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        <journal-title>Arquivos Brasileiros de Cardiologia</journal-title>
        <abbrev-journal-title abbrev-type="publisher">Arq. Bras. Cardiol.</abbrev-journal-title>
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      <issn pub-type="epub">1678-4170</issn>
      <publisher>
        <publisher-name>Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC</publisher-name>
        <publisher-loc>S&#227;o Paulo, SP, Brazil</publisher-loc>
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      <article-id pub-id-type="publisher-id" specific-use="scielo-v3">vZH7Z7tp3TmGmDyJLZgXdhB</article-id>
      <article-id pub-id-type="other">00001</article-id>
      <article-id pub-id-type="publisher-id" specific-use="scielo-v2">S0066-782X2011000600001</article-id>
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      <article-id pub-id-type="doi">10.1590/S0066-782X2011000600001</article-id>
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          <subject>Editorial</subject>
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        <article-title>Aos pacientes com coronariopatia aguda, apenas a dosagem inicial de troponina &#233; o melhor que temos a oferecer?</article-title>
      </title-group>
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            <surname>Nicolau</surname>
            <given-names>Jos&#233; Carlos</given-names>
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            <surname>Furtado</surname>
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          <named-content content-type="city">S&#227;o Paulo</named-content>
          <named-content content-type="state">S&#227;o Paulo</named-content>
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        <institution content-type="orgname">Universidade de S&#227;o Paulo</institution>
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        <institution content-type="orgdiv2">Instituto do Cora&#231;&#227;o</institution>
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        <month>06</month>
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      </pub-date>
      <volume>96</volume>
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          <license-p>This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.</license-p>
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        <day>03</day>
        <month>10</month>
        <year>2011</year>
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  <body>
    <p>
      <bold>EDITORIAL</bold>
    </p>
    <p>Aos pacientes com coronariopatia aguda, apenas a dosagem inicial de troponina &#233; o melhor que temos a oferecer?</p>
    <p>
      <bold>Jos&#233; Carlos Nicolau e Remo Holanda M. Furtado</bold>
    </p>
    <p>Unidade de Coronariopatia Aguda do Instituto do Cora&#231;&#227;o (InCor) - HC/FMUSP, S&#227;o Paulo, SP - Brasil</p>
    <p>
      <xref ref-type="corresp" rid="end">Correspond&#234;ncia</xref>
    </p>
    <p><bold>Palavras-chave:</bold> Infarto do mioc&#225;rdio, doen&#231;a das coron&#225;rias, troponina, marcadores biol&#243;gicos/sangue.</p>
    <p>J&#225; h&#225; d&#233;cadas, sabe-se que existe boa correla&#231;&#227;o entre os n&#237;veis de determinadas enzimas e o tamanho do infarto do mioc&#225;rdio avaliado por necropsia.</p>
    <p>Como seria de se esperar, diversas publica&#231;&#245;es encontraram correla&#231;&#245;es altamente significativas entre os n&#237;veis desses marcadores e incid&#234;ncia de eventos, fundamentalmente &#243;bitos - quanto maior o valor, maior a mortalidade.</p>
    <p>Por outro lado, com o surgimento de novos marcadores, basicamente troponinas e CKMB massa ("biomarcadores de necrose mioc&#225;rdica"), novas evid&#234;ncias come&#231;aram a surgir. Por exemplo, muitos pacientes que seriam catalogados como portadores de angina inst&#225;vel passaram a receber o diagn&#243;stico de infarto agudo do mioc&#225;rdio sem supradesn&#237;vel do segmento ST, j&#225; que estes biomarcadores s&#227;o mais sens&#237;veis do que as enzimas previamente utilizadas. Por outro lado, tamb&#233;m se demonstrou que aproximadamente 30% dos pacientes com aumento de troponina apresentam n&#237;veis de CKMB <underline>atividade</underline> normal, e que estes pacientes apresentam pior progn&#243;stico em rela&#231;&#227;o &#224;queles com troponina tamb&#233;m normal.</p>
    <p>O importante trabalho de Santos e cols.<sup>1</sup> vem contribuir para um melhor entendimento sobre o tema, ao analisar o papel da troponina e da CKMB massa em uma popula&#231;&#227;o n&#227;o selecionada de pacientes com quadro cl&#237;nico compat&#237;vel com coronariopatia aguda (de certa forma com surpreendentes 2/3 portadores de angina inst&#225;vel e apenas 1/3 com IAM sem supradesn&#237;vel de ST).</p>
