<!DOCTYPE article PUBLIC "-//NLM//DTD JATS (Z39.96) Journal Publishing DTD v1.1 20151215//EN" "https://jats.nlm.nih.gov/publishing/1.1/JATS-journalpublishing1.dtd">
<article xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" specific-use="sps-1.9" dtd-version="1.1" xml:lang="pt" article-type="research-article">
  <front>
    <journal-meta>
      <journal-id journal-id-type="publisher-id">abc</journal-id>
      <journal-title-group>
        <journal-title>Arquivos Brasileiros de Cardiologia</journal-title>
        <abbrev-journal-title abbrev-type="publisher">Arq. Bras. Cardiol.</abbrev-journal-title>
      </journal-title-group>
      <issn pub-type="ppub">0066-782X</issn>
      <issn pub-type="epub">1678-4170</issn>
      <publisher>
        <publisher-name>Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC</publisher-name>
        <publisher-loc>S&#227;o Paulo, SP, Brazil</publisher-loc>
      </publisher>
    </journal-meta>
    <article-meta>
      <article-id pub-id-type="publisher-id" specific-use="scielo-v3">sKKr6GMHPpVDgqHsP5Gkdzt</article-id>
      <article-id pub-id-type="other">00004</article-id>
      <article-id pub-id-type="publisher-id" specific-use="scielo-v2">S0066-782X2011000100004</article-id>
      <article-id pub-id-type="publisher-id" specific-use="scielo-v1">S0066-782X(11)09600104</article-id>
      <article-id pub-id-type="doi">10.1590/S0066-782X2010005000161</article-id>
      <article-categories>
        <subj-group subj-group-type="heading">
          <subject>Artigos Originais</subject>
        </subj-group>
      </article-categories>
      <title-group>
        <article-title>N&#237;veis de PCR s&#227;o maiores em pacientes com s&#237;ndrome coronariana aguda e supradesnivelamento do segmento ST do que em pacientes sem supradesnivelamento do segmento ST</article-title>
      </title-group>
      <contrib-group>
        <contrib contrib-type="author">
          <name>
            <surname>Habib</surname>
            <given-names>Syed Shahid</given-names>
          </name>
          <xref ref-type="aff" rid="aff01"/>
        </contrib>
        <contrib contrib-type="author">
          <name>
            <surname>Kurdi</surname>
            <given-names>Mohammad Ibrahim</given-names>
          </name>
          <xref ref-type="aff" rid="aff01"/>
        </contrib>
        <contrib contrib-type="author">
          <name>
            <surname>Al Aseri</surname>
            <given-names>Zohair</given-names>
          </name>
          <xref ref-type="aff" rid="aff01"/>
        </contrib>
        <contrib contrib-type="author">
          <name>
            <surname>Suriya</surname>
            <given-names>Mohammad Owais</given-names>
          </name>
          <xref ref-type="aff" rid="aff01"/>
        </contrib>
      </contrib-group>
      <aff id="aff01">
        <addr-line>
          <named-content content-type="state"/>
        </addr-line>
        <institution content-type="orgname">King Saud University</institution>
        <institution content-type="orgdiv1">Department of Physiology </institution>
        <institution content-type="orgdiv2">College of Medicine &amp; KKUH</institution>
        <country country="SA">Saudi Arabia</country>
      </aff>
      <pub-date date-type="collection" publication-format="electronic">
        <month>01</month>
        <year>2011</year>
      </pub-date>
      <volume>96</volume>
      <issue>1</issue>
      <fpage>13</fpage>
      <lpage>17</lpage>
      <history>
        <date date-type="received">
          <day>18</day>
          <month>04</month>
          <year>2009</year>
        </date>
        <date date-type="accepted">
          <day>16</day>
          <month>12</month>
          <year>2009</year>
        </date>
        <date date-type="rev-recd">
          <day>07</day>
          <month>11</month>
          <year>2009</year>
        </date>
      </history>
      <permissions>
        <license license-type="open-access" xlink:href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/" xml:lang="en">
          <license-p>This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.</license-p>
        </license>
      </permissions>
      <abstract>
        <p>FUNDAMENTO: H&#225; grande interesse no uso de prote&#237;na C-reativa de alta sensibilidade (PCR-as) para avalia&#231;&#227;o de risco. Altos n&#237;veis de PCR-as no in&#237;cio da s&#237;ndrome coron&#225;ria aguda (SCA), antes da necrose tecidual, pode ser um marcador substituto para comorbidades cardiovasculares. OBJETIVO: Dessa forma, nosso objetivo foi estudar diferentes medidas de seguimento de n&#237;veis de PCR-as em pacientes com SCA e comparar as diferen&#231;as entre infarto do mioc&#225;rdio sem eleva&#231;&#227;o do segmento ST (NSTEMI) com pacientes apresentando eleva&#231;&#227;o do segmento ST (STEMI). M&#201;TODOS: Este &#233; um estudo observacional. Dos 89 pacientes recrutados, 60 apresentavam infarto agudo do mioc&#225;rdio (IAM). Tr&#234;s n&#237;veis seriados de PCR-us, a n&#237;vel basal na hospitaliza&#231;&#227;o antes de 12 horas ap&#243;s inicio dos sintomas, n&#237;veis de pico 36-48 horas ap&#243;s hospitaliza&#231;&#227;o e n&#237;veis de acompanhamento ap&#243;s 4 a 6 semanas foram analisados e comparados entre pacientes com (IAMCSST) e sem supradesnivelamento do segmento ST (IAMSSST). RESULTADOS: Pacientes com IAMCSST tinham IMC significantemente mais alta quando comparados com pacientes IAMSSST. Os n&#237;veis de creatino quinase fra&#231;&#227;o MB (CK-MB) e aspartato aminotransferase (AST) eram significantemente mais altos em pacientes com IAMCSST quando comparados com pacientes com IAMSSST (p&lt;0,05). Os n&#237;veis de PCR a n&#237;vel basal e no acompanhamento n&#227;o diferiram de forma significante entre os dois grupos (p=0,2152 e p=0,4686 respectivamente). Houve uma diferen&#231;a significante nos n&#237;veis de pico de PCR entre os dois grupos. No grupo de pacientes com IAMCSST os n&#237;veis foram significantemente mais altos quando comparados aos pacientes com IAMSSST (p=0,0464). CONCLUS&#195;O: Pacientes com IAMCSST apresentam picos significantemente mais elevados de PCR quando comparados a pacientes IAMSSST. Esses dados sugerem que o processo inflamat&#243;rio tem um papel independente na patog&#234;nese do infarto do mioc&#225;rdio. Dessa forma, os n&#237;veis de PCR podem ajudar na estratifica&#231;&#227;o de risco ap&#243;s o infarto do mioc&#225;rdio.</p>
      </abstract>
      <kwd-group xml:lang="pt" kwd-group-type="author-generated">
        <kwd>Prote&#237;na C-reativa</kwd>
        <kwd>infarto agudo do mioc&#225;rdio</kwd>
        <kwd>s&#237;ndrome coronariana aguda</kwd>
        <kwd>inflama&#231;&#227;o</kwd>
      </kwd-group>
      <pub-date publication-format="electronic" date-type="pub">
        <day>03</day>
        <month>12</month>
        <year>2010</year>
      </pub-date>
    </article-meta>
  </front>
  <body>
    <p>
      <bold>N&#237;veis de PCR s&#227;o maiores em pacientes com s&#237;ndrome coronariana aguda e supradesnivelamento do segmento ST do que em pacientes sem supradesnivelamento do segmento ST</bold>
    </p>
    <p>
      <bold>CRP levels are higher in patients with ST elevation than non-ST elevation acute coronary syndrome</bold>
    </p>
    <p>
      <bold>Syed Shahid Habib; Mohammad Ibrahim Kurdi; Zohair Al Aseri; Mohammad Owais Suriya</bold>
    </p>
    <p>Department of Physiology, College of Medicine &amp; KKUH, King Saud University, Department of Cardiology KKUH, King Saud University, Department of Emergency Medicine KKUH, King Saud University, Riyadh</p>
    <p>
      <xref ref-type="corresp" rid="back">Correspond&#234;ncia</xref>
    </p>
    <p>
      <bold>RESUMO</bold>
    </p>
    <p><bold>FUNDAMENTO:</bold> H&#225; grande interesse no uso de prote&#237;na C-reativa de alta sensibilidade (PCR-as) para avalia&#231;&#227;o de risco. Altos n&#237;veis de PCR-as no in&#237;cio da s&#237;ndrome coron&#225;ria aguda (SCA), antes da necrose tecidual, pode ser um marcador substituto para comorbidades cardiovasculares. </p>
    <p><bold>OBJETIVO:</bold> Dessa forma, nosso objetivo foi estudar diferentes medidas de seguimento de n&#237;veis de PCR-as em pacientes com SCA e comparar as diferen&#231;as entre infarto do mioc&#225;rdio sem eleva&#231;&#227;o do segmento ST (NSTEMI) com pacientes apresentando eleva&#231;&#227;o do segmento ST (STEMI). </p>
    <p><bold>M&#201;TODOS:</bold> Este &#233; um estudo observacional. Dos 89 pacientes recrutados, 60 apresentavam infarto agudo do mioc&#225;rdio (IAM). Tr&#234;s n&#237;veis seriados de PCR-us, a n&#237;vel basal na hospitaliza&#231;&#227;o antes de 12 horas ap&#243;s inicio dos sintomas, n&#237;veis de pico 36-48 horas ap&#243;s hospitaliza&#231;&#227;o e n&#237;veis de acompanhamento ap&#243;s 4 a 6 semanas foram analisados e comparados entre pacientes com (IAMCSST) e sem supradesnivelamento do segmento ST (IAMSSST). </p>
    <p><bold>RESULTADOS:</bold> Pacientes com IAMCSST tinham IMC significantemente mais alta quando comparados com pacientes IAMSSST. Os n&#237;veis de creatino quinase fra&#231;&#227;o MB (CK-MB) e aspartato aminotransferase (AST) eram significantemente mais altos em pacientes com IAMCSST quando comparados com pacientes com IAMSSST (p&lt;0,05). Os n&#237;veis de PCR a n&#237;vel basal e no acompanhamento n&#227;o diferiram de forma significante entre os dois grupos (p=0,2152 e p=0,4686 respectivamente). Houve uma diferen&#231;a significante nos n&#237;veis de pico de PCR entre os dois grupos. No grupo de pacientes com IAMCSST os n&#237;veis foram significantemente mais altos quando comparados aos pacientes com IAMSSST (p=0,0464). </p>
    <p><bold>CONCLUS&#195;O:</bold> Pacientes com IAMCSST apresentam picos significantemente mais elevados de PCR quando comparados a pacientes IAMSSST. Esses dados sugerem que o processo inflamat&#243;rio tem um papel independente na patog&#234;nese do infarto do mioc&#225;rdio. Dessa forma, os n&#237;veis de PCR podem ajudar na estratifica&#231;&#227;o de risco ap&#243;s o infarto do mioc&#225;rdio.</p>
    <p><bold>Palavras-chave:</bold> Prote&#237;na C-reativa, infarto agudo do mioc&#225;rdio, s&#237;ndrome coronariana aguda, inflama&#231;&#227;o.</p>
    <p>
      <bold>ABSTRACT</bold>
    </p>
    <p><bold>BACKGROUND:</bold> There is intense interest in the use of high-sensitivity C-reactive protein (hsCRP) for risk assessment. Elevated hsCRP concentrations early in acute coronary syndrome (ACS), prior to the tissue necrosis, may be a surrogate marker for cardiovascular co-morbidities. </p>
    <p><bold>OBJECTIVE:</bold> Therefore we aimed to study different follow up measurements of hsCRP levels in acute coronary syndrome patients and to compare the difference between non-ST elevation myocardial infarction (NSTEMI) and ST myocardial infarction (STEMI) patients. </p>
    <p><bold>METHODS:</bold> This is an observational study. Of the 89 patients recruited 60 patients had acute myocardial infarction (AMI). Three serial hsCRP levels at baseline on admission to hospital before 12 hours of symptom onset, peak levels at 36-48 hours and follow up levels after 4-6 weeks were analyzed and compared between non-ST elevation AMI and ST elevation AMI. </p>
    <p><bold>RESULTS:</bold> STEMI patients had significantly higher BMI compared to NSTEMI patients. Creatine kinase myocardial bound (CKMB) and Aspartate aminotransferase (AST) levels were significantly higher in STEMI patients compared to NSTEMI patients (p&lt;0.05). CRP levels at baseline and at follow up did not significantly differ between the two groups (p= 0.2152, p=0.4686 respectively). There was a significant difference regarding peak CRP levels between the two groups, as STEMI patients had significantly higher peak CRP levels compared to NSTEMI patients (p=0.0464). </p>
    <p><bold>CONCLUSION:</bold> STEMI patients have significantly higher peak CRP levels compared to NSTEMI patients. These data suggest that inflammatory processes play an independent role in the pathogenesis of myocardial infarction. Thus, CRP assessment may assist in risk stratification after myocardial infarction.</p>
    <p><bold>Key words:</bold> C-reactive protein; acute myocardial infarction; acute coronary syndrome; inflammation.</p>
    <p>
      <bold>Introdu&#231;&#227;o</bold>
    </p>
