<!DOCTYPE article PUBLIC "-//NLM//DTD JATS (Z39.96) Journal Publishing DTD v1.1 20151215//EN" "https://jats.nlm.nih.gov/publishing/1.1/JATS-journalpublishing1.dtd">
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      <journal-id journal-id-type="publisher-id">abc</journal-id>
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        <journal-title>Arquivos Brasileiros de Cardiologia</journal-title>
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      <article-id pub-id-type="other">00023</article-id>
      <article-id pub-id-type="publisher-id" specific-use="scielo-v2">S0066-782X2010000500023</article-id>
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          <subject>Relato de Caso</subject>
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        <article-title>Posicionamento ect&#243;pico de eletrodo de marcapasso</article-title>
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          <year>2009</year>
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          <license-p>This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.</license-p>
        </license>
      </permissions>
      <abstract>
        <p>Apresentamos o caso de um paciente portador da forma card&#237;aca da doen&#231;a de Chagas com disfun&#231;&#227;o ventricular esquerda e bloqueio atrioventricular de 2&#186; grau Mobitz II, associados a v&#225;rios epis&#243;dios de s&#237;ncope. Foi submetido a implante de marcapasso artificial definitivo dupla c&#226;mara. Ap&#243;s um ano do implante foi diagnosticado deslocamento de eletrodo atrial, sendo submetido a reimplante de eletrodo atrial. Ap&#243;s dois anos do primeiro procedimento cir&#250;rgico, apresentava dispneia aos grandes esfor&#231;os. Durante a avalia&#231;&#227;o, foi solicitado ecocardiograma, que detectou a presen&#231;a de corpo estranho de caracter&#237;sticas met&#225;licas em c&#226;maras card&#237;acas esquerdas, consistente com eletrodo de marcapasso ect&#243;pico.</p>
      </abstract>
      <kwd-group xml:lang="pt" kwd-group-type="author-generated">
        <kwd>Doen&#231;a de Chagas</kwd>
        <kwd>disfun&#231;&#227;o ventricular esquerda</kwd>
        <kwd>marca-passo artificial</kwd>
        <kwd>eletrodos implantados</kwd>
      </kwd-group>
      <pub-date publication-format="electronic" date-type="pub">
        <day>22</day>
        <month>09</month>
        <year>2010</year>
      </pub-date>
    </article-meta>
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  <body>
    <p>
      <bold>RELATO DE CASO</bold>
    </p>
    <p>
      <bold>Posicionamento ect&#243;pico de eletrodo de marcapasso</bold>
    </p>
    <p>
      <bold>Gildo Mota; Juliana Prazeres; Nelmacy Freitas; Luiz Magalh&#227;es; Francisco Reis; Roque Aras</bold>
    </p>
    <p>Hospital Universit&#225;rio Professor Edgard Santos - Universidade Federal da Bahia, Salvador, BA - Brasil</p>
    <p>
      <xref ref-type="corresp" rid="back">Correspond&#234;ncia</xref>
    </p>
    <p>
      <bold>RESUMO</bold>
    </p>
    <p>Apresentamos o caso de um paciente portador da forma card&#237;aca da doen&#231;a de Chagas com disfun&#231;&#227;o ventricular esquerda e bloqueio atrioventricular de 2&#186; grau Mobitz II, associados a v&#225;rios epis&#243;dios de s&#237;ncope. Foi submetido a implante de marcapasso artificial definitivo dupla c&#226;mara. Ap&#243;s um ano do implante foi diagnosticado deslocamento de eletrodo atrial, sendo submetido a reimplante de eletrodo atrial. Ap&#243;s dois anos do primeiro procedimento cir&#250;rgico, apresentava dispneia aos grandes esfor&#231;os. Durante a avalia&#231;&#227;o, foi solicitado ecocardiograma, que detectou a presen&#231;a de corpo estranho de caracter&#237;sticas met&#225;licas em c&#226;maras card&#237;acas esquerdas, consistente com eletrodo de marcapasso ect&#243;pico.</p>
    <p><bold>Palavras-chave: </bold> Doen&#231;a de Chagas, disfun&#231;&#227;o ventricular esquerda, marca-passo artificial, eletrodos implantados.</p>
    <p>
      <bold>Introdu&#231;&#227;o</bold>
    </p>
    <p>O implante de marcapasso transvenoso definitivo &#233; um procedimento cir&#250;rgico invasivo, de alta efic&#225;cia e com poucas complica&#231;&#245;es. Dentre as complica&#231;&#245;es mais frequentes, encontram-se fratura de eletrodo, infec&#231;&#227;o cir&#250;rgica, trombose de grandes vasos, deslocamento de eletrodo e estimula&#231;&#227;o diafragm&#225;tica. As complica&#231;&#245;es agudas mec&#226;nicas do implante de marcapasso s&#227;o mais raras, mais graves e potencialmente fatais, como hemot&#243;rax, hemoperic&#225;rdio, pneumot&#243;rax e perfura&#231;&#227;o card&#237;aca<sup>1</sup>.</p>
