<!DOCTYPE article PUBLIC "-//NLM//DTD JATS (Z39.96) Journal Publishing DTD v1.1 20151215//EN" "https://jats.nlm.nih.gov/publishing/1.1/JATS-journalpublishing1.dtd">
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        <journal-title>Arquivos Brasileiros de Cardiologia</journal-title>
        <abbrev-journal-title abbrev-type="publisher">Arq. Bras. Cardiol.</abbrev-journal-title>
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        <publisher-loc>S&#227;o Paulo, SP, Brazil</publisher-loc>
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      <article-id pub-id-type="publisher-id" specific-use="scielo-v3">nTqvxRmByGcXVsL4kyZx6Rz</article-id>
      <article-id pub-id-type="other">00014</article-id>
      <article-id pub-id-type="publisher-id" specific-use="scielo-v2">S0066-782X2011000500014</article-id>
      <article-id pub-id-type="publisher-id" specific-use="scielo-v1">S0066-782X(11)09600514</article-id>
      <article-id pub-id-type="doi">10.1590/S0066-782X2011000500014</article-id>
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          <subject>Carta ao Editor</subject>
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      <title-group>
        <article-title>Em refer&#234;ncia &#224; mioc&#225;rdio n&#227;o compactado, doen&#231;a de Chagas e disfun&#231;&#227;o</article-title>
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            <surname>Pereira</surname>
            <given-names>Roberto</given-names>
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          <named-content content-type="city">Recife</named-content>
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        <institution content-type="orgname">Universidade de Pernambuco</institution>
        <institution content-type="orgdiv1">Pronto Socorro Cardiol&#243;gico de Pernambuco </institution>
        <country country="BR">Brazil</country>
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        <year>2011</year>
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          <license-p>This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.</license-p>
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      <pub-date publication-format="electronic" date-type="pub">
        <day>02</day>
        <month>06</month>
        <year>2011</year>
      </pub-date>
    </article-meta>
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  <body>
    <p>
      <bold>CARTA AO EDITOR</bold>
    </p>
    <p>Em refer&#234;ncia &#224; mioc&#225;rdio n&#227;o compactado, doen&#231;a de Chagas e disfun&#231;&#227;o</p>
    <p>
      <bold>Roberto Pereira</bold>
    </p>
    <p>Pronto Socorro Cardiol&#243;gico de Pernambuco - Universidade de Pernambuco, Recife, PE - Brasil</p>
    <p>
      <xref ref-type="corresp" rid="end">Correspond&#234;ncia</xref>
    </p>
    <p><bold>Palavras-chave:</bold> Cardiomiopatia chag&#225;sica, doen&#231;a de Chagas, disfun&#231;&#227;o do ventr&#237;culo esquerdo.</p>
    <p>Muito interessante e adequada a publica&#231;&#227;o em p&#225;ginas eletr&#244;nicas de "Mioc&#225;rdio n&#227;o Compactado, Doen&#231;a de Chagas e Disfun&#231;&#227;o - Relato de Caso", de Ronaldo Peixoto de Mello e cols.<sup>1</sup>.</p>
    <p>Gostar&#237;amos apenas de fazer um coment&#225;rio acerca da afirma&#231;&#227;o dos autores de que "Este relato de caso representa a primeira descri&#231;&#227;o da associa&#231;&#227;o de mioc&#225;rdio n&#227;o compactado do ventr&#237;culo esquerdo (MNCVE) e a cardiopatia induzida pela Doen&#231;a de Chagas (DC)".</p>
