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        <journal-title>Arquivos Brasileiros de Cardiologia</journal-title>
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      <article-id pub-id-type="publisher-id" specific-use="scielo-v2">S0066-782X2010000400020</article-id>
      <article-id pub-id-type="publisher-id" specific-use="scielo-v1">S0066-782X(10)09400420</article-id>
      <article-id pub-id-type="doi">10.1590/S0066-782X2010000400020</article-id>
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          <subject>Comunica&#231;&#227;o Breve</subject>
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        <article-title>Quantifica&#231;&#227;o de vasos linf&#225;ticos na cardiomiopatia dilatada e chag&#225;sica cr&#244;nica</article-title>
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          <license-p>This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.</license-p>
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      <pub-date publication-format="electronic" date-type="pub">
        <day>22</day>
        <month>09</month>
        <year>2010</year>
      </pub-date>
    </article-meta>
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  <body>
    <p>
      <bold>COMUNICA&#199;&#195;O BREVE</bold>
    </p>
    <p>Quantifica&#231;&#227;o de vasos linf&#225;ticos na cardiomiopatia dilatada e chag&#225;sica cr&#244;nica</p>
    <p>
      <bold>Luiz Alberto Benvenuti; Ana Maria Gon&#231;alves da Silva; Vera Demarchi Aiello</bold>
    </p>
    <p>Instituto do Cora&#231;&#227;o do Hospital das Cl&#237;nicas (InCor) - FMUSP, Instituto de Medicina Tropical (LIM 06) - FMUSP, S&#227;o Paulo, SP - Brasil</p>
    <p>
      <xref ref-type="corresp" rid="linkcorresp">Correspond&#234;ncia</xref>
    </p>
    <p><bold>Palavras-chave:</bold> Cardiomiopatia chag&#225;sica, cardiomiopatia dilatada, vasos linf&#225;ticos.</p>
    <p>
      <bold>Introdu&#231;&#227;o</bold>
    </p>
    <p>O recente desenvolvimento de anticorpos espec&#237;ficos para o endot&#233;lio linf&#225;tico tem permitido sua detec&#231;&#227;o por t&#233;cnica imuno-histoqu&#237;mica<sup>1</sup>. Apesar desse avan&#231;o metodol&#243;gico, o estudo morfol&#243;gico dos vasos linf&#225;ticos do mioc&#225;rdio tem sido negligenciado e muito pouco se sabe sobre isso nas diferentes cardiopatias.</p>
    <p>A insufici&#234;ncia card&#237;aca congestiva acarreta edema intersticial em diferentes &#243;rg&#227;os e tecidos, incluindo o mioc&#225;rdio, devendo esse excesso de fluido ser drenado pelo sistema linf&#225;tico. O edema do mioc&#225;rdio est&#225; implicado no desenvolvimento de fibrose intersticial e prejudica o desempenho card&#237;aco<sup>2</sup>.</p>
    <p>O objetivo deste estudo &#233; comparar os vasos linf&#225;ticos do mioc&#225;rdio de pacientes com insufici&#234;ncia card&#237;aca congestiva secund&#225;ria a cardiomiopatia dilatada idiop&#225;tica ou a cardiomiopatia chag&#225;sica cr&#244;nica com os vasos linf&#225;ticos do mioc&#225;rdio normal.</p>
    <p>
      <bold>M&#233;todos</bold>
    </p>
    <p>Foram previamente avaliadas algumas caracter&#237;sticas morfol&#243;gicas de bi&#243;psias endomioc&#225;rdicas de pacientes portadores de insufici&#234;ncia card&#237;aca congestiva classe funcional III ou IV, secund&#225;ria a cardiomiopatia dilatada idiop&#225;tica (CDI) ou cardiomiopatia chag&#225;sica cr&#244;nica (CCC), essa &#250;ltima caracterizada por testes sorol&#243;gicos positivos para a doen&#231;a de Chagas e pela presen&#231;a de miocardite linfo-histiocit&#225;ria cr&#244;nica<sup>3,4</sup>. Neste estudo foram reavaliadas as bi&#243;psias de 31 pacientes com CDI (m&#233;dia de idade: 40,65 &#194;&#177;12,14 anos; 22 do sexo masculino) e 24 pacientes com CCC (m&#233;dia de idade: 43,71 &#194;&#177; 9,29 anos; 21 do sexo masculino), em que foi poss&#237;vel obter novos cortes histol&#243;gicos que apresentassem ao menos 1,25 mm<sup>2</sup> de &#225;rea analis&#225;vel (cinco campos microsc&#243;picos de 400 x). Como grupo-controle, coletamos pequenas amostras do endomioc&#225;rdio do ventr&#237;culo direito normal de 11 indiv&#237;duos falecidos por causas n&#227;o cardiovasculares e submetidos a necropsia (m&#233;dia de idade: 50,82 &#194;&#177; 15,39; 3 do sexo masculino). Essas amostras foram rotineiramente processadas e inclu&#237;das em parafina. Cortes seriados a 4 &#181;m foram corados pela hematoxilina-eosina, tricr&#244;mico de Masson ou submetidos &#224; t&#233;cnica imuno-histoqu&#237;mica para detec&#231;&#227;o de vasos linf&#225;ticos.</p>
