da HAP, encontrada em aproximadamente 5% das bi&#243;psias de pacientes com doen&#231;a vascular pulmonar n&#227;o-explicada<sup>2,3</sup>. Ainda menos frequente &#233; a apresenta&#231;&#227;o familiar da VPO. Um &#250;nico relato familiar, com muta&#231;&#227;o detectada no gene BMPR2<sup>4</sup>, levou &#224; inclus&#227;o da VPO (e a microvasculopatia pulmonar, anteriormente chamada hemangiomatose capilar) na primeira categoria diagn&#243;stica de hipertens&#227;o pulmonar (mais especificamente, HAP). Uma caracter&#237;stica impressionante da VPO &#233; o desfecho desfavor&#225;vel, em alguns casos, ap&#243;s a administra&#231;&#227;o de vasodilatadores (particularmente epoprostenol), com desenvolvimento de edema pulmonar maci&#231;o e morte<sup>5,6</sup>. Relatamos o caso de um paciente com VPO confirmada associada com microvasculopatia, com hist&#243;ria familiar de HAP, que permaneceu est&#225;vel por cinco anos com terapia vasodilatadora oral, sem desenvolvimento de edema pulmonar.</p>
    <p>
      <bold>Relato de caso</bold>
    </p>
    <p>Um homem de 33 anos foi admitido em outubro de 2002, com dispn&#233;ia recente e progressiva, edema e perda de peso de aproximadamente 10 kg. Duas irm&#227;s haviam morrido de "hipertens&#227;o pulmonar prim&#225;ria", aos 11 e 14 anos de idade. N&#227;o havia outras informa&#231;&#245;es que sugerissem doen&#231;as card&#237;acas, respirat&#243;rias ou infecciosas espec&#237;ficas, anormalidades em articula&#231;&#245;es ou pele ou uso de inibidores de apetite. Ao exame f&#237;sico, o paciente parecia "fraco" (subnutrido) (peso 60 kg; altura 1,82 m), apresentava hepatomegalia leve e edema de membros inferiores. Um som alto de fechamento da valva pulmonar era ouvido no prec&#243;rdio. O exame dos pulm&#245;es revelou roncos leves e estertores finos em ambos os lados, que desapareceram completamente ap&#243;s a administra&#231;&#227;o de diur&#233;ticos. Testes complementares de imagem e laboratoriais para doen&#231;a card&#237;aca, hep&#225;tica e pulmonar, tromboembolismo cr&#244;nico, esquistossomose, infec&#231;&#227;o pelo v&#237;rus da imunodefici&#234;ncia humana e doen&#231;as de tecidos conectivos foram negativos. As metodologias de seq&#252;enciamento de DNA n&#227;o mostraram muta&#231;&#245;es na regi&#227;o codificadora do gene BMPR2 do paciente. Os dados da cateteriza&#231;&#227;o card&#237;aca direita foram compat&#237;veis com hipertens&#227;o arterial pulmonar (HAP). &#211;xido n&#237;trico inalado e sildenafila foram eficazes na redu&#231;&#227;o da resist&#234;ncia vascular pulmonar. Uma acentuada eleva&#231;&#227;o na press&#227;o de encunhamento pulmonar foi registrada durante a inala&#231;&#227;o do &#243;xido n&#237;trico (<xref ref-type="table" rid="a19tab01m">Tabela 1</xref>). A bi&#243;psia pulmonar a c&#233;u aberto confirmou a suspeita de venopatia pulmonar oclusiva (VPO) e revelou a concomit&#226;ncia da microvasculopatia (<xref ref-type="fig" rid="a19fig01m">Figura 1</xref>).</p>
    <p content-type="asset">
      <table-wrap id="a19tab01m">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-97-01-00e8-00019-gt01.jpg"/></table-wrap>
    </p>
    <p content-type="asset">
      <fig id="a19fig01m">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-97-01-00e8-00019-gf01.jpg"/></fig>
    </p>
    <p>Durante os dois primeiros anos de terapia com sildenafila oral (75 mg 3x/dia), houve uma melhora sustentada da dist&#226;ncia caminhada no teste de 6 minutos (105 m e 399 m, respectivamente, valor basal e ap&#243;s 2 anos) associada com um aumento de fluxo pulmonar (e sist&#234;mico) estimado pela ecocardiografia com Doppler (integral velocidade-tempo do fluxo sist&#243;lico pulmonar de 0,10 m e 0,19 m, respectivamente). Edema pulmonar nunca foi observado. O estado cl&#237;nico deteriorou-se entre 3 e meio e 4 anos (dist&#226;ncia caminhada de 375 m para 261 m); bosentana foi ent&#227;o adicionado (125 mg 2x/dia, via oral, dose final) e o paciente foi colocado na lista de espera para transplante de pulm&#227;o. Ele morreu 5 anos ap&#243;s o diagn&#243;stico inicial, a despeito da terapia combinada. Os achados da aut&#243;psia confirmaram o diagn&#243;stico inicial.</p>