    <p>O posicionamento de eletrodo em c&#226;maras card&#237;acas esquerdas ocorre acidentalmente em raros casos de implante de marcapasso e pode ser fonte de complica&#231;&#245;es cardioemb&#243;licas ocasionadas pela presen&#231;a de corpo estranho na circula&#231;&#227;o sist&#234;mica<sup>2-5</sup>. O ecocardiograma &#233; um m&#233;todo complementar acess&#237;vel e importante para visibiliza&#231;&#227;o das estruturas intracard&#237;acas para o diagn&#243;stico de posicionamento de eletrodo de marcapasso<sup>6-7</sup>.</p>
    <p>Descrevemos a seguir um caso de posicionamento ect&#243;pico acidental de eletrodo de marcapasso em ventr&#237;culo esquerdo, diagnosticado atrav&#233;s da ecocardiografia.</p>
    <p>
      <bold>Relato do Caso</bold>
    </p>
    <p>J.T.S., do sexo masculino, de 38 anos, portador da forma card&#237;aca da doen&#231;a de Chagas, apresentava disfun&#231;&#227;o ventricular esquerda e bloqueio atrioventricular de 2&#176; grau Mobitz II, associados a v&#225;rios epis&#243;dios de s&#237;ncope. Foi submetido a implante de marcapasso artificial definitivo dupla c&#226;mara tr&#234;s anos antes da avalia&#231;&#227;o atual. Evoluiu ap&#243;s o implante sem intercorr&#234;ncias por um ano, quando passou a cursar com sintomas decorrentes da anormal estimula&#231;&#227;o el&#233;trica diafragm&#225;tica, sendo diagnosticado deslocamento de eletrodo atrial. Foi submetido &#224; &#233;poca, a reimplante de eletrodo atrial, sem intercorr&#234;ncias.</p>
    <p>Ap&#243;s dois anos do primeiro procedimento cir&#250;rgico, foi atendido no ambulat&#243;rio do HUPES (Hospital Universit&#225;rio Professor Edgard Santos) com queixas de dispneia aos grandes esfor&#231;os, sendo solicitados exames complementares e ecocardiograma para avalia&#231;&#227;o de fun&#231;&#227;o ventricular esquerda.</p>
    <p>Durante o exame, foi detectada a presen&#231;a de corpo estranho de caracter&#237;sticas t&#237;picas met&#225;licas em c&#226;maras card&#237;acas esquerdas no corte inicial paraesternal de eixo longo. Outras proje&#231;&#245;es ecocardiogr&#225;ficas confirmaram os achados iniciais, demonstrando a presen&#231;a de estrutura met&#225;lica linear que se estendia do &#225;trio direito, atravessava o septo interatrial e a v&#225;lvula mitral e seguia at&#233; a por&#231;&#227;o basal da parede lateral no ventr&#237;culo esquerdo, consistente com eletrodo de marcapasso ect&#243;pico (<xref ref-type="fig" rid="f1">Figura 1</xref>).</p>
    <fig id="f1">
      <graphic xlink:href="1678-4170-abc-94-05-e122-00023-gf01.jpg"/></fig>
    <p>No eletrocardiograma, o paciente apresentava ritmo de marcapasso bicameral com captura adequada e padr&#227;o de bloqueio de ramo direito, corroborando a estimula&#231;&#227;o ventricular esquerda artificial (<xref ref-type="fig" rid="f2">Figura 2</xref>).</p>
    <p content-type="asset">
      <fig id="f2">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-94-05-e122-00023-gf02.jpg"/></fig>
    </p>
    <p>Realizada radiografia de t&#243;rax, foi confirmada a localiza&#231;&#227;o n&#227;o usual do eletrodo ventricular, em topografia de ventr&#237;culo esquerdo (<xref ref-type="fig" rid="f2">Figura 2</xref>).</p>
    <p>Diante da evolu&#231;&#227;o favor&#225;vel ao longo de tr&#234;s anos com o eletrodo localizado em circula&#231;&#227;o sist&#234;mica e os riscos de trauma em parede ventricular e v&#225;lvula mitral, al&#233;m do risco de tromboembolismo durante o procedimento de retirada do eletrodo, optou-se por conduta conservadora, associada &#224; terapia de anticoagula&#231;&#227;o oral cr&#244;nica devido ao risco aumentado para embolia determinado pela presen&#231;a de corpo estranho na circula&#231;&#227;o sist&#234;mica.</p>
    <p>
      <bold>Discuss&#227;o</bold>
    </p>
    <p>A posi&#231;&#227;o de eletrodo de marcapasso na circula&#231;&#227;o sist&#234;mica &#233; uma complica&#231;&#227;o conhecida, por&#233;m pouco relatada na literatura. A maioria dos casos descritos est&#225; relacionada &#224; presen&#231;a de anomalias cong&#234;nitas do septo interatrial, como forame oval patente e comunica&#231;&#227;o interatrial<sup>7</sup>.</p>
    <p>O manejo deste tipo de complica&#231;&#227;o n&#227;o &#233; bem estabelecido, por&#233;m a maioria dos relatos da literatura s&#227;o favor&#225;veis &#224; retirada do eletrodo em casos de diagn&#243;stico precoce, na presen&#231;a de eventos tromboemb&#243;licos pr&#233;vios ou durante cirurgia card&#237;aca realizada por outra indica&#231;&#227;o<sup>7-10</sup>.</p>