    <p>
      <bold>Imuno-histoqu&#237;mica</bold>
    </p>
    <p>Cortes histol&#243;gicos foram incubados com anticorpo monoclonal D2-40 (Dako Corporation, CA) dilu&#237;do 1:100, overnight, a 4&#186;C. As rea&#231;&#245;es foram desenvolvidas com o pol&#237;mero marcado com peroxidase EnVision (Dako Corporation, CA) por 30 minutos &#224; temperatura ambiente e visualizados com 3,3' diaminobenzidina. Cortes histol&#243;gicos de pele normal foram usados como controles positivos e negativos, omitindo-se o anticorpo prim&#225;rio nos &#250;ltimos.</p>
    <p>
      <bold>Histopatologia e morfometria</bold>
    </p>
    <p>Foram avaliados o di&#226;metro m&#233;dio dos mi&#243;citos, a &#225;rea fracional de col&#225;geno, a &#225;rea fracional dos vasos linf&#225;ticos e o di&#226;metro do vaso linf&#225;tico de maior calibre de cada amostra. Miocardite foi caracterizada pela presen&#231;a de infiltrado inflamat&#243;rio mononuclear associado a degenera&#231;&#227;o e/ou necrose dos mi&#243;citos, de acordo com o crit&#233;rio de Dallas<sup>5</sup>. O di&#226;metro dos mi&#243;citos e a &#225;rea fracional de col&#225;geno foram avaliados conforme previamente descrito<sup>3,4</sup>. A &#225;rea total ocupada pelo corte histol&#243;gico, a &#225;rea total ocupada pelos vasos linf&#225;ticos e o di&#226;metro do vaso linf&#225;tico de maior calibre foram medidos com ajuda de sistema computadorizado de an&#225;lise de imagens. A &#225;rea fracional dos linf&#225;ticos foi calculada pela raz&#227;o entre a &#225;rea total ocupada pelos vasos linf&#225;ticos e a &#225;rea total ocupada pelo corte histol&#243;gico, multiplicada por 100.</p>
    <p>
      <bold>An&#225;lise estat&#237;stica</bold>
    </p>
    <p>Os dados morfom&#233;tricos dos tr&#234;s grupos foram comparados usando o teste de an&#225;lise de vari&#226;ncia de postos de Kruskal-Wallis. O valor de p <underline>&lt;</underline> 0,05 foi considerado estatisticamente significante.</p>
    <p>
      <bold>Resultados</bold>
    </p>
    <p>Os vasos linf&#225;ticos estavam presentes entre os mi&#243;citos, ao redor dos vasos sangu&#237;neos ou, mais raramente, no endoc&#225;rdio. Os vasos linf&#225;ticos apresentavam-se esparsos, em muito menor n&#250;mero que os vasos sangu&#237;neos, e sua densidade variou grandemente de amostra para amostra e mesmo em diferentes &#225;reas da mesma amostra. Ocasionalmente havia numerosos vasos linf&#225;ticos colapsados, ramificados e agrupados, particularmente ao redor de arter&#237;olas (<xref ref-type="fig" rid="a20fig01">fig. 1</xref>). Pacientes dos grupos CDI e CCC apresentaram maior di&#226;metro dos mi&#243;citos (p &lt; 0,001) e maior &#225;rea fracional de col&#225;geno (p &lt; 0,001) que os indiv&#237;duos do grupo controle, sem diferen&#231;as entre os dois primeiros grupos. N&#227;o houve diferen&#231;a estat&#237;stica entre os grupos em rela&#231;&#227;o &#224; &#225;rea fracional de vasos linf&#225;ticos (p = 0,075), salientando-se que a mediana do grupo controle foi a mais elevada dos tr&#234;s grupos. O di&#226;metro do vaso linf&#225;tico de maior calibre foi menor no grupo CDI comparado ao grupo controle, mas n&#227;o ao grupo CCC (p = 0,035), sem diferen&#231;as entre esses dois &#250;ltimos grupos (<xref ref-type="fig" rid="a20fig02">fig. 2</xref>). Miocardite linfo-histiocit&#225;ria esteve presente em 20/24 (83%) pacientes do grupo CCC e em nenhum paciente dos grupos CDI ou controle.</p>
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    </p>
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      <fig id="a20fig02">
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    </p>
    <p>
      <bold>Discuss&#227;o</bold>
    </p>
    <p>A investiga&#231;&#227;o dos vasos linf&#225;ticos nas diversas cardiopatias humanas tem sido negligenciada. Isso se deve em grande parte &#224; dificuldade em diferenciar esses vasos dos sangu&#237;neos, o que at&#233; h&#225; pouco tempo s&#243; era poss&#237;vel a partir do exame pela microscopia eletr&#244;nica. Entretanto, o recente desenvolvimento de anticorpos monoclonais capazes de reconhecer especificamente o endot&#233;lio linf&#225;tico<sup>1</sup> tem mudado esse panorama, e alguns estudos morfol&#243;gicos sobre as altera&#231;&#245;es dos vasos linf&#225;ticos na doen&#231;a isqu&#234;mica do cora&#231;&#227;o e no transplante card&#237;aco foram relatados<sup>6,7</sup>.</p>
