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        <journal-title>Arquivos Brasileiros de Cardiologia</journal-title>
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        <article-title>Escore de risco GRACE versus escore de risco TIMI</article-title>
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  <body>
    <p>
      <bold>CARTA AO EDITOR</bold>
    </p>
    <p>
      <bold>Escore de risco GRACE <italic>versus</italic> escore de risco TIMI</bold>
    </p>
    <p>
      <bold>Luiza Rossi; Eduardo Maffini da Rosa; Marina Bertoni Guerra</bold>
    </p>
    <p>Universidade de Caxias do Sul - UCS, Caxias do Sul, RS - Brasil</p>
    <p>
      <xref ref-type="corresp" rid="endb">Correspond&#234;ncia</xref>
    </p>
    <p><bold>Palavras-chave: </bold>S&#237;ndrome coronariana aguda, infarto do mioc&#225;rdio, GRACE, TIMI.</p>
    <p>
      <bold>Senhor Editor,</bold>
    </p>
    <p>Nosso grupo de estudos em coronariopatia leu e discutiu com interesse o artigo escrito por Correia e cols.<sup>1</sup>. Referente ao estudo, gostar&#237;amos de saber a opini&#227;o dos autores perante as seguintes pondera&#231;&#245;es: 1) em nossa pr&#225;tica cl&#237;nica, temos a impress&#227;o de que a evolu&#231;&#227;o dos pacientes n&#227;o reflete mais a hist&#243;ria natural da doen&#231;a, mas o potencial terap&#234;utico da interven&#231;&#227;o realizada, ou seja, a ocorr&#234;ncia de morte ou infarto agudo do mioc&#225;rdio (IAM) muito mais atende &#224; qualidade e &#224;s condi&#231;&#245;es do tratamento aplicado do que aos aspectos da hist&#243;ria natural da doen&#231;a<sup>2</sup>; 2) a angina inst&#225;vel e o IAM s&#227;o doen&#231;as com progn&#243;stico bem diferentes, por isso, achamos que n&#227;o poderiam estar em um mesmo grupo amostral. Por fim, quanto ao escore, achamos que, do modo como foi aplicado nesse estudo, reflete muito mais o risco de reinfarto do que o risco de desenvolver um infarto a partir de um quadro de dor tor&#225;cica que chega a um centro de emerg&#234;ncia<sup>3,4</sup>.</p>
    <p>
      <bold> Resposta dos autores</bold>
    </p>
    <p>
      <bold>Prezados Senhores, </bold>
    </p>
    <p>Na se&#231;&#227;o Carta ao Editor, Rossi e cols. sugerem que a probabilidade de desfechos cardiovasculares recorrentes em pacientes com s&#237;ndromes coronarianas agudas &#233; determinada pelas estrat&#233;gias terap&#234;uticas utilizadas, n&#227;o havendo influ&#234;ncia do quadro cl&#237;nico no risco de eventos subsequentes. Essa proposta induz-nos ao pensamento determin&#237;stico de que terapias corretamente aplicadas previnem, de forma universal, a incid&#234;ncia de eventos cardiovasculares nesse cen&#225;rio cl&#237;nico. No entanto, essa n&#227;o &#233; a realidade observada nos estudos de coorte que avaliam progn&#243;stico de pacientes com s&#237;ndromes coronarianas agudas. Por exemplo, nas coortes de valida&#231;&#227;o dos escores TIMI e GRACE, a despeito da utiliza&#231;&#227;o de terapias contempor&#226;neas de benef&#237;cio comprovado, o risco de eventos isqu&#234;micos recorrentes aconteceu de forma proporcional ao resultado dos escores de risco<sup>1,2</sup>. Al&#233;m disso, o racioc&#237;nio de que o desfecho do paciente depende exclusivamente do tratamento nos leva a crer que estrat&#233;gias terap&#234;utica m&#225;ximas e uniformes devam ser aplicadas. No entanto, esse pensamento foge ao paradigma da medicina personalizada, em que a conduta deve ser individualizada de acordo com o risco basal do paciente. De fato, a redu&#231;&#227;o absoluta de risco proveniente de uma terapia &#233; proporcional &#224; probabilidade cl&#237;nica do evento que se intenciona prevenir. Essa probabilidade &#233; estimada exatamente pelas caracter&#237;sticas cl&#237;nicas do paciente, que normalmente s&#227;o reunidas em modelos multivariados sob a forma de escores. Portanto, esses modelos multivariados s&#227;o &#250;teis n&#227;o somente como marcadores progn&#243;sticos, mas tamb&#233;m como forma de escolha da estrat&#233;gia terap&#234;utica individualizada. Nesse contexto, considerando que estrat&#233;gias antitromb&#243;ticas e intervencionistas reduzem o risco de isquemia recorrente e aumentam o risco de eventos hemorr&#225;gicos, &#225;rvores de decis&#227;o cl&#237;nica devem ser utilizadas para ponderar o risco-benef&#237;cio das terapias indicadas. </p>