    <p>Levando em considera&#231;&#227;o apenas dosagem realizada nas primeiras 24 horas de evolu&#231;&#227;o, e tratando os marcadores de necrose mioc&#225;rdica como vari&#225;veis dicot&#244;micas, concluem (corretamente) que, dosando-se a troponina, a dosagem adicional de CKMB massa seria dispens&#225;vel. Entretanto, alguns questionamentos permanecem sem resposta, o que poderia colocar em d&#250;vida uma conclus&#227;o t&#227;o contundente:</p>
    <disp-quote>
      <p>1. Caso os biomarcadores analisados fossem tratados como vari&#225;veis cont&#237;nuas, ao inv&#233;s de categ&#243;ricas, os resultados seriam os mesmos?</p>
      <p>2. Aparentemente, as curvas ROC s&#227;o similares quando se inclui troponina ou CKMB-massa isoladamente, o que poderia sugerir que a CKMB massa seria t&#227;o eficaz quanto a troponina como preditora de eventos cl&#237;nicos.</p>
      <p>3. Ao inv&#233;s de uma dosagem inicial, se fossem constru&#237;das curvas de CKMB massa e se analisasse o valor progn&#243;stico deste marcador, levando-se em conta o pico do mesmo (que geralmente ocorre ap&#243;s as primeiras 24 horas de evolu&#231;&#227;o), ou mesmo a &#225;rea sob a curva obtida, metodologia utilizada pela grande maioria dos estudos sobre o assunto, ser&#225; que os resultados n&#227;o seriam diferentes?</p>
      <p>4. Em estudo de necropsia, demonstra-se que o pico de CKMB massa mostra melhor correla&#231;&#227;o com tamanho do IAM do que a troponina obtida nas primeiras horas de interna&#231;&#227;o do paciente<sup>2</sup>. Na mesma dire&#231;&#227;o, analisando a incid&#234;ncia de necrose p&#243;s-angioplastia por resson&#226;ncia magn&#233;tica, Lim e cols.<sup>3</sup> concluem ser a CKMB superior &#224; troponina no diagn&#243;stico deste tipo de infarto.</p>
    </disp-quote>
    <p>Em conclus&#227;o, parece-nos algo precoce propor a erradica&#231;&#227;o da realiza&#231;&#227;o de curva de CKMB massa das nossas rotinas. Entretanto, se a op&#231;&#227;o for a de realizar apenas dosagens de biomarcadores nas primeiras 24 horas de evolu&#231;&#227;o, certamente os resultados aqui demonstrados (e a consequente conclus&#227;o) devem ser levados em considera&#231;&#227;o quando da implementa&#231;&#227;o de rotinas institucionais. Finalmente, &#233; bom recordar que os novos biomarcadores ultrassens&#237;veis, que come&#231;am a chegar aos mercados, talvez modifiquem substancialmente o entendimento que temos hoje sobre o assunto.</p>
    <p>
      <fn id="end" fn-type="corresp">
        <label>
          <bold>Correspond&#234;ncia:</bold>
        </label>
        <p> Jos&#233; Carlos Nicolau </p>
        <p> Rua Aureliano Coutinho, 355/1401 - Higien&#243;polis </p>
        <p> 01224-020 - S&#227;o Paulo, SP - Brasil </p>
        <p> E-mail: </p>
        <p><email xlink:href="nicolau@cardiol.br">nicolau@cardiol.br</email>, </p>
        <p>
          <email xlink:href="corjnicolau@incor.usp.br">corjnicolau@incor.usp.br</email>
        </p>
      </fn>
    </p>
    <p>Artigo recebido em 11/04/11, revisado recebido em 15/04/11, aceito em 15/04/11.</p>
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        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Comparison between cardiac-troponin I and CK-MB mass in acute coronary syndrome without ST elevation</article-title>
          <source>Arq Bras Cardiol</source>
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          <article-title>Comparison of MB fraction of creatine kinase mass and troponin I serum levels with necropsy findings in acute myocardial infarction</article-title>
          <source>Am J Cardiol</source>
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        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>With the "universal definition," measurement of creatine kinase-myocardial band rather than troponin allows more accurate diagnosis of periprocedural necrosis and infarction after coronary intervention</article-title>
          <source>J Am Coll Cardiol</source>
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          <subject>Editorial</subject>
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      <title-group>
        <article-title xml:lang="en">For patients with acute coronary syndrome, is initial measurement of troponin alone the best we have to offer?</article-title>
      </title-group>
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    <body>
      <p>
        <bold>EDITORIAL</bold>
      </p>
      <p>
        <fn id="top1-body2">
          <label>