    <p>O cora&#231;&#227;o dos mam&#237;feros apresenta um plexo linf&#225;tico subendoc&#225;rdico, vasos linf&#225;ticos no mioc&#225;rdio (em muito menor n&#250;mero que os capilares sangu&#237;neos) e um plexo linf&#225;tico subepic&#225;rdico, este &#250;ltimo contendo vasos coletores de maior calibre que acompanham os ramos epic&#225;rdicos das art&#233;rias coron&#225;rias<sup>2,8</sup>.</p>
    <p>Em nossas amostras os vasos linf&#225;ticos apareceram focalmente colapsados, ramificados e agrupados, impedindo sua contagem fidedigna. Assim, optamos por avaliar sua &#225;rea fracional, que, ao contr&#225;rio do n&#250;mero absoluto, sofre influ&#234;ncia do estado de distens&#227;o vascular.</p>
    <p>At&#233; onde &#233; do nosso conhecimento, h&#225; apenas um relato abordando os vasos linf&#225;ticos do mioc&#225;rdio em cardiomiopatias: analisando por microscopia eletr&#244;nica amostras de cora&#231;&#227;o de pacientes com CDI, os autores relataram dilata&#231;&#227;o dos linf&#225;ticos em &#225;reas de edema intersticial e rarefa&#231;&#227;o e irregularidade dos mesmos em &#225;reas de fibrose intersticial<sup>9</sup>. O presente estudo &#233; o primeiro a realizar exame imuno-histoqu&#237;mico morfom&#233;trico dos vasos linf&#225;ticos do mioc&#225;rdio em cardiomiopatias. Apesar de esperarmos aumento de sua &#225;rea fracional, condicionadas pela insufici&#234;ncia card&#237;aca congestiva dos pacientes e tamb&#233;m pelo processo inflamat&#243;rio cr&#244;nico (miocardite linfo-histiocit&#225;ria) no grupo CCC, as medidas morfom&#233;tricas n&#227;o confirmaram essa hip&#243;tese. Pelo contr&#225;rio, apesar de estatisticamente n&#227;o significante, pacientes dos grupos CDI e CCC apresentaram menor &#225;rea fracional de linf&#225;ticos que o grupo controle. Al&#233;m disso, pacientes do grupo CDI apresentaram menor di&#226;metro do vaso linf&#225;tico de maior calibre comparado aos indiv&#237;duos do grupo controle. &#201; poss&#237;vel que tais resultados inesperados possam estar relacionados &#224; maior &#225;rea fracional de col&#225;geno (fibrose) dos grupos CDI e CCC, o que acarretaria rarefa&#231;&#227;o e atrofia dos vasos linf&#225;ticos, conforme previamente relatado<sup>9</sup>.</p>
    <p>Os resultados deste estudo s&#227;o preliminares, pois a relativa escassez e a grande variabilidade regional dos vasos linf&#225;ticos do mioc&#225;rdio tornam dif&#237;cil a interpreta&#231;&#227;o conclusiva de dados obtidos pela avalia&#231;&#227;o de amostras pequenas, como a bi&#243;psia endomioc&#225;rdica. Nossos resultados devem ser confirmados por estudos posteriores, utilizando-se amostras amplas de cora&#231;&#245;es de pacientes submetidos a transplante card&#237;aco ou necropsia.</p>
    <p>
      <bold>Agradecimentos</bold>
    </p>
    <p>Ao Prof. Dr. Thales de Brito, que gentilmente nos cedeu o anticorpo D2-40.</p>
    <p>
      <bold>Potencial Conflito de Interesses</bold>
    </p>
    <p>Declaro n&#227;o haver conflito de interesses pertinentes. </p>
    <p>
      <bold>Fontes de Financiamento</bold>
    </p>
    <p>O presente estudo n&#227;o teve fontes de financiamento externas. </p>
    <p>
      <bold>Vincula&#231;&#227;o Acad&#234;mica</bold>
    </p>
    <p>N&#227;o h&#225; vincula&#231;&#227;o deste estudo a programas de p&#243;sgradua&#231;&#227;o.</p>
    <p>
      <fn id="linkcorresp" fn-type="corresp">
        <label>
          <bold>Correspond&#234;ncia:</bold>
        </label>
        <p> Luiz Alberto Benvenuti </p>
        <p> Rua Madalena, 477/31 - Vila Madalena </p>
        <p> 05434-090 - S&#227;o Paulo, SP - Brasil </p>
        <p> E-mail: </p>
        <p>
          <email xlink:href="anpluiz@incor.usp.br">anpluiz@incor.usp.br</email>
        </p>
      </fn>
    </p>
    <p>Artigo recebido em 15/05/09; revisado recebido em 25/07/09; aceito em 07/10/09.</p>
  </body>
  <back>
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          <article-title>Podoplanin: a novel diagnostic immunohistochemical marker</article-title>
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          <article-title>Lymphatic system in human dilated cardiomyopathy</article-title>
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        <article-title xml:lang="es">Cuantificaci&#243;n de vasos linf&#225;ticos en la cardiomiopat&#237;a dilatada y chag&#225;sica cr&#243;nica</article-title>