    <p>Ao passo que reduzem o risco de isquemia recorrente, estrat&#233;gias antitromb&#243;ticas e intervencionistas tamb&#233;m aumentam o risco de eventos hemorr&#225;gicos<sup>3</sup>. Por esse motivo, &#225;rvores de decis&#227;o cl&#237;nica devem ser utilizadas para ponderar o risco-benef&#237;cio das terapias propostas. Para tal prop&#243;sito, a estimativa de risco por escores progn&#243;sticos representa um importante componente do racioc&#237;nio cl&#237;nico. </p>
    <p>Posteriormente, Rossi e cols. argumentam que angina inst&#225;vel e infarto s&#227;o condi&#231;&#245;es heterog&#234;neas e n&#227;o poderiam ser estudados conjuntamente. A princ&#237;pio, devemos lembrar que o tipo de infarto estudado no trabalho em quest&#227;o foi aquele <italic>sem supradesnivelamento do segmento ST</italic>. De acordo com evid&#234;ncias cient&#237;ficas, a defini&#231;&#227;o de infarto pela eleva&#231;&#227;o de marcadores de necrose mioc&#225;rdica constitui-se em apenas uma vari&#225;vel entre os muitos preditores de risco. Na an&#225;lise multivariada do Registro GRACE, por exemplo, a presen&#231;a de eleva&#231;&#227;o de marcadores de necrose mioc&#225;rdica representa uma vari&#225;vel com for&#231;a de predi&#231;&#227;o menor do que a presen&#231;a de caracter&#237;sticas como <italic>desvio do segmento ST</italic>, Killip &gt; 1, hipotens&#227;o e idade &gt; 50 anos<sup>2</sup>. Isso demonstra que o diagn&#243;stico de admiss&#227;o (angina inst&#225;vel ou infarto sem supradesnivelamento do ST) n&#227;o diferencia, de forma substancial, o progn&#243;stico do paciente. Por esse motivo, praticamente todos os estudos observacionais e intervencionistas incluem, ao mesmo tempo, essas duas condi&#231;&#245;es cl&#237;nicas. </p>
    <p>Por derradeiro, Rossi e cols. argumentam que os escores s&#227;o mais bem aplicados ao cen&#225;rio de s&#237;ndromes coronarianas agudas, em rela&#231;&#227;o a pacientes com dor tor&#225;cica no setor de emerg&#234;ncia. Concordamos com essa afirma&#231;&#227;o, visto que os escores foram derivados de popula&#231;&#245;es com a primeira condi&#231;&#227;o cl&#237;nica<sup>1,2</sup>. Por essa raz&#227;o, nosso estudo restringiu-se a pacientes com quadro bem caracterizado, como s&#237;ndromes coronarianas agudas sem supradesnivelamento do segmento ST. Ou seja, os crit&#233;rios de inclus&#227;o do presente estudo limitaram a popula&#231;&#227;o-alvo a indiv&#237;duos com evid&#234;ncias objetivas de isquemia, tal como descrito na metodologia. Dessa forma, nossas conclus&#245;es limitaram-se a pacientes com s&#237;ndromes coronarianas agudas, n&#227;o devendo ser extrapoladas para o cen&#225;rio gen&#233;rico da dor tor&#225;cica aguda. </p>
    <p>
      <bold>Refer&#234;ncias (Resposta)</bold>
    </p>
    <p>
      <fn id="endb" fn-type="corresp">
        <label>
          <bold>Correspond&#234;ncia: </bold>
        </label>
        <p> Luiza Rossi </p>
        <p> Rua Francisco Get&#250;lio Vargas, 1130 - Petr&#243;polis </p>
        <p> 95070-560 - Caxias do Sul, RS - Brasil </p>
        <p> E-mail: </p>
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        <p>
          <email xlink:href="marina.guerra@hotmail.com">marina.guerra@hotmail.com</email>
        </p>
      </fn>
    </p>
    <p>Artigo recebido em 22/07/10; revisado recebido em 22/07/10; aceito em 17/08/10.</p>
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        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>The TIMI risk score for unstable angina/non-ST elevation MI: a method for prognostication and therapeutic decision making</article-title>
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          <article-title>Predictors of hospital mortality in the global registry of acute coronary events</article-title>
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          <article-title>Baseline risk of major bleeding in non-ST-segment-elevation myocardial infarction: the CRUSADE (Can Rapid risk stratification of Unstable angina patients Suppress ADverse outcomes with Early implementation of the ACC/AHA Guidelines) bleeding score</article-title>
          <source>Circulation</source>
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      <title-group>
        <article-title xml:lang="es">Score de riesgo GRACE versus score de riesgo TIMI</article-title>
      </title-group>
    </front-stub>
    <body>
      <p>
        <bold>CARTA AL EDITOR</bold>
