<!DOCTYPE article PUBLIC "-//NLM//DTD JATS (Z39.96) Journal Publishing DTD v1.1 20151215//EN" "https://jats.nlm.nih.gov/publishing/1.1/JATS-journalpublishing1.dtd">
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        <journal-title>Arquivos Brasileiros de Cardiologia</journal-title>
        <abbrev-journal-title abbrev-type="publisher">Arq. Bras. Cardiol.</abbrev-journal-title>
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      <issn pub-type="epub">1678-4170</issn>
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        <publisher-name>Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC</publisher-name>
        <publisher-loc>S&#227;o Paulo, SP, Brazil</publisher-loc>
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      <article-id pub-id-type="publisher-id" specific-use="scielo-v3">WYgGY337JHPhGcNBjcnfN6p</article-id>
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      <article-id pub-id-type="publisher-id" specific-use="scielo-v2">S0066-782X2010000200003</article-id>
      <article-id pub-id-type="publisher-id" specific-use="scielo-v1">S0066-782X(10)09400203</article-id>
      <article-id pub-id-type="doi">10.1590/S0066-782X2010000200003</article-id>
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          <subject>Artigos Originais</subject>
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        <article-title>Frequ&#234;ncia de rupturas agudas de placas e fibroateromas de capa fina em locais de estenose m&#225;xima</article-title>
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        <institution content-type="orgname">University of Maryland</institution>
        <institution content-type="orgdiv1">Armed Forces Institute of Pathology </institution>
        <country country="US">United States</country>
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      <pub-date date-type="collection" publication-format="electronic">
        <month>02</month>
        <year>2010</year>
      </pub-date>
      <volume>94</volume>
      <issue>2</issue>
      <fpage>153</fpage>
      <lpage>159</lpage>
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          <day>30</day>
          <month>06</month>
          <year>2009</year>
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        <date date-type="rev-recd">
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          <year>2009</year>
        </date>
        <date date-type="accepted">
          <day>20</day>
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          <year>2009</year>
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          <license-p>This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.</license-p>
        </license>
      </permissions>
      <abstract>
        <p>FUNDAMENTO: Poucos estudos de aut&#243;psia relacionam locais de fibroateromas de capa fina (FCF) a locais de ruptura aguda de placas em art&#233;rias respons&#225;veis, e locais de estreitamento m&#225;ximo em art&#233;rias n&#227;o respons&#225;veis. OBJETIVO: O objetivo do presente estudo foi quantificar e localizar a frequ&#234;ncia de FCF em rela&#231;&#227;o aos locais de estenose m&#225;xima em placas ateroscler&#243;ticas. M&#201;TODOS: Estudamos 88 cora&#231;&#245;es em v&#237;timas de morte s&#250;bita devido a um tromo coronariano sobreposta a ruptura aguda da placa. Fibroateromas de capa fina foram definidos como capa fibrosa &lt; 65 m&#237;crons sobrepostos a um n&#250;cleo necr&#243;tico. O percentual de estreitamento luminal foi determinado nos locais de ruptura de placa e fibroateromas de capa fina. RESULTADOS: O estudo foi composto por 81 homens e 7 mulheres com idade m&#233;dia de 50 anos &#177; 9 DP. A ruptura da placa se deu no local de estreitamento luminal m&#225;ximo em 47% das art&#233;rias respons&#225;veis. Observou-se a presen&#231;a de FCFs em 67 cora&#231;&#245;es (83%). Desse n&#250;mero, 49 (73%) demonstravam FCFs na art&#233;ria respons&#225;vel; 17 (25%) apenas na art&#233;ria respons&#225;vel, 32 (48%) na art&#233;ria respons&#225;vel e na art&#233;ria n&#227;o respons&#225;vel, e 18 (27%) apenas em uma art&#233;ria n&#227;o respons&#225;vel. Em art&#233;rias n&#227;o respons&#225;veis, os FCFs representaram o local m&#225;ximo da estenose em 44% das art&#233;rias. O local da ruptura aguda foi o local do estreitamento luminal m&#225;ximo nos vasos envolvidos em 47% de cora&#231;&#245;es de pacientes pr&#243;ximos do &#243;bito devido &#224; ruptura da placa. CONCLUS&#195;O: Esses dados podem sugerir que o estreitamento luminal n&#227;o &#233; um marcador confi&#225;vel para FCF.</p>
      </abstract>
      <kwd-group xml:lang="pt" kwd-group-type="author-generated">
        <kwd>Aterosclerose</kwd>
        <kwd>doen&#231;a da art&#233;ria coron&#225;ria</kwd>
        <kwd>ruptura card&#237;aca</kwd>
        <kwd>estenose coronariana</kwd>
      </kwd-group>
      <pub-date publication-format="electronic" date-type="pub">
        <day>05</day>
        <month>05</month>
        <year>2010</year>
      </pub-date>
    </article-meta>
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  <body>
    <p>ARTIGO ORIGINAL </p>
    <p> ANATOMIA PATOL&#211;GICA</p>
    <p>
      <bold>Frequ&#234;ncia de rupturas agudas de placas e fibroateromas de capa fina em locais de estenose m&#225;xima</bold>
    </p>
    <p>
      <bold>Fabio Tavora; Nathaniel Cresswell; Ling Li; David Fowler; Allen Burke</bold>
    </p>
    <p>Armed Forces Institute of Pathology, University of Maryland</p>
    <p>
      <xref ref-type="corresp" rid="back">Correspond&#234;ncia</xref>
    </p>
    <p>
      <bold>RESUMO</bold>
    </p>
    <p><bold>FUNDAMENTO: </bold> Poucos estudos de aut&#243;psia relacionam locais de fibroateromas de capa fina (FCF) a locais de ruptura aguda de placas em art&#233;rias respons&#225;veis, e locais de estreitamento m&#225;ximo em art&#233;rias n&#227;o respons&#225;veis. </p>
    <p><bold>OBJETIVO:</bold> O objetivo do presente estudo foi quantificar e localizar a frequ&#234;ncia de FCF em rela&#231;&#227;o aos locais de estenose m&#225;xima em placas ateroscler&#243;ticas. </p>
    <p><bold>M&#201;TODOS:</bold> Estudamos 88 cora&#231;&#245;es em v&#237;timas de morte s&#250;bita devido a um tromo coronariano sobreposta a ruptura aguda da placa. Fibroateromas de capa fina foram definidos como capa fibrosa &lt; 65 m&#237;crons sobrepostos a um n&#250;cleo necr&#243;tico. O percentual de estreitamento luminal foi determinado nos locais de ruptura de placa e fibroateromas de capa fina. </p>
    <p><bold>RESULTADOS:</bold> O estudo foi composto por 81 homens e 7 mulheres com idade m&#233;dia de 50 anos &#177; 9 DP. A ruptura da placa se deu no local de estreitamento luminal m&#225;ximo em 47% das art&#233;rias respons&#225;veis. Observou-se a presen&#231;a de FCFs em 67 cora&#231;&#245;es (83%). Desse n&#250;mero, 49 (73%) demonstravam FCFs na art&#233;ria respons&#225;vel; 17 (25%) apenas na art&#233;ria respons&#225;vel, 32 (48%) na art&#233;ria respons&#225;vel e na art&#233;ria n&#227;o respons&#225;vel, e 18 (27%) apenas em uma art&#233;ria n&#227;o respons&#225;vel. Em art&#233;rias n&#227;o respons&#225;veis, os FCFs representaram o local m&#225;ximo da estenose em 44% das art&#233;rias. O local da ruptura aguda foi o local do estreitamento luminal m&#225;ximo nos vasos envolvidos em 47% de cora&#231;&#245;es de pacientes pr&#243;ximos do &#243;bito devido &#224; ruptura da placa. </p>
    <p><bold>CONCLUS&#195;O:</bold> Esses dados podem sugerir que o estreitamento luminal n&#227;o &#233; um marcador confi&#225;vel para FCF.</p>
    <p><bold>Palavras-chave:</bold> Aterosclerose, doen&#231;a da art&#233;ria coron&#225;ria, ruptura card&#237;aca, estenose coronariana.</p>
    <p>
      <bold>Introdu&#231;&#227;o</bold>
    </p>
    <p>O fibroateroma de capa fina (FCF) &#233; considerado a les&#227;o precursora da ruptura aguda da placa, e foi definido como um fibroateroma com capa fibrosa mais fina que 65 m&#237;crons<sup>1</sup>. Os n&#250;meros de fibroateromas de capa fina foram descritos em diversos estudos de aut&#243;psia<sup>2-5</sup>. A obten&#231;&#227;o da imagem dos FCFs n&#227;o &#233; vi&#225;vel por m&#233;todos de rotina devido &#224; falta de resolu&#231;&#227;o, embora diversas abordagens investigativas estejam sendo estudadas para identificar FCFs em art&#233;rias coron&#225;rias<sup>6-14</sup>.</p>
    <p>A rela&#231;&#227;o entre estenoses de placas subjacentes e &#225;reas de estreitamento luminal m&#225;ximo que comparem os locais de ruptura e FCFs n&#227;o foi estudada a fundo em aut&#243;psia. Embora o estreitamento m&#225;ximo seja frequentemente o local da ruptura da placa ou FCF em uma determinada art&#233;ria, ainda n&#227;o se sabe a frequ&#234;ncia com a qual essas les&#245;es ocupam a les&#227;o mais severa em termos de angiografia.</p>
    <p>Estudamos uma s&#233;rie de cora&#231;&#245;es com ruptura aguda da placa para determinar a frequ&#234;ncia com a qual rupturas agudas constituem o local do estreitamento luminal m&#225;ximo em uma determinada art&#233;ria (art&#233;ria respons&#225;vel), e a frequ&#234;ncia com a qual o FCF &#233; o local do estreitamento luminal m&#225;ximo em art&#233;rias n&#227;o respons&#225;veis.</p>