      </title-group>
    </front-stub>
    <body>
      <p>
        <bold>COMUNICACI&#211;N BREVE</bold>
      </p>
      <p>
        <fn id="top-body2">
          <label>
            <bold>Cuantificaci&#243;n de vasos linf&#225;ticos en la cardiomiopat&#237;a dilatada y chag&#225;sica cr&#243;nica</bold>
          </label>
          <p>
            <bold>Luiz Alberto Benvenuti; Ana Maria Gon&#231;alves da Silva; Vera Demarchi Aiello</bold>
          </p>
        </fn>
      </p>
      <p>Instituto do Cora&#231;&#227;o do Hospital das Cl&#237;nicas (InCor) - FMUSP, Instituto de Medicina Tropical (LIM 06) - FMUSP, S&#227;o Paulo, SP - Brasil</p>
      <p>Correspondencia</p>
      <p><bold>Palabras clave: </bold> Cardiomiopat&#237;a chag&#225;sica, cardiomiopat&#237;a dilatada, vasos linf&#225;ticos.</p>
      <p>
        <bold>Introducci&#243;n</bold>
      </p>
      <p>El reciente desarrollo de anticuerpos espec&#237;ficos para el endotelio linf&#225;tico ha permitido su detecci&#243;n por t&#233;cnica inmunohistoqu&#237;mica<sup>1</sup>. Pese a este avance metodol&#243;gico, no se viene tratando con la debida atenci&#243;n el estudio morfol&#243;gico de los vasos linf&#225;ticos del miocardio y muy poco se sabe sobre esto en las diferentes cardiopat&#237;as.</p>
      <p>La insuficiencia cardiaca congestiva conlleva edema intersticial en diferentes &#243;rganos y tejidos, incluido el miocardio, con el drenaje de este exceso de fluido por el sistema linf&#225;tico. El edema del miocardio est&#225; implicado en el desarrollo de fibrosis intersticial y perjudica el desempe&#241;o cardiaco<sup>2</sup>.</p>
      <p>El objetivo de este estudio es comparar los vasos linf&#225;ticos del miocardio de pacientes con insuficiencia cardiaca congestiva secundaria en la cardiomiopat&#237;a dilatada idiop&#225;tica o la cardiomiopat&#237;a chag&#225;sica cr&#243;nica, con los vasos linf&#225;ticos del miocardio normal.</p>
      <p>
        <bold>M&#233;todos</bold>
      </p>
      <p>Se evaluaron previamente algunas caracter&#237;sticas morfol&#243;gicas de biopsias endomioc&#225;rdicas de pacientes portadores de insuficiencia card&#237;aca congestiva clase funcional III &#243; IV, secundaria a la cardiomiopat&#237;a dilatada idiop&#225;tica (CDI) o cardiomiopat&#237;a chag&#225;sica cr&#243;nica (CCC), &#233;sta &#250;ltima caracterizada por pruebas serol&#243;gicas positivas para la enfermedad de Chagas y por la presencia de miocarditis linfohistiocit&#225;ria cr&#243;nica<sup>3,4</sup>. En este estudio se reevaluaron las biopsias de 31 pacientes con CDI (promedio de edad: 40,65 &#177; 12,14 a&#241;os; 22 del sexo masculino) y 24 pacientes con CCC (promedio de edad: 43,71 &#177; 9,29 a&#241;os; 21 del sexo masculino), en que fue posible obtener nuevos cortes histol&#243;gicos que presentaran como m&#237;nimo 1,25 mm<sup>2</sup> de &#225;rea analizable (cinco campos microsc&#243;picos de 400 &#180;). Como grupo-control, recolectamos peque&#241;as muestras del endomiocardio del ventr&#237;culo derecho normal de 11 individuos muertos por causas no cardiovasculares y sometidos a necropsia (promedio de edad: 50,82 &#177;15,39; 3 del sexo masculino). Estas muestras se procesaron rutinariamente y las incluyeron en parafina. Cortes seriados a 4 mm se colorearon con hematoxilina-eosina, tricr&#243;mico de Mason o sometieron a la t&#233;cnica inmunohistoqu&#237;mica para detecci&#243;n de vasos linf&#225;ticos.</p>
      <p>
        <bold>Inmunohistoqu&#237;mica</bold>
      </p>
      <p>Cortes histol&#243;gicos se incubaron con anticuerpo monoclonal D2-40 (Dako Corporation, CA) diluido 1:100, overnight, a 4&#186; C. Las reacciones se desarrollaron con el pol&#237;mero marcado con peroxidasa EnVision (Dako Corporation, CA) por 30 minutos a temperatura ambiente y las visualizaron con 3,3' diaminobenzidina. Cortes histol&#243;gicos de piel normal se utilizaron como controles positivos y negativos, omiti&#233;ndose el anticuerpo primario en los &#250;ltimos.</p>
      <p>
        <bold>Histopatolog&#237;a y morfometr&#237;a</bold>
      </p>
