<!DOCTYPE article PUBLIC "-//NLM//DTD JATS (Z39.96) Journal Publishing DTD v1.1 20151215//EN" "https://jats.nlm.nih.gov/publishing/1.1/JATS-journalpublishing1.dtd">
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        <journal-title>Arquivos Brasileiros de Cardiologia</journal-title>
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      <article-id pub-id-type="publisher-id" specific-use="scielo-v2">S0066-782X2010001400020</article-id>
      <article-id pub-id-type="publisher-id" specific-use="scielo-v1">S0066-782X(10)09500420</article-id>
      <article-id pub-id-type="doi">10.1590/S0066-782X2010001400020</article-id>
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          <subject>Carta ao Editor</subject>
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        <article-title>Cintilografia mioc&#225;rdica de repouso em dor tor&#225;cica</article-title>
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          <license-p>This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.</license-p>
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        <year>2011</year>
      </pub-date>
    </article-meta>
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  <body>
    <p>
      <bold>CARTA AO EDITOR</bold>
    </p>
    <p>
      <bold>Cintilografia mioc&#225;rdica de repouso em dor tor&#225;cica</bold>
    </p>
    <p>
      <bold>Eduardo Maffini da Rosa; Guilherme Baldissera Damiani; C&#237;ntia Paola Scopel</bold>
    </p>
    <p>Universidade de Caxias do Sul, Caxias do Sul, RS - Brasil</p>
    <p>
      <xref ref-type="corresp" rid="back">Correspond&#234;ncia</xref>
    </p>
    <p><bold>Palavras-chave:</bold> Cintilografia, mioc&#225;rdio, dor no peito.</p>
    <p>A contribui&#231;&#227;o diagn&#243;stica da cintilografia mioc&#225;rdica perfusional de repouso, em nosso entendimento, &#233; a de trazer a informa&#231;&#227;o de que o paciente ao apresentar, sob nossos cuidados, quadro de dor precordial sem diagn&#243;stico ou tem as coron&#225;rias oclu&#237;das ou o territ&#243;rio mioc&#225;rdico necr&#243;tico<sup>1</sup>.</p>
    <p>Isso n&#227;o significa que a necrose ou a oclus&#227;o sejam atriais. Em especial, se formos utilizar tal m&#233;todo em pacientes que tenham hist&#243;rico de infarto, acreditamos n&#227;o haver influ&#234;ncia alguma na decis&#227;o terap&#234;utica. Do mesmo modo, para pacientes que s&#227;o diab&#233;ticos ou portadores de DAC (como aproximadamente 80% da popula&#231;&#227;o estudada nesta pesquisa), a cintilografia mioc&#225;rdica perfusional de repouso sequer reclassifica a situa&#231;&#227;o do paciente como de maior ou menor risco. Pessoalmente, reservar&#237;amos a indica&#231;&#227;o para pacientes sem hist&#243;ria pr&#233;via de DAC ou DM que tenham dor tor&#225;cica e ECG n&#227;o diagn&#243;sticos, apesar de esbarrarmos em limitadores da aplicabilidade desta estrat&#233;gia, tais como o alto custo e o dif&#237;cil acesso ao equipamento na maior parte das emerg&#234;ncias. Temos, assim, alternativas diagn&#243;sticas, como a dosagem de CK: al&#233;m do custo ser menor, possui facilidade na sua aprova&#231;&#227;o e na instala&#231;&#227;o das estruturas necess&#225;rias<sup>2,3</sup>.</p>
    <p>Portanto, o uso da cintilografia perfusional de repouso para avalia&#231;&#227;o de pacientes com suspeita de parede isqu&#234;mica ajuda no ambiente de emerg&#234;ncia, como uma estrat&#233;gia limitada para pacientes sem hist&#243;rico pr&#233;vio de IAM. Acreditamos, no entanto, que a rela&#231;&#227;o de n&#250;mero de exames cintilogr&#225;ficos para um diagn&#243;stico nesta popula&#231;&#227;o n&#227;o seja favor&#225;vel<sup>2-4</sup>.</p>
    <p>
      <fn id="back" fn-type="corresp">
        <label>
          <bold>Correspond&#234;ncia:</bold>
        </label>
        <p> Guilherme Baldissera Damiani </p>
        <p> Rua Jacob Luchesi - Santa L&#250;cia - 95032-000 </p>
        <p> E-mail: </p>
        <p>
