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        <journal-title>Arquivos Brasileiros de Cardiologia</journal-title>
        <abbrev-journal-title abbrev-type="publisher">Arq. Bras. Cardiol.</abbrev-journal-title>
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      <issn pub-type="epub">1678-4170</issn>
      <publisher>
        <publisher-name>Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC</publisher-name>
        <publisher-loc>S&#227;o Paulo, SP, Brazil</publisher-loc>
      </publisher>
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      <article-id pub-id-type="publisher-id" specific-use="scielo-v3">TzzssVfFDZ95nkCxByTv5Qr</article-id>
      <article-id pub-id-type="other">00015</article-id>
      <article-id pub-id-type="publisher-id" specific-use="scielo-v2">S0066-782X2011000400015</article-id>
      <article-id pub-id-type="publisher-id" specific-use="scielo-v1">S0066-782X(11)09600415</article-id>
      <article-id pub-id-type="doi">10.1590/S0066-782X2011000400015</article-id>
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          <subject>Carta ao Editor</subject>
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        <article-title>Em refer&#234;ncia &#224; modifica&#231;&#227;o de antigo m&#233;todo (Vineberg) na era das c&#233;lulas tronco</article-title>
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            <surname>Quigley</surname>
            <given-names>Robert L.</given-names>
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        <year>2011</year>
      </pub-date>
      <volume>96</volume>
      <issue>4</issue>
      <fpage>343</fpage>
      <lpage>344</lpage>
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          <license-p>This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.</license-p>
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        <day>02</day>
        <month>05</month>
        <year>2011</year>
      </pub-date>
    </article-meta>
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  <body>
    <p>
      <bold>CARTA AO EDITOR</bold>
    </p>
    <p>
      <bold>Em refer&#234;ncia &#224; modifica&#231;&#227;o de antigo m&#233;todo (Vineberg) na era das c&#233;lulas tronco</bold>
    </p>
    <p>
      <bold>Robert L. Quigley</bold>
    </p>
    <p>International SOS Assistance, Inc - USA</p>
    <p>
      <xref ref-type="corresp" rid="back">Correspond&#234;ncia</xref>
    </p>
    <p><bold>Palavras-chave: </bold>Doen&#231;a da art&#233;ria coronariana, reperfus&#227;o mioc&#225;rdica, revasculariza&#231;&#227;o mioc&#225;rdica.</p>
    <p>Li com interesse o manuscrito acima de Dallan e cols.<sup>1</sup> apresentando o tratamento de dois pacientes com doen&#231;a arterial coronariana (DAC) grave utilizando um implante de Vineberg modificado. Ambos os pacientes obtiveram um "desfecho favor&#225;vel". O autor, em conclus&#227;o, sugeriu que essa abordagem de revasculariza&#231;&#227;o "deveria ser melhor analisada com testes funcionais e seguimento".</p>
    <p>Em 2004, publiquei um artigo sobre o tratamento de uma s&#233;rie de 21 pacientes, todos com DAC n&#227;o-trat&#225;vel atrav&#233;s de procedimentos de revasculariza&#231;&#227;o convencional (percut&#226;nea ou outro) e mioc&#225;rdio isqu&#234;mico<sup>2</sup>. Todos os pacientes foram tratados cirurgicamente com um implante Vineberg sobre o cora&#231;&#227;o batendo, combinado com revasculariza&#231;&#227;o transmioc&#225;rdica &#224; laser (RTML) da parede anterior (8 a 16 s&#237;tios). Em todos, exceto tr&#234;s casos, o implante Vineberg foi modificado de tal forma que a extremidade distal do condu&#237;te, quando emergia do t&#250;nel muscular, era anastomosada a qualquer segmento patente da ADA esquerda.</p>
    <p>Oito dos 21 pacientes foram avaliados, pr&#233;-operativamente e p&#243;s-operativamente, atrav&#233;s de testes de estresse iniciais (4 a 9 dias) e p&#243;s-operat&#243;rios - tardios (3 a 5 meses) e exames de imagem nuclear em repouso. Todos os pacientes obtiveram al&#237;vio completo da angina. Perfus&#245;es seriadas demonstraram melhora de fase 2 da perfus&#227;o. Um paciente, que consentiu em ser submetido &#224; angiografia ap&#243;s 24 meses, apresentou v&#225;rios s&#237;tios de "blush" mioc&#225;rdico, consistentes com neovasculariza&#231;&#227;o.</p>