    <p>Um grande n&#250;mero de evid&#234;ncias tem sugerido que a inflama&#231;&#227;o tem um papel principal na patog&#234;nese da aterosclerose. O processo inflamat&#243;rio cr&#244;nico pode tornar-se um evento cl&#237;nico agudo pela indu&#231;&#227;o da ruptura da placa, levando &#224;s s&#237;ndromes coron&#225;rias agudas (SCA)<sup>1</sup>. Mais de 20 grandes estudos prospectivos tem demonstrado que a prote&#237;na C-reativa ultra-sens&#237;vel (PCR-us), um biomarcador inflamat&#243;rio, &#233; um preditor independente de futuros eventos cardiovasculares, al&#233;m de predizer o risco de incid&#234;ncia de hipertens&#227;o e diabetes<sup>2</sup>. Em SCA, a ruptura da placa &#233; induzida pelo processo inflamat&#243;rio no tecido ateroscler&#243;tico. A patog&#234;nese da aterosclerose &#233; influenciada pelos mecanismos inflamat&#243;rios e diferentes marcadores plasm&#225;ticos de inflama&#231;&#227;o tem sido estudados. A PCR tem sido o mais extensivamente estudado deles. Inicialmente, foi sugerido que a PCR era um marcador inflamat&#243;rio espectador<sup>3</sup>, mas estudos subsequentes demonstraram que era um marcador de risco em SCA e em pacientes com isquemia mioc&#225;rdica<sup>4,5</sup>. Os n&#237;veis de PCR aumentam ap&#243;s o infarto agudo do mioc&#225;rdio (IAM), mas suas altera&#231;&#245;es no processo de ataque isqu&#234;mico agudo tem sido estudadas principalmente em pacientes com infarto agudo do mioc&#225;rdio sem supradesnivelamento do segmento ST<sup>6,7</sup>. Dessa forma, &#233; interessante discutir o valor das dosagens de PCR-us durante o acompanhamento de pacientes com doen&#231;a arterial coronariana (DAC).</p>
    <p>Portanto, nosso objetivo foi estudar as diferen&#231;as nos n&#237;veis de PCR-us em pacientes com duas formas cl&#237;nicas de SCA: infarto agudo do mioc&#225;rdio sem supradesnivelamento do segmento ST (IAMSSST) comparados a pacientes com supradesnivelamento do segmento ST (IAMCSST).</p>
    <p>
      <bold>Pacientes e m&#233;todos</bold>
    </p>
    <p>Este estudo prospectivo observacional foi conduzido no Departamento de Fisiologia e Cardiologia da Faculdade de Medicina &amp; Hospital Universit&#225;rio King Khalid, Universidade King Saud, Riyadh, Ar&#225;bia Saudita, de Agosto de 2006 a Dezembro de 2007. Pacientes eleg&#237;veis consecutivos com IAMCSST ou IAMSSST admitidos no Hospital Universit&#225;rio King Khalid foram recrutados. Dos 89 pacientes recrutados, 60 apresentavam evid&#234;ncia de IAM com base nos crit&#233;rios mencionados anteriormente. Os outros 29 indiv&#237;duos compuseram o grupo controle. Desses, 11 manifestaram sinais de angina inst&#225;vel (AI), 8 tinham doen&#231;a card&#237;aca isqu&#234;mica cr&#244;nica e 10 tinham doen&#231;as n&#227;o-isqu&#234;micas. Os n&#237;veis de PCR-us desses pacientes com s&#237;ndrome coron&#225;ria aguda (SCA) foram medidos em tr&#234;s momentos: na hospitaliza&#231;&#227;o antes de 12 horas ap&#243;s inicio dos sintomas, n&#237;veis de pico ap&#243;s 36-48 horas e n&#237;veis do per&#237;odo de acompanhamento ap&#243;s 4 a 6 semanas.</p>
    <p>Esse projeto teve apoio financeiro do Centro de Pesquisas da Faculdade de Medicina (CMRC). O protocolo do estudo foi aprovado pelo Comit&#234; de &#201;tica em Pesquisa do CMRC. Os indiv&#237;duos selecionados foram informados sobre os detalhes do estudo e consentimento informado foi obtido. Os crit&#233;rios de inclus&#227;o foram: pacientes de ambos os sexos com s&#237;ndrome coron&#225;ria aguda sem supradesnivelamento do segmento ST e com supradesnivelamento do segmento ST. O diagn&#243;stico de infarto do mioc&#225;rdio foi feito baseado na presen&#231;a de pelo menos dois desses crit&#233;rios: (1) hist&#243;ria de dor ou desconforto caracter&#237;sticos prolongados (<underline>&gt;</underline> 30 min) (2) Aumento nos n&#237;veis de creatinofosfoquinase excedendo duas vezes o limite superior da normalidade (ou CK-MB <underline>&gt;</underline> 50% do n&#237;vel de CK total). Presen&#231;a de novas ondas Q ou novas caracter&#237;sticas ST-T anormais<sup>8</sup>.</p>
    <p>Os pacientes com IAMCSST precisavam apresentar: (1) dor tor&#225;cica cont&#237;nua na apresenta&#231;&#227;o, refrat&#225;ria &#224; nitratos e com dura&#231;&#227;o <underline>&gt;</underline> 30 min; (2) supradesnivelamento do segmento ST <underline>&gt;</underline> 0,2 mV em <underline>&gt;</underline> 2 deriva&#231;&#245;es precordiais cont&#237;guas , ou <underline>&gt;</underline> 0,1 mV em <underline>&gt;</underline> 2 deriva&#231;&#245;es de membros cont&#237;guas ou novo (ou presumivelmente novo) bloqueio de ramo esquerdo no eletrocardiograma de admiss&#227;o; (3) apresenta&#231;&#227;o nas primeiras 12 horas ap&#243;s dor inicial. Os pacientes com IAMSSST precisavam apresentar dor tor&#225;cica semelhante &#224; angina em repouso nas ultimas 24 horas com dura&#231;&#227;o <underline>&gt;</underline> 5 min, associada com infradesnivelamento do segmento ST <underline>&gt;</underline> 0,1mV em <underline>&gt;</underline> 2 deriva&#231;&#245;es cont&#237;guas na apresenta&#231;&#227;o<sup>9</sup>. Pacientes com (1) angina de etiologia secund&#225;ria, (2) cirurgia recente, (3) infec&#231;&#227;o ativa ou doen&#231;as inflamat&#243;rias cr&#244;nicas (doen&#231;as da tireoide, infec&#231;&#227;o aguda, derrame, cetoacidose diab&#233;tica, hiperosmolaridade n&#227;o-cet&#243;tica, doen&#231;as reum&#225;ticas, doen&#231;as hep&#225;ticas cr&#244;nicas, doen&#231;as renais, c&#226;ncer e sepse), (4) disfun&#231;&#227;o hep&#225;tica ou renal significante e (5) malignidade n&#227;o foram inclu&#237;dos bem como (5) indiv&#237;duos com temperatura corporal &gt; 37.8&#176;C na admiss&#227;o (6) aqueles que apresentaram um evento coron&#225;rio ou cerebral no mesmo per&#237;odo, aqueles com bloqueio completo do ramo esquerdo, aqueles em ritmo de marcapasso e aqueles com doen&#231;a valvular a&#243;rtica grave, cardiomiopatia hipertr&#243;fica obstrutiva e indiv&#237;duos com doen&#231;a terminal ou doen&#231;as infecciosas recentes ou atuais (&lt; 1 m&#234;s) (7) e pacientes submetidos a procedimento cir&#250;rgico nos &#250;ltimos 3 meses foram exclu&#237;dos. Foram utilizadas as diretrizes da <italic>American Heart Association</italic> para a dosagem, avalia&#231;&#227;o e express&#227;o dos n&#237;veis de PCR-us<sup>10</sup>.</p>
    <p>Amostras de sangue colhidas em jejum foram analisadas para dosagem de n&#237;veis lip&#237;dicos, incluindo colesterol total (CT), triglic&#233;rides (TG), lipoprote&#237;na de baixa densidade (LDL) e lipoprote&#237;na de alta densidade (HDL), Lipoprote&#237;na(a) [Lp(a)] e PCR-us. Os n&#237;veis de CT, TG, LDL e HDL foram analisados atrav&#233;s de m&#233;todo enzim&#225;tico colorim&#233;trico. O equipamento utilizado foi um auto-analisador Dimension (EUA) e os kits foram fornecidos pelo mesmo fabricante. Os n&#237;veis de PCR-us e Lp(a) foram medidos atrav&#233;s de ensaio turbidim&#233;trico com kits comerciais (Quantex Lp(a) fornecidos por BIOKIT, S.A., Barcelona, Espanha) em um equipamento Hitachi 911, (ROCHE Diagnostics, EUA). O kit apresenta uma varia&#231;&#227;o que vai de 0,10 a 20,0 mg/l para a PCR-us. Um atributo importante da prote&#237;na C-reativa &#233; sua estabilidade com o tempo e a disponibilidade de t&#233;cnicas automatizadas de ensaio. Al&#233;m disso, novos ensaios s&#227;o bastante sens&#237;veis e fornecem dosagens de prote&#237;na C-reativa a n&#237;veis substancialmente mais baixos do que os medidos atrav&#233;s de outros m&#233;todos tradicionais. Para a Lp(a) o Limite de Quantifica&#231;&#227;o (LQ) foi 1,3 mg/dl e o Limite de Detec&#231;&#227;o (LD) foi 0,4 mg/dl. O auto-analisador utilizado foi o Hitachi 911, fabricado pela ROCHE Diagnostics, EUA.</p>
    <p>
      <bold>An&#225;lise estat&#237;stica</bold>
    </p>
    <p>Os dados foram analisados atrav&#233;s do <italic>software Statistical Package for Social Sciences</italic> (SPSS vers&#227;o 10, Chicago). As caracter&#237;sticas descritivas e o perfil lip&#237;dico dos pacientes do estudo foram calculados como M&#233;dias &#177; DP (desvios-padr&#227;o) ou EPM (erro padr&#227;o da m&#233;dia) para vari&#225;veis cont&#237;nuas. A an&#225;lise de vari&#226;ncia (ANOVA) foi utilizada para avaliar diferen&#231;as em idade, n&#237;veis de PA, CT, LDL, HDL, TG e IMC. Dados de PCR-us, Lp(a) e enzimas card&#237;acas, devido &#224; sua extrema obliquidade (skewness), foram analisados pelo Teste U N&#227;o-Param&#233;trico de Mann-Whitney e Teste de Wilcoxon (Kruskal-Wallis) para comparar dois ou tr&#234;s grupos, respectivamente. Um valor de p &lt; 0,05 foi considerado estatisticamente significante.</p>
    <p>
      <bold>Resultados</bold>
    </p>
    <p>Caracter&#237;sticas cl&#237;nicas, perfil lip&#237;dico, n&#237;veis de Lp(a) e PCR-us dos grupos IAMCSST e IAMSSST s&#227;o mostrados na <xref ref-type="table" rid="t1">Tabela 1</xref>. N&#227;o houve diferen&#231;as significantes entre a idade e n&#237;veis de press&#227;o arterial entre indiv&#237;duos controle e pacientes com DAC. Os n&#237;veis de colesterol total (CT) e LDL n&#227;o diferiram de forma significante entre os dois grupos. Os n&#237;veis de Lp(a) eram significantemente mais altos em ambos os grupos de pacientes IAMCSST e IAMSSST quando comparados aos indiv&#237;duos controle, mas a diferen&#231;a era n&#227;o-significante entre os dois grupos.</p>
    <table-wrap id="t1">
      <graphic xlink:href="1678-4170-abc-96-01-0013-00161-gt01.jpg"/></table-wrap>
    <p>Pacientes IAMCSST tinham IMC significante mais alto quando comparados aos pacientes IAMSSST. Tamb&#233;m observamos n&#237;veis significantemente mais altos de PCR-us nos pacientes do grupo IAMCSST (1,59 &#177; 1,47) quando comparados aos pacientes do grupo IAMSSST (0,75 &#177; 0,99) (p = 0,0472).</p>
    <p>A <xref ref-type="table" rid="t2">Tabela 2</xref> mostra as diferen&#231;as em enzimas card&#237;acas entre os dois grupos. Foi observado que os n&#237;veis da fra&#231;&#227;o MB da creatinofosfoquinase (CK-MB) e do aspartato aminotransferase (AST) eram significantemente mais altos nos pacientes com IAMCSST quando comparados aos pacientes com IAMSSST (p&lt;0,05).</p>
    <table-wrap id="t2">
      <graphic xlink:href="1678-4170-abc-96-01-0013-00161-gt02.jpg"/></table-wrap>
    <p>Os n&#237;veis basais de PCR e no per&#237;odo de acompanhamento n&#227;o diferiram de forma significante entre os dois grupos (p= 0,2152 e p=0,4686 respectivamente). Havia uma diferen&#231;a significante entre os n&#237;veis de pico de PCR entre os dois grupos. Nos pacientes com IAMCSST, os n&#237;veis eram significantemente mais altos quando comparados aos pacientes com IAMSSST (p = 0,0464) [<xref ref-type="fig" rid="aop15810f01">Figure 1</xref>].</p>
    <p content-type="asset">
      <fig id="aop15810f01">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-96-01-0013-00161-gf01.jpg"/></fig>
    </p>
    <p>
      <bold>Discuss&#227;o</bold>
    </p>
    <p>Em pacientes com SCA, n&#237;veis de PCR elevados na hospitaliza&#231;&#227;o est&#227;o associados com um pior progn&#243;stico a curto e longo prazo. A maioria dos autores concorda que o valor da PCR na hospitaliza&#231;&#227;o reflete o estado inflamat&#243;rio basal do paciente; assim, pacientes com SCA e n&#237;veis elevados de PCR na hospitaliza&#231;&#227;o geralmente experimentam complica&#231;&#245;es cardiovasculares mais importantes durante o per&#237;odo de acompanhamento<sup>11</sup>.</p>
    <p>Um estudo com desenho similar, conduzido em pacientes com SCA relatou que, embora os n&#237;veis de PCR fossem similares em todos os grupos, o padr&#227;o da libera&#231;&#227;o da PCR e n&#237;veis de pico observados eram claramente diferentes em pacientes com IAMCSST quando comparados aos pacientes com IAMSSST. O n&#237;vel de pico da PCR era 67 (36-112) mg/l no grupo IAMCSST, 29 (20-87) mg/l no grupo IAMSSST e 18 (12-36) mg/l no grupo com angina inst&#225;vel. Em nosso estudo, a diferen&#231;a nos n&#237;veis de PCR foi significante entre os grupos IAMCSST e IAMSSST somente nos n&#237;veis de pico, mas a diferen&#231;a foi n&#227;o-significante nos n&#237;veis basais e de acompanhamento. Isso sugere que ela pode ser influenciada pelo grau de necrose precoce do tecido mioc&#225;rdico. Assim, essa varia&#231;&#227;o na cin&#233;tica da PCR deve ser levada em considera&#231;&#227;o ao estabelecer o desenho de futuros estudos<sup>12</sup>.</p>
    <p>Brunetti e cols.<sup>13</sup> relataram que as concentra&#231;&#245;es plasm&#225;ticas de PCR mostraram uma curva de libera&#231;&#227;o diferente com IAM com onda Q e com AI. As concentra&#231;&#245;es de pico da PCR n&#227;o se correlacionaram com a fra&#231;&#227;o de eje&#231;&#227;o e achados angiogr&#225;ficos, mas se correlacionaram com a incid&#234;ncia de eventos card&#237;acos adversos maiores. O maior aumento nos n&#237;veis de PCR durante o IM com onda Q quando comparado ao IM sem onda Q parece estar ligado &#224; extens&#227;o do dano mioc&#225;rdico, ao inv&#233;s da inflama&#231;&#227;o pr&#233;-existente<sup>13</sup>. Quanto maior o n&#237;vel m&#225;ximo de PCR registrado, mais grave &#233; o infarto sofrido, maior a probabilidade de remodelamento ventricular, menor a fra&#231;&#227;o de eje&#231;&#227;o e maior o risco de insufici&#234;ncia card&#237;aca, ruptura card&#237;aca e morte<sup>14</sup>.</p>