    <p>Nos casos em que o diagn&#243;stico se faz tardiamente, como foi o caso do paciente em quest&#227;o, ou quando o paciente recusa nova interven&#231;&#227;o cir&#250;rgica, a indica&#231;&#227;o recai sobre a anticoagula&#231;&#227;o definitiva, como foi optado na condu&#231;&#227;o deste paciente<sup>7</sup>.</p>
    <p>Outro fator importante na avalia&#231;&#227;o dos pacientes p&#243;s-implante de marcapasso &#233; a aten&#231;&#227;o que deve ser dada &#224; an&#225;lise de exames complementares realizados ap&#243;s o procedimento. A presen&#231;a de morfologia de bloqueio de ramo direito no eletrocardiograma pode estar presente em alguns casos mesmo com o eletrodo posicionado em ventr&#237;culo direito, mas a maior probabilidade &#233; do implante ect&#243;pico do eletrodo, devendo-se, portanto, prosseguir com a investiga&#231;&#227;o complementar<sup>5-7</sup>. Deve ser ainda avaliada a localiza&#231;&#227;o do eletrodo em radiografia de t&#243;rax de controle, que tamb&#233;m &#233; &#250;til na avalia&#231;&#227;o do posicionamento de eletrodo.</p>
    <p>Por fim, nos casos onde houver d&#250;vidas quanto ao posicionamento dos eletrodos de marcapasso deve ser realizado o ecocardiograma transtor&#225;cico, que na maioria das vezes &#233; esclarecedor ou o ecocardiograma transesof&#225;gico, nos raros casos onde a avalia&#231;&#227;o transtor&#225;cica n&#227;o for conclusiva<sup>3,4,6</sup>.</p>
    <p>
      <bold>Conclus&#227;o</bold>
    </p>
    <p>A avalia&#231;&#227;o do posicionamento dos eletrodos de marcapasso deve ser feita precocemente atrav&#233;s de exames acess&#237;veis e de baixo custo como a radiografia do t&#243;rax e o ecocardiograma para que a corre&#231;&#227;o de eletrodo seja realizada imediatamente, prevenindo a ocorr&#234;ncia de complica&#231;&#245;es precoces ou tardias.</p>
    <p>Nos casos em que houver longo tempo decorrido entre o implante e o diagn&#243;stico ou recusa do paciente na realiza&#231;&#227;o de nova interven&#231;&#227;o cir&#250;rgica, a anticoagula&#231;&#227;o oral definitiva poder&#225; ser empregada como profilaxia de eventos tromboemb&#243;licos.</p>
    <p>
      <bold>Potencial Conflito de Interesses</bold>
    </p>
    <p>Declaro n&#227;o haver conflito de interesses pertinentes.</p>
    <p>
      <bold>Fontes de Financiamento</bold>
    </p>
    <p>O presente estudo n&#227;o teve fontes de financiamento externas.</p>
    <p>
      <bold>Vincula&#231;&#227;o Acad&#234;mica</bold>
    </p>
    <p>N&#227;o h&#225; vincula&#231;&#227;o deste estudo a programas de p&#243;s-gradua&#231;&#227;o.</p>
    <p>
      <fn id="back" fn-type="corresp">
        <p>Correspond&#234;ncia:</p>
        <p> Gildo de Oliveira Mota </p>
        <p> Rua Conselheiro Corr&#234;a de Menezes, 266 apt 903 - Horto Florestal </p>
        <p> 40295-030 - Salvador, BA - Brasil </p>
        <p> E-mail: </p>
        <p><email xlink:href="gildomota@cardiol.br">gildomota@cardiol.br</email>, </p>
        <p>
          <email xlink:href="gildomota@yahoo.com.br">gildomota@yahoo.com.br</email>
        </p>
      </fn>
    </p>
    <p>Artigo recebido em 19/01/09; revisado recebido em 09/07/09; aceito em 27/10/09.</p>
  </body>
  <back>
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          <article-title>Cardiac tamponade as complication of active-fixation atrial lead perforations: proposed mechanism and management algorithm</article-title>
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          <article-title>Cerebral embolism resulting from a transvenous pacemaker catheter inadvertently placed in the left ventricle: a report of two cases confirmed by echocardiography</article-title>
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          <article-title>An unusual cause of stroke in a patient with permanent transvenous pacemaker</article-title>
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          <article-title>Eight years of left ventricle pacing due to inadvertent malposition of a transvenous pacemaker lead in the left ventricle</article-title>
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          <subject>Case Report</subject>
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      <title-group>
        <article-title xml:lang="en">Ectopic positioning of pacemaker electrode</article-title>
      </title-group>
      <abstract xml:lang="en">