          <email xlink:href="guilherme.damiani@hotmail.com">guilherme.damiani@hotmail.com</email>
        </p>
      </fn>
    </p>
    <p>Artigo recebido em 18/05/09; revisado recebido em 18/05/09; aceito em 18/06/09.</p>
    <p>
      <bold>Resposta</bold>
    </p>
    <p>Gostaria de responder esta carta me desculpando. Acredito que talvez o artigo acima escrito ap&#243;s uma experi&#234;ncia de 7 anos na emerg&#234;ncia de um hospital de refer&#234;ncia como o Pr&#243;-Card&#237;aco n&#227;o foi claro para o entendimento de alguns colegas. A cintilografia de perfus&#227;o mioc&#225;rdica &#233; um m&#233;todo amplamente usado em pacientes com suspeita de isquemia mioc&#225;rdica em servi&#231;os de emerg&#234;ncia com in&#250;meros trabalhos publicados e milhares de pacientes estudados durante anos de acompanhamento. O objetivo desse estudo realizado por uma institui&#231;&#227;o particular a qual possui como refer&#234;ncia a pesquisa, al&#233;m da assist&#234;ncia, &#233; criar a pr&#243;pria experi&#234;ncia com um m&#233;todo novo para a nossa realidade de unidades de dor tor&#225;cica e adequar esse m&#233;todo as condi&#231;&#245;es do nosso meio. Como demonstrado no estudo, uma parcela de pacientes com dor tor&#225;cica, ECG n&#227;o diagn&#243;stico e MNM sem resultado podem realizar uma aquisi&#231;&#227;o de imagem cintilogr&#225;fica com at&#233; 30 minutos ap&#243;s sua chegada ao servi&#231;o de emerg&#234;ncia, com informa&#231;&#245;es diagn&#243;sticas e progn&#243;sticas quanto ao defeito perfusional, extens&#227;o e art&#233;ria comprometida, fun&#231;&#227;o global e segmentar do ventr&#237;culo esquerdo e espessamento mioc&#225;rdico<sup>1</sup>.</p>
    <p>No estudo realizado conseguimos adequar o m&#233;todo &#224; nossa realidade e sem d&#250;vida, como citado no artigo, estratificamos o paciente de risco em tempo h&#225;bil para a nossa realidade, tendo como refer&#234;ncia o nosso servi&#231;o em pacientes de alto risco.</p>
    <p>No mundo atual muitos s&#227;o os exames e m&#233;todos de avalia&#231;&#227;o do paciente com dor tor&#225;cica na sala de emerg&#234;ncia. Ressalto que o melhor m&#233;todo &#233; aquele que o servi&#231;o possui maior experi&#234;ncia.</p>
    <p>Ao nosso entender, a contribui&#231;&#227;o diagn&#243;stica da cintilografia mioc&#225;rdica perfusional de repouso &#233; trazer a informa&#231;&#227;o de que o paciente que est&#225; na nossa frente com quadro de dor precordial sem diagn&#243;stico ou tem coron&#225;rias oclu&#237;das ou tem territ&#243;rio mioc&#225;rdico necr&#243;tico.</p>
    <p>Isso n&#227;o significa que esta necrose ou aquela oclus&#227;o sejam atriais. Em especial, se formos utilizar esse m&#233;todo para pacientes que tenham hist&#243;rico de infarto, acreditamos que n&#227;o acrescentamos nenhuma informa&#231;&#227;o nova que auxiliasse na decis&#227;o terap&#234;utica. Do mesmo modo, para pacientes que s&#227;o diab&#233;ticos ou portadores de DAC (como &#233; aproximadamente 80% da popula&#231;&#227;o estudada nessa pesquisa) a cintilografia mioc&#225;rdica perfusional de repouso sequer reclassifica o paciente em maior ou menor risco. Pessoalmente, reservar&#237;amos a indica&#231;&#227;o para pacientes sem hist&#243;ria pr&#233;via de DAC ou DM que tenham dor tor&#225;cica e ECG n&#227;o diagn&#243;sticos, apesar de esbarrarmos em limitadores da aplicabilidade dessa estrat&#233;gia que s&#227;o o alto custo e o dif&#237;cil acesso ao equipamento para a grande maioria das emerg&#234;ncias. Temos assim alternativas diagn&#243;sticas como a dosagem de CK, que al&#233;m de ter um custo menor, possui facilidade na sua aprova&#231;&#227;o e instala&#231;&#227;o das estruturas necess&#225;rias<sup>2,3</sup>.</p>