    <p>Os resultados do presente estudo acrescentam informa&#231;&#227;o aos relatos anteriores, os quais demonstraram diferen&#231;as n&#227;o-significantes nos n&#237;veis basais de PCR em pacientes com SCA e que tendiam a ser mais altas em amostras consecutivas<sup>15</sup>.</p>
    <p>Tem sido relatado que ap&#243;s o IAM, os n&#237;veis de fibrinog&#234;nio, PCR e IL-6 s&#227;o significantemente mais altos em pacientes com complica&#231;&#245;es, como indicadores progn&#243;sticos hospitalares e do per&#237;odo de acompanhamento<sup>16,17</sup>. O n&#237;vel de PCR pode ser utilizado para identificar pacientes com as les&#245;es coron&#225;rias mais graves e o maior grau de trombose intracoronariana, mas tamb&#233;m pode auxiliar a identificar pacientes com les&#245;es aparentemente n&#227;o-complexas que s&#227;o suscet&#237;veis &#224; ruptura - um problema que pode levar &#224; instabilidade do paciente<sup>18-20</sup>.</p>
    <p>Um estudo conduzido por Jahn e cols<sup>21</sup> mostrou que a maioria dos eventos no per&#237;odo de observa&#231;&#227;o de 3 anos ocorreu em pacientes com n&#237;veis de PCR-us no per&#237;odo de acompanhamento &gt; 60% da n&#237;vel inicial. Sendo assim, especulou-se que uma repeti&#231;&#227;o da dosagem dos n&#237;veis de PCR-us em pacientes com DAC poderia ajudar a discriminar aqueles com alto risco de eventos futuros<sup>21</sup>.</p>
    <p>A dosagem de PCR apresenta muitas vantagens. Primeiramente, &#233; um componente est&#225;vel e segundo, pode ser medido a qualquer hora do dia, sem sofrer influ&#234;ncia do rel&#243;gio biol&#243;gico. Diferente dos resultados de dosagens de citoquinas tais como IL-6, parece n&#227;o existir nenhuma varia&#231;&#227;o circadiana para PCR-us. Dessa forma, o teste da PCR-us pode ser feito sem preocupa&#231;&#227;o com o hor&#225;rio<sup>22</sup>.</p>
    <p>H&#225; uma resposta inflamat&#243;ria intracard&#237;aca na SCA que parece ser o resultado da evolu&#231;&#227;o da necrose mioc&#225;rdica, como demonstrado pelos n&#237;veis mais altos de PCR, TNF&#945;, IL-6 e Troponina T em pacientes com eventos card&#237;acos adversos maiores, comparados &#224;queles sem esses eventos<sup>23,24</sup>. Isso sugere que a resposta inflamat&#243;ria sist&#234;mica pode ser o resultado da evolu&#231;&#227;o do infarto do mioc&#225;rdio, dessa forma demonstrando maior pico no infarto transmural.</p>
    <p>Estudos adicionais s&#227;o necess&#225;rios para elucidar o processo inflamat&#243;rio na SCA, o que pode levar a novas abordagens terap&#234;uticas e melhores aplica&#231;&#245;es das terapias dispon&#237;veis atualmente. O presente estudo pode nos ajudar a entender melhor a import&#226;ncia dos valores da PCR, melhorar as terapias farmacol&#243;gicas e melhorar o desenho dos projetos de pesquisa direcionados &#224; avalia&#231;&#227;o da import&#226;ncia progn&#243;stica dos n&#237;veis de PCR no espectro das SCA.</p>
    <p>
      <bold>Conclus&#227;o</bold>
    </p>
    <p>Os n&#237;veis de pico da PCR s&#227;o significantemente mais elevados em pacientes com IAMCSST, quando comparados aos pacientes com IAMSSST. Esses dados sugerem que os processos inflamat&#243;rios tem um papel independente na patog&#234;nese do infarto do mioc&#225;rdio. Portanto, a dosagem dos n&#237;veis de PCR pode ajudar na estratifica&#231;&#227;o de risco ap&#243;s o infarto do mioc&#225;rdio.</p>
    <p>
      <bold>Agradecimentos</bold>
    </p>
    <p>Os autores s&#227;o gratos ao Sr. Mujeebul Haq por sua ajuda na coleta dos dados e &#224; Sra. Ester pelo suporte t&#233;cnico.</p>
    <p>
      <bold>Potencial Conflito de Interesses</bold>
    </p>
    <p>Declaro n&#227;o haver conflito de interesses pertinentes.</p>
    <p>
      <bold>Fontes de Financiamento</bold>
    </p>
    <p>O presente estudo foi financiado pela <italic>College of medicine Research Center of Kind Sand University</italic>.</p>
    <p>
      <bold>Vincula&#231;&#227;o Acad&#234;mica</bold>
    </p>
    <p>N&#227;o h&#225; vincula&#231;&#227;o deste estudo a programas de p&#243;s-gradua&#231;&#227;o.</p>
    <p>
      <fn id="back" fn-type="corresp">
        <label>
          <bold> Correspond&#234;ncia:</bold>
        </label>
        <p> Syed Shahid Habib </p>
        <p> King Saud University - Riyadh - 11461 </p>
        <p> E-mail: </p>
        <p>
          <email xlink:href="shahidhabib44@hotmail.com">shahidhabib44@hotmail.com</email>
        </p>
      </fn>
    </p>
    <p>Artigo recebido em 18/04/09; revisado recebido em 07/11/09; aceito em 16/12/09.</p>
  </body>
  <back>
    <ref-list>
      <ref id="B1">
        <mixed-citation>1. Libby P, Ridker    PM, Maseri A. Inflammation and atherosclerosis. Circulation. 2002; 105 (9):    1135-43.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Inflammation and atherosclerosis</article-title>
          <source>Circulation</source>
          <date>
            <year>2002</year>
          </date>
          <fpage>1135</fpage>
          <lpage>43</lpage>
          <issue>9</issue>
          <volume>105</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Libby</surname>
              <given-names>P</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Ridker</surname>
              <given-names>PM</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Maseri</surname>
              <given-names>A</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B2">
        <mixed-citation>2. Ridker PM. C-reactive    protein and the prediction of cardiovascular events among those at intermediate    risk: moving an inflammatory hypothesis toward consensus. J Am Coll Cardiol.    2007; 49 (21): 2129-38.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>C-reactive protein and the prediction of cardiovascular events among those at intermediate risk: moving an inflammatory hypothesis toward consensus</article-title>
          <source>J Am Coll Cardiol</source>
          <date>
            <year>2007</year>
          </date>
          <fpage>2129</fpage>
          <lpage>38</lpage>
          <issue>21</issue>
          <volume>49</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Ridker</surname>
              <given-names>PM</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B3">
        <mixed-citation>3. Blake GJ, Ridker    PM. Inflammatory bio-markers and cardiovascular risk prediction. J Intern Med.    2002; 252 (4): 283-94.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Inflammatory bio-markers and cardiovascular risk prediction</article-title>
          <source>J Intern Med</source>
          <date>
            <year>2002</year>
          </date>
          <fpage>283</fpage>
          <lpage>94</lpage>
          <issue>4</issue>
          <volume>252</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Blake</surname>
              <given-names>GJ</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Ridker</surname>
              <given-names>PM</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B4">
        <mixed-citation>4. Zebrack JS,    Anderson JL, Maycock CA, Horne BD, Bair TL, Muhlstein JB. Usefulness of high-sensitivity    C-reactive protein in predicting long-term risk of death or acute myocardial    infarction in patients with unstable or stable angina pectoris or acute myocardial    infarction. Am J Cardiol. 2002; 89 (2): 145-9.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Usefulness of high-sensitivity C-reactive protein in predicting long-term risk of death or acute myocardial infarction in patients with unstable or stable angina pectoris or acute myocardial infarction</article-title>
          <source>Am J Cardiol</source>
          <date>
            <year>2002</year>
          </date>
          <fpage>145</fpage>
          <lpage>9</lpage>
          <issue>2</issue>
          <volume>89</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Zebrack</surname>
              <given-names>JS</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Anderson</surname>
              <given-names>JL</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Maycock</surname>
              <given-names>CA</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Horne</surname>
              <given-names>BD</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Bair</surname>
              <given-names>TL</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Muhlstein</surname>
              <given-names>JB</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B5">
        <mixed-citation>5. Topol EJ. A    guide to therapeutic decision-making in patients with non-ST-segment elevation    acute coronary syndromes. J Am Coll Cardiol. 2003; 41 (4 Suppl.): S123-9.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>A guide to therapeutic decision-making in patients with non-ST-segment elevation acute coronary syndromes</article-title>
          <source>J Am Coll Cardiol</source>
          <date>
            <year>2003</year>
          </date>
          <fpage>S123</fpage>
          <lpage>9</lpage>
          <volume>41</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Topol</surname>
              <given-names>EJ</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B6">
        <mixed-citation>6. De Winter RJ,    Bholasingh R, Lijmer JG, Koster RW, Gorgels JP, Schouten Y, et al. Independent    prognostic value of C-reactive protein and troponin I in patients with unstable    angina or non-Q-wave myocardial infarction. Cardiovasc Res. 1999; 42 (1): 240-5.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Independent prognostic value of C-reactive protein and troponin I in patients with unstable angina or non-Q-wave myocardial infarction</article-title>
          <source>Cardiovasc Res</source>
          <date>
            <year>1999</year>
          </date>
          <fpage>240</fpage>
          <lpage>5</lpage>
          <issue>1</issue>
          <volume>42</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>De Winter</surname>
              <given-names>RJ</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Bholasingh</surname>
              <given-names>R</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Lijmer</surname>
              <given-names>JG</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Koster</surname>
              <given-names>RW</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Gorgels</surname>
              <given-names>JP</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Schouten</surname>
              <given-names>Y</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B7">
        <mixed-citation>7. Ercan E, Tengiz    I, Duman C, Onbasili OA, Baris N. Effect of tirofiban on C-reactive protein    in non-ST-elevation myocardial infarction. Am Heart J. 2004; 147 (1): 54-7.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Effect of tirofiban on C-reactive protein in non-ST-elevation myocardial infarction</article-title>
          <source>Am Heart J</source>
          <date>
            <year>2004</year>
          </date>
          <fpage>54</fpage>
          <lpage>7</lpage>
          <issue>1</issue>
          <volume>147</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Ercan</surname>
              <given-names>E</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Tengiz</surname>
              <given-names>I</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Duman</surname>
              <given-names>C</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Onbasili</surname>
              <given-names>OA</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Baris</surname>
              <given-names>N</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B8">
        <mixed-citation>8. Alpert JS, Thygesen    K, Antman E, Bassand JP. Myocardial infarction redefined-a consensus document    of The Joint European Society of Cardiology/American College of Cardiology Committee    for the redefinition of myocardial infarction. J Am Coll Cardiol. 2000; 36 (3):    959-69.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Myocardial infarction redefined-a consensus document of The Joint European Society of Cardiology: American College of Cardiology Committee for the redefinition of myocardial infarction</article-title>
          <source>J Am Coll Cardiol</source>
          <date>