    <p>Acredito que esse subgrupo de pacientes continuar&#225; a aumentar e n&#227;o posso enfatizar a necessidade de desenvolvimento cont&#237;nuo de t&#233;cnicas &#250;nicas, h&#237;bridas para lidar com esse dilema cl&#237;nico. Como claramente demonstrado nesse relat&#243;rio, tais t&#233;cnicas podem incluir a ressuscita&#231;&#227;o de procedimentos "obsoletos" relegados ao esquecimento.</p>
    <p>
      <bold>Carta-resposta</bold>
    </p>
    <p>Li com aten&#231;&#227;o a carta enviada aos Arquivos Brasileiros de Cardiologia, referente ao nosso artigo "Modifica&#231;&#227;o de antigo m&#233;todo (Vineberg) na era das c&#233;lulas tronco, nova t&#225;tica?"<sup>1</sup>. Na mesma, o Dr. R. L. Quigley exp&#245;e, de maneira elegante, a preocupa&#231;&#227;o com o manuseio cir&#250;rgico desse grupo especial de pacientes portadores de angina refrat&#225;ria, a despeito de j&#225; terem sido esgotados os meios tradicionais de seu tratamento. Estamos conscientes de que, na medida em que a complexidade da doen&#231;a aumenta, novos desafios s&#227;o impostos na procura de estrat&#233;gias terap&#234;uticas seguras e eficientes para esses pacientes. O exemplo dessa busca &#233; a criatividade que envolveu a t&#233;cnica inicial proposta h&#225; mais de 50 anos pelo Dr. Vineberg. Esse passado vem sendo revisado para que, &#224; luz das mais modernas t&#233;cnicas em uso ou em desenvolvimento (revasculariza&#231;&#227;o transmioc&#225;rdica a laser, terapia celular etc), op&#231;&#245;es in&#233;ditas de tratamento possam surgir.</p>
    <p>Tanto em nosso trabalho como aquele pelo reportado pelo Dr. Quigley<sup>2</sup>, havia dificuldade na revasculariza&#231;&#227;o mioc&#225;rdica direta "convencional" e o cirurgi&#227;o valeu-se deste "olhar ao passado" para inovar. Outro ponto de destaque &#233; que em ambos os trabalhos, os resultados iniciais foram bastante satisfat&#243;rios, com desaparecimento da angina e melhora na perfus&#227;o mioc&#225;rdica. Nossos pacientes foram submetidos a estudo hemodin&#226;mico no p&#243;s-operat&#243;rio e pode-se visibilizar &#225;reas com presen&#231;a difusa do contraste em meio ao mioc&#225;rdio isqu&#234;mico, sugerindo neovasculariza&#231;&#227;o. N&#227;o costumamos verificar esse aspecto de rede capilar quando a art&#233;ria tor&#225;cica interna esquerda &#233; anastomosada diretamente ao ramo interventricular esquerdo da art&#233;ria coron&#225;ria esquerda, sem ter sido previamente tunelizada em meio ao mioc&#225;rdio. Verificamos, tamb&#233;m, bom fluxo no enxerto, com anastomose coronariana patente, pois uma de nossas preocupa&#231;&#245;es era de que n&#227;o houvesse constri&#231;&#227;o ao longo do trajeto intramioc&#225;rdico da art&#233;ria tor&#225;cica interna esquerda, prejudicando seu fluxo distal.</p>
    <p>Ao contr&#225;rio de nossos pacientes, todos os pacientes reportados pelo Dr. Quigley tamb&#233;m receberam revasculariza&#231;&#227;o transmioc&#225;rdica &#224; laser, o que pode ter contribu&#237;do favor&#225;vel e sinergicamente para a melhora da isquemia mioc&#225;rdica por ele observada. Acredito que t&#233;cnicas alternativas isoladas ou combinadas devam ser exploradas em s&#233;ries maiores de pacientes e com maior tempo de seguimento.</p>
    <p>Atenciosamente,</p>
    <p>Prof. Lu&#237;s Alberto O. Dallan</p>
    <p>
      <bold>Refer&#234;ncias (Resposta) </bold>
    </p>
    <p>
      <fn id="back" fn-type="corresp">
        <p>Correspond&#234;ncia:</p>
        <p>Robert L. Quigley </p>
        <p> Regional Medical Director, Americas Region </p>
        <p> International SOS Assistance, Inc. </p>
        <p> 3600 Horizon Boulevard, Suite 300 </p>
        <p> Trevose, PA - 19053 USA </p>
        <p> E-mail: </p>
        <p>
          <email xlink:href="robert.quigley@internationalsos.com">robert.quigley@internationalsos.com</email>
        </p>
      </fn>
    </p>
    <p>Artigo recebido em 13/08/10; revisado recebido em 13/08/10; aceito em 16/09/10.</p>
  </body>
  <back>
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        <mixed-citation>1. Dallan LAO,    Gowdak LHW, Lisboa LAF, Milanez AMM, Platatia F, Moreira LF, et al. Modifica&#231;&#227;o    de antigo m&#233;todo (Vineberg) na era das c&#233;lulas tronco: nova t&#225;tica?    Arq, Bras. Cardiol 2009;93(5):e67-e69.</mixed-citation>