    <p>Na realidade, temos apresentado v&#225;rios exames ecocardiogr&#225;ficos em congressos diversos, onde mostramos as imagens de trabecula&#231;&#245;es no ventr&#237;culo esquerdo de pacientes com a forma dilatada da Cardiopatia Chag&#225;sica Cr&#244;nica. Destacamos que publicamos tal aspecto no livro "Doen&#231;a de Chagas", de Jarbas Malta, editado em S&#227;o Paulo, pela Sarvier, em 1996. Na p&#225;gina 111, escrevemos: "...temos observado, em pacientes chag&#225;sicos com a forma dilatada, a preval&#234;ncia de imagens ecocardiogr&#225;ficas sugestivas de "trabecula&#231;&#245;es" ou "enrugamento" do endoc&#225;rdio, dificilmente vistas em n&#227;o chag&#225;sicos (Fig. 43).", Anexo 01.</p>
    <p>Interessante notar a refer&#234;ncia, no caso publicado, de rela&#231;&#227;o 6:1 entre as trabecula&#231;&#245;es e a espessura do mioc&#225;rdio normal, achado tamb&#233;m visto por n&#243;s em ecocardiografia, bem mais acentuada que o descrito como caracter&#237;stico do MNCVE.</p>
    <p>Finalmente, concordamos com os autores que o ecocardiograma &#233; o m&#233;todo de escolha para o diagn&#243;stico dessas anormalidades anat&#244;micas, embora outras t&#233;cnicas de imagem possam ser &#250;teis.</p>
    <p>
      <bold>Carta-resposta</bold>
    </p>
    <p>A Cardiopatia Chag&#225;sica Cr&#244;nica (CCC) sempre foi palco de preocupa&#231;&#227;o no nosso meio. Uma r&#225;pida pesquisa em sites de uso regular com os termos Doen&#231;a de Chagas e Mioc&#225;rdio n&#227;o compactado localizam 6.320 resultados. &#201; redundante explicar a inutilidade de conferir cada uma das paginas encontradas. Se buscarmos no pubmed usando o termo Doen&#231;a de Chagas encontramos 12.480 artigos publicados. Por outro lado, o termo n&#227;o compacta&#231;&#227;o nos separa 631 artigos. Se utilizarmos esses termos conjuntamente, encontramos apenas o presente relato de caso. Pesquisando o LILACS encontramos resultado semelhante.</p>
    <p>Algumas considera&#231;&#245;es s&#227;o particularmente importantes. Primeiro, a superf&#237;cie endoc&#225;rdica do ventr&#237;culo esquerdo &#233; habitualmente revestida por proje&#231;&#245;es musculares formando pontes por curso vari&#225;vel denominada trab&#233;culas c&#225;rneas. Bandas musculares e proeminentes trabecula&#231;&#245;es com mais de 2 mm de di&#226;metro s&#227;o comumente encontrados em 68% dos cora&#231;&#245;es normais sem caracterizar a doen&#231;a associada &#224; n&#227;o compacta&#231;&#227;o<sup>1</sup>. Estas se projetam da superf&#237;cie ventricular interna, partindo especialmente da parede septal para a parede lateral, exceto no cone arterial o que torna fundamental crit&#233;rios ecocardiogr&#225;ficos definidores. Segundo, o que caracteriza a presen&#231;a de mioc&#225;rdio n&#227;o compactado &#233; a numerosa e exuberante presen&#231;a de trabecula&#231;&#227;o; rela&#231;&#227;o entre o m&#250;sculo n&#227;o compactado e o mioc&#225;rdio normal &gt; 2; a presen&#231;a de recessos intratrabeculares profundos<sup>2</sup>. Parabenizamos o Dr Peireira e colaboaradores pelo trabalho pioneiro discutindo o assunto, entretanto, diferenciar a presen&#231;a de disfun&#231;&#227;o ventricular induzida pela n&#227;o compacta&#231;&#227;o daquela da CCC pode ser ecocardiograficamente dif&#237;cil com na imagem referida<sup>3</sup>. Algumas caracter&#237;sticas s&#227;o importantes para diferenciar a etiologia do comprometimento mioc&#225;rdicos entre elas a presen&#231;a de aneurisma em &#225;pice comum na CCC (improv&#225;vel na n&#227;o compacta&#231;&#227;o); presen&#231;a de fibrose transmural ou epic&#225;rdica, mais comum na primeira, enquanto que na segunda a fibrose tende a ser subendoc&#225;rdica adjacente &#224;s trabacula&#231;&#245;es. Dados adicionais podem ser uteis: associa&#231;&#227;o de disfun&#231;&#227;o acentuada na parede inferiobasal comum na CCC; presen&#231;a de bloqueios de ramo direito associado a bloqueio da divis&#227;o anterosuperior