    <p>Portanto, o uso da cintilografia perfusional de repouso para avalia&#231;&#227;o de pacientes com suspeita de parede isqu&#234;mica ajuda no ambiente de emerg&#234;ncia como uma estrat&#233;gia limitada para pacientes sem hist&#243;rico pr&#233;vio de IAM; mas acreditamos que a rela&#231;&#227;o de n&#250;mero de exames cintilogr&#225;ficos para um diagn&#243;stico nessa popula&#231;&#227;o n&#227;o seja favor&#225;ve<sup>2,4</sup>l.</p>
    <p>Atenciosamente,</p>
    <p>
      <bold>Gustavo B. Barbirato</bold>
    </p>
    <p>
      <bold>Refer&#234;ncias (resposta)</bold>
    </p>
  </body>
  <back>
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          <article-title>Uso da cintilografia mioc&#225;rdica em repouso durante dor tor&#225;cica para descartar infarto Agudo do mioc&#225;rdio</article-title>
          <source>Arq Bras Cardiol</source>
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          <article-title>Biochemical markers of myocardial injury: Is MB creatine kinase the choice for the 1990s?</article-title>
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        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Management of acute coronary syndromes inpatients presenting without persistent ST-segment elevation</article-title>
          <source>Eur Heart J</source>
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          <article-title>ACC/AHA 2002 guideline update for the management of patients with unstable angina and non-ST-segment elevation myocardial infarction - summary article: a report of the American College of Cardiology/American Heart Association task force on practice guidelines (Committee on the Management of Patients With Unstable Angina)</article-title>
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    </ref-list>
  </back>
  <sub-article article-type="translation" id="TRes" xml:lang="es">
    <front-stub>
      <article-categories/>
      <title-group>
        <article-title xml:lang="es">C&#225;mara gamma mioc&#225;rdica de reposo en dolor tor&#225;cico</article-title>
      </title-group>
    </front-stub>
    <body>
      <p>
        <bold>CARTA AL EDITOR</bold>
      </p>
      <p>
        <bold>C&#225;mara gamma mioc&#225;rdica de reposo en dolor tor&#225;cico</bold>
      </p>
      <p>
        <bold>Eduardo Maffini da Rosa; Guilherme Baldissera Damiani; C&#237;ntia Paola Scopel</bold>
      </p>
      <p>Universidade de Caxias do Sul, Caxias do Sul, RS - Brasil</p>
      <p>
        <xref ref-type="corresp" rid="back-body2">Correspondencia</xref>
      </p>
      <p><bold>Palabras clave:</bold> C&#225;mara gamma, miocardio, dolor en el pecho.</p>
      <p>La contribuci&#243;n diagn&#243;stica de la c&#225;mara gamma mioc&#225;rdica de perfusi&#243;n de reposo, en nuestro entendimiento, es la de traer la informaci&#243;n de que el paciente al presentar, bajo nuestros cuidados, cuadro de dolor precordial sin diagn&#243;stico o tiene las coronarias ocluidas o el territorio mioc&#225;rdico necr&#243;tico<sup>1</sup>.</p>
      <p>Eso no significa que la necrosis o la oclusi&#243;n sean atriales. En especial, si fu&#233;ramos a utilizar tal m&#233;todo en pacientes que tengan historia de infarto, creemos que no tendr&#225; influencia en la decisi&#243;n terap&#233;utica. Del mismo modo, para pacientes que son diab&#233;ticos o portadores de EAC (como aproximadamente 80% de la poblaci&#243;n estudiada en esta investigaci&#243;n), la c&#225;mara gamma mioc&#225;rdica de perfusi&#243;n de reposo apenas reclasifica la situaci&#243;n del paciente como de mayor o menor riesgo. Personalmente, reservar&#237;amos la indicaci&#243;n para pacientes sin historia previa de EAC o EM que tengan dolor tor&#225;cico y ECG no diagn&#243;sticos, a pesar de tropezar en limitadores de la aplicabilidad de esta estrategia, tales como el alto costo y el dif&#237;cil acceso al equipamiento en la mayor parte de las emergencias. Tenemos, as&#237;, alternativas diagn&#243;sticas, como el dosaje de CK: adem&#225;s del costo ser menor, posee facilidad en su aprobaci&#243;n y en la instalaci&#243;n de las estructuras necesarias<sup>2,3</sup>.</p>