            <year>2000</year>
          </date>
          <fpage>959</fpage>
          <lpage>69</lpage>
          <issue>3</issue>
          <volume>36</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Alpert</surname>
              <given-names>JS</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Thygesen</surname>
              <given-names>K</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Antman</surname>
              <given-names>E</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Bassand</surname>
              <given-names>JP</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B9">
        <mixed-citation>9. Braunwald E.    Unstable angina: a classification. Circulation. 1989; 80 (2): 410-4.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Unstable angina: a classification</article-title>
          <source>Circulation</source>
          <date>
            <year>1989</year>
          </date>
          <fpage>410</fpage>
          <lpage>4</lpage>
          <issue>2</issue>
          <volume>80</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Braunwald</surname>
              <given-names>E</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B10">
        <mixed-citation>10. Pearson TA,    Mensah GA, Alexander RW, Anderson JL, Cannon RO 3rd, Criqui M, et al. Markers    of inflammation and cardiovascular disease: application to clinical and public    health practice. Circulation. 2003; 107 (3): 499-511.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Markers of inflammation and cardiovascular disease: application to clinical and public health practice</article-title>
          <source>Circulation</source>
          <date>
            <year>2003</year>
          </date>
          <fpage>499</fpage>
          <lpage>511</lpage>
          <issue>3</issue>
          <volume>107</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Pearson</surname>
              <given-names>TA</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Mensah</surname>
              <given-names>GA</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Alexander</surname>
              <given-names>RW</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Anderson</surname>
              <given-names>JL</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Cannon 3rd</surname>
              <given-names>RO</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Criqui</surname>
              <given-names>M</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B11">
        <mixed-citation>11. Bursi F, Weston    SA, Killian JM, Gabriel SE, Jacobsen SJ, Roger VL. C-reactive protein and heart    failure after myocardial infarction in the community. Am J Med. 2007; 120 (7):    616-22.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>C-reactive protein and heart failure after myocardial infarction in the community</article-title>
          <source>Am J Med</source>
          <date>
            <year>2007</year>
          </date>
          <fpage>616</fpage>
          <lpage>22</lpage>
          <issue>7</issue>
          <volume>120</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Bursi</surname>
              <given-names>F</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Weston</surname>
              <given-names>SA</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Killian</surname>
              <given-names>JM</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Gabriel</surname>
              <given-names>SE</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Jacobsen</surname>
              <given-names>SJ</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Roger</surname>
              <given-names>VL</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B12">
        <mixed-citation>12. S&#225;nchez    PL, Rodr&#237;guez MV, Villacorta E, Albarr&#225;n C, Cruz I, Moreiras JM,    et al. Kinetics of C-reactive protein release in different forms of acute coronary    syndrome. Rev Esp Cardiol. 2006; 59 (5): 441-7.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Kinetics of C-reactive protein release in different forms of acute coronary syndrome</article-title>
          <source>Rev Esp Cardiol</source>
          <date>
            <year>2006</year>
          </date>
          <fpage>441</fpage>
          <lpage>7</lpage>
          <issue>5</issue>
          <volume>59</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>S&#225;nchez</surname>
              <given-names>PL</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Rodr&#237;guez</surname>
              <given-names>MV</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Villacorta</surname>
              <given-names>E</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Albarr&#225;n</surname>
              <given-names>C</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Cruz</surname>
              <given-names>I</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Moreiras</surname>
              <given-names>JM</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B13">
        <mixed-citation>13. Brunetti ND,    Troccoli R, Correale M, Pellegrino PL, Di Biase M. C-reactive protein in patients    with acute coronary syndrome: correlation with diagnosis, myocardial damage,    ejection fraction and angiographic findings. Int J Cardiol. 2006; 109 (2): 248-56.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>C-reactive protein in patients with acute coronary syndrome: correlation with diagnosis, myocardial damage, ejection fraction and angiographic findings</article-title>
          <source>Int J Cardiol</source>
          <date>
            <year>2006</year>
          </date>
          <fpage>248</fpage>
          <lpage>56</lpage>
          <issue>2</issue>
          <volume>109</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Brunetti</surname>
              <given-names>ND</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Troccoli</surname>
              <given-names>R</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Correale</surname>
              <given-names>M</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Pellegrino</surname>
              <given-names>PL</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Di Biase</surname>
              <given-names>M</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B14">
        <mixed-citation>14. Pietila KO,    Harmoinen AP, Jokiniitty J, Pasternack AI. Serum C reactive protein concentration    in acute myocardial infarction and its relationship to mortality during 24 months    of follow-up in patients under thrombolytic treatment. Eur Heart J. 1996; 17    (9): 1345-9.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Serum C reactive protein concentration in acute myocardial infarction and its relationship to mortality during 24 months of follow-up in patients under thrombolytic treatment</article-title>
          <source>Eur Heart J</source>
          <date>
            <year>1996</year>
          </date>
          <fpage>1345</fpage>
          <lpage>9</lpage>
          <issue>9</issue>
          <volume>17</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Pietila</surname>
              <given-names>KO</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Harmoinen</surname>
              <given-names>AP</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Jokiniitty</surname>
              <given-names>J</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Pasternack</surname>
              <given-names>AI</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B15">
        <mixed-citation>15. Auer J, Berent    R, Lassnig E, Eber B. C-reactive protein and coronary artery disease. Jpn Heart    J. 2002; 43 (6): 607-19.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>C-reactive protein and coronary artery disease</article-title>
          <source>Jpn Heart J</source>
          <date>
            <year>2002</year>
          </date>
          <fpage>607</fpage>
          <lpage>19</lpage>
          <issue>6</issue>
          <volume>43</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Auer</surname>
              <given-names>J</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Berent</surname>
              <given-names>R</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Lassnig</surname>
              <given-names>E</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Eber</surname>
              <given-names>B</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B16">
        <mixed-citation>16. Ziakas A, Gavrilidis    S, Giannoglou G, Souliou E, Gemitzis K, Kalampalika D, et al. In-hospital and    long-term prognostic value of fibrinogen, CRP, and IL-6 levels in patients with    acute myocardial infarction treated with thrombolysis. Angiology. 2006; 57 (3):    283-93.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>In-hospital and long-term prognostic value of fibrinogen, CRP, and IL-6 levels in patients with acute myocardial infarction treated with thrombolysis</article-title>
          <source>Angiology</source>
          <date>
            <year>2006</year>
          </date>
          <fpage>283</fpage>
          <lpage>93</lpage>
          <issue>3</issue>
          <volume>57</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Ziakas</surname>
              <given-names>A</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Gavrilidis</surname>
              <given-names>S</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Giannoglou</surname>
              <given-names>G</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Souliou</surname>
              <given-names>E</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Gemitzis</surname>
              <given-names>K</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Kalampalika</surname>
              <given-names>D</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B17">
        <mixed-citation>17. Lindahl B,    Toss H, Siegbahn A, Venge P, Wallentin L, for the FRISC Study Group. Markers    of myocardial damage and inflammation in relation to long-term mortality in    unstable coronary artery disease. N Engl J Med. 2000; 343 (16): 1139-47.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Markers of myocardial damage and inflammation in relation to long-term mortality in unstable coronary artery disease</article-title>
          <source>N Engl J Med</source>
          <date>
            <year>2000</year>
          </date>
          <fpage>1139</fpage>
          <lpage>47</lpage>
          <issue>16</issue>
          <volume>343</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Lindahl</surname>
              <given-names>B</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Toss</surname>
              <given-names>H</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Siegbahn</surname>
              <given-names>A</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Venge</surname>
              <given-names>P</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Wallentin</surname>
              <given-names>L</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B18">
        <mixed-citation>18. Zouridakis    E, Avanzas P, Arroyo-Espliguero R, Fredericks S, Kaski JC. Markers of inflammation    and rapid coronary artery disease progression in patients with stable angina    pectoris. Circulation. 2004; 110 (13): 1747-53.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Markers of inflammation and rapid coronary artery disease progression in patients with stable angina pectoris</article-title>
          <source>Circulation</source>
          <date>
            <year>2004</year>
          </date>
          <fpage>1747</fpage>
          <lpage>53</lpage>
          <issue>13</issue>
          <volume>110</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Zouridakis</surname>
              <given-names>E</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Avanzas</surname>
              <given-names>P</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Arroyo-Espliguero</surname>
              <given-names>R</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Fredericks</surname>
              <given-names>S</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Kaski</surname>
              <given-names>JC</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B19">
        <mixed-citation>19. Arroyo-Espliguero    R, Avanzas P, Cos&#237;n-Sales J, Aldama G, Pizzi C, Kaski JC. C-reactive    protein elevation and disease activity in patients with coronary artery disease.    Eur Heart J. 2004; 25 (5): 401-8.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>C-reactive protein elevation and disease activity in patients with coronary artery disease</article-title>