esquerda em individuo com epidemiologia e sorologia positiva. Assim, ao avaliar uma imagem pelo ecocardiograma sem essas altera&#231;&#245;es incontestes induzida pela CCC e sem o recurso do realce tardio, dificilmente poderia ser demonstrada que a disfun&#231;&#227;o ventricular estaria na realidade sendo induzida pela n&#227;o compacta&#231;&#227;o em paciente com forma indeterminada da infec&#231;&#227;o pelo trypanosoma cruzi. Chamou &#224; aten&#231;&#227;o a exuber&#226;ncia das trabacula&#231;&#245;es documentadas pela imagem pela resson&#226;ncia. Durante a aquisi&#231;&#227;o da imagem 8 a 12 cortes podem ser adquiridos em eixo curto permitindo posterior analise da regi&#227;o contendo maior faixa muscular; permitindo inclusive caracterizar a distribui&#231;&#227;o da fibrose t&#237;pica da CCC em realce tardio. Esta, produz adelga&#231;amento da espessura do mioc&#225;rdica n&#227;o trabecular o que pode contribuir para o aumento da rela&#231;&#227;o encontrada.</p>
    <p>
      <bold>Refer&#234;ncias (Carta-resposta) </bold>
    </p>
    <p>
      <fn id="end" fn-type="corresp">
        <p>Correspond&#234;ncia:</p>
        <p>Roberto Pereira </p>
        <p> Setubal, 1548/701 </p>
        <p> Boa Viagem - 51130-010 </p>
        <p> Recife, PE - Brasil </p>
        <p>E-mail: </p>
        <p><email xlink:href="robertopereira@cardiol.br">robertopereira@cardiol.br</email>, </p>
        <p>
          <email xlink:href="robertopereira@unicordis.com.br">robertopereira@unicordis.com.br</email>
        </p>
      </fn>
    </p>
    <p>Artigo recebido em 01/10/10; revisado recebido em 01/10/10; aceito em 30/11/10.</p>
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          <article-title>Noncompaction of the myocardium, Chagas' disease and dysfunction: a case report</article-title>
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          <article-title>Frequency and location of prominent left ventricular trabeculations at autopsy in 474 normal human hearts: Implications for evaluation of mural thrombi by two-dimensional echocardiography</article-title>
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          <article-title>Isolated noncompaction of left ventricular myocardium: a study of eight cases</article-title>
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          <subject>Letter to the Editor</subject>
        </subj-group>
      </article-categories>
      <title-group>
        <article-title xml:lang="en">Referring to noncompaction of the myocardium, Chagas' disease and dysfunction</article-title>
      </title-group>
    </front-stub>
    <body>
      <p>
        <bold>LETTER TO THE EDITOR</bold>
      </p>
      <sec id="topo-body2">
        <p>
          <bold>Roberto Pereira</bold>
        </p>
      </sec>
      <sec>
        <p>Referring to noncompaction of the myocardium, Chagas' disease and dysfunction</p>
      </sec>
      <sec>
        <p>Pronto Socorro Cardiol&#243;gico de Pernambuco - Universidade de Pernambuco, Recife, PE - Brazil</p>
      </sec>
      <sec>
        <p>Mailing address</p>
      </sec>
      <sec>
        <p><bold>Keywords:</bold> Chagas' cardiomyopathy; Chagas' disease; ventricular dysfunction, left.</p>
      </sec>
      <sec>
        <p>I found it interesting and suitable the publication on the Internet of the article "Noncompaction of the Myocardium, Chagas disease and Dysfunction &#8211; Case Report," by Ronaldo Peixoto de Mello et al (Arq Bras Cardiol 2010; 95(1): e4-e6)<sup>1</sup>.</p>
      </sec>
      <sec>
        <p>We would just like to make a comment about the authors' statement that "This case report is the first description of the association of heart disease and noncompaction of the left ventricular myocardium (NCLVM) induced by Chagas' Disease (CD)."</p>