      </p>
      <p>
        <fn id="enda-body2">
          <label>
            <bold>Score de riesgo GRACE <italic>versus</italic> score de riesgo TIMI</bold>
          </label>
          <p>
            <bold>Luiza Rossi; Eduardo Maffini da Rosa; Marina Bertoni Guerra</bold>
          </p>
        </fn>
      </p>
      <p>Universidade de Caxias do Sul - UCS, Caxias do Sul, RS - Brasil</p>
      <p>Correspondencia</p>
      <p><bold>Palabras clave:</bold> GRACE, TIMI, infarto agudo de miocardio.</p>
      <p>
        <bold>Estimado Editor,</bold>
      </p>
      <p>Nuestro grupo de estudios en coronariopat&#237;a ha le&#237;do y discutido, recientemente, con inter&#233;s, el art&#237;culo escrito por Correia et al<sup>1</sup> refiri&#233;ndose al estudio, nos gustar&#237;a conocer la opini&#243;n de los autores ante las siguientes consideraciones: 1) en nuestra pr&#225;ctica cl&#237;nica, tenemos la impresi&#243;n de que la evoluci&#243;n de los pacientes ya no refleja la historia natural de la enfermedad, pero el potencial terap&#233;utico de la intervenci&#243;n, es decir, la ocurrencia de muerte o infarto de miocardio (IAM) atiende mucho m&#225;s a la calidad y las condiciones del tratamiento aplicado que a los aspectos de la historia natural de la enfermedad<sup>2</sup>; 2) la angina inestable y el IAM son enfermedades con pron&#243;stico muy diferentes, por ello, nos parece que no podr&#237;an estar en un mismo grupo de muestra. Por &#250;ltimo, en el score, creemos que, del modo c&#243;mo se aplica en este estudio, refleja mucho m&#225;s el riesgo de reinfarto que el riesgo de desarrollar un infarto a partir de un cuadro de dolor tor&#225;cico que llega a un centro de urgencia<sup>3,4</sup>. </p>
      <p>
        <bold>Respuesta de los autores</bold>
      </p>
      <p>
        <bold>Distinguido Se&#241;or,</bold>
      </p>
      <p>En la secci&#243;n Carta al Editor, Rossi et al sugieren que la probabilidad de desenlaces cardiovasculares recurrentes en pacientes con s&#237;ndromes coronarios agudos es determinada por las estrategias terap&#233;uticas utilizadas, sin influir el cuadro cl&#237;nico en el riesgo de eventos subsiguientes. Esta propuesta nos lleva a pensar de modo determin&#237;stico que las terapias correctamente aplicadas previenen, tan universalmente, la incidencia de eventos cardiovasculares en esta escena cl&#237;nica. Sin embargo, este no es el hecho observado en estudios de cohorte para evaluar el pron&#243;stico de los pacientes con s&#237;ndromes coronarios agudos. Por ejemplo, en las cohortes de validaci&#243;n de los scores TIMI y GRACE, a pesar del uso de terapias contempor&#225;neas de beneficio comprobado, el riesgo de eventos isqu&#233;micos recurrentes ocurrieron en proporci&#243;n con el resultado de las puntuaciones de riesgo<sup>1,2</sup>. Por otra parte, el razonamiento de que el desenlace del paciente depende &#250;nicamente del tratamiento nos lleva a creer que las estrategias terap&#233;uticas m&#225;ximas y uniformes deben aplicarse. Sin embargo, este pensamiento va m&#225;s all&#225; del paradigma de la medicina personalizada, en la que debe ser la terapia individualizada en funci&#243;n del riesgo basal del paciente. De hecho, la reducci&#243;n absoluta del riesgo proveniente de la terapia es proporcional a la probabilidad cl&#237;nica del evento que se pretende evitar. Esta probabilidad se calcula exactamente por las caracter&#237;sticas cl&#237;nicas del paciente, que suelen agruparse en los modelos multivariados en forma de scores. Por lo tanto, estos modelos multivariados no s&#243;lo son &#250;tiles como son marcadores de pron&#243;stico, sino tambi&#233;n como una manera de elegir la estrategia terap&#233;utica individualizada. Entonces, teniendo en cuenta que las estrategias antitromb&#243;ticas y de intervenci&#243;n reducen el riesgo de isquemia recurrente y aumentan el riesgo de eventos de sangrado, los &#225;rboles de decisiones cl&#237;nicas se deben utilizar para sopesar la relaci&#243;n riesgo-beneficio del tratamiento indicado. </p>
      <p>Mientras que la reducci&#243;n del riesgo de isquemia recurrente, antitromb&#243;ticos y estrategias de intervenci&#243;n tambi&#233;n aumentan el riesgo de sangrado<sup>3</sup>. Por lo tanto, los &#225;rboles de decisiones cl&#237;nicas se deben utilizar para ponderar el an&#225;lisis riesgo-beneficio de las terapias propuestas. Para tal efecto, la estimativa de riesgo por scores pron&#243;sticos representa un importante componente del razonamiento cl&#237;nico. </p>