    <p>
      <bold>M&#233;todos</bold>
    </p>
    <p>Os cora&#231;&#245;es foram examinados em consulta de um Instituto M&#233;dico Legal. Casos de morte s&#250;bita card&#237;aca foram selecionados com base na presen&#231;a de ruptura aguda da placa com trombo luminal. Art&#233;rias epic&#225;rdicas foram seccionadas em s&#233;rie em intervalos de 3 mm e todas com arterioscleroses vis&#237;veis foram incrustadas em parafina ap&#243;s a fixa&#231;&#227;o. Uma m&#233;dia de 36 &#177; 23 segmentos foram estudados microscopicamente em cada cora&#231;&#227;o. Ruptura aguda da placa e fibroateroma de capa fina foram definidos conforme descritos anteriormente<sup>1</sup>. Especificamente, o fibroateroma de capa fina denotou a presen&#231;a de n&#250;cleo necr&#243;tico com capa fibrosa sobreposta, que media <underline>&lt;</underline> 65 m&#237;crons de espessura. A estenose dos locais de ruptura da placa adjacente n&#227;o incluiu a trombose mural. A estenose foi determinada por planimetria computadorizada na maioria dos casos (c&#226;mera SPOT<sup>&#174;</sup> Insight Digital montada em microsc&#243;pio Olympus BX41), ap&#243;s a colora&#231;&#227;o das fibras el&#225;sticas ao redor da l&#226;mina el&#225;stica interna pela colora&#231;&#227;o Movat pentacromo. As medi&#231;&#245;es inclu&#237;ram espessura m&#237;nima da capa fibrosa, &#225;rea da l&#226;mina el&#225;stica interna, e &#225;rea luminal. Em casos em c&#227;o de trombo, a &#225;rea tromb&#243;tica foi exclu&#237;da; e outras palavras, apenas a placa subjacente foi medida. A morfometria &#233; realizada utilizando o software IPLab (Scanalytics, Inc., Fairfax, VA). Um segmento desprovido de n&#250;cleo necr&#243;tico foi necess&#225;rio para considerar um FCF ou uma ruptura aguda como uma les&#227;o distinta e n&#227;o uma placa cont&#237;gua.</p>
    <p>Foram identificadas e medidas 5 tipos de placas nas 4 maiores art&#233;rias (tronco da art&#233;ria coron&#225;ria esquerda, art&#233;ria descendente anterior e diagonais, art&#233;ria circunflexa e marginais esquerdas, e a art&#233;ria coron&#225;ria direita): o local da ruptura aguda; o local do estreitamento m&#225;ximo na art&#233;ria respons&#225;vel (caso n&#227;o fosse o local de ruptura); FCFs proximais e distais ao local de ruptura na art&#233;ria respons&#225;vel (2 no m&#225;ximo); FCF com o maior estreitamento nas art&#233;rias n&#227;o respons&#225;veis (1 por art&#233;ria, m&#225;ximo de 3 por cora&#231;&#227;o); e estreitamento luminal m&#225;ximo nas art&#233;rias n&#227;o respons&#225;veis com FCFs (m&#225;ximo de 3 por cora&#231;&#227;o). Todos os 88 cora&#231;&#245;es foram considerados na determina&#231;&#227;o da frequ&#234;ncia com a qual o local de ruptura foi o local do estreitamento luminal m&#225;ximo na art&#233;ria respons&#225;vel e comparando o percentual de estenose do local de ruptura quando m&#225;ximo ou n&#227;o. FCFs na art&#233;ria respons&#225;vel foram medidos proximalmente e distalmente ao local de ruptura para determinar a frequ&#234;ncia de cada grupo e a frequencia com a qual o FCF foi a les&#227;o mais pr&#243;xima e mais estreitada ap&#243;s a ruptura (<xref ref-type="table" rid="t01">Tabela 1</xref>). FCFs nas art&#233;rias n&#227;o respons&#225;veis tamb&#233;m foram comparados da mesma forma aos locais de estreitamento m&#225;ximo (<xref ref-type="table" rid="t02">Tabela 2</xref>).</p>
    <p content-type="asset">
      <table-wrap id="t01">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-94-02-0153-00003-gt01.jpg"/></table-wrap>
    </p>
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        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-94-02-0153-00003-gt02.jpg"/></table-wrap>
    </p>
    <p>
      <bold>Resultados</bold>
    </p>
    <p>O estudo envolveu 81 homens e 7 mulheres. A idade m&#233;dia foi 50 anos (<xref ref-type="table" rid="t3">Tabela 3</xref>). O local mais frequente de ruptura aguda da placa foi a art&#233;ria descendente anterior esquerda, seguida pela direita (<xref ref-type="table" rid="t3">Tabela 3</xref>). 67 dos 88 cora&#231;&#245;es apresentavam FCF <underline>&gt;</underline> 1; esses cora&#231;&#245;es formaram a base do nosso estudo.</p>
    <table-wrap id="t3">
      <graphic xlink:href="1678-4170-abc-94-02-0153-00003-gt03.jpg"/></table-wrap>
    <p>Rupturas da placa estiveram presentes na art&#233;ria descendente anterior esquerda e ramos de 45 cora&#231;&#245;es, na art&#233;ria coron&#225;ria direita e ramos de 27 cora&#231;&#245;es, art&#233;rias circunflexas e marginais esquerdas em 13 cora&#231;&#245;es, e no tronco da art&#233;ria coronariana esquerda em 3. A <xref ref-type="fig" rid="f1">Figura 1</xref> ilustra um exemplo cl&#225;ssico de uma trombose aguda sobreposta &#224; ruptura da placa. Em 41 cora&#231;&#245;es, o estreitamento subjacente no local da ruptura foi o estreitamento m&#225;ximo em toda a art&#233;ria respons&#225;vel; em 47 cora&#231;&#245;es, n&#227;o foi o caso (<xref ref-type="table" rid="t04">Tabela 4</xref>). A diferen&#231;a m&#233;dia no estreitamento da &#225;rea luminal entre o local de ruptura (excluindo a trombose) e o outro local de estreitamento m&#225;ximo foi de 18% tanto para o delta positivo e negativo (<xref ref-type="table" rid="t04">Tabela 4</xref>).</p>
    <p content-type="asset">
      <table-wrap id="t04">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-94-02-0153-00003-gt04.jpg"/></table-wrap>
    </p>
    <fig id="f1">
      <graphic xlink:href="1678-4170-abc-94-02-0153-00003-gf01.jpg"/></fig>
    <p>O estreitamento luminal m&#225;ximo estava presente na art&#233;ria respons&#225;vel (a que apresentava a ruptura da placa) em apenas 36% dos cora&#231;&#245;es. O estreitamento m&#225;ximo m&#233;dio na art&#233;ria n&#227;o respons&#225;vel foi de 81% &#177; 14 vs. 77% &#177; 14 na art&#233;ria respons&#225;vel (p = .06 teste pareado de T).</p>
    <p>Em 67 cora&#231;&#245;es com FCFs, 49 cora&#231;&#245;es apresentavam <underline>&gt;</underline> FCF na art&#233;ria respons&#225;vel com ruptura aguda; desses cora&#231;&#245;es, 17 apresentavam FCFs em outras art&#233;rias tamb&#233;m, e 18 cora&#231;&#245;es apresentavam FCFs apenas nas art&#233;rias n&#227;o respons&#225;veis (<xref ref-type="table" rid="t05">Tabela 5</xref>). O n&#250;mero m&#233;dio de FCFs nos 67 cora&#231;&#245;es com <underline>&gt;</underline> FCF foi de 1.8 &#177; 1.6 DP (<xref ref-type="table" rid="t05">Tabela 5</xref>). As <xref ref-type="fig" rid="f2">Figuras 2</xref> e <xref ref-type="fig" rid="f3">3</xref> mostram um FCF e um fibroateroma com capa fibrosa espessa, respectivamente.</p>
    <p content-type="asset">
      <table-wrap id="t05">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-94-02-0153-00003-gt05.jpg"/></table-wrap>
    </p>
    <fig id="f2">
      <graphic xlink:href="1678-4170-abc-94-02-0153-00003-gf02.jpg"/></fig>
    <fig id="f3">
      <graphic xlink:href="1678-4170-abc-94-02-0153-00003-gf03.jpg"/></fig>
    <p>O FCF foi mais comumente encontrado em art&#233;rias descendentes anteriores esquerdas e diagonais (54), seguido pelas art&#233;rias descendentes posteriores e direitas (52). Havia 4 FCFs no tronco da art&#233;ria coronariana esquerda, e 32 na distribui&#231;&#227;o circunflexa.</p>
    <p>Na art&#233;ria respons&#225;vel (a que apresentava a ruptura aguda), 32 FCFs eram proximais, e 29 distais ao local de ruptura. N&#227;o havia diferen&#231;a significativa no estreitamento da &#225;rea luminal (<xref ref-type="table" rid="t01">Tabela 1</xref>). Em 34% dos casos, o FCF era o local de estenose m&#225;xima, com 43% da &#225;rea de estenose m&#225;xima se proximal ao local de ruptura (<xref ref-type="table" rid="t02">Tabela 2</xref>).</p>
    <p>Em art&#233;rias n&#227;o respons&#225;veis (as que n&#227;o apresentavam ruptura aguda), 36 eram o local de estreitamento luminal m&#225;ximo, 21 eram proximais a uma placa est&#225;vel com estreitamento m&#225;ximo, e 24 eram distais (<xref ref-type="table" rid="t02">Tabela 2</xref>). A rela&#231;&#227;o entre a estenose no local do FCF, estreitamento m&#225;ximo nas art&#233;rias respons&#225;veis e n&#227;o respons&#225;veis ou o local de ruptura (respons&#225;vel) &#233; apresentada na <xref ref-type="table" rid="t06">Tabela 6</xref>. Os locais de estenose m&#225;xima tanto nas art&#233;rias respons&#225;veis quanto nas art&#233;rias n&#227;o respons&#225;veis e a estenose no local de ruptura eram significativamente mais estreitos do que a m&#233;dia do percentual de estreitamento luminal nos locais de FCF (<xref ref-type="table" rid="t06">Tabela 6</xref>).</p>
    <p content-type="asset">
      <table-wrap id="t06">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-94-02-0153-00003-gt06.jpg"/></table-wrap>
    </p>
    <p>
      <bold>Discuss&#227;o</bold>
    </p>