      </sec>
      <sec>
        <p>In fact, we have presented several echocardiography tests in various congresses, where we showed images of left ventricular trabeculations in patients with dilated form of chronic Chagas cardiomyopathy. It should be noted that we have published such aspect in the book "<italic>Doen&#231;a de Chagas</italic>", by Jarbas Malta, published in S&#227;o Paulo by SARVIER in 1996. In page 111, we said: "... we have observed, in patients with the dilated form of the Chagas disease, the prevalence of echocardiography images suggesting "trabeculations" or "wrinkled" endocardium, are rarely seen in non-infected ones (Fig. 43).", Annex 01.</p>
      </sec>
      <sec>
        <p>It is interesting to note the 6:1 ratio between the trabeculations and the normal myocardial thickness, a finding also seen by us in echocardiography, much more pronounced than that described as a characteristic of NCLVM.</p>
      </sec>
      <sec>
        <p>Finally, we agree with the authors that echocardiography is the method of choice for the diagnosis of these anatomic abnormalities, although other imaging techniques may be useful.</p>
      </sec>
      <sec>
        <p>
          <bold>Reply</bold>
        </p>
      </sec>
      <sec>
        <p>The Chronic Chagas' Heart Disease has always been a concern in our country. A quick search on websites regularly used, with the terms Chagas' Disease and Myocardial Noncompaction produce 6,320 results. It is redundant to explain the futility of checking each of the pages found. If we search on PubMed for the term Chagas' disease, we find 12,480 articles published. On the other hand, the term non-compaction results in 631 articles. If we use these terms together, we find only this case report. Searching the LILACS, we find similar results.</p>
      </sec>
      <sec>
        <p>Some considerations are particularly important. Firstly, the left ventricular endocardial surface is usually covered by muscle projections forming variable course bridges called trabeculae carneae. Muscle bands and prominent trabeculations with more than 2mm in diameter are commonly found in 68% of normal hearts without characterizing the disease associated with non-compaction<sup>1</sup>. They protrude from the inner ventricular surface, especially from the septal wall to the side wall, except in the arterial cone which makes fundamental to define echocardiographic criteria. Secondly, what characterizes the presence of myocardial non-compaction is a large and exuberant presence of trabeculation; relationship between the muscle non-compacted and normal myocardium &gt; 2; the presence of profound intratrabecular recesses<sup>2</sup>. We congratulate Dr. Peireira et al for this pioneering study discussing the matter, however, distinguishing the presence of ventricular dysfunction induced by non-compaction from ventricular dysfunction caused by chronic Chagas' heart disease can be difficult with the echocardiography image referred in the article<sup>3</sup>. Some features are important to distinguish the etiology of myocardial impairment including the presence of a common apex aneurysm in the chronic Chagas heart disease (unlikely in non-compaction); presence of transmural or epicardial fibrosis, most common in the former, while the latter, fibrosis tends to be subendocardial adjacent to the trabeculations Additional data can be useful: association of severe dysfunction in inferiobasal wall that is common in chronic Chagas heart disease; presence of right bundle branch block associated with left anterior-superior division block in an individual with positive serology and epidemiology. Therefore, by evaluating an image by echocardiography