    <p>
      <bold>Discuss&#227;o</bold>
    </p>
    <p>O presente caso adiciona informa&#231;&#245;es &#224; discuss&#227;o sobre a apresenta&#231;&#227;o familiar da VPO. Primeiramente, como n&#227;o temos dados histol&#243;gicos dos outros membros da fam&#237;lia (especialmente as duas irm&#227;s que morreram de "hipertens&#227;o pulmonar prim&#225;ria"), n&#227;o podemos afirmar que o fen&#243;tipo dos outros indiv&#237;duos com HAP era realmente VPO. O mesmo ponto foi discutido por Runo e cols.<sup>4</sup> em seu relato familiar. Assim, ainda precisa ser esclarecido se a VPO &#233; uma express&#227;o individual da doen&#231;a vascular pulmonar nessas fam&#237;lias ou se afeta todos os membros da fam&#237;lia. Al&#233;m disso, a frequente concomit&#226;ncia da venopatia oclusiva e focos de microvasculopatia em tecido pulmonar tem levantado a possibilidade de que elas representem um espectro morfol&#243;gico da mesma entidade. Em segundo lugar, como n&#227;o analisamos os outros genes da superfam&#237;lia TGF-beta, n&#227;o podemos excluir muta&#231;&#245;es nesses genes como uma poss&#237;vel explica&#231;&#227;o para a caracter&#237;stica familiar da doen&#231;a no presente relato. Alternativamente, a possibilidade permanece de que a apresenta&#231;&#227;o da VPO com HAP familiar est&#225; relacionada &#224; outros genes que n&#227;o os da fam&#237;lia TGF-beta. De qualquer maneira, a concomit&#226;ncia da VPO/microvasculopatia e apresenta&#231;&#227;o familiar refor&#231;a a limita&#231;&#227;o da atual classifica&#231;&#227;o da hipertens&#227;o pulmonar, onde essas condi&#231;&#245;es aparecem separadamente na primeira categoria diagn&#243;stica (hipertens&#227;o arterial pulmonar)<sup>7</sup>.</p>
    <p>Outro ponto a ser discutido &#233; o curso cl&#237;nico relativamente est&#225;vel com a terapia vasodilatadora. Altas doses de sildenafila foram administradas desde o in&#237;cio, j&#225; que o tratamento foi iniciado muito antes da publica&#231;&#227;o do estudo SUPER-1<sup>8</sup>. Apesar das evid&#234;ncias dos efeitos ben&#233;ficos da sildenafila e da bosentana na HAP, n&#227;o houve experi&#234;ncia com o uso desses medicamentos em condi&#231;&#245;es raras, como &#233; o caso da VPO/microvasculopatia. Outra poss&#237;vel explica&#231;&#227;o para a n&#227;o-ocorr&#234;ncia de edema pulmonar no presente caso &#233; a presen&#231;a de les&#245;es acentuadamente obstrutivas no lado arterial da circula&#231;&#227;o pulmonar (<xref ref-type="fig" rid="a19fig01m">Figura 1</xref>). Por outro lado, observa&#231;&#245;es preliminares no laborat&#243;rio de hemodin&#226;mica sugeriram que a sildenafila, particularmente, pode ter efeitos diferentes na circula&#231;&#227;o venosa pulmonar, quando comparado com outros vasodilatadores tais como o &#243;xido n&#237;trico inalado<sup>9</sup>. Isso est&#225; de acordo com as observa&#231;&#245;es iniciais de leve aumento da press&#227;o de encunhamento pulmonar ap&#243;s a administra&#231;&#227;o de sildenafila (dose &#250;nica) e aponta para a necessidade de estudos controlados a fim de investigar os efeitos desse medicamento (bem como de outros vasodilatadores) na ocorr&#234;ncia de HAP com envolvimento venoso significante.</p>
    <p>
      <bold>Conclus&#245;es</bold>
    </p>
    <p>Venopatia pulmonar oclusiva e microvasculopatia podem ocorrer concomitantemente em HAP heredit&#225;ria. Em casos selecionados, terapia oral com sildenafila pode ser ben&#233;fica como ponte para o transplante de pulm&#227;o. Estudos controlados s&#227;o obviamente necess&#225;rios para se investigar tal possibilidade. Entretanto, a raridade da doen&#231;a &#233; uma limita&#231;&#227;o clara ao estudo de grandes s&#233;ries.</p>
    <p>
      <bold>Potencial Conflito de Interesses</bold>
    </p>
    <p>Declaro n&#227;o haver conflito de interesses pertinentes.</p>
    <p>
      <bold>Fontes de Financiamento</bold>
    </p>
    <p>O presente estudo n&#227;o teve fontes de financiamento externas.</p>
    <p>
      <bold>Vincula&#231;&#227;o Acad&#234;mica</bold>
    </p>
    <p>N&#227;o h&#225; vincula&#231;&#227;o deste estudo a programas de p&#243;s-gradua&#231;&#227;o.</p>