    <p>O presente estudo mostra que menos que 50% das rupturas agudas ocorrem no local de estreitamento luminal m&#225;ximo, e que uma propor&#231;&#227;o similar de FCFs est&#225; presente nos locais de estenose m&#225;xima nas art&#233;rias n&#227;o respons&#225;veis. Esses resultados corroboram os estudos angiogr&#225;ficos que mostram que embora os segmentos estreitados &gt;80% est&#227;o mais propensos &#224; oclus&#227;o por ruptura presumida, as placas menos obstrutivas acarretam mais oclus&#245;es por causa do seu n&#250;mero bem superior<sup>15</sup>. No presente estudo, a presen&#231;a de FCF em uma grande porcentagem de art&#233;rias n&#227;o respons&#225;veis sugere que o grau de comprometimento das coron&#225;rias pelo ateroma pode n&#227;o ser um marcador confi&#225;vel para a predi&#231;&#227;o do risco de morte s&#250;bita, e que mais do que o estreitamento luminal, a categoriza&#231;&#227;o espec&#237;fica da morfologia da placa precisa ser avaliada por m&#233;todos de imagem. Os resultados apresentados aqui, de que o FCF est&#225; presente nas &#225;reas de estenose de grau menor que a m&#225;xima s&#227;o similares aos estudos angiogr&#225;ficos e de necropsia que mostraram que o risco de ruptura da placa se correlaciona apenas ligeiramente ao grau de estreitamento luminal<sup>16</sup>.</p>
    <p>Os FCFs s&#227;o distribu&#237;dos, em nosso estudo, de forma bastante uniforme ao longo das art&#233;rias coron&#225;rias, e apenas 18 dos 67 cora&#231;&#245;es apresentaram FCFs apenas nas art&#233;rias n&#227;o respons&#225;veis, mas 50 dos 67 apresentaram alguns FCFs em art&#233;rias n&#227;o respons&#225;veis. Tamb&#233;m demonstramos que os n&#250;meros de FCFs proximais e distais &#224; les&#227;o foram similares. Al&#233;m disso, apenas 44% dos FCFs em art&#233;rias n&#227;o respons&#225;veis representaram os locais de estreitamento m&#225;ximo, e os FCFs que n&#227;o estavam nos locais de estreitamento m&#225;ximo estiveram uniformemente distribu&#237;dos proximalmente e distalmente. Esses dados sugerem que por percentual de estenose, seria dif&#237;cil localizar os FCFs angiograficamente, devido &#224; sua distribui&#231;&#227;o aleat&#243;ria pela circula&#231;&#227;o coron&#225;ria.</p>
    <p>A maioria das tromboses coronarianas est&#225; associada &#224; ruptura da placa, cujo FCF &#233; geralmente considerado a les&#227;o precursora<sup>16</sup>. Embora o FCF seja sin&#244;nimo do conceito de "placa vulner&#225;vel" em estudos angiogr&#225;ficos e necr&#243;ticos, o mecanismo de progress&#227;o &#233; complexo, podendo envolver tanto fatores locais como sist&#234;micos <sup>17,18</sup>. Embora a maioria, ou sen&#227;o todas as rupturas da placa, tenha origem nos FCFs, a ruptura da placa n&#227;o &#233; o &#250;nico mecanismo de trombose coronariana. A eros&#227;o da placa representa uma minoria das tromboses agudas das art&#233;rias coron&#225;rias, e s&#227;o frequentes principalmente em pacientes jovens. Devido ao fato de que as eros&#245;es ocorrem em placas desprovidas de n&#250;cleos necr&#243;ticos, e n&#227;o s&#227;o causadas por ruptura da capa, n&#227;o se conhece a les&#227;o precursora da eros&#227;o da placa<sup>19-21</sup>.</p>
    <p>A defini&#231;&#227;o de capa fina prov&#233;m de diversos estudos que determinaram que &gt;95% das placas rompidas apresentavam &#225;reas de afinamento de capa em pelo menos 65 m&#237;crons<sup>1</sup>. O n&#250;cleo necr&#243;tico de FCFs geralmente &#233; grande, e a capa afinada &#233; densamente infiltrada por macr&#243;fagos<sup>5</sup>. Placas vulner&#225;veis s&#227;o geralmente caracterizadas como as que possuem uma capa fibrosa fina inflamada sobre um n&#250;cleo lip&#237;dico muito grande. Contudo, apenas uma pequena porcentagem dessas placas s&#227;o rompidas, e at&#233; hoje n&#227;o se conhece as caracter&#237;sticas identificadoras dos FCFs que avan&#231;am at&#233; a ruptura<sup>22</sup>. O presente estudo corrobora resultados anteriores de que as placas que podem ser propensas a ruptura ocorrem proximalmente e em distribui&#231;&#227;o semelhante &#224; ruptura aguda da placa<sup>3,4,23,24</sup>. A distribui&#231;&#227;o coron&#225;ria de fibroateromas mostrou-se similar aos FCFs e rupturas da placa<sup>3</sup>.</p>
    <p>O presente estudo mostra que o FCF fica pr&#243;ximo aos locais de ruptura (proximalmente ou distalmente em propor&#231;&#245;es similares) nas coron&#225;rias respons&#225;veis, por&#233;m em um n&#250;mero significativo de casos, tamb&#233;m estiveram situados em outros segmentos de coron&#225;rias n&#227;o respons&#225;veis. O presente estudo corrobora os resultados sobre a localiza&#231;&#227;o e a distribui&#231;&#227;o de FCF na &#225;rvore coron&#225;ria. Kolodgie e cols.<sup>3</sup> tamb&#233;m descobriram que a maioria dos FCF, rupturas e rupturas curadas ocorrem proximalmente na art&#233;ria descendente anterior esquerda.</p>
    <p>O n&#250;mero de FCFs encontrados em nosso estudo representa apenas uma pequena porcentagem da &#225;rea e comprimento quando toda a &#225;rvore coron&#225;ria &#233; usada como denominador. Outro estudo de autopsia que analisou extensivamente os cortes histologicos tambem identificou que rupturas e FCFs representavam apenas 1,6% e 1,2%, respectivamente, do total do comprimento da &#225;rvore coron&#225;ria em uma popula&#231;&#227;o morrendo devido a causas cardiovasculares<sup>2</sup>. Essa popula&#231;&#227;o representa uma parcela menor do que a aquela identificada no presente estudo, mas a diferen&#231;a na sele&#231;&#227;o da popula&#231;&#227;o &#233; observada, tendo em vista que o nosso estudo incluiu apenas mortes s&#250;bitas inesperadas. Al&#233;m disso, a frequ&#234;ncia de rupturas agudas e FCF em mortes s&#250;bitas coron&#225;rias varia com os fatores de risco, idade e sexo<sup>25</sup>. Nosso estudo teve um vi&#233;s masculino intr&#237;nseco, o que impediu a compara&#231;&#227;o de sexo, por&#233;m n&#227;o houve diferen&#231;a de idade entre os pacientes com FCF e os que n&#227;o apresentavam essa condi&#231;&#227;o.</p>
    <p>O objetivo dos estudos de imagem mais recentes &#233;, n&#227;o apenas obter a imagem do l&#250;men, mas tamb&#233;m as caracter&#237;sticas da placa para identificar as propensas &#224; ruptura<sup>25</sup>. A ultrassonografia intravascular (UIV) pode visualizar placas ateroscler&#243;ticas e fornecer informa&#231;&#245;es sobre a presen&#231;a de calcifica&#231;&#227;o e quantidade de tecido fibroso, por&#233;m ela n&#227;o fornecer a quantifica&#231;&#227;o da composi&#231;&#227;o espec&#237;fica da placa<sup>26,27</sup>. Uma abordagem mais recente denominada UIV com histologia virtual (UIV-HV) tem sido utilizada na tentativa de caracterizar placas in vivo. Nakamura e cols.<sup>28</sup> estudaram segmentos n&#227;o respons&#225;vies em pacientes com angina est&#225;vel e s&#237;ndrome coron&#225;ria aguda e encontrou, como no nosso estudo, um grande n&#250;mero de FCFs presumidos em segmentos n&#227;o respons&#225;vies de pacientes com s&#237;ndrome coron&#225;ria aguda. A ultrassonografia intravascular n&#227;o consegue, contudo, identificar componentes espec&#237;ficos da placa, que podem ser avaliados por espectroscopia no infravermelho pr&#243;ximo<sup>7</sup>. Moreno e cols.<sup>29</sup> reportaram uma sensibilidade e uma especificidade de 77 e 93% para FCFs quando comparados &#224; avalia&#231;&#227;o histol&#243;gica em segmentos coron&#225;rios post-mortem de pacientes com eventos coron&#225;rios agudos. Por fim, t&#233;cnicas computadorizadas baseadas em tomografia como a tomografia computadorizada com m&#250;ltiplos detectores e a tomografia de coer&#234;ncia &#243;tica s&#227;o m&#233;todos promissores para a avalia&#231;&#227;o de placas ateroscler&#243;ticas e sua composi&#231;&#227;o<sup>13,30</sup>. Semelhante aos nossos resultados, de acordo com um estudo aut&#243;ptico que utilizou tomografia de coer&#234;ncia &#243;tica, 64% dos pacientes com s&#237;ndrome coron&#225;ria aguda tinham 1 ou mais FCFs. Os autores conclu&#237;ram que os FCFs, agrupados nos segmentos proximais das 3 principais art&#233;rias coron&#225;rias epic&#225;rdicas, constituem um achado comum em indiv&#237;duos n&#227;o selecionados para aut&#243;psia<sup>10</sup>.</p>
    <p>A conclus&#227;o que podemos depreender desse estudo, &#233; que um grande n&#250;mero de FCFs ocorre em regi&#245;es proximais e distais &#224;s placas acometidas (rupturas) e em locais distantes dessas les&#245;es. Esses FCFs ocorrem em locais de estreitamento luminal m&#225;xima em uma frequ&#234;ncia similar &#224;s rupturas, notadamente entre 40 e 50%. Portanto, o estreitamento luminal n&#227;o pode ser considerado um marcador angiogr&#225;fico confi&#225;vel para a avalia&#231;&#227;o do risco do paciente, e estudos adicionais de autopsia e angiografia s&#227;o necess&#225;rios para estabelecer o subgrupo de FCFs "vulner&#225;veis".</p>
    <p>
      <bold>Potencial Conflito de Interesses</bold>
    </p>
    <p>Declaro n&#227;o haver conflito de interesses pertinentes.</p>
    <p>
      <bold>Fontes de Financiamento</bold>
    </p>
    <p>O presente estudo n&#227;o teve fontes de financiamento externas.</p>
    <p>
      <bold>Vincula&#231;&#227;o Acad&#234;mica</bold>
    </p>
    <p>N&#227;o h&#225; vincula&#231;&#227;o deste estudo a programas de p&#243;s-gradua&#231;&#227;o.</p>
    <p>
      <fn id="back" fn-type="corresp">
        <p>Correspond&#234;ncia:</p>
        <p> Fabio Tavora </p>
        <p> 6825 16</p>
        <p><sup>th</sup> St </p>
        <p> NW, Washington, DC, 20306 </p>
        <p> E-mail: </p>
        <p>