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          <article-title>Modifica&#231;&#227;o de antigo m&#233;todo (Vineberg) na era das c&#233;lulas tronco: nova t&#225;tica?</article-title>
          <source>Arq, Bras. Cardiol</source>
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          <article-title>Synergy of old and new technology results in successful revascularization of the anterior myocardium with relief of angina in the absence of suitable targets</article-title>
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        <mixed-citation>1. Dallan LAO,    Gowdak LHW, Lisboa LAF, Milanez AMM, Platatia F, Moreira LF, et al. Modifica&#231;&#227;o    de antigo m&#233;todo (Vineberg) na era das c&#233;lulas tronco: nova t&#225;tica?    Arq, Bras. Cardiol 2009;93(5):e67-e69.</mixed-citation>
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          <article-title>Modifica&#231;&#227;o de antigo m&#233;todo (Vineberg) na era das c&#233;lulas tronco: nova t&#225;tica?</article-title>
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          <article-title>Synergy of old and new technology results in successful revascularization of the anterior myocardium with relief of angina in the absence of suitable targets</article-title>
          <source>Heart Surg Forum</source>
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          <subject>Letter to the Editor</subject>
        </subj-group>
      </article-categories>
      <title-group>
        <article-title xml:lang="en">Regarding the modification of an old procedure (Vineberg) in the stem cell era - a new strategy?</article-title>
      </title-group>
    </front-stub>
    <body>
      <p>
        <bold>LETTER TO THE EDITOR</bold>
      </p>
      <p>
        <fn id="top-body2">
          <label>
            <bold>Regarding the modification of an old procedure (Vineberg) in the stem cell era - a new strategy?</bold>
          </label>
          <p>
            <bold>Robert L. Quigley</bold>
          </p>
        </fn>
      </p>
      <p>International SOS Assistance, Inc - USA</p>
      <p>Mailing address</p>
      <p><bold>Keywords:</bold>Coronary artery disease; myocardial reperfusion; myocardial revascularization.</p>
      <p>I read with interest the above manuscript of Dallan et al<sup>1</sup> outlining the management of 2 patients with severe/diffuse coronary artery disease (CAD) using a modified Vineberg implant. Both patients had a "favorable outcome". The author, in conclusion, suggested that this revascularization approach "should be further analyzed with follow-up and functional tests".</p>
      <p>In 2004, I published a series on the management of 21 patients, all with CAD non - amenable to conventional revascularization procedures (percutaneous or otherwise), and ischemic myocardium<sup>2</sup>. All patients were managed surgically with a Vineberg implant, on the beating heart combined with transmyocardial laser revascularization (TMLR) of the anterior wall (8 to 16 sites). In all but 3 cases, the Vineberg implant was modified so that the distal end of the conduit, as it emerged from the muscular tunnel, was anastomosed to any patent LAD segment.</p>
      <p>Eight of the 21 patients were studied with preoperative, postoperative - early (4 to 9 days) and post-operative - late (3 to 5 months) stress and rest nuclear imaging. All patients achieved complete relief of their angina. Serial perfusion scans demonstrated a 2-phase improvement in perfusion. One patient, who consented to undergo an angiography at 24 months, demonstrated several sites of a myocardial "blush" consistent with neovascularization.</p>
      <p>I suspect that this subset of patients will continue to increase and cannot emphasize the need for continued development of unique, hybrid, techniques to address this clinical dilemma. As clearly demonstrated in this report, such techniques may include the resuscitation of shelved "obsolete" procedures.</p>
      <p>
        <bold>Reply</bold>
      </p>