          <source>Eur Heart J</source>
          <date>
            <year>2004</year>
          </date>
          <fpage>401</fpage>
          <lpage>8</lpage>
          <issue>5</issue>
          <volume>25</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Arroyo-Espliguero</surname>
              <given-names>R</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Avanzas</surname>
              <given-names>P</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Cos&#237;n-Sales</surname>
              <given-names>J</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Aldama</surname>
              <given-names>G</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Pizzi</surname>
              <given-names>C</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Kaski</surname>
              <given-names>JC</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B20">
        <mixed-citation>20. Zairis MN,    Lyras AG, Bibis GP, Patsourakos NG, Makrygiannis SS, Kardoulas AD, et al. Association    of inflammatory biomarkers and cardiac troponin I with multifocal activation    of coronary artery tree in the setting of non-ST-elevation acute myocardial    infarction. Atherosclerosis. 2005; 182 (1): 161-7.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Association of inflammatory biomarkers and cardiac troponin I with multifocal activation of coronary artery tree in the setting of non-ST-elevation acute myocardial infarction</article-title>
          <source>Atherosclerosis</source>
          <date>
            <year>2005</year>
          </date>
          <fpage>161</fpage>
          <lpage>7</lpage>
          <issue>1</issue>
          <volume>182</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Zairis</surname>
              <given-names>MN</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Lyras</surname>
              <given-names>AG</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Bibis</surname>
              <given-names>GP</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Patsourakos</surname>
              <given-names>NG</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Makrygiannis</surname>
              <given-names>SS</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Kardoulas</surname>
              <given-names>AD</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B21">
        <mixed-citation>21. Jahn J, Hellmann    I, Maas M, Giannitsis E, Dalhoff K, Katus HA. Time-dependent changes of hs-CRP    serum concentration in patients with non-ST elevation acute coronary syndrome.    Herz. 2004; 29 (8): 795-801.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Time-dependent changes of hs-CRP serum concentration in patients with non-ST elevation acute coronary syndrome</article-title>
          <source>Herz</source>
          <date>
            <year>2004</year>
          </date>
          <fpage>795</fpage>
          <lpage>801</lpage>
          <issue>8</issue>
          <volume>29</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Jahn</surname>
              <given-names>J</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Hellmann</surname>
              <given-names>I</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Maas</surname>
              <given-names>M</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Giannitsis</surname>
              <given-names>E</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Dalhoff</surname>
              <given-names>K</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Katus</surname>
              <given-names>HA</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B22">
        <mixed-citation>22. Ewart HKM,    Ridker PM, Rifai N, Price R, Dinges DF, Mullington JM. Absence of diurnal variation    of C-reactive protein levels in healthy human subjects. Clin Chem. 2001; 47    (3): 426-30.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Absence of diurnal variation of C-reactive protein levels in healthy human subjects</article-title>
          <source>Clin Chem</source>
          <date>
            <year>2001</year>
          </date>
          <fpage>426</fpage>
          <lpage>30</lpage>
          <issue>3</issue>
          <volume>47</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Ewart</surname>
              <given-names>HKM</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Ridker</surname>
              <given-names>PM</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Rifai</surname>
              <given-names>N</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Price</surname>
              <given-names>R</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Dinges</surname>
              <given-names>DF</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Mullington</surname>
              <given-names>JM</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B23">
        <mixed-citation>23. Cusack MR,    Marber MS, Lambiase PD, Bucknall CA, Redwood SR. Systemic inflammation in unstable    angina is the result of myocardial necrosis. J Am Coll Cardiol. 2002; 39 (12):    1917-23.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Systemic inflammation in unstable angina is the result of myocardial necrosis</article-title>
          <source>J Am Coll Cardiol</source>
          <date>
            <year>2002</year>
          </date>
          <fpage>1917</fpage>
          <lpage>23</lpage>
          <issue>12</issue>
          <volume>39</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Cusack</surname>
              <given-names>MR</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Marber</surname>
              <given-names>MS</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Lambiase</surname>
              <given-names>PD</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Bucknall</surname>
              <given-names>CA</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Redwood</surname>
              <given-names>SR</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B24">
        <mixed-citation>24. De Servi S,    Mariani M, Mariani G, Mazzone A. C-reactive protein increase in unstable coronary    disease cause or effect? J Am Coll Cardiol. 2005; 46 (8): 1496-502.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>C-reactive protein increase in unstable coronary disease cause or effect</article-title>
          <source>J Am Coll Cardiol</source>
          <date>
            <year>2005</year>
          </date>
          <fpage>1496</fpage>
          <lpage>502</lpage>
          <issue>8</issue>
          <volume>46</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>De Servi</surname>
              <given-names>S</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Mariani</surname>
              <given-names>M</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Mariani</surname>
              <given-names>G</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Mazzone</surname>
              <given-names>A</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
    </ref-list>
  </back>
  <sub-article article-type="translation" id="TRes" xml:lang="es">
    <front-stub>
      <article-categories/>
      <title-group>
        <article-title xml:lang="es">Niveles de PCR son mayores en pacientes con s&#237;ndrome coronario agudo y supradesnivel del segmento ST que en pacientes sin supradesnivel del segmento ST</article-title>
      </title-group>
      <abstract xml:lang="es">
        <p>FUNDAMENTO: Hay gran inter&#233;s en el uso de prote&#237;na C-reactiva de alta sensibilidad (PCR-as) para evaluaci&#243;n de riesgo. Altos niveles de PCR-as en el comienzo del s&#237;ndrome coronario agudo (SCA), antes de la necrosis tisular, puede ser un marcador sustituto para comorbilidades cardiovasculares. OBJETIVO: De esa forma, nuestro objetivo fue estudiar diferentes medidas de seguimiento de niveles de PCR-as en pacientes con SCA y comparar las diferencias entre infarto de miocardio sin elevaci&#243;n del segmento ST (NSTEMI) con pacientes presentando elevaci&#243;n del segmento ST (STEMI). M&#201;TODOS: Este es un estudio observacional. De los 89 pacientes reclutados, 60 presentaban infarto agudo de miocardio (IAM). Tres niveles seriados de PCR-us, a nivel basal en la hospitalizaci&#243;n antes de 12 horas despu&#233;s del inicio de los s&#237;ntomas, niveles de pico 36-48 horas despu&#233;s de hospitalizaci&#243;n y niveles de control despu&#233;s de 4 a 6 semanas fueron analizados y comparados entre pacientes con (IAMCSST) y sin supradesnivel del segmento ST (IAMSSST). RESULTADOS: Pacientes con IAMCSST ten&#237;an IMC significativamente m&#225;s alta cuando fueron comparados con pacientes IAMSSST. Los niveles de creatinoquinasa fracci&#243;n MB (CK-MB) y aspartato aminotransferasa (AST) eran significativamente m&#225;s altos en pacientes con IAMCSST cuando fueron comparados con pacientes con IAMSSST (p&lt;0,05). Los niveles de PCR a nivel basal y en el control no difirieron de forma significativa entre los dos grupos (p= 0,2152 y p=0,4686 respectivamente). Hubo una diferencia significativa en los niveles de pico de PCR entre los dos grupos. En el grupo de pacientes con IAMCSST los niveles fueron significativamente m&#225;s altos cuando fueron comparados a los pacientes con IAMSSST (p=0,0464). CONCLUSI&#211;N: Pacientes con IAMCSST presentan picos significativamente m&#225;s elevados de PCR cuando son comparados a pacientes IAMSSST. Esos datos sugieren que el proceso inflamatorio tiene un papel independiente en la patog&#233;nesis del infarto de miocardio. De esa forma, los niveles de PCR pueden ayudar en la estratificaci&#243;n de riesgo despu&#233;s del infarto de miocardio.</p>
      </abstract>
      <kwd-group xml:lang="es">
        <kwd>Prote&#237;na C-reactiva</kwd>
        <kwd>infarto agudo de miocardio</kwd>
        <kwd>s&#237;ndrome coronario agudo</kwd>
        <kwd>inflamaci&#243;n</kwd>
      </kwd-group>
    </front-stub>
    <body>
      <p>ART&#205;CULO ORIGINAL</p>
      <p> CORONARIOPATIA AGUDA</p>
      <p>
        <fn id="nota_1-body2">
          <label>
            <bold>Niveles de PCR son mayores en pacientes con s&#237;ndrome coronario agudo y supradesnivel del segmento ST que en pacientes sin supradesnivel del segmento ST</bold>
          </label>
          <p>
            <bold>Syed Shahid Habib; Mohammad Ibrahim Kurdi; Zohair Al Aseri; Mohammad Owais Suriya</bold>
          </p>
        </fn>
      </p>
      <p>Department of Physiology, College of Medicine &amp; KKUH, King Saud University, Department of Cardiology KKUH, King Saud University, Department of Emergency Medicine KKUH, King Saud University, Riyadh</p>
      <p>Correspondencia</p>
      <p>
        <bold>RESUMEN</bold>
      </p>
      <p><bold>FUNDAMENTO:</bold> Hay gran inter&#233;s en el uso de prote&#237;na C-reactiva de alta sensibilidad (PCR-as) para evaluaci&#243;n de riesgo. Altos niveles de PCR-as en el comienzo del s&#237;ndrome coronario agudo (SCA), antes de la necrosis tisular, puede ser un marcador sustituto para comorbilidades cardiovasculares.</p>
      <p><bold>OBJETIVO:</bold> De esa forma, nuestro objetivo fue estudiar diferentes medidas de seguimiento de niveles de PCR-as en pacientes con SCA y comparar las diferencias entre infarto de miocardio sin elevaci&#243;n del segmento ST (NSTEMI) con pacientes presentando elevaci&#243;n del segmento ST (STEMI).</p>
      <p><bold>M&#201;TODOS:</bold> Este es un estudio observacional. De los 89 pacientes reclutados, 60 presentaban infarto agudo de miocardio (IAM). Tres niveles seriados de PCR-us, a nivel basal en la hospitalizaci&#243;n antes de 12 horas despu&#233;s del inicio de los s&#237;ntomas, niveles de pico 36-48 horas despu&#233;s de hospitalizaci&#243;n y niveles de control despu&#233;s de 4 a 6 semanas fueron analizados y comparados entre pacientes con (IAMCSST) y sin supradesnivel del segmento ST (IAMSSST).</p>
      <p><bold>RESULTADOS:</bold> Pacientes con IAMCSST ten&#237;an IMC significativamente m&#225;s alta cuando fueron comparados con pacientes IAMSSST. Los niveles de creatinoquinasa fracci&#243;n MB (CK-MB) y aspartato aminotransferasa (AST) eran significativamente m&#225;s altos en pacientes con IAMCSST cuando fueron comparados con pacientes con IAMSSST (p&lt;0,05). Los niveles de PCR a nivel basal y en el control no difirieron de forma significativa entre los dos grupos (p= 0,2152 y p=0,4686 respectivamente). Hubo una diferencia significativa en los niveles de pico de PCR entre los dos grupos. En el grupo de pacientes con IAMCSST los niveles fueron significativamente m&#225;s altos cuando fueron comparados a los pacientes con IAMSSST (p=0,0464).</p>