      <p>Se evaluaron el di&#225;metro promedio de los miocitos, el &#225;rea fraccional de col&#225;geno, el &#225;rea fraccional de los vasos linf&#225;ticos y el di&#225;metro del vaso linf&#225;tico de mayor calibre de cada muestra. Miocarditis se caracteriz&#243; por la presencia de infiltrado inflamatorio mononuclear asociado a degeneraci&#243;n y/o necrosis de los miocitos, de acuerdo al criterio de Dallas<sup>5</sup>. El di&#225;metro de los miocitos y el &#225;rea fraccional de col&#225;geno se evaluaron de conformidad a lo previamente descripto<sup>3,4</sup>. El &#225;rea total ocupada por el corte histol&#243;gico, el &#225;rea total ocupada por los vasos linf&#225;ticos y el di&#225;metro del vaso linf&#225;tico de mayor calibre se midieron con ayuda de sistema computarizado de an&#225;lisis de im&#225;genes. El &#225;rea fraccional de los linf&#225;ticos se calcul&#243; por medio de la raz&#243;n entre el &#225;rea total ocupada por los vasos linf&#225;ticos y el &#225;rea total ocupada por el corte histol&#243;gico, multiplicada por 100.</p>
      <p>
        <bold>An&#225;lisis estad&#237;stico</bold>
      </p>
      <p>Los datos morfom&#233;tricos de los tres grupos se compararon utilizando la prueba de an&#225;lisis de varianza de puestos de Kruskal-Wallis. El valor de p &#163; 0,05 se consider&#243; estad&#237;sticamente significante.</p>
      <p>
        <bold>Resultados</bold>
      </p>
      <p>Los vasos linf&#225;ticos estaban presentes entre los miocitos, alrededor de los vasos sangu&#237;neos o, de modo m&#225;s escaso, en el endocardio. Los vasos linf&#225;ticos se hallaban esparcidos, en un n&#250;mero mucho menor que los vasos sangu&#237;neos, y su densidad vari&#243; grandemente de muestra para muestra y aun en diferentes &#225;reas de la misma muestra. Ocasionalmente hab&#237;a numerosos vasos linf&#225;ticos colapsados, ramificados y agrupados, particularmente alrededor de arteriolas (<xref ref-type="fig" rid="f1-body2">fig. 1</xref>). Pacientes de los grupos CDI y CCC presentaron mayor di&#225;metro de los miocitos (p &lt; 0,001) y mayor &#225;rea fraccional de col&#225;geno (p &lt; 0,001) que los individuos del grupo control, sin diferencias entre los dos primeros grupos. No hubo diferencia estad&#237;stica entre los grupos en cuanto el &#225;rea fraccional de vasos linf&#225;ticos (p = 0,075), teniendo en cuenta que la mediana del grupo control fue la m&#225;s elevada de los tres grupos. El di&#225;metro del vaso linf&#225;tico de mayor calibre fue menor en el grupo CDI comparado al grupo control, sin embargo no al grupo CCC (p = 0,035), sin diferencias entre estos dos &#250;ltimos grupos (<xref ref-type="fig" rid="es_20f02-body2">fig. 2</xref>). La miocarditis linfohistiocit&#225;ria estuvo presente en 20/24 (83%) pacientes del grupo CCC y en ning&#250;n paciente de los grupos CDI o control.</p>
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        <fig id="es_20f02-body2">
          <graphic xlink:href="1678-4170-abc-94-04-0564-00020-gf01-es.jpg"/></fig>
      </p>
      <fig id="f1-body2">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-94-04-0564-00020-gf02-es.jpg"/></fig>
      <p>
        <bold>Discusi&#243;n</bold>
      </p>
      <p>No se viene prestando la debida atenci&#243;n a la investigaci&#243;n de los vasos linf&#225;ticos en las diversas cardiopat&#237;as humanas. Esto se debe en gran parte a la dificultad en distinguir estos vasos de los sangu&#237;neos, lo que hasta hace poco tiempo s&#243;lo era posible a partir del examen por la microscopia electr&#243;nica. No obstante, el reciente desarrollo de anticuerpos monoclonales capaces de reconocer espec&#237;ficamente el endotelio linf&#225;tico<sup>1</sup> ha cambiado este panorama, y se relataron<sup>6,7</sup> algunos estudios morfol&#243;gicos sobre las alteraciones de los vasos linf&#225;ticos en la enfermedad isqu&#233;mica del coraz&#243;n y en el trasplante cardiaco.</p>
      <p>El coraz&#243;n de los mam&#237;feros presenta un plexo linf&#225;tico subendoc&#225;rdico, vasos linf&#225;ticos en el miocardio (en un n&#250;mero mucho menor que los capilares sangu&#237;neos) y un plexo linf&#225;tico subepic&#225;rdico, &#233;ste &#250;ltimo con vasos recolectores de mayor calibre que acompa&#241;an las ramas epic&#225;rdicas de las arterias coronarias<sup>2,8</sup>.</p>
      <p>En nuestras muestras los vasos linf&#225;ticos aparecieron focalmente colapsados, ramificados y agrupados, impidiendo su conteo fiable. As&#237;, optamos por evaluar su &#225;rea fraccional, que, al contrario del n&#250;mero absoluto, sufre influencia del estado de distensi&#243;n vascular.</p>