      <p>I read with interest the letter sent to the Brazilian Archives of Cardiology regarding our article "Modification of an Old Procedure (Vineberg) in the Stem Cell Era - a New Strategy?"<sup>1</sup>. In it, Dr. R. L. Quigley elegantly states his concern with the surgical management of this special group of patients with refractory angina, in spite of the fact that all traditional methods of treatment have been employed unsuccessfully. We are aware that as the disease complexity increases, new challenges appear in the search for safe and efficient therapeutic strategies for these patients. One example of this search is the creativity that involved the initial technique proposed more than 50 years ago by Dr. Vineberg. This past has been revisited so that, in the light of more modern techniques being used or being developed (laser transmyocardial revascularization, cell therapy etc), novel treatment options can emerge.</p>
      <p>In both our study and Dr. Quigley' study<sup>2</sup>, there was difficulty in employing the "conventional" right myocardial revascularization and the surgeon took advantage of this "revisited past" to innovate. Another point worth mentioning is that both studies showed quite satisfactory initial outcomes, with angina relief and improved myocardial perfusion. Our patients were submitted to a hemodynamic study in the postoperative period and areas with presence of diffuse contrast were identified amid the ischemic myocardium, suggesting neovascularization. We do not normally verify this aspect of the capillary network when left internal thoracic artery is anastomosed directly to the left interventricular branch of the left coronary artery, without being previously tunnelized through the myocardium. We also verified good graft flow with a patent coronary anastomosis, as one of our concerns was that there would be no constrictions along the intramyocardial trajectory of the left internal thoracic artery, which would have impaired its distal flow.</p>
      <p>In opposition to all our patients, all patients reported by Dr. Quigley also underwent laser transmyocardial revascularization, which might have contributed favorably and synergistically to the improvement in the myocardial ischemia observed by him. I believe that isolated or combined alternative techniques must be further studied in larger series of patients, with longer follow-up periods.</p>
      <p>Sincerely,</p>
      <p>Prof. Lu&#237;s Alberto O. Dallan</p>
      <p>
        <bold>References</bold>
      </p>
      <p>
        <bold>Refer&#234;ncias (Resposta) </bold>
      </p>
    </body>
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        <article-title xml:lang="es">En referencia a la comunicaci&#243;n breve: modificaci&#243;n del antiguo m&#233;todo (Vineberg) en la era de las c&#233;lulas madre</article-title>
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      <p>
        <bold>CARTA AL EDITOR</bold>
      </p>
      <p>
        <fn id="top-body3">
          <label>
            <bold>En referencia a la comunicaci&#243;n breve: modificaci&#243;n del antiguo m&#233;todo (Vineberg) en la era de las c&#233;lulas madre</bold>
          </label>
          <p>
            <bold>Robert L. Quigley</bold>
          </p>
        </fn>
      </p>
      <p>International SOS Assistance, Inc - USA</p>
      <p>Correspondencia</p>
      <p><bold>Palabras clave: </bold>Enfermedad arterial coronaria, reperfusi&#243;n del miocardio, revascularizaci&#243;n mioc&#225;rdica.</p>
      <p>He le&#237;do con inter&#233;s el relato anterior de Dallan et al<sup>1</sup> que nos cuenta sobre el tratamiento de dos pacientes con enfermedad arterial coronaria (EAC) severa, utilizando una versi&#243;n modificada de la t&#233;cnica Vineberg. Ambos pacientes tuvieron un "desenlace favorable". El autor, en conclusi&#243;n, sugiri&#243; que este enfoque de la revascularizaci&#243;n "deber&#237;a ser mejor analizada con pruebas funcionales y seguimiento".</p>
      <p>En 2004, he publicado un art&#237;culo sobre el tratamiento de una serie de 21 pacientes, todos con EAC no tratable a trav&#233;s de procedimientos de revascularizaci&#243;n convencional (percut&#225;nea o no) y miocardio isqu&#233;mico<sup>2</sup>. Se trat&#243; a todos los pacientes quir&#250;rgicamente con la t&#233;cnica Vineberg, con el coraz&#243;n latiendo, combinado con revascularizaci&#243;n transmioc&#225;rdica con laser (RTML) de la pared anterior (8 a 16 sitios). En todos los casos, a excepci&#243;n de tres, la t&#233;cnica Vineberg fue modificada de modo que el extremo distal del conducto, cuando se emerg&#237;a del t&#250;nel muscular, se anastomosaba a cualquier segmento patente de la ADA izquierda.</p>