      <p>Por la tanto, el uso de la c&#225;mara gamma de perfusi&#243;n de reposo para evaluaci&#243;n de pacientes con sospecha de pared isqu&#233;mica ayuda en el ambiente de emergencia, como una estrategia limitada a pacientes sin historia previa de IAM. Creemos, mientras tanto, que la relaci&#243;n de n&#250;mero de ex&#225;menes de c&#225;mara gamma para un diagn&#243;stico en esta poblaci&#243;n no sea favorable<sup>2-4</sup>.</p>
      <p>
        <fn id="back-body2" fn-type="corresp">
          <label>
            <bold>Correspondencia:</bold>
          </label>
          <p> Guilherme Baldissera Damiani</p>
          <p> Rua Jacob Luchesi - Santa L&#250;cia - 95032-000</p>
          <p> E-mail: </p>
          <p>
            <email xlink:href="guilherme.damiani@hotmail.com">guilherme.damiani@hotmail.com</email>
          </p>
        </fn>
      </p>
      <p>Art&#237;culo recibido el 18/05/09; revisado recibido el 18/05/09; aceptado el 18/06/09.</p>
      <p>
        <bold>Respuesta</bold>
      </p>
      <p>Me gustar&#237;a responder esta carta disculp&#225;ndome. Creo que tal vez el art&#237;culo encima escrito despu&#233;s de una experiencia de 7 a&#241;os en la emergencia de un hospital de referencia como el Pr&#243;-Card&#237;aco no fue claro para el entendimiento de algunos colegas. La c&#225;mara gamma de perfusi&#243;n mioc&#225;rdica es un m&#233;todo ampliamente usado en pacientes con sospecha de isquemia mioc&#225;rdica en servicios de emergencia con inn&#250;meros trabajos publicados y miles de pacientes estudiados durante a&#241;os de control. El objetivo de ese estudio realizado por una instituci&#243;n particular que posee como referencia la investigaci&#243;n, adem&#225;s de la asistencia, es crear la propia experiencia con un m&#233;todo nuevo para nuestra realidad de unidades de dolor tor&#225;cico y adecuar ese m&#233;todo a las condiciones del nuestro medio. Como es demostrado en el estudio, una parte de pacientes con dolor tor&#225;cico, ECG no diagn&#243;stico y MNM sin resultado pueden realizar una adquisici&#243;n de imagen de c&#225;mara gamma con hasta 30 minutos despu&#233;s de su llegada al servicio de emergencia, con informaciones diagn&#243;sticas y pron&#243;sticas en cuanto al defecto de perfusi&#243;n, extensi&#243;n y arteria comprometida, funci&#243;n global y segmentaria del ventr&#237;culo izquierdo y engrosamiento mioc&#225;rdico<sup>1</sup>.</p>
      <p>En el estudio realizado conseguimos adecuar el m&#233;todo a nuestra realidad y sin duda, como es citado en el art&#237;culo, estratificamos el paciente de riesgo en tiempo h&#225;bil para nuestra realidad, teniendo como referencia nuestro servicio en pacientes de alto riesgo.</p>
      <p>En el mundo actual muchos son los ex&#225;menes y m&#233;todos de evaluaci&#243;n del paciente con dolor tor&#225;cico en la sala de emergencia. Destaco que el mejor m&#233;todo es aquel en que el servicio posee mayor experiencia.</p>
      <p>A nuestro entender, la contribuci&#243;n diagn&#243;stica de la c&#225;mara gamma mioc&#225;rdica de perfusi&#243;n de reposo es traer la informaci&#243;n de que el paciente que tenemos enfrente con cuadro de dolor precordial sin diagn&#243;stico o tiene coronarias ocluidas o tiene territorio mioc&#225;rdico necr&#243;tico.</p>
      <p>Eso no significa que esta necrosis o aquella oclusi&#243;n sean atriales. En especial, se fu&#233;ramos a utilizar ese m&#233;todo para pacientes que tengan historia de infarto, creemos que no agregamos ninguna informaci&#243;n nueva que auxilie en la decisi&#243;n terap&#233;utica. Del mismo modo, para pacientes que son diab&#233;ticos o portadores de EAC (como es aproximadamente 80% de la poblaci&#243;n estudiada en esa investigaci&#243;n) la c&#225;mara gamma mioc&#225;rdica de perfusi&#243;n de reposo apenas reclasifica el paciente en mayor o menor riesgo. Personalmente, reservar&#237;amos la indicaci&#243;n para pacientes sin historia previa de EAC o EM que tengan dolor tor&#225;cico y ECG no diagn&#243;sticos, a pesar de tropezar en limitadores de la aplicabilidad de esa estrategia que son el alto costo y el dif&#237;cil acceso al equipamiento para la gran mayor&#237;a de las emergencias. Tenemos as&#237; alternativas diagn&#243;sticas como el dosaje de CK, que adem&#225;s de tener un costo menor, posee facilidad en su aprobaci&#243;n e instalaci&#243;n de las estructuras necesarias<sup>2,3</sup>.</p>