          <email xlink:href="ftavora@gmail.com">ftavora@gmail.com</email>
        </p>
      </fn>
    </p>
    <p>Artigo recebido em 30/06/09; revisado recebido em 07/08/09; aceito em 20/08/09.</p>
  </body>
  <back>
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          <article-title>Plaque characteristics of the coronary segment proximal to the culprit lesion in stable and unstable patients</article-title>
          <source>Clin Cardiol</source>
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          <article-title>Detection of lipid pool, thin fibrous cap, and inflammatory cells in human aortic atherosclerotic plaques by near-infrared spectroscopy</article-title>
          <source>Circulation</source>
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        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Evaluation of plaque characteristics in acute coronary syndromes: non-invasive assessment with multi-slice computed tomography and invasive evaluation with intravascular ultrasound radiofrequency data analysis</article-title>
          <source>Eur Heart J</source>
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            <year>2008</year>
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      <title-group>
        <article-title xml:lang="es">Frecuencia de rupturas agudas de placas y fibroateromas de capa fina en locales de estenosis m&#225;xima</article-title>
      </title-group>
      <abstract xml:lang="es">
        <p>FUNDAMENTO: Pocos estudios de autopsia relacionan locales de fibroateromas de capa fina (FCF) a locales de ruptura aguda de placas en arterias responsables, y locales de estrechamiento m&#225;ximo en arterias no responsables. OBJETIVO: El objetivo del presente estudio fue cuantificar y localizar la frecuencia de FCF con relaci&#243;n a los locales de estenosis m&#225;xima en placas ateroscler&#243;ticas. M&#201;TODOS: Estudiamos 88 corazones en v&#237;ctimas de muerte s&#250;bita debido a un trombo coronario sobrepuesto a ruptura aguda de la placa. Fibroateromas de capa fina fueron definidos como capa fibrosa &lt; 65 micrones sobrepuestos a un n&#250;cleo necr&#243;tico. El porcentaje de estrechamiento luminal fue determinado en los locales de ruptura de placa y fibroateromas de capa fina. RESULTADOS: El estudio estuvo compuesto por 81 hombres y 7 mujeres con edad promedio de 50 a&#241;os &#177; 9 SD. La ruptura de la placa se dio en el local de estrechamiento luminal m&#225;ximo en el 47% de las arterias responsables. Se observ&#243; la presencia de FCFs en 67 corazones (83%). De ese n&#250;mero, 49 (73%) mostraban FCFs en la arteria responsable; 17 (25%) s&#243;lo en la arteria responsable, 32 (48%) en la arteria responsable y en la arteria no responsable, y 18 (27%) s&#243;lo en una arteria no responsable. En arterias no responsables, los FCFs representaron el local m&#225;ximo de la estenosis en el 44% de las arterias. El local de la ruptura aguda fue el local del estrechamiento luminal m&#225;ximo en los vasos involucrados en el 47% de corazones de pacientes pr&#243;ximos al &#243;bito debido a la ruptura de la placa. CONCLUSI&#211;N: Estos datos pueden sugerir que el estrechamiento luminal no es un marcador confiable para FCF.</p>
      </abstract>
      <kwd-group xml:lang="es">
        <kwd>Aterosclerosis</kwd>
        <kwd>enfermedad de la arteria coronaria</kwd>
        <kwd>ruptura card&#237;aca</kwd>
        <kwd>estenosis coronaria</kwd>
      </kwd-group>
    </front-stub>
    <body>
      <p>
        <bold>ART&#205;CULO ORIGINAL</bold>
      </p>
      <p>
        <fn id="top-body2">
          <label>
            <bold>Frecuencia de rupturas agudas de placas y fibroateromas de capa fina en locales de estenosis m&#225;xima</bold>
          </label>
          <p>
            <bold>Fabio Tavora; Nathaniel Cresswell; Ling Li; David Fowler; Allen Burke</bold>
          </p>
        </fn>
      </p>
      <p>Armed Forces Institute of Pathology, University of Maryland</p>
      <p>Correspondencia</p>
      <p>
        <bold>RESUMEN</bold>
      </p>
      <p><bold>FUNDAMENTO: </bold> Pocos estudios de autopsia relacionan locales de fibroateromas de capa fina (FCF) a locales de ruptura aguda de placas en arterias responsables, y locales de estrechamiento m&#225;ximo en arterias no responsables.</p>
      <p><bold>OBJETIVO: </bold> El objetivo del presente estudio fue cuantificar y localizar la frecuencia de FCF con relaci&#243;n a los locales de estenosis m&#225;xima en placas ateroscler&#243;ticas.</p>
      <p><bold>M&#201;TODOS: </bold> Estudiamos 88 corazones en v&#237;ctimas de muerte s&#250;bita debido a un trombo coronario sobrepuesto a ruptura aguda de la placa. Fibroateromas de capa fina fueron definidos como capa fibrosa &lt; 65 micrones sobrepuestos a un n&#250;cleo necr&#243;tico. El porcentaje de estrechamiento luminal fue determinado en los locales de ruptura de placa y fibroateromas de capa fina.</p>
      <p><bold>RESULTADOS: </bold> El estudio estuvo compuesto por 81 hombres y 7 mujeres con edad promedio de 50 a&#241;os &#177; 9 SD. La ruptura de la placa se dio en el local de estrechamiento luminal m&#225;ximo en el 47% de las arterias responsables. Se observ&#243; la presencia de FCFs en 67 corazones (83%). De ese n&#250;mero, 49 (73%) mostraban FCFs en la arteria responsable; 17 (25%) s&#243;lo en la arteria responsable, 32 (48%) en la arteria responsable y en la arteria no responsable, y 18 (27%) s&#243;lo en una arteria no responsable. En arterias no responsables, los FCFs representaron el local m&#225;ximo de la estenosis en el 44% de las arterias. El local de la ruptura aguda fue el local del estrechamiento luminal m&#225;ximo en los vasos involucrados en el 47% de corazones de pacientes pr&#243;ximos al &#243;bito debido a la ruptura de la placa.</p>
      <p><bold>CONCLUSI&#211;N: </bold> Estos datos pueden sugerir que el estrechamiento luminal no es un marcador confiable para FCF. </p>
      <p><bold>Palabras clave: </bold> Aterosclerosis, enfermedad de la arteria coronaria, ruptura card&#237;aca, estenosis coronaria.</p>
      <p>
        <bold>Introducci&#243;n</bold>
      </p>
      <p>El fibroateroma de capa fina (FCF) se considera la lesi&#243;n precursora de la ruptura aguda de la placa, y fue definido como un fibroateroma con capa fibrosa mayor que 65 micrones<sup>1</sup>. Los n&#250;meros de fibroateromas de capa fina fueron descritos en diversos estudios de autopsia<sup>2-5</sup>. La obtenci&#243;n de imagen de los FCFs no es viable por m&#233;todos de rutina debido a la falta de resoluci&#243;n, aunque diversos abordajes investigativos est&#233;n siendo estudiados para identificar FCFs en arterias coronarias<sup>6-14</sup>.</p>
      <p>La relaci&#243;n entre estenosis de placas subyacentes y &#225;reas de estrechamiento luminal m&#225;ximo que comparen los locales de ruptura y FCFs no fue estudiada a fondo en autopsia. Aunque el estrechamiento m&#225;ximo sea frecuentemente el local de la ruptura de la placa o FCF en una determinada arteria, todav&#237;a no se sabe la frecuencia con la cual esas lesiones ocupan la lesi&#243;n m&#225;s severa en t&#233;rminos de angiograf&#237;a.</p>
      <p>Estudiamos una serie de corazones con ruptura aguda de la placa para determinar la frecuencia con la cual rupturas agudas constituyen el local del estrechamiento luminal m&#225;ximo en una determinada arteria (arteria responsable), y la frecuencia con la cual el FCF es el local del estrechamiento luminal m&#225;ximo en arterias no responsables.</p>
      <p>
        <bold>M&#233;todos</bold>
      </p>
      <p>Los corazones fueron examinados en consulta de un Instituto M&#233;dico Legal. Se seleccionaron casos de muerte s&#250;bita card&#237;aca en base a la presencia de ruptura aguda de la placa con trombo luminal. Se seccionaron arterias epic&#225;rdicas en serie en intervalos de 3 mm y aquellas con arterioesclerosis visibles fueron incrustadas en parafina despu&#233;s de la fijaci&#243;n. Se estudiaron microsc&#243;picamente un promedio de 36 &#177; 23 segmentos en cada coraz&#243;n. Ruptura aguda de la placa y fibroateroma de capa se definieron como se describi&#243; anteriormente<sup>1</sup>. Espec&#237;ficamente, el fibroateroma de capa fina denot&#243; la presencia de n&#250;cleo necr&#243;tico con capa fibrosa sobrepuesta, que med&#237;a <underline>&lt;</underline> 65 micrones de espesor. La estenosis de los locales de ruptura de la placa adyacente no incluy&#243; la trombosis mural. La estenosis se determin&#243; por planimetr&#237;a computarizada en la mayor&#237;a de los casos (c&#225;mara SPOT<sup>&#174;</sup> Insight Digital montada en microscopio Olympus BX41), tras coloraci&#243;n de las fibras el&#225;sticas alrededor de la l&#225;mina el&#225;stica interna mediante coloraci&#243;n Movat pentacromo. Las mediciones incluyeron espesor m&#237;nimo de capa fibrosa, &#225;rea de la l&#225;mina el&#225;stica interna, y &#225;rea luminal. En casos de trombo, el &#225;rea tromb&#243;tica se excluy&#243;; en otras palabras, s&#243;lo se midi&#243; la placa subyacente. La morfometr&#237;a se realiz&#243; utilizando el <italic>software</italic> IPLab (Scanalytics, Inc., Fairfax, VA). Fue necesario un segmento desprovisto de n&#250;cleo necr&#243;tico para considerar un FCF o una ruptura aguda como una lesi&#243;n distinta y no una placa contigua.</p>