        <p>The present case reports on a patient presenting the cardiac form of Chagas disease, with left ventricular dysfunction and second-degree atrioventricular block Mobitz type II, associated with several syncope episodes. The patient underwent a double-chamber definitive artificial pacemaker implant. One year after the implant, the displacement of the atrial electrode was diagnosed and the patient was submitted to re-implantation of the atrial electrode. Two years after the first surgical procedure, the patient presented dyspnea on exertion. The physical evaluation included an echocardiogram, which detected the presence of a foreign body with metallic characteristics in the left cardiac chambers, consistent with that of an ectopic pacemaker electrode.</p>
      </abstract>
      <kwd-group xml:lang="en">
        <kwd>Chagas disease</kwd>
        <kwd>ventricular dysfunction, left</kwd>
        <kwd>pacemaker, artificial</kwd>
        <kwd>electrodes, implanted</kwd>
      </kwd-group>
    </front-stub>
    <body>
      <p>
        <bold>CASE REPORT</bold>
      </p>
      <p>
        <fn id="top-body2">
          <label>
            <bold>Ectopic positioning of pacemaker electrode</bold>
          </label>
          <p>
            <bold>Gildo Mota; Juliana Prazeres; Nelmacy Freitas; Luiz Magalh&#227;es; Francisco Reis; Roque Aras</bold>
          </p>
        </fn>
      </p>
      <p>Hospital Universit&#225;rio Professor Edgard Santos - Universidade Federal da Bahia, Salvador, BA - Brazil</p>
      <p>Mailing address</p>
      <p>
        <bold>ABSTRACT</bold>
      </p>
      <p>The present case reports on a patient presenting the cardiac form of Chagas disease, with left ventricular dysfunction and second-degree atrioventricular block Mobitz type II, associated with several syncope episodes. The patient underwent a double-chamber definitive artificial pacemaker implant. One year after the implant, the displacement of the atrial electrode was diagnosed and the patient was submitted to re-implantation of the atrial electrode. Two years after the first surgical procedure, the patient presented dyspnea on exertion. The physical evaluation included an echocardiogram, which detected the presence of a foreign body with metallic characteristics in the left cardiac chambers, consistent with that of an ectopic pacemaker electrode.</p>
      <p><bold>Key words:</bold> Chagas disease; ventricular dysfunction, left; pacemaker, artificial; electrodes, implanted.</p>
      <p>
        <bold>Introduction</bold>
      </p>
      <p>The implant of a definitive transvenous pacemaker is a highly-effective, surgically invasive procedure with low complication rate. Among the most frequent complications are electrode fractures, surgical wound infection, large-vessel thrombosis, electrode displacement and diaphragmatic stimulation. The acute mechanical complications of the pacemaker implant are rarer, but severe and life-threatening, such as hemothorax, hemopericardium, pneumothorax and cardiac perforation<sup>1</sup>.</p>
      <p>Electrode positioning in the left cardiac chambers occurs accidently in rare cases of pacemaker implant and can be a source of cardioembolic complications, caused by the presence of a foreign body in the systemic circulation<sup>2-5</sup>. The echocardiogram is an accessible and important complementary assessment method to visualize intracardiac structures for the diagnosis of pacemaker electrode positioning<sup>6-7</sup>.</p>
      <p>We describe a case of an accidental ectopic positioning of pacemaker electrode in the left ventricle, diagnosed through echocardiography.</p>
      <p>
        <bold>Case Report</bold>
      </p>
      <p>J.T.S., a 38-year-old male individual with the cardiac form of Chagas disease, presented left ventricular dysfunction and second-degree atrioventricular block Mobitz type II, associated with several episodes of syncope. He had undergone a double-chamber definitive artificial pacemaker implant three years before the current assessment. The postoperative period after the implant was uneventful, which persisted for a year after surgery, when he started to present symptoms caused by abnormal electric diaphragmatic stimulation, followed by a diagnosis of atrial electrode displacement. At that time, he was submitted to the atrial electrode reimplantation, without complications.</p>
      <p>Two years after the first surgical procedure, at the Outpatient Clinic of Professor Edgard Santos University Hospital (HUPES), due to dyspnea on exertion and complementary examinations, which included an echocardiogram, were performed to evaluate the left ventricular function.</p>