without these changes induced by chronic Chagas heart disease without the use of late enhancement, it could hardly be demonstrated that left ventricular dysfunction was actually being driven by the non-compaction in patients with the undetermined form of<italic> Trypanosoma cruzi </italic>infection. The exuberance of trabeculations documented by resonance imaging drew attention. During the image acquisition, 8 to 12 sections can be acquired in short axis allowing subsequent analysis of the region with higher muscle band, and characterizing the distribution of typical fibrosis of chronic Chagas heart disease in late enhancement. This produces a thinning effect on the non-trabecular myocardial thickness, which may contribute to the increase of the relationship found.</p>
      </sec>
      <sec>
        <p>
          <bold>Reference</bold>
        </p>
      </sec>
      <sec>
        <p>
          <bold>Refer&#234;ncias (Carta-resposta) </bold>
        </p>
      </sec>
    </body>
  </sub-article>
  <sub-article article-type="translation" id="TRes" xml:lang="es">
    <front-stub>
      <article-categories/>
      <title-group>
        <article-title xml:lang="es">En referencia al miocardio no compactado, enfermedad de Chagas y disfunci&#243;n</article-title>
      </title-group>
    </front-stub>
    <body>
      <p>
        <bold>CARTA AL EDITOR</bold>
      </p>
      <p><undefined id="topo-body3"/>En referencia al miocardio no compactado, enfermedad de Chagas y disfunci&#243;n</p>
      <p>
        <bold>Roberto Pereira</bold>
      </p>
      <p>Pronto Socorro Cardiol&#243;gico de Pernambuco - Universidade de Pernambuco, Recife, PE - Brasil</p>
      <p>Correspondencia</p>
      <p><bold>Palabras clave:</bold> Cardiomiopat&#237;a de Chagas, enfermedad de Chagas, disfunci&#243;n ventricular izquierda.</p>
      <p>Muy interesante y adecuada su publicaci&#243;n de "Miocardio no Compactado, Enfermedad de Chagas y Disfunci&#243;n &#8211; Caso Cl&#237;nico" (Ronaldo Peixoto de Mello et al<sup>1.</sup></p>
      <p>Nos gustar&#237;a hacer un comentario sobre la declaraci&#243;n de los autores de que "Este relato de caso representa la primera descripci&#243;n de la asociaci&#243;n entre miocardio no compactado del ventr&#237;culo izquierdo (MNCVI) y la cardiopat&#237;a inducida por Enfermedad de Chagas (EC)."</p>
      <p>De hecho, hemos presentado varios ex&#225;menes ecocardiogr&#225;ficos en varios congresos, donde se muestran im&#225;genes de trabeculaciones en el ventr&#237;culo izquierdo en pacientes con la forma dilatada de la Cardiopat&#237;a Chag&#225;sica Cr&#243;nica. Destacamos que publicamos dicho aspecto en el libro "Enfermedad de Chagas", Jarbas de Malta, publicado en S&#227;o Paulo por Sarvier en 1996. "...hemos observado en pacientes chag&#225;sicos con la forma dilatada, la prevalencia de im&#225;genes ecocardiogr&#225;ficas sugestivas de "trabeculaciones" o arrugas del endocardio, raramente vistas en no chag&#225;sicos (Fig. 43). "Anexo 01.</p>
      <p>Curiosamente, la referencia en el caso publicado, de proporci&#243;n 6:1 entre las trabeculaciones y el grosor del miocardio normal, un hallazgo tambi&#233;n visto por nosotros en la ecocardiograf&#237;a, m&#225;s bien pronunciado que el que se describe como una caracter&#237;stica del MNCVI.</p>
      <p>Por &#250;ltimo, estamos de acuerdo con los autores que la ecocardiograf&#237;a es el m&#233;todo de elecci&#243;n para el diagn&#243;stico de anormalidades anat&#243;micas, aunque otras t&#233;cnicas de imagen pueden ser &#250;tiles.</p>
      <p>
        <bold>Carta respuesta</bold>
      </p>