      <p><bold>CONCLUSI&#211;N:</bold> Pacientes con IAMCSST presentan picos significativamente m&#225;s elevados de PCR cuando son comparados a pacientes IAMSSST. Esos datos sugieren que el proceso inflamatorio tiene un papel independiente en la patog&#233;nesis del infarto de miocardio. De esa forma, los niveles de PCR pueden ayudar en la estratificaci&#243;n de riesgo despu&#233;s del infarto de miocardio.</p>
      <p><bold>Palabras clave:</bold> Prote&#237;na C-reactiva, infarto agudo de miocardio, s&#237;ndrome coronario agudo, inflamaci&#243;n.</p>
      <p>
        <bold>Introducci&#243;n</bold>
      </p>
      <p>Un gran n&#250;mero de evidencias ha sugerido que la inflamaci&#243;n tiene un papel principal en la patog&#233;nesis de la aterosclerosis. El proceso inflamatorio cr&#243;nico puede volverse un evento cl&#237;nico agudo por la inducci&#243;n de la ruptura de la placa, llevando a los s&#237;ndromes coronarios agudos (SCA)<sup>1</sup>. M&#225;s de 20 grandes estudios prospectivos han demostrado que la prote&#237;na C-reactiva ultra-sensible (PCR-us), un biomarcador inflamatorio, es un predictor independiente de futuros eventos cardiovasculares, adem&#225;s de predecir el riesgo de incidencia de hipertensi&#243;n y diabetes<sup>2</sup>. En SCA, la ruptura de la placa es inducida por el proceso inflamatorio en el tejido ateroscler&#243;tico. La patog&#233;nesis de la aterosclerosis es influenciada por los mecanismos inflamatorios y diferentes marcadores plasm&#225;ticos de inflamaci&#243;n han sido estudiados. La PCR ha sido el m&#225;s extensivamente estudiado de ellos. Inicialmente, fue sugerido que la PCR era un marcador inflamatorio espectador<sup>3</sup>, pero estudios subsecuentes demostraron que era un marcador de riesgo en SCA y en pacientes con isquemia mioc&#225;rdica<sup>4,5</sup>. Los niveles de PCR aumentan despu&#233;s del infarto agudo de miocardio (IAM), pero sus alteraciones en el proceso de ataque isqu&#233;mico agudo han sido estudiadas principalmente en pacientes con infarto agudo del miocardio sin supradesnivel del segmento ST <sup>6,7</sup>. De esa forma, es interesante discutir el valor de los dosajes de PCR-us durante el control de pacientes con enfermedad arterial coronaria (EAC). </p>
      <p>Por lo tanto, nuestro objetivo fue estudiar las diferencias en los niveles de PCR-us en pacientes con dos formas cl&#237;nicas de SCA: infarto agudo de miocardio sin supradesnivel del segmento ST (IAMSSST) comparados a pacientes con supradesnivel del segmento ST (IAMCSST). </p>
      <p>
        <bold>Pacientes y m&#233;todos</bold>
      </p>
      <p>Este estudio prospectivo observacional fue conducido en el Departamento de Fisiolog&#237;a y Cardiolog&#237;a de la Facultad de Medicina &amp; Hospital Universitario King Khalid, Universidad King Saud, Riyadh, Arabia Saudita, de Agosto de 2006 a Diciembre de 2007. Pacientes elegibles consecutivos con IAMCSST o IAMSSST admitidos en el Hospital Universitario King Khalid fueron reclutados.De los 89 pacientes reclutados, 60 presentaban evidencia de IAM con base en los criterios mencionados anteriormente. Los otros 29 individuos compusieron el grupo control. De esos, 11 manifestaron se&#241;ales de angina inestable (AI), 8 ten&#237;an enfermedad card&#237;aca isqu&#233;mica cr&#243;nica y 10 ten&#237;an enfermedades no isqu&#233;micas. Los niveles de PCR-us de esos pacientes con s&#237;ndrome coronario agudo (SCA) fueron medidos en tres momentos: en la hospitalizaci&#243;n antes de 12 horas despu&#233;s del inicio de los s&#237;ntomas, niveles de pico despu&#233;s de 36-48 horas y niveles del per&#237;odo de control despu&#233;s de 4 a 6 semanas. </p>
      <p>Este proyecto tuvo apoyo financiero del Centro de Investigaciones de la Facultad de Medicina (CMRC). El protocolo del estudio fue aprobado por el Comit&#233; de &#201;tica en Investigaci&#243;n del CMRC. Los individuos seleccionados fueron informados sobre los detalles del estudio y consentimiento informado fue obtenido. Los criterios de inclusi&#243;n fueron: pacientes de ambos sexos con s&#237;ndrome coronario agudo sin supradesnivel del segmento ST y con supradesnivel del segmento ST. El diagn&#243;stico de infarto de miocardio fue hecho basado en la presencia de por lo menos dos de esos criterios: (1) historia de dolor o disconfort caracter&#237;sticos prolongados (<underline>&gt;</underline> 30 min) (2) Aumento en los niveles decreatinofosfoquinasa excediendo dos veces el l&#237;mite superior de la normalidad (o CK-MB <underline>&gt;</underline> 50% del nivel de CK total). Presencia de nuevas ondas Q o nuevas caracter&#237;sticas ST-T anormales<sup>8</sup>. </p>
      <p>Los pacientes con IAMCSST precisaban presentar: (1) dolor tor&#225;cico continuo en la presentaci&#243;n, refractario a nitratos y con duraci&#243;n <underline>&gt;</underline> 30 min; (2) supradesnivel del segmento ST <underline>&gt;</underline> 0,2 mV en <underline>&gt;</underline> 2 derivaciones precordiales contiguas, o <underline>&gt;</underline> 0,1 mV en <underline>&gt;</underline> 2 derivaciones de miembros contiguas o nuevo (o presumiblemente nuevo) bloqueo de rama izquierdo en el electrocardiograma de admisi&#243;n; (3) presentaci&#243;n en las primeras 12 horas despu&#233;s de dolor inicial. Los pacientes con IAMSSST precisaban presentar dolor tor&#225;cico semejante a la angina en reposo en las ultimas 24 horas con duraci&#243;n <underline>&gt;</underline> 5 min, asociada con infradesnivel del segmento ST <underline>&gt;</underline> 0,1 mV en <underline>&gt;</underline> 2 derivaciones contiguas en la presentaci&#243;n<sup>9</sup>. Pacientes con (1) angina de etiolog&#237;a secundaria, (2) cirug&#237;a reciente, (3) infecci&#243;n activa o enfermedades inflamatorias cr&#243;nicas (enfermedades de la tiroides, infecci&#243;n aguda, derrame, cetoacidosis diab&#233;tica, hiperosmolaridad no cet&#243;tica, enfermedades reum&#225;ticas, enfermedades hep&#225;ticas cr&#243;nicas, enfermedades renales, c&#225;ncer y sepsis), (4) disfunci&#243;n hep&#225;tica o renal significativa y (5) malignidad no fueron incluidos as&#237; como (5) individuos con temperatura corporal &gt; 37.8&#186;C en la admisi&#243;n (6) aquellos que presentaran un evento coronario o cerebral en el mismo per&#237;odo, aquellos con bloqueo completo de rama izquierda, aquellos en ritmo de marcapasos y aquellos con enfermedad valvular a&#243;rtica grave, cardiomiopat&#237;a hipertr&#243;fica obstructiva e individuos con enfermedad terminal o enfermedades infecciosas recientes o actuales (&lt; 1 mes) (7) y pacientes sometidos a procedimiento quir&#250;rgico en los &#250;ltimos 3 meses fueron excluidos. Fueron utilizadas las directrices de la <italic>American Heart Association</italic> para el dosaje, evaluaci&#243;n y expresi&#243;n de los niveles de PCR-us<sup>10</sup>.</p>
      <p>Muestras de sangre colectadas en ayuno fueron analizadas para dosaje de niveles lip&#237;dicos, incluyendo colesterol total (CT), triglic&#233;ridos (TG), lipoprote&#237;na de baja densidad (LDL) y lipoprote&#237;na de alta densidad (HDL), Lipoprote&#237;na(a) [Lp(a)] y PCR-us. Los niveles de CT, TG, LDL y HDL fueron analizados a trav&#233;s de m&#233;todo enzim&#225;tico colorim&#233;trico. El equipamiento utilizado fue un autoanalizador Dimension (EUA) y los kits fueron provistos por el mismo fabricante. Los niveles de PCR-us y Lp(a) fueron medidos a trav&#233;s de ensayo turbidim&#233;trico con kits comerciales (Quantex Lp(a) provistos por BIOKIT, S.LA., Barcelona, Espa&#241;a) en un equipamiento Hitachi 911, (ROCHE Diagnostics, EUA). El kit presenta una variaci&#243;n que va de 0,10 a 20,0 mg/l para la PCR-us. Un atributo importante de la prote&#237;na C-reactiva es su estabilidad en el tiempo y la disponibilidad de t&#233;cnicas automatizadas de ensayo. Adem&#225;s de eso, nuevos ensayos son bastante sensibles y proveen dosajes de prote&#237;na C-reactiva a niveles sustancialmente m&#225;s bajos que los medidos a trav&#233;s de otros m&#233;todos tradicionales. Para la Lp(a) el L&#237;mite de Cuantificaci&#243;n (LC) fue 1,3 mg/dl y el L&#237;mite de Detecci&#243;n (LD) fue 0,4 mg/dl. El autoanalizador utilizado fue el Hitachi 911, fabricado por ROCHE Diagnostics, EUA.</p>
      <p>
        <bold>An&#225;lisis estad&#237;stico</bold>
      </p>
      <p>Los datos fueron analizados a trav&#233;s del software Statistical Package for Social Sciences (SPSS versi&#243;n 10, Chicago). Las caracter&#237;sticas descriptivas y el perfil lip&#237;dico de los pacientes del estudio fueron calculados como Medias &#177; DE (desviaci&#243;n-est&#225;ndar) o EEM (error est&#225;ndar de la media) para variables continuas. El an&#225;lisis de variancia (ANOVA) fue utilizado para evaluar diferencias en edad, niveles de PA, CT, LDL, HDL, TG y IMC. Datos de PCR-us, Lp(a) y enzimas card&#237;acas, debido a su extrema oblicuidad (skewness), fueron analizados por el Test U No Param&#233;trico de Mann-Whitney y Test de Wilcoxon (Kruskal-Wallis) para comparardos o tres grupos, respectivamente. Un valor de p &lt; 0,05 fue considerado estad&#237;sticamente significativo.</p>
      <p>
        <bold>Resultados</bold>
      </p>
      <p>Caracter&#237;sticas cl&#237;nicas, perfil lip&#237;dico, niveles de Lp(a) y PCR-us de los grupos IAMCSST y IAMSSST son mostrados en la <xref ref-type="table" rid="tab1-body2">Tabla 1</xref>. No hubo diferencias significativas entre la edad y niveles de presi&#243;n arterial entre individuos control y pacientes con EAC. Los niveles de colesterol total (CT) y LDL no difirieron de forma significativa entre los dos grupos. Los niveles de Lp(a) eran significativamente m&#225;s altos en ambos grupos de pacientes IAMCSST y IAMSSST cuando eran comparados a los individuos control, pero la diferencia era no significativa entre los dos grupos.</p>
      <table-wrap id="tab1-body2">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-96-01-0013-00161-gt01-es.jpg"/></table-wrap>
      <p>Pacientes IAMCSST ten&#237;an IMC significativa m&#225;s alto cuando eran comparados a los pacientes IAMSSST. Tambi&#233;n observamos niveles significativamente m&#225;s altos de PCR-us en los pacientes del grupo IAMCSST (1,59 &#177; 1,47) cuando eran comparados a los pacientes del grupo IAMSSST (0,75 &#177; 0,99) (p = 0,0472).</p>
      <p>La <xref ref-type="table" rid="tab2-body2">Tabla 2</xref> muestra las diferencias en enzimas card&#237;acas entre los dos grupos. Fue observado que los niveles de la fracci&#243;n MB de la creatinofosfoquinasa (CK-MB) y del aspartato aminotransferasa (AST) eran significativamente m&#225;s altos en los pacientes con IAMCSST cuando eran comparados a los pacientes con IAMSSST (p&lt;0,05).</p>
      <table-wrap id="tab2-body2">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-96-01-0013-00161-gt02-es.jpg"/></table-wrap>
      <p>Los niveles basales de PCR y en el per&#237;odo de control no difirieron de forma significativa entre los dos grupos (p= 0,2152 y p=0,4686 respectivamente). Hab&#237;a una diferencia significativa entre los niveles de pico de PCR entre los dos grupos. En los pacientes con IAMCSST, los niveles eran significativamente m&#225;s altos cuando eran comparados a los pacientes con IAMSSST (p = 0,0464) [<xref ref-type="fig" rid="es_a04fig01-body2">Figura 1</xref>]</p>
      <p content-type="asset">
        <fig id="es_a04fig01-body2">
          <graphic xlink:href="1678-4170-abc-96-01-0013-00161-gf01-es.jpg"/></fig>
      </p>
      <p>
        <bold>Discusi&#243;n</bold>
      </p>
      <p>En pacientes con SCA, niveles de PCR elevados en la hospitalizaci&#243;n est&#225;n asociados a un peor pron&#243;stico a corto y largo plazo. La mayor&#237;a de los autores concuerda que el valor de la PCR en la hospitalizaci&#243;n refleja el estado inflamatorio basal del paciente; as&#237;, pacientes con SCA y niveles elevados de PCR en la hospitalizaci&#243;n generalmente experimentan complicaciones cardiovasculares m&#225;s importantes durante el per&#237;odo de control<sup>11</sup>. </p>
      <p>Un estudio con dise&#241;o similar, conducido en pacientes con SCA relat&#243; que, aunque los niveles de PCR fuesen similares en todos los grupos, el est&#225;ndar de la liberaci&#243;n de la PCR y niveles de pico observados eran claramente diferentes en pacientes con IAMCSST cuando eran comparados a los pacientes con IAMSSST. El nivel de pico de la PCR era 67 (36-112) mg/l en el grupo IAMCSST, 29 (20-87) mg/l en el grupo IAMSSST y 18 (12-36) mg/l en el grupo con angina inestable. En nuestro estudio, la diferencia en los niveles de PCR fue significativa entre los grupos IAMCSST y IAMSSST solamente en los niveles de pico, pero la diferencia fue no significativa en los niveles basales y de control. Eso sugiere que la mismapuede ser influenciada por el grado de necrosis precoz del tejido mioc&#225;rdico. As&#237;, esa variaci&#243;n en la cin&#233;tica de la PCR debe ser llevada en consideraci&#243;n al establecer el dise&#241;o de futuros estudios<sup>12</sup>.</p>