      <p>Se identificaron y midieron 5 tipos de placas en las 4 arteria mayores (tronco de la arteria coronaria izquierda, arteria descendente anterior y diagonales, arteria circunfleja y marginales izquierdas, y la arteria coronaria derecha): el local de la ruptura aguda; el local del estrechamiento m&#225;ximo en la arteria responsable (caso no fuera el local de ruptura); FCFs proximales y distales al local de ruptura en la arteria responsable (2 como m&#225;ximo); FCF con el mayor estrechamiento en las arterias no responsables (1 por arteria, m&#225;ximo de 3 por coraz&#243;n); y estrechamiento luminal m&#225;ximo en las arterias no responsables con FCFs (m&#225;ximo de 3 por coraz&#243;n). Los 88 corazones fueron considerados en la determinaci&#243;n de la frecuencia con la cual el local de la ruptura fue el local del estrechamiento luminal m&#225;ximo en la arteria responsable y comparando el porcentaje de estenosis del local de ruptura tanto si era m&#225;ximo como si no. FCFs en la arteria responsable se midieron proximal y distalmente al local de la ruptura para determinar la frecuencia de cada grupo y la frecuencia con la cual el FCF fue la lesi&#243;n m&#225;s pr&#243;xima y m&#225;s estrecha despu&#233;s de la ruptura (<xref ref-type="table" rid="es_03t01-body2">Tabla 1</xref>). FCFs en las arterias no responsables tambi&#233;n se compararon de la misma forma a los locales de estrechamiento m&#225;ximo (<xref ref-type="table" rid="t2-body2">Tabla 2</xref>).</p>
      <p content-type="asset">
        <table-wrap id="es_03t01-body2">
          <graphic xlink:href="1678-4170-abc-94-02-0153-00003-gt01-es.jpg"/></table-wrap>
      </p>
      <table-wrap id="t2-body2">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-94-02-0153-00003-gt02-es.jpg"/></table-wrap>
      <p>
        <bold>Resultados</bold>
      </p>
      <p>El estudio involucr&#243; 81 hombres y 7 mujeres. La edad promedio fue de 50 a&#241;os (<xref ref-type="table" rid="t3-body2">Tabla 3</xref>). El local m&#225;s frecuente de ruptura aguda de la placa fue la arteria descendente anterior izquierda, seguida por la derecha (<xref ref-type="table" rid="t3-body2">Tabla 3</xref>). 67 de los 88 corazones presentaban FCF <underline>&gt;</underline> 1; esos corazones formaron la base de nuestro estudio.</p>
      <table-wrap id="t3-body2">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-94-02-0153-00003-gt03-es.jpg"/></table-wrap>
      <p>Rupturas de la placa estuvieron presentes en la arteria descendente anterior izquierda y ramas de 45 corazones, en la arteria coronaria derecha y rams de 27 corazones, arterias circunflejas y marginales izquierdas en 13 corazones, y en el tronco de la arteria coronaria izquierda en 3. La <xref ref-type="fig" rid="f1-body2">Figura 1</xref> ilustra un ejemplo cl&#225;sico de una trombosis aguda sobrepuesta a la ruptura de la placa. En 41 corazones, el estrechamiento subyacente en el local de la ruptura fue el estrechamiento m&#225;ximo en toda la arteria responsable; en 47 corazones, no fue el caso (<xref ref-type="table" rid="t4-body2">Tabla 4</xref>). La diferencia promedio en el estrechamiento del &#225;rea luminal entre el local de ruptura (excluyendo la trombosis) y el otro local de estrechamiento m&#225;ximo fue del 18% tanto para el delta positivo como negativo (<xref ref-type="table" rid="t4-body2">Tabla 4</xref>).</p>
      <fig id="f1-body2">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-94-02-0153-00003-gf01-es.jpg"/></fig>
      <table-wrap id="t4-body2">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-94-02-0153-00003-gt04-es.jpg"/></table-wrap>
      <p>El estrechamiento luminal m&#225;ximo estaba presente en la arteria responsable (la que presentaba la ruptura de la placa) en s&#243;lo el 36% de los corazones. El estrechamiento m&#225;ximo medio en la arteria no responsable fue del 81% &#177; 14 <italic>vs</italic> 77% &#177; 14 en la arteria responsable (p = . 06 test pareado de T).</p>
      <p>En 67 corazones con FCFs, 49 corazones presentaban <underline>&gt;</underline> FCF en la arteria responsable con ruptura aguda, de esos corazones, 17 presentaban FCFs en otras arterias tambi&#233;n, y 18 corazones presentaban FCFs s&#243;lo en las arterias no responsables (<xref ref-type="table" rid="es_03t05-body2">Tabla 5</xref>). El n&#250;mero promedio de FCFs en los 67 corazones con <underline>&gt;</underline> FCF fue de 1.8 &#177; 1.6 SD (<xref ref-type="table" rid="es_03t05-body2">Tabla 5</xref>). Las <xref ref-type="fig" rid="f2-body2">Figuras 2</xref> y <xref ref-type="fig" rid="f3-body2">3</xref> muestran un FCF y un fibroateroma con capa fibrosa espesa, respectivamente.</p>
      <p content-type="asset">
        <table-wrap id="es_03t05-body2">
          <graphic xlink:href="1678-4170-abc-94-02-0153-00003-gt05-es.jpg"/></table-wrap>
      </p>
      <fig id="f2-body2">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-94-02-0153-00003-gf02-es.jpg"/></fig>
      <fig id="f3-body2">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-94-02-0153-00003-gf03-es.jpg"/></fig>
      <p>El FCF fue m&#225;s com&#250;nmente encontrado en arterias descendentes anteriores izquierdas y diagonales (54), seguido por las arterias descendentes posteriores y derechas (52). Hab&#237;a 4 FCFs en el tronco de la arteria coronaria izquierda, y 32 en la distribuci&#243;n circunfleja.</p>
      <p>En la arteria responsable (la que presentaba la ruptura aguda), 32 FCFs eran proximales, y 29 distales al local de ruptura. No hab&#237;a diferencia significativa en el estrechamiento del &#225;rea luminal (<xref ref-type="table" rid="es_03t01-body2">Tabla 1</xref>). En el 34% de los casos, el FCF era el local de estenosis m&#225;xima, con un 43% del &#225;rea de estenosis m&#225;xima proximal al local de ruptura (<xref ref-type="table" rid="t2-body2">Tabla 2</xref>).</p>
      <p>En arterias no responsables (las que no presentaban ruptura aguda), 36 eran el local de estrechamiento luminal m&#225;ximo, 21 eran proximales a una placa estable con estrechamiento m&#225;ximo, y 24 eran distales (<xref ref-type="table" rid="t2-body2">Tabla 2</xref>). La relaci&#243;n entre la estenosis en el local del FCF, estrechamiento m&#225;ximo en las arterias responsables y no responsables o el local de ruptura (responsable) se presenta en la <xref ref-type="table" rid="t6-body2">Tabla 6</xref>. Los locales de estenosis m&#225;xima tanto en las arterias responsables como en las arterias no responsables y la estenosis en el local de ruptura eran significativamente m&#225;s estrechos que el promedio del porcentaje de estrechamiento luminal en los locales de FCF (<xref ref-type="table" rid="t6-body2">Tabla 6</xref>).</p>
      <table-wrap id="t6-body2">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-94-02-0153-00003-gt06-es.jpg"/></table-wrap>
      <p>
        <bold>Discusi&#243;n</bold>
      </p>
      <p>El presente estudio muestra que menos del 50% de las rupturas agudas ocurren en el local de estrechamiento luminal m&#225;ximo, y que una proporci&#243;n similar de FCFs est&#225; presente en los locales de estenosis m&#225;xima en las arterias no responsables. Estos resultados corroboran los estudios angiogr&#225;ficos que muestran que aunque los segmentos estrechados &gt; 80% est&#225;n m&#225;s propensos a la oclusi&#243;n por ruptura presumida, las placas menos obstructivas acarrean m&#225;s oclusiones por causa de su n&#250;mero bastante superior<sup>15</sup>. En el presente estudio, la presencia de FCF en un gran porcentaje de arterias no responsables sugiere que el grado de compromiso de las coronarias por el ateroma puede no ser un marcador confiable para la predicci&#243;n del riesgo de muerte s&#250;bita, y que m&#225;s que el estrechamiento luminal, la categorizaci&#243;n espec&#237;fica de la morfolog&#237;a de la placa precisa ser evaluada por m&#233;todos de imagen. Los resultados presentados aqu&#237;, de que el FCF est&#225; presente en las &#225;reas de estenosis de grado menor que la m&#225;xima son similares a los estudios angiogr&#225;ficos y de necropsia que mostraron que el riesgo de ruptura de la placa se correlaciona s&#243;lo ligeramente con el grado de estrechamiento luminal<sup>16</sup>.</p>
      <p>Los FCFs est&#225;n distribuidos, en nuestro estudio, de forma bastante uniforme a lo largo de las arterias coronarias, y s&#243;lo 18 de los 67 corazones presentaron FCFs apenas en las arterias no responsables, pero 50 de los 67 presentaron algunos FCFs en arterias no responsables. Tambi&#233;n demostramos que los n&#250;meros de FCFs proximales y distales a la lesi&#243;n eran similares. Adem&#225;s de ello, s&#243;lo el 44% de los FCFs en arterias no responsables representaron los locales estrechamiento m&#225;ximo, y los FCFs que no estaban en los locales de estrechamiento m&#225;ximo estuvieron uniformemente distribuidos proximal y distalmente. Estos datos sugieren que por porcentaje de estenosis, ser&#237;a dif&#237;cil localizar los FCFs angiogr&#225;ficamente, debido a su distribuci&#243;n aleatoria por la circulaci&#243;n coronaria.</p>