      <p>Sabemos que hay al menos un relato que abarca los vasos linf&#225;ticos del miocardio en cardiomiopat&#237;as: al analizar por microscopia electr&#243;nica muestras de coraz&#243;n de pacientes con CDI, los autores relataron dilataci&#243;n de los linf&#225;ticos en &#225;reas de edema intersticial y rarefacci&#243;n e irregularidad de los mismos en &#225;reas de fibrosis intersticial<sup>9</sup>. El presente estudio es el primer a llevar a cabo el examen inmunohistoqu&#237;mico morfom&#233;trico de los vasos linf&#225;ticos del miocardio en cardiomiopat&#237;as. A pesar de esperar el aumento de su &#225;rea fraccional, condicionadas por la insuficiencia cardiaca congestiva de los pacientes y tambi&#233;n por el proceso inflamatorio cr&#243;nico (miocarditis linfohistiocit&#225;ria) en el grupo CCC, las mediciones morfom&#233;tricas no confirmaron esta hip&#243;tesis. Por lo contrario, a pesar de estad&#237;sticamente no significante, pacientes de los grupos CDI y CCC presentaron menor &#225;rea fraccional de linf&#225;ticos que el grupo control. Adem&#225;s de esto, pacientes del grupo CDI presentaron menor di&#225;metro del vaso linf&#225;tico de mayor calibre comparado a los individuos del grupo control. Es posible que tales resultados inesperados puedan estar relacionados a la mayor &#225;rea fraccional de col&#225;geno (fibrosis) de los grupos CDI y CCC, lo que conllevar&#237;a la rarefacci&#243;n y atrofia de los vasos linf&#225;ticos, seg&#250;n se ha relatado anteriormente<sup>9</sup>.</p>
      <p>Los resultados de este estudio son preliminares, ya que la relativa escasez y la gran variabilidad regional de los vasos linf&#225;ticos del miocardio hacen dif&#237;cil la interpretaci&#243;n conclusiva de datos obtenidos por la evaluaci&#243;n de muestras peque&#241;as, como la biopsia endomioc&#225;rdica. Nuestros resultados deben ser confirmados por estudios posteriores, con la utilizaci&#243;n de muestras amplias de corazones de pacientes sometidos a trasplante card&#237;aco o necropsia.</p>
      <p>
        <bold>Agradecimientos</bold>
      </p>
      <p>Al Prof. Dr. Thales de Brito, que gentilmente nos cedi&#243; el anticuerpo D2-40.</p>
      <p>
        <bold>Potencial Conflicto de Intereses</bold>
      </p>
      <p>Declaro no haber conflicto de intereses pertinentes.</p>
      <p>
        <bold>Fuentes de Financiaci&#243;n</bold>
      </p>
      <p>El presente estudio no tuvo fuentes de financiaci&#243;n externas.</p>
      <p>
        <bold>Vinculaci&#243;n Acad&#233;mica</bold>
      </p>
      <p>No hay vinculaci&#243;n de este estudio a programas de postgrado.</p>
      <p>
        <bold>Referencias</bold>
      </p>
    </body>
  </sub-article>
  <sub-article article-type="translation" id="TRen" xml:lang="en">
    <front-stub>
      <article-categories>
        <subj-group subj-group-type="heading">
          <subject>Brief Communication</subject>
        </subj-group>
      </article-categories>
      <title-group>
        <article-title xml:lang="en">Quantification of lymphatic vessels in dilated and chronic chagasic cardiomyopathy</article-title>
      </title-group>
    </front-stub>
    <body>
      <p>
        <bold>BRIEF COMMENTS</bold>
      </p>
      <fig id="add1-body3"/>
      <p>Quantification of lymphatic vessels in dilated and chronic chagasic cardiomyopathy</p>
      <p>
        <bold>Luiz Alberto Benvenuti; Ana Maria Gon&#231;alves da Silva; Vera Demarchi Aiello</bold>
      </p>
      <p>Instituto do Cora&#231;&#227;o do Hospital das Cl&#237;nicas (InCor) - FMUSP, Instituto de Medicina Tropical (LIM 06) - FMUSP, S&#227;o Paulo, SP - Brazil</p>
      <p>Mailing address</p>
      <p><bold>Key words:</bold> Chagasic cardiomyopathy; dilated cardiomyopathy; lymphatic vessels.</p>
      <p>
        <bold>Introduction</bold>
      </p>
      <p>The recent development of specific antibodies for the lymphatic endothelium has allowed its detection by the immunohistochemical technique<sup>1</sup>. In spite of this methodological advancement, the morphological study of the myocardial lymphatic vessels has been neglected and very little is known about this in the different cardiopathies. </p>
      <p>The congestive heart failure causes interstitial edema in different organs and tissues, including the myocardium, and this excess fluid must be drained by the lymphatic system. The myocardial edema is involved in the development of interstitial fibrosis and impairs the heart function<sup>2</sup>. </p>