    <p>
      <fn id="end" fn-type="corresp">
        <label>
          <bold>Correspond&#234;ncia:</bold>
        </label>
        <p> Antonio Augusto Lopes </p>
        <p> Av. Dr. En&#233;as de Carvalho Aguiar, 44 </p>
        <p> 05403-900 - S&#227;o Paulo, SP - Brasil </p>
        <p> E-mail: </p>
        <p>
          <email xlink:href="aablopes@usp.br">aablopes@usp.br</email>
        </p>
      </fn>
    </p>
    <p>Artigo recebido em 23/10/09; artigo revisado recebido em 05/11/09; aceito em 29/03/10.</p>
  </body>
  <back>
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          <article-title>Primary pulmonary hypertension: a histopathologic study of 80 cases</article-title>
          <source>Mayo Clin Proc</source>
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          <article-title>Pulmonary veno-occlusive disease caused by an inherited mutation in bone morphogenetic protein receptor II</article-title>
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          <article-title>Massive pulmonary edema and death after prostacyclin infusion in a patient with pulmonary veno-occlusive disease</article-title>
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          <article-title>Effects of continuous IV prostacyclin in a patient with pulmonary veno-occlusive disease</article-title>
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          <article-title>Update clinical classification of pulmonary hypertension: Proceedings of the 4th World Symposium on Pulmonary Hypertension, February 2008, Dana Point, California, USA</article-title>
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          <article-title>Sildenafil Use in Pulmonary Arterial Hypertension (SUPER) Study Group: Sildenafil citrate therapy for pulmonary arterial hypertension</article-title>
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          <article-title>Oral sildenafil is an effective and specific pulmonary vasodilator in patients with pulmonary arterial hypertension: comparison with inhaled nitric oxide</article-title>
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      <title-group>
        <article-title xml:lang="es">Hipertensi&#243;n arterial pulmonar hereditaria present&#225;ndose como venopat&#237;a oclusiva</article-title>
      </title-group>
      <abstract xml:lang="es">
        <p>Un hombre de 33 a&#241;os con hipertensi&#243;n arterial pulmonar hereditaria tuvo un diagn&#243;stico confirmado de venopat&#237;a oclusiva y microvasculopat&#237;a. El paciente permaneci&#243; estable 3,5 a&#241;os recibiendo sildenafila v&#237;a oral, 75mg 3x/ d&#237;a (test de caminata de seis minutos de 375m vs. 105m basal), pero necesit&#243; adici&#243;n de bosent&#225;nana (125mg 2x/d&#237;a) posteriormente. A despecho del desenlace fatal despu&#233;s de 5 a&#241;os, las observaciones sugieren una utilidad potencial de los vasodilatadores como un puente para el transplante de pulm&#243;n en casos seleccionados con compromiso venocapilar significativo. La ocurrencia de lesiones veno-oclusivas y capilares en la forma familiar de la hipertensi&#243;n arterial pulmonar enfatiza las dificultades con la actual clasificaci&#243;n de la enfermedad.</p>
      </abstract>
      <kwd-group xml:lang="es">
        <kwd>Hipertensi&#243;n pulmonar</kwd>
        <kwd>venopat&#237;a oclusiva pulmonar</kwd>
        <kwd>microvasculopat&#237;a</kwd>
        <kwd>hipertensi&#243;n arterial pulmonar hereditaria</kwd>
        <kwd>sildenafil</kwd>
      </kwd-group>
    </front-stub>
    <body>
      <p>
        <bold>CASO CL&#205;NICO</bold>
      </p>
      <p>
        <fn id="end-body2">
          <label>
            <bold>Hipertensi&#243;n arterial pulmonar hereditaria present&#225;ndose como venopat&#237;a oclusiva</bold>
          </label>
          <p>
            <bold>Sonia Meiken Franchi; Vera D. Aiello; Antonio Augusto Lopes</bold>
          </p>
        </fn>
      </p>
      <p>Instituto do Cora&#231;&#227;o (InCor), Faculdade de Medicina, Universidade de S&#227;o Paulo, S&#227;o Paulo, SP - Brasil</p>
      <p>Correspondencia</p>
      <p>
        <bold>RESUMEN</bold>