      <p>La mayor&#237;a de las trombosis coronarias est&#225; asociada a la ruptura de la placa, cuyo FCF generalmente se considera la lesi&#243;n precursora<sup>16</sup>. Aunque el FCF sea sin&#243;nimo del concepto de "placa vulnerable" en estudios angiogr&#225;ficos y necr&#243;ticos, el mecanismo de profesi&#243;n es complejo, pudiendo involucrar tanto factores locales como sist&#233;micos<sup>17,18</sup>. Aunque la mayor&#237;a, sino todas las rupturas de la placa, tenga origen en los FCFs, la ruptura de la placa no es el &#250;nico mecanismo de trombosis coronaria. La erosi&#243;n de la placa representa una minor&#237;a de las trombosis agudas de las arterias coronarias, y son frecuentes principalmente en pacientes j&#243;venes. Debido al hecho de que las erosiones ocurren en placas desprovistas de n&#250;cleos necr&#243;ticos, y no son causadas por ruptura de la capa, no se conoce la lesi&#243;n precursora de la erosi&#243;n de la placa<sup>19-21</sup>.</p>
      <p>La definici&#243;n de capa fina proviene de diversos estudios que determinan que &gt; 95% de las placas rotas presentaban &#225;reas de afinamiento de capa en por lo menos 65 micrones<sup>1</sup>. El n&#250;cleo necr&#243;tico de FCFs generalmente es grande, y la capa afinada es densamente infiltrada por macr&#243;fagos<sup>5</sup>. Placas vulnerables generalmente se caracterizan como las que poseen una capa fibrosa fina inflamada sobre un n&#250;cleo lip&#237;dico muy grande. Con todo, s&#243;lo un peque&#241;o porcentaje de estas placas se rompe, y hasta hoy no se conocen las caracter&#237;sticas identificadoras de los FCFs que avanzan hasta la ruptura<sup>22</sup>. El presente estudio corrobora resultados anteriores de que las placas que pueden ser propensas a ruptura ocurren proximalmente y en distribuci&#243;n similar a la ruptura aguda de la placa<sup>3,4,23,24</sup>. La distribuci&#243;n coronaria de fibroateromas se mostr&#243; similar a los FCFs y rupturas de la placa<sup>3</sup>.</p>
      <p>El presente estudio muestra que el FCF se encuentra pr&#243;ximo a los locales de ruptura (proximal o distalmente en proporciones similares) en las coronarias responsables, con todo, en un n&#250;mero significativo de casos, tambi&#233;n se situaron en otros segmentos de coronarias no responsables. El presente estudio corrobora los resultados sobre la localizaci&#243;n y la distribuci&#243;n de FCF en el &#225;rbol coronario. Kolodgie et al.<sup>3</sup> tambi&#233;n descubrieron que la mayor&#237;a de los FCF, rupturas y rupturas curadas ocurren proximalmente en la arteria descendente anterior izquierda.</p>
      <p>El n&#250;mero de FCFs encontrados en nuestro estudio representa s&#243;lo un peque&#241;o porcentaje del &#225;rea y longitud cuando todo el &#225;rbol coronario se utiliza como denominador. Otro estudio de autopsia que analiz&#243; extensivamente los cortes histol&#243;gicos tambi&#233;n identific&#243; que rupturas y FCFs representaban s&#243;lo el 1,6% y el 1,2%, respectivamente, del total de la longitud del &#225;rbol coronario en una poblaci&#243;n que fallece debido a causas cardiovasculares<sup>2</sup>. Esta poblaci&#243;n representa una fracci&#243;n menor que aquella identificada en el presente estudio, pero se observa diferencia en la selecci&#243;n de la poblaci&#243;n, teniendo en vista que nuestro estudio incluy&#243; s&#243;lo muertes s&#250;bitas inesperadas. Adem&#225;s de ello, la frecuencia de rupturas aguas y FCF en muertes s&#250;bitas coronarias var&#237;a con los factores de riesgo, edad y sexo<sup>25</sup>. Nuestro estudio tuvo un sesgo masculino intr&#237;nseco, lo que impidi&#243; la comparaci&#243;n de sexo, aunque no hubo diferencia de edad entre los pacientes con FCF y los que no presentaban esta condici&#243;n.</p>
      <p>El objetivo de los estudios de imagen m&#225;s recientes e, no s&#243;lo obtener la imagen del lumen, sino tambi&#233;n las caracter&#237;sticas de la placa para identificar las propensas a la ruptura<sup>25</sup>. La ecograf&#237;a intravascular (EIV) puede visualizar placas ateroscler&#243;ticas y suministrar informaciones sobre la presencia de calcificaci&#243;n y cantidad de tejido fibrosos, aunque &#233;sta no ofrece la cuantificaci&#243;n de la composici&#243;n espec&#237;fica de la placa<sup>26,27</sup>. Un abordaje m&#225;s reciente denominado EIV con histolog&#237;a virtual (EIV-HV) se ha estado utilizando con el objetivo de caracterizar placas in vivo. Nakamura et al<sup>28</sup> estudiaron segmentos no responsables en pacientes con angina estable y s&#237;ndrome coronario agudo y encontr&#243;, como en nuestro estudio, un gran n&#250;mero de FCFs presumidos en segmentos no responsables de pacientes con s&#237;ndrome coronario agudo. La ecograf&#237;a intravascular no consigue, con todo, identificar componentes espec&#237;ficos de la placa, que pueden ser evaluados por espectroscop&#237;a en el infrarrojo pr&#243;ximo<sup>7</sup>. Moreno et al <sup>29</sup> reportaron una sensibilidad y una especificidad del 77% y del 93% para FCFs cuando se comparan con la evaluaci&#243;n histol&#243;gica en segmentos coronarios post mortem de pacientes con eventos coronarios agudos. Finalmente, t&#233;cnicas computarizadas basadas en tomograf&#237;a como la tomograf&#237;a computada con m&#250;ltiples detectores y la tomograf&#237;a de coherencia &#243;ptica son m&#233;todos prometedores para la evaluaci&#243;n de placas ateroscler&#243;ticas y su composici&#243;n<sup>13,30</sup>. En forma similar a nuestros resultados, de acuerdo con un estudio aut&#243;ptico que utiliz&#243; tomograf&#237;a de coherencia &#243;ptica, el 64% de los pacientes con s&#237;ndrome coronario agudo ten&#237;an 1 o m&#225;s FCFs. Los autores concluyeron que los FCFs, agrupados en los segmentos proximales de las 3 principales arterias coronarias epic&#225;rdicas, constituyen un hallazgo com&#250;n en individuos no seleccionados para autopsia<sup>10</sup>.</p>
      <p>La conclusi&#243;n que podemos desprender de este estudio, es que un gran n&#250;mero de FCFs ocurre en regiones proximales y distales a las placas acometidas (rupturas) y en locales distantes de esas lesiones. Estos FCFs ocurren en locales de estrechamiento luminal m&#225;ximo en una frecuencia similar a las rupturas, principalmente entre el 40% y el 50%. Por lo tanto, el estrechamiento luminal no puede ser considerado un marcador angiogr&#225;fico confiable para la evaluaci&#243;n del riesgo del paciente, y son necesarios estudios adicionales de autopsia y angiograf&#237;a para establecer el subgrupo de FCFs "vulnerables".</p>
      <p>
        <bold>Potencial Conflicto de Intereses</bold>
      </p>
      <p>Declaro no haber conflicto de intereses pertinentes.</p>
      <p>
        <bold>Fuentes de Financiaci&#243;n</bold>
      </p>
      <p>El presente estudio no tuvo fuentes de financiaci&#243;n externas.</p>
      <p>
        <bold>Vinculaci&#243;n Acad&#233;mica</bold>
      </p>
      <p>No hay vinculaci&#243;n de este estudio a programas de postgrado.</p>
      <p>
        <bold>Referencias</bold>
      </p>
    </body>
  </sub-article>
  <sub-article article-type="translation" id="TRen" xml:lang="en">
    <front-stub>
      <article-categories>
        <subj-group subj-group-type="heading">
          <subject>Original Articles</subject>
        </subj-group>
      </article-categories>
      <title-group>
        <article-title xml:lang="en">Frequency of acute plaque ruptures and thin cap atheromas at sites of maximal stenosis</article-title>
      </title-group>
      <abstract xml:lang="en">
        <p>BACKGROUND: There have been few autopsy studies relating sites of thin cap atheroma (TCFA) to sites of acute plaque rupture in culprit arteries, and sites of maximal narrowing in non-culprit arteries. OBJECTIVE: We aimed to quantify and locate the frequency of TCFA related to the sites of maximal stenosis in atherosclerotic plaques. METHODS: We studied 88 hearts in victims of sudden death dying with coronary thrombus overlying acute plaque rupture. Thin cap atheromas were defined as fibrous cap &lt; 65 microns overlying a necrotic core. Percent luminal narrowing was determined at the sites of plaque rupture and thin cap atheromas. RESULTS: There were 81 men and 7 women, mean age 50 years &#177; 9 SD. The plaque rupture was the site of maximal luminal narrowing in 47% of culprit arteries. TCFAs were present in 67 hearts (83%). Of these, 49 (73%) demonstrated TCFAs in the culprit artery; 17 (25%) in the culprit artery only, 32 (48%) in the culprit artery and in a non-culprit artery, and 18 (27%) only in a non-culprit artery. In non-culprit arteries, TCFAs represented the maximal site of stenosis in 44% of arteries. The acute rupture site is the site of maximal luminal narrowing in the involved vessel in 47% of hearts from patients dying with acute plaque rupture. CONCLUSION: These data may suggest that luminal narrowing is not a reliable marker for TCFA.</p>
      </abstract>
      <kwd-group xml:lang="en">
        <kwd>Atherosclerosis</kwd>
        <kwd>coronary artery disease</kwd>
        <kwd>heart rupture</kwd>
        <kwd>coronary stenosis</kwd>
      </kwd-group>
    </front-stub>
    <body>