      <p>Por lo tanto, el uso de la c&#225;mara gamma de perfusi&#243;n de reposo para evaluaci&#243;n de pacientes con sospecha de pared isqu&#233;mica ayuda en el ambiente de emergencia como una estrategia limitada para pacientes sin historia previa de IAM; pero creemos que la relaci&#243;n de n&#250;mero de ex&#225;menes de c&#225;mara gamma para un diagn&#243;stico en esa poblaci&#243;n no sea favorable<sup>2,4</sup>.</p>
      <p>Atentamente,</p>
      <p>
        <bold>Gustavo B. Barbirato</bold>
      </p>
      <p>
        <bold>Referencias</bold>
      </p>
      <p>
        <bold>Refer&#234;ncias (resposta)</bold>
      </p>
    </body>
  </sub-article>
  <sub-article article-type="translation" id="TRen" xml:lang="en">
    <front-stub>
      <article-categories>
        <subj-group subj-group-type="heading">
          <subject>Letter to the Editor</subject>
        </subj-group>
      </article-categories>
      <title-group>
        <article-title xml:lang="en">Myocardial scintigraphy at rest in chest pain</article-title>
      </title-group>
    </front-stub>
    <body>
      <p>
        <bold>LETTER TO THE EDITOR</bold>
      </p>
      <p>
        <bold>Myocardial scintigraphy at rest in chest pain</bold>
      </p>
      <p>
        <bold>Eduardo Maffini da Rosa; Guilherme Baldissera Damiani; C&#237;ntia Paola Scopel</bold>
      </p>
      <p>Universidade de Caxias do Sul, Caxias do Sul, RS - Brazil</p>
      <p>
        <xref ref-type="corresp" rid="back-body3">Mailing address</xref>
      </p>
      <p><bold>Key words:</bold> Radionuclide imaging; myocardium; chest pain.</p>
      <p>The diagnostic contribution of perfusion myocardial scintigraphy at rest, to the best of our knowledge, is to bring the information that our patient, when presenting a picture of precordial pain without a diagnosis, either presents coronary occlusion or necrotic myocardium<sup>1</sup>.</p>
      <p>That does not mean that it is a case of atrial necrosis or occlusion. Specifically, if we use this method in patients with a history of infarction, we believe that there is no influence on the therapeutic decision. Similarly, for diabetic patients or those with CAD (as approximately 80% of the population in this study), the perfusion myocardial scintigraphy at rest does not even reclassifies the patient's situation as presenting higher or lower risk.</p>
      <p>Personally, we would limit the test indication for patients with a previous history of CAD or DM with chest pain and non-diagnostic ECG, although we have to face limiting factors regarding the applicability of this strategy, such as the high cost and difficult access to the equipment in most emergency situations. Therefore, we have diagnostic alternatives, such as CK measurement: in addition to being low-cost, its use is easily approved and the necessary equipment is promptly obtained<sup>2,3</sup>.</p>
      <p>Thus, the use of perfusion scintigraphy at rest to evaluate patients with a suspected ischemic wall helps in the emergency environment, as a limited strategy for patients with no previous history of AMI. We believe, however, that the relation of the number of scintigraphies for a diagnosis in this population is not a favorable one<sup>2-4</sup>.</p>
      <p>
        <fn id="back-body3" fn-type="corresp">
          <label>
            <bold>Mailing address:</bold>
          </label>
          <p> Guilherme Baldissera Damiani</p>
          <p> Rua Jacob Luchesi - Santa L&#250;cia - 95032-000</p>