            <bold>For patients with acute coronary syndrome, is initial measurement of troponin alone the best we have to offer?</bold>
          </label>
          <p>
            <bold>Jos&#233; Carlos Nicolau; Remo Holanda M. Furtado</bold>
          </p>
        </fn>
      </p>
      <p>Unidade de Coronariopatia Aguda do Instituto do Cora&#231;&#227;o (InCor) - HC/FMUSP, S&#227;o Paulo, SP - Brazil</p>
      <p>Mailing address</p>
      <p><bold>Keywords:</bold> Myocardial infarction; coronary disease; troponin; biological markers/blood.</p>
      <p>For decades it has been known that there is good correlation between the levels of certain enzymes and the size of myocardial infarction evaluated by necropsy.</p>
      <p>As it might be expected, several publications have found highly significant correlations between the levels of these markers and the incidence of events, mainly deaths - the higher the value, the higher the mortality.</p>
      <p>On the other hand, with the emergence of new markers, basically troponins and CKMB mass ("biomarkers of myocardial necrosis"), new evidence began to emerge. For example, many patients who were categorized as having unstable angina have received a diagnosis of acute myocardial infarction without ST segment elevation, because these biomarkers are more sensitive than the enzymes previously used. On the other hand, it was also found that approximately 30% of patients with increased troponin levels have normal CKMB <underline>activity</underline>, and that these patients have a worse prognosis than those with normal troponin.</p>
      <p>This relevant study by Santos et al<sup>1</sup> contributes to a better understanding of the topic, to analyze the role of troponin and CKMB mass in an unselected population of patients with clinical symptoms compatible with acute coronary syndrome (somewhat with surprisingly 2/3 of patients with unstable angina, and only 1/3 with AMI without ST elevation).</p>
      <p>Taking into account the measurements taken during the first 24 hours of onset, and treating myocardial necrosis markers as dichotomous variables, the authors conclude (correctly) that, by measuring troponin, the additional measurement of CKMB mass would have been unnecessary. However, some questions remain unanswered, which could cast doubt on a so blatant conclusion:</p>
      <disp-quote>
        <p>1. If the biomarkers studied were treated as continuous variables rather than categorical variables, would the results be the same?</p>
        <p>2. Apparently, the ROC curves are similar when including troponin or CKMB mass alone, which could suggest that the CKMB mass would be as effective as troponin as a predictor of clinical events.</p>
        <p>3. Instead of an initial measurement, if we built CKMB mass curves and analyzed the prognostic value of this marker, taking into account its peak (which usually occurs after the first 24 hours of onset), or even the area under the curve, which is a methodology used by the vast majority of studies on this topic, would not we have different results?</p>
        <p>4. A study of necropsy shows that the peak of CKMB mass correlates better with AMI size than the troponin obtained in the first hours of admission<sup>2</sup>. In the same direction, analyzing the incidence of necrosis after angioplasty by magnetic resonance imaging, Lim et al<sup>3</sup> conclude that CKMB is superior to troponin in the diagnosis of this type of infarction.</p>
      </disp-quote>
      <p>In conclusion, it seems somewhat premature to propose the eradication of CKMB mass curve from our routines. However, if the option is to perform only measurements of biomarkers in the first 24 hours of onset, the results reported here (and the consequent conclusion) must be certainly taken into consideration when implementing institutional routines. Finally, it is worth remembering that the new ultrasensible biomarkers, which start coming to the markets, perhaps would substantially alter the understanding we have today on this subject.</p>
      <p>
        <bold>References</bold>
      </p>
    </body>
  </sub-article>
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      <title-group>
        <article-title xml:lang="es">A los pacientes con coronariopat&#237;a aguda, &#191; Apenas el dosaje inicial de troponina es lo mejor que tenemos para ofrecerles?</article-title>
      </title-group>
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    <body>
      <p>
        <bold>EDITORIAL</bold>
      </p>
      <p>
        <fn id="ab-body3">
          <label>
            <bold>A los pacientes con coronariopat&#237;a aguda, &#191;Apenas el dosaje inicial de troponina es lo mejor que tenemos para ofrecerles?</bold>