      <p>
        <bold>ORIGINAL ARTICLE</bold>
      </p>
      <p>
        <fn id="top-body3">
          <label>
            <bold>Frequency of acute plaque ruptures and thin cap atheromas at sites of maximal stenosis</bold>
          </label>
          <p>
            <bold>Fabio Tavora; Nathaniel Cresswell; Ling Li; David Fowler; Allen Burke</bold>
          </p>
        </fn>
      </p>
      <p>Armed Forces Institute of Pathology, University of Maryland</p>
      <p>Mailing Address</p>
      <p>
        <bold>ABSTRACT</bold>
      </p>
      <p><bold>BACKGROUND: </bold> There have been few autopsy studies relating sites of thin cap atheroma (TCFA) to sites of acute plaque rupture in culprit arteries, and sites of maximal narrowing in non-culprit arteries.</p>
      <p><bold>OBJECTIVES:</bold> We aimed to quantify and locate the frequency of TCFA related to the sites of maximal stenosis in atherosclerotic plaques.</p>
      <p><bold>METHODS:</bold> We studied 88 hearts in victims of sudden death dying with coronary thrombus overlying acute plaque rupture. Thin cap atheromas were defined as fibrous cap &lt; 65 microns overlying a necrotic core. Percent luminal narrowing was determined at the sites of plaque rupture and thin cap atheromas.</p>
      <p><bold>RESULTS:</bold> There were 81 men and 7 women, mean age 50 years &#177; 9 SD. The plaque rupture was the site of maximal luminal narrowing in 47% of culprit arteries. TCFAs were present in 67 hearts (83%). Of these, 49 (73%) demonstrated TCFAs in the culprit artery; 17 (25%) in the culprit artery only, 32 (48%) in the culprit artery and in a non-culprit artery, and 18 (27%) only in a non-culprit artery. In non-culprit arteries, TCFAs represented the maximal site of stenosis in 44% of arteries. The acute rupture site is the site of maximal luminal narrowing in the involved vessel in 47% of hearts from patients dying with acute plaque rupture.</p>
      <p><bold>CONCLUSIONS:</bold> These data may suggest that luminal narrowing is not a reliable marker for TCFA.</p>
      <p><bold>Key Words:</bold> Atherosclerosis; coronary artery disease; heart rupture; coronary stenosis.</p>
      <p>
        <bold>Introduction</bold>
      </p>
      <p>Thin cap atheroma (TCFA) is considered to be the precursor lesion to acute plaque rupture, and has been defined as a fibroatheroma with a fibrous cap thinner than 65 microns<sup>1</sup>. The numbers of thin cap fibroatheromas have been described in a number of autopsy studies<sup>2-5</sup>. Imaging of TCFAs is not currently feasible by routine methods, due to lack of resolution capabilities, although a variety of investigational approaches are being studied to identify TCFAs in coronary arteries<sup>6-14</sup>.</p>
      <p>The relationship between underlying plaque stenosis and areas of maximal luminal narrowing comparing rupture sites and TCFAs has not been fully studied at autopsy. Although maximal narrowing is frequently the site of plaque rupture or TCFA in a given artery, the frequency with which these lesions occupy the most severe lesion in terms of angiography is not known.</p>
      <p>We studied a series of hearts with acute plaque rupture, in order to determine the frequency with which acute ruptures are the site of maximal luminal narrowing in a given artery (culprit artery), and the frequency with which TCFA is the site of maximal luminal narrowing in non-culprit arteries.</p>
      <p>
        <bold>Methods</bold>
      </p>
      <p>Hearts were seen in consultation from a Medical Examiner's office. Cases of sudden cardiac death were selected based on the presence of acute plaque rupture with luminal thrombus. Epicardial arteries were serially sectioned at 3 mm intervals and all arteries with grossly visible atherosclerosis embedded in paraffin after fixation. A mean of 36 &#177; 23 segments were studied microscopically in each heart. Acute plaque rupture and thin cap atheroma were defined as previously described<sup>1</sup>. Specifically, thin cap atheroma denoted the presence of a necrotic core with an overlying fibrous cap, which measured <underline>&lt;</underline> 65 microns in thickness. Stenosis of the underlying plaque sites of rupture did not include the mural thrombus. Stenosis was determined by computed planimetry in most cases (SPOT<sup>&#174;</sup> Insight Digital camera mounted on an Olympus BX41 microscope), after staining for elastic tissue outlining the internal elastic lamina by Movat pentachrome staining. Measurements included minimal thickness of the fibrous cap, internal elastic lamina area, and luminal area. In cases of thrombus, the thrombus area was excluded; in other words, only the underlying plaque was measured. Morphometry is performed using IPLab software (Scanalytics, Inc., Fairfax, VA). A segment devoid of necrotic core was required to consider a TCFA or acute rupture a distinct lesion and not a contiguous plaque type.</p>
      <p>There were 5 types of plaques identified and measured in the 4 major arteries (left main, left anterior descending and diagonals, left circumflex and marginals, and right coronary artery): the acute rupture site; the site of maximal narrowing in the culprit artery (if not the rupture site); TCFAs proximal and distal to the rupture site in the culprit artery (maximum 2); TCFA with the most narrowing in non-culprit arteries (1 per artery, maximum 3 per heart); and maximal luminal narrowing in non-culprit arteries with TCFAs (maximum 3 per heart). All 88 hearts were considered in determining the frequency with which the rupture site was the site of maximal luminal narrowing in the culprit artery and comparing the % stenosis of the rupture site when maximal or not. TCFAs in the culprit artery were measured proximally and distally to the rupture site to determine the frequency of each group and how often the TCFA was the next most narrowed lesion after the rupture (<xref ref-type="table" rid="en_03t01-body3">Table 1</xref>). TCFAs in non-culprit arteries were similarly compared to sites of maximal narrowing (<xref ref-type="table" rid="en_03t02-body3">Table 2</xref>).</p>
      <p content-type="asset">
        <table-wrap id="en_03t01-body3">
          <graphic xlink:href="1678-4170-abc-94-02-0153-00003-gt01-en.jpg"/></table-wrap>
      </p>
      <p content-type="asset">
        <table-wrap id="en_03t02-body3">
          <graphic xlink:href="1678-4170-abc-94-02-0153-00003-gt02-en.jpg"/></table-wrap>
      </p>
      <p>
        <bold>Results</bold>
      </p>
      <p>There were 81 men and 7 women. The mean age was 50 years (<xref ref-type="table" rid="t3-body3">Table 3</xref>). The most frequent site of acute plaque rupture was the left anterior descending artery, followed by the right (<xref ref-type="table" rid="t3-body3">Table 3</xref>). 67 of 88 hearts showed <underline>&gt;</underline> 1 TCFA; these hearts formed the basis for study.</p>
      <table-wrap id="t3-body3">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-94-02-0153-00003-gt03-en.jpg"/></table-wrap>
      <p>Plaque ruptures were present in the left anterior descending artery and branches in 45 hearts, the right coronary and branches in 27 hearts, the left circumflex and marginals in 13 hearts, and the left main in 3. <xref ref-type="fig" rid="f1-body3">Figure 1</xref> illustrates a classical example of an acute thrombus overlying plaque rupture. In 41 hearts, the underlying narrowing at the site of rupture was the maximal narrowing along the course of the culprit artery; in 47 hearts, it was not (<xref ref-type="table" rid="en_03t04-body3">Table 4</xref>). The mean difference in luminal area narrowing between the rupture site (excluding thrombus) and the other maximal narrowing site was 18% both for positive and negative delta (<xref ref-type="table" rid="en_03t04-body3">Table 4</xref>).</p>
      <p content-type="asset">
        <table-wrap id="en_03t04-body3">
          <graphic xlink:href="1678-4170-abc-94-02-0153-00003-gt04-en.jpg"/></table-wrap>
      </p>
      <fig id="f1-body3">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-94-02-0153-00003-gf01-en.jpg"/></fig>
      <p>The maximal luminal narrowing was present in the culprit artery (that with the plaque rupture) in only 36% of hearts. The mean maximal narrowing in the non-culprit artery was 81% &#177; 14 vs. 77% &#177; 14 in the culprit artery (p = .06 paired T test).</p>
      <p>In 67 hearts with any TCFAs, 49 hearts had <underline>&gt;</underline> TCFA in the culprit artery with acute rupture; of these, 17 had TCFAs in other arteries as well, and 18 hearts had TCFAs only in non-culprit arteries (<xref ref-type="table" rid="en_03t05-body3">Table 5</xref>). The mean number of TCFAs in the 67 hearts with <underline>&gt;</underline> TCFA was 1.8 &#177; 1.6 SD (<xref ref-type="table" rid="en_03t05-body3">Table 5</xref>). <xref ref-type="fig" rid="f2-body3">Figures 2</xref> and <xref ref-type="fig" rid="f3-body3">3</xref> shows a TCFA and a thick fibrous cap fibroatheroma, respectively.</p>
      <p content-type="asset">
        <table-wrap id="en_03t05-body3">
          <graphic xlink:href="1678-4170-abc-94-02-0153-00003-gt05-en.jpg"/></table-wrap>
      </p>