          <p> E-mail: </p>
          <p>
            <email xlink:href="guilherme.damiani@hotmail.com">guilherme.damiani@hotmail.com</email>
          </p>
        </fn>
      </p>
      <p>Manuscript received May 18, 2009; revised manuscript received May 18, 2009; accepted June 18, 2009.</p>
      <p>
        <bold>Answer to letter</bold>
      </p>
      <p>I would like to answer this letter by apologizing. I believe that perhaps, the above article, written after a seven-year experience at the emergency department of a reference hospital, such as Pro-Cardiaco, was not clear for some colleagues. The myocardial perfusion scintigraphy is a broadly used method in patients with suspected myocardial ischemia at emergency services; many studies have been published on the subject and thousands of patients have been studied during years of follow-up. The objective of this study, carried out at a private institution of which aims are both research and assistance, is to create its own experience with a new method for our reality of Chest Pain Units and adequate such method to our environment. As demonstrated in the study, a number of patients with chest pain, non-diagnostic ECG and no results concerning MNM can undergo a scintigraphy image acquisition up to 30 minutes after their arrival at the emergency service, which will provide diagnostic and prognostic information regarding perfusion defect, involved artery and extension of its involvement, left ventricular global and segmental function and myocardial thickening1.</p>
      <p>We were able to adequate the method to our reality, as demonstrated in our study, and undoubtedly, as mentioned in the article, we stratified at-risk patients within a reasonable time frame for our reality, having as reference our high-risk patient service.</p>
      <p>There are currently many types of tests and assessment methods for patients with chest pain at the emergency room. We emphasize that the best method is the one that the service has the largest experience with.</p>
      <p>To our understanding, the diagnostic contribution of resting myocardial perfusion scintigraphy is to bring the information that the patient presenting precordial pain without a diagnosis has either occluded coronaries or necrotic myocardial injuries.</p>
      <p>This fact does not mean that either the necrosis or the occlusions are atrial ones. In particular, if we use this method in patients with a history of infarction, we believe that no new information is added that would help in the therapeutic decision-making. Likewise, in diabetic patients or those with CAD (as approximately 80% of this studied population), the resting myocardial perfusion scintigraphy does not even reclassifies the patient as higher or lower-risk. Personally, we would restrict the indication to patients with no previous history of CAD or DM with chest pain and non-diagnostic ECG, although there would be some limits to the applicability of this strategy, namely the high cost and difficult access to the equipment, for most emergency services. Therefore, there are diagnostic alternatives, such as CK measurements, which, in addition to being lower-cost, are easily approved and of which necessary structure installation is easier to achieve2,3.</p>
      <p>Hence, the use of the resting perfusion scintigraphy to evaluate patients with suspected ischemic injury helps, within the emergency department environment, as a limited strategy for patients without a previous history of AMI, but we believe that the proportion between the number of scintigraphic evaluations and attained diagnosis in this population is not a favorable one2,4.</p>
      <p>Sincerely,</p>
      <p>
        <bold>Gustavo B. Barbirato</bold>
      </p>
      <p>
        <bold>References</bold>
      </p>
      <p>
        <bold>Refer&#234;ncias (resposta)</bold>
      </p>
    </body>
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