      </p>
      <p>Un hombre de 33 a&#241;os con hipertensi&#243;n arterial pulmonar hereditaria tuvo un diagn&#243;stico confirmado de venopat&#237;a oclusiva y microvasculopat&#237;a. El paciente permaneci&#243; estable 3,5 a&#241;os recibiendo sildenafila v&#237;a oral, 75mg 3x/d&#237;a (test de caminata de seis minutos de 375m <italic>vs</italic>. 105m basal), pero necesit&#243; adici&#243;n de bosent&#225;nana (125mg 2x/d&#237;a) posteriormente. A despecho del desenlace fatal despu&#233;s de 5 a&#241;os, las observaciones sugieren una utilidad potencial de los vasodilatadores como un puente para el transplante de pulm&#243;n en casos seleccionados con compromiso venocapilar significativo. La ocurrencia de lesiones veno-oclusivas y capilares en la forma familiar de la hipertensi&#243;n arterial pulmonar enfatiza las dificultades con la actual clasificaci&#243;n de la enfermedad.</p>
      <p><bold>Palabras clave:</bold> Hipertensi&#243;n pulmonar; venopat&#237;a oclusiva pulmonar; microvasculopat&#237;a; hipertensi&#243;n arterial pulmonar hereditaria; sildenafil.</p>
      <p>
        <bold>Introducci&#243;n</bold>
      </p>
      <p>La transmisi&#243;n hereditaria de la hipertensi&#243;n arterial pulmonar (HAP) ha sido identificada en 6% a 10% de los individuos con HAP. Mutaciones gen&#233;ticas en el BMPR2 (<italic>bone morphogenetic protein type-2 receptor</italic>) han sido relatadas en 50% a 90% de las familias con HAP<sup>1</sup>. La venopat&#237;a pulmonar oclusiva (VPO, anteriormente llamada enfermedad veno-oclusiva pulmonar) es una forma rara de presentaci&#243;n histol&#243;gica de la HAP, encontrada en aproximadamente 5% de las biopsias de pacientes con enfermedad vascular pulmonar no-explicada<sup>2,3</sup>. Aun menos frecuente es la presentaci&#243;n familiar de la VPO. Un &#250;nico relato familiar, con mutaci&#243;n detectada en el gen BMPR2<sup>4</sup>, llev&#243; a la inclusi&#243;n de la VPO (y la microvasculopat&#237;a pulmonar, anteriormente llamada hemangiomatosis capilar) en la primera categor&#237;a diagn&#243;stica de hipertensi&#243;n pulmonar (m&#225;s espec&#237;ficamente, HAP). Una caracter&#237;stica impressionanteimpresionante de la VPO es el desenlace desfavorable, en algunos casos, despu&#233;s de la administraci&#243;n de vasodilatadores (particularmente epoprostenol), con desarrollo de edema pulmonar macizo y muerte<sup>5,6</sup>. Relatamos oel caso de umun paciente con VPO confirmada asociada con microvasculopat&#237;a, con historia familiar de HAP, que permaneci&#243; estable cinco a&#241;os con terapia vasodilatadora oral, sin desarrollo de edema pulmonar.</p>
      <p>
        <bold>Relato do Caso</bold>
      </p>
      <p>Un hombre de 33 a&#241;os fue admitido en octubre de 2002, con disnea reciente y progresiva, edema y p&#233;rdida de peso de aproximadamente 10 kg. Dos hermanas hab&#237;an muerto de "hipertensi&#243;n pulmonar primaria", a los 11 y 14 a&#241;os de edad. No hab&#237;a otras informaciones que sugiriesen enfermedades card&#237;acas, respiratorias o infecciosas espec&#237;ficas, anormalidades en articulaciones o piel o uso de inhibidores de apetito. Al examen f&#237;sico, el paciente parec&#237;a "d&#233;bil" (subnutrido) (peso 60 Kg; altura 1,82 m), presentaba hepatomegalia leve y edema de miembros inferiores. Un sonido alto de cierre de la v&#225;lvula pulmonar era o&#237;do en el precordio. El examen de los pulmones revel&#243; ronquidos leves y estertores finos en ambos lados, que desaparecieron completamente despu&#233;s de la administraci&#243;n de diur&#233;ticos. Tests complementarios de imagen y de laboratorio para enfermedad card&#237;aca, hep&#225;tica y pulmonar, tromboembolismo cr&#243;nico, esquistosomiasis, infecci&#243;n por virus de inmunodeficiencia humana y enfermedades de tejidos conectivos fueron negativos. Las metodolog&#237;as de secuenciamento de DNA no mostraron mutaciones en la regi&#243;n codificadora del gen BMPR2 del paciente. Los datos de la cateterizaci&#243;n card&#237;aca derecha fueron compatibles con hipertensi&#243;n arterial pulmonar (HAP). &#211;xido n&#237;trico inhalado y sildenafila fueron eficaces en la reducci&#243;n de la resistencia vascular pulmonar. Una acentuada elevaci&#243;n en la presi&#243;n de enmentoencu&#241;amiento pulmonar fue registrada durante la inhalaci&#243;n del &#243;xido n&#237;trico (<xref ref-type="table" rid="es_a19tab01m-body2">Tabla 1</xref>). La biopsia pulmonar aa cielo&#233;u abierto confirm&#243; la sospecha de venopat&#237;a pulmonar oclusiva (VPO) y revel&#243; la concomitancia de la microvasculopat&#237;a (<xref ref-type="fig" rid="es_a19fig01m-body2">Figura 1</xref>).</p>