      <p>The objective of this study is to compare the myocardial lymphatic vessels of patients with congestive heart failure secondary to idiopathic dilated cardiomyopathy or chronic chagasic cardiomyopathy with normal myocardial lymphatic vessels. </p>
      <p>
        <bold>Methods</bold>
      </p>
      <p>Some morphological characteristics of endomyocardial biopsies from patients with congestive heart failure functional class III or IV, secondary to idiopathic dilated cardiomyopathy (IDC) or chronic chagasic cardiomyopathy (CCC) were previously evaluated; the latter was characterized by positive serological tests for Chagas disease and by the presence of chronic lymphohistiocytic myocarditis<sup>3,4</sup>. In this study, the biopsies of 31 patients with IDC (mean age 40.65 &#177; 12.14 years; 22 males) and 24 patients with CCC (mean age: 43.71 &#177; 9.29 years; 21 males) were re-evaluated, which supplied new histological sections that presented at least 1.25 mm<sup>2</sup> of analyzable area (five microscopic fields of 400 &#215;). As the control group, we collected small samples of normal right ventricular endomyocardium of 11 individuals that died due to non-cardiovascular causes and were submitted to necropsy (mean age 50.82 &#177; 15.39; 3 males). These samples were routinely processed and paraffin-embedded. Serial 4-&#181;m sections were stained by hematoxylin and eosin, Masson&#180;s trichrome or submitted to the immunohistochemical technique for the detection of lymphatic vessels. </p>
      <p>
        <bold>Immunohistochemistry</bold>
      </p>
      <p>Histological sections were incubated with the monoclonal antibody D2-40 (Dako Corporation, CA) diluted 1:100, overnight, at 4&#186;C. The reactions were developed with the EnVision peroxidase labeled polymer (Dako Corporation, CA) for 30 minutes at room temperature and visualized with 3,3&#180; diaminobenzidine. Histological sections of normal skin were used as positive and negative controls, omitting the primary antibody in the latter. </p>
      <p>
        <bold>Histopathology and morphometry </bold>
      </p>
      <p>The mean diameter of the myocytes, the fractional area of collagen, the fractional area of the lymphatic vessels and the diameter of the largest-caliber lymphatic vessel of each sample were analyzed. Myocarditis was characterized by the presence of mononuclear inflammatory infiltrate associated to degeneration and/or necrosis of myocytes, according to the Dallas criteria<sup>5</sup>. The diameter of myocytes and the fractional area of collagen were assessed as previously described<sup>3,4</sup>. The total area occupied by the histological section, the total area occupied by the lymphatic vessels and the diameter of the largest-caliber lymphatic vessel were measured with the help of a computerized image analysis system. The fractional area of the lymphatic vessels was calculated through the ratio between the total area occupied by the lymphatic vessels and the total area occupied by the histological section, multiplied by 100. </p>
      <p>
        <bold>Statistical analysis</bold>
      </p>
      <p>The morphometric data of the three groups were compared using the Kruskal-Wallis analysis of variance by ranks. A p value <underline>&lt;</underline> 0.05 was considered statistically significant.</p>
      <p>
        <bold>Results</bold>
      </p>
      <p>The lymphatic vessels were present among the myocytes, around the blood vessels or, more rarely, in the endocardium. The lymphatic vessels were sparse and at a lower number than the blood vessels, and their density varied greatly from sample to sample and even in different areas of the same sample. Occasionally, there were several collapsed, ramified and grouped lymphatic vessels, particularly around the arterioles (<xref ref-type="fig" rid="en_a20fig01-body3">Figure 1</xref>). Patients from the IDC and CCC groups presented myocytes with larger diameters (p &lt; 0.001) and higher fractional area of collagen (p &lt; 0.001) than the individuals from the control group, with no differences between the two first groups. There was no statistical difference among the groups regarding the fractional area of the lymphatic vessels (p = 0.075) and it is noteworthy the fact that the median in the control group was the highest among the three groups. The diameter of largest-caliber lymphatic vessel was smaller in the IDC group, when compared to the control group, but not when compared with the CCC group (p = 0.035), with no differences between the last two groups (<xref ref-type="fig" rid="en_a20fig02-body3">Figure 2</xref>). Lymphohistiocytic myocarditis was present in 20/24 (83%) patients from the CCC group and in none of the patients from the IDC or control groups. </p>