      <p>Posteriormente, Rossi et al argumentan que angina inestable e infarto son condiciones heterog&#233;neas y no podr&#237;an ser estudiados conjuntamente. En primer lugar, debemos recordar que el tipo de infarto estudiado en el trabajo en cuesti&#243;n fue aquel <italic>sin supradesnivel del segmento ST</italic>. Seg&#250;n los datos cient&#237;ficos, la definici&#243;n de infarto de miocardio por elevaci&#243;n de marcadores de necrosis mioc&#225;rdica se constituye en una sola variable entre muchos predictores de riesgo. En el an&#225;lisis multivariado del Registro GRACE, por ejemplo, la presencia de elevaci&#243;n de marcadores de necrosis mioc&#225;rdica representa una variable con capacidad predictiva menos que la presencia de caracter&#237;sticas tales <italic>como desviaci&#243;n del segmento ST</italic>, Killip &gt; 1, hipotensi&#243;n y edad &gt; 50 a&#241;os<sup>2</sup>. Esto demuestra que el diagn&#243;stico de ingreso (angina inestable o infarto de miocardio sin supradesnivel del ST) no modifica, de forma substancial, el pron&#243;stico del paciente. Por esta raz&#243;n, pr&#225;cticamente todos los estudios observacionales y de intervenci&#243;n son, al mismo tiempo, estas dos condiciones cl&#237;nicas. </p>
      <p>Por &#250;ltimo, Rossi et al Argumentan que los scores son mejor aplicados a la escena de s&#237;ndromes coronarias agudas, con relaci&#243;n a pacientes con dolor tor&#225;cico en el sector de emergencia. Estamos de acuerdo con esta afirmaci&#243;n, ya que los scores fueron derivados de poblaciones con la primera condici&#243;n cl&#237;nica<sup>1,2</sup>. Por lo tanto, nuestro estudio se restringi&#243; a los pacientes con cuadro bien caracterizado, como los s&#237;ndromes coronarios agudos sin supradesnivel del segmento ST. Es decir, los criterios de inclusi&#243;n de este estudio limitaron la poblaci&#243;n-blanco a individuos con evidencias objetivas de isquemia, tal como se describe en la metodolog&#237;a. Por lo tanto, nuestras conclusiones se limitan a pacientes con s&#237;ndromes coronarias agudas y no deben ser extrapolados a la situaci&#243;n gen&#233;rica de dolor tor&#225;cico agudo. </p>
      <p>
        <bold>Referencias (Estimado Editor)</bold>
      </p>
      <p>
        <bold>Refer&#234;ncias (Resposta)</bold>
      </p>
    </body>
  </sub-article>
  <sub-article article-type="translation" id="TRen" xml:lang="en">
    <front-stub>
      <article-categories>
        <subj-group subj-group-type="heading">
          <subject>Letter to the Editor</subject>
        </subj-group>
      </article-categories>
      <title-group>
        <article-title xml:lang="en">GRACE risk score vs TIMI risk score</article-title>
      </title-group>
    </front-stub>
    <body>
      <p>
        <bold>LETTER TO THE EDITOR</bold>
      </p>
      <p>
        <fn id="enda-body3">
          <label>
            <bold>GRACE risk score <italic>vs</italic> TIMI risk score </bold>
          </label>
          <p>
            <bold>Luiza Rossi; Eduardo Maffini da Rosa; Marina Bertoni Guerra</bold>
          </p>
        </fn>
      </p>
      <p>Universidade de Caxias do Sul - UCS, Caxias do Sul, RS - Brasil</p>
      <p>Mailing address</p>
      <p><bold>Keywords:</bold> Acute coronary syndrome; myocardial infarction; GRACE; TIMI.</p>
      <p>
        <bold>Dear Editor,</bold>
      </p>
      <p>Our group of coronary artery disease studies read and discussed with interest the article by Correia et al<sup>1</sup> Referring to the study, we would like to know the authors' opinion on the following: 1) In our clinical practice, we have the impression that the evolution of patients no longer reflects the natural history of the disease, but the therapeutic potential of the intervention, i.e. , the occurrence of death or acute myocardial infarction (AMI) meets the quality and the conditions of the treatment than those aspects of the natural history of the disease<sup>2</sup>; 2) unstable angina and acute myocardial infarction are diseases with different prognoses, and because of that, we find that they could not be placed in the same sample group. Finally, with respect to the score, we think that, the way it was applied in this study, it reflects much more the risk of reinfarction than the risk of developing infarction from a chest pain referred to an emergency center<sup>3,4</sup>. </p>