      <p content-type="asset">
        <table-wrap id="es_a19tab01m-body2">
          <graphic xlink:href="1678-4170-abc-97-01-00e8-00019-gt01-es.jpg"/></table-wrap>
      </p>
      <p content-type="asset">
        <fig id="es_a19fig01m-body2">
          <graphic xlink:href="1678-4170-abc-97-01-00e8-00019-gf01-es.jpg"/></fig>
      </p>
      <p>Durante los dos primeros a&#241;os de terapia con sildenafila oral (75mg 3x/d&#237;a), hubo una mejora sostenida de la distancia caminada en el test de 6 minutos (105m y 399m, respectivamente, valor basal y despu&#233;s de 2 a&#241;os) asociada con un aumento de flujo pulmonar (y sist&#233;mico) estimado por la ecocardiograf&#237;a con Doppler (integral velocidad-tiempo del flujo sist&#243;lico pulmonar de 0,10m y 0,19m, respectivamente). Edema pulmonar nunca fue observado. El estado cl&#237;nico se deterior&#243; entre 3,5 y 4 a&#241;os (distancia caminada de 375m para 261m); bosent&#225;nana fue adicionado entonces(125mg 2x/d&#237;a, v&#237;a oral, dosis final) y el paciente fue colocado en la lista de espera para transplante de pulm&#243;n. Muri&#243; 5 a&#241;os despu&#233;s del diagn&#243;stico inicial, a despecho de la terapia combinada. Los hallazgos de la autopsia confirmaron el diagn&#243;stico inicial.</p>
      <p>
        <bold>Discusi&#243;n</bold>
      </p>
      <p>El presente caso adiciona informaciones a la discusi&#243;n sobre la presentaci&#243;n familiar de la VPO. Primeramente, como no tenemos datos histol&#243;gicos de los otros miembros de la familia (especialmente las dos hermanas que murieron de "hipertensi&#243;n pulmonar primaria"), no podemos afirmar que el fenotipo de los otros individuos con HAP era realmente VPO. El mismo punto fue discutido por Runo et al.<sup>4</sup> en su relato familiar. As&#237;, aun precisa ser aclarado si la VPO es una expresi&#243;n individual de la enfermedad vascular pulmonar en esas familias o se afecta a todos los miembros de la familia. Adem&#225;s de eso, la frecuente concomitancia de la venopat&#237;a oclusiva y focos de microvasculopat&#237;a en tejido pulmonar ha levantado la posibilidad de que ellas representen un espectro morfol&#243;gico de la misma entidad. En segundo lugar, como no analizamos los otros genes de la superfamilia TGF-beta, no podemos excluir mutaciones en esos genes como una posible explicaci&#243;n para la caracter&#237;stica familiar de la enfermedad en el presente relato. Alternativamente, permanece la posibilidad de que la presentaci&#243;n de la VPO con HAP familiar est&#233; relacionada a otros genes que no sean los de la familia TGF-beta. De cualquier manera, la concomitancia de la VPO/microvasculopat&#237;a y presentaci&#243;n familiar refuerza la limitaci&#243;n de la actual clasificaci&#243;n de la hipertensi&#243;n pulmonar, donde esas condiciones aparecen separadamente en la primera categor&#237;a diagn&#243;stica ( hipertensi&#243;n arterial pulmonar)<sup>7</sup>.</p>
      <p>Otro punto a ser discutido es el curso cl&#237;nico relativamente estable con la terapia vasodilatadora. Altas dosis de sildenafila fueron administradas desde el inicio, ya que el tratamiento fue iniciado mucho antes de la publicaci&#243;n del estudio SUPER-1<sup>8</sup>. A pesar de las evidencias de los efectos ben&#233;ficos dela sildenafila y dela bosent&#225;nana en la HAP, no hubo experiencia con el uso de esos medicamentos en condiciones raras, como es el caso de la VPO/microvasculopat&#237;a. Otra posible explicaci&#243;n para la no-ocurrencia de edema pulmonar en el presente caso es la presencia de lesiones acentuadamente obstructivas en el lado arterial de la circulaci&#243;n