      <p>Brunetti et al<sup>13</sup> relataron que las concentraciones plasm&#225;ticas de PCR mostraron una curva de liberaci&#243;n diferente con IAM con onda Q y con AI. Las concentraciones de pico de la PCR no se correlacionaron con la fracci&#243;n de eyecci&#243;n y hallazgos angiogr&#225;ficos, pero se correlacionaron con la incidencia de eventos card&#237;acos adversos mayores. El mayor aumento en los niveles de PCR durante el IM con onda Q cuando es comparado al IM sin onda Q parece estar ligado a la extensi&#243;n del da&#241;o mioc&#225;rdico, al contrario de la inflamaci&#243;n preexistente<sup>13</sup>. Cuanto mayor es el nivel m&#225;ximo de PCR registrado, m&#225;s grave es el infarto sufrido, mayor la probabilidad de remodelado ventricular, menor la fracci&#243;n de eyecci&#243;n y mayor el riesgo de insuficiencia card&#237;aca, ruptura card&#237;aca y muerte<sup>14</sup>. </p>
      <p>Los resultados del presente estudio acrecientan informaci&#243;n a los relatos anteriores, los cuales demostraron diferencias no significativas en los niveles basales de PCR en pacientes con SCA y que tend&#237;an a ser m&#225;s altas en muestras consecutivas<sup>15</sup>. </p>
      <p>Ha sido relatado que despu&#233;s del IAM, los niveles de fibrin&#243;geno, PCR y IL-6 son significativamente m&#225;s altos en pacientes con complicaciones, como indicadores pron&#243;sticos hospitalarios y del per&#237;odo de control<sup>16,17</sup>. El nivel de PCR puede ser utilizado para identificar pacientes con las lesiones coronarias m&#225;s graves y el mayor grado de trombosis intracoronaria, pero tambi&#233;n puede auxiliar a identificar pacientes con lesiones aparentemente no complexas que son susceptibles a la ruptura - un problema que puede llevar a la inestabilidad del paciente<sup>18-20</sup>.</p>
      <p>Un estudio conducido por Jahn et al<sup>21</sup> mostr&#243; que la mayor&#237;a de los eventos en el per&#237;odo de observaci&#243;n de 3 a&#241;os ocurri&#243; en pacientes con niveles de PCR-us en el per&#237;odo de control &gt; 60% del nivel inicial. Siendo as&#237;, se especul&#243; que una repetici&#243;n del dosaje de los niveles de PCR-us en pacientes con EAC podr&#237;a ayudar a discriminar aquellos con alto riesgo de eventos futuros<sup>21</sup>. </p>
      <p>El dosaje de PCR presenta muchas ventajas. Primero, es un componente estable y segundo, puede ser medido a cualquier hora del d&#237;a, sin sufrir influencia del reloj biol&#243;gico. A diferencia de los resultados de dosajes de citoquinas tales como IL-6, parece no existir ninguna variaci&#243;n circadiana para PCR-us. De esa forma, el test de la PCR-us puede ser hecho sin preocupaci&#243;n por el horario<sup>22</sup>. </p>
      <p>Hay una respuesta inflamatoria intracard&#237;aca en la SCA que parece ser el resultado de la evoluci&#243;n de la necrosis mioc&#225;rdica, como es demostrado por los niveles m&#225;s altos de PCR, TNF&#945;, IL-6 y Troponina T en pacientes con eventos card&#237;acos adversos mayores, comparados a aquellos sin esos eventos<sup>23,24</sup>. Eso sugiere que la respuesta inflamatoria sist&#233;mica puede ser el resultado de la evoluci&#243;n del infarto de miocardio, de esa forma demostrando mayor pico en el infarto transmural. </p>
      <p>Estudios adicionales son necesarios para elucidar el proceso inflamatorio en la SCA, lo que puede llevar a nuevos abordajes terap&#233;uticos y mejores aplicaciones de las terapias disponibles actualmente. El presente estudio puede ayudarnos a entender mejor la importancia de los valores de la PCR, mejorar las terapias farmacol&#243;gicas y mejorar el dise&#241;o de los proyectos de investigaci&#243;n dirigidos a la evaluaci&#243;n de la importancia pron&#243;stica de los niveles de PCR en el espectro de las SCA.</p>
      <p>
        <bold>Conclusi&#243;n</bold>
      </p>
      <p>Los niveles de pico de la PCR son significativamente m&#225;s elevados en pacientes con IAMCSST, cuando son comparados a los pacientes con IAMSSST. Esos datos sugieren que los procesos inflamatorios tienen un papel independiente en la patog&#233;nesis del infarto del miocardio. Por lo tanto, el dosaje de los niveles de PCR puede ayudar en la estratificaci&#243;n de riesgo despu&#233;s del infarto de miocardio.</p>
      <p>
        <bold>Agradecimientos</bold>
      </p>
      <p>Los autores son gratos al Sr. Mujeebul Haq por su ayuda en la recolecci&#243;n de los datos y a la Sra. Ester por el soporte t&#233;cnico. </p>
      <p>
        <bold>Potencial Conflicto de Intereses</bold>
      </p>
      <p>Declaro no haber conflicto de intereses pertinentes.</p>
      <p>
        <bold>Fuentes de Financiamiento</bold>
      </p>
      <p>El presente estudio fue financiado por la <italic>College of medicine Research Center of kind Sand University</italic>.</p>
      <p>
        <bold>Vinculaci&#243;n Acad&#233;mica</bold>
      </p>
      <p>No hay vinculaci&#243;n de este estudio a programas de postgrado.</p>
      <p>
        <bold>Referencias</bold>
      </p>
    </body>
  </sub-article>
  <sub-article article-type="translation" id="TRen" xml:lang="en">
    <front-stub>
      <article-categories>
        <subj-group subj-group-type="heading">
          <subject>Original Articles</subject>
        </subj-group>
      </article-categories>
      <title-group>
        <article-title xml:lang="en">CRP levels are higher in patients with ST elevation than non-ST elevation acute coronary syndrome</article-title>
      </title-group>
      <abstract xml:lang="en">
        <p>BACKGROUND: There is intense interest in the use of high-sensitivity C-reactive protein (hsCRP) for risk assessment. Elevated hsCRP concentrations early in acute coronary syndrome (ACS), prior to the tissue necrosis, may be a surrogate marker for cardiovascular co-morbidities. OBJECTIVE: Therefore we aimed to study different follow up measurements of hsCRP levels in acute coronary syndrome patients and to compare the difference between non-ST elevation myocardial infarction (NSTEMI) and ST myocardial infarction (STEMI) patients. METHODS: This is an observational study. Of the 89 patients recruited 60 patients had acute myocardial infarction (AMI). Three serial hsCRP levels at baseline on admission to hospital before 12 hours of symptom onset, peak levels at 36-48 hours and follow up levels after 4-6 weeks were analyzed and compared between non-ST elevation AMI and ST elevation AMI. RESULTS: STEMI patients had significantly higher BMI compared to NSTEMI patients. Creatine kinase myocardial bound (CKMB) and Aspartate aminotransferase (AST) levels were significantly higher in STEMI patients compared to NSTEMI patients (p&lt;0.05). CRP levels at baseline and at follow up did not significantly differ between the two groups (p= 0.2152, p=0.4686 respectively). There was a significant difference regarding peak CRP levels between the two groups, as STEMI patients had significantly higher peak CRP levels compared to NSTEMI patients (p=0.0464). CONCLUSION: STEMI patients have significantly higher peak CRP levels compared to NSTEMI patients. These data suggest that inflammatory processes play an independent role in the pathogenesis of myocardial infarction. Thus, CRP assessment may assist in risk stratification after myocardial infarction.</p>
      </abstract>
      <kwd-group xml:lang="en">
        <kwd>C-reactive protein</kwd>
        <kwd>acute myocardial infarction</kwd>
        <kwd>acute coronary syndrome</kwd>
        <kwd>inflammation</kwd>
      </kwd-group>
    </front-stub>
    <body>
      <p>
        <fn id="top-body3">
          <label>
            <bold>CRP levels are higher in patients with ST elevation than non-ST elevation acute coronary syndrome</bold>
          </label>
          <p>
            <bold>Syed Shahid Habib; Mohammad Ibrahim Kurdi; Zohair Al Aseri; Mohammad Owais Suriya</bold>
          </p>
        </fn>
      </p>
      <p>Department of Physiology, College of Medicine &amp; KKUH, King Saud University, Department of Cardiology KKUH, King Saud University, Department of Emergency Medicine KKUH, King Saud University, Riyadh</p>
      <p>Mailing address</p>
      <p>
        <bold>ABSTRACT</bold>
      </p>
      <p><bold>BACKGROUND:</bold> There is intense interest in the use of high-sensitivity C-reactive protein (hsCRP) for risk assessment. Elevated hsCRP concentrations early in acute coronary syndrome (ACS), prior to the tissue necrosis, may be a surrogate marker for cardiovascular co-morbidities.</p>
      <p><bold>OBJECTIVE:</bold> Therefore we aimed to study different follow up measurements of hsCRP levels in acute coronary syndrome patients and to compare the difference between non-ST elevation myocardial infarction (NSTEMI) and ST myocardial infarction (STEMI) patients.</p>
      <p><bold>METHODS:</bold> This is an observational study. Of the 89 patients recruited 60 patients had acute myocardial infarction (AMI). Three serial hsCRP levels at baseline on admission to hospital before 12 hours of symptom onset, peak levels at 36-48 hours and follow up levels after 4-6 weeks were analyzed and compared between non-ST elevation AMI and ST elevation AMI.</p>
      <p><bold>RESULTS:</bold> STEMI patients had significantly higher BMI compared to NSTEMI patients. Creatine kinase myocardial bound (CKMB) and Aspartate aminotransferase (AST) levels were significantly higher in STEMI patients compared to NSTEMI patients (p&lt;0.05). CRP levels at baseline and at follow up did not significantly differ between the two groups (p= 0.2152, p=0.4686 respectively). There was a significant difference regarding peak CRP levels between the two groups, as STEMI patients had significantly higher peak CRP levels compared to NSTEMI patients (p=0.0464).</p>
      <p><bold>CONCLUSION:</bold> STEMI patients have significantly higher peak CRP levels compared to NSTEMI patients. These data suggest that inflammatory processes play an independent role in the pathogenesis of myocardial infarction. Thus, CRP assessment may assist in risk stratification after myocardial infarction.</p>
      <p><bold>Key words:</bold> C-reactive protein; acute myocardial infarction; acute coronary syndrome; inflammation.</p>
      <p>
        <bold>Introduction</bold>
      </p>
      <p>A large body of evidence suggests that inflammation plays a key role in the pathogenesis of atherosclerosis. The chronic inflammatory process can develop into an acute clinical event by the induction of plaque rupture, leading to acute coronary syndromes<sup>1</sup>. More than 20 large prospective trials have shown that the inflammatory biomarker high-sensitivity C-reactive protein (hsCRP) is an independent predictor of future cardiovascular events, in addition to predicting the risk of incident hypertension and diabetes<sup>2</sup>.</p>
      <p>In acute coronary syndromes, plaque rupture is induced by the inflammatory process in the atherosclerotic tissue. The pathogenesis of atherosclerosis is influenced by inflammatory mechanisms and different plasmatic markers of inflammation have been studied. CRP has been the most extensively studied. Initially it was suggested that CRP was a by-stander<sup>3</sup> marker of inflammation, but subsequent works demonstrated that it was a risk marker in both acute coronary syndromes (ACS) and in patients with myocardial ischemia<sup>4,5</sup>.</p>
      <p>CRP levels increase after acute myocardial infarction (AMI) but their changes in the process of an acute ischemic attack has been studied mainly in patients with non-ST elevation AMI<sup>6,7</sup>. Therefore, it is interesting to discuss the value of follow-up measurements of hs-CRP in patients with coronary artery disease (CAD).</p>
      <p>Therefore we aimed to study the differences in hsCRP levels in patients with two clinical forms of ACS of non-ST elevation myocardial infarction compared to ST myocardial infarction.</p>
      <p>
        <bold>Patients and methods</bold>
      </p>