      <p>La Cardiopat&#237;a Chag&#225;sica Cr&#243;nica (CCC) siempre fue escenario de preocupaci&#243;n en nuestro medio. Una r&#225;pida investigaci&#243;n en sitios de internet de uso regular con los t&#233;rminos Enfermedad de Chagas y Miocardio no compactado localiza 6.320 resultados. Es redundante explicar la inutilidad de visitar cada una de las p&#225;ginas encontradas. Si buscamos en el pubmed usando el t&#233;rmino Enfermedad de Chagas encontramos 12480 art&#237;culos publicados. Por otro lado, el t&#233;rmino no compactaci&#243;n nos separa 631 art&#237;culos. Si utilizamos esos t&#233;rminos conjuntamente, encontramos apenas el presente relato de caso. Investigando el LILACS encontramos resultado semejante. </p>
      <p>Algunas consideraciones son particularmente importantes. Primero, la superficie endoc&#225;rdica del ventr&#237;culo izquierdo est&#225; habitualmente revestida por proyecciones musculares formando puentes por curso variable denominados trab&#233;culas c&#225;rneas. Bandas musculares y prominentes trabeculaciones con m&#225;s de 2mm de di&#225;metro son com&#250;nmente encontrados en 68% de los corazones normales sin caracterizar la enfermedad asociada a la no compactaci&#243;n<sup>1</sup>. Estas se proyectan de la superficie ventricular interna, partiendo especialmente de la pared septal hacia la pared lateral, excepto en el cono arterial lo que vuelve fundamental criterios ecocardiogr&#225;ficos definidores. Segundo, lo que caracteriza la presencia de miocardio no compactado es la numerosa y exuberante presencia de trabeculaci&#243;n; relaci&#243;n entre el m&#250;sculo no compactado y el miocardio normal &gt; 2; la presencia de recesos intratrabeculares profundos<sup>2</sup>. Felicitamos al Dr. Pereira et al por el trabajo pionero discutiendo el asunto, entre tanto, diferenciar la presencia de disfunci&#243;n ventricular inducida por la no compactaci&#243;n de aquella de la CCC puede ser ecocardiogr&#225;ficamente dif&#237;cil en la imagen referida<sup>3</sup>. Algunas caracter&#237;sticas son importantes para diferenciar la etiolog&#237;a del compromiso mioc&#225;rdico entre ellas la presencia de aneurisma en &#225;pice com&#250;n en la CCC (improbable en la no compactaci&#243;n); presencia de fibrosis transmural o epic&#225;rdica, m&#225;s com&#250;n en la primera, mientras que en la segunda la fibrosis tiende a ser subendoc&#225;rdica adyacente a las trabeculaciones. Datos adicionales pueden ser &#250;tiles: asociaci&#243;n de disfunci&#243;n acentuada en la pared inferiobasal com&#250;n en la CCC; presencia de bloqueos de rama derecha asociados a bloqueos de la divisi&#243;n anterosuperior izquierda en individuo con epidemiolog&#237;a y serolog&#237;a positiva. As&#237;, al evaluar una imagen por el ecocardiograma sin esas alteraciones incontestables inducida por la CCC y sin el recurso del realce tard&#237;o, dif&#237;cilmente podr&#237;a ser demostrado que la disfunci&#243;n ventricular estar&#237;a en realidad siendo inducida por la no compactaci&#243;n en paciente con forma indeterminada de la infecci&#243;n por el tripanosoma cruzi. Llam&#243; la atenci&#243;n hacia la exuberancia de las trabeculaciones documentadas en la imagen por la resonancia. Durante la adquisici&#243;n de la imagen 8 a 12 cortes pueden ser adquiridos en eje corto permitiendo posterior an&#225;lisis de la regi&#243;n conteniendo mayor franja muscular; permitiendo inclusive caracterizar la distribuci&#243;n de la fibrosis t&#237;pica de la CCC en realce tard&#237;o. Esta, produce adelgazamiento del espesor del miocardio no trabecular lo que puede contribuir al aumento de la relaci&#243;n encontrada. </p>
      <p>
        <bold>Referencias</bold>
      </p>
      <p>
        <bold>Refer&#234;ncias (Carta-resposta) </bold>
      </p>
    </body>
  </sub-article>
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