      <p>During the echocardiogram, the presence of a foreign body with typical metallic characteristics was detected in the left cardiac chambers in the initial long-axis parasternal view. Other echocardiographic projections confirmed the initial findings, demonstrating the presence of a linear metallic structure that extended from the right atrium, crossed the interatrial septum and the mitral valve and reached the basal portion of the lateral wall of the left ventricle, consistent with en ectopic pacemaker electrode (<xref ref-type="fig" rid="f1-body2">Figure 1</xref>). The electrocardiogram showed that the patient presented dual-chamber pacing with adequate capture and right bundle-branch block pattern, corroborating the artificial left ventricular stimulation (<xref ref-type="fig" rid="en_23f2-body2">Figure 2</xref>).</p>
      <p content-type="asset">
        <fig id="en_23f2-body2">
          <graphic xlink:href="1678-4170-abc-94-05-e122-00023-gf01-en.jpg"/></fig>
      </p>
      <fig id="f1-body2">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-94-05-e122-00023-gf02-en.jpg"/></fig>
      <p>The chest x-ray confirmed the abnormal position of the ventricular electrode, in the left ventricular region (<xref ref-type="fig" rid="en_23f2-body2">Figure 2</xref>).</p>
      <p>Considering the favorable three-year evolution with the electrode located in the systemic circulation and the risks of trauma in the ventricular wall and mitral valve, in addition to the risk of thromboembolism during the electrode removal procedure, the conservative approach was chosen, associated with chronic oral anticoagulation therapy due to the increased risk for embolism determined by the presence of a foreign body in the systemic circulation.</p>
      <p>
        <bold>Discussion</bold>
      </p>
      <p>The location of the pacemaker electrode in the systemic circulation is a known complication; however, it is seldom reported in the literature. Most of the described cases are related to the presence of congenital anomalies of the interatrial septum, such as patent foramen ovale and interatrial communication<sup>7</sup>.</p>
      <p>The management of this type of complication has not been well established; however, most literature reports are favorable to the removal of the electrode in cases of an early diagnosis, in the presence of previous thromboembolic events or during cardiac surgery performed due to a different cause<sup>7-10</sup>.</p>
      <p>For cases of which the diagnosis is a late one, as in the present case, or when the patient refuses a new surgical intervention, the indication is usually of definitive anticoagulation therapy, as chosen in the present case<sup>7</sup>.</p>
      <p>Another important factor in patient assessment post-pacemaker implant is the attention that must be given to the analysis of complementary examinations carried out after the procedure. The presence of right-bundle branch block morphology at the electrocardiogram can be seen in some cases, even with the electrode positioned in the right ventricle, but the highest likelihood is that of an ectopic electrode implantation, and, therefore, the complementary investigation must be carried out<sup>5-7</sup>. Moreover, the location of the electrode must be evaluated through a control chest X-ray, which is also useful when assessing the positioning of the electrode.</p>
      <p>Finally, in cases where there are doubts about the positioning of the pacemaker electrodes, the transthoracic echocardiogram must be carried out, which, in most cases, clarifies the doubts, or the transesophageal echocardiogram, in the rare cases where the transthoracic assessment is inconclusive<sup>3,4,6</sup>.</p>
      <p>
        <bold>Conclusion</bold>
      </p>
      <p>The assessment of the positioning of the pacemaker electrodes must be performed early through accessible and affordable examinations, such as chest X-ray and echocardiogram, so that the electrode correction can be promptly carried out, preventing the occurrence of early or late complications.</p>
      <p>When there has been a long time between the implant and the diagnosis or when the patient refuses to undergo a new surgical intervention, the definitive oral anticoagulation therapy can be used as prophylaxis for thromboembolic events.</p>
      <p>
        <bold>Potential Conflict of Interest</bold>
      </p>
      <p>No potential conflict of interest relevant to this article was reported.</p>
      <p>
        <bold>Sources of Funding</bold>
      </p>
      <p>There were no external funding sources for this study.</p>
      <p>
        <bold>Study Association</bold>
      </p>
      <p>This study is not associated with any post-graduation program.</p>
      <p>