pulmonar (<xref ref-type="fig" rid="es_a19fig01m-body2">Figura 1</xref>). Por otro lado, observaciones preliminares en el laboratorio de hemodin&#226;micahemodin&#225;mica sugirieron que ael sildenafila, particularmente, puede tener efectos diferentes en la circulaci&#243;n venosa pulmonar, cuando es comparado con otros vasodilatadores tales como el &#243;xido n&#237;trico inhalado<sup>9</sup>. Eso est&#225; de acuerdo con las observaciones iniciales de leve aumento de la presi&#243;n de enmentoencu&#241;amiento pulmonar despu&#233;s de la administraci&#243;n de sildenafila (dosis &#250;nica) y se&#241;ala la necesidad de estudios controlados a fin de investigar los efectos de ese medicamento (as&#237; como de otros vasodilatadores) en la ocurrencia de HAP con compromiso venoso significativo.</p>
      <p>
        <bold>Conclusiones</bold>
      </p>
      <p>Venopat&#237;a pulmonar oclusiva y microvasculopat&#237;a pueden ocurrir concomitantemente en HAP hereditaria. En casos seleccionados, terapia oral con sildenafila puede ser ben&#233;fica como puente para el transplante de pulm&#243;n. Estudios controlados son obviamente necesarios para se investigar tal posibilidad. Entre tanto, la raridad de la enfermedad es una limitaci&#243;n clara al estudio de grandes series.</p>
      <p>
        <bold>Potencial ConflitoConflicto de InteressesIntereses</bold>
      </p>
      <p>Declaro no haber conflicto de intereses pertinentes.</p>
      <p>
        <bold>Fouentes de FinanciamentoFinanciamiento</bold>
      </p>
      <p>El presente estudio no tuvo fuentes de financiamiento externas.</p>
      <p>
        <bold>Vincula&#231;&#227;oci&#243;n Acad&#234;micaAcad&#233;mica</bold>
      </p>
      <p>No hay vinculaci&#243;n de este estudio a programas de post grado.</p>
      <p>
        <bold>Referencias</bold>
      </p>
    </body>
  </sub-article>
  <sub-article article-type="translation" id="TRen" xml:lang="en">
    <front-stub>
      <article-categories>
        <subj-group subj-group-type="heading">
          <subject>Case Report</subject>
        </subj-group>
      </article-categories>
      <title-group>
        <article-title xml:lang="en">Occlusive venopathy phenotype in hereditary pulmonary arterial hypertension</article-title>
      </title-group>
      <abstract xml:lang="en">
        <p>A 33-year-old male with severe hereditary pulmonary arterial hypertension had a confirmed diagnosis of occlusive venopathy and microvasculopathy. He remained stable for three and a half years on oral sildenafil, 75 mg t.i.d. (six-minute walked distance of 375 m vs 105 m at baseline), but required addition of bosentan (125 mg b.i.d.), subsequently. Despite the fatal outcome at five years post-diagnosis, the observations suggest a potential usefulness of vasodilators as a bridge for lung transplant in selected cases with significant venous/capillary involvement. The occurrence of veno-occlusive and capillary lesions in the familial form of pulmonary arterial hypertension reinforces the difficulties with the current classification of the disease.</p>
      </abstract>
      <kwd-group xml:lang="en">
        <kwd>Pulmonary hypertension</kwd>
        <kwd>pulmonary occlusive venopathy</kwd>
        <kwd>microvasculopathy</kwd>
        <kwd>hereditary pulmonary arterial hypertension</kwd>
        <kwd>sildenafil</kwd>
      </kwd-group>
    </front-stub>
    <body>
      <p>
        <bold>CASE REPORT</bold>
      </p>
      <p>
        <fn id="top-body3">
          <label>
            <bold>Occlusive venopathy phenotype in hereditary pulmonary arterial hypertension</bold>
          </label>
          <p>
            <bold>Sonia Meiken Franchi; Vera D. Aiello; Antonio Augusto Lopes</bold>
          </p>
        </fn>
      </p>
      <p>Instituto do Cora&#231;&#227;o (InCor), Faculdade de Medicina, Universidade de S&#227;o Paulo, S&#227;o Paulo, SP - Brazil</p>
      <p>Mailing address</p>
      <p>
        <bold>ABSTRACT</bold>
      </p>