          </label>
          <p>
            <bold>Jos&#233; Carlos Nicolau; Remo Holanda M. Furtado</bold>
          </p>
        </fn>
      </p>
      <p>Unidade de Coronariopatia Aguda do Instituto do Cora&#231;&#227;o (InCor) - HC/FMUSP, S&#227;o Paulo, SP - Brasil</p>
      <p>Correspondencia</p>
      <p><bold>Palabras clave:</bold> Infarto de miocardio, enfermedad de las coronarias, troponina, marcadores biol&#243;gicos/sangre.</p>
      <p>Hace d&#233;cadas, se sabe que existe buena correlaci&#243;n entre los niveles de determinadas enzimas y el tama&#241;o del infarto de miocardio evaluado por necropsia.</p>
      <p>Como ser&#237;a de esperar, diversas publicaciones encontraron correlaciones altamente significativas entre los niveles de esos marcadores e incidencia de eventos, fundamentalmente &#243;bitos - cuanto mayor fue el valor, mayor la mortalidad.</p>
      <p>Por otro lado, con el surgimiento de nuevos marcadores, b&#225;sicamente troponinas y CKMB masa ("biomarcadores de necrosis mioc&#225;rdica"), nuevas evidencias comenzaron a surgir. Por ejemplo, muchos pacientes que ser&#237;an catalogados como portadores de angina inestable comenzaron a recibir el diagn&#243;stico de infarto agudo de miocardio sin supradesnivel del segmento ST, ya que estos biomarcadores son m&#225;s sensibles que las enzimas previamente utilizadas. Por otro lado, tambi&#233;n se demostr&#243; que aproximadamente 30% de los pacientes con aumento de troponina presentan niveles de CKMB actividad normal, y que estos pacientes presentan peor pron&#243;stico en relaci&#243;n a aquellos con troponina tambi&#233;n normal.</p>
      <p>El importante trabajo de Santos et al<sup>1</sup> viene a contribuir a un mejor entendimiento del tema, al analizar el papel de la troponina y de la CKMB masa en una poblaci&#243;n no seleccionada de pacientes con cuadro cl&#237;nico compatible con coronariopat&#237;a aguda (de cierta forma con sorprendentes 2/3 portadores de angina inestable y apenas 1/3 con IAM sin supradesnivel de ST).</p>
      <p>Teniendo en consideraci&#243;n apenas el dosaje realizado en las primeras 24 horas de evoluci&#243;n, y tratando los marcadores de necrosis mioc&#225;rdica como variables dicot&#243;micas, concluyen (correctamente) que, dosando la troponina, el dosaje adicional de CKMB masa ser&#237;a dispensable. Entre tanto, algunos cuestionamientos permanecen sin respuesta, lo que podr&#237;a colocar en duda una conclusi&#243;n tan contundente:</p>
      <disp-quote>
        <p>1. En el caso de que los biomarcadores analizados fuesen tratados como variables continuas, en vez de categ&#243;ricas, &#191;Los resultados ser&#237;an los mismos?</p>
        <p>2. Aparentemente, las curvas ROC son similares cuando se incluye troponina o CKMB-masa aisladamente, lo que podr&#237;a sugerir que a CKMB masa ser&#237;a tan eficaz como la troponina como predictora de eventos cl&#237;nicos.</p>
        <p>3. En vez de un dosaje inicial, si fuesen construidas curvas de CKMB masa y se analizase el valor pron&#243;stico de este marcador, teniendo en cuenta el pico del mismo (que generalmente ocurre despu&#233;s de las primeras 24 horas de evoluci&#243;n), o aun el &#225;rea bajo la curva obtenida, metodolog&#237;a utilizada por la gran mayor&#237;a de los estudios sobre el asunto, &#191;Los resultados no ser&#237;an diferentes?</p>
        <p>4. En estudio de necropsia, se demuestra que el pico de CKMB masa muestra mejor correlaci&#243;n con el tama&#241;o del IAM que la troponina obtenida en las primeras horas de internaci&#243;n del paciente<sup>2</sup>. En la misma direcci&#243;n, analizando la incidencia de necrosis post angioplastia por resonancia magn&#233;tica, Lim et al<sup>3</sup> concluyen que la CKMB es superior a la troponina en el diagn&#243;stico de este tipo de infarto.</p>
      </disp-quote>
      <p>En conclusi&#243;n, nos parece algo precoz proponer la erradicaci&#243;n de la realizaci&#243;n de curva de CKMB masa de nuestras rutinas. Entre tanto, si la opci&#243;n fuese la de realizar apenas dosajes de biomarcadores en las primeras 24 horas de evoluci&#243;n, ciertamente los resultados aqu&#237; demostrados (y la consecuente conclusi&#243;n) deben ser tenidos en consideraci&#243;n al momento de la implementaci&#243;n de rutinas institucionales. Finalmente, es bueno recordar que los nuevos biomarcadores ultrasensibles, que comienzan a llegar a los mercados, tal vez modifiquen substancialmente el entendimiento que tenemos hoy sobre el asunto.</p>
      <p>
        <bold>Referencias</bold>
      </p>
    </body>
  </sub-article>
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