        <bold>References</bold>
      </p>
    </body>
  </sub-article>
  <sub-article article-type="translation" id="TRes" xml:lang="es">
    <front-stub>
      <article-categories/>
      <title-group>
        <article-title xml:lang="es">Posicionamiento ect&#243;pico de electrodo de marcapaso</article-title>
      </title-group>
      <abstract xml:lang="es">
        <p>Referimos el caso de un paciente portador de la forma card&#237;aca de la enfermedad de Chagas con disfunci&#243;n ventricular izquierda y bloqueo atrioventricular de 2&#176; grado Mobitz II, asociados a varios episodios de s&#237;ncope. Fue sometido a implante de marcapaso artificial definitivo doble c&#225;mara. Tras un a&#241;o del implante se diagnostic&#243; desplazamiento de electrodo atrial, con la sumisi&#243;n del paciente a reimplante de electrodo atrial. Tras dos a&#241;os del primer procedimiento quir&#250;rgico, presentaba disnea a los grandes esfuerzos. Durante la evaluaci&#243;n, se solicit&#243; ecocardiograma, que detect&#243; presencia de cuerpo extra&#241;o de caracter&#237;sticas met&#225;licas en c&#225;maras card&#237;acas izquierdas, de acuerdo con electrodo de marcapaso ect&#243;pico.</p>
      </abstract>
      <kwd-group xml:lang="es">
        <kwd>Enfermedad de Chagas</kwd>
        <kwd>disfunci&#243;n ventricular izquierda</kwd>
        <kwd>marcapaso artificial</kwd>
        <kwd>electrodos implantados</kwd>
      </kwd-group>
    </front-stub>
    <body>
      <p>
        <bold>CASO CL&#205;NICO</bold>
      </p>
      <p>
        <bold>Posicionamiento ect&#243;pico de electrodo de marcapaso</bold>
      </p>
      <p>
        <bold>Gildo Mota; Juliana Prazeres; Nelmacy Freitas; Luiz Magalh&#227;es; Francisco Reis; Roque Aras</bold>
      </p>
      <p>Hospital Universit&#225;rio Professor Edgard Santos - Universidade Federal da Bahia, Salvador, BA - Brasil</p>
      <p>
        <xref ref-type="corresp" rid="end-body3">Correspondencia</xref>
      </p>
      <p>
        <bold>RESUMEN</bold>
      </p>
      <p>Referimos el caso de un paciente portador de la forma card&#237;aca de la enfermedad de Chagas con disfunci&#243;n ventricular izquierda y bloqueo atrioventricular de 2&#176; grado Mobitz II, asociados a varios episodios de s&#237;ncope. Fue sometido a implante de marcapaso artificial definitivo doble c&#225;mara. Tras un a&#241;o del implante se diagnostic&#243; desplazamiento de electrodo atrial, con la sumisi&#243;n del paciente a reimplante de electrodo atrial. Tras dos a&#241;os del primer procedimiento quir&#250;rgico, presentaba disnea a los grandes esfuerzos. Durante la evaluaci&#243;n, se solicit&#243; ecocardiograma, que detect&#243; presencia de cuerpo extra&#241;o de caracter&#237;sticas met&#225;licas en c&#225;maras card&#237;acas izquierdas, de acuerdo con electrodo de marcapaso ect&#243;pico.</p>
      <p><bold>Palabras clave:</bold> Enfermedad de Chagas, disfunci&#243;n ventricular izquierda, marcapaso artificial, electrodos implantados.</p>
      <p>
        <bold>Introducci&#243;n</bold>
      </p>
      <p>El implante de marcapaso transvenoso definitivo es un procedimiento quir&#250;rgico invasivo, de alta eficacia y con pocas complicaciones. De entre las complicaciones m&#225;s frecuentes, se encuentran fractura de electrodo, infecci&#243;n quir&#250;rgica, trombosis de grandes vasos, desplazamiento de electrodo y estimulaci&#243;n diafragm&#225;tica. Las complicaciones agudas mec&#225;nicas del implante de marcapaso son m&#225;s raras, m&#225;s severas y potencialmente fatales, como hemot&#243;rax, hemopericardio, neumot&#243;rax y perforaci&#243;n card&#237;aca<sup>1</sup>.</p>
      <p>El posicionamiento de electrodo en c&#225;maras card&#237;acas izquierdas se produce accidentalmente en raros casos de implante de marcapaso y puede ser fuente de complicaciones cardioemb&#243;licas ocasionadas por la presencia de cuerpo extra&#241;o en la circulaci&#243;n sist&#233;mica<sup>2-5</sup>. El ecocardiograma es un m&#233;todo complementar asequible y importante para visualizaci&#243;n de las estructuras intracard&#237;acas para el diagn&#243;stico de posicionamiento de electrodo de marcapaso<sup>6-7</sup>.</p>
      <p>Describimos a seguir un caso de posicionamiento ect&#243;pico accidental de electrodo de marcapaso en ventr&#237;culo izquierdo, diagnosticado a trav&#233;s de la ecocardiograf&#237;a.</p>
      <p>
        <bold>Caso Cl&#237;nico</bold>
      </p>