      <p content-type="asset">
        <fig id="en_a20fig01-body3">
          <graphic xlink:href="1678-4170-abc-94-04-0564-00020-gf01-en.jpg"/></fig>
      </p>
      <p content-type="asset">
        <fig id="en_a20fig02-body3">
          <graphic xlink:href="1678-4170-abc-94-04-0564-00020-gf02-en.jpg"/></fig>
      </p>
      <p>
        <bold>Discussion</bold>
      </p>
      <p>The investigation of the lymphatic vessels in the several human cardiopathies has been neglected. This is greatly due to the difficulty in differentiating these vessels from blood vessels, which until recently was only possible through electron microscopy. However, the recent development of monoclonal antibodies capable of specifically recognizing the lymphatic endothelium<sup>1</sup> has changed this scenario and some morphological studies on the alterations in the lymphatic vessels in ischemic heart disease and heart transplantation have been reported<sup>6,7</sup>. </p>
      <p>The heart of the mammals presents a subendocardial lymphatic plexus, lymphatic vessels in the myocardium (at much lower numbers than blood capillaries) and a subepicardial lymphatic plexus, the latter containing larger caliber collecting vessels that follow the epicardial branches of the coronary arteries<sup>2,8</sup>. </p>
      <p>In our samples, the lymphatic vessels appeared focally collapsed, ramified and grouped, preventing their accurate counting. Thus, we chose to assess their fractional area, which differently from the absolute number, is under the influence of the state of vascular distension. </p>
      <p>To the best of our knowledge, there has been only one report on the lymphatic vessels of the myocardium in cardiomyopathies: analyzing samples of the heart of patients with IDC through electron microscopy, the authors reported dilation of lymphatic vessels in areas of interstitial edema and their rarefaction and irregularity in areas of interstitial fibrosis<sup>9</sup>. The present study is the first to perform a morphometric immunohistochemical assessment of the lymphatic vessels of the myocardium in cardiomyopathies. Although we expected the increase in their fractional area, caused by the congestive heart failure presented by the patients and also by the chronic inflammatory process (lymphohistiocytic myocarditis) in the CCC group, the morphometric measurements did not confirm this hypothesis. On the contrary, although statistically non-significant, the patients from the IDC and CCC groups presented a smaller fractional area of lymphatic vessels than the control group. Additionally, the patients from the IDC group presented a smaller diameter of the largest-caliber lymphatic vessels when compared with those from the control group. It is possible that such unexpected results might be related to the larger fractional area of collagen (fibrosis) in the IDC and CCC groups, which would result in lymphatic vessel rarefaction and atrophy, as previously reported<sup>9</sup>. </p>
      <p>The present study results are preliminary ones, as the relative scarcity and the great regional variability of the lymphatic vessels in the myocardium make it difficult to achieve a conclusive interpretation of the data obtained through the assessment of small samples, such as the ones obtained at endomyocardial biopsies. </p>
      <p>Our results must be confirmed by further studies, using larger samples of hearts of patients submitted to heart transplant or necropsy. </p>
      <p>
        <bold>Acknowledgements</bold>
      </p>
      <p>To Prof. Dr. Thales de Brito, who kindly provided the D2-40 antibody. </p>
      <p>
        <bold>Potential Conflict of Interest</bold>
      </p>
      <p>No potential conflict of interest relevant to this article was reported.</p>
      <p>
        <bold>Sources of Funding</bold>
      </p>
      <p>There were no external funding sources for this study.</p>
      <p>
        <bold>Study Association</bold>
      </p>
      <p>This study is not associated with any post-graduation program.</p>
      <p>
        <bold>References</bold>
      </p>
    </body>
  </sub-article>
</article>