      <p>A 33-year-old male with severe hereditary pulmonary arterial hypertension had a confirmed diagnosis of occlusive venopathy and microvasculopathy. He remained stable for three and a half years on oral sildenafil, 75 mg t.i.d. (six-minute walked distance of 375 m vs 105 m at baseline), but required addition of bosentan (125 mg b.i.d.), subsequently. Despite the fatal outcome at five years post-diagnosis, the observations suggest a potential usefulness of vasodilators as a bridge for lung transplant in selected cases with significant venous/capillary involvement. The occurrence of veno-occlusive and capillary lesions in the familial form of pulmonary arterial hypertension reinforces the difficulties with the current classification of the disease.</p>
      <p><bold>Keywords:</bold> Pulmonary hypertension; pulmonary occlusive venopathy; microvasculopathy; hereditary pulmonary arterial hypertension; sildenafil.</p>
      <p>
        <bold>Introduction</bold>
      </p>
      <p>Hereditary transmission of pulmonary arterial hypertension (PAH) has been identified in 6% to 10% of PAH subjects. Bone morphogenetic protein type-2 receptor (BMPR2) gene mutations have been reported in 50% to 90% of families with PAH<sup>1</sup>. Pulmonary occlusive venopathy (POV, formerly pulmonary veno-occlusive disease) is a rare form of histological presentation of PAH, found in approximately 5% of biopsies from patients with unexplained pulmonary vascular disease<sup>2,3</sup>. Even less frequent is the familial presentation of POV. One single family report, with BMPR2 mutation detected<sup>4</sup>, led to the inclusion of POV (and pulmonary microvasculopathy, formerly pulmonary capillary hemangiomatosis) in the first diagnostic category of pulmonary hypertension (namely, PAH). One striking characteristic of POV is the poor outcome, in some cases, following vasodilator administration (particularly epoprostenol), with development of massive pulmonary edema and death<sup>5,6</sup>. We report a case of confirmed POV associated with microvasculopathy, with familial history of PAH, that remained stable for five years on oral vasodilator therapy, without development of pulmonary edema.</p>
      <p>
        <bold>Case report</bold>
      </p>
      <p>A 33-year old male was admitted in October 2002, with recent and progressive dyspnea, edema and ~10 kg weight loss. Two sisters of his had died of "primary pulmonary hypertension" at the ages of 11 and 14 years. There were no further data suggesting specific cardiac, respiratory or infectious diseases, joint or skin abnormalities or use of appetite suppressants. On physical examination he had a "weak" (undernourished) appearance (weight 60 kg; height 1.82 m), mild liver enlargement and lower limb edema. A loud pulmonic valve closure sound was heard on the precordium. Lung examination revealed mild rhonchi and fine rales on both sides, which disappeared completely following diuretic administration. Complementary imaging and laboratory tests for heart liver and lung disease, chronic thromboembolism, schistosomiasis, human immunodeficiency virus infection and connective tissue disorders were negative. DNA sequencing methodologies revealed no mutations in the coding region of the patient's BMPR2 gene. Right heart catheterization data were compatible with pulmonary arterial hypertension. Both inhaled nitric oxide and oral sildenafil were effective in reducing pulmonary vascular resistance. A marked elevation of the wedge pressure was registered during nitric oxide inhalation (<xref ref-type="table" rid="en_a19tab01m-body3">Table 1</xref>). Open-lung biopsy confirmed the suspicion of pulmonary occlusive venopathy and depicted the concomitance of microvasculopathy (<xref ref-type="fig" rid="en_a19fig01m-body3">Figure 1</xref>).</p>
      <p content-type="asset">
        <table-wrap id="en_a19tab01m-body3">
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      </p>
      <p content-type="asset">
        <fig id="en_a19fig01m-body3">
          <graphic xlink:href="1678-4170-abc-97-01-00e8-00019-gf01-en.jpg"/></fig>
      </p>