      <fig id="f2-body3">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-94-02-0153-00003-gf02-en.jpg"/></fig>
      <fig id="f3-body3">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-94-02-0153-00003-gf03-en.jpg"/></fig>
      <p>The most common location for TCFA was the LAD and diagonals (54), followed closely by the right and posterior descending (52). There were 4 TCFAs in the left main, and 32 in the circumflex distribution.</p>
      <p>In the culprit artery (that with the acute rupture), 32 TCFAs were proximal, and 29 distal to the rupture site. There was no significant difference in luminal area narrowing (<xref ref-type="table" rid="en_03t01-body3">Table 1</xref>). In 34% of the cases, the TCFA was the site of maximal stenosis, with 43% the area of maximal stenosis if proximal to the rupture site (<xref ref-type="table" rid="en_03t02-body3">Table 2</xref>).</p>
      <p>In non-culprit arteries (those without the acute rupture), 36 were the site of maximal luminal narrowing, 21 were proximal to a stable plaque with maximal narrowing, and 24 were distal (<xref ref-type="table" rid="en_03t02-body3">Table 2</xref>). The relationship among stenosis at the TCFA site, maximal narrowing in either culprit and non-culprit arteries or the rupture site (culprit) is shown in <xref ref-type="table" rid="en_03t06-body3">Table 6</xref>. The sites of maximal stenosis in both culprit and non-culprit arteries and the stenosis at the rupture site were significantly narrower than the mean of percentage luminal narrowing at the TCFA sites (<xref ref-type="table" rid="en_03t06-body3">Table 6</xref>).</p>
      <p content-type="asset">
        <table-wrap id="en_03t06-body3">
          <graphic xlink:href="1678-4170-abc-94-02-0153-00003-gt06-en.jpg"/></table-wrap>
      </p>
      <p>
        <bold>Discussion</bold>
      </p>
      <p>The current study shows that less than 50% of acute ruptures occur at the site of maximal luminal narrowing, and that a similar proportion of TCFAs are present at sites of maximal stenosis in non-culprit arteries. These findings support angiographic studies that show that although segments narrowed &gt;80% are most likely to occlude by presumed rupture, the less obstructive plaques give rise to more occlusions because of their much greater number<sup>15</sup>. In the current study, the presence of TCFA in a large percentage of non-culprit arteries suggests that plaque burden may not be a reliable marker for predicting risk of sudden death, and that more than luminal narrowing, specific categorization of plaque morphology need to be assessed by imaging methods. Our findings that TCFA is present in areas of less than maximum stenosis is similar to angiographic and necropsy studies that have shown that the risk of plaque rupture correlates only weakly with the degree of luminal narrowing<sup>16</sup>.</p>
      <p>TCFAs are distributed, in our study, fairly uniformly throughout the coronary arteries, and only 18 of 67 hearts showed TCFAs only in non-culprit arteries, but that 50 of 67 showed some TCFAs in non-culprit arteries. We also demonstrate that the numbers of TCFAs proximal and distal to the culprit lesion was similar. Furthermore, only 44% of TCFAs in non-culprit arteries represented the sites of maximal narrowing, and those TCFAs that were not at sites of maximal narrowing were evenly distributed proximally and distally. These data suggest that by percent stenosis, it would be difficult to locate TCFAs angiographically, due to their random distribution throughout the coronary circulation.</p>
      <p>The majority of coronary thrombi are associated with plaque rupture, of which TCFA is generally considered the precursor lesion<sup>16</sup>. Although TCFA is synonymous with the concept of a "vulnerable plaque" in angiographic and autopsy studies, the plaque progression mechanism is complex, and may involve both local and systemic factors<sup>17,18</sup>. Although most, if not all plaque ruptures originate from TCFAs, plaque rupture is not the only mechanism of coronary thrombosis. Plaque erosion accounts for a minority of acute coronary thrombi, and are especially frequent in young patients. Because erosions may occur in plaques that may not possess necrotic cores, and are not caused by cap disruption, the precursor lesion of plaque erosion is unknown<sup>19-21</sup>.</p>
      <p>The definition of thin cap is derived from previous findings that determined that &gt;95% of ruptured plaques had areas of cap thinning to at least 65 microns<sup>1</sup>. The necrotic core of TCFAs is usually large, and the thinned cap is densely infiltrated by macrophages<sup>5</sup>.Vulnerable plaques are generally characterized as those having a thin inflamed fibrous cap over a very large lipid core. However, only a small percentage of such plaques get ruptured, and the identifying characteristics of TCFAs that progress to rupture are unknown<sup>22</sup>. The current study corroborates previous findings that plaques that may be prone to rupture occur proximally and in a similar distribution as acute plaque rupture<sup>3,4,23,24</sup>. The coronary distribution of fibrous-cap atheromas has been shown similar to those of TCFAs and plaque ruptures<sup>3</sup>.</p>
      <p>The current study shows that TCFA are located close to rupture sites (either proximally or distally in similar proportions) in culprit coronaries, but in a significant number of cases, they were also located in other non-culprit coronary segments. This study corroborates findings of location and distribution of TCFA in the coronary tree. Kolodgie et al<sup>3</sup> also found that the majority of TCFA, ruptures and healed ruptures occur in the proximal LAD.</p>
      <p>The number of TCFA found in our study represents only a small percentage of area and length when the whole coronary tree is used as denominator. Another whole heart autopsy study also identified that ruptures and TCFA accounted only for 1.6% and 1.2%, respectively, of the total length of the coronary tree in a population dying of cardiovascular causes<sup>2</sup>. These represent a smaller portion than those identified the current study, but a difference in population selection is noted, since our study included only sudden unexpected deaths. Furthermore, the frequency of acute ruptures and TCFA in sudden coronary death varies with risk factors, age and gender<sup>25</sup>. Our study had an intrinsic male bias, precluding gender comparison, but there was no age difference among patients with TCFA and those without.</p>
      <p>The goal of newer imaging studies is to image not only the lumen but the characteristics of the plaque in order to identify those prone to rupture<sup>25</sup>. Intravascular ultrasound (IVUS) can visualize atherosclerotic plaque and bring information on the presence of calcification and amount of fibrous tissue, but it fails to provide quantification of specific plaque composition<sup>26,27</sup>. A more recent approach called virtual histology IVUS (VH-IVUS) has been used in the attempt to characterize plaques in vivo. Nakamura et al<sup>28</sup> studied non-culprit segments in patients with stable angina and acute coronary syndrome and found, similar to our study, a large number of presumed TCFA in non-culprit segments of patients with acute coronary syndrome. IVUS cannot, however, identify specific plaque components, which can be assessed by near infrared spectroscopy<sup>7</sup>. Moreno et al<sup>29</sup> reported a sensitivity and specificity of 77 and 93% for TCFA when compared to histological assessment in post-mortem coronary segments of patients with acute coronary events. Lastly, computed tomography-based techniques such as multidetector-row CT and optical coherence tomography are promising new methods of evaluating atherosclerotic plaque and its composition<sup>13,30</sup>. Similar to our results, an autopsy study using optical coherence tomography found that 64% patients with acute coronary syndrome had 1 or more TCFAs. The authors concluded that TCFAs, clustering in the proximal segments of the 3 major epicardial coronary arteries, are a common finding in unselected autopsy subjects<sup>10</sup>.</p>
      <p>In conclusion, a large number of TCFAs occur in regions proximal and distal to culprit plaques (ruptures) and at sites away from these lesions. These TCFAs occur at sites of maximum luminal narrowing at a similar rate to ruptures, namely between 40 and 50%. Therefore, luminal narrowing cannot be taken as a reliable angiographic marker for assessment of patient's risk, and further autopsy and angiographic studies are needed in order to establish the subset of TCFAs that are "vulnerable".</p>
      <p>
        <bold>Potential Conflict of Interest</bold>
      </p>
      <p>No potential conflict of interest relevant to this article was reported.</p>
      <p>
        <bold>Sources of Funding</bold>
      </p>
      <p>There were no external funding sources for this study.</p>
      <p>
        <bold>Study Association</bold>
      </p>
      <p>This study is not associated with any post-graduation program.</p>
      <p>
        <bold>References</bold>
      </p>
    </body>
  </sub-article>
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