      <p>Ocho de los 21 pacientes fueron evaluados antes de la cirug&#237;a y en el postoperatorio, a trav&#233;s de pruebas de estr&#233;s iniciales (4 a 9 d&#237;as) y postoperatorios - tard&#237;os (3 a 5 meses) y ex&#225;menes de imagen nuclear en reposo. Todos los pacientes lograron un alivio completo de la angina. Perfusiones seriadas demostraron una mejora en la fase 2 de la perfusi&#243;n. Un paciente, que consinti&#243; someterse a una angiograf&#237;a despu&#233;s de 24 meses, present&#243; varios sitios de blush mioc&#225;rdico, en consonancia con la neovascularizaci&#243;n.</p>
      <p>Me parece que este subgrupo de pacientes seguir&#225; creciendo y no puedo enfatizar la necesidad de un desarrollo continuo de t&#233;cnicas &#250;nicas, h&#237;bridas para hacer frente a este dilema cl&#237;nico. Como se demuestra claramente en este informe, dichas t&#233;cnicas pueden incluir el rescate de procedimientos "obsoletos" relegados al olvido.</p>
      <p>
        <bold>Carta respuesta</bold>
      </p>
      <p>Le&#237; cuidadosamente la carta remitida a <italic>Arquivos Brasileiros de Cardiologia</italic>, en referencia a nuestro art&#237;culo "Modificaci&#243;n de antiguo m&#233;todo (Vineberg) en la era de c&#233;lulas madre, una nueva t&#225;tica?"<sup>1</sup>. En ella, el Dr. R. L. Quigley expone, de una manera elegante, la preocupaci&#243;n por el manejo quir&#250;rgico de este grupo especial de pacientes portadores de angina refractaria, a pesar de ya haber sido agotados los medios tradicionales de tratamiento. Somos conscientes de que, en la medida en que la complejidad de la enfermedad aumenta, nuevos retos se imponen en la b&#250;squeda de estrategias terap&#233;uticas seguras y eficientes para estos pacientes. El ejemplo de esta b&#250;squeda es la creatividad que implicaba la t&#233;cnica inicial propuesta hace m&#225;s de 50 a&#241;os por el Dr. Vineberg. Este pasado se viene revisando para que, a la luz de las &#250;ltimas t&#233;cnicas en uso o en fase de desarrollo (revascularizaci&#243;n transmioc&#225;rdica con l&#225;ser, la terapia celular etc), nuevas opciones de tratamiento pueden surgir.</p>
      <p>Tanto en nuestro trabajo como aquel reportado por el Dr. Quigley<sup>2</sup>, hab&#237;a dificultades en la revascularizaci&#243;n mioc&#225;rdica directa "convencional" y el cirujano se aprovech&#243; de esta "mirada hacia el pasado" para innovar. Otro punto importante es que en ambos estudios, los primeros resultados fueron muy satisfactorios, con la desaparici&#243;n de la angina y mejora la perfusi&#243;n mioc&#225;rdica. Nuestros pacientes se sometieron a estudio hemodin&#225;mico despu&#233;s de la operaci&#243;n y se puede visualizar las zonas con presencia difusa del contraste en medio al miocardio isqu&#233;mico, lo que sugiere la neovascularizaci&#243;n. No solemos ver este aspecto de la red capilar cuando la arteria tor&#225;cica interna es anastomosa directamente a la rama interventricular izquierda de la arteria coronaria izquierda, sin haber sido previamente tunelizado dentro del miocardio. Tambi&#233;n se verific&#243; un buen flujo en el injerto con anastomosis coronaria permeable, ya que una de nuestras preocupaciones era que no hubiera ninguna constricci&#243;n en el trayecto intramioc&#225;rdico de la arteria tor&#225;cica interna izquierda, perjudicando su flujo distal.</p>
      <p>A diferencia de nuestros pacientes, todos los pacientes reportados por el Dr. Quigley tambi&#233;n recibieron revascularizaci&#243;n transmioc&#225;rdica con l&#225;ser, lo que puede haber contribuido favorable y sin&#233;rgicamente a la mejora de la isquemia mioc&#225;rdica observada por &#233;l. Creo que las t&#233;cnicas alternativas aisladas o combinadas deban ser exploradas en series mayores de pacientes y con mayor tiempo de seguimiento.</p>
      <p>Atentamente,</p>
      <p>Prof. Lu&#237;s Alberto O. Dallan</p>
      <p>
        <bold>Referencias</bold>
      </p>
      <p>
        <bold>Refer&#234;ncias (Resposta) </bold>
      </p>
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