      <p>J.T.S., del sexo masculino, de 38 a&#241;os, portador de la forma card&#237;aca de la enfermedad de Chagas, presentaba disfunci&#243;n ventricular izquierda y bloqueo atrioventricular de 2 grado Mobitz II, asociados a varios episodios de s&#237;ncope. Fue sometido a implante de marcapaso artificial definitivo doble c&#225;mara tres a&#241;os antes de la evaluaci&#243;n actual. Evolucion&#243; tras el implante sin intercurrencias por un a&#241;o, cuando pas&#243; a cursar con s&#237;ntomas resultantes de la anormal estimulaci&#243;n el&#233;ctrica diafragm&#225;tica, y se diagnostic&#243; desplazamiento de electrodo atrial. Fue sometido a la &#233;poca al reimplante de electrodo atrial, sin intercurrencias.</p>
      <p>Tras dos a&#241;os del primer procedimiento quir&#250;rgico, fue atendido en el ambulatorio del HUPES (Hospital Universitario Profesor Edgard Santos) con quejas de disnea a los grandes esfuerzos, y se solicit&#243; ex&#225;menes complementarios y ecocardiograma para evaluaci&#243;n de funci&#243;n ventricular izquierda.</p>
      <p>Durante el examen, se detect&#243; la presencia de cuerpo extra&#241;o de caracter&#237;sticas t&#237;picas met&#225;licas en c&#225;maras card&#237;acas izquierdas en el corte inicial paraesternal de eje largo. Otras proyecciones ecocardiogr&#225;ficas confirmaron los hallazgos iniciales, demostrando la presencia de estructura met&#225;lica lineal que se extend&#237;a del atrio derecho, cruzaba el septum interatrial y la v&#225;lvula mitral y segu&#237;a hasta la porci&#243;n basal de la pared lateral en el ventr&#237;culo izquierdo, de acuerdo con electrodo de marcapaso ect&#243;pico (<xref ref-type="fig" rid="es_23f01-body3">Figura 1</xref>).</p>
      <p content-type="asset">
        <fig id="es_23f01-body3">
          <graphic xlink:href="1678-4170-abc-94-05-e122-00023-gf01-es.jpg"/></fig>
      </p>
      <p>En el electrocardiograma, el paciente presentaba ritmo de marcapaso bicameral con captura adecuada y est&#225;ndar de bloqueo de rama derecha, corroborando la estimulaci&#243;n ventricular izquierda artificial (<xref ref-type="fig" rid="f2-body3">Figura 2</xref>).</p>
      <fig id="f2-body3">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-94-05-e122-00023-gf02-es.jpg"/></fig>
      <p>Despu&#233;s de efectuada la radiograf&#237;a de t&#243;rax, se confirm&#243; la ubicaci&#243;n no usual del electrodo ventricular, en topograf&#237;a de ventr&#237;culo izquierdo (<xref ref-type="fig" rid="f2-body3">Figura 2</xref>).</p>
      <p>Ante la evoluci&#243;n favorable a lo largo de tres a&#241;os con el electrodo ubicado en circulaci&#243;n sist&#233;mica y los riesgos de trauma en pared ventricular y v&#225;lvula mitral, adem&#225;s del riesgo de tromboembolismo durante el procedimiento de retirada del electrodo, se opt&#243; por conducta conservadora, asociada a la terapia de anticoagulaci&#243;n oral cr&#243;nica debido al riesgo aumentado para embolia determinado por la presencia de cuerpo extra&#241;o en la circulaci&#243;n sist&#233;mica.</p>
      <p>
        <bold>Discusi&#243;n</bold>
      </p>
      <p>La posici&#243;n de electrodo de marcapaso en la circulaci&#243;n sist&#233;mica es una complicaci&#243;n conocida, pero poco referida en la literatura. La mayor&#237;a de los casos descriptos est&#225; relacionada a la presencia de anomal&#237;as cong&#233;nitas del septum interatrial, como foramen oval patente y comunicaci&#243;n interatrial<sup>7</sup>.</p>
      <p>El manejo de este tipo de complicaci&#243;n no est&#225; bien establecido, sin embargo, la mayor&#237;a de los casos cl&#237;nicos de la literatura son favorables a la retirada del electrodo en casos de diagn&#243;stico precoz, ante eventos tromboemb&#243;licos previos o durante cirug&#237;a card&#237;aca efectuada por otra indicaci&#243;n<sup>7-10</sup>.</p>
      <p>En los casos en que el diagn&#243;stico se hace tard&#237;amente, como fue el caso del paciente en cuesti&#243;n, o cuando el paciente rechaza nueva intervenci&#243;n quir&#250;rgica, la indicaci&#243;n recae sobre la anticoagulaci&#243;n definitiva, como se opt&#243; en la conducci&#243;n de este paciente<sup>7</sup>.</p>
      <p>Otro factor importante en la evaluaci&#243;n de los pacientes post implante de marcapaso es la atenci&#243;n que se debe dar al an&#225;lisis de ex&#225;menes complementarios llevados a cabo tras el procedimiento. La presencia de morfolog&#237;a de bloqueo de rama derecha en el electrocardiograma puede estar presente en algunos casos aun con el electrodo posicionado en ventr&#237;culo derecho, sin embargo la mayor probabilidad es del implante ect&#243;pico del electrodo, debi&#233;ndose, por tanto, proseguir con la investigaci&#243;n complementar<sup>5-7</sup>. Se debe a&#250;n evaluar la ubicaci&#243;n del electrodo en radiograf&#237;a de t&#243;rax de control, que tambi&#233;n es &#250;til en la evaluaci&#243;n del posicionamiento de electrodo.</p>