      <p>During the first two years of oral sildenafil therapy (75 mg t.i.d.), there was a sustained improvement in the six-minute walked distance (105 m and 399 m, respectively at baseline and 2 years) associated with an increase in Doppler-echocardiographic estimate of pulmonary (and systemic) flow (pulmonary systolic flow velocity-time integral of 0.10 m and 0.19m, respectively). Pulmonary edema was never observed. The clinical status deteriorated from three and a half to 4 years (walked distance 375 m to 261 m); bosentan was added (125 mg b.i.d., orally, final dose), and the patient was listed for lung transplantation. He died at five years post-diagnosis, despite the use of the combined therapy. Autopsy findings confirmed the initial diagnosis.</p>
      <p>
        <bold>Discussion</bold>
      </p>
      <p>The present case adds elements to the discussion on the familial presentation of POV. First, since we do not have histological data from other family members (especially those who died of "primary pulmonary hypertension"), we cannot affirm that the phenotype of the other PAH subjects was really POV. The same point was mentioned by Runo et al<sup>4</sup> and co-workers in their family report. Thus, it remains to be clarified whether POV is an individual expression of pulmonary vascular disease in these families or affects all family members. Furthermore, the frequent concomitance of occlusive venopathy and microvasculopathy foci in lung tissue has brought the possibility that they represent a morphological spectrum of the same entity. Second, since we did not analyze other genes of the TGF-beta superfamily, we cannot exclude mutations in these genes as a possible explanation for the familial character of the disease in the present report. Alternatively, the possibility remains that POV with familial PAH presentation is related to genes other than the TGF-beta family. Anyway, the concomitance of POV/microvasculopathy and familial presentation reinforces the limitations of the current classification of pulmonary hypertension, where these conditions appear separately in the first diagnostic category (pulmonary arterial hypertension)<sup>7</sup>. </p>
      <p>Another point to be discussed is the relatively stable clinical course on vasodilator therapy. High-dose sildenafil was administered from the beginning, since treatment was started far before the publication of the SUPER-1 study<sup>8</sup>. Despite the evidence of the beneficial effects of sildenafil and bosentan in PAH, there have been no reports on the use of these drugs in rare conditions, as is the case of POV/microvasculopathy. One possible explanation for the non-occurrence of pulmonary edema in the present case is the presence of markedly obstructive lesions at the arterial side of pulmonary circulation (<xref ref-type="fig" rid="en_a19fig01m-body3">Figure 1</xref>). On the other hand, preliminary observations in the catheterization laboratory suggested that sildenafil, in particular, may have different effects on the pulmonary venous circulation as compared with other vasodilators, such as inhaled nitric oxide<sup>9</sup>. This is in agreement with our initial observations of mild elevation of pulmonary wedge pressure following sildenafil (single dose) administration and points toward the need for controlled studies to investigate the effects of this drug (as well as other vasodilators) in the setting of PAH with significant venous involvement.</p>
      <p>
        <bold>Conclusions</bold>
      </p>
      <p>Pulmonary occlusive venopathy and microvasculopathy may occur concomitantly in hereditary PAH. In selected cases, chronic oral therapy with sildenafil may be of help as bridge to lung transplantation. Controlled studies are obviously needed in this way. However, the rare character of the disorder is a clear limitation to the analysis of large series.</p>
      <p>
        <bold>Potential Conflict of Interest</bold>
      </p>
      <p>No potential conflict of interest relevant to this article was reported.</p>
      <p>
        <bold>Sources of Funding</bold>
      </p>
      <p>There were no external funding sources for this study.</p>
      <p>
        <bold>Study Association</bold>
      </p>
      <p>This study is not associated with any post-graduation program.</p>
      <p>
        <bold>References</bold>
      </p>
    </body>
  </sub-article>
</article>