      <p>
        <bold>Authors' response</bold>
      </p>
      <p>
        <bold>Dear Sirs,</bold>
      </p>
      <p>In the Letter to the Editor section, Rossi et al. suggest that the likelihood of recurrent cardiovascular outcomes in patients with acute coronary syndromes is determined by the therapeutic strategies used, which do not influence the clinical picture on the risk of subsequent events. This proposal leads us to the deterministic thinking that properly applied therapies prevent, universally, the incidence of cardiovascular events in this clinical setting. However, this is not the reality observed in cohort studies that evaluate the prognosis of patients with acute coronary syndromes. For example, in the validation cohorts of TIMI and GRACE scores, despite the use of contemporary therapies of proven benefit, the risk of recurrent ischemic events occurred in proportion to the result of risk scores<sup>1,2</sup>. Furthermore, the reasoning that the patients' outcome depends entirely on the treatment leads us to believe that maximum and uniform therapeutic strategies should be implemented. However, this thinking goes beyond the paradigm of personalized medicine, in which the therapy should be individualized according to patient's baseline risk. In fact, the absolute risk reduction from therapy is proportional to the clinical probability of the event to be prevented. This probability is estimated exactly by the patient's clinical characteristics, which are usually grouped in multivariate models in the form of scores. Therefore, these multivariate models are useful not only as prognostic markers but also as a form of choosing an individualized therapeutic strategy. In this context, considering that antithrombotic and interventional strategies reduce the risk of recurrent ischemia and increase the risk of hemorrhagic events, clinical decision trees should be used to weigh the risk-benefit ratio of the therapies indicated. </p>
      <p>While reducing the risk of recurrent ischemia, antithrombotic and interventional strategies also increase the risk of hemorrhagic events<sup>3</sup>. Because of that, clinical decision trees should be used to weigh the risk-benefit ratio of therapies proposed. To this purpose, the risk estimate by prognostic scores represents an important component of clinical reasoning. </p>
      <p>Later on, Rossi et al. argue that unstable angina and infarction are heterogeneous conditions and could not be studied together. At first, we must remember that the type of infarction considered in the study concerned was the one without ST-segment elevation. According to scientific evidence, the definition of myocardial infarction by elevated markers of myocardial necrosis is just one variable among many risk predictors. In the multivariate analysis of the GRACE registry, for example, the presence of elevated markers of myocardial necrosis represents a variable with smaller predictive power than the presence of characteristics such as ST segment deviation, Killip &gt; 1, hypotension and age &gt; 50 years<sup>2</sup>. This demonstrates that the admission diagnosis (unstable angina or myocardial infarction without ST elevation) does not significantly different patients' prognosis. For this reason, virtually all observational and interventional studies include, at the same time, these two clinical conditions. </p>
      <p>Finally, Rossi et al. argue that the scores are better applied to the scenario of acute coronary syndromes for patients with chest pain in the emergency room. We agree with that statement, since the scores derived from populations with the first clinical condition<sup>1,2</sup>. Therefore, our study was restricted to patients with a well-characterized condition, such as acute coronary syndromes without ST-segment elevation. That is, the inclusion criteria for this study limited the target population to individuals with objective evidence of ischemia, as described in the methodology. Thus, our conclusions limited to patients with acute coronary syndromes and should not be extrapolated to the general scenario of an acute chest pain. </p>
      <p>
        <bold>References (Letter to the Editor)</bold>
      </p>
      <p>
        <bold>Refer&#234;ncias (Resposta)</bold>
      </p>
    </body>
  </sub-article>
</article>