      <p>Por fin, en los casos donde hubiera dudas en cuanto al posicionamiento de los electrodos de marcapaso, se debe llevar a cabo el ecocardiograma transtor&#225;cico, que en la mayor parte de las veces es esclarecedor, o el ecocardiograma transesof&#225;gico, en los raros casos donde la evaluaci&#243;n transtor&#225;cica no sea conclusiva<sup>3,4,6</sup>.</p>
      <p>
        <bold>Conclusi&#243;n</bold>
      </p>
      <p>La evaluaci&#243;n del posicionamiento de los electrodos de marcapaso debe hacerse precozmente a trav&#233;s de ex&#225;menes asequibles y de bajo costo como la radiograf&#237;a de t&#243;rax y el ecocardiograma para que la correcci&#243;n de electrodo se lleve a cabo inmediatamente, con la prevenci&#243;n de ocurrencia de complicaciones precoces o tard&#237;as.</p>
      <p>En los casos en que trascurriera un largo tiempo entre el implante y el diagn&#243;stico o rechaza del paciente en la realizaci&#243;n de nueva intervenci&#243;n quir&#250;rgica, la anticoagulaci&#243;n oral definitiva se podr&#225; emplear como profilaxis de eventos tromboemb&#243;licos.</p>
      <p>
        <bold>Potencial Conflicto de Intereses</bold>
      </p>
      <p>Declaro no haber conflicto de intereses pertinentes.</p>
      <p>
        <bold>Fuentes de Financiaci&#243;n</bold>
      </p>
      <p>El presente estudio no tuvo Fuentes de Financiaci&#243;n externas.</p>
      <p>
        <bold>Vinculaci&#243;n Acad&#233;mica</bold>
      </p>
      <p>No hay vinculaci&#243;n de este estudio a programas de postgrado.</p>
      <p>
        <bold>Referencias</bold>
      </p>
      <p>1. Geyfman V, Storm RH, Lico SC, Oren JW 4th. Cardiac tamponade as complication of active-fixation atrial lead perforations: proposed mechanism and management algorithm. Pacing Clin Electrophysiol. 2007; 30 (4): 498-501.</p>
      <p>2. Agnelli D, Ferrari A, Saltafossi D, Falcone C. A cardiac embolic stroke due to malposition of the pacemaker lead in the left ventricle: a case report. Ital Heart J Suppl. 2000; 1 (1): 122-5.</p>
      <p>3. Arnar DO, Kerber RE. Cerebral embolism resulting from a transvenous pacemaker catheter inadvertently placed in the left ventricle: a report of two cases confirmed by echocardiography. Echocardiography. 2001; 18 (8): 681-4.</p>
      <p>4. Ergun K, Tufekcioglu O, Karabal O, Ozdogan OU, Deveci B, Golbasi Z. An unusual cause of stroke in a patient with permanent transvenous pacemaker. Jpn Heart J. 2004; 45 (5): 873-5.</p>
      <p>5. Yeh KH, Cheng CW, Kuo LT, Hung KC. Two-dimensional echocardiography for the diagnosis of interventricular septum perforation by a temporary pacing catheter. Am J Med Sci. 2006 ; 331 (2): 95-6.</p>
      <p>6. Judson PL, Moore TB, Swank M, Ashworth HE. Two-dimensional echocardiograms of a transvenous left ventricular pacing catheter. Chest. 1981; 80 (2): 228-30.</p>
      <p>7. Van Gelder BM, Bracke FA, Oto A, Yildirir A, Haas PC, Seger JJ, et al. Diagnosis and management of inadvertently placed pacing and ICD leads in the left ventricle: a multicenter experience and review of the literature. Pacing Clin Electrophysiol. 2000; 23 (5): 877-83.</p>
      <p>8. Paravolidakis KE, Hamodraka ES, Kolettis TM, Psychari SN, Apostolou TS. Management of inadvertent left ventricular permanent pacing. J Interv Card Electrophysiol. 2004; 10 (3): 237-40.</p>
      <p>9. Vanhercke D, Heytens W, Verloove H. Eight years of left ventricle pacing due to inadvertent malposition of a transvenous pacemaker lead in the left ventricle. Eur J Echocardiogr. 2008; 9: 825-7.</p>
      <p>10. Trevisan IV, Costa R, Martinelli Filho M, Ebaid M, Jatene AD. Embolia sist&#234;mica associada a marcapasso artificial permanente em c&#226;maras esquerdas. Rev Bras Marcapasso e Arritmia. 1992; 5 (3): 62-4.</p>
      <p>
        <fn id="end-body3" fn-type="corresp">
          <p>Correspondencia:</p>
          <p> Gildo de Oliveira Mota</p>
          <p> Rua Conselheiro Corr&#234;a de Menezes, 266 apt 903 - Horto Florestal</p>
          <p> 40295-030 - Salvador, BA - Brasil</p>
          <p> E-mail: </p>
          <p><email xlink:href="gildomota@cardiol.br">gildomota@cardiol.br</email>, </p>
          <p>
            <email xlink:href="gildomota@yahoo.com.br">gildomota@yahoo.com.br</email>
          </p>
        </fn>
      </p>
      <p>Art&#237;culo recibido el 19/01/09; revisado recibido el 09/07/09; aceptado el 27/10/09.</p>
    </body>
  </sub-article>
</article>