      <p>this prospective observational study was conducted at the department of Physiology and Cardiology of College of Medicine &amp; King Khalid University Hospital, King Saud University, Riyadh, Saudi Arabia from August 2006 to December 2007. Consecutive eligible patients with either STEMI or NSTEMI who were admitted at King Khalid University Hospital were recruited. Of the 89 patients recruited, 60 had evidence of AMI on the basis of the aforementioned criteria. The other 29 subjects were used as a control group. Of these, 11 manifested signs of unstable angina, 8 had chronic ischemic heart disease, and 10 had non-ischemic diseases. The hs-CRP concentration of these patients with an acute coronary syndrome (ACS) was measured on admission to hospital before 12 hours of symptom onset, peak levels at 36-48 hours and follow up levels after 4-6 weeks.</p>
      <p>This project was supported by College of Medicine Research Center (CMRC). The study protocol was approved by the Research Ethics Committee of CMRC. The individuals selected were informed about the details of the study and consent was obtained. Inclusion criteria included patients of any sex with both non-ST elevation acute coronary syndrome and ST elevation acute coronary syndrome. The diagnosis of myocardial infarction required the presence of at least 2 of these criteria (1) A history of characteristic prolonged ( <underline>&gt;</underline> 30 min) pain or discomfort (2) Creatine kinase (CK) elevation exceeding twice the upper limit of normal (or CK-MB <underline>&gt;</underline> 50% of total CK). Presence of new Q waves or new abnormal ST-T features<sup>8</sup>.</p>
      <p>Patients with STEMI were required to have: (1) continuous chest pain upon presentation, refractory to nitrates, and lasting <underline>&gt;</underline> 30 min; (2) ST-segment elevation of <underline>&gt;</underline> 0.2 mV in <underline>&gt;</underline> 2 contiguous precordial leads, or <underline>&gt;</underline> 0.1 mV in <underline>&gt;</underline> 2 contiguous limb leads, or new (or presumably new) left bundle branch block on admission electrocardiogram; (3) presentation within the first 12 h from index pain. Patients with NSTEMI were required to have angina-like chest pain at rest in the last 24 h lasting <underline>&gt;</underline> 5 min, with associated ST-segment depression of <underline>&gt;</underline> 0.1 mV in <underline>&gt;</underline> 2 contiguous leads upon presentation<sup>9</sup>.</p>
      <p>Patient with (1) angina of secondary etiology, (2) recent surgery, (3) active infection, or chronic inflammatory diseases (thyroid disorders, acute infections, stroke, diabetic ketoacidosis, non-ketotic hyperosmolar diabetes, rheumatic diseases, chronic liver diseases, renal disorders, cancer and sepsis), (4) significant hepatic or renal dysfunction, and (5) malignancy, were not included as well as (5) individuals with body temperature of &gt;37.8&#176;C at admission, (6) those who had suffered a coronary or cerebral event in that same period, those with complete left bundle block, those with pacemaker rhythm, and those with serious aortic valve disease, obstructive hypertrophic cardiomyopathy, and subjects who were critically ill or with ongoing or recent (&lt; 1 month) infectious diseases (7) patients with surgical procedures in last 3 months were excluded. We followed the guidelines of the American Heart Association for measurement, evaluation and expression of hsCRP<sup>10</sup>.</p>
      <p>Fasting venous blood samples were analyzed for lipid levels, comprising total cholesterol (TC), Triglycerides (TG), Low density Lipoprotein (LDL) and High density lipoprotein (HDL). TC, TG, LDL and HDL were analyzed by an enzymatic colorimetric method. The equipment used was a Dimension autoanalyzer (USA) and the kits were also provided by the same company. Levels of hsCRP and Lp(a) were measured by turbidimetric assays with commercial kits (Quantex Lp(a) supplied by BIOKIT, S.A., Barcelona, Spain) on a Hitachi 911 equipment (ROCHE diagnostics, USA). The kit had a working range from 0.10 to 20.0 mg/l for hsCRP. One important attribute of C-reactive protein is its stability over time and the availability of automated assay techniques. Besides, the new assays are very sensitive and provide measurement of C-reactive protein at levels substantially below those levels measured by other traditional methods. For Lp(a) the Limit of Quantification (LOQ) was 1.3 mg/dl and the Limit of Detection (LOD) was 0.4 mg/dl. The autoanalyzer used was Hitachi 911, manufactured by ROCHE diagnostics, USA.</p>
      <p>
        <bold>Statistical analysis</bold>
      </p>
      <p>The data were analyzed by the computer software program Statistical Package for Social Sciences (SPSS version 10, Chicago). Descriptive characteristics and the lipid profile of the study patients were calculated as Mean &#177; SD (Standard Deviation) or SEM (Standard error of mean) for continuous variables. Analysis of variance was used to assess differences in age, blood pressure, TC, LDL, HDL, TG and BMI. Data on hs-CRP, Lp(a) and cardiac enzymes, because of their extreme skewness, were analyzed by non-parametric Mann-Whitney U test and Wilcoxon (Kruskal-Wallis) test when comparing two or three groups, respectively. A p value of &lt; 0.05 was considered statistically significant.</p>
      <p>
        <bold>Results</bold>
      </p>
      <p>Clinical characteristics, lipid profile, Lp(a) and hsCRP levels of STEMI and NSTEMI patients are shown in <xref ref-type="table" rid="t1-body3">table 1</xref>. There were non-significant differences regarding age and blood pressure levels between Control and CAD subjects. TC and LDL levels did not significantly differ between the two groups. Lp(a) levels were significantly higher in both STEMI and NSTEMI patients compared to control subjects, but the difference was non-significant between the two groups.</p>
      <table-wrap id="t1-body3">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-96-01-0013-00161-gt01-en.jpg"/></table-wrap>
      <p>STEMI patients had significantly higher BMI compared to NSTEMI patients. We also observed significantly higher levels of hs-CRP in STEMI (1.59 &#177; 1.47) compared to NSTEMI (0.75 &#177; 0.99) patients (p = 0.0472).</p>
      <p><xref ref-type="table" rid="t2-body3">Table 2</xref> shows the differences in cardiac enzymes between the two groups. It was observed that Creatine kinase myocardial bound (CKMB) fraction and Aspartate aminotransferase (AST) levels were significantly higher in STEMI patients compared to NSTEMI patients (p&lt;0.05).</p>
      <table-wrap id="t2-body3">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-96-01-0013-00161-gt02-en.jpg"/></table-wrap>
      <p>CRP levels at baseline and at follow up did not significantly differ between the two groups (p= 0.2152, p=0.4686 respectively). There was a significant difference in peak CRP levels between the two groups, as it was significantly higher in STEMI patients when compared to NSTEMI patients (p = 0.0464) [<xref ref-type="fig" rid="en_aop15810f01-body3">Figure 1</xref>].</p>
      <p content-type="asset">
        <fig id="en_aop15810f01-body3">
          <graphic xlink:href="1678-4170-abc-96-01-0013-00161-gf01-en.jpg"/></fig>
      </p>
      <p>
        <bold>Discussion</bold>
      </p>
      <p>In patients with ACS, an increase in the CRP level at admission is associated with a poorer short-term and long-term prognosis. The majority of authors concur in that the admission CRP value reflects the baseline inflammatory status of the patient; thus, patients with ACS and high CRP levels at admission usually experience more cardiovascular complications during follow-up<sup>11</sup>.</p>
      <p>A similarly designed study in ACS patients reported that although CRP levels on admission were similar in all groups, the pattern of CRP release and peak levels observed was clearly different in STEMI <italic>versus</italic> NSTEMI patients. Peak CRP level was 67 (36-112) mg/l in the STEMI group, 29 (20-87) mg/l in the NSTEMI group and 18 (12-36) mg/l in the unstable angina group. In our study, the difference in CRP levels was significant between STEMI and NSTEMI patients at peak levels only, but the difference was non-significant in the baseline and follow up readings. This suggests that it might be influenced by the degree of early myocardial tissue necrosis. Therefore, this variation in CRP kinetics should be taken into consideration when designing future studies<sup>12</sup>.</p>
      <p>Brunetti et al<sup>13</sup> reported that plasma CRP concentrations showed a different release curve with Q-wave AMI in comparison with non Q-wave AMI and patients with UA. CRP peak concentrations did not correlate with ejection fraction and angiographic findings, but correlated with the incidence of major adverse cardiac events (MACE). The higher increase in CRP levels during Q-wave MI than in non Q-wave MI seems to be linked to the extension of myocardial damage, rather than to the pre-existing inflammation<sup>13</sup>.</p>
      <p>The higher the maximum CRP recorded, the more severe the infarction suffered, the greater the likelihood of ventricular remodeling, the lower the ejection fraction, and the greater the risk of heart failure, heart rupture, and death<sup>14</sup>.</p>
      <p>The results of the present study expand upon previous reports that demonstrated non-significant differences in CRP levels at baseline in patients with acute coronary syndromes, which tended to be higher in successive samples<sup>15</sup>.</p>
      <p>Following an AMI, fibrinogen, CRP, and IL-6 levels are reported to be significantly higher in patients with complications, both as in-hospital and follow-up prognostic indicators<sup>16,17</sup>.</p>
      <p>The level of C-reactive protein (CRP) can be used to identify patients with the most complicated coronary lesions and the greatest degree of intracoronary thrombosis, but it can also help identify patients with apparently non-complex lesions that are susceptible to rupture - a problem that would lead to patient instability<sup>18-20</sup>.</p>
      <p>In a study by Jahn et al<sup>21</sup>, most events during a 3-year observation period occurred in patients with follow-up levels of hs-CRP &gt; 60% of the initial level. Therefore, it was hypothesized that a repeated measurement of hs-CRP levels in CAD patients could help to discriminate those at high risk of further events<sup>21</sup>.</p>
      <p>CRP measurement has a lot of advantages. Firstly, it is a stable compound and secondly, it can be measured at any time of the day without regards to the biological clock. In contrast to results of cytokine measurements, such as IL-6, no circadian variation appears to exist for hs-CRP. Thus, clinical testing for hs-CRP can be accomplished without regard for the time of day<sup>22</sup>.</p>
      <p>There is an intracardiac inflammatory response in ACS that appears to be the result of the evolution of myocardial necrosis as shown by higher CRP, TNF&#945;, IL-6 and Troponin T levels in patients with major adverse cardiac events, when compared to those without MACE<sup>23,24</sup>. This suggests that the systemic inflammatory response may be the result of the evolution of myocardial infarction, thus showing a higher peak level in transmural infarction.</p>
      <p>Further studies are needed to elucidate the inflammatory process in ACS, which may lead to novel therapeutic approaches and better application of currently available therapies. The present study can help us better understand the significance of CRP values, improve pharmacological therapies, and improve the design of research projects, assessing the prognostic significance of CRP levels over the ACS spectrum.</p>
      <p>
        <bold>Conclusion</bold>
      </p>
      <p>Peak CRP levels are significantly higher in STEMI patients, when compared to NSTEMI patients. These data suggest that inflammatory processes play an independent role in the pathogenesis of myocardial infarction. Thus, the measurement of CRP levels may assist in risk stratification after myocardial infarction.</p>
      <p>
        <bold>Acknowledgement</bold>
      </p>
      <p>The authors are thankful to Mr Mujeebul Haq for help in data collection and Mrs Ester for technical support.</p>
      <p>
        <bold>Potential Conflict of Interest</bold>
      </p>
      <p>No potential conflict of interest relevant to this article was reported.</p>
      <p>
        <bold>Sources of Funding</bold>
      </p>
      <p>This study was funded by College of medicine Research Center of kind Sand University.</p>
      <p>
        <bold>Study Association</bold>
      </p>
      <p>This study is not associated with any post-graduation program.</p>
      <p>
        <bold>References</bold>
      </p>
    </body>
  </sub